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:: ‘barragem’

TÉCNICOS MONITORAM OBRAS DE RECUPERAÇÃO DA BARRAGEM DO ALMADA EM ITAJUÍPE

Obras de barragem são fiscalizadas por equipe de consórcio || Foto Divulgação

Técnicos do Consórcio do Território Litoral Sul fiscalizaram as obras de recuperação da Barragem do Almada, em Itajuípe, no sul da Bahia, nesta segunda (19). A ação busca prevenir e minimizar os riscos de acidentes ambientais durante a execução da obra. A barragem abastece a população de Itajuípe e, no local, também há estação de tratamento da água.

O engenheiro Lucius Flavius Ouries, do Consórcio Litoral Sul, liderou a equipe de fiscalização. O Consórcio foi ao local a convite da Secretaria de Meio Ambiente de Itajuípe. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Vinícyus Guimarães, a fiscalização busca reduzir a possibilidade de acidentes neste tipo de construção.

– Os técnicos do consórcio colaboram diretamente no acompanhamento, na análise do parecer técnico e para a estruturação, observando a real situação ambiental e de risco da construção para o município e a população – explicou Guimarães.

Lucius Flavius, do Consórcio Litoral Sul, diz que o acompanhamento “permanente e sistemático da situação da estrutura” vai no sentido de “coibir desmates ilegais e outras infrações e crimes ambientais”.

TESOURA DE TEMER PODE COMPROMETER BARRAGEM DO RIO COLÔNIA

Temer "Mãos de Tesoura"

Temer “Mãos de Tesoura”

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiu hoje (12) o comando do país e incluiu, como uma das partes principais de seu discurso de posse, o aviso de que cortará gastos do governo. A advertência causa temor de redução de repasses e prejuízo no andamento de obras, como a da barragem do Rio Colônia, que foi retomada recentemente.

A barragem, que é a esperança de solução para a crise de abastecimento em Itabuna, teve até o momento apenas 5% de seu projeto concluído. Dos R$ 35 milhões que correspondem à parcela dos recursos federais na obra, apenas R$ 1,9 milhão foi liberado. Já o Estado liberou R$ 2 milhões da contrapartida de R$ 12 milhões.

Além da verba para a construção da barragem, o projeto exigirá recursos para a construção de uma nova estrada entre Itapé e Itaju do Colônia, a cargo do Derba. Nos bastidores, circula a informação de que o órgão estadual também prevê dificuldades para viabilizar os R$ 16 milhões que deverão ser destinados à rodovia.

NEGLIGENTE COM O DEVER DE CASA, ESTADO OFERECE PALIATIVO CONTRA CRISE DE ABASTECIMENTO EM ITABUNA

Prefeito foi recebido ontem em audiência na Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (foto Ascom/SIHS)

Prefeito foi recebido ontem em audiência na Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (foto Ascom/SIHS)

Nem um dilúvio será capaz de resolver o problema da falta de água em Itabuna no longo prazo. O que a cidade precisa, e todos sabem disso, é de uma melhor infraestrutura para regularizar o abastecimento, evitando tanto sofrimento da população em períodos de pouca chuva.

Itabuna, uma cidade com mais de 220 mil habitantes, continua sem um reservatório de água. A barragem no Rio Colônia, cujas obras pararam há três anos, continua a ser uma promessa. Em novembro do ano passado, o governador Rui Costa assinou ordem de serviço para retomar a construção, e o prefeito Claudevane Leite declarou que os trabalhos seriam reiniciados no prazo de 60 dias. O tempo passa e mais uma falácia se confirma.

Enquanto isso, a população sofre. A pouca água que a Emasa fornece vem batizada com sal e não serve para o consumo humano. A própria empresa reconhece e adverte que sua água é prejudicial à saúde.

E o Estado, como não cuida da infraestrutura, sinaliza com remendos. Nesta quinta-feira (25), Claudevane Leite foi recebido pelo secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia, Cássio Peixoto. Ouviu dele a promessa de que o governo utilizará carros-pipa para levar água da Embasa para Itabuna. Também serão fornecidos 100 tanques e o governo ainda se comprometeu a ajudar a Prefeitura na retirada de baronesas do Rio Cachoeira.

A necessária infraestrutura, por enquanto, continua na relação de débitos do Governo do Estado com Itabuna. Da parte de quem deveria ser mais incisivo da cobrança do essencial, nota-se certo conformismo com as migalhas oferecidas.

ROSEMBERG DEFENDE RECUPERAÇÃO DE NASCENTE DO RIO COLÔNIA

Rosemberg PintoO deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) esteve em Itabuna na segunda-feira (19), para a inauguração das novas instalações do SAC. Ele aproveitou para comentar sobre a expectativa de breve retomada das obras da barragem do Rio Colônia, mas fez questão de observar a necessidade de recuperar a nascente do manancial.

Situada na Serra do Macuco, em Itororó, a nascente do Rio Colônia sofre ameaça devido à exploração abusiva dos recursos naturais na região. “É preciso cuidar da nascente para não perder o investimento [na barragem]”, advertiu o parlamentar.

A barragem do Colônia servirá para ampliar a oferta de água nos municípios de Itabuna e Itapé. A obra chegou a ser iniciada em 2013 e paralisada poucos meses depois pela construtora Andrade Galvão.  Nova licitação foi realizada em novembro de 2014, mas não houve empresas interessadas. Na última sexta-feira (16), um terceiro processo licitatório foi aberto pelo governo.

PARA DEPUTADO, FALTA VONTADE POLÍTICA PARA “DESENROLAR” BARRAGEM DO COLÔNIA

Canteiro de obras está abandonado desde agosto de 2013

Canteiro de obras está abandonado desde agosto de 2013

A novela em torno da obra da barragem do Rio Colônia segue sem previsão de desfecho. Em setembro, o governo do estado relançou edital do projeto, cuja execução fora interrompida em agosto de 2013, seis meses após o início dos trabalhos.

Como já noticiado pelo Pimenta, a licitação para contratar uma nova empresa acabou frustrada, já que não houve interessadas na sessão marcada para a abertura das propostas.

A situação, mais uma vez, vira mote para alfinetadas dos opositores. O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) puxa as críticas, ao afirmar que “falta vontade política” para fazer a obra andar.

A barragem é apontada como solução para dar regularidade ao sistema de abastecimento de Itabuna e Itapé, além de aumentar a vazão do Rio Cachoeira, do qual o Colônia é afluente.

Em setembro, ainda durante a campanha, o então candidato a governador Rui Costa falava com entusiasmo sobre o projeto. “Conhecida a empresa vencedora (da licitação), vamos garantir que as obras prossigam e o cronograma seja cumprido”, declarou Rui à época.

DEPUTADO DEFENDE RETOMADA DE OBRAS

Augusto Castro1Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (6), o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) criticou o governo do Estado pela interrupção das obras da barragem do Rio Colônia. O projeto é considerado fundamental para regularizar a vazão do Rio Cachoeira, do qual o Colônia é afluente, e melhorar o sistema de abastecimento em Itabuna, Ibicaraí e Itapé.

As obras da barragem foram interrompidas em agosto do ano passado, seis meses após seu início. A construção está orçada em R$ 18 milhões, valor custeado com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

A empreiteira Andrade Galvão, que vinha tocando o projeto, abandonou o canteiro de obras após sucessivos atrasos nos repasses por parte da Companhia de Engenharia Rural da Bahia (Cerb), órgão ligado ao governo do Estado. Cerca de 100 trabalhadores, a maioria contratada na região de Itapé, ficaram desempregados.

PEDRÃO DEFENDE MOBILIZAÇÃO REGIONAL PELAS OBRAS DA BARRAGEM

Obra da barragem deve começar ainda em janeiro (Reprodução Pimenta).

Projeto é fundamental para aumentar a capacidade do abastecimento em Itabuna e outras cidades da região (Reprodução Pimenta).

O prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão, o “Pedrão” (PSB), está apreensivo com a paralisação das obras da barragem no Rio Colônia e defende uma mobilização política regional para que a construção seja retomada.

Pedrão diz ter conversado com representantes da empreiteira Andrade Galvão, que consideram improvável a continuidade dos trabalhos em 2013. “O quadro em Itapé é de desânimo, depois que a empresa retirou todo o maquinário pesado e demitiu 80 funcionários”, lamenta o prefeito.

A ordem de serviço das obras foi assinada pelo governador Jaques Wagner no dia 8 de janeiro e os trabalhos começaram no mês seguinte, prevendo-se a conclusão num prazo de 18 meses. O orçamento é de R$ 71 milhões.

A barragem do Colônia é considerada fundamental para regularizar a vazão do Rio Cachoeira e ampliar a capacidade do sistema de abastecimento em Itabuna, Itapé e Itaju do Colônia. Além da paralisação das obras, que afeta a expectativa de atração de investimentos para a região, outra queixa está relacionada ao atraso no pagamento das indenizações a fazendeiros que tiveram áreas desapropriadas em função do projeto.

DEPUTADO RESPONSABILIZA GOVERNO POR PARALISAÇÃO DE OBRAS EM BARRAGEM

Augusto Castro visitou canteiro de obras nesta terça-feira

Augusto Castro visitou canteiro de obras nesta terça-feira

Em pronunciamento duro na sessão desta terça-feira, 3, na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) acusou o governo estadual de não repassar os recursos destinados às obras de construção da barragem no Rio Colônia, em Itapé. As verbas são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Segundo o tucano, o projeto foi paralisado seis meses após o início da execução, o que compromete o cronograma das obras, que deveriam estar concluídas em setembro de 2014.  “O estado não está repassando o recurso do PAC e os moradores da região estão preocupados. É preciso investir nesta obra para que Itabuna retome o crescimento”, declarou o deputado.

Augusto Castro esteve em Itapé nesta terça e verificou que o canteiro de obras da barragem está sendo desmontado. Ele destacou que a obra, orçada em R$ 18 milhões, beneficiará mais de 340 mil pessoas, de Itapé, Itabuna e Itaju do Colônia.

EMPREITEIRA PODE PARALISAR OBRAS DA BARRAGEM DO RIO COLÔNIA

A empreiteira Andrade Galvão realiza “operação tartaruga” nas obras da barragem do Rio Colônia, na região de Itapé. Segundo informações de prepostos da empresa, tem ocorrido atraso no cronograma de pagamentos da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb).

Nota distribuída nesta sexta-feira, 16, pela Prefeitura de Itapé, informa que a Andrade Galvão já transferiu maquinário do canteiro da barragem para uma obra no Piauí. Há receio quanto à possibilidade de demissão de 100 trabalhadores.

O prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão, diz ter entrado em contato nesta quinta-feira, 15, com o secretário das Relações Institucionais da Bahia, Rui Costa, para informá-lo sobre a situação.  Na próxima semana, Pedro Jackson e o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, visitarão as obras.

FAZENDEIROS COBRAM INDENIZAÇÃO DO ESTADO

Fazendeiros que tiveram áreas desapropriadas pelo Governo do Estado, para a construção da barragem no Rio Colônia, entre Itaju do Colônia e Itapé, protestam contra a demora no pagamento das indenizações.

Nesta quarta-feira, 7, um grupo de fazendeiros discutiu o assunto em reunião na Câmara de Vereadores de Itapé. Eles dizem que até o momento o Estado pagou apenas 10% do valor devido pelas terras desapropriadas.

No encontro, ficou estabelecido um prazo até o final desta semana para o pagamento das indenizações. Caso isto não ocorra, a turma promete realizar protestos. E, de quebra, até paralisar a obra da barragem.

WAGNER E VANE

Vane recebe o governador  no 15º BPM (foto Gabriel de Oliveira)

Vane recebe o governador no 15º BPM (foto Gabriel de Oliveira)

O governador Jaques Wagner assinou há pouco, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, a ordem de serviço para a construção da barragem no Rio Colônia, com a qual se pretende regularizar a vazão do afluente Rio Cachoeira e viabilizar o abastecimento de água em Itabuna, Itapé e Itaju do Colônia nos próximos 50 anos.

O helicóptero do governador pousou na sede do 15º Batalhão da Polícia Militar, onde Wagner foi recebido pelo anfitrião, o prefeito Vane do Renascer (PRB). Não se falou do assunto, mas na cabeça dos dois passou a questão do posicionamento do PT diante do governo municipal.

O deputado federal Geraldo Simões faz de tudo para que o PT combata a gestão, embora o PRB faça parte da base estadual e federal. Por esse motivo, Wagner está contra Geraldo e prefere o apoio.

“ESQUECERAM” DE CONVIDAR

Por uma incrível “coincidência”, não havia nenhum representante da Prefeitura de Itabuna, nem da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento), na audiência pública realizada neste domingo, 15, em Itapé, para discutir o Estudo de Impactos Ambientais (EIA) do projeto de construção da barragem no Rio Colônia (veja aqui).

Itabuna, além de Itapé, é diretamente interessada no assunto, já que a barragem servirá para melhorar o sistema de abastecimento de água no município. Terá importância também para manter uma vazão regular do Rio Cachoeira, afluente do Colônia.

Agora, por que não havia ninguém da Prefeitura de Itabuna nem da Emasa no evento? Simplesmente porque o Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia) não enviou comunicado oficial ou convite nem para o governo nem para a empresa.

A situação, logicamente, agradou ao deputado federal Geraldo Simões (PT), que fez discurso e criticou o governo itabunense pela ausência providenciada.

CHIADEIRA NA REGIÃO DO COLÔNIA

As discussões sobre o Estudo de Impactos Ambientais do projeto da barragem no Rio Colônia começam com ruído. Era previsível que os proprietários de terras na região criticassem a obra, até porque a eles não interessa facilitar as coisas nesse momento. Ao criar dificuldades, buscam obter facilidades; no caso, uma avaliação mais generosa nas desapropriações.

Na semana passada, houve reunião em Itapé entre proprietários e o superintendente de Saneamento da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado, Renavam Andrade Sobrinho. Ao final, os donos de terra expuseram as arestas existentes.

Segundo o jornal Agora, os proprietários saíram falando que nada importante foi dito pelo representante do governo. Eles querem informações sobre os custos da obra, mudanças na malha viária e rede de energia e desapropriação de terras inundáveis. Também querem saber porque Sobrinho falou que serão inundados 1,5 mil hectares e desapropriação alcançará 3,6 mil.

O pecuarista Winston Fontes chega a pôr em dúvida a própria seriedade do projeto. “O que senti é que nada foi respondido de forma adequada e isso nos faz duvidar sobre as perspectivas da obra, que começa a ser discutida nas vésperas de um ano eleitoral e depois poderá ser esquecida”, questionou.

BARRAGEM QUE RENDE

Ontem, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) e o secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Afonso Florence, tiveram audiência para discutir detalhes técnicos da construção da barragem no rio Colônia, em Itapé.

A audiência ocorreu na Sedur. Azevedo, a todo instante, revelava a sua preocupação com os fazendeiros e, obviamente, a indenização sobre as áreas que serão inundadas com a construção da barragem.

Com ar quase impaciente, Afonso olhou para Azevedo e para o deputado estadual Luiz Argôlo (PP) e tratou de dar o “remédio” para a aflição do prefeito. Disse a Azevedo que não se preocupasse com os fazendeiros, mas com a lei. E reforçou: a lei – pelo menos nesse caso – está a favor da grande maioria (mais de duzentas mil pessoas, bem entendido!).

A partir daí, o papo fluiu melhor.








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