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:: ‘Barry Callebaut’

SEMINÁRIO DISCUTE O FUTURO DO TRABALHO E OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RH

Caroline Magno, Shirlene Magalhães e Wladimir Martins participam do seminário

O presidente da seção Bahia da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Wladimir Martins, será o conferencista do seminário que debaterá o futuro do trabalho e os desafios do profissional de RH. O evento ocorrerá neste sábado (8), a partir das 9h, no auditório do curso de Direito da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), na Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415).

Além da palestra de Wladimir, o seminário terá painel com a gerente de RH da Nestlé em Itabuna e Feira de Santana, Caroline Magno, e a gerente de RH da Barry Callebaut (Negócio Cacau), Shirlene Magalhães. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://www.abrhba.org.br/nucleosul ou pelo telefone (71) 3341-0877.

De acordo com Tamires Prado, da delegacia regional da ABRH-BA, o evento é uma comemoração ao Dia do Profissional de RH. “A palestra e o painel possibilitam a ampliação da consciência e a mudança de mindset, entendendo que para moldarmos o futuro com sucesso, nesse ambiente de grande complexidade e incertezas, é preciso que exista uma verdadeira parceria entre a alta direção e a área de Recursos Humanos”, afirma.

O CACAU E A PRESSÃO DAS INDÚSTRIAS EM ILHÉUS

Indústrias instaladas em Ilhéus importaram volumes mensais de cacau de Gana.

Indústrias instaladas em Ilhéus importaram volumes mensais de cacau de Gana.

As indústrias moageiras de cacau instaladas em Ilhéus importaram 53 mil toneladas de cacau nos últimos cinco meses. Todo o cacau é oriundo de Gana, na África. Produtores e instâncias sanitárias estadual e federal não escondem temor de que, com as amêndoas, as indústrias “importem” pragas para a lavoura sul-baiana. Parte da carga importada desde dezembro está em armazéns do Porto Internacional ilheense.

Se há pressão do mercado baiano contra a importação, o pool das moageiras em Ilhéus (Barry Callebaut, Olam e Cargill) fala em riscos à planta industrial instalada no município sul-baiano. Para eles, é real a ameaça de o sul da Bahia perder uma das quatro grandes indústrias, caso haja maior entrave ao aproveitamento (e mais importação, se necessário) do cacau de Gana. E reforçam que, embora a perspectiva para a nova safra seja boa, a produção interna é insuficiente para atender a demanda.

De acordo com fontes ouvidas pelo PIMENTA, caso o entrave persista, as indústrias poderão importar o cacau por outro terminal portuário, fora da Bahia. Até pensaram em Aratu, na Região Metropolitana de Salvador, mas este não teria as condições ideais para amêndoas e grãos.

POLUIÇÃO COLOCA BARRY CALLEBAUT E CARGILL NA MIRA DE ILHEENSES

Parque industrial da Cargill em Ilhéus: fumaça prejudicando moradores.

Parque industrial da Cargill em Ilhéus: fumaça prejudicando moradores.

Um atentado à saúde está sendo cometido, diariamente, por duas unidades moageiras de cacau no Distrito Industrial de Ilhéus, no Iguape. Cargill e Barry Callebaut passaram a queimar ainda mais resíduos de cacau em suas caldeiras instaladas no município sul-baiano. Antes, parte desse material era comercializada.

O aumento da poluição incomoda moradores vizinhos aos parques industriais. Com a mudança de tempo, eles sofrem ainda mais com a fumaça densa gerada pelas caldeiras das indústrias. Unidade de saúde da região atende adultos e crianças com queixas frequentes de problemas respiratórios.

Nuvens de fumaça em unidade da Barry Callebaut em Ilhéus.

Nuvens de fumaça em unidade da Barry Callebaut em Ilhéus.

De acordo com fontes internas, as indústrias não utilizam energia renovável para a queima dos resíduos. A região já deveria ser atendida pelo gasoduto da Bahiagás. A queima de descarte de cacau aumentou ainda mais nos últimos meses.

Moradores de áreas vizinhas temem falar do assunto, pois parte trabalha ou tem familiares empregados numa das unidades. A depender das condições do tempo, a fumaça vira uma espécie de “neblina”, dificultando a visibilidade de quem circula pela BA-262, seja de carro ou mesmo a pé. O site não conseguiu falar com as empresas.

BARRY CALLEBAUT E HPS SÃO CONDENADAS, APÓS DENÚNCIA DO SINDICACAU

Luiz Fernandes, presidente do Sindicacau, que denunciou assédio e terceirização ilícita.

Luiz Fernandes, presidente do Sindicacau, entidade que denunciou assédio e terceirização ilícita.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) conseguiu sentença favorável contra a Barry Callebaut Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. e HPS Prestação de Serviços Ltda. As empresas terão que pagar R$500 mil de indenização por danos morais coletivos pela prática de assédio moral pelos representantes da Delfi Cacau, atual Barry Callebaut, contra os empregados terceirizados da HPS.

O assédio ocorria através de ameaças, insultos, agressões verbais, críticas em público e coerção dos trabalhadores a pedir demissão. De acordo com a ação do MPT, foi constatada mais uma irregularidade, a terceirização ilícita, já que os funcionários da HPS realizavam atividades-fim que só poderia ser realizadas por empregados contratados diretamente pela Barry Callebaut.

Ilan Fonseca, procurador do MPT.

Ilan Fonseca, procurador do MPT.

Após denúncias feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de Ilhéus, Itabuna e Uruçuca (Sindicacau), o procurador do trabalho e autor da ação, Ilan Fonseca, instaurou inquérito civil para apurar a denúncia e eventuais irregularidades.

O MPT constatou que a HPS possuía 66 empregados, todos lotados na Delfi Cacau/Barry Callebaut, não possuindo contratos de prestação de serviços com outras empresas.

O contrato de prestação de serviços firmado com a HPS tinha como objeto a contratação de trabalhadores para serviços de limpeza e organização da fábrica nas dependências administrativas e fabril da contratante. Entretanto, os terceirizados prestavam serviços na atividade-fim.

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CAMINHÃO É FURTADO NA BARRY CALLEBAUT EM ITABUNA

Caminhão foi furtado no pátio da Barry Callebaut em Itabuna.

Caminhão foi furtado no pátio da Barry Callebaut em Itabuna.

Um caminhão carregado com aproximadamente R$ 130 mil em sacas de cacau foi furtado nesta madrugada de sábado (5), no pátio da Barry Callebaut, em Itabuna.

O caminhão, um Mercedes Benz 1113, placa JOH-0886, licença de Buerarema, estava com 250 sacas e aguardava autorização para descarregar na unidade, na BR-415, em Itabuna, ao lado do Parque de Exposições.

Vigilantes disseram não ter visto a ação dos bandidos. Caminhoneiros, trabalhadores e o Sindicacau informaram que o clima é de revolta com a falta de segurança no entorno da indústria.

RECOMPENSA

Quem tiver informações do paradeiro do caminhão, pode ligar para 73-8861.9570, falar com Arlei. O proprietário promete uma boa recompensa por informação que leve até a carga e ao caminhão.

PRODUTORES QUEREM SUSPENSÃO DAS IMPORTAÇÕES DE CACAU E RECLAMAM DE PROCESSADORAS

Produtores querem barrar importação de cacau por causa de prejuízos (Foto Luiz Alves).

Produtores querem barrar importação de cacau por causa de prejuízos (Foto Luiz Alves).

– DESÁGIO POR TONELADA CHEGA A 600 DÓLARES

Produtores de cacau do Sul da Bahia estão reclamando do comportamento das três empresas processadoras – Cargill, Barry Callebaut  e ADM, que, por conta da importação de amêndoas da África e da Ásia, estão forçando a queda de preços no mercado nacional. A atuação das três empresas, que define a política de preços, acaba funcionando como uma espécie de cartel.

Há um ano, as empresas chegaram a pagar um ágio de 200 dólares por tonelada e hoje o deságio atinge 600 dólares por tonelada. A diferença chega a -130 reais a cada saca  de 60 quilos em relação a 2014.  Com uma produção de 700 mil sacas, as perdas são consideráveis e comprometem a capacidade de produção e renovação da lavoura.

A principal reivindicação é que o Governo Federal regulamente a importação de cacau, evitando prejuízos aos  produtores brasileiros. Uma das propostas é suspender a importação de cacau (eliminando temporariamente o chamado dawbrack) pelo prazo mínimo de dois anos, já que a produção nacional, em processo de expansão, é capaz de atender às demandas das indústrias processadoras. A previsão é de que os produtores brasileiros devam colher mais de 240 mil toneladas na safra de 2015/16.

PIMENTA DO DIA

Comentário do produtor José Roberto Benjamin no post “Documentário expõe lado obscuro (da produção) de chocolate na África“, que denuncia escravização de crianças em lavouras de cacau em Gana e Costa do Marfim:

É esse cacau que, manchado com sangue e suor de crianças, ainda é misturado com cadáveres em putrefação de africanos clandestinos durante a travessia da África para Ilhéus. E se transforma em chocolate. Feliz Páscoa!!!

ATÉ JULHO

Um comunicado da Petra Foods aos coladoradores no Brasil prevê que o período de aquisição dos negócios de cacau e derivados por parte da Barry Callebaut vá até julho do próximo ano (confira nota abaixo). E foi interpretado como aviso de que as demissões por causa da venda não ocorram até o final do primeiro semestre de 2013.

A Petra Foods possui unidades em países como Brasil, México, Malásia e Indonésia. Somente no sul da Bahia, a transação mexe com a vida de aproximadamente 500 operários das unidades de Ilhéus (Barry) e Itabuna (Delfi Cacau, da Petra Foods).

SINDICALISTA DIZ QUE AQUISIÇÃO DA DELFI CACAU PREOCUPA TRABALHADORES

A aquisição dos negócios de ingredientes de cacau da Petra Foods pela suíça Barry Callebaut representou preocupação para sindicalistas. O negócio de 950 milhões de dólares foi anunciado hoje. Presidente do sindicato que reúne trabalhadores das indústrias moageiras do sul da Bahia, o Sindicacau, Luiz Fernandes espera que a aquisição não resulte em “encolhimento” de vagas no setor na região.

A Barry Callebaut tem unidade em Ilhéus e a Delfi Cacau está sediada em Itabuna, após a Petra Foods comprar parte dos negócios de cacau e derivados da Nestlé, no início da década passada. “O histórico recente de fusões e aquisições tem revelado, na sequência, demissões de trabalhadores. Esperamos que isso não ocorra no sul da Bahia”, diz.

A compra é aposta da Barry Callebaut em mercados emergentes da América do Sul e Ásia, segundo noticia o Valor Econômico.

IMPASSE ENTRE TRABALHADORES E DELFI CACAU

Os trabalhadores da Delfi Cacau em Itabuna podem cruzar os braços. Eles querem 15% de reajuste salarial, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e tíquete-alimentação a R$ 622,00.

A indústria oferece como contraproposta 7,5% de reajuste salarial e tíquete de R$ 483,75. Nova rodada de negociações entre representantes de patrões e empregos está prevista para 10 de julho.

Luiz Fernandes, presidente do sindicato dos trabalhadores, o Sindicacau, diz que a contraproposta  ficou bem abaixo do esperado pela categoria. Nesta semana, as negociações ocorrem na Barry Callebaut e Cargil, localizadas em Ilhéus.

INDÚSTRIA SINALIZA PREÇO DO CACAU EM ALTA

Do Mercado do Cacau

O maior fabricante mundial de chocolate disse que os preços do cacau, que atingiram sua mais alta marca em 33 anos, devem se manter elevados devido à pressão continuada da demanda e à escassez de suprimentos.

Jürgen Steinemann, presidente-executivo da Barry Callebaut, a fabricante de chocolate que fornece esse ingrediente a diversos dos maiores produtores de alimentos do mundo, disse que, “neste momento, o cacau é um material escasso. A demanda vem subindo, com isso, os preços subiram”.

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