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:: ‘Benito Gama’

EMENDA ASSEGURA R$ 300 MIL PARA A SANTA CASA DE ITABUNA

Eric Júnior e a vereadora Charliane Sousa, do PTB.

O provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Eric Júnior, reuniu-se com a vereadora Charliane Sousa (PTB), ontem (14). A instituição promoverá, no Santo Antônio, base da vereadora, o próximo Santa Casa nos Bairros, programado para o dia 9 de junho, no Grupo Escolar Luiz Viana Filho.

Durante o encontro, Charliane confirmou a destinação de R$ 300 mil em emenda para a Santa Casa de Itabuna, por meio do deputado federal Benito Gama (PTB). Segundo ela, o valor apenas aguarda liberação por parte do Ministério da Saúde.

NAZAL É PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE ILHÉUS

Carlos Freitas, Jorge Vianna, Benito Gama, Ruy Carvalho e o pré-cadnidato José Nazal.

Carlos Freitas, Jorge Vianna, Benito Gama, Ruy Carvalho e o pré-candidato José Nazal.

Reunião realizada neste final de semana em Salvador selou a pré-candidatura do fotógrafo e memorialista José Nazal à prefeitura de Ilhéus.

O encontro foi realizado no escritório do deputado federal Benito Gama e contou com a participação do presidente municipal do PTB, Carlos Freitas, e dos médicos Jorge Vianna e Ruy Carvalho, figura pra lá de carimbada na disputa pelo comando do Palácio Paranaguá.

Apesar da distância do pleito, segundo informações, a provável chapa do PTB terá Zé Nazal na cabeça e não deve contar com Ruy Carvalho na vice. O médico, que já foi quadro do PT e do PRB, abandonou as disputas de vez.

A filiação de Nazal ao partido deve acontecer até o início de outubro, prazo máximo para filiações pra quem pretende disputar a eleição do ano que vem.

Até aqui, a entrada do nome de Nazal é a grande novidade na disputa pelo comando do Palácio Paranaguá. A sucessão tem nomes como Carmelita Ângela (PT), José Vivaldo (PSB), o prefeito Jabes Ribeiro (PP) e Jorge Luiz (PSOL).

PROCURADORIA PEDE CASSAÇÃO DE DIPLOMA E MANDATO DE BENITO GAMA

Benito pode ficar sem mandato.

Benito pode ficar sem mandato.

A Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE/BA) pediu a cassação do diploma e do mandato do deputado federal eleito Benito Gama (PTB) por meio de ação de impugnação de mandato eletivo (Aime). Benito é acusado de abuso de poder econômico e graves irregularidades nas contas de campanha, ao subcontratar serviços de terceiros para aquisição de bens destinados à campanha eleitoral sem declará-los na prestação de contas, o que é proibido pela legislação. A ação contra Benito foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) nesta semana.

De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a campanha do deputado figurou no rol das mais caras do Brasil para a Câmara dos Deputados, com gasto total de quase R$ 6 milhões, sendo R$ 4,5 milhões despendidos na prestação de serviços de terceiros. A partir de matéria publicada na Folha de São Paulo, a PRE apurou que a campanha do candidato repassou a lideranças políticas – entre eles ex-prefeitos, ex-vereadores e até mesmo pastores evangélicos – vultosas quantias, a fim de obter apoio e retorno eleitoral, tudo sob o pretexto de prestação de serviços.

Nas apurações, várias pessoas – 30 foram ouvidas pelo MPE – confirmaram ter recebido dinheiro para a campanha do candidato em vários municípios baianos, a exemplo do candidato ao cargo de prefeito derrotado em 2012 em Jaguaquara, que recebeu R$ 300 mil; de um dentista atuante na região de Canarana, que recebeu R$ 120 mil e muitos outros. Todos declararam ao Ministério Público Eleitoral que receberam o dinheiro para exercer a função de coordenadores da campanha e contratar pessoas para divulgá-la e realizar ações como pintura de muros, afixação de publicidade, distribuição de santinhos e outros materiais.

Além da subcontratação de terceiros, diversas testemunhas relataram que, com os valores recebidos, também realizaram gastos com aquisição de materiais e insumos para uso na campanha eleitoral, sendo que essas informações foram omitidas na prestação de contas do atual deputado, em desrespeito à Resolução 23.406/2014, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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TRE ABSOLVEU JUTAHY JÚNIOR EM AÇÃO DE COMPRA DE VOTOS

Robério, Jutahy, Cláudia Oliveira e Orlando Filho (Foto Jean Macêdo).

O deputado federal Jutahy Júnior (PSDB-BA) foi absolvido da acusação de compra de votos e abuso de poder econômico na eleição de 2010, quando cabos eleitorais foram presos com R$ 100 mil e lista de eleitores em Buerarema.

O deputado teve o seu nome envolvido no caso, mas rebate. “Agi dentro da absoluta legalidade”, afirma, citando que a ação de investigação eleitoral teve parecer do Ministério Público pela sua absolvição.”Fui julgado e absolvido por unanimidade. Recebi parecer favorável do Ministério Público que, por sinal, nem recorreu ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”, ressalta.

Jutahy Júnior também respondia a uma representação movida pelo PSC de Buerarema. O diretório da Velha Macuco desistiu da ação. O processo eleitoral contra Jutahy baseou-se na investigação feita pela Polícia Federal. O parlamentar baiano lembra que não foi citado criminalmente. “O que existiu contra mim foi processo eleitoral”, sustenta.

Ontem, dia 16, a Justiça em Buerarema começou as audiências com vários dos detidos em 2010, dentre eles, vereadores, ex-secretários municipais e o ex-prefeito Orlando Filho. Eles teriam trabalhado para os deputados e ex-deputados Jutahy Júnior, Cláudia Oliveira, Heraldo Rocha e Benito Gama. Jutahy foi absolvido da acusação.

A COMPRA DE VOTOS E O “BACULEJO” DA PF

Ex-prefeito Orlando Filho é investigado pela PF.

A operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 9, em Salvador, Itabuna e Buerarema visou coletar mais provas de crime eleitoral cometido no município de Buerarema no dia 3 de outubro em favor dos candidatos a deputado Jutahy Jr (PSDB) e Cláudia Oliveira (PTdoB) – e, sabe-se agora, também os candidatos derrotados Heraldo Rocha (estadual-DEM) e Benito Gama (federal-PMDB).

No dia 3 de outubro, a Polícia Federal apreendeu R$ 40 mil em espécie e efetuou a prisão do ex-secretário de Administração e Finanças do governo local, Eribaldo Lima, além dos também ex-secretários  Paulo Reis e Gilberto Magno de Lima, o Maru, que ocupavam os cargos de primeiro escalão durante os governos de Orlando Filho.

Hoje, a polícia efetuou prisões de mais gente que, no decorrer das investigações depois das prisões e apreensões de 3 de outubro, teriam ligações com o esquema de compra de votos, a exemplo dos vereadores Roque Borges e Marlúcia Guirra (leia mais aqui). O ex-prefeito Orlando Filho também está na Polícia Federal em Ilhéus.

APOIOS

Cláudia Oliveira e Jutahy Júnior foram os candidatos de Orlando Filho em 3 de outubro passado. Cláudia é prima de Orlando. O ex-prefeito pertence ao mesmo partido de Jutahy.

O deputado Heraldo Rocha – que tentou reeleição e perdeu – sempre teve ligações estreitas com Buerarema e apoiou os dois mandatos de prefeito de Orlando. Todos os candidatos envolvidos negam relação com a compra de votos.






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