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:: ‘Berlim’

ATORES ANUNCIAM NO BRASIL DATA DE ESTREIA DA NOVA TEMPORADA DE “LA CASA DE PAPEL”

Atores falam em São Paulo sobre a quarta temporada de La Casa de Papel

A Netflix confirmou neste domingo (8), durante a Comec Con Experince (CCXP 2019), em São Paulo, a data de estreia da quarta temporada de La Casa de Papel. A novidade foi anunciada para um público de 3.500 pessoas que lotaram o auditório do Cinemark  no São Paulo Expo. A nova nova temporada da série espanhola chega para os assinantes em abril de 2020.

Durante um painel  ontem, foram apresentadas cenas inéditas da série e os fãs conheceram pessoalmente os atores Pedro Alonso (Berlim), Alba Flores (Nairóbi), Darko Peric (Helsinque), Rodrigo de la Serna (Palermo) e Esther Acebo (Estocolmo). “Sinto muita falta de estar com o grupo. É uma família impossível que, a cada passo, reforça ainda mais o seu vínculo afetivo”, comentou Pedro Alonso.

Atores falam de desafio da próxima temporada da série

Entre as novidades compartilhadas durante o painel, a Netflix confirmou que os nossos “atracadores” favoritos estarão de volta em 3 de abril de 2020. “Agora é um momento de se reorganizar, a banda está ferida e precisa se reestruturar, encontrar uma nova maneira de se estruturar como família”, disse a atriz Alba Flores.

Em uma das cenas inéditas apresentadas durante o painel em São Paulo, o Professor aparece fugindo da polícia e encurralado por um touro. “O grande desafio é sobreviver; é uma situação delicada.Estamos concentrados em salvar a vida. Já não é um assalto, é uma guerra”, complementou Rodrigo de la Serna.

PORQUE PARIS, BERLIM E OUTRAS 265 CIDADES REESTATIZARAM O SANEAMENTO

Emasa deve ser passada à iniciativa privada || Foto Arquivo

Emasa deve ser passada à iniciativa privada || Foto Arquivo

Da BBC Brasil

Enquanto iniciativas para privatizar sistemas de saneamento avançam no Brasil, um estudo indica que esforços para fazer exatamente o inverso – devolver a gestão do tratamento e fornecimento de água às mãos públicas – continua a ser uma tendência global crescente.

De acordo com um mapeamento feito por 11 organizações majoritariamente europeias, da virada do milênio para cá foram registrados 267 casos de “remunicipalização”, ou reestatização, de sistemas de água e esgoto. No ano 2000, de acordo com o estudo, só se conheciam três casos.

Satoko Kishimoto, uma das autoras da pesquisa publicada nesta sexta-feira (23), afirma que a reversão vem sendo impulsionada por um leque de problemas reincidentes, entre eles serviços inflacionados, ineficientes e com investimentos insuficientes. Ela é coordenadora para políticas públicas alternativas no Instituto Transnacional (TNI), centro de pesquisas com sede na Holanda.

“Em geral, observamos que as cidades estão voltando atrás porque constatam que as privatizações ou parcerias público-privadas (PPPs) acarretam tarifas muito altas, não cumprem promessas feitas inicialmente e operam com falta de transparência, entre uma série de problemas que vimos caso a caso”, explica Satoko à BBC Brasil.

O estudo detalha experiências de cidades que recorreram a privatizações de seus sistemas de água e saneamento nas últimas décadas, mas decidiram voltar atrás – uma longa lista que inclui lugares como Berlim, Paris, Budapeste, Bamako (Mali), Buenos Aires, Maputo (Moçambique) e La Paz.

A tendência, vista com força sobretudo na Europa, vai no caminho contrário ao movimento que vem sendo feito no Brasil para promover a concessão de sistemas de esgoto para a iniciativa privada.

O BNDES vem incentivando a atuação do setor privado na área de saneamento, e, no fim do ano passado, lançou um edital visando a privatização de empresas estatais, a concessão de serviços ou a criação de parcerias público-privadas.

À época, o banco anunciou que 18 Estados haviam decidido aderir ao programa de concessão de companhias de água e esgoto – do Acre a Santa Catarina.

O Rio de Janeiro foi o primeiro a se posicionar pela privatização. A venda da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) é uma das condições impostas pelo governo federal para o pacote de socorro à crise financeira do Estado.

A privatização da Cedae foi aprovada em fevereiro deste ano pela Alerj, gerando polêmica e protestos no Estado. De acordo com a lei aprovada, o Rio tem um ano para definir como será feita a privatização. Semana passada, o governador Luiz Fernando Pezão assinou um acordo com o BNDES para realizar estudos de modelagem.

DA ÁGUA À COLETA DE LIXO

Satoko e sua equipe começaram a mapear as ocorrências em 2007, o que levou à criação de um “mapa das remunicipalizações” em parceria com o Observatório Corporativo Europeu.

O site monitora casos de remunicipalização – que podem ocorrer de maneiras variadas, desde privatizações desfeitas com o poder público comprando o controle que detinha “de volta”, a interrupção do contrato de concessão ou o resgate da gestão pública após o fim de um período de concessão.

A análise das informações coletadas ao longo dos anos deu margem ao estudo. De acordo com a primeira edição, entre 2000 e 2015 foram identificados 235 casos de remunicipalização de sistemas de água, abrangendo 37 países e afetando mais de 100 milhões de pessoas. :: LEIA MAIS »






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