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NO DIA DO CICLISTA, CAMPANHA ALERTA PARA USO SEGURO DA BICICLETA

Campanha alerta para uso seguro da bicicleta no país || Foto Wilson Dias/AB

Da Agência Brasil

A Campanha Bicicleta Segura, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), chama a atenção para o Dia do Ciclista, comemorado nesta segunda-feira (19). O presidente da Sbot, Moisés Cohen, disse que a campanha visa a orientar as pessoas na prevenção de lesões em acidentes envolvendo bicicletas. Somente no ano passado, 11.741 brasileiros foram internados por envolvimento em acidentes com bicicleta, gerando custo superior a R$ 14 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS), informou Cohen. A campanha será desenvolvida até o fim deste mês.

Ele lembrou que aumentou muito a prática do ciclismo nas grandes cidades, motivada pelo baixo custo, a  rapidez, praticidade, saúde e preocupação ambiental. Por outro lado, pelo fato de as cidades, em sua maioria, não terem estrutura para o ciclismo e também porque as pessoas não têm orientações para entender a bicicleta como um esporte, a atividade pode acabar trazendo problemas. O ciclista “deve estar paramentado, ou seja, com capacete, que é algo fundamental, e obedecer às regras”, disse o ortopedista.

“Acho que essa orientação, essa conscientização é importante, baseada no aumento das lesões que os ortopedistas têm encontrado”. Um trauma no crânio, como resultado de uma queda de bicicleta, por exemplo, pode representar risco para o ciclista. Moisés Cohen informou que as fraturas mais comuns quando o ciclista cai da bike são da clavícula, na região do ombro. “A articulação do ombro é aquela que é mais comprometida nas quedas. E a Sbot vive alertando para isso”.

Para evitar que fraturas e outras lesões aconteçam, a entidade recomenda que os ciclistas se protejam, tomem cuidado e andem em lugares adequados, com bicicletas também adequadas. “Acho que essa é uma campanha importante para a conscientização da população”, reforçou. A campanha é online e cada regional da Sbot tem liberdade para divulgá-la da forma que preferir.

Cohen alertou que não há no Brasil dados referentes a ciclistas que ficaram com sequelas irreparáveis e que, “muito provavelmente”, incluem traumas na cabeça, coluna, pernas e braços, que resultaram em afastamento do trabalho, perda da capacidade de realizar tarefas simples do dia a dia e, até mesmo, pedalar.

Segundo a Sbot, a cada dois dias, pelo menos um ciclista internado em hospital público de São Paulo morre vítima de acidente de trânsito. As principais causas de acidentes são embriaguez de motoristas de automóvel, desrespeito às leis de trânsito e bicicletas no mesmo espaço que outros veículos.

MOTORISTAS

A campanha não se prende apenas ao ciclista. O presidente da Sbot ressaltou que, indiretamente, a campanha é mais importante para o motorista de automóveis, ônibus e caminhões, porque os acidentes graves que ocorrem nas cidades são principalmente causados por esses condutores de veículos. Os acidentes são de grande monta e, geralmente, ocorrem à noite, vitimando em especial ciclistas que pedalam em grupo. “Você tem os dois lados: o lado da queda casual e o lado dos acidentes que trazem, geralmente, consequências muito mais sérias”.

A campanha visa a estimular a população a agir com cidadania e segurança. Entre as recomendações feitas pela Sbot aos ciclistas estão o respeito às leis de trânsito; o uso das ciclovias; o cuidado ao passar por carros estacionados; a circulação sempre do lado direito da via, próximo ao meio-fio e no mesmo sentido dos veículos. Além disso, respeito, atenção e prevenção são palavras-chave para quem usa a bicicleta diariamente, lembra a entidade.

As dicas de segurança incluem equipamentos (usar sempre capacete, luvas e óculos); iluminação (usar sempre luz branca na frente e vermelha atrás); velocidade (andar em uma velocidade compatível à via); não ultrapassar o sinal vermelho; usar sempre calçados fechados para pedalar; e seguir a orientação ergonômica para evitar possíveis problemas no joelho.

DIA DO CICLISTA

O Dia do Ciclista é celebrado em 19 de agosto e homenageia o biólogo Pedro Davison, que morreu atropelado em 2006, em Brasília, aos 25 anos de idade, enquanto pedalava no Eixão Sul, via expressa da capital federal, que é fechada ao tráfego de veículos aos domingos para se transformar em área de lazer. A data entrou no calendário oficial do país. Sua aprovação tem o objetivo de estimular o uso da bicicleta, a cidadania e a mobilidade sustentável e plural, além de criar novas oportunidades para promover a educação para a paz no trânsito.

GRUPOS DE PEDAL INCENTIVAM USO DE BICICLETAS EM GRANDES CIDADES

bicicletaGésio Passos | Agência Brasil

O Dia Mundial sem Carro, celebrado nesta terça-feira (22), repercute o debate sobre mobilidade urbana que atinge a população de diversas regiões do Brasil. Com a opção massiva pelo automóvel, o trânsito nas grandes cidades ultrapassa os limites para locomoção, e o transporte por meio de bicicletas passa a figurar como bandeira de grupos que defendem o direito de ir e vir.

Para Renata Florentino, coordenadora da organização não governamental Rodas da Paz, é necessário repensar o desenho urbano para buscar cidades mais humanizadas. Nesse contexto, a destinação do espaço viário para bicicletas seria fundamental para a democratização das vias públicas e o desenvolvimento de um transporte sustentável.

Diante das necessidades, o uso da bicicleta é visto não apenas como recreação, mas como opção de locomoção. O movimento para fortalecer a bicicleta como alternativa, por sua vez, começa, na maioria das vezes, com a simples organização de grupos de “pedal” para incentivar a prática.

O Pedala Manaus, na capital do Amazonas, é uma dessas iniciativas que, a princípio, tinha o objetivo de reunir amigos. A ideia cresceu e acabou se transformando em um centro de promoção da bicicleta como meio de transporte. Claudia Oliveira, uma das coordenadoras do grupo, afirma que o “grupo ainda promove passeios noturnos, mas também realiza atividades educativas e interlocução com o poder público”.

HISTÓRIA

A organização dos grupos de ciclistas foi inspirada em passeios de bicicletas conhecidos como “critical mass”, “massa crítica” na tradução livre ou, como ficaram conhecidas, as “bicicletadas”. Lançado nos Estados Unidos, na década 1990, e em expansão no Brasil na década de 2000, o movimento busca um novo modelo de cidades baseado nas pessoas e não em carros.

A conscientização da população refletiu na elaboração de políticas públicas voltadas para a mudança no trânsito. Renata Florentino aponta que a própria legislação obrigou as cidades a se organizarem por meio de Planos Diretores de Mobilidade Urbana. “Hoje existe até uma disputa entre cidades para ver qual faz mais ciclovias”, destaca a ativista.

A coordenadora do Pedala Manaus, Cláudia Oliveira, acredita que a criação de infraestrutura viária vem resultando no aumento da demanda do uso da bicicleta. Já Renata Florentino, lembra que ainda é preciso avançar na construção de ciclofaixas, ciclovias e favorecer a moderação do tráfego, com a diminuição dos limites de velocidades nas vias, como o que está ocorrendo em São Paulo.

ITABUNENSES ADEREM A DIA SEM CARRO

Passeio ciclístico marcou Dia sem Carro em Itabuna

Passeio ciclístico marcou Dia Sem Carro em Itabuna (foto Pimenta)

Itabunenses preocupados com a qualidade de vida e que pensam em promover uma cidade melhor participaram de uma série de atividades alusivas ao início da primavera neste domingo, 22, que é também o “Dia Mundial Sem Carro”.

Houve recreação e serviços de saúde na Praça Rio Cachoeira e na Alameda da Juventude, além de passeio de bike pelas principais ruas.

As ações contaram com o apoio da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito.

BICICLETA DE BAMBU LEVA ALUNOS À ESCOLA

Parte de um projeto educacional voltado para a sustentabilidade, a distribuição de bicicletas de bambu para alunos da rede municipal de ensino de São Paulo começa a ser realizada neste sábado, 31. Os primeiros contemplados serão 20 estudantes do Centro Educacional Unificado (CEU) Heliópolis. A meta é atender 4,6 mil crianças, que passam por um treinamento de quatro semanas para utilizar as bikes.

Segundo reportagem do Estadão, 92 monitores foram contratados pela prefeitura paulistana para ministrar aulas de trânsito, mecânica e cultura de bicicleta. Para utilizar o novo transporte, as crianças precisam de autorização dos pais, sendo que o projeto  prevê a escolha de rotas de no máximo três quilômetros, que não passam por avenidas com tráfego de ônibus e outros veículos pesados.

A iniciativa é voltada para crianças de 12 a 14 anos e tem custo anual de R$ 1,3 milhão.

PARA A ESCOLA DE BIKE

Bicicletas do programa Caminho da Escola

Duzentas e vinte crianças que vivem na zona rural de Itabuna e tinham dificuldades para chegar à escola ganharam bicicletas do programa Caminho da Escola, fruto de convênio do município com o Governo Federal. A entrega foi feita ontem (28), em solenidade no Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) pelo prefeito José Nilton Azevedo e o secretário Gustavo Lisboa, da Educação.

Segundo Lisboa, alguns estudantes da zona rural costumavam andar até quatro quilômetros para frequentar a sala de aula. Ele acredita que o novo transporte oferecido vai diminuir a evasão nos estabelecimentos de ensino. Um contrato de comodato assegura a utilização das bicicletas por um ano, podendo ser renovado caso haja nova matrícula na rede.






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