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:: ‘Bitway’

BITWAY: O PIOR JÁ PASSOU

A direção da Bitway acredita que o pior já passou para a empresa. O alento vem com a aprovação, no início do mês, do plano de recuperação da indústria. Quinta maior fabricante de computadores do país, a Bitway sofreu grande baque em meados de 2010 após operação arriscada de importação de componentes de informática sem o devido seguro. O dólar estourou e a conta veio.

Agora, o plano aprovado vai permitir a revisão da dívida e reescalonar o pagamento dos credores. A promessa é de prioridade ao passivo trabalhista. Por enquanto, a produção da fabricante de computadores é concentrada na unidade paranaense da Bitway, mas com promessa de reativar a unidade-matriz.

SEGUNDO ALISSON, BITWAY VOLTA PARA ILHÉUS

O secretário de Planejamento de Ilhéus, Alisson Mendonça, afirmou na manhã desta terça-feira, 05, no programa Balanço Geral (Gil Gomes), na Rádio Santa Cruz, que a indústria de computadores Bitway voltará a se instalar no Polo de Informática de Ilhéus. Ele não deu maiores detalhes sobre o assunto e o PIMENTA consultou gente ligada à fabricante de eletroeletrônicos, mas não houve confirmação do retorno da Bitway.

A indústria fechou suas portas em Ilhéus há exatamente um ano, depois de entrar em crise provocada por operações mal-sucedidas de importação de componentes (relembre). Na época, mais de 300 funcionários foram demitidos.

DEU MEDO NA BITWAY

A Prefeitura de Ilhéus ainda não explicou a razão pela qual foi desfeito o compromisso firmado entre ela e a empresa Bitway, visando a locação do galpão onde funcionou a fábrica da empresa no Polo de Informática de Ilhéus.

Estava tudo certo, a Prefeitura já estava inclusive utilizando o galpão para guardar veículos de sua frota e vários setores do governo mudariam para o Distrito Industrial. Mas, de repente, houve um “revertério” no processo.

Informações de fonte do próprio governo dão conta de que o contrato entre as partes nem chegou a ser assinado e, com a demora para a formalização do acordo, a Bitway simplesmente desistiu.

REJEIÇÃO AO NOVO CENTRO ADMINISTRATIVO

Surgem as primeiras reações à intenção do prefeito ilheense, Newton Lima, de instalar o Centro Administrativo no antigo galpão da Bitway, no Distrito Industrial. A fábrica de computadores encerrou suas atividades em Ilhéus no mês de julho, quando a empresa entrou com pedido de recuperação judicial.

Embora não tenha relação com a indústria de informática, o presidente do Sindicacau (Sindicato da Indústria de Produtos de Cacau), Luiz Fernandes, já deu o seu pitaco sobre a mudança, que considera equivocada.

Para Fernandes, o governo deveria torcer para que a Bitway reativasse sua produção em Ilhéus e não ocupar o espaço da fábrica. “É preciso lembrar que o distrito é industrial deve acolher empreendimentos deste segmento e não repartições da prefeitura”, critica o sindicalista.

O presidente do Sindicacau afirma que vai incentivar a realização de protestos de trabalhadores contra a ideia do prefeito.

PREFEITURA VAI USAR GALPÃO DA BITWAY

Prefeitura ilheense vai mudar secretarias e conselhos para o Distrito Industrial (foto José Nazal)

Após deixar de ser utilizado em meados deste ano para a produção de computadores, o galpão da Bitway em Ilhéus deverá servir à Prefeitura local. A ideia é instalar naquela estrutura, no Distrito Industrial, todas as secretarias e conselhos municipais que hoje funcionam em imóveis distintos, todos alugados.

Na manhã desta quinta-feira, 28, o prefeito Newton Lima esteve à frente de uma visita ao galpão e listou vantagens de utilizá-lo. Segundo o prefeito, haverá economia para os cofres públicos com a redução de despesas com aluguéis. Além disso, Lima afirmou que o prédio da Bitway precisará de poucos investimentos para servir ao governo, já que possui boa infraestrutura, com rede para computadores, telefonia, ar-condicionado central e instalações elétrica e hidráulica.

A Bitway encerrou sua produção em Ilhéus e entrou com pedido de recuperação judicial no final do primeiro semestre de 2010, após sucessivos prejuízos em operações de importação de componentes eletrônicos. Atualmente, a produção de desktops e notebooks  da marca ocorre na cidade paranaense de Piraquara.

BITWAY CONCENTRA PRODUÇÃO NO PARANÁ

Após o pedido de recuperação judicial, a indústria de informática Bitway decidiu concentrar a sua produção na região sul do País. Desde o mês passado, a empresa manteve só parte do administrativo na matriz, em Ilhéus. A produção de desktops e notebooks se restringe à unidade em Piraquara (PR).

A empresa entrou com pedido de recuperação judicial ainda no final do primeiro semestre, após somar enormes prejuízos em operações arriscadas na importação de componentes e perder um de seus principais clientes, a Insinuante.

A Bitway situava-se entre as cinco maiores fabricantes de computadores do país. A concentração em Piraquara visaria redução de custos. Uma das apostas da indústria para reverter a crise ainda é a rede Varejo do Brasil, que vende os produtos da indústria ilheense. Ainda não se sabe qual o volume de dívidas da empresa. A Bitway empregava cerca de 250 funcionários na matriz, reduzidos a cerca de 30 agora.

O OCASO DA BITWAY (E DO POLO DE INFORMÁTICA)

Polo de Informática de Ilhéus tem sobrevivência ameaçada (Foto Zeka).

O segundo semestre de 2010 e a campanha eleitoral começam com uma péssima notícia para a economia sul-baiana e, especificamente, para o Polo de Informática de Ilhéus.

O pedido de recuperação judicial da Bitway é algo que pode significar até o fim do polo que já concentrou mais de cinco dezenas de indústrias de eletroeletrônicos e responde por dois terços do PIB de Ilhéus.

Genuinamente ilheense, a  Bitway entrou em bancarrota em meados de 2009 em operações mal-sucedidas de importação de componentes sem o devido seguro e outras questões de gestão do negócio (veja matéria exclusiva do Pimenta, aqui).

Fabricante de computadores (desktops e notebooks) e monitores, a Bitway chegou a empregar quase 300 pessoas no auge.

Era apontada como uma das cinco maiores montadoras de computadores do país. Expandiu suas atividades, em consórcio com capital norte-americano, e abriu uma fábrica no Paraná, visando os mercados do Sudeste e Sul brasileiros e o Mercosul. O baque é grande.

Tecnicamente, o pedido de recuperação judicial tornado oficial pela empresa na semana passada – revelado aqui no Pimenta – dá um fôlego  à Bitway para quitar suas dívidas. Fôlego de, pelo menos, dois anos. É tempo para a recuperação ou a temível falência.

A empresa havia iniciado em 2010 um processo de demissões que praticamente foi encerrado na semana passada. Todos os demitidos o foram sem receber o que lhes é devido, tamanha a crise financeira.

Há alguns anos o pólo de informática ilheense vem perdendo competitividade. Empresas têm migrado para outros destinos, como o estado de Minas Gerais. Alegam questões como infraestrutura por exemplo. Para fechar o cenário, algumas delas praticamente fecharam as portas após uma operação de combate à sonegação fiscal.

Quais serão os caminhos apontados pelos governos federal e estadual para evitar a morte do polo ilheense? Até aqui, os sinais são desanimadores.

O cenário fica ainda mais tenebroso quase se tem à mente que investimentos em pesquisa e novos empreendimentos em informática são desviados de Ilhéus para a Região Metropolitana. Aos 15 anos e antes de completar a maioridade, o Polo de Informática ameaça sumir do mapa.

A CRISE BATE À PORTA DA BITWAY

Principal empresa do polo de informática de Ilhéus, a fabricante de computadores Bitway foi abatida por uma crise financeira sem precedentes. Boa parte dos 300 empregados foi demitida no decorrer desta semana.

Uma fonte próxima informou ao Pimenta que a empresa começou a sofrer sérias dificuldades durante a crise econômica mundial, entre setembro de 2008 e meados de 2009.

Além das dificuldades do mercado, a Bitway teria feito uma operação arriscada: importar acessórios e componentes de informática sem o seguro que garante ao importador o dólar com a cotação do período do fechamento do negócio.

A crise elevou a cotação da moeda norte-americana a níveis insuportáveis para o caixa da Bitway e o material, importado, ficou quase impagável para a realidade da empresa. O seguro para operações de importação é caríssimo.

Neste mês, a Bitway, que gerava uma média de 300 empregos, acabou ingressando com pedido de recuperação judicial. É uma tentativa de ganhar oxigênio (financeiro) e evitar pedidos de falência da empresa genuinamente ilheense e, até então, um case de sucesso.

De acordo com fontes do mercado, a Bitway teria sofrido com a perda de um de seus principais clientes, a Insinuante. A rede de eletro-eletrônicos ainda deveria à Bitway e deixou de comprar da indústria ilheense após a fusão com a Ricardo Eletro.

Com o grande poder de compra, a Insinuante-Ricardo Eletro queria adquirir produtos a um valor bem abaixo do praticado pela Bitway na relação anterior à aliança das gigantes do varejo. Não deu.

O efeito foi devastador sobre o caixa da empresa. Uma fonte também observa ser a indústria ilheense a única a desenvolver trabalhos de pesquisa e a manter uma incubadora no município, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico de Ilhéus (Cepedi).

A crise ocorre justamente no ano em que a Bitway projetava estar entre as principais fabricantes de desktops e notebooks e monitores do Brasil. Nas contas da empresa, hoje ela situa-se entre as cinco primeiras.

Em 2009, a industria produzia uma média de 30 mil computadores, por mês, em Ilhéus. Na fábrica paranaense de Piraquara, a produção era de 5 mil computadores/mês, segundo dados da própria fabricante.

De acordo com o site da empresa, a história da Bitway começou em 1983, como revenda de microcomputadores. A empresa chamava-se Cacaudata. A fabricação de computadores começou em 1995, com a criação do Polo de Informática de Ilhéus.

A crise ocorre no momento em que o país bate seguidos recordes de vendas de computadores. O polo de informática é responsável por boa parte do PIB ilheense, hoje em R$ 1,7 bilhão.

ATLETISMO: ‘ESTRANGEIROS’ FATURAM A 2ª COSTA DO CACAU

Do Política Etc

Com um tempo de 29 minutos, 31 segundos e 25 centésimos, o soteropolitano Jorgevaldo Oliveira Santos foi o primeiro colocado na 2ª Corrida Temática da Costa do Cacau, disputada ontem em Ilhéus. A prova, com um percurso de dez quilômetros, teve cerca de 300 participantes.

Entre as mulheres, a primeira foi Graciete Carneiro, de Feira de Santana. Ela terminou a corrida com um tempo de 35 minutos, 29 segundos e 50 centésimos.

Durante a prova, houve um trabalho de conscientização ambiental, realizado pela empresa Bahia Mineração (Bamin), patrocinadora master do evento. Outro patrocinador foi a Bitway, indústria do Polo de Informática de Ilhéus.

Leia mais no www.politicaetc.com.br






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