WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia






secom bahia








maio 2019
D S T Q Q S S
« abr    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

editorias






:: ‘Brasil’

SERRA DIZ QUE É CANDIDATO E FAZ MÉDIA COM LULA

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), concedeu entrevista à TV Bandeirantes e admitiu que será candidato a presidente da República.

– Não estou negando (a candidatura). Estou dizendo que neste momento não vou fazer campanha. Faltam poucos dias.

Logo em seguida, fez média com o presidente Lula, dono da maior aprovação popular a um mandatário do País:

–  O Lula fez dois mandatos. Está terminando bem o governo. O que nós queremos é que o Brasil continue bem e até melhor. Tem que ver quem é que vai ser presidente, porque o presidente é insubstituível, não governa terceirizado.

APESAR DA CRISE, PIB BAIANO CRESCEU 1,7% EM 2009

O governo baiano comemora a alta de 1,7% no Produto Interno Bruto (PIB), apesar da crise econômica que afetou todo o primeiro semestre do ano passado. Os setores de comércio, serviços e construção civil puxaram a alta. Os números foram divulgados, no início desta tarde, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), baseado em dados do IBGE.

O resultado obtido pela Bahia no ano passado foi mais de oito vezes superior ao do Brasil. O país registrou retração de 0,2% no PIB em 2009.

“PARANGOLÉ” EM ESCOLA MINEIRA

Diretora ensina o Rebolation aos alunos

A diretora de uma escola estadual na pequena cidade de Papagaios, a 150 quilômetros de Belo Horizonte, resolveu mexer na grade curricular e dar uma aula prática de “Rebolation” aos alunos.

No pátio do estabelecimento de ensino, a animada dublê de educadora e dançarina de axé tentava mostrar todos os passos da dança que celebrizou o baiano Léo Santana, da banda Parangolé.

Acontece que uma aluna filmou toda a presepada e o vídeo acabou sendo reproduzido em telejornais. Os pais, é claro, não gostaram nada da performance… E muito menos da história.

HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO DOMINGO

Depois de 126 dias, o horário de verão termina à zero hora do próximo domingo (21). Os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão atrasar os relógios em uma hora.

Em outubro, ao decretar o horário de verão, o governo estimou que a economia de energia chegaria a 5% nos horários de pico de consumo.

Um decreto presidencial determinou, a partir deste ano, o período exato em que o horário diferenciado vai vigorar: começará sempre no terceiro domingo de outubro e terminará sempre no terceiro domingo de fevereiro. Informações da Agência Brasil.

SE VOCÊ FOSSE JOSÉ SERRA, FICARIA ONDE ESTÁ OU QUERIA O LUGAR DE LULA?

Serra tem Dilma cada vez mais pertinho. E aí?

As últimas pesquisas sobre a sucessão presidencial mostram cada vez mais a “simpática” ministra Dilma Rousseff (PT) coladinha no governador José Serra (PSDB). Há quem aconselhe o tucano a disputar a reeleição em Sum Paulo e deixe a disputa para um azarão ou coisa que o valha. Os últimos números poderiam ajudá-lo (ou não!) na tomada de decisão.

De qualquer forma, estamos há oito meses da eleição e há muita água a passar por debaixo da ponte. Abaixo, os últimos números de consulta (tracking) realizada pelo Partido Verde, da ex-ministra e pré-candidata a presidente Marina Silva. Os dados foram publicados no blog de Fernando Rodrigues, da Folha de São Paulo.

1. pesquisa estimulada direta – sem identificação dos candidatos, seus históricos e por quem são apoiados:

Serra – 38%

Dilma – 26%

Ciro – 11%

Marina – 7%

2. pesquisa estimulada – com identificação do histórico dos candidatos e por quem são apoiados (por exemplo, dizendo que Dilma é ministra do governo Lula e é a candidata apoiada por Lula ou que Marina Silva é do PV e defende a causa ambientalista)

Serra – 35%

Dilma – 30%

Ciro – 11%

Marina – 9%

Na sondagem sobre o segundo turno, os cenários Serra/ Dilma resultam em 48% para o tucano contra 32% da petista quando não há identificação dos candidatos. Quando ambos são identificados, o resultado muda para Serra com 44% X Dilma com 38%.

CAI CIRCULAÇÃO DE JORNAIS EM 2009

Do Meio&Mensagem

Caiu 6,9% a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). São eles: Daqui (31%), Expresso da Informação (15,7%), Lance (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora (2%). Mantiveram-se estáveis Correio do Povo, A Tribuna e Valor Econômico, que encerraram o ano passado com circulações bem próximas às do fechamento de 2008.

Onze títulos viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%).

Não houve alterações significativas nas posições do ranking, a não ser a evolução contínua de títulos populares como o Dez Minutos, de Manaus, que estreia na 17ª posição, com média diária de 60 mil exemplares – não considerados na conta de queda de 6,9%, pois foi lançado no final do ano passado.

A liderança continua com a Folha de S. Paulo (média diária de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil) e Extra (248 mil). Em quinto lugar está O Estado de S. Paulo (213 mil), à frente do Meia Hora (186 mil) e dos gaúchos Zero Hora (183 mil), Correio do Povo (155 mil) e Diário Gaúcho (147 mil). O top 10 se completa com o Lance (125 mil).

Leia mais

FESTAS DE RENOVAÇÃO

Gostaria de escrever o primeiro texto do ano de 2010 sobre esse povo fantástico que é o brasileiro e sua classe política, tão honesta e imaculada.
Para falar de hoje, no entanto, vamos nos reportar aos anos de 1958 a 1963 e 1966 a 1969. O que aconteceu durante esses períodos? Foram as épocas em que atuaram por aqui dois diplomatas ingleses, que deixaram escritas suas impressões sobre o Brasil, as quais transcreverei para uma reflexão.
O primeiro, sir G. A. Wallinger, embaixador no Rio de Janeiro, deixou treze páginas em 1963 sobre o nosso país, quando da sua despedida, uma praxe entre os diplomatas ingleses chamada de valedictory despach – uma espécie de carta livre extra-oficial. Em alguns trechos podem ser lidos:
“Um aspecto a salientar é que todo governo no Brasil ainda é intensamente “personalista”. Os três presidentes a que me refiro são chamados, simplesmente, de Juscelino, Jânio e Jango. O tamanho do poder em mãos de um presidente brasileiro é relativamente maior do que o poder do presidente dos Estados Unidos, visto que, desde os tempos de Getúlio Vargas, o Congresso nunca conseguiu se contrapor a ele… Embora o presidente dependa do Congresso para a aprovação de leis, a influência do Poder Legislativo na condução da política está viciada pela natureza primitiva da organização dos partidos políticos. Os partidos, apesar das implicações ideológicas de suas denominações, são essencialmente clubes políticos, criados para prover máquinas eleitorais a seus membros; estes, por sua vez, são homens que optaram pela atraente, lucrativa e “suja” carreira política; são frequentemente desprovidos de qualquer compromisso social ou ideológico, ou do sentido de servir à nação. Como conseqüência, a lealdade partidária é subordinada ao interesse próprio”.
Um achado político extraordinário e que mostra, desde lá, os vícios que se perpetuam no poder e que não fazemos, nós, população, nada para contrariar.
O outro embaixador, sir John Writhesley Russell, na sua despedida, não deixou por menos. Em 1969, elaborou seu último despacho oficial elencando a riqueza do país e, no item 10, pergunta: “Por que, então, o Brasil não é um país rico e próspero?” Na resposta, Russell coloca:
“O estado da Guanabara tem mais funcionários públicos do que Nova York; a Petrobras, só em São Paulo, emprega um número maior de químicos do que a Shell no mundo inteiro; pode-se comprar qualquer coisa – de uma carteira de habilitação a um juiz do Supremo Tribunal Federal; o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro ganha 500 cruzeiros mensais, enquanto os aluguéis são três vezes mais altos do que em Londres e os hotéis da cidade estão entre os mais caros do mundo (e entre os de pior atendimento); o país tem apenas 18 mil milhas de estradas asfaltadas e em 1968 os brasileiros mataram 10 mil pessoas nas estradas – mais do que o total de soldados americanos mortos no Vietnã no mesmo ano. Como já escreveu Peter Fleming, ‘o Brasil é um subcontinente com um autocontrole imperfeito’”.
Ano novo, vida nova? Renovação em todo final e começo de ano? Festas de boas-vindas ao ano bom que se inicia? Nada disso parece ser efetivamente feito no Brasil, desde longas datas.
Por isso, ao comemorar as festas nesse ano que se encerra e neste ano que começa, pense na conjuntura político-cultural em que estamos vivendo, construindo e perpetuando para as gerações vindouras. Só depois, deposite os seus votos na urna da esperança que realmente renova!

Gustavo Atallah Haun | g_a_haun@hotmail.com

Gostaria de escrever o primeiro texto do ano de 2010 sobre esse povo fantástico que é o brasileiro e sua classe política, tão honesta e imaculada.

Para falar de hoje, no entanto, vamos nos reportar aos anos de 1958 a 1963 e 1966 a 1969. O que aconteceu durante esses períodos? Foram as épocas em que atuaram por aqui dois diplomatas ingleses, que deixaram escritas suas impressões sobre o Brasil, as quais transcreverei para uma reflexão.

O primeiro, sir G. A. Wallinger, embaixador no Rio de Janeiro, deixou treze páginas em 1963 sobre o nosso país, quando da sua despedida, uma praxe entre os diplomatas ingleses chamada de valedictory despach – uma espécie de carta livre extra-oficial. Em alguns trechos podem ser lidos:

“Um aspecto a salientar é que todo governo no Brasil ainda é intensamente “personalista”. Os três presidentes a que me refiro são chamados, simplesmente, de Juscelino, Jânio e Jango. O tamanho do poder em mãos de um presidente brasileiro é relativamente maior do que o poder do presidente dos Estados Unidos, visto que, desde os tempos de Getúlio Vargas, o Congresso nunca conseguiu se contrapor a ele… Embora o presidente dependa do Congresso para a aprovação de leis, a influência do Poder Legislativo na condução da política está viciada pela natureza primitiva da organização dos partidos políticos. Os partidos, apesar das implicações ideológicas de suas denominações, são essencialmente clubes políticos, criados para prover máquinas eleitorais a seus membros; estes, por sua vez, são homens que optaram pela atraente, lucrativa e “suja” carreira política; são frequentemente desprovidos de qualquer compromisso social ou ideológico, ou do sentido de servir à nação. Como conseqüência, a lealdade partidária é subordinada ao interesse próprio”.

Um achado político extraordinário e que mostra, desde lá, os vícios que se perpetuam no poder e que não fazemos, nós, população, nada para contrariar.

O outro embaixador, sir John Writhesley Russell, na sua despedida, não deixou por menos. Em 1969, elaborou seu último despacho oficial elencando a riqueza do país e, no item 10, pergunta: “Por que, então, o Brasil não é um país rico e próspero?” Na resposta, Russell coloca:

“O estado da Guanabara tem mais funcionários públicos do que Nova York; a Petrobras, só em São Paulo, emprega um número maior de químicos do que a Shell no mundo inteiro; pode-se comprar qualquer coisa – de uma carteira de habilitação a um juiz do Supremo Tribunal Federal; o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro ganha 500 cruzeiros mensais, enquanto os aluguéis são três vezes mais altos do que em Londres e os hotéis da cidade estão entre os mais caros do mundo (e entre os de pior atendimento); o país tem apenas 18 mil milhas de estradas asfaltadas e em 1968 os brasileiros mataram 10 mil pessoas nas estradas – mais do que o total de soldados americanos mortos no Vietnã no mesmo ano. Como já escreveu Peter Fleming, ‘o Brasil é um subcontinente com um autocontrole imperfeito’”.

Ano novo, vida nova? Renovação em todo final e começo de ano? Festas de boas-vindas ao ano bom que se inicia? Nada disso parece ser efetivamente feito no Brasil, desde longas datas.

Por isso, ao comemorar as festas nesse ano que se encerra e neste ano que começa, pense na conjuntura político-cultural em que estamos vivendo, construindo e perpetuando para as gerações vindouras. Só depois, deposite os seus votos na urna da esperança que realmente renova!

Gustavo Atallah Haun é professor

FUTEBOL: QUEM É DONO DA MAIOR TORCIDA?

Gazeta Esportiva

Torcida do Flamengo fica maior após título nacional em 2009.

Torcida do Flamengo: maior após título em 2009.

Passar 17 anos sem conquistar um Campeonato Brasileiro não fez o Flamengo perder o posto de dono da maior torcida do país. Ganhar o hexacampeonato em 2009, no entanto, já causou um aumento da massa rubro-negra. De acordo com pesquisa feita pelo Datafolha , o clube carioca tem 2% mais de torcedores do que em relação à última medição, feita em 2008.

A pesquisa foi promovida dias depois da confirmação do título brasileiro do Flamengo. Segundo os dados colhidos, 19% dos brasileiros com mais de 16 anos são flamenguistas. De acordo com o último levantamento, realizado em novembro de 2008, o índice era menor: 17%. O trabalho do técnico Andrade e do elenco fez aumentar o número de seguidores.

O Flamengo continua dono da maior torcida do Brasil por conta de seu alto índice de popularidade em todo o país. Na regiões Norte e Centro-oeste, por exemplo, tem cerca de 30% do número total de torcedores. No Nordeste, o número é um pouco menor, mais ainda assim significativo: 25% da torcida. Entre os jovens, o predomínio é alto: 23% das pessoas entre 16 e 24 anos são flamenguistas.

O Corinthians segue como segundo time de torcida mais populosa, com 13%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2% para mais ou menos, os rubro-negros têm maioria garantida, segundo os dados colhidos. A terceira colocação fica com o São Paulo, com 8%, seguido pelo Palmeiras, com 7%. O Vasco é o quinto, com 5%.

O novo ranking (em %)

Flamengo – 19
Corinthians – 13
São Paulo – 8
Palmeiras – 7
Vasco – 5
Cruzeiro – 4
Grêmio – 3
Internacional – 3
Santos – 2
Atlético-MG – 2
Botafogo – 2
Fluminense – 1
Bahia – 1
Vitória – 1

CADÊ A LOURA?

Falta cerveja no sul da Bahia (Foto Boteco).

Falta cerveja no sul da Bahia (Foto Boteco).

Era sábado, 26, quando um grupo de turistas sentou-se à mesa no tradicional Panela de Moranga, restaurante do Banco da Vitória, bairro ilheense conhecido por sua gastronomia.

Em meio a moquecas de peixe e camarão, parte dos turistas pediu a velha gelosa. O garçom trouxe duas marcas diferentes da “loura”. No terceiro pedido, o aviso: – a cerveja acabou.

Alguns até se perguntavam como faltar cerveja num local como aquele. A resposta é da própria Ambev, que concentra 70% do mercado de cerveja do Brasil.

A empresa não esperava aumento de até 8% no consumo da loura em 2009. É sempre assim. A “boa” promete investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão para não deixar o brasileiro com sede…. em 2010.

Amantes da loura.. gelada, espeeerem!

QUE EMBAIXADOR É ESSE?

Do blog do Noblat

Esta manhã, no Centro de Convenções Bella Center, em Copenhaguem, durante uma das sessões da conferência mundial sobre o clima, haveria uma apresentação a respeito do biodiesel brasileiro.

Um dos responsáveis pela apresentação, o embaixador André Correia do Lago, pediu aos brasileiros que ocupavam poltronas no auditório que as cedessem a estrangeiros interessados no assunto.

O auditório estava lotado.

Na hora em que duas dezenas de brasileiros começaram a se levantar atendendo ao pedido do embaixador, ele comentou em inglês ao microfone:

– Isso é típico de brasileiro: invadir os lugares.

Um dos brasileiros hesitou em sair, indignado, mas acabou saindo: o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil.

COMO PARAR UM PAÍS

A próxima segunda-feira (26) não terá atividades no serviço público federal. O Ministério do Planejamento decretou ponto facultativo por causa do Dia do Servidor Público. A data é comemorada na quarta-feira (28), mas o ministério decidiu antecipar a folga no Poder Executivo.

No Congresso Nacional, a segunda-feira também não terá expediente normal. Tanto a Câmara dos Deputados como o Senado adiantaram o ponto facultativo.

Somente o Poder Judiciário funcionará normalmente na segunda-feira. No Supremo Tribunal Federal (STF) e nos tribunais superiores, o Dia do Servidor foi transferido para sexta-feira (30).

O mesmo ocorre com o serviço público estadual na Bahia – e em diversos estados –, onde o próximo fim de semana será mais que prolongado: os servidores param na sexta e só voltam ao batente na terça-feira (3 de novembro).

Pra frente, Brasil!

Com informações da Agência Brasil

CONFISSÃO DO MELHOR DO MUNDO

.

.

“Como eu abaixei, posso dizer que

ele me pegou de calça arriada”,

Júlio César, goleiro do Brasil, falando sobre possível falha no segundo gol sofrido diante da Bolívia, em La Paz, neste domingo.

UMA QUEDA A 3.600 METROS

– SELEÇÃO ESTAVA INVICTA HÁ 19 JOGOS

Do G1

A velha dificuldade da seleção brasileira em vencer jogos na altitude (3.600 metros) de La Paz mostrou a cara novamente neste domingo. O time de Dunga, com algumas caras novas, foi derrotado pela Bolívia por 2 a 1.

Olivares e Marcelo Moreno marcaram para a Bolívia, com Nilmar descontando. Foi a primeira derrota da seleção brasileira desde junho de 2008 (19 jogos), quando perdeu por 2 a 0 para o Paraguai, em Assunção.

A última vez que o Brasil venceu a Bolívia em La Paz foi em 1997, na final da Copa América (3 a 1). De lá para cá, foram duas derrotas e um empate em jogos válidos pelas eliminatórias.

Apesar da derrota, a já classificada seleção brasileira manteve a liderança na tabela das eliminatórias sul-americanas. O time de Dunga soma os mesmos 33 pontos do Paraguai, mas leva a melhor no saldo de gols, primeiro critério de desempate. Já eliminados, os bolivianos asseguram com a vitória o penúltimo lugar, com 15 pontos.

RIO OLÍMPICO!

SEGUIDAMENTE, O BRASIL TEM DEMONSTRADO QUE PODE (E SABE) SER GRANDE!

brasil2016

As Olimpiadas de 2016 serão no Rio de Janeiro. Até lá, as estimativas apontam que o Brasil se tornará a 5ª maior economia do mundo. "Essa é uma vitória de 190 milhões de almas", disse o presidente Luiz Inácio "Lula" da Silva.

LULA E O PMDB

Marco Wense

O PMDB está literalmente dividido. O lulista quer o apoio da legenda para a petista Dilma Rousseff, pré-candidata do presidente Lula ao Palácio do Planalto. O PMDB tucano vai apoiar José Serra, presidenciável do PSDB.

Até aí nenhuma novidade. Nenhum espanto. Cada banda do PMDB cuida dos seus interesses e de suas conveniências políticas. O partido sempre foi assim. Não é agora que vai mudar.

As duas bandas, em termos de votos, têm quase o mesmo peso. O pega-pega é pela coligação formal e, como consequência, o invejável e disputadíssimo tempo da legenda no horário eleitoral da televisão e do rádio.

Acontece que o PMDB ligado ao presidente Lula, que ocupa cinco ministérios e centenas de cargos no primeiro, segundo e terceiro escalões do governo federal, começa a tucanar.

Qualquer pessoa pode tucanar. O regime é democrático e o Estado é de direito. Mas tucanar sorrateiramente é deplorável. É de uma deslealdade monstruosa e uma traição inominável.

Se não querem apoiar Dilma Rousseff, por achar que sua candidatura está fadada ao fracasso, entregue os cargos que ocupam no governo, deixem de mamar nas tetas do erário público.

Toda vez que sai uma pesquisa de intenção de votos, com a ministra estagnada ou em queda, a banda do PMDB lulista, com algumas exceções “valiosas”, como, por exemplo, os senadores José Sarney e Renan Calheiros, fica serrista desde criancinha.

As articulações pró-Serra são cada vez mais constantes. São tramadas nos bastidores, bem escondidinhas do presidente Lula. Depois, com a proximidade da sucessão presidencial, serão escancaradas e desafiadoras.

É evidente que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por mais escondidinhas que sejam essas manobras traiçoeiras, sabe quem é quem. Tem informações de quem é fiel e de quem o apunhala pelas costas.

A banda peemedebista ligada ao tucano José Serra, tendo à frente o ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, que também preside o diretório estadual do partido, faz o seu papel.

Para dividir ainda mais o PMDB, Orestes Quércia, com o aval da cúpula nacional do PSDB, pretende convidar o ministro Geddel Vieira Lima para o cargo de vice-presidente na chapa encabeçada por José Serra.

Orestes Quércia, que é uma espécie de articulador-mor do tucanato dentro do PMDB, sabe que o presidente Lula tem um carinho especial pelo governador Jaques Wagner, que busca o segundo mandato via reeleição.

O PMDB baiano, comandado por Lúcio Vieira Lima, já começa a pensar na hipótese de Geddel como vice de Serra. Com Geddel fora da sucessão estadual, o PMDB apoiaria Paulo Souto, indicaria o vice-governador e um nome – o prefeito de Salvador, João Henrique, é o mais cotado – para disputar o senado da República. A outra vaga seria de César Borges (PR).

Essa possibilidade de Geddel como companheiro de chapa do tucano José Serra vem deixando os democratas eufóricos. Muitos deles acreditam que Paulo Souto, pré-candidato do DEM, ganharia a eleição no primeiro turno.

Salta aos olhos que essa composição oposicionista, articulada nas cúpulas do PSDB e do DEM, longe dos holofotes e do povão de Deus, não é de fácil arrumação. Mas ela existe e pode se tornar um fato.

Há, no entanto, uma preocupação da oposição em relação a como o eleitorado vai reagir diante desse novo cenário, com Geddel sendo vice de José Serra e apoiando Paulo Souto na sucessão do governador Jaques Wagner.

Já passou da hora do presidente Lula entrar em campo para detectar os ministros do PMDB que estão puxando a legenda para o pré-candidato do PSDB, o tucano José Serra.

Os peemedebistas têm o direito de ficar com quem quiser. Mas os peemedebistas que estão no governo, usufruindo das benesses inerentes ao poder, não podem trair o presidente Lula.

Se querem apoiar José Serra, tudo bem. Mas deixem o governo. Não fiquem tapeando o presidente Lula, que foi – e continua sendo – tão generoso com o PMDB.

Marco Wense comenta política no Diário Bahia.

BRASIL DEFENDE INVENCIBILIDADE EM SALVADOR

O Brasil entra em campo nesta quarta-feira, às 22h, para defender uma invencibilidade que já dura 75 anos em Salvador. A seleção estreou em território baiano aplicando 10×4 sobre o Galícia, em 1934. De lá para cá, foram outros 16 jogos, sendo 11 vitórias e cinco empates. Hoje, o adversário é o freguês Chile, mas o Brasil não terá suas principais estrelas. Na expectativa do jogo de hoje, no estádio de Pituaçu, deixe o seu palpite de placar na seção comentários.

QUASE MEIO TIME FORA

A Seleção Brasileira jogará contra o Chile mais do que desfalcada. Depois de perder Lúcio, Luís Fabiano, Kaká e Ramires, agora é Robinho quem está fora. Os dois “éles”, Kaká e Ramires estão fora por conta de cartões amarelos e o Robinho foi cortado da seleção devido a uma contusão na coxa esquerda, na partida contra a Argentina. O jogo contra o Chile será nesta quarta, no estádio de Pituaçu, em Salvador. Se contusões e cartões amarelos tiram estrelas do time, eles abrem espaço para testar a revigorada do atacante Adriano, do Flamengo.

BRASIL SAI DA CRISE MAIOR DO QUE ENTROU

.

O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O´Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.

O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O´Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas – Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.

Leia as análises no Estadão (clique aqui)










WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia