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:: ‘Cabruca’

CABRUCA E CACAU CABRUCA, MELHOR SAÍDA PARA O RURAL SUL-BAIANO

Wallace Setenta || catongo70@gmail.com

 

O “novo preconizado” [repetindo a forma original de plantio] tinha agora como método predominante para sua expansão a “derruba total da mata nativa” para o plantio dos novos cacauais, mas numa perspectiva monocultural, produtivista e hierarquizada voltada unicamente para produção em escala [grandes volumes] visando apenas a exportação de bagas.  

 

Construímos o mundo em que vivemos durante as nossas vidas. Por sua vez, ele também nos constrói ao longo dessa viagem comum. Assim, se vivemos e nos comportamos de um modo que trona insatisfatória a nossa qualidade de vida, a responsabilidade cabe a nós. (Maturana, H. R.). 

A história das chamadas relações entre sociedade e natureza é, em todos os lugares habitados, a da substituição de um meio natural, dado a uma determinada sociedade, por um meio cada vez mais artificializado, isto é, sucessivamente instrumentalizado por essa mesma sociedade (Santos, M.). As modalidades dessas relações estabelecidas no sul da Bahia deram origem à CABRUCA, designação como é conhecido o Sistema Agrícola Tradicional Cabruca [SAT Cabruca], principiado e constituído há mais de 250 anos num ambiente natural de Mata Atlântica.

“Não foram os efeitos de braços estranhos, não o ouro de abastadas bolsas, não foi o amparo de governos fortes, mas a constância de modestos homens, a intrepidez do trabalhador patrício, cujo o único capital constituía nos seus braços, quem a fez triunfante”. (Bondar, G.)

Muitas outras denominações da Cabruca são habitualmente empregadas em função das especificidades locais onde se assentam: cabroca; cacau no brocado; brocado; cacau tradicional; cacau do jupará; cacau na mata; mata produtiva; agrossistema tradicional; cacau sob mata raleada, e mais recente como cacau cabruca ou como sistema agroflorestal tipo cabruca.

A evolução dinâmica desse processo de trabalho [cabruca] inovador, em permanente construção, continua sendo reinventado progressivamente frente às constantes mudanças nos contextos sociais e econômicos, técnicos e ambientais possibilitado pelo entrelaçamento harmônico em meio a cabruca [como processo trabalho]; o Bioma Mata Atlântica [meio natural]; e a sociedade local [como indutora e de forte conotação de conteúdo coletivo]. O conceito cabruca [conservação produtiva] concilia e viabiliza portanto as relações de produção, da “roça ao chocolate”, tendo como protagonista principal o produtor de cacau [como agente social] – sobre os ombros do qual a crise se avoluma.

Clique no “leia mais”, a seguir, para conferir o artigo na íntegra: :: LEIA MAIS »

MAYNART APOSTA EM IDEIA DE GEDDEL PARA RESOLVER DÍVIDA DO CACAU

Ex-superintendente da Ceplac aposta na criação de um fundo para assegurar captação de crédito para a lavoura cacaueira

Ex-superintendente da Ceplac aposta na criação de um fundo com o objetivo de assegurar captação de crédito para a lavoura cacaueira

Apesar de já ter descartado a possibilidade de voltar ao comando da superintendência da Ceplac, num praticamente inevitável governo Michel Temer, o peemedebista Juvenal Maynart anda entusiasmado com uma proposta para tirar a cacauicultura do perrengue financeiro.

Segundo Maynart, quando Geddel Vieira Lima era deputado federal, defendeu a criação de um fundo, que garantiria a captação de recursos destinados à lavoura. Para o ex-superintendente, a região se beneficia hoje de uma combinação de fatores capazes de viabilizar a ideia.

A principal dessas condições favoráveis é o reconhecimento da cabruca como sistema agroflorestal de cultivo pela Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o que pode permitir que os “serviços ambientais” prestados pela cacauicultura sejam convertidos em crédito. O outro fator seria o apoio da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), que tem se alinhado à Ceplac por meio de seus núcleos de sustentabilidade e inovação.

Empolgado por natureza, Maynart afirma que dentro de dois anos o cacau será a melhor commodity agrícola do mundo. E ele é enfático também ao defender a manutenção da cabruca, tanto pelo reconhecimento como ativo ambiental, como pela importância efetiva para a preservação da Mata Atlântica e, consequentemente, dos mananciais da região.

Nesses tempos de crise de abastecimento, o peemedebista adverte: “se a gente não tiver esse cuidado dentro do espaço produtivo rural,  nós não conseguiremos recompor a oferta de água nas áreas urbanas”.

A CABRUCA E A MUDANÇA NA CEPLAC

Da coluna Tempo Presente (A Tarde)

O secretário Eugênio Splenger (Meio Ambiente) só espera a Procuradoria do Estado dar o parecer final no decreto 14.024, que regulamenta a lei ambiental da Bahia.

A decisão, ansiosamente aguardada na região cacaueira, foi determinar que a cabruca é um sistema produtivo agroflorestal, e não mata atlântica, bioma que tem legislação própria, com restrições mais severas. Eugênio diz que no início de 2014 estará tudo pronto:

– É uma aspiração do pessoal do cacau e nós vamos fazer com certeza.

TROCA INFELIZ – Aliás, o grande formulador da política que dá uma luz à região do cacau para a construção de um novo tempo, o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart, está com os minutos contados à frente da instituição.

Tal e qual Fábio Mota na secretaria-geral do Ministério do Turismo (que já pediu demissão), ele foi indicado por Geddel e deve seguir o mesmo caminho (o que é uma pena).

ILHÉUS RECEBE IX CONGRESSO BRASILEIRO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS

A cabruca desperta o interesse do mundo

A importância de cultivos sustentáveis, como a cabruca, será abordada no congresso

Em um momento no qual o Sul da Bahia vive a expectativa de uma virada na cacauicultura, com a valorização e o reconhecimento do sistema agroflorestal da cabruca, a realização do Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais em Ilhéus é vista como algo bastante significativo.

A nona edição do evento está programada para o período de 14 a 18 deste mês, no Centro de Convenções ilheense, tendo como tema central “Políticas públicas, educação e formação em sistemas agroflorestais na construção de paisagens sustentáveis”.

A escolha da Bahia como sede do congresso, considerado um dos mais importantes da América do Sul sobre o tema, não ocorreu por acaso. Segundo enfatizam os organizadores do evento, o Estado tem importância histórica no desenvolvimento de sistemas agroflorestais e representa parcela significativa da cultura e riqueza social do país.

Os assuntos que serão discutidos despertam o interesse de quem pensa em investir em cultivos sustentáveis. Entre outros, haverá abordagem sobre legislação, crédito e viabilidade socioeconômica ambiental e experiências inovadoras com educação.

CEPLAC REALIZA DEBATE SOBRE AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO

Cacau cabruca e outros sistemas agroflorestais têm destaque no debate

Cacau cabruca e outros sistemas agroflorestais têm destaque no debate

A operacionalização do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) na Bahia será objeto de debate que acontece de amanhã (27), a partir das 9 horas, até o dia 29, no auditório do Centro de Pesquisas do Cacau, na sede regional da Ceplac.

O ABC-Bahia é parte de um plano setorial, de âmbito federal, que tem o propósito de adaptar a atividade agrícola às mudanças climáticas, com o uso de tecnologias de produção sustentáveis. Representantes de várias entidades estão envolvidos no debate.

No sul da Bahia, a discussão em torno do plano observa peculiaridades como o cacau cabruca e outros sistemas agroflorestais, além de enfocar demandas como a recuperação de pastagens degradadas, integração entre lavoura e pecuária e a preservação de florestas.

O BRASIL ESTÁ PRESTES A PERDER O BONDE DA HISTÓRIA

eduardo thadeuEduardo Thadeu | ethadeu@gmail.com

Após significativos avanços obtidos pela Ceplac/BA, em parceria com a sociedade civil organizada, pesquisadores, academia e produtores, deparamo-nos com um impasse institucional que tem atrasado as iniciativas.

“Uma sociedade sustentável é aquela que satisfaz suas necessidades sem diminuir as perspectivas futuras”. É assim que o ambientalista Lester Brown define o conceito de sustentabilidade, tão mal utilizado nos últimos tempos.

O Brasil não apenas está preso à ilusão do crescimento econômico, como vem optando por um crescimento predatório, que comprometerá a vida das gerações futuras. A ganância, a cobiça e a avidez dos interesses econômicos estão comprometendo aquilo que é o nosso diferencial para a qualidade da vida planetária: a biodiversidade.

O Brasil vem sistematicamente arrasando os seus biomas – amazônia, cerrado, caatinga, pantanal, mata atlântica, pampa – em nome do crescimento econômico. O país está perdendo o bonde da história e não percebe, ou não quer perceber, que é um dos poucos países que poderia oferecer uma alternativa à crise civilizacional, estabelecida sobretudo na crise climática.

Após significativos avanços obtidos pela Ceplac/BA, em parceria com a sociedade civil organizada, pesquisadores, academia e produtores, deparamo-nos com um impasse institucional que tem atrasado as iniciativas que apontam para alternativas à crise econômica que assola a Região há mais de um quarto de século.

Já nos ensinava o poeta espanhol Antonio Machado que: “o caminho se faz caminhando”. O que temos percebido é que, desde meados do ano passado, nosso caminho rumo ao desenvolvimento sustentável da tradicional região produtora de cacau da Bahia não tem recebido passos em seu leito.

Em que pese a forte presença da Região na Conferência Rio+20, no Salon du Chocolat, e a consequente reverberação na mídia nacional, propostas que visam efetiva e eficazmente transformar a região, oferecerem um norte para seu desenvolvimento, tem sido postergadas desde então.

A falta de alinhamento das políticas públicas, quer sejam federais ou estaduais, somada ao distanciamento da burocracia federal da realidade e demandas dos cacauicultores, vem fazendo com que também o Sul da Bahia comece a se distanciar do bonde da história.

Eduardo Thadeu é economista, mestre em planejamento e desenvolvimento regional, especialista em planejamento ambiental e conselheiro fundador do Conama.

CACAU DA BAHIA É SINÔNIMO DE CONSERVAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA

Juvenal Maynart sugere a estação Joaquim Bahiana para o campus da Ufesba

Juvenal Maynart Cunha

 

O modelo cabruca, o modo tradicional baiano de cultivo do cacau, foi a única forma de produção citada como uma das 10 premissas para a garantia da sustentabilidade na produção de alimentos.

 

Há mais de 250 anos, desde quando foi introduzido na Bahia, o cacau é responsável pela conservação de recursos naturais em sua área de influência. Os primeiros produtores acreditavam que a sombra da cobertura das árvores era necessária para o aumento da produção. Assim, da mata nativa, apenas foi retirada a parte necessária ao plantio da cultura, ou seja, o sub-bosque.

Ao contrário do que diz a pesquisa da CNN citada na nota do Bahia Notícias, a cultura do cacau, no recorte Bahia, é que garantiu a conservação de grande parte do que resta da Mata Atlântica em nosso estado. Tanto é que, ao sobrevoar a região, o turista desavisado pensa estar planando sobre uma mata nativa. Bem, embora em muitas áreas esta já não seja mais intocada, é, sim, um exemplo de convivência entre a produção em larga escala e o meio ambiente. Embaixo da mata há uma cultura intensa, embora de baixo ou baixíssimo impacto ambiental.

Basta imaginarmos que no sul da Bahia, em apenas um hectare com plantação de cacau, no sistema Cabruca, podem ser (já foram) identificadas mais de 270 espécies de mamíferos (90 endêmicas); 372 de anfíbios (260 endêmicas); 197 de répteis (60 endêmicas); 849 de aves (188 endêmicas); 2.120 de borboletas (948 endêmicas). Foram encontradas, ainda, 458 espécies lenhosas, um recorde mundial.

O sistema cabruca é tão expressivo que a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento (MAPA), o adotou como modelo de produção, sistematizado no Projeto Barro Preto de Conservação Produtiva. O modelo Conservação Produtiva é o resultado de um conjunto de ações de baixo impacto ambiental, que prevê, inclusive, o georreferenciamento de todas as espécies arbóreas que compõem a plantação, além de ações que garantam os três aspectos basilares da sustentabilidade no meio rural: o ambiental, o social e o econômico.

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CACAU DA BAHIA CONTINUA SEM REPRESENTAÇÃO

Eduardo Thadeu| ethadeu@gmail.com

 

O que se ouviu ao longo de toda a manhã foram loas ao agronegócio representado pela CNA, modelo que por definitivo não se adequa às tradições cacaueiras baianas e obviamente em direto antagonismo com as próprias políticas públicas emanadas tanto do Governo Federal quanto do Estadual.

 

Estou escrevendo este artigo ainda sob o impacto do que vi, ouvi, observei e avaliei do evento ocorrido hoje – escrevo na quinta feira, 24.01 – no auditório da CEPLAC/BA .

Desde que aqui cheguei em agosto de 2010, duas coisas me impressionaram profundamente, ambas surpreendentes para um profissional que, como eu, dedica-se à causa do Desenvolvimento Regional Integrado Sustentável há mais de 30 anos.

A primeira delas, extremamente impactante, ocorreu quando alguns amigos, abnegados defensores do Sistema Cabruca, levaram-me a uma propriedade onde este sistema é predominante na produção de cacau. Minha primeira reação foi perguntar o porquê do mundo não conhecer tal prática sustentável e responsável pela preservação de enorme mancha de Mata Atlântica na tradicional região cacaueira baiana. A partir desta constatação e, após a posse de Juvenal Maynart na Superintendência da Ceplac, tratamos de ecoar pelos gabinetes responsáveis pela coordenação da então vindoura Conferência das Nações Unidas sobre a Sustentabilidade, ocorrida no Rio de Janeiro em junho passado, também conhecida como RIO + 20.

Os esforços foram recompensados: estivemos durante dez dias na Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, com o acampamento “Povos da Cabruca”, onde milhares de visitantes tiveram a oportunidade de conhecer as delícias e demandas do cacau e do chocolate. Estivemos, também, no Píer da Praça Mauá durante os dez dias, em stand no espaço dedicado à Ciência e Tecnologia, alternativas em uma parceria do Instituto Cabruca e da Ceplac/BA, “and last but not least”, apresentamos um painel sobre o Sistema Cabruca no dia 19 de junho p.p. em parceria com a Sociedade Brasileira de Sistemas Agroflorestais, onde também em duas sessões foi apresentado o documentário “ THE CABRUCA COCOA – THE COCOA FROM BRAZILIAN ATLANTIC RAINFOREST”, resultando que o Sistema Cabruca e a cultura do Cacau foram os únicos citados no documento formal do MAPA que listou as premissas para uma agricultura sustentável no século 21.

A segunda delas, talvez não tão impactante quanto a primeira, foi a constatação de que, apesar da Bahia produzir 70% do cacau brasileiro, ter esta cultura e tradição de preservação, abrigar o centro de pesquisas da Ceplac, seu Centro de Extensão e a maioria de sua força de trabalho, a Ceplac não tinha em sua direção um baiano envolvido com a cadeia produtiva do cacau e do chocolate. A Ceplac vinha a anos sendo dirigida por um pesquisador paraense que, como era de se esperar, tratava de beneficiar a cultura do cacau na Amazônia em detrimento da tradicional região produtora baiana.

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LIBÂNIO: ASSESSORIA NEGA NECESSIDADE DE “Q.I.”

Em contato com este blog, a assessoria do Instituto Cabruca não confirma que seu presidente, o engenheiro agrônomo Durval Libânio, esteja cotado para assumir a direção geral da Ceplac. Mas faz questão de enfatizar que, caso ele faça parte das cogitações do Ministério da Agricultura, não é por ter padrinho forte, mas em função do currículo respeitável.

Enfatiza a assessoria que, além de presidente do Cabruca, Libânio é mestre em produção vegetal pela Uesc e também preside a Câmara Setorial do Cacau, ligada ao Ministério. Professor de Cacauicultura do Instituto Federal Baiano, em Uruçuca, ele tem se destacado por fortalecer a imagem da cabruca como um sistema agroflorestal que ajuda a preservar o meio ambiente.

O blog mantém a informação de que o nome de Libânio se encontra na mesa do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro. E, ainda que possa não ser o ponto mais forte do candidato a diretor, o “Q.I.” existe.

Leia abaixo a nota do Instituto Cabruca:

Nota do Instituto Cabruca:

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A LAVOURA COMO ATRAÇÃO TURÍSTICA

A cabruca desperta o interesse do mundo

Depois de ter sido divulgada para o mundo na Rio+20, como um sistema agroflorestal que ajuda a preservar a Mata Atlântica, a cabruca passou a se abrir para um novo nicho: o turismo ecológico. Nos últimos meses, o superintendente da Ceplac para a Bahia e o Espírito Santo, Juvenal Maynart, passou a receber contatos de agências de turismo, que informam sobre o interesse de gente de vários países pela cultura que conserva a floresta.

A agricultura familiar também se movimenta para faturar nesse campo, visando especialmente a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo no ano seguinte e as Olimpíadas de 2016. A intenção, que já conta com o incentivo da Secretaria da Agricultura, via EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), e da Secretaria do Turismo do Estado, é levar os produtos das cooperativas para as mesas dos hotéis e pousadas.

O projeto foi apresentado recentemente pelo chefe do escritório da EBDA em Ilhéus, Luciano Anunciação.

O NOME É CABRUCA, LÍDICE!

A senadora Lídice da Mata (PSB) fez candente defesa do projeto do novo Código Florestal, que é votado esta noite no Senado. Mas chamou atenção, principalmente aos ouvidos sul-baianos, a forma como a política se referia ao sistema de cultivo do cacau que utiliza a sombra da mata, conhecido como cacau-cabruca.

Por diversas vezes, Lídice referiu-se ao sistema como “cacau-cabrunca“,  pronunciando quase um palavrão. Um funcionário da Ceplac afirmou que, se tivesse pedido informações ao órgão ligado ao Ministério da Agricultura, a senadora pelo menos saberia falar corretamente o nome do cultivo. “Mas tudo bem, o que interessa é que ela tem posição favorável aos agricultores”, reconheceu o ceplaqueano.

VÍDEO SOBRE CABRUCA CONCORRE A PRÊMIO

Um documentário produzido pelo estudante de Comunicação Social da Uesc, Lázaro Vasconcelos, está concorrendo ao prêmio do Concurso Internacional de Vídeos na Internet sobre Cacau e Chocolate. O trabalho, sobre o sistema agroflorestal conhecido como cabruca, foi realizado por Vasconcelos como trabalho de conclusão de curso.

Assista

ALDO REBELO VEM AO SUL DA BAHIA PARA DEBATE SOBRE O NOVO CÓDIGO FLORESTAL

O projeto de lei de número 18.786/99, que dispõe sobre o novo Código Florestal Brasileiro, será tema de um debate nesta sexta-feira, 1º, a partir das 9 horas, no auditório do Cepec, situado no quilômetro 22 da rodovia Ilhéus – Itabuna.

O debate, que vai dar ênfase ao sistema agroflorestal conhecido como cabruca, contará com a presença do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB), que é o relator da matéria no Congresso Nacional.

A realização do evento é uma iniciativa da Associação dos Produtores de Cacau, que conta com os apoios da Ceplac, site Mercado Cacau e dos institutos Cabruca e Biofábrica de Cacau.








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