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:: ‘Cacá’

JABES CULPA A CRISE POLÍTICA NACIONAL PELA DERROTA DE CACÁ

Jabes quando anunciou que não disputaria reeleição (Foto Ciro Zatele/Arquivo).

Jabes quando anunciou que não disputaria reeleição (Foto Ciro Zatele/Arquivo).

As crises política e econômica são apontadas como principais fatores que levaram à  derrota de Cacá Colchões (PP) no último domingo (2), na avaliação do prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro. O candidato derrotado tinha o apoio do prefeito ilheense. A disputa foi vencida pelo médico Mário Alexandre, conhecido como Marão (PSD).

Segundo Jabes, a combinação de crise política e econômica foi combustão para o sentimento de mudança, dificultando candidaturas governistas e reeleição de prefeitos bem-avaliados.

– Aconteceu aqui, o que aconteceu em todo Brasil.  Vivemos uma crise.  A população demonstra uma insatisfação com a política por causa dos problemas enfrentados pelas atuais administrações, que passam por dificuldades, independentemente de suas avaliações.

Secretário-geral do PP baiano, Jabes enumerou gestões bem avaliadas na Bahia e em outros estados que não conseguiram reeleição ou fazer sucessor, a exemplo do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB). Jabes não fez mea culpa. Paes apoio o também peemedebista Pedro Paulo, contra quem havia denúncia de irregularidades e de agressões físicas contra a ex-esposa.

O prefeito ilheense também se queixou do empobrecimento dos municípios e dos seus reflexos nas gestões. Segundo ele, será possível pagar o funcionalismo em dia, até dezembro, graças à reforma tributária ocorrida em seu governo.

NÃO DISPUTOU REELEIÇÃO

Jabes desistiu de disputar a reeleição ao alegar problemas de saúde. Submeteu-se a várias cirurgias no olho esquerdo por causa de um glaucoma. Corria o risco de perder a visão.

PARA AMPLIAR ALIANÇAS, CACÁ PODE TIRAR VAGA DE VICE DO PCdoB

PCdoB apresentou Stella para vaga de vice.

PCdoB apresentou Stella para vaga de vice.

O PCdoB tem poucas chances de emplacar a advogada e professora Stella Carillo como vice na chapa encabeçada pelo atual vice-prefeito, Cacá (PP), na sucessão municipal.

A avaliação, no grupo do prefeito Jabes Ribeiro, que dá sustentação à candidatura de Cacá, é de que o PCdoB já faz parte do arco de alianças desde 2012 e a chance de deixar a futura coligação é baixa, quase inexistente.

A fidelidade dos cururus é “garantida” pelo deputado federal Davidson Magalhães, cacique e pré-candidato a prefeito de Itabuna com o apoio do PP itabunense.

Como querem atrair cada vez mais partidos para a coligação, os articuladores jabistas – Isaac Albagli, Jhon Ribeiro e o próprio Jabes, pretendem usar a vaga de vice na chapa, claro, como moeda de troca para selar apoios.

Na mira, hoje, estão nomes como o de Luiz Uaquim, que não decola nas pesquisas, mas tem nas mãos o diretório do PMDB, que garante minutos preciosos no rádio. Sem TV, a propaganda eleitoral em Ilhéus tem no rádio um forte trunfo.

CACÁ LANÇA PRÉ-CANDIDATURA

Nome de Cacá será confirmado neste sábado

Nome de Cacá será confirmado neste sábado

Apesar do princípio de rebelião produzido pelo vereador Jamil Ocké, o PP terá mesmo o atual vice Cacá Colchões como seu nome na sucessão municipal ilheense. O lançamento da pré-candidatura acontece na manhã deste sábado (16), na Associação Desportiva 19 de Março, no bairro da Conquista.

Cacá foi alçado à sucessão com a desistência do prefeito Jabes Ribeiro de tentar um novo mandato. O gestor municipal sofre com um glaucoma e retirou seu nome da disputa no último dia 6. No dia seguinte, Ocké distribuiu nota, informando que a escolha do sucessor ainda não estaria definida.

Ao PIMENTA, o vereador afirmou que, além do nome de Cacá, o PP teria outras opções, como ele próprio e o vereador Tarcísio Paixão.

 

JAMIL NÃO DÁ “OK” PARA NOME DE CACÁ

Para Jamil, nome de Cacá não está definido (Foto Alfredo Filho).

Para Jamil, nome de Cacá não está definido (Foto Alfredo Filho).

Anunciado ontem como o pré-candidato oficial à sucessão do prefeito Jabes Ribeiro (PP), o vice Cacá Colchões pode enfrentar um obstáculo: ele atende pelo nome de Jamil Ocké,vereador, jabista da velha guarda e até pouco tempo secretário municipal de Ação Social.

Mesmo com o nome de Cacá ungido pelo prefeito e já em fase de arrumação de coligações, Jamil divulgou hoje uma nota na qual dá a entender que o PP ainda definirá seu candidato. Atribuindo o posicionamento ao próprio gestor municipal, o vereador diz que “a decisão de quem irá assumir a chapa depende do partido”.

Mais adiante, ele acrescenta, com açúcar e afeto:  “sabemos que a força e a história do nosso prefeito torna esta uma decisão difícil, mas que é importante que todos os membros do PP se unam para fortalecer a indicação do nome que assumirá a brilhante tarefa de dar continuidade ao bom trabalho executado por Jabes”. E promete que estará empenhado em apoiar o nome indicado pela legenda.

A nota encaminhada pela assessoria encerra com um autoelogio: “Jamil Ocké [é] uma das mais atuantes e fortes personalidades políticas da cidade”.

Resta alguma dúvida de que essa alma quer falar?

A SAÍDA DE ISAAC ALBAGLI DO GOVERNO ILHEENSE

Isaac tenta recuperar terreno perdido

Isaac tenta recuperar terreno perdido

Ao deixar a Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura de Ilhéus, conforme publicação no Diário Oficial do Município nesta quarta-feira (1º), Isaac Albagli afirma ter dois caminhos à frente. Poderá ser candidato a prefeito pelo PR ou até vice em uma chapa talvez encabeçada pelo vice-prefeito e hoje prefeito interino Cacá Colchões (PP).

O blog Agravo, de Ilhéus, cogita uma disputa de espaço político entre Isaac e Cacá, mas o ex-secretário nega. Na versão do blog, Isaac estaria incomodado com a perda de terreno para o interino, que opera para ser candidato a prefeito, caso Jabes Ribeiro desista de tentar a reeleição.

Diplomaticamente, Isaac jura fidelidade a Cacá e sugere a possibilidade de ser seu vice. Porém, fora do campo das polidas e calculadas declarações públicas, acredita-se que o ex-secretário opere para reconquistar a área vip que já ocupou no jabismo, o que significa dar um chega pra lá no prefeito interino.

TAVARES PLANEJA CANDIDATURA EM ILHÉUS

pedrotavaresO PMDB se articula para ter candidato próprio nas eleições municipais ilheenses de 2016. E o nome que aparece no cenário não é o do atual vice-prefeito Cacá Colchões, mas o do deputado estadual Pedro Tavares.

Internamente, membros da cúpula do partido avaliam que Tavares seria uma novidade no cenário local, enquanto Cacá estaria desgastado.

A ESPERANÇA DE CACÁ

O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP), repetiu nesta sexta-feira (7), o discurso de que não será mais candidato ao executivo municipal. “Deixarei para os mais jovens”, afirmou o político, durante evento da UPB no Centro de Convenções.

Mais tarde, no momento da velha “resenha”, o secretário de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus, Isaac Albagli, disse que viu os olhos do vice-prefeito Cacá (PMDB) brilharem  e o sorriso enlarguecer diante da frase do titular.

Sem Jabes no cenário, Cacá acredita que aumentam suas chances de conquistar o governo ilheense.

CAÇADORES DE TATU LEVAM…A PIOR

Comer tatu pode ser bom, mas é crime

A polícia de Ilhéus prendeu nesta terça-feira, 27, dois homens que caçavam na zona rural do município. Eles estavam com dois tatus mortos, além de quatro espingardas, que foram apreendidos. Os caçadores disseram que os animais não eram para comércio, mas sim para alimentar suas próprias famílias.

Segundo o site Radar, os suspeitos foram levados para o Complexo Policial, para onde também seguiram os tatus abatidos. Como são a prova do crime, os animais ficaram em uma geladeira da delegacia.

A caça de animais silvestres implica em pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa. A punição é mais severa se o crime é cometido contra espécie ameaçada de extinção ou se a caça é considerada profissional.

CONVENÇÃO HOMOLOGA CANDIDATURAS DE JABES E CACÁ

O secretário-geral do PP baiano e ex-prefeito, Jabes Ribeiro, terá seu nome homologado hoje em convenção no Clube Social de Ilhéus. Ele terá como candidato a vice o empresário Cacá Colchões, do PMDB.

As convenções conjuntas reúnem ainda outras 13 siglas, dentre elas PRB, PSB e PDT, que anunciou estar fora do barco, mas retornou ao colo de Jabes. As discussões começam nestas manhã, com as discussões em torno da eleição proporcional (vereadores), e será encerrada às 17h, com a participação de lideranças estaduais.






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