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:: ‘Caged’

CAGED: BAHIA REGISTRA SALDO DE 10 MIL EMPREGOS COM CARTEIRA ASSINADA EM ABRIL

Bahia registra saldo na geração de empregos || Foto Elôi Corrêa.

A Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado decorre da diferença entre 55.305 admissões e 45.212 desligamentos. Trata-se do maior saldo do mês de abril desde 2014. O resultado superou também o saldo do mês de março, quando 2.569 postos de trabalho foram criados.

O saldo do mês passado é muito superior ao registrado em abril de 2018, quando foram criados 1.976 postos de trabalho. Setorialmente, em abril, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+2.461 postos), Indústria de Transformação (+2.438 postos), Serviços (+2.328 postos), Construção Civil (+1.575 postos), Comércio (+772 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+212 postos), Administração Pública (+194 postos) e Extrativa Mineral (+113 postos).

Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+10.093 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os estados brasileiros em abril de 2019. No Nordeste, apenas Alagoas (-4.692 postos) e o Rio Grande do Norte (-501 postos) não geraram postos com carteira assinada. Todos os outros estados da região apresentaram desempenho positivo no mês passado.

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ITABUNA ELIMINA MAIS DE 180 POSTOS DE TRABALHO EM APENAS UM MÊS

Itabuna elimina 181 empregos em um mês|| Foto José Nazal

Os dados divulgados, nesta quarta-feira (24), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelam que as empresas instaladas em Itabuna voltaram a demitir mais que contratar funcionários. Em março, os setores do município do sul da Bahia que mais sofreram com a crise na econômica brasileira foram comércio e serviços. Juntos, eliminaram 179 vagas.

O comércio registrou, no mês passado, 270 desligamentos e 198 contratações, o que representou o fechamento de 72 postos de trabalho com carteira assinada. A situação foi ainda pior no setor de serviços, que registrou 334 demissões contra 227 admissões, com eliminação de 107 empregos. Na agropecuária foram suprimidas outras 17 vagas. No geral, Itabuna registrou saldo negativo de 181 postos em março.

No acumulado do trimestre, as empresas instaladas em Itabuna fizeram 2.034 contratações e eliminaram 2.219 empregos formais. O pior resultado no período foi no setor de serviços, que perdeu 206 vagas; seguido do comércio, que suprimiu outras 107. Nos últimos 12 meses, o saldo de empregos no município também é negativo (-889).

ILHÉUS

Em Ilhéus, o prejuízo para os trabalhadores foi um pouco menor. Houve a eliminação de 59  vagas, com resultados negativos na agropecuária (-23),  serviços (-18),  serviço industrial de utilidade pública (-14), comércio (-3) e construção civil (-2). No acumulado do primeiro trimestre, o saldo é negativo em 85 postos de trabalho, resultado provocado por desempenho ruins em setores como agropecuária (-50) e comércio (-33).

Outros setores com resultados ruins no período foram de serviços (-32) e serviço de utilidade pública (-32). No primeiro trimestre, a construção civil apresentou o melhor desempenho, com saldo positivo de 64 postos de trabalho. No geral, no acumulado dos últimos 12 meses,  Ilhéus tem saldo positivo de 544 vagas.

BAHIA GERA 1,2 MIL NOVOS EMPREGOS EM JANEIRO

Construção civil foi o setor que apresentou maior saldo positivo no período

A Bahia gerou 1.211 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2019, segundo análise feita pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado positivo decorre da diferença entre 48.504 admissões e 47.293 desligamentos. Após criação de 5.547 postos de trabalho em janeiro de 2018, a Bahia exibiu novamente registro positivo. O saldo de janeiro de 2019 foi maior que o resultado de dezembro, quando 11.705 postos de trabalho foram suprimidos, sem as declarações fora do prazo.

Setorialmente, em janeiro, cinco segmentos contabilizaram saldos positivos: Construção Civil (+1.873 postos), Agropecuária (+684 postos), Indústria de Transformação (+391 postos), Extrativa Mineral (+157 postos) e Serviços (+100 postos). Comércio (-1.756 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (-211 postos) e Administração Pública (-27 postos) eliminaram posições de trabalho com carteira assinada.

Segundo o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, este resultado comprova a efetividade das políticas públicas de geração de emprego do Governo da Bahia. “Num cenário nacional de crise econômica, a Bahia inicia o ano de 2019 com um importante resultado na geração de postos de trabalho, destacando-se como o único estado do Nordeste com saldo positivo”.

ANÁLISE REGIONAL

Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+1.211 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a décima primeira dentre os estados brasileiros em janeiro de 2019. No Nordeste, apenas a Bahia registrou saldo positivo. Todos os outros oito estados da região apresentaram desempenho negativo no primeiro mês do ano: Paraíba (-7.845 postos), Pernambuco (-7.242 postos), Alagoas (-5.034 postos), Ceará (-4.982 postos), Piauí (-1.905 postos), Sergipe (-1.757 postos), Maranhão (-1.366 postos) e Rio Grande do Norte (-1.359 postos).

Analisando os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos no estado em janeiro de 2019, constata-se perda de emprego na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e geração no interior. De forma mais precisa, enquanto na RMS foram encerrados 180 postos de trabalho no primeiro mês do ano, no interior foram geradas 1.391 posições celetistas.

ITABUNA E ILHÉUS CORTAM MAIS DE 500 POSTOS DE TRABALHO EM 2017

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos | Foto Cidadesnet

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos || Foto Cidadesnet

As duas principais economias do sul da Bahia fecharam o acumulado de janeiro a maio deste ano com saldo negativo de empregos. Itabuna cortou 59 postos de trabalho. Ilhéus, outros 482, , aponta o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os dados do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, revelam que o setor de serviços em Itabuna abriu 197 novas vagas no período de janeiro a maio, mas outros tradicionais geradores de emprego foram em sentido contrário, a exemplo da indústria, do comércio e da construção civil.

A indústria de transformação encerrou o período com saldo negativo ao cortar 158 postos de trabalho (316 admissões ante 474 desligamentos). Foi seguido, a distância, pelo setor do comércio (corte de 42 postos) e pela construção civil (-35).

Quando considerado apenas maio, o município fica no zero a zero. Gerou 725 empregos, porém registrou 725 desligamentos. Serviços e administração pública geraram, respectivamente, 27 e 4 novos empregos. Apresentaram saldo negativo, dentre os principais setores, indústria (-21), construção civil (-7) e comércio (-2).

O PIMENTA fez cruzamento de dados dos últimos 12 meses. O acumulado de um ano revela saldo positivo neste período em Itabuna: 779 novas vagas. Fica no azul ao ser puxado pelo setor de serviços, que gerou 1.252 novos empregos, tendo como principal responsável a área de telemarketing.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

ILHÉUS

Ilhéus fechou o período de janeiro a maio em situação ainda pior. Os principais cortes de postos de trabalho ocorreram na área de serviços (-176), construção civil (-151) e comércio (-148).

O setor agropecuário também apresentou saldo negativo, limando 79 postos de trabalho.

Apenas o setor de serviços de indústria de utilidade pública fechou bem: criou 94 novos postos de trabalho. O setor inclui serviços como transporte coletivo, água e luz, por exemplo.

Dos mais de 480 postos de trabalho cortados nos primeiros cinco meses do ano, 106 deles se deram em maio. Comércio e construção civil puxaram as demissões. Corte de 46 postos de trabalho cada um. O de serviços cortou 14. Já nos últimos 12 meses, o município ilheense fecha com saldo ainda mais negativo: -707 postos.

BAHIA E BRASIL

Os números de maio no país foram positivos, com a criação de 34.253. Na Bahia, também. O estado criou 2.966 novos empregos. Nos cinco primeiros meses do ano, geração de 6.203 novos postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é negativo: -42.937, de acordo com o MTE.

GERAÇÃO DE EMPREGO TEM RESULTADO RUIM EM MARÇO

carteiradetrabalhoA geração de postos formais de trabalho em março de 2014 teve o pior resultado para o mês desde 1999, quando foram fechadas mais de 76 mil vagas com carteira assinada. No mês passado, foram criados 13.117 empregos, resultado da admissão de 1.767.969 trabalhadores e da demissão de 1.754.852.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado hoje (17).  No mesmo mês em 2013 e 2012, o saldo não ficou abaixo dos 110 mil novos postos.

De acordo com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o governo não está pessimista em relação ao resultado de março, pois, no acumulado dos três primeiros meses do ano – 344.984 postos criados – o saldo segue a mesma dinâmica observada em 2013, quando foram gerados 306.068 vagas no período. Para ele, o resultado de março não irá comprometer a expectativa de geração de empregos para o ano, que é encerrar 2014 com a criação de 1 milhão a 1,5 milhão de postos. Informações da Agência Brasil.

ILHÉUS E ITABUNA TÊM NÚMEROS NEGATIVOS NA GERAÇÃO DE EMPREGO

carteiradetrabalhoDados divulgados nesta quarta-feira, 21, pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Renda sinalizam para retração da atividade econômica e, consequentemente, queda nos níveis de emprego formal nas duas principais cidades sul-baianas. Os números são relativos ao período de janeiro a julho de 2013.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Itabuna apresentou no período um saldo negativo de 568 postos de trabalho, no balanço entre admissões e desligamentos.  Também considerados os sete primeiros meses do ano, Ilhéus registrou 287 demissões a mais que o número de contratos de empregados com carteira assinada.

O Caged aponta que o setor de serviços continua como forte gerador de empregos formais em Itabuna, com saldo positivo de 162 vagas no período apurado. Já a indústria teve saldo negativo de 399 postos de trabalho.

Em Ilhéus, o melhor saldo foi na construção civil, com balanço favorável de 82 vagas. Já o comércio ficou devendo, com 157 desligamentos a mais que o número de admissões.

A Bahia foi o estado com o sexto melhor saldo na aferição do Caged entre janeiro e julho deste ano. Houve 67.856 contratações e 64.576 desligamentos, registrando-se saldo positivo de 3.280.

SALDO DE 46 MIL EMPREGOS FORMAIS EM NOVEMBRO

Da Agência Brasil

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) registrou 1.624.306 admissões em postos de trabalho formal no mês passado, enquanto as demissões somaram 1.578.211 no mesmo período. Houve saldo de 46.195 novos empregos, equivalente a uma evolução de 0,12% em relação ao estoque do mês de outubro.

Os números foram divulgados hoje (18) pelo MTE, na internet, e mostram que a oferta continua positiva. No acumulado do ano foram abertos 1.771.576 postos de trabalho, com expansão de 4,67% no nível de emprego, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que abrange trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos dos três níveis de governo.

Dados do Caged apontam que o comércio foi o setor com melhor desempenho em novembro, ao oferecer 109.617 vagas, ou 1,27% a mais que no mês anterior, seguido pelo setor de serviços, com 41.538 postos de trabalho, ou 0,26% a mais que em outubro. Os dois setores foram favorecidos pelo aquecimento das compras e atividades festivas do final do ano.

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CAGED ATUALIZA DADOS DO EMPREGO. ILHÉUS E ITABUNA SAEM DO VERMELHO

Ontem o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou os dados de contratações de trabalhadores com carteira assinada em julho e nos sete primeiros meses de 2011, mas fez uma atualização de dados hoje. Com isso, Itabuna e Ilhéus saíram do vermelho.

Os dados anteriores apontavam corte de 258 vagas no município sulbaiano em 2011. Hoje, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) coloca a cidade no azul no item geração de empregos com a abertura de 275 novas vagas.

As principais alterações ocorreram nos setores da construção civil (de 201 para 406 empregos) e serviços (corte de 163 vagas ante as 302 divulgadas ontem). O mesmo ocorreu em Ilhéus. A cidade saiu de saldo negativo (corte de 174 vagas) para positivo (116 novos empregos).

De acordo com técnicos do Caged em Brasília, a diferença ocorre porque muitas empresas enviam informação sobre contratações ou desligamentos fora do prazo. E olhe que os números do mês anterior são divulgados sempre 15 ou mais dias depois…

ITABUNA REGISTRA ALTA DO DESEMPREGO

O desemprego avançou consideravelmente nos últimos sete meses em Itabuna, conforme os últimos números do Ministério do Trabalho e Emprego. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revela que o município sulbaiano cortou 258 empregos com carteira assinada entre 1º de janeiro e 31 de julho deste ano.

O resultado negativo pode ser atribuído ao setor de serviços, que cortou 302 vagas no período, seguido pela agropecuária (-77 empregos) indústria (-54) e comércio (-45). Em meio à aridez do período, a construção civil voltou a empregar forte em julho. No saldo dos primeiros sete meses, abriu 201 novas vagas.

Para obter o número de novas vagas, basta comparar a quantidade de empregos gerados e desligamentos (6.679 – 6.937 no ano). Em julho, foram gerados 932 empregos contra 946 demissões em Itabuna. Mesmo com às contratações das novas lojas instaladas no Shopping Jequitibá, o comércio abriu apenas 17 novas vagas em julho.

ILHÉUS

Ilhéus contrariou a tendência dos último meses ao abrir 65 vagas em julho e ter um saldo menor de corte de postos de trabalho no período (174 desligamentos). O vilão dos sete primeiros meses de 2011 no município ilheense foi o comércio: corte de 232 vagas. Porém, o mesmo setor foi que abriu novas vagas em julho: 101, segundo o Caged. Já em relação ao estado da Bahia, o cadastro aponta geração de 49.456 empregos nos sete primeiros meses do ano.

JUNTAS, ILHÉUS E ITABUNA GERAM SÓ 86 EMPREGOS EM ABRIL

Ilhéus e Itabuna registraram uma melhora na geração de empregos com carteira assinada em abril em relação a março, mas as duas cidades criaram, juntas, apenas 86 empregos no mês passado. É o que revela o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

De acordo com o ministério, Itabuna criou 39 novas vagas em abril. Os resultados foram melhores nos setores industrial e da construção civil, que registraram a criação de 97 e 17 novas vagas, respectivamente.

Ainda em Itabuna, os resultados negativos ocorreram em dois setores considerados vitais para a economia local: comércio e serviços. O primeiro cortou 14 vagas e o segundo, ainda mais: 47. Outro dado negativo veio da agropecuária, que eliminou 12 postos de trabaho.

A vizinha Ilhéus criou 47 empregos em abril. O resultado positivo é creditado a três setores de grande peso na economia da cidade turística e que abriga o polo de informática.

A indústria abriu 19 vagas, a construção civil outras 22 e o setor de serviços mostrou recuperação ao gerar 35 novos empregos. A agropecuária eliminou três vagas e o comércio cortou 28 postos com carteira assinada.

A economia ilheense, no entanto, registra um saldo negativo na geração de empregos nos quatro primeiros meses deste ano: – 71 empregos. Em Itabuna, o saldo também foi negativo, mas menor (-37 empregos).

Para obter o número de novos empregos gerados, basta conferir a quantidade de contratações e a de desligamentos. Neste ano, a economia itabunense contratou 4.040 pessoas com carteira assinada, mas registrou 4.077 demissões. Ou seja, corte de 37 empregos.

ITAPETINGA

O setor calçadista é quem mais emprega no município de Itapetinga, no centro-sul baiano. E, conforme o Caged, o setor industrial demitiu 409 trabalhadores em abril. O município abriga a unidade da Azaléia Nordeste, que pressiona o governo estadual em busca de incentivos e sofre grande concorrência do calçado chinês. Nos quatro primeiros meses de 2011, já foram cortados 1.256 empregos no setor industrial em Itapetinga.

O PIMENTA também apurou, no Caged, os números da Bahia. O estado gerou 10.623 empregos em abril. O setor de serviços registrou 4.065 novos empregos, seguido pela construção civil (2.831) e agropecuária (1.303).

O comércio abriu somente 882 novas vagas e a indústria, 1.065. No total, o estado gerou 30.474 empregos entre 1º de janeiro e 30 de abril deste ano.

FEIRA E CAMAÇARI A SALVO

O relatório do emprego em março, na Bahia, registra números negativos em cidades sul-baianas (confira abaixo) e desempenho crítico em Salvador, que cortou 2.756 empregos com carteira assinada em março, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

Mas pelo menos duas cidades baianas se diferenciam das demais: Feira de Santana e Camaçari. Feira abriu 300 novas vagas no mês passado e 2.313 no trimestre. Camaçari criou 1.673 novos empregos no mês passado.

NA CONTRAMÃO, ITABUNA E ILHÉUS DESEMPREGAM FORTE EM FEVEREIRO

Os números do Ministério do Trabalho revelam uma alta do desemprego em Itabuna e Ilhéus em fevereiro, indo na contramão do país, que registrou recorde de emprego para o período.

Itabuna registrou 617 contratações ante 890 demissões, o que representou corte de 273 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado. É a maior baixa já registrada nos últimos anos.

Os maiores responsáveis pelo resultado negativo, pela ordem, são os setores de comércio, serviços e construção civil. O comércio cortou 92 vagas e o setor de serviços limou outras 68.

A construção civil, que até o segundo semestre do ano passado contratava forte, desempregou 65, contrastando com o cenário de investimentos no setor imobiliário.

Dos oito principais setores pesquisados, apenas a administração pública não registrou déficit – contratou 4 e demitiu em igual proporção. Itabuna registra nos dois primeiros meses de 2011 um total de 1.721 contratações ante 1.856 demissões. Foram cortados 135 empregos com carteira assinada, de acordo com o Ministério do Trabalho.

ILHÉUS

Ilhéus também registrou um fevereiro de cortes de postos de trabalho formais. Dois dos principais setores da economia ilheense cortaram, juntos, 140 vagas. O comércio demitiu 90 trabalhadores e o setor de serviços, 50, embora ainda estivesse no período da alta estação e às vésperas do carnaval.

O resultado foi um pouco melhor que o registrado em Itabuna porque a construção civil e a indústria de transformação fecharam fevereiro no azul em relação a empregos. A indústria abriu 27 novas vagas e a construção civil, 21. A economia ilheense registra um total de 1.407 admissões contra 1.455 desligamentos (saldo negativo de 48 vagas).

O mês de fevereiro também foi atípico para municípios como Itapetinga, no sudoeste baiano. A economia local, puxada pela indústria de calçados, cortou 490 empregos. Outro no mesmo caminho foi Juazeiro, onde 352 foram para o espaço. Em fevereiro, a Bahia criou apenas 3.127 empregos – 12.793 em 2011.

ITABUNA GERA 70 EMPREGOS EM JANEIRO; ILHÉUS, SÓ 1

Os setores da indústria e do comércio foram os responsáveis pelo saldo positivo de empregos em Itabuna em janeiro. Os números foram divulgados nesta quinta (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A cidade criou 70 novos empregos com carteira assinada. Ilhéus, também no sul da Bahia, gerou somente um emprego no mesmo período. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, indica que a indústria em Itabuna abriu 63 vagas e o comércio veio em seguida com 51.

Os números também apontam uma forte redução nas contratações no setor da construção civil no município, que neste mês cortou três vagas ao contratar 74 pessoas, mas demitir 77.

Em Ilhéus, ocorreu o inverso: comércio e indústria cortaram 90 vagas. Já a construção civil abriu 26 novos postos com carteira assinada e o setor de serviços, mais 59.  Nos últimos 12 meses, a economia ilheense gerou 1.560 vagas formais ante 1.983 da itabunense.

BAHIA LIDERA EMPREGOS NO NE

A Bahia gerou 7. 438 empregos em janeiro, com destaque para os setores de serviços (2.852 novas vagas),  agropecuária (1.801), da indústria (995) e construção civil (820). Ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, o Brasil teve o segundo melhor janeiro na série histórica do Caged ao gerar 152.091 novos empregos com carteira assinada.

ITABUNA BATE ILHÉUS NA GERAÇÃO DE EMPREGOS

Quatro dos principais setores da economia itabunense puxaram os resultados positivos do emprego em outubro, conforme aponta levantamento feito pelo PIMENTA no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Indústria, construção civil, agropecuária e comércio foram os setores que mais geraram novas oportunidades em um mês no qual Itabuna abriu 244 novos postos de trabalho com carteira assinada.

A construção civil abriu 88 novos postos, seguido da indústria (76 novos empregos), agropecuária (52) e comércio (43).

De oito setores pesquisados, apenas o de serviços registrou número de desligamentos superior ao de contratações – 280 a 315, resultado em 35 vagas extintas. No acumulado de 2010, foram gerados 921 empregos com carteira assinada em Itabuna.

ILHÉUS

Ilhéus criou 71 novos empregos formais no mês passado, segundo o ministério. Os dados são apurados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal.

Os números de Ilhéus foram mais modestos porque houve queda no ritmo de contratações na construção civil local. Houve corte de 41 vagas neste setor, resutlado direto das 28 contratações e 69 desligamentos.

Serviços (46), comércio (37) e indústria (22) foram os três setores que mais abriram novas vagas formais. Ilhéus gerou mais empregos que Itabuna em 2010: 1.174 ante 921 vagas.

A diferença é ainda maior quando computados os dados dos últimos 12 meses. Ilhéus abriu 1.603 novas vagas. Itabuna, só 903.

BAHIA

O Caged ainda revela que a Bahia gerou 7.059 empregos em outubro. Quando somados os dez meses de 2010, o estado atinge a marca de 98.024 novas vagas com carteira assinada.

ITABUNA GERA SÓ 9 EMPREGOS EM 2010

Itabuna: estagnação do emprego.

Itabuna gerou apenas nove novos empregos nos dois primeiros meses deste ano, enquanto o Brasil bate recorde na contratação de trabalhadores com carteira assinada. É o que revela levantamento feito pelo Pimenta na Muqueca no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os números estão entre os piores já obtidos pelo município desde a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do MTE, em 1992. Os dados de fevereiro são um pouquinho melhores que os de janeiro. No primeiro mês do ano, o município apresentou saldo zero na geração de empregos com carteira assinada.

O maior responsável pela estagnação foi o setor de serviços. Em fevereiro, o setor eliminou 63 postos de trabalho (288 demissões ante  225 contratações). A construção civil puxou as contratações com a abertura de 44 novos empregos no mês passado. No ano, o município contratou 1.616 trabalhadores com carteira assinada e demitiu 1.607.

EMPREGO: SITUAÇÃO É DIFERENTE EM ILHÉUS

Enquanto o município vizinho patina, Ilhéus mostra recuperação quanto o quesito analisado é a geração de novos empregos. Foram 327 novos postos de trabalho abertos em 2010, sendo 137 em fevereiro.

Os números positivos podem ser creditados ao setor industrial. No mês passado, as indústrias instaladas na Terra de Gabriela geraram 144 novos empregos (214 admissões contra 70 demissões).

O resultado de fevereiro não foi melhor por conta da área de serviços, que registrou baixa de 80 postos de trabalho. Os cortes são comuns nesse período devido à vocação turística da cidade e a proximidade do fim da alta estação.

Outros setores, como administração pública, construção civil e comércio, apresentaram números positivos. Juntos, criaram 52 novos empregos.

CAMPANHA EXPLORA GERAÇÃO RECORDE DE EMPREGOS NA BA

Alguém que já sentiu na pele as dificuldades de uma recolocação no mercado de trabalho, ainda mais depois dos 40 anos de idade, deve conhecer bem a emoção demonstrada pelo operário Carlos Nascimento. Ele é o principal personagem de uma campanha publicitária do governo baiano sobre a geração recorde de empregos em janeiro.

O estado, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, órgão do Ministério do Trabalho e Emprego, gerou 78,4% dos empregos do nordeste no primeiro mês de 2010, o equivalente a 8% de todos os empregos gerados no Brasil em janeiro.

Em vez da frieza dos números (pujantes, diga-se de passagem!), a agência de publicidade Leiaute, responsável pela conta da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), foi atrás da emoção de quem conseguiu uma colocação no mercado.

A colheita resultou nesse depoimento de seu Carlos (que você pode conferir no vídeo abaixo). É mais um daqueles trabalhos que rendem para o cliente (tá satisfeito, Galego?) e geram prêmios para quem produz. E viva a propaganda baiana.

EMPREGO: ITABUNA TEM SALDO ZERO EM JANEIRO

Contrariando as estatísticas regionais e baiana, Itabuna registrou saldo zero na geração de empregos no primeiro mês do ano. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a economia local contratou 823 trabalhadores com carteira assinada em janeiro, exatamente igual ao número de demitidos.

Os setores de agropecuária e serviços são os responsáveis diretos pelo índice zero de emprego: ambos demitiram mais que contrataram. Cada um eliminou 19 vagas.

A boa notícia é que o setor de construção civil voltou a empregar, com a criação de 28 novas vagas. O comércio abriu outras 11 (resultado da admissão de 256 comerciários ante 245 demitidos).

ILHÉUS TEM SALDO POSITIVO

O cenário foi um pouco diferente em Ilhéus, onde o conjunto da economia gerou 194 novas vagas. Os setores de comércio (53 novos postos), administração pública (54) e de serviço (67 novas vagas) puxaram o saldo para cima.

Apenas as áreas de agropecuária (-13) e construção civil (-10) cortaram vagas no mês passado. No mês passado, foram contratados 683 trabalhadores com carteira assinada e outros 489 foram demitidos em Ilhéus, informa o Ministério do Trabalho e Emprego.

Em janeiro, a Bahia gerou 14.424 novos empregos. A construção civil e o setor de serviços lideraram as estatísticas com a abertura de 4.029 e 3.972 postos de trabalho, respectivamente.

ILHÉUS SUPERA ITABUNA EM GERAÇÃO DE EMPREGO, DIZ MINISTÉRIO

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Os números saídos do forno do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério do Trabalho, revelam que o município de Ilhéus gerou mais empregos em setembro do que o seu vizinho Itabuna. A Terra de Gabriela abriu 212 novos postos de trabalho contra 169 de Itabuna. É o número mais expressivo de Ilhéus nos últimos 18 meses.

O maior responsável por este bom resultado é o setor de serviços, que abriu 319 vagas com carteira assinada e eliminou 191, gerando saldo positivo de 128 vagas.  A construção civil, com 46 novos empregos, e a indústria, com 30, foram os outros dois de melhores desempenhos no período.

Em Itabuna, foram abertas 169 novas vagas, das quais 69 na indústria, 32 no comércio, 29 na construção civil e 28 na área de serviços. No período, foram registradas 857 contratações ante 688 demissões, o que resultou nos 169 novos empregos.






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