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:: ‘camelôs’

CAMELÔS PROTESTAM CONTRA TAXA E MUDANÇA PARA A INÁCIO TOSTA FILHO

Camelôs exibem cartazes com mensagens contra prefeito de Itabuna || Reprodução

Cerca de 40 camelôs da Praça Adami fazem protesto, no plenário da Câmara de Vereadores, contra o prefeito Fernando Gomes. Os ambulantes são contrários à cobrança de taxa e à transferência da praça para um imóvel na Avenida Inácio Tosta Filho. Até há pouco, havia apenas sete vereadores no plenário, todos de oposição, aguardando a retomada das discussões sobre a mudança de regime jurídico de celetista para estatutário. Os camelôs se juntaram aos servidores municipais.

A mobilização dos camelôs contra a mudança começou por volta das 10h desta quarta (5), na Avenida do Cinquentenário, no centro, quando a avenida foi parcialmente interditada pelos ambulantes. A mudança da Praça Adami para o imóvel onde funcionava uma casa de bingos, em frente à agência dos Correios, foi anunciada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Vasconcelos, no início de agosto.

TAXA DE R$ 200,00

Numa entrevista ao PIMENTA, Vasconcelos disse que a mudança era parte das ações de reordenamento do comércio. De acordo com ele, havia proposta de cobrança de cerca de R$ 200,00 mensais de cada camelô para manutenção do imóvel, a título de condomínio.

O valor da taxa não foi fixado, mas os camelôs alegam que não têm como pagar o valor devido à provável queda nas vendas com a mudança de local. “Querem tirar a gente da Praça Adami para colocar numa avenida que não tem movimento forte e ainda cobrar por isso? Fica inviável pra gente, senhor!”, reagiu camelô que se deslocava, há pouco, da Praça Adami para a Câmara de Vereadores. Abaixo, confira vídeo da manifestação no plenário da Câmara. As imagens são de Andreyver Lima.

CAMELÔS PROTESTAM, MAS DEIXAM A AVENIDA DO CINQUENTENÁRIO

Calçada da Cinquentenário já desocupada pelos ambulantes (Foto Blog do Thame).

Calçada da Cinquentenário já desocupada pelos ambulantes (Fotos Blog do Thame).

Sob protesto, mas sem confrontos, a Prefeitura de Itabuna executou a retirada dos vendedores ambulantes da Avenida do Cinquentenário e das transversais. A partir de hoje (6), os camelôs estão proibidos de expor e vender produtos nas calçadas da principal artéria do comércio central da cidade.

Higino cobra lugar para os camelôs.

Higino: espaço para os camelôs.

No sábado (4), após uma reunião dos ambulantes com o prefeito Fernando Gomes, chegou a ser noticiado que as ruas transversais estavam liberadas para os ambulantes. Não foi o que aconteceu. Pela manhã, fiscais da Prefeitura, acompanhados da Guarda Municipal e com o reforço da Polícia Militar, impediram a instalação das barracas na área central, à exceção da Praça Adami, onde já existem toldos para os ambulantes.

O presidente da Associação dos Ambulantes, Marcio Higino, disse que havia acordo para ocupação das transversais até encontrar local para transferência dos ambulantes, já que a Praça Adami não comporta todos. “Precisamos que o prefeito nos dê atenção e definida um local onde as pessoas possam trabalhar”, afirmou.

SHOPPING POPULAR REMODELADO

Tarciso: Shopping Popular será remodelado.

Tarciso, da prefeitura, diz que Shopping Popular será remodelado.

De acordo com Tarciso Soares, diretor do Departamento de Indústria e Comércio, houve um mal entendido com relação às transversais. “Para organizar o comércio e garantir a acessibilidade das pessoas, é preciso fazer a retirada total e realizar um cadastramento  para realocar os ambulantes num novo espaço, incluindo novos toldos na Praça Adami. Tudo isso será provisório, até a inauguração do Shopping dos Camelôs”.

Questionado sobre uma data para a liberação do Shopping dos Camelôs, Tarciso disse ainda não haver definição, porque a obra, que tem problemas estruturais, precisa ser remodelada.

PROTESTO

Aos gritos de ‘queremos trabalhar, queremos trabalhar `, dezenas de ambulantes fizeram um protesto na Praça Adami. Motos que usam parte da Praça Adami como estacionamento foram retiradas para acomodar novas barracas. Com informações do Blog do Thame.

PREFEITURA RETIRA CAMELÔS DA CINQUENTENÁRIO

Calçada da Cinquentenário é ocupada por ambulantes.

Calçada da Cinquentenário é ocupada por ambulantes.

Os vendedores ambulantes receberam ordem, hoje (3), para desocupar a Avenida do Cinquentenário e transversais. A partir da próxima segunda (6), eles serão proibidos de ocupar a principal artéria comercial do centro de Itabuna.

O aviso aos ambulantes está sendo feito por meio de carro de som, pela prefeitura, nesta sexta. A medida tem aprovação dos lojistas e de pedestres, mas surpreendeu os camelôs. Isso, porque o governo ainda não informou quais espaços poderão ser ocupados pelo mercado informal. Também não diz quando será inaugurado o Shopping Popular.

No dia 29 de dezembro, o prefeito Fernando Gomes disse em entrevista coletiva que iria reordenar o comércio central. Ele citou a crise econômica e o desemprego e prometeu interferir na via quando fosse inaugurar o Shopping Popular. A inauguração, observou, dependeria de laudo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).

O RETORNO DO COMÉRCIO INFORMAL

jsoledadeJuliana Soledade | jsoledade@uol.com.br

O governo não pode e não deve manter-se com a venda nos olhos. É necessário reacender a bandeira da esperança, para nós, itabunenses desacreditados com tantos desmandos.

Inúmeras irregularidades cercam o comércio informal, desde a utilização imprópria do espaço público, passando pela falta de procedência de diversos tipos de mercadorias, até as condições precárias de trabalho.

É comum perceber, por exemplo, a Avenida do Cinquentenário e suas transversais atravancadas, bem como as calçadas e vagas de carros ocupadas com o famoso ‘camelô’, sem limite de área. A propósito, a ocupação irregular é um transtorno que prejudica o pedestre, que por vezes precisa trafegar pelas vias, expondo-se ao risco de atropelamento; ou ainda, o acúmulo de pessoas, favorecendo a ação de marginais em furtos ou assaltos.

Não fossem suficientes os entraves, há que se perceber que os ambulantes formam uma barreira visual para as lojas instaladas ao longo do comércio, inibindo a visualização das vitrines e aniquilando a sedução do consumidor, gerando insatisfações no faturamento mensal.

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CAMELÔS: PREFEITURA RECUA

Após reunião encerrada há pouco, representantes da prefeitura se comprometeram a não promover a desocupação imediata do camelódromo da avenida Amélia Amado. Diante do vereadores e camelôs, os secretários Carlos Leahy (Indústria e Comércio) e José Alencar (Desenvolvimento Urbano) definiram que a remoção começará apenas quando for definido um novo local para os camelôs.

A prefeitura também concordou com a religação da energia elétrica e a suspender o corte de árvores do entorno do camelódromo que abriga 70 empreendedores. “Optou-se pelo bom senso”, diz o vereador Wenceslau Júnior, que participou da reunião.

A avenida está sendo reurbanizada e quase um terço do canal Lava-pés será coberto. Segundo previsão do município, a primeira etapa da obra será concluída até julho deste ano, com investimento de R$ 12,8 milhões do governo federal.

CAMELÔS COBRAM DEFINIÇÃO DA PREFEITURA

Diretores da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai) encontram-se neste momento na Prefeitura de Itabuna, onde pretendem conversar com o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Veloso Leahy. A intenção é saber qual será o destino dos cerca de 70 camelôs que atuam na Avenida Amélia Amado e terão que desocupar aquela área.

Os ambulantes já foram notificados a desocupar o local, mas criticam o governo por ainda não ter indicado um novo ponto para a atividade da categoria. No domingo, 22, a Prefeitura iniciou o corte de árvores no trecho onde estão instalados os boxes dos comerciantes informais. O próximo passo será a remoção dos próprios boxes.

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PREFEITURA EXPULSA CAMELÔS

Paraíba condena falta de planejamento (foto Pimenta)

Menos de três anos depois de serem instalados em uma laje na Avenida Amélia Amado, centro de Itabuna, 76 camelôs foram notificados como infratores pela própria Prefeitura que lhes reservou aquele espaço.

No dia 17, Antônio Carlos Paraíba, presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes, recebeu o “auto de infração”, determinando que o seu box fosse desocupado até o dia 20, última sexta-feira. Outros camelôs se recusaram a receber a notificação.

Neste domingo, 22, a Prefeitura iniciou a operação desmonte na área. O trabalho começou com a equipe do setor de parques e jardins do município, que realiza a poda das amendoeiras situadas às margens do canal do Lavapés. Depois virá a derrubada das árvores daquele trecho e o desmonte dos boxes.

“Há mais de um ano, não conversamos com nenhum preposto da Prefeitura nem nos dão qualquer satisfação. Ninguém diz para onde vamos”, lamenta Paraíba.

A sina dos camelôs vem de muito tempo. Na década de 90, eles foram retirados da Avenida do Cinquentenário e instalados na Praça Otávio Mangabeira, inclusive assumindo dívidas com financiamento junto ao Banco do Nordeste.

Em 2008, a Prefeitura reformou a praça e empurrou os ambulantes para a Amélia Amado. O governo apenas construiu a laje onde estão os boxes, enquanto estes foram construídos com recursos dos próprios vendedores e a cobertura foi doada por particulares.

“Agora está pior do que nas outras vezes, porque a Prefeitura não informa para onde vamos”, reclama o presidente a Avai. Segundo ele, o único jeito será procurar a justiça.

O representante dos camelôs afirma não ser contra o projeto de macrodrenagem e reurbanização da Amélia Amado, mas critica a falta de planejamento do governo.

A "mãozinha" da Prefeitura. Há menos de três anos, camelôs foram instalados na Amélia Amado...

... e hoje são infratores (fotos Pimenta)

CAMELÔS: UM DEBATE QUE NÃO TERMINA

Ainda que haja abusos na ocupação da principal avenida de Itabuna por dezenas de barracas de camelôs, inclusive com a presença de menores (como acaba de denunciar o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Veloso Leahy), o que chama mais atenção é a absurda incapacidade do governo de conceber uma solução para o caso.

Longe disso, o governo só faz aumentar a confusão e a insegurança, sem demonstrar projeto nem unidade de propósito. Já se cogitou levar os ambulantes para o Centro Comercial. Depois se pensou na Rua Nilo Santana, praças Olinto Leone, Otávio Mangabeira, João Pessoa, Adami… E nada.

A administração não cumpre num dia o que promete na véspera e nessa toada  vai se desmoralizando cada vez mais. O fato é que, rigorosamente, ainda não se sabe o que fazer com as pessoas que vivem do comércio informal. Não porque o desejem, mas porque é a forma que têm para sobreviver.

E assim, entre cabeçadas de sua própria gestão, o prefeito ainda culpa a imprensa (é claro), como a grande responsável por todas as mazelas e frustrações dessa terra centenária. É um sábio!

“QUEM MANDA AQUI SOU EU”, DIZ AZEVEDO

Reunião com os camelôs, ontem à noite (Foto Jorge Bittencourt).

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) parecia tomar as rédeas do seu governo, ontem, diante de mais de uma dezena de vendedores ambulantes que já não mais aguentam com a novela “vai-daqui-pra-não-sei-onde”.

Os camelôs abordaram o prefeito enquanto este vistoriava as obras de revitalização da avenida do Cinquentenário. Ao seu estilo, puxou-os a um canto. “Vamos resolver isso aqui, agora. Quem manda aqui sou eu”, bradou.

Em seguida, Azevedo prometeu aos camelôs que todos seriam remanejados para a praça Adami. A conversa se deu ontem, por volta das 16h. Ciente da responsabilidade, o prefeito convocou uma testemunha para a sua palavra, o ex-empresário Hermenegildo “da Kroc”.

Duas horas depois, os ambulantes participaram de reunião com a área de Indústria e Comércio. O secretário da Pasta, Carlos Leahy, apresentou outra conversa. Disse que seria impossível todos ali, na praça prometida.

Os camelôs podem até ser “espalhados” nas transversais à avenida do Cinquentenário, devidamente organizados e com crachá. A praça João Pessoa foi descartada. A prefeitura não aguentou a pressão dos taxistas do “Cantinho da Mentira”.

A NOVELA DOS CAMELÔS

Informes chegados ao Pimenta dão conta de que a prefeitura de Itabuna decidiu abandonar, de vez, o diálogo e optou pela força na questão dos camelôs:  ou os ambulantes deixam a avenida do Cinquentenário e vão para a praça João Pessoa (em frente ao antigo Sesp) ou serão expulsos de lá na base do cassetete.

Ainda na manhã de sexta, o governo oferecia duas opções de transferência: a praça ou a Alameda da Juventude. De uma hora para outra, os digníssimos deram um “cavalo-de-pau” e abandonaram o diálogo com os vendedores ambulantes.

Líder do grupo da avenida do Cinquentenário, Márcio Higino, o “Ikita”, lamentou que a prefeitura tenha voltado atrás nas duas vezes em que fez acordos com os ambulantes. Esqueceu Ikita de que tratou com políticos. Estes, não são dados a cumprir a palavra.

CAMELÔS NÃO SÃO BANDIDOS!

Hoje, a prefeitura de Itabuna convocou o vice-presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai), Márcio “Ikita” Higino, para uma reunião no centro administrativo Firmino Alves, e exigiu-se dele que decidisse, sozinho, para onde vão os camelôs que hoje atuam na avenida do Cinquentenário.

Aqui, abrimos parêntese: na última segunda-feira, 12, a prefeitura convocou os ambulantes para justamente definir, em assembleia, para qual lugar iriam. Deu praça Camacan. E a prefeitura acordou, com tudo registrado em ata.

Voltemos à reunião de hoje, pela manhã, na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo: Foi enorme a pressão em cima do rapaz, gente humilde e uma liderança dos ambulantes. A certa altura, se disse que os camelôs terão até a próxima segunda-feira, 19, para deixar a Cinquentenário. É isso, ou sentirão o peso da repressão policial. E como se trata de um governo de militares, seria bom não duvidar da promessa, senhor “Ikita”. Mas ele resistiu.

A pressão psicológica, conforme relatos chegados a este blog, constou de tapa (nem tão leve) no ombro da liderança dos informais, seguido de um adjetivo que só os mais baixos dos senhores podem atribuir a um homem: “frouxo”.

O homem do tapinha (ou tapão) é conhecido por ser, digamos, “de fino trato”. É de família tradicional e ocupa terceiro escalão no governo. Muitos o conhecem apenas pelo sobrenome: Bittar. Disse que Ikita era frouxo e que não servia para liderar os camelôs, pois, do contrário, decidiria, sozinho, pelos demais. A ferro e fogo. Sabe como é que é, no estilo dele.

Com a calma e a resistência de Ikita – e a explicação de que ele decide, sim, mas em grupo -, os prepostos da prefeitura não tiveram outra saída a não ser oferecer duas novas opções para os camelôs. A praça Camacan foi descartada.

As novas possibilidades são a Alameda da Juventude (na Beira-Rio) e a praça em frente ao antigo Sesp, no “Cantinho da Mentira”. A decisão sai em assembleia na próxima terça, 20. Resta saber se os camelôs não serão chamados à uma nova assembleia.

(Ao secretário Carlos Leahy, da Indústria, Comércio e Turismo, e ao prefeito Capitão Azevedo, recomendamos mais atenção em relação aos seus colaboradores.)

CAMELÔS DA CINQUENTENÁRIO PREPARAM “RESISTÊNCIA”

O prefeito Capitão Azevedo poderá enfrentar uma grande manifestação dos camelôs da Avenida do Cinquentenário caso insista em descumprir acordo firmado na última segunda-feira, 12, que garante o remanejamento de 79 vendedores ambulantes para a praça Camacan.

O vice-presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai), Marcos Higino, destacou que a escolha pela praça Camacan foi feita através de votação. “A prefeitura aceitou a proposta e ficou decidido que iria fixar uma data para a remoção”, relembra.

Higino rejeita outro local que não seja a praça Camacan. “Do contrário, vão ficar onde estão e criar resistência”. A outra opção estudada é remanejar os ambulantes para as transversais da Cinquentenário, com os camelôs padronizados.

PREFEITURA DÁ ZIGNAL EM CAMELÔS

Após dar como certo que os camelôs da Cinquentenário seriam transferidos para a praça Camacan, a prefeitura de Itabuna prepara um zignal nos vendedores ambulantes.

Hoje, a conversa do secretário de Administração, Gilson Nascimento, já era outra:

– Voltar para a praça Camacan seria um retrocesso. A prefeitura ainda não deu o “ok”.

Ou seja, de nada valeu a assembleia dos camelôs, na última segunda-feira, acordada pela própria prefeitura.

O vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) critica a tentativa de zignal nos camelôs. “Qual é a alternativa, então?”, questiona, observando que a praça é mais utilizada pela população à noite e nos finais de semana e a proposta aprovada na assembleia prevê que os ambulantes fiquem na praça na faixa das 8h às 18h e, no sábado, das 8h às 14h.

A proposta original levaria os camelôs para a área de estacionamento da praça que, à noite, é utilizada por uma rede de pizzaria. O prefeito Capitão Azevedo recebeu pressão de empresários contra a proposta dos vendedores ambulantes na praça Camacan. Por isso, a reviravolta.

PRÉDIO DO FÓRUM PODE VIRAR CAMELÓDROMO

Caso vingue a proposta de construção do novo fórum da justiça estadual na área do Dnitt, já existe uma proposta para aproveitamento do imóvel hoje ocupado pelo Fórum Ruy Barbosa, no centro de Itabuna.

O novo fórum tem tudo para ser construído na área do antigo DNER, próximo ao Centro Administrativo Firmino Alves, uma vez que há a vontade do diretor do órgão na Bahia, Saulo Pontes, de fazer a transferência da área.

“Isso deixaria vago o atual prédio do fórum, que poderia ser aproveitado para abrigar os ambulantes, basta, caso seja confirmado esse novo fórum na área do Dnitt, que a prefeitura negocie com o Tribunal de Justiça da Bahia”, observa o economista Rosivaldo Pinheiro, autor da proposta.

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GAC VAI PROTESTAR CONTRA CAMELÓDROMO

Segundo informações de membros daquela honrosa irmandade, o Grupo de Ação Comunitária de Itabuna vai gritar contra a mudança do camelódromo de Itabuna para a Praça Otávio Mangabeira.

Na reunião da próxima sexta, como de hábito em um almoço no restaurate Palace Bistrô, os integrantes do GAC vão abordar o “revertério” na questão do comécio informal de Itabuna.

É certo que a medida enfrenta forte oposição no grupo, que poderá pressionar o vacilante prefeito Azevedo.

CAMELÔS VOLTAM PARA A PRAÇA CAMACAN

Acordo saiu em reunião nesta noite (Foto Jorge Bittencourt).

Os camelôs da avenida do Cinquentenário serão remanejados para a praça Octávio Mangabeira (Camacan), segundo acordo registrado em ata e assinado por representantes da prefeitura e dos ambulantes. A mudança será concluída até a próxima segunda, 19.

A reunião foi realizada no auditório do Sindicato dos Comerciários nesta noite de segunda-feira, 12. Dela, participaram ambulantes, o secretário de Indústria e Comércio, Carlos Leahy, e o vereador Wenceslau Júnior.

Há pouco mais de uma semana, a prefeitura de Itabuna havia anunciado a transferência dos 68 camelôs da avenida do Cinquentenário para o Centro Comercial.

Os ambulantes pressionaram o governo e conseguiram, na semana passada, marcar uma reunião para esta segunda-feira, decisiva. O novo local será provisório, no aguardo da velha e prometida “recauchutagem” do Centro Comercial.

Ambulantes vão para a praça Camacan (Foto Jorge Bittencourt).

CAMELÔS FICAM NO CENTRO

Os vendedores ambulantes que ocupam as calçadas da avenida do Cinquentenário não serão mais removidos para o Centro Comercial. Essa foi a primeira decisão tomada durante encontro entre os representantes dos camelôs e o secretário de Indústria e Comércio, Carlos Leahy, nesta manhã.

Eles serão removidos da Cinquentenário para a rua Nilo Santana, que liga a praça Manuel Leal à Cinquentenário, ou para o estacionamento da praça Camacan. As duas propostas serão votadas em reunião marcada para a próxima segunda-feira, 12, às 18h30min, no auditório do Sindicato dos Comerciários de Itabuna.

O presidente da Associação dos Camelôs da Cinquentenário, Márcio Higino da Silva, diz que 68 ambulantes cadastrados atuam na avenida. Eles pressionaram o governo ao saber que seriam transferidos para longe. “O centro comercial seria inviável (economicamente) para nós”, observa Márcio.

ENTREGA EM DOMICÍLIO

O umbu será entregue na residência de um cliente.

O umbu será entregue na residência de um cliente.

O nobre leitor deve lembrar da revolta do umbu, ocorrida ontem, na avenida do Cinquentenário. Pois é. O secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy, disse que todo o produto esparramado na avenida foi recolhido e será entregue na residência de um dos clientes do ambulante que sofreu a ação nefasta do fiscal da Indústria e Comércio.

É que, na versão levada ao secretário, a mercadoria teria sido lançada ao chão pelo revoltado cliente – o que é desmentido por testemunhas. Por via das dúvidas, o secretário ordenou a entregue em domicílio, lá na Mangabinha.

UMBUZADA NA CINQUENTENÁRIO

Os umbus do ambulante foram espalhados pela rua, causando revolta de populares

Os umbus do ambulante foram espalhados pela rua, causando revolta de populares

Cidadão vendia seu umbu tranquilamente na avenida do Cinquentenário, próximo ao HSBC, quando recebeu a visita de um fiscal da prefeitura.Todo mundo sabe que essas abordagens da fiscalização não são nada agradáveis – dizem que até fiscal armado de revólver existe. Mas a intervenção de hoje extrapolou os limites.

O homem do ‘rapa’ nem quis saber se seu chefe, o secretário da Indústria e Comércio, Carlos Leahy, prometeu levar todos os ambulantes para o centro comercial e já foi derrubando o tabuleiro do rapaz.

Isso mesmo, leitor. Derrubou toda a mercadoria, mas algo inusitado aconteceu. Encorajados por um cidadão que resolveu tomar as dores do ambulante, populares que presenciaram a cena iniciaram um ‘linchamento a umbus’ contra o fiscal, atirando-lhe as frutas que ele mesmo havia jogado na rua.

Foi uma verdadeira umbuzada pra cima do barnabé. O vendedor perdeu tudo, mas o fiscal deve estar, nesse momento, cheio de galos na cabeça.

CAMELÔS VÃO PARAR NO CENTRO COMERCIAL

Os vendedores ambulantes de Itabuna serão transferidos para o Centro Comercial. A mudança visa liberar a área central de Itabuna, acabando com a concorrência com os comerciantes e a poluição visual da “favela” criada por Fernando Gomes na avenida Amélia Amado.

O Centro Comercial passará por uma grande reforma, segundo o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy. “O centro comercial receberá obras de saneamento e urbanização e pode funcionar como um grande shopping popular”.

São cerca de 170 pequenos comerciantes informais no centro da cidade, sendo que pelo menos 82 deles estão espalhados pela avenida do Cinquentenário – os restantes estão alojados na Amélia Amado.

“A proposta da prefeitura é melhorar o aspecto da cidade, oferecendo conforto e segurança a comerciantes e consumidores e, principalmente buscar soluções em conjunto que venham contribuir para a melhoria da qualidade de vida de toda a população”, explica Leahy.

E, claro, “limpar” o centro para o centenário.






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