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:: ‘capital’

A VIDA E OS CICLOS QUE NOS CERCAM

rosivaldo-pinheiroRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

Foquemos na prática do bem e lutemos a partir dos nossos lares por uma cidade e um país melhores. Não nos deixemos cair em tentação e sigamos na busca por ciclos que nos façam cidadãos e cidadãs com maior inserção no mundo das coisas positivas.

 

O ano está terminando e com ele vem a certeza da realização de alguns planos, o registro de alguns nascimentos, a não realização de objetivos traçados e a despedida de pessoas importantes para a nossa comunhão. São os ciclos da vida…

Além deles, os ciclos da vida em comunidade: o nosso país e a clara realidade de classes jurídica e política envoltas em um tsunami de problemas, a corrupção e a teia de interesses ramificada nos mais altos escalões e estruturas de decisões. Ciclos da ganância.

Assistimos ao perdão de dívidas de grandes empresários. A fixação de teto para despesas com saúde, educação e seguridade social, reforma da previdência e leis trabalhistas. Ciclos do capital.

Estamos vivendo um momento que nos impacta diante das centenas de narrativas que nos deixam boquiabertos ao percebermos quanto de dinheiro é surrupiado dos serviços essenciais. São tantos os casos que já não conseguimos reagir com tenacidade, nos sentimos fracos, oprimidos e incrédulos. Ciclos do silêncio.

Um novo ano bate à nossa porta… Esperamos que sejam estabelecidos novos paradigmas e que nossas vidas melhorem. Precisamos continuar nossas lutas, vencer os desafios que aparecerão no caminho e estabelecer objetivos novos. Manter a fé na vida e no que virá será o que nos fortalecerá no percurso da vida. Ciclos da existência.

Foquemos na prática do bem e lutemos a partir dos nossos lares por uma cidade e um país melhores. Não nos deixemos cair em tentação e sigamos na busca por ciclos que nos façam cidadãos e cidadãs com maior inserção no mundo das coisas positivas.

Feliz Ciclo Novo!

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades pela Uesc.

JÁ SABE O QUE PRECISA FAZER

Ricardo Ribeiro | redacao@pimentanamuqueca.com.br

 

Se pretende fazer mudanças para tornar Brasília imune às serpentes, Dilma está certíssima. Resta saber como irá operar tal milagre.

 

Com um ano e três meses de governo, a presidente Dilma Rousseff já sabe o que precisa fazer para dar um rumo à sua gestão e, o que se espera, colocar o País nos trilhos. Dilma concedeu excelente entrevista à Veja, publicada neste fim de semana, na qual demonstra consciência de seu papel e também uma surpreendente maturidade política.

Questionada sobre a incrível instabilidade de seu ministério (12 substituições em 15 meses), Dilma não titubeou. Disse, com outras palavras, que o problema não é simplesmente quem ocupa o cargo, mas sim a estrutura da administração. Para a presidente, é necessário aumentar a transparência dos procedimentos para evitar que as instituições fiquem vulneráveis diante das fraquezas humanas. E estas são conhecidas desde que aquela serpente conseguiu atrair Eva para as delícias da liberdade sem limites. Se pretende fazer mudanças para tornar Brasília imune às serpentes, Dilma está certíssima. Resta saber como irá operar tal milagre.

Perguntaram à Dilma quando ela sente que ser uma mulher na Presidência faz diferença e ela respondeu, com um misto de ironia e impaciência para questões ociosas: “de manhã, quando me olho no espelho”. Também lhe perguntaram se era difícil substituir Lula e a presidente respondeu: “não”, acrescentando ter aprendido muito com o antecessor, com quem chegava a despachar mais de dez vezes por dia quando foi ministra da Casa Civil.

Sobre suas dores de cabeça com o Congresso, a presidente negou a existência de crise a afirmou que é natural, na relação entre os dois poderes, o Executivo ganhar, mas também perder. Demonstrou apreço às relações políticas republicanas e condenou o toma-lá-dá-cá, ao qual ainda tem que ceder em nome da tal governabilidade. Mas prometeu que seu legado será um Brasil menos sujeito ao apetite dos Sarneys, Calheiros e Temers. Não deu nome aos bois, mas foi como se o tivesse feito.

Acerca da economia, Dilma reafirmou que não defende o protecionismo, lembrando que tal política retardou o desenvolvimento do Brasil na década de 80, quando havia barreiras à importação de equipamentos de ponta. Por outro lado, comprometeu-se a adotar uma série de medidas para fortalecer a indústria nacional e fazer o País deixar de ser um mero exportador de commodities. Mais: enviou ao cambaleante G8 o recado de que o Brasil não quer seu capital especulativo.

Enfim, na conversa com a Veja Dilma mostrou que sabe exatamente o que precisa ser feito. Agora, mãos à obra!

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA.

COMISSÃO APROVA TRANSFERÊNCIA DE CAPITAL DO BRASIL

Natal quer Porto Seguro como capital brasileira em um dia do ano

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 13, o projeto de lei que propõe a transferência da capital federal, em um dia do ano, de Brasília para Porto Seguro. A proposta é de autoria do deputado Jânio Natal (PRP).

A intenção do parlamentar, com a transferência simbólica da capital brasileira, é fazer homenagem à cidade que é considerada a terra do descobrimento. A data em que Porto Seguro se tornaria sede provisória do País seria todo dia 22 de abril, historicamente reconhecido como o dia em que a esquadra de Pedro Álvares Cabral chegou à costa do extremo-sul baiano.

O texto segue para votação no plenário da Câmara e ainda passará pelo Senado.








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