• WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
    cenoe





    dezembro 2018
    D S T Q Q S S
    « nov    
     1
    2345678
    9101112131415
    16171819202122
    23242526272829
    3031  

    editorias






    :: ‘Carlito do Sarinha’

    BLOCO AZEVEDISTA MOSTRA A CARA

    Ronaldão, Carlito e Gegéu votam a favor de contas de Azevedo.

    Ronaldão, Carlito e Gegéu: a favor de Azevedo.

    Azevedo teve contas rejeitadas pelo TCM.

    Azevedo teve contas rejeitadas pelo TCM.

    Os vereadores Ronaldo Geraldo, o Ronaldão (DEM), Carlito do Sarinha (PTN) e Gegéu Filho (PMN) votaram contra parecer do vereador José Silva (PSDB) ao analisar as contas de 2011 do ex-prefeito Capitão Azevedo. Assim como Zé Silva, o trio foi eleito na base de apoio ao ex-prefeito.

    As contas de Azevedo foram reprovadas por causa de diversas irregularidades cometidas pelo governo do ex-prefeito. Zé Silva analisou as contas e cravou em seu parecer que as mesmas apresentam vícios insanáveis. O trio acima (fotos) não viu – ou desconsiderou – isso e conseguiu derrubar o parecer de Zé Silva.

    A PILHA DE CARLITO

    Líder do PCdoB na Câmara, o vereador Jairo Araújo usou o pequeno expediente na sessão desta segunda, 25, para puxar a brasa para a sardinha dele. O PCdoB completou 91 anos de fundação. Estava lá, discursando, quando o vereador Carlito do Sarinha (PTN) pilheriou:

    – O PCdoB estava presente nas manifestações em que colocavam chiclete nos cadeados e fechaduras das lojas?

    VEREADORES TROCAM ACUSAÇÕES NA CÂMARA

    Carlito atacou Solon, que também foi fuzilado pela colega Carmem (Montagem Pimenta).

    Carlito atacou Solon, que também foi fuzilado pela colega Carmem (Montagem Pimenta).

    – CARLITO DIZ QUE SOLON É COVARDE
    – COLEGA REBATE E DIZ QUE CARLITO FALSIFICOU DOCUMENTOS
    Carlos Coelho, o cassado, foi pivô da troca de gentilezas no plenário.

    Carlos Coelho, o cassado, foi pivô da troca de gentilezas no plenário.

    O plenário da Câmara de Itabuna foi transformado em palco para troca de acusações entre os vereadores Solon Pinheiro (DEM) e Carlito do Sarinha (PTN). O bate-boca começou quando Nadson Monteiro (PPS) utilizou-se do pequeno expediente para dar boas-vindas a Solon, que retorna à Câmara após a Justiça Eleitoral cassar o mandato do médico Carlos Coelho (DEM).

    Carlito usou do seu tempo para acusar Solon de ter conspirado para tirar o mandato de Coelho:

    – O vereador Solon armou [contra Carlos Coelho]. Não dou nem boa nem (sic) mau-vinda a ele. Carlos Coelho é homem de bem, conceituado. Você é covarde. Política se faz com honestidade.

    A sequência de golpes foi complementada pela vereadora Carmem do Posto (PR). Apesar de afirmar que não criticaria o colega de legislatura, Carmem fuzilou:

    – Seu passado, aqui, é negro. Que moral você tem? – questionou.

    Carmem fazia alusão ao envolvimento do vereador Solon Pinheiro com envolvimento em fraude com crédito consignado e com a Farra das Diárias, que resultou no afastamento preventivo de todos  os vereadores da legislatura passada, logo após as eleições municipais, em outubro.

    Após a sessão de ataques, Solon tentou sair das cordas. Respondeu que Carlito e Carmem precisavam estudar mais por que ele conseguiu a vaga de vereador ao provar que Carlos Coelho havia comprado votos e foi cassado por isso, além de abuso de poder econômico. E, no final, sobrou para Carlito.

    – Carlito, o senhor ficou inelegível por oito anos justamente por falsificar documentos – disse Solon, lembrando do processo em que o colega não conseguiu comprovar escolaridade e recorreu a declaração falsa de conclusão do Ensino Fundamental.

    Resta saber qual será o posicionamento da Comissão de Ética da Câmara. Pelo Regimento Interno, a troca de acusações pode resultar em punições que vão ate a perda de mandato por quebra de decoro parlamentar.

    O BISPO E O PC DO B

    Marco Wense

    Por dedução, diria que o candidato do bispo Marinho é César Brandão, do PPS da simpática Mariana Alcântara, legenda que acompanhou Vane sem titubear.

    Na entrevista que concedeu ao Diário Bahia, na edição do último fim de semana, o deputado Márcio Marinho adotou uma postura pacificadora em relação aos questionamentos envolvendo o PCdoB.

    O evangélico parlamentar, candidato à reeleição, conhecido como bispo Marinho da Igreja Universal (IURD), reconhece a importância da legenda comunista na vitória de Claudevane Leite.

    A maior liderança do PRB na Bahia sabe que o apoio do futuro prefeito de Itabuna será compartilhado com Davidson Magalhães, pretenso candidato a uma vaga na Câmara Federal.

    “O PCdoB ajudou na construção da vitória de Vane e é mais do que legítimo que queira fortalecer o grupo”, disse Marinho ao responder sobre a natural pré-candidatura do presidente da Bahiagás.

    O PCdoB caminha no mesmo sentido. Em tom conciliador vai dizer que o apoio do bispo, garantido a legenda do PRB, depois que Vane foi preterido pelo PT, foi fundamental para o sucesso eleitoral do então candidato.

    Que essa paz permaneça na indicação dos nomes que irão compor o governo. Que o relacionamento entre o PRB e o PCdoB seja marcado pela transparência, civilidade e bom comportamento político.

    MARINHO E O LEGISLATIVO

    Nas entrelinhas, o bispo Márcio Marinho deixou claro que é contra a candidatura do pastor Francisco à presidência da Câmara de Vereadores de Itabuna.

    Depois de deixar um resquício de esperança no ar, dizendo que “nada impede”, o bispo disse: “… mas ele está no primeiro mandato e a responsabilidade é grande”.

    A declaração do deputado Marinho animou os vereadores que não são marinheiros de primeira viagem, como Ruy Machado, Júnior Brandão, Carlito do Sarinha e César Brandão.

    Do quarteto, é evidente que Júnior Brandão, por ser do PT, é carta fora do baralho. Carlito apoiou a reeleição do capitão Azevedo. Ruy Machado é um enigma.

    Por dedução, diria que o candidato do bispo Marinho é César Brandão, do PPS da simpática Mariana Alcântara, legenda que acompanhou Vane sem titubear.

    ESCLARECIMENTO

    Pela segunda vez – e última – esclareço que não sou jornalista, repórter ou qualquer coisa do ramo. Sou apenas um modesto colaborador do Diário Bahia e do conceituado e cada vez mais lido Pimenta na Muqueca.

    Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

    OS DOIS CHATÔS

    Marival Guedes | marivalguedes@yahoo.com.br

    O antigo Diário de Pernambuco já pertenceu ao poderoso grupo Diários Associados, comandado por Assis Chateaubriand. Um filho do velho Chatô assumiu a direção do jornal que tinha muitos funcionários antigos. Para não demiti-los, por causa das altas indenizações, arranjou funções mais leves pra eles.

    Para o gráfico Anísio, um negro alto e forte, colocaram uma mesa e uma cadeira na porta da sala do diretor Albuquerque  (que contou este caso ao jornalista Ramiro Aquino) para fazer triagem entre as pessoas que pretendiam falar com o administrador.

    Um dia Chateaubriand foi à sala de Albuquerque e flagrou Anísio debruçado sobre a mesa, dormindo. Entrou enfurecido na sala e determinou ao diretor: “dê-lhe uma advertência verbal, na reincidência uma reprimenda por escrito e, na terceira, ponha-o no olho da rua.”

    Albuquerque, experiente administrador e velho amigo de Anísio, argumentou: “veja, bem chefe, o homem tem 46 anos de casa e a indenização não vai ser pouca coisa…”. Chatô refletiu: “É, neste caso, vamos pisar macio pra não acordá-lo.”

    O CHATÔ DA REGIÃO

    Quando li Chatô,o rei do Brasil, o também controvertido Manuel Leal dono do jornal A Região, assassinado em 14 de janeiro de 1998, estava vivo. Na legislatura 1997/2000, os vereadores Hamilton Gomes e Carlito do Sarinha se desentenderam. O primeiro era agressivo e treinava boxe em sacos de areia. Já o segundo, magro igual um faquir. Hamilton decidiu terminar a discussão desferindo um soco em Carlito.

    Na edição seguinte, o jornal A Região publicou que Carlito havia aplicado uma surra em Hamilton. Teve até charge.

    Hamilton foi “tirar satisfações” com Manuel Leal. A resposta de Leal foi bem ao estilo Chatô: “Hamilton, no meu jornal amigo meu não apanha, só bate.”

    ENTREVISTA

    Certa vez fui entrevistar Leal. Quando entrei na sala, o cumprimentei: “bom dia, Mau-nuel”. E ele, no ato: “bom dia, Mau-rival”. Transcrevo um trecho da entrevista:

    Leal você faz imprensa marron?

    – Não, meu jornal é vermelho magenta.

    Mas você costuma atacar as pessoas…

    – Quem não quiser ser denunciado, ande direito.

    São vários os comentários que você faz jornalismo apenas por dinheiro.

    – O jornal tem custos.

    Mas jornal não é armazém de secos e molhados.

    – Mas no final do mês os jornalistas querem dinheiro. Principalmente os comunistas, estes são os mais exigentes.

    Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA às sextas-feiras.

    SUCESSÃO

    Marco Wense

    A sucessão municipal de 2012 já começou. As duas maiores dúvidas são em relação ao prefeito Azevedo e ao nome do PT. O democrata (DEM) é candidato à reeleição? Juçara Feitosa ou Geraldo Simões?

    Os partidos sabem que para ter assento na mesa das negociações, com uma candidatura a vice-prefeito ou reivindicando secretarias em troca do apoio, é preciso ter grupo político forte.

    O PT, DEM e o PMDB, respectivamente com Geraldo Simões, José Azevedo e Fernando Gomes, são os protagonistas do jogo sucessório. Tem também o PCdoB de Davidson Magalhães, Luís Sena e do vereador Wenceslau.

    O PDT, agora com a comissão provisória presidida pelo ex-vereador Carlito do Sarinha, tem na retaguarda os deputados coronel Santana (estadual) e Félix Mendonça Júnior (federal).

    O Partido da Social Democracia Brasileira, o PSDB do jornalista José Adervan, ainda triste com a derrota de José Serra, tem o deputado estadual Augusto Castro.

    Pode acontecer um partido sair da condição de coadjuvante para a de protagonista, basta lançar um candidato – um bom candidato – que não tenha nenhum vínculo político com o geraldismo, fernandismo e o azevismo.

    ALÔ, ALÔ!

    – Alô, Fernando, aqui é Azevedo!

    Assim que foi eleito prefeito de Itabuna, o Capitão Azevedo ligou para Fernando Gomes e pediu sua opinião sobre a composição do secretariado.

    “Só recomendo a permanência de dois: Geraldo Pedrassolli (Fazenda) e Gustavo Lisboa (Educação)”, disse o então melancólico chefe do Centro Administrativo Firmino Alves.






    WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia