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:: ‘César Borges’

LADRÕES INVADEM E ASSALTAM CASA DO EX-MINISTRO CÉSAR BORGES

Ministro teve casa de praia assaltada em Vera Cruz.

Ministro teve casa de praia assaltada em Vera Cruz.

Seis homens encapuzados e armados invadiram um condomínio residencial e assaltaram familiares do ex-ministro César Borges na tarde de domingo (25), em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica (BA). O crime foi registrado pelo delegado titular do município, Lúcio Ubiracê. Até o ano passado, César Borges ocupava o cargo de ministro na Secretaria de Portos da Presidência da República.

Segundo a polícia, as vítimas comemoravam aniversário de uma das filhas do político na área externa da casa, próximo a uma piscina. A ação durou cerca de cinco minutos e ninguém ficou ferido. O G1 não conseguiu contato com César Borges.

Conforme Major Dias, comandante da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), a situação ocorreu por volta das 16h20 do domingo. “Eles estavam armados com pistolas e simulacros de arma [armas de brinquedo], quando abordaram todos que estavam na área externa da piscina e levaram celulares, tablets e correntes de ouro. A ação foi muito rápida”, relata.

De acordo com o delegado Lúcio Ubiracê, César Borges não estava com os familiares no momento em que o crime aconteceu. “Ele estava no cômodo superior e não presenciou. Existe uma porta próxima à piscina e não estava devidamente trancada. Quando a maré está baixa, facilita o acesso pelo manguezal de outras pessoas. Isso possibilitou o crime”, afirma o delegado.

BAHIA TERÁ R$ 5 BILHÕES EM INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA, DIZ MINISTRO

Wagner, dfadfdafdaf (Manu Dias/GovBA).

Borges e Wagner (ponta direita) discutem investimentos (Manu Dias/GovBA).

O governo federal projeta investir R$ 5 bilhões em infraestrutura logística na Bahia em um prazo de cinco anos, segundo afirmou ao governador Jaques Wagner o ministro dos Transportes, César Borges. A apresentação foi feita ontem, 2, na Governadoria, em audiência que também contou com a participação do secretário estadual de Infraestrutura, Otto Alencar.

Os R$ 5 bilhões contemplam investimentos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e manutenção e construção de rodovias federais. Borges citou a duplicação da BR-101 no entroncamento com a BR-324 até Sergipe e de Eunápolis até a divisa com o Espírito Santo. Não houve citação às obras de duplicação da BR-415, trecho Ilhéus-Itabuna.

RDC AFUGENTA EMPRESAS E ATRASA OBRAS FEDERAIS

Do Brasil Econômico

O Regime Diferenciado de Contratação (RDC), criado pelo governo federal para realizar obras para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 em regime de urgência, está afugentando empresas contratadas sob o modelo. De acordo com associações de empreiteiras, elas têm evitado e até desistido de celebrar contratos feitos neste molde.

Somente no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), 28 obras foram aprovadas pelo RDC neste ano, em um total de R$ 1,5 bilhão. Nenhum dos contratos foi assinado.

Desde 2012, R$ 3,5 bilhões foram aprovados, mas apenas R$ 1,1 bilhão será pago. Os R$ 2,4 bilhões restantes são de companhias que, após reavaliar os projetos depois de vencer a concorrência, desistiram de assinar o acordo.

Apimentada – A notícia publicada pelo Brasil Econômico é ruim para o Sul da Bahia. Baseando-se na aplicação do RDC, o ex-ministro dos Transportes Paulo Sérgio Passos apostava no início das obras de duplicação da Ilhéus-Itabuna (BR-415) ainda neste ano. Resta saber qual a saída a ser encontrada pelo governo para este imbróglio.

METEOROLÓGICA…

Amarildo PR e PT

12 ANOS DEPOIS

cesar borgesO ex-governador César Borges assume, hoje, 2, o Ministério dos Transportes. A posse ocorre mais de 12 anos depois de o agora ministro afirmar que água e óleo não se misturavam. Foi na eleição municipal de 2000 em Itabuna, para justificar que o governo estadual não faria concessões à oposição, à época liderada pelo deputado federal Geraldo Simões (PT). Borges apoiava o então pefelista Fernando Gomes, que disputava reeleição – e perdeu.

O tempo passou e César Borges não só participa da mistura. Se beneficia dela. O ex-governador já estava na vice-presidência do Banco do Brasil desde maio do ano passado – e em 2010 esteve próximo de ser o vice do governador Jaques Wagner. As negociações em torno de César Borges envolvem o apoio do PR à reeleição de Dilma e a participação do partido do ex-governador nas alianças governistas no Estado.

MORRE PAI DO EX-SENADOR CÉSAR BORGES

O empresário e ex-deputado Waldomiro Borges de Souza, pai do ex-senador César Borges, faleceu na manhã deste sábado (13), aos 94 anos. O sepultamento será às 17h, no Cemitério São João Batista, em Jequié.

Waldomiro Borges foi prefeito de Jequié entre 1967 a 1971 e, por duas vezes, atuou como deputado estadual, entre 1975 e 1979 e entre 1979 e 1983. Informação do Bahia Notícias.

A MISTURA DE ÁGUA E ÓLEO

O ex-governador César Borges assumiu na terça-feira, 15, a vice-presidência de Governo do Banco do Brasil, confirma a instituição em nota. O político baiano se tornou célebre, no Sul do Estado, pela frase: “Água e óleo não se misturam”, dita nas eleições de 2000 quando, na qualidade de governador, visitava a cidade para apoiar o ex-prefeito Fernando Gomes.

O ex-governador se referiu à impossibilidade de união política entre PT e o então PFL que disputavam a Prefeitura de Itabuna. Desde que foi batido nas eleições de 2010 ao Senado Federal que Borges estava sem cargo público. Atualmente é dirigente estadual do Partido da República (PR), que apoia o governo da Presidente Dilma Roussef (PT) em nível nacional.

TROCA-TROCA NA POLÍTICA ILHEENSE

As nuvens da política estão se movimentando como nunca neste mês de agosto, a pouco mais de 30 dias para a filiação de quem pretende ser candidato nas próximas eleições. Algumas mudanças prometem “dar o que falar”…

Dono de uma das maiores audiências do rádio regional, Gil Gomes pretende colocar o nome à prova na sucessão do prefeito Newton Lima. Gil pertenceu durante anos ao grupo jabista, do qual está se desligando para filiar-se ao PSDB, após um convite que partiu do deputado estadual Augusto Castro.

A ida do radialista para o QG tucano é praticamente uma recomendação para que o vice-prefeito Mário Alexandre se retire o quanto antes do partido. A avaliação é de que Marão sempre ficou em cima do muro, seguindo a lição materna de acender vela para todos os santos (no sentido figurado, é claro, porque a família é evangélica). Por ser mais liso que quiabo ensaboado, o vice-prefeito tornou-se persona non grata até mesmo para os tradicionais muristas tucanos.

Outro que muda de partido nos próximos dias é o incansável Cacá Colchões. Atualmente no PR, com as bênçãos do ex-senador César Borges, Cacá muda para o PMDB com promessa de apoio firme de Geddel Vieira Lima. Borges, que apoiou a candidatura do quase ex-republicano a deputado estadual no ano passado, não está gostando nada dessa movimentação.

O troca-troca atingirá também o PT, de onde o suplente de vereador Rafael Benevides partirá em busca de sombra no PP de Jabes Ribeiro. Para os observadores do cenário político ilheense, isso significa que Cezar Benevides, o popular Cezar Cão, pai de Rafael e coordenador do serviço de limpeza pública de Ilhéus, volta a fazer parte do grupo jabista.

Assistindo a tanto sassarico, o ilheense fica com a certeza de que essa política é realmente um negócio “do cão”.

CERIMONIAL E TRUCULÊNCIA NÃO COMBINAM

Ramiro Aquino

O cerimonial do governador chegou a Itabuna três dias antes, trocamos ideias e gentilezas, só estragadas quando o Bispo Dom Ceslau foi barrado na UTI por um segurança “qualificado” do governo.

Alguns episódios recentes, e outros nem tanto, me inspiraram a escrever este artigo, que trata de um assunto de área onde atuo, no caso o cerimonial. Por definição e por tradição, cerimonial é um conjunto de normas de conduta e de comportamento em público ajustados por lei e algumas condições indispensáveis de etiqueta e de respeito às relações sociais, sejam no âmbito privado ou público.

Os últimos governos da Bahia, desde o longo domínio carlista (mais acentuado com Paulo Souto) aos dias hoje (quinto ano da gestão Wagner), têm dado demonstrações de uma truculência inimaginável quando se trata dessas relações. Nem ACM, reconhecidamente grosseiro em suas atitudes, tinha equipes do seu cerimonial ao nível do que já vimos e acompanhamos nos dois governos de Paulo Souto e no recente governo Wagner.

Como atuo na área, frequentemente sou contratado para realizar eventos que contam com a presença do governador. Aprendi, desde Souto, que é exigência na área governamental, usar o cerimonial do governo nas atividades em que o maior mandatário baiano esteja presente. Nada contra. Acho até um cuidado especial para que se preserve o governador e ele não sofra qualquer tipo de constrangimento. O que não é admissível é que o cerimonial do governo atropele as convenções sociais, a lei e as regras mais elementares de convivência, como nos exemplos a seguir.

O primeiro exemplo é positivo (para não dizerem que não falei de flores) e vem, imaginem, da cúpula carlista. Maio de 2000, inauguração do Jequitibá com as presenças do governador César Borges e do senador ACM. Uma semana antes o cerimonial do governo fez contato com o shopping pedindo o roteiro da solenidade. Como responsável pelo ato encaminhei o material para o governo, que o aprovou sem restrições apenas com uma exigência: que as demais autoridades e os anfitriões usassem traje esporte, já que o governador, o senador e sua comitiva, estariam assim trajados. O evento foi tranquilo.

Um segundo episódio foi no governo Paulo Souto. Inauguração da Fábrica Inaceres, em Uruçuca. Fui contratado para conduzir a cerimônia, mas adverti aos dirigentes da empresa que se o governador estivesse presente o cerimonial seria dele. Mas Paulo Souto não trouxe um mestre de cerimônia e sim um locutor de comícios, arrogante e mal educado, mal trajado e sem qualquer conhecimento de cerimonial. Por conta do seu despreparo deixou de chamar para o palanque o Embaixador do Equador, país sócio e investidor da Inaceres e, mais que isso, representante de um país estrangeiro. O avisei da gafe.  “E agora o que é que eu faço” perguntou-me, não tão arrogante como na chegada. “Assuma a culpa, peça desculpas e chame o homem”, respondi-lhe.

As mais recentes são dedicadas ao cerimonial do governo Wagner. Em 2009 a Santa Casa inaugura a nova UTI com a presença de Jaques Wagner. O cerimonial do governador chegou a Itabuna três dias antes, trocamos ideias e gentilezas, só estragadas quando o Bispo Dom Ceslau foi barrado na UTI por um segurança “qualificado” do governo (segundo consta um tenente coronel da PM), que não identificou a autoridade religiosa nem pelo anel, o colarinho clerical, a cruz peitoral ou pela mitra (chapéu), que os bispos usam. Ignorância pura.

Para encerrar a série de truculências fui convidado para conduzir a cerimônia de inauguração do SEST/SENAT. Novamente adverti: “o cerimonial será do governo”. Por se tratar de cerimônia padrão em suas inaugurações o roteiro que foi para as mãos do mestre de cerimônia governamental seguia esse padrão. Mas ele atropelou tudo: não exibiu o vídeo sobre a unidade, não leu um texto sobre o SEST/SENAT, não pediu o Hino Nacional. E mais: se armou uma trama para o prefeito Azevedo não usar da palavra, felizmente abortada pela pronta intervenção dos dirigentes do SEST/SENAT, Carlos Knitel à frente.

E mais: Wagner Chieppe, da Viação Águia Branca, um dos principais responsáveis pela vinda da unidade para Itabuna, ficou esquecido, em pé, sem qualquer gentileza, nem citação dos oradores, não fossem os pronunciamentos do prefeito Capitão Azevedo e de Carlos Knitel, que fizeram justiça, numa tarde de tantos equívocos protocolares.

Ramiro Aquino é cerimonialista, membro do Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo, jornalista e radialista.

DEZ ANOS DE UM TRISTE EPISÓDIO

Há uma década, estudantes que protestavam em Salvador contra o cenário político daquela época, e destacando particularmente o episódio da violação do painel eletrônico do Senado, foram brutalmente reprimidos pela Polícia Militar. Do governo carlista da época (o governador era César Borges), partiu a ordem para que a manifestação fosse coibida, se necessário, como se viu, com violência.

Na próxima sexta-feira, 3 de junho, às 16 horas, acontece na reitoria da Ufba o lançamento do livro e da exposição “Esta Bahia nunca mais”, que retrata aquela página triste da história baiana. O livro contém imagens registradas pelo repórter fotográfico Wandaick Costa, além de textos de personagens do protesto de maio de 2001 e convidados.

O INTRIGANTE ASSALTO NA CAMPANHA DE 2002

Marival Guedes | marivalguedes@yahoo.com.br

Os brutos também choram. Leonelli, apesar de toda a brutalidade política, não conteve as lágrimas ao ouvir de um correligionário que aquilo era “armação”.

Começo pelo cenário político baiano na época: em abril o vice-governador Otto Alencar tomou posse substituindo César Borges, que renunciou para candidatar-se ao senado. Antônio Carlos Magalhães estava desempregado.  Renunciou ao mandato por causa da sua estripulia no Senado, a fraude no painel de votação. Candidatou-se novamente.

O PSB lançou Itaberaba Lyra ao governo, Ruy Corrêa (Senado), Domingos Leonelli (deputado federal) e Lídice da Mata à reeleição na Assembléia Legislativa. Anthony Garotinho (PSB) era candidato à presidência da República e precisava de um palanque na Bahia, por isso entrou em contato com o presidente da legenda Domingos Leonelli.

O ASSALTO

Depois de combinar por telefone com Garotinho, Leonelli voou ao Rio para buscar a primeira parcela do dinheiro da campanha. No retorno, pegou seu carro, foi à casa de uma amiga com a pasta com o dinheiro debaixo do banco e, em seguida, para sua residência no Rio Vermelho. Lá estavam, dentre outras pessoas, a deputada Lídice da Mata e  Geovan, do PSB de Vitória da Conquista. Quando acabou de entrar , um grupo invadiu a casa e anunciou o assalto, levando toda a grana.

Os brutos também choram. Leonelli, apesar de toda a brutalidade política, não conteve as lágrimas ao ouvir de um correligionário que aquilo era “armação”.  A hipótese foi rechaçada pela direção do partido. Ele concedeu entrevistas e o fato foi noticiado pelos principais veículos de comunicação.

RESULTADO DAS ELEIÇÕES

Lula foi eleito presidente, Paulo Souto derrotou Jaques Wagner, Antônio Carlos e César Borges se elegeram, Lídice da Mata se reelegeu e Leonelli não conquistou a cadeira na Câmara. O advogado itabunense Ruy Corrêa obteve 85 mil votos, ficando em quinto lugar entre os nove candidatos ao senado.

QUESTÕES INTRIGANTES

Os ladrões nunca foram descobertos e alguns fatos chamaram a atenção. Por exemplo, eles entraram perguntando onde estava a pasta com o dinheiro. Logo após o assalto, Leonelli declarou nas entrevistas que a pasta tinha dez mil reais. Os jornais A Tarde e Tribuna da Bahia e outros veículos publicaram esta versão. Mas o Correio da Bahia publicou 190 mil. Chegou bem próximo. Na verdade havia 210 mil reais.

2002 foi um ano “quente” na política baiana. De março a setembro, houve um festival de grampos telefônicos clandestinos. O esquema era operado por pessoas da Secretaria de Segurança Pública. Foram grampeados 190 números de telefones dos desafetos de Antônio Carlos Magalhães.

Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA às sextas.

ATÉ EM CASA

O senador César Borges (PR) foi “deletado” até pelos eleitores da sua cidade natal, Jequié, no sudoeste baiano.

Em solo jequieense, Walter Pinheiro (PT) teve 31,22% dos votos e Lídice (PSB), 27,50%.

Borges ficou distante: 19,96%.

Aliás, o senador não foi o único carlista a se dar mal na terra onde nasceu. Veja o caso do presidente do Democratas, Paulo Souto. Em Caetité, o ex-governador teve 22,66% dos votos, ante 68,87% de Wagner (PT).

Em números absolutos, foi algo como 3 votos pra 1. O petista obteve 15.856 votos e o democrata só 5.216.

CÉSAR, JEREISSATI, EFRAIM, ARTHUR VIRGÍLIO…

De César Maia a César Borges. De Efraim Morais a Tasso Jereissati. De Arthur Virgílio a Yeda Crusius. Senhores e senhora ejetados do Senado Federal ou de governos estaduais ganharam singela homenagem de Luís Nassif. Aperte o play.


Ache outros vídeos como este em Portal Luis Nassif

DE “FATINHA” PARA CÉSAR: “SUA CASA CAIU”

Segundo o jornalista Levi Vasconcelos, d´A Tarde, esta é a trilha sonora dedicada pela primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, para o senador César Borges (PR), que rejeitou aliançar-se com “Jaques” e acabou derrotado em sua tentativa de reeleição. Aperte o play e ouça (cuidado com os tímpanos!) A sua casa caiu.

IBOPE: LÍDICE E PINHEIRO ELEITOS AO SENADO

De acordo com a pesquisa boca de urna do Ibope, Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT) seriam os eleitos ao Senado pela Bahia. Pinheiro apareceu com 29% e Lídice, 28%. O senador e candidato à reeleição César Borges (PR) teria 17% dos votos. Aleluia (DEM) teria 8%, Edvaldo Brito (PTB) aparece com 7%, assim como José Ronaldo (DEM).

VOX POPULI/A TARDE: WAGNER ATINGE 51%; SOUTO CAI E EMPATA COM GEDDEL

Souto, Wagner e Geddel: vitória petista no 1º turno (Fotomontagem Google).

– Dilma tem 65% na BA, ante 15% de Serra e 9% de Marina

A mais nova pesquisa Vox Populi/A Tarde revela crescimento de cinco pontos percentuais do governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT). No intervalo de 26 de agosto e 25 a 27 de setembro, o petista saltou de 46% para 51% das intenções de voto.

Bem atrás, Paulo Souto (DEM) oscilou negativamente – de 17% para 15%, enquanto Geddel Vieira Lima (PMDB) saiu de 11% e foi a 12%. Bassuma (PV) oscilou de 1% para 3% e os demais concorrentes não pontuaram.

O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais e ouviu mil eleitores em todo o estado, nos dias 25, 26  e 27. Votos Brancos e nulos atingiram 5%. O percentual de indecisos caiu de 18% para 14% em um mês. Para 68% da população, o governador sairá vitorioso das urnas no domingo.

Na pesquisa espontânea, Wagner pulou de 32% para 37% e Souto foi de 7% a 8%. Geddel saiu de 6% para 8%. Neste caso, o percentual de indecisos é de 37%, além de 6% de brancos e nulos e 1% atribuído a outros candidatos.

O Vox Populi/A Tarde também fez simulações de segundo turno. No confronto entre petistas e democratas, Wagner teria 63%, ante 22% de Paulo Souto. Quanto são confrontados Wagner e Geddel, o governador tem 64% e Geddel só 19%.

SENADO
Na corrida ao Senado, Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB) lideram com 18% e 17%, respectivamente. César Borges (PR) aparece com 14%. O trio está em situação de empate técnico.

PRESIDÊNCIA
A pesquisa também aferiu a corrida presidencial na Bahia. Dilma Roussef (PT) aparece com 65%, estável. José Serra (PSDB) tem 15% e Marina Silva (PV) pontua com 9%. A pesquisa completa você confere na edição d´A Tarde deste sábado, 2. Confira aqui se for assinante.

GERALDO DIZ QUE BORGES “TÁ CAINDO” E APOSTA EM ELEIÇÃO DE PINHEIRO E LÍDICE

Na caminhada que levou mais de 8 mil pessoas à avenida do Cinquentenário (30 mil para os organizadores), o deputado federal Geraldo Simões (PT) falou sobre a sua situação e também dos candidatos ao Senado na chapa de Jaques Wagner, Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), que participaram do evento em Itabuna.

Geraldo disse que as pesquisas internas e o Ibope confirmam a tendência de Wagner manter uma tradição: a chapa majoritária governista fazer os dois senadores.

O parlamentar federal, que disputa a reeleição, caminhou ao lado de Lídice e Pinheiro. Não conteve a euforia diante da multidão e, numa entrevista ao Pimenta, disparou petardo num alvo antigo:

– Aquele outro disse que água e óleo não se misturam, mas tava doido pra se misturar com a gente. Veja agora: Lídice e Pinheiro subindo e César Borges (PR) caindo.

Geraldo ainda manteve-se confiante em relação ao seu processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Eu não tenho pendências. Estou pronto para me defender. Por duas vezes, o TRE aprovou a minha candidatura”, disse, numa referência a representações movidas pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE)  e pelo PMDB do arquiinimigo Geddel Vieira Lima.

Ainda na caminhada, os candidatos ao Senado comentaram as últimas pesquisas. Lídice da Mata (PSB) não quis comentar o resultado do Datafolha. “Nas nossas pesquisas, nós estamos na frente, eu e Pinheiro, e espero que este seja o resultado [das urnas]“.

Walter Pinheiro (PT) disse que, após o trabalho, está chegando a hora da colheita. “Creio que a chapa elege os dois senadores e formará uma grande bancada. O melhor instrumento de trabalho é a mobilização. O povo da Bahia vai dar uma resposta positiva à nossa chapa”.

WAGNER E GEDDEL CRESCEM; SOUTO TEM QUEDA

Nesta madrugada, o Datafolha divulgou apenas os percentuais de votos válidos da pesquisa sobre a sucessão baiana. Mas quando são computados os votos em branco e nulo e o percentual de indecisos, Jaques Wagner (PT) sai de 48% para 50% – embora tenha atingido 52% há 10 dias. Paulo Souto (DEM) oscila de 21% para 19% e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) sobe de 12% para 15%.

As oscilações ocorrem dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais. Bassuma (PV) atingiu 2% e Professor Carlos (PSTU) obteve 1%. Mendes e Sandro Santa Bárbara não pontuaram. Brancos e nulos somam 4% e o percentual de indecisos atinge 8%.

Quando comparados os números da largada eleitoral, em julho, com estes do levantamento divulgado hoje, eis o cenário:

Wagner tinha 44% no levantamento de 20 a 23 de julho e aparece com 50% agora.

Paulo Souto largou com 23% e chega à reta final com 19%

Geddel saiu com 13% e chega a 15% agora.

Na corrida ao Senado, a pesquisa desta quinta aponta César (PR) e Lídice (PSB) com 34% e Pinheiro (PT) com 30%. Já Aleluia (DEM), obtém 13%, um a mais que o companheiro de partido, José Ronaldo.

Edvaldo Brito tem 11%. Edson Duarte (PV) tem 3%. Na lanterna, aparecem Zilmar (PSOL) e França (PSOL) com 1% e Albione (PSTU), que não pontuou.

“NÃO VALE A PENA VOTAR EM CANDIDATO QUE TEM 8, 10 PONTOS”, DIZ CÉSAR BORGES

Borges: voto útil para ser reeleito (Foto Pimenta).

Sentido bafejo indesejado dos adversários Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), tal a proximidade nas pesquisas, o senador César Borges antecipou ao Pimenta qual será a sua estratégia para reverter, nesta reta final, a queda de nove pontos nas pesquisas Datafolha e Ibope.

– Vou lutar pelo voto útil, pois não vale a pena [para o eleitor] votar em candidatos que tenham oito ou dez pontos e não chegarão (a ser eleitos). A disputa vai ser travada hoje em meu nome e nos candidatos do governo (Lídice e Pinheiro).

Por esse raciocínio, Borges “Come-Come” avançará sobre o eleitorado do seu companheiro de chapa, Edvaldo Brito (PTB), e também dos candidatos José Ronaldo e José Carlos Aleluia, ambos do DEM, e que se situam entre 6% e 10% nas pesquisas de intenções de voto divulgadas durante as duas últimas semanas. Nestas eleições, serão escolhidos dois nomes ao Senado.

A entrevista de Borges, gravada, foi concedida na sua visita a Itabuna, ontem ao final da tarde, quando recebeu o apoio do prefeito José Nilton Azevedo (DEM), em um evento que também contou com a presença do candidato Edvaldo Brito e do ex-prefeito Fernando Gomes – este teria cobrado de Azevedo o apoio a Borges.

PESQUISAS E CRÍTICAS A LULA E DILMA
Sobre a sua queda nas pesquisas, ele atribui ao fato de, no início da corrida eleitoral, ainda não ter adversários fortes, ao contrário desta reta final. “Tinha 39% porque praticamente não havia adversários. Hoje são, pelo menos, oito candidatos”. Disse que, apesar disso, tem liderado em todas as pesquisas. A vantagem de Borges, no entanto, é de 1 ponto no último Datafolha (29% ante 28% de Lídice e 27% de Pinheiro).

Na entrevista, Borges criticou o presidente Lula e a presidenciável Dilma Rousseff por quebrar suposto compromisso de neutralidade  nas disputas ao governo e ao Senado na Bahia.

– Vejo isso como uma quebra de compromisso, porque o PMDB, assim como o PR, se coligaram (nacionalmente) com o PT. Nós, do PR e do PMDB, mantemos os nossos compromissos [com Dilma]. Vamos mantê-los, porque achamos que são os melhores para o país. Quem tem que explicar quando quebra os compromissos e quem os quebrou.

O senador acredita na possibilidade de um segundo turno na sucessão baiana. Para ele, o desequiilíbrio notado até aqui em favor de Jaques Wagner (53% ante 16% de Paulo Souto e 11% de Geddel) se deu porque “faltou que o presidente Lula e Dilma cumprissem o compromisso de isenção na disputa na Bahia”. Mas Borges vê “voto silencioso” no interior do estado e crê em segundo turno.

“DE VOLTA PRO ACONCHEGO”

AVE, CÉSAR!Fernando manda e Azevedo obedece (Foto Fábio Roberto / Pimenta)

Assim como na parábola do filho pródigo, o prefeito de Itabuna voltou ontem para os braços de seu pai político, o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Ambos estavam juntinhos, no palco da Usemi, ao lado do senador César Borges (PR), candidato de FG e, conforme anunciado há poucos dias, também de Azevedo.

O prefeito intimou os cargos de confiança do governo a comparecer ao evento, mas apenas os secretários acudiram em peso (exceção do titular da Educação, Gustavo Lisboa). Funcionários do segundo escalão pra baixo, pouquíssimos. Dava para contar nos dedos ou, na definição irretocável do nosso repórter, “não dava pra encher uma Kombi”.

César Borges, decepcionado, coçava a cabeça a todo momento, talvez imaginando que poderia estar em lugar de melhor custo-benefício eleitoral. Fernando Gomes também deve ter ficado na maior decepção com sua cria política (“que militar é esse que não comanda a própria tropa?”).

Longe dali, outros decepcionados. O ex-secretário de Assuntos Governamentais e Comunicação, Josias Miguel, marqueteiro da campanha de Azevedo, era um deles. Acredita que o apoio de Azevedo a César foi uma imposição de Fernando, talvez a primeira de uma série.

Na presente campanha política, Azevedo rodou que nem peru tonto, manifestou apoio a candidatos de A a Z e criou expectativas como se estivesse fazendo bolinhas de sabão. O que ninguém sabia é que era apenas brincadeira. Apoio sério mesmo, só com a autorização do “pai”.

AZEVEDO REVELA SEU CANDIDATO AO SENADO

O senador César Borges (PR), candidato à reeleição, participará de um encontro político nesta terça-feira, 21, às 16 horas, na sede da União dos Servidores Municipais de Itabuna (Usemi). Detalhe: o prefeito José Nilton Azevedo (DEM) comunicou aos integrantes do primeiro escalão do seu governo – pedindo que redistribuíssem a informação – que deseja ver todos os comissionados no evento.

Nos bastidores do Centro Administrativo, o comentário é o de que o prefeito decidiu-se por César, atendendo a um “pedido” do ex-prefeito Fernando Gomes. É a demonstração cabal de que este político ainda exerce forte influência sobre Azevedo.

Ontem, em entrevista concedida ao Pimenta, Azevedo declarou que divulgaria seus candidatos ainda esta semana. Sabe-se que ele “apoia” vários candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. Sai agora o primeiro senador (César) e falta definir o governador e o outro candidato ao Senado.

Como o prefeito esconde mais do que revela, fica difícil analisar seus posicionamentos. Mas há quem interprete que Azevedo, politicamente perdido, entregou o rumo de suas decisões ao seu antecessor. É ele (Fernando Gomes) quem manda e Azevedo obedece.

Gente que apostou na autonomia do prefeito já se prepara para bater em retirada…

Às 15h41min – A assessoria do senador César Borges comunica que o evento foi transferido para amanhã, no mesmo horário e local.








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