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OVO DE PÁSCOA SOBE 19,78% EM 2 ANOS, DIZ FGV

ovo de páscoa De março de 2011 a fevereiro de 2013, o preço dos ovos de Páscoa subiu, em média, 19,78%, índice que representa 7,78 pontos percentuais acima da inflação do mesmo período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, em relação à Pascoa passada, a alta foi 6,42%, um alta de 0,38 ponto percentual acima da inflação dos últimos doze meses, que foi 6,04%.

Para André Braz, a alta do ovo de Páscoa não foi maior em relação ao ano passado porque os preços de alguns insumos básicos utilizados na fabricação do produto tiveram quedas significativas, como o preço do cacau, que caiu 12% nos  últimos doze meses, e do açúcar, que teve queda de 11% no mesmo período. Informações da Agência Brasil.

O CACAU DA BAHIA: UMA VISÃO GLOBAL QUE PEDE UMA ATUAÇÃO LOCAL

eduardo thadeuEduardo Thadeu | ethadeu@gmail.com

Fatores por nós já bastante conhecidos e identificados, fizeram com que a produção da tradicional região cacaueira baiana perdesse importância e começasse a derrapar em um mar revolto de enganos e interesses, por vezes escusos, travestidos de ciência de ponta, mas a serviço do oligopólio já instalado.

Não é nenhuma novidade que a commodity cacau e seu mais refinado produto final, o chocolate, sofrem influências de um mercado oligopolizado e de tal forma concentrado que não se vislumbra precedente ou comparação em nenhuma outra cadeia produtiva iniciada no setor primário.

É por demais conhecida a situação de que cinco ou seis grandes compradores e processadores da matéria-prima cacau, a amêndoa, detêm quase 100% do mercado mundial, mercado este que, sem muito alarde, envolve algumas dezenas de bilhões de dólares.

Apesar dessas cifras, esse mesmo mercado deixa somente 7% dos ganhos em sua ponta inicial e, em contrapartida, tem 74% dos ganhos auferidos pela indústria alimentícia que utiliza os sabores e o nome do chocolate.

A novidade oligopólica aqui é que os processadores finais, aqueles que colocam as cáries nos dentes de nossos filhos ao açucararem o cacau, são os mesmos que detêm o poder de compra da matéria-prima original, o nosso bom e saudável fruto, o Cacau.

O Brasil, representado pela Bahia, já foi um importante fornecedor deste mercado internacional. Fatores por nós já bastante conhecidos e identificados, fizeram com que a produção da tradicional região cacaueira baiana perdesse importância e começasse a derrapar em um mar revolto de enganos e interesses, por vezes escusos, travestidos de ciência de ponta, mas a serviço do oligopólio já instalado.

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Mudança visa melhorar gestão da fábrica Bahia Cacau

A CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), empresa baiana vinculada à Sedir (Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional), informa que a mudança no gerenciamento da fábrica de chocolates finos Bahia Cacau, em Ibicaraí, obedeceu a critérios de natureza eminentemente gerencial, sem nenhum viés político ou de outra ordem.

Como agente executivo do programa Vida Melhor na Bahia, a CAR/Sedir – assim como em outros projetos bem sucedidos de apoio à agricultura familiar no Estado – ofereceu todo apoio e acompanhamento técnico necessários, inclusive em parceria com o Sebrae, para que os antigos gestores desenvolvessem capacidade gerencial para viabilizar a fábrica, mas os prazos sucessivamente concedidos não foram, lamentavelmente, bem aproveitados.

Importante destacar que não houve medida abrupta ou intempestiva. Desde dezembro de 2011, a Cooafba (Cooperativa da Agricultura Familiar da Bacia do Almada) tinha conhecimento de que haveria um processo de transição, caso a mesma não demonstrasse condições de gerir com eficiência a unidade produtiva. Há cerca de três meses, a Cooafba já tinha sido informada de que a mudança seria inevitável, e somente não ocorreu antes em função da busca por uma solução pacificada.

A CAR/Sedir salienta que a fábrica Bahia Cacau, inserida no projeto “Cacau para Sempre”, é um instrumento de inclusão socioprodutiva viável, deixando claro que o desafio está na gestão. A Companhia acredita que, com um gerenciamento profissional, sob o comando de uma cooperativa de base local, a unidade apresentará os resultados sociais e econômicos que dela se espera.

SINDICALISTA DIZ QUE AQUISIÇÃO DA DELFI CACAU PREOCUPA TRABALHADORES

A aquisição dos negócios de ingredientes de cacau da Petra Foods pela suíça Barry Callebaut representou preocupação para sindicalistas. O negócio de 950 milhões de dólares foi anunciado hoje. Presidente do sindicato que reúne trabalhadores das indústrias moageiras do sul da Bahia, o Sindicacau, Luiz Fernandes espera que a aquisição não resulte em “encolhimento” de vagas no setor na região.

A Barry Callebaut tem unidade em Ilhéus e a Delfi Cacau está sediada em Itabuna, após a Petra Foods comprar parte dos negócios de cacau e derivados da Nestlé, no início da década passada. “O histórico recente de fusões e aquisições tem revelado, na sequência, demissões de trabalhadores. Esperamos que isso não ocorra no sul da Bahia”, diz.

A compra é aposta da Barry Callebaut em mercados emergentes da América do Sul e Ásia, segundo noticia o Valor Econômico.

FESTIVAL DO CHOCOLATE GERA ENTRETENIMENTO E NEGÓCIOS NO SUL DA BAHIA

Panorâmica da área de acesso aos expositores do festival (Foto Pimenta).

A IV edição do Festival Internacional do Chocolate da Bahia, em Ilhéus, atraiu mais de 20 mil pessoas em quatro dias de evento aberto ao público e gerou contratos importantes para a cadeia produtiva, dentre eles a construção de duas fábricas de chocolate no sul da Bahia.

Uma das unidades industriais que serão instaladas em Ilhéus é a Chor. Os equipamentos já chegaram e a fábrica terá características turísticas. Ela será construída com tecnologia e estrutura que permitirá acompanhar de perto os passos de produção do chocolate.

Lessa: bons negócios.

- É um negócio sensacional do ponto de vista turístico – afirma o promotor do Festival do Chocolate, o publicitário Marco Lessa, da agência M21 e da MVU Eventos. Outra fábrica terá investimento de R$ 3,2 milhões, captados no BNDES por uma cooperativa de produtores.

O publicitário está contente com os resultados alcançados pelo evento. O festival começou em 2009 com a participação de 13 expositores e saltou para 50 neste ano. A participação da indústria chocolateira também deu grande salto. Saiu de 3 para 14, entre as grandes do setor e as de fabrico artesanal.

Houve aumento do número de participantes e palestrantes internacionais no ano em que a Bahia se torna o primeiro destino latino-americano a atrair o Salão do Chocolate, evento que começa amanhã, em Salvador.

Jornais e revistas especializados fizeram cobertura da festival ilheense, destaca Marco Lessa,que cita o The New York Times e a revista portuguesa Volta ao Mundo, além dos brasileiros portal Uol e jornais Estadão, Zero Hora (RS) e Jornal do Comércio (PE).

O festival deste ano abriu espaço para uma combinação da magia do chocolate com as diversas formas de expressão artística (exposições de artes plásticas e fotográfica). Os shows musicais ganharam novo espaço, a Arena Showcolate.

“Neste ano, nós conseguimos ocupar toda a extensão do centro de convenções com a arena”, diz Marco Lessa ao PIMENTA. Vanessa da Mata, O Teatro Mágico, Tiê, Mametto e Ê Crioula! passaram por lá. “A arena terá uma configuração diferente em 2013”.

Festival atraiu mais de 20 mil pessoas ao centro de convenções (Foto Pimenta).

CONCURSO DE AMÊNDOAS

Um dos destaques do festival reúne cacauicultores. É o concurso de amêndoas de cacau. O produtor Pedro Magalhães foi o campeão, José Carlos Assis ficou com o vice e João Tavares obteve a terceira colocação dentre 16 finalistas. A seleção – rigorosa – é feita pela Ceplac.

Um dos méritos do festival é justamente estimular novos costumes na cadeia produtiva do cacau. É da amêndoa de cacau de qualidade que se produz o melhor chocolate, daqueles que estiveram em exposição, degustação e à venda nos diversos estandes do evento que teve parceiros como Governo da Bahia e Prefeitura de Ilhéus e apoio do PIMENTA.

CHOCOLATE COM 70% DE CACAU AJUDA A PREVENIR INFARTO, DIZ ESTUDO

Chocolate escuro é arma contra infarto, segundo estudo.

Pesquisa da Universidade Monash, em Melbourne, Austrália, revela que o consumo diário de 100 gramas de chocolate escuro ajuda a prevenir infartos. O estudo foi publicado na edição desta semana do British Medical Journal, que relata efeitos benéficos e significativos do chocolate com alta concentração de cacau.

“Um consumo diário de 100 gramas de chocolate escuro com 70% de cacau poderia evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 de menor incidência em cada 10 mil pessoas com risco de sofrê-los”, diz o estudo.

Segundo afirmou à AFP a encarregada do estudo, Ella Zomer, as “conclusões indicam que o chocolate escuro poderia ser uma alternativa ou um complemento aos tratamentos médicos das pessoas que têm alto risco de sofrer doença cardiovascular”.

SALON DU CHOCOLAT SERÁ LANÇADO NA TERÇA

A versão do Salon du Chocolat na Bahia, que será realizado de 2 a 8 de julho em Salvador, será lançada nesta terça-feira, 5, na Fundação Casa de Jorge Amado, no Pelourinho, com a presença do governador Jaques Wagner.

Na quinta-feira passada, a edição baiana do Salon du Chocolat de Paris foi lançada na capital paulista em um evento que reuniu dezenas de jornalistas dos maiores veículos da mídia nacional e convidados.

O Salon du Chocolat da Bahia será realizado na capital baiana, de2 e 8 de julho. A programação prevê visitas técnicas a fazendas em Ilhéus, dias 2 e 3, quando se conhecerá como é produzido o cacau baiano. O ingresso para o salão custará R$ 20,00.

COM APOIO DE NIZAN GUANAES

Afonso e Nizan: cacau e preservação da mata atlântica.

O publicitário itabunense Afonso Dantas, da Camará, participa do 5º Congresso da Indústria de Comunicação, evento que reúne papas do setor em São Paulo. E justamente lá, Afonso teve uns minutinhos com uma das feras da publicidade brasileira, o também baiano Nizan Guanaes.

Afonso diz ter conversado com Nizan sobre como o mestre poderia ajudar na divulgação do cacau de origem baiana (“Cacau de Origem Bahia, Brasil”) e, junto, o selo de preservação da Mata Atlântica. Recebeu a promessa de apoio: – Quero ajudar, e vou ajudar – respondeu Nizan.

O FUTURO DO CACAU

Durval Libânio, presidente da Câmara Setorial do Cacau

Nos últimos anos, com a introdução da vassoura-de-bruxa na lavoura cacaueira, o Brasil perdeu importância como produtor de cacau, deixando de ser o maior de todos para figurar como o quinto colocado no ranking de países que cultivam o fruto. Deixou de ser exportador para importar cacau.

Essa é uma realidade que tende a mudar e, na verdade, já está mudando. As novas técnicas de manejo da lavoura no sul da Bahia, com orientação da Ceplac, aumentaram bastante a produtividade, que antes era de no máximo 50 arroubas por hectare e hoje chega a 200.

Outra vantagem para o Brasil foi destacada pelo presidente da Câmara Setorial do Agornegócio Cacau, Durval Libânio, em entrevista à repórter Patrícia Tosta, da rádio Band News FM (exibida nesta manhã). Segundo Libânio, o Brasil é o único país que detém toda a cadeia produtiva do cacau. Ou seja, produz o fruto, tem indústrias em número crescente e um mercado consumidor que se avoluma graças à elevação da renda. Os brasileiros já estão em quarto lugar entre os maiores consumidores de chocolate no mundo.

A aposta para o futuro é o fortalecimento cada vez maior do mercado interno, com foco na industrialização, já que o retorno para quem somente produz o fruto e vende as amêndoas in natura ainda é muito pequeno.

SÉRIE DE TV ABORDA AS DELÍCIAS DO CACAU E DO CHOCOLATE

Na semana que antecede a Páscoa, uma série especial do Jornal da Band vai dar água na boca de muita gente. O universo do cacau e do chocolate é tema de uma deliciosa viagem.

As lavouras de cacau em Ilhéus, as pesquisas e o beneficiamento das amêndoas de cacau foram mostradas na edição de segunda-feira, 2. O poder de sedução do chocolate, graças ao seu sabor, sua cor, seu aroma e a sensação de prazer que  proporciona também foram destacados.

Muitos consumidores de chocolate não conheciam o fruto do cacau que foi exibido pelo repórter Antonio Pétrin. O seu colega Cristiano Gobbi acompanhou os processos de cultivo, colheita e produção de cacau em visita à Região Cacaueira baiana ouviu produtores e pesquisadores da Ceplac. Confira a primeira reportagem da série no vídeo abaixo:

PARA ELA, A VIDA É UM DOCE

A francesa Chloe Doutre-Roussel é conhecida mundialmente como “Madame Chocolat”, e não é por outra razão senão o fato de que ela tem a fama de ser a maior especialista do mundo quando o assunto é o produto derivado do cacau. Chloe é consultora de diversas marcas e ganha a vida comendo chocolate.

A confirmação da presença de Chloe no Festival Internacional do Chocolate, em Ilhéus, já dá uma dimensão do que será o evento este ano. Programado para o período de 28 de junho a 2 de julho, o festival terá entre suas atrações um ciclo de palestras que reunirá especialistas, produtores, empresários e aficionados por chocolate.

Responsável pela organização do evento, o publicitário Marco Lessa, diretor do grupo M21, diz que o Festival Internacional do Chocolate passa a ter uma posição de destaque no calendário de eventos da Bahia, e assegura: “estamos deixando de ser apenas um evento de exposição ou turismo, para fazer parte da agenda de negócios da Bahia”.

PRESENÇA DA CAR NA EXPOCONQUISTA

Wagner esteve na exposição neste sábado e foi recebido pelo diretor executivo da CAR, José Vivaldo de Mendonça Filho

Um espaço de 288 metros quadrados foi reservado na 46ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de Vitória da Conquista para a apresentação de projetos relacionados ao combate à pobreza em comunidades rurais do semiárido baiano. Os estandes são coordenados pela CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), órgão do governo estadual vinculado à Sedir (Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional).

O governador Jaques Wagner esteve na exposição neste sábado, 24, e foi recebido pelo diretor executivo da CAR, José Vivaldo de Mendonça Filho, e pela superintendente da Sedir, Eliana Boaventura. Na ocasião, Wagner e comitiva degustaram produtos da agricultura familiar, provenientes de cooperativas apoiadas pela companhia, como o doce de leite da Coodeleite e o chocolate da Cooafba.Naturalmente, ninguém dispensou a cachaça Matinha, produzida pela cooperativa Coodecana.

BIRD ELOGIA FÁBRICA DE CHOCOLATE DE IBICARAÍ

Produção de chocolate em Ibicaraí

Uma missão do Banco Mundial (Bird) que visitou a Fábrica de Chocolate Bahia Cacau, em Ibicaraí, elogiou o projeto que está associado ao fortalecimento da agricultura familiar. A visita aconteceu na última quinta-feira, 15, e foi acompanhada pelo secretário de Desenvolvimento e Integração Regional, Wilson Brito, e pelo diretor-executivo da CAR (Companhia de Ação Regional), José Vivaldo de Mendonça Filho.

Representaram o Bird o gerente Eduard Bresnyan, especialista em desenvolvimento rural e agricultura; o coordenador da carteira brasileira do banco, Boris Utria; a diretora de Operações para a região da América Latina e Caribe, Elizabeth Adu; e o conselheiro Bruce Courtney.

Para Bresnyan, o projeto da Bahia Cacau “é um pacote completo, pois envolve inclusão socioprodutiva, conservação ambiental e crescimento econômico”. Ele destacou o envolvimento do pequeno produtor do início ao fim do processo e afirmou acreditar muito no investimento na cadeia produtiva do cacau. “Projetos como esse, que têm como objetivo a inclusão socioprodutiva, o Bird abraça”, declarou o gerente.

A construção da Bahia Cacau, a primeira fábrica de chocolate da agricultura familiar no Brasil, foi uma ação do Governo da Bahia, tendo à frente da Sedir e a CAR.

A CEPLAC PRECISA DE RENOVAÇÃO

Em meio ao Carnaval, passou quase despercebido ontem (20) o aniversário da Ceplac, que teve seu decreto de fundação assinado no dia 20 de fevereiro de 1957 pelo então presidente Juscelino Kubitschek, portanto há 55 anos.

Com um histórico de avanços na pesquisa, extensão rural e assistência técnica aos cacauicultores, a Ceplac, ligada ao Ministério da Agricultura, enfrenta um momento decisivo. Ceplaqueanos lamentam a estagnação do órgão federal, que pode acabar morrendo por inanição se não forem renovados os seus quadros.

O último concurso público realizado pela Ceplac para contratar novos servidores data de 25 anos atrás. Desde então, muitos funcionários se aposentaram, deixando algumas áreas desguarnecidas, pois não há quem os substitua.

Num cenário em que as perspectivas para o mercado do cacau e do chocolate se tornam mais animadoras, com crescimento inclusive da demanda interna, a revitalização da Ceplac é uma questão estratégica. Para que ela ocorra, porém, é preciso a mobilização da bancada legislativa dos estados produtores, bem como da pressão dos governadores e prefeitos dessas regiões.

Ou isso, ou a Ceplac morre.

FÁBRICA DE CHOCOLATE EM ILHÉUS

A norte-americana Kimmie Candy Company, especializada em chocolates para crianças, deverá construir uma fábrica em Ilhéus. Protocolo de intenções nesse sentido foi assinado nesta sexta (21), em Paris, na França, pelo presidente, Joseph Dutra, e o governador baiano, Jaques Wagner, no Salon du Chocolat.

O presidente da Kimmie Candy justifica a instalação de unidade em Ilhéus pela questão logística e por estar próximo da produção de matéria-prima. A intenção é produzir tendo também como foco os mercados dos Estados Unidos e da Europa.

CHOCOLATE DA MATA ATLÂNTICA

Este é mais um vídeo que disputa o prêmio do Concurso Intenacional de Vídeos na Internet sobre Cacau / Chocolate. O trabalho foi produzido pela equipe da produtora Video Life, de Ilhéus, com a participação do ator e poeta José Delmo.

FÁBRICA DE CHOCOLATE AINDA É INCÓGNITA

A primeira fábrica de chocolate fino com produção de cacau oriunda da agricultura familiar, instalada em Ibicaraí, enfrenta dificuldades na largada. Seis meses depois de inaugurada, a Bahia Cacau enfrenta disputa entre membros da cooperativa responsável pela gestão do negócio, a Cooafba.

A fábrica foi inaugurada em dezembro passado e tinha previsão de produzir até 600 quilos de chocolate ao dia com concentração de 52% a 70% de cacau. Os governos local e estadual interferem para solucionar o impasse interno.

FESTIVAL DO CHOCOLATE

Está programado para o período de 6 a 10 de julho o III Festival do Chocolate da Bahia. O evento será realizado no Centro de Convenções de Ilhéus, numa ação que é fruto de parceria do Instituto Cabruca, Associação dos Produtores de Cacau, Associação do Turismo de Ilhéus e Costa do Cacau Convention Bureau. Também colaboram as secretarias de Turismo da Bahia e de Ilhéus e a agência de propaganda M21.

Entre as novidades previstas para este ano,  está a realização de concursos nacionais em categorias como “melhor chocolate” e “melhor amêndoa”. Haverá ainda palestras e fóruns destacando as etapas de produção e beneficiamento de cacau e cursos ministrados por mestres chocolateiros, entre outras atrações.

O GAROTO-PROPAGANDA DO CHOCOLATE BAIANO

Nota da Folha de São Paulo, hoje

O restaurante Alameda, tocado em Pequim pelas paulistas Viviane Gonçalves e Gabriela Alves da Silva, foi escolhido para servir almoço a ser oferecido pelo governo de Dilma Rousseff a empresários chineses no próximo dia 12. A casa prepara comida contemporânea com toques brasileiros.

O governador Jaques Wagner (PT), que acompanhará a presidente, cuidou para que o chocolate servido ao final da refeição seja de cacau da Bahia. Quer aumentar as exportações.

Adendo apimentado – ou achocolatado: Wagner tornou-se fã e (mais importante) consumidor voraz do chocolate amargo produzido pela fábrica-piloto da Ceplac, no Centro de Capacitação Tecnológica Euclides Teixeira Neto.

E ultimamente vem se empanturrando com chocolate produzido na fábrica da agricultura familiar em Ibicaraí, também no sul da Bahia. É, por esses dias, o principal garoto-propaganda do cacau e chocolates aqui produzidos.

PRODUTOS BAIANOS NO MERCADO CHINÊS

Sales fecha negócio com importadores chineses

A Bahia iniciará a exportação de produtos da agricultura familiar para a China. Nesta quarta-feira, 26, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, encontrou-se em Pequim com empresários chineses  para acertar os detalhes da relação comercial.

Entre os itens que serão vendidos para a China, estão os chocolates finos produzidos na recém-inaugurada fábrica de Ibicaraí e da fábrica Amma, de Salvador. A pauta inclui ainda a cachaça de Abaíra, geleias e frutas conservadas dos municípios de Canudos, Uauá e Curaçá, e polpas de frutas produzidas em Feira de Santana pela Brasfrut.

Segundo Sales, esta encomenda inicial terá um volume reduzido e é uma espécie de projeto-piloto. “O interesse pelos produtos da nossa agricultura familiar é crescente e, em breve, pedidos maiores serão feitos”, aposta.

Para incentivar as exportações, a Bahia estará presente este ano em feiras de negócio na China. Em abril, acontece a Semana Gastronômica da Bahia em Pequim, evento para o qual será convidada a presidenta Dilma Rousseff.

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