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:: ‘Ciro Gomes’

VÍTIMA DE FAKE NEWS, ATRIZ PEDE RESPEITO E DIZ QUE NUNCA APANHOU DE CIRO GOMES

Atriz foi casada por 12 anos com Ciro || Reprodução Instagram

A atriz Patrícia Pillar usou suas redes sociais, nesta quarta-feira (19), para desmentir as fake news que dizem que ela foi agredida pelo candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) enquanto eram casados. Na internet, o meme é o seguinte: “Gente, eu nunca fui casada com Bolsonaro. Quem me batia era o Ciro Gomes”.

Pillar foi casada 12 anos com Ciro. Eles se separaram em dezembro de 2011. “Estou aqui para dizer que estão usando a minha imagem para divulgar notícias falsas, favorecendo um candidato que jamais seria o meu. Eu nunca sofri nenhum tipo de violência da parte de ninguém. Isso é totalmente falso”, diz Pillar no vídeo.

“Quero dizer também que, independente de quem é o seu candidato, o que a gente precisa agora é de paz e de respeito. Eu desejo uma excelente eleição para todos nós, porque é o que o Brasil precisa”, completa. O vídeo foi compartilhado por diversos artistas. Do Bahia Notícias.

BOLSONARO AVALIA PARTICIPAR DE DEBATES APENAS SE CHEGAR AO 2º TURNO

Bolsonaro avalia participar de debates só no 2º turno || Foto Diário Brasil

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) avalia participar de debates apenas se chegar ao segundo turno da corrida eleitoral. Ao menos é o que revela a Coluna Radar, da Veja, desta semana.

“Bolsonaro avalia não participar de debates até lá”, informa a publicação.

A nota fala de um possível confronto direto entre o deputado federal e o presidenciável do PDT, Ciro Gomes. “Aos que desejam ver Jair Bolsonaro em um confronto direto com Ciro Gomes, um aviso: só se ambos chegarem ao segundo turno.”

DATAFOLHA: “LULA SERIA IMBATÍVEL NO SEGUNDO TURNO”

Lula seria imbatível no segundo turno, aponta Datafolha || Foto Agência Brasil

Nova pesquisa Datafolha revela um Lula imbatível em cenários de segundo turno na corrida presidencial de 2018, mesmo preso e sem poder fazer campanha há dois meses. O levantamento foi publicado, há pouco, pela Folha. No cenário de primeiro turno, o ex-presidente mantém 30% das intenções de voto.

A pesquisa foi feita nos últimos dias 6 e 7, segundo o instituto, quando foram ouvidos 2.824 eleitores em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, segundo o Datafolha. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Arte Folha

A mesma pesquisa revela que o apoio do ex-presidente Lula pode aumentar a chance de um candidato chegar ao segundo turno da disputa presidencial. Segundo o Datafolha, 30% votariam em um nome apoiado por Lula. Outros 17% poderiam votar. Na outra margem, 51% disseram não votar em nome apoiado pelo petista.

Em cenário de primeiro turno com Lula, o petista mantém 30%, enquanto Bolsonaro fica com 17%. Marina chega a 10%. Ciro Gomes (PDT) e Alckmin atingem 6% cada um. Álvaro Dias (Podemos) chega a 4%. Manuela D´Ávila (PCdoB) e Rodrigo Maia (DEM) oscilam entre 2% e 1%. Os demais nomes oscilam entre 1% e 0%.

Sem Lula na disputa, os demais nomes não conseguem fisgar o eleitor. Bolsonaro chega a 19%. Marina oscila entre 14% e 15%, no que depende da presença ou não de nomes do PT (Wagner ou Haddad, ambos com 1%). Ciro oscila entre 10% e 11%. Alckmin atinge 7%. Álvaro Dias mantém os 4% do cenário com Lula.

SEM LULA NA DISPUTA, FÉLIX JR. CRÊ EM APOIO DE RUI COSTA E DO PT A CIRO GOMES

Félix cobra apoio do PT e crê em adesão de Rui a Ciro

Deputado federal e presidente do PDT baiano, Félix Jr. disse esperar o apoio do PT à candidatura de Ciro Gomes à presidência da República. O parlamentar, que é da base aliada do governador Rui Costa, cita que tanto o gestor baiano como o ex-governador Jaques Wagner já tornaram público a possibilidade de apoio.

– Quando eles abrem mão de ter candidato para apoiar um nome de outro partido, mostra visão globalizada da política – disse Félix Jr.

Mais que isso, Félix cobrou o PT, caso Lula não possa ser candidato. Para ele, “após dar apoio aos petistas por tanto tempo, chegou a hora da recíproca”.

– Esperamos que o PT agora tenha capacidade de apoiar o nosso partido, da mesma forma que apoiamos ele no passado. Principalmente, pelo fato de termos Ciro Gomes como candidato, o nome mais capacitado e mais qualificado à Presidência entre os concorrentes.

DATAFOLHA: MARINA E CIRO HERDAM VOTOS DE LULA; CANDIDATA DA REDE EMPATA COM BOLSONARO

Ciro e Marina são maiores herdeiros de votos de Lula, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha feita na semana passada e divulgada pela Folha neste domingo (15) revela que Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) são os principais beneficiários de uma disputa presidencial sem Lula (PT) no páreo. Eles ganham até 5 pontos percentuais em cenários testados sem o ex-presidente, preso desde a noite de sábado (7) em Curitiba (PR). A mesma pesquisa mostra empate entre Bolsonaro (PSL) e Marina em cenário sem o petista – 17% a 15% em cinco dos cenários e 17% a 16% em um cenário sem PT nem Temer.

Na mesma pesquisa, Lula aparece com 30% a 31% das intenções de voto. Sem ele, Ciro varia de 5% para 9% e Marina chega a 7%. Jair Bolsonaro aparece com 15% das intenções de voto com Lula na disputa. E chega a 17% em cenários sem Lula.

Mesmo preso e com perda de votos, Lula continua imbatível || Foto Agência Brasil

LULA IMBATÍVEL

O levantamento também aponta perda de votos de Lula após a prisão do petista, que chegou a 37% e agora varia de 30% a 31% das intenções de voto. Mesmo preso, ele continua imbatível. É o único que pontua acima dos 30%.

Historicamente, o PT abocanha em torno de um terço do eleitorado. Quando Lula sai do páreo, os substitutos petistas aparecem com 1% (Jaques Wagner) e Fernando Haddad (2%).

Wagner foi governador da Bahia por dois mandatos e ministro no primeiro governo Lula e no segundo governo de Dilma Rousseff. Haddad foi ministro da Educação em governos petistas e prefeito de São Paulo. Sem Lula, outro beneficiado é Álvaro Dias, do Podemos, que sai de 3% e chega a até 5% das intenções de votos. Manuela D´Ávilla sai de 2% e chega a 3%.

LULA BATE TODOS NO 2º TURNO

Se perdeu votos no primeiro turno, Lula mantém-se imbatível no segundo turno, segundo a pesquisa. A vitória mais folgada seria contra o tucano Geraldo Alckmin (48% a 27%). Na sequência, derrotaria Bolsonaro (48% a 31%) e Marina Silva (46% a 32%).

Das candidaturas do espectro lulista, a que melhor figura em cenário de segundo turno sem o ex-presidente é a do pedetista Ciro Gomes. Ele empata com Bolsonaro (35% a 35%) e Alckmin (32% a 32%). Não foi testado cenário Ciro x Marina. Num embate Marina x Bolsonaro, a candidata da Rede bate por 44% a 31%. A vantagem é maior diante de Alckmin (44% a 27%). O tucano empata com Bolsonaro (33% a 32%).

A pesquisa Datafolha foi feita de quarta (11) a sexta (13) e ouviu 4.194 eleitores em 227 municípios.

CIRO, PDT E ITABUNA

marco wense1Marco Wense

 

Essa interessante conversa entre Mangabeira e Ciro Gomes deve contar com a presença do deputado Félix Júnior, presidente estadual do PDT e coordenador da bancada baiana na Câmara Federal.

 

Acredito que Itabuna poderá ser a sede de um encontro das lideranças políticas do sul da Bahia com o presidenciável Ciro Gomes (PDT).

O diretório municipal, sob a batuta do médico Antônio Mangabeira, ficará no comando da organização e de todo o empenho para uma grande recepção ao pedetista.

Alguns líderes de Itabuna serão convidados, mas como pertencem a partidos ou grupos políticos que já tem seus postulantes ao Palácio do Planalto, dificilmente comparecerão.

Geraldo Simões, ex-prefeito, petista histórico, vai com qualquer candidato que o PT apontar. Se não for Lula, em decorrência da inelegibilidade, será Jaques Wagner ou Fernando Haddad.

Augusto Castro, do tucanato, obviamente do PSDB, irá apoiar o candidato da legenda, possivelmente o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Azevedo, também ex-alcaide, salvo engano do PTB, mas com malas prontas para o DEM, deve acompanhar o candidato de ACM Neto, que poderá ser Alckmin ou um candidato do próprio partido.

Davidson Magalhães, PCdoB, vai com o PT, independente de que nome seja, em que pese muitos comunistas serem simpáticos à candidatura de Ciro Gomes.

Citando um exemplo nosso, bem tupiniquim, o vereador Jairo Araújo, da legenda comunista, é um admirador de Ciro, não perde uma entrevista do ex-ministro da Fazenda do governo Itamar Franco.

E Fernando Gomes? Essa é a grande incógnita, o enigma a ser decifrado. O alcaide já disse que não tem nenhum compromisso com o PT e sim com a reeleição do governador Rui Costa.

Então, é Mangabeira que vai recepcionar Ciro, que deve perguntar ao ex-prefeiturável sobre esse imbróglio envolvendo o PDT de Itabuna e o petismo baiano.

Ciro vai achar estranho o fato de o PT, com o aval do governador Rui Costa, ter apoiado Fernando Gomes, então candidato do DEM, em detrimento do postulante do PDT, partido da base aliada.

Essa interessante conversa entre Mangabeira e Ciro Gomes deve contar com a presença do deputado Félix Júnior, presidente estadual do PDT e coordenador da bancada baiana na Câmara Federal.

PS – O prefeito Fernando Gomes não será convidado para o encontro com Ciro Gomes.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

SEM LULA, CIRO GANHA

marco wense1Marco Wense

 

É no debate, no olho a olho, que Ciro Gomes vai se aproximar de Bolsonaro, sem dúvida o presidenciável mais fraco, oco, inconsistente e carente de substância.

 

Todas as pesquisas para o Palácio do Planalto apontam uma disputa no segundo turno entre o ex-presidente Lula (PT) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC).

Na mais recente, do instituto DataPoder360, Lula tem 32%, Bolsonaro 25%, Ciro Gomes (PDT) 4%, empatando com Geraldo Alckmin (PSDB), e Marina Silva (Rede) 3%.

Quando sai Alckmin e entra o também tucano João Doria, prefeito de São Paulo, Lula fica com 31%, Bolsonaro 18%, Doria 12%, Ciro 6% e Marina 3%.

Sem Lula no páreo, impedido legalmente de concorrer, Bolsonaro assume a ponta com 27%, Alckmin 9%, Ciro e Marina com 8% e Haddad, reserva do PT, fica com 3%.

Em outro cenário, ainda sem Lula, com Doria no lugar de Alckmin, Bolsonaro pontua com 25%, Doria 12%, Ciro 9%, Marina 6% e Haddad 5%.

Uma eventual inelegibilidade de Lula, favorece o pré-candidato do PDT, que tende a crescer no decorrer do processo em decorrência de ser o mais preparado de todos.

É no debate, no olho a olho, que Ciro Gomes vai se aproximar de Bolsonaro, sem dúvida o presidenciável mais fraco, oco, inconsistente e carente de substância.

Não vejo nenhuma chance em Marina e nem nos tucanos Alckmin e Doria. Em relação a Haddad, o PT e Lula não vão transferir os votos.

Sem Lula, Ciro Gomes é o próximo presidente da República.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

CIRO GOMES DIZ QUE TEMER É O “CAPITÃO DO GOLPE” CONTRA DILMA

Ciro critica abertura de impeachment e diz que vice é "capitão do golpe".

Ciro critica abertura de impeachment e diz que vice é “capitão do golpe”.

Da Agência Brasil

O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes, o governador do Maranhão, Flávio Dino, e o presidente do PDT, Carlos Lupi, uniram-se em torno da permanência de Dilma Rousseff na presidência da República. Os três falaram à imprensa no final da manhã de hoje (6) em uma coletiva convocada na sede do governo do Maranhão para falar da “conjuntura nacional” e que tratou exclusivamente do processo de impeachment enfrentado por Dilma.

Dino, Gomes e Lupi posicionaram-se contrários ao impeachment da presidenta. Dino defendeu Dilma ao dizer que não há motivos para uma mudança precoce de presidente da República. “A Constituição diz que para haver um impeachment não basta que não se goste do governo. É preciso que haja uma causa legítima. O chamado crime de responsabilidade está previsto no Artigo 85 da Constituição e as hipóteses ali existentes não estão presentes nesse momento”.

Dino pediu ainda serenidade àqueles que não gostam do governo de Dilma Rousseff. “As críticas todas são legítimas, mas nenhum interesse político está acima da democracia. É preciso que haja serenidade neste momento. É legítimo não gostar [do governo], mas há um momento de manifestar que não gosta, que é na próxima eleição. No presidencialismo não existeimpeachment por gosto”.

Lupi disse não duvidar da seriedade da presidenta e acrescentou que não defende Dilma “por conveniência, e sim por convicção”. O presidente do PDT reforçou isso ao dizer que o partido terá candidato próprio à presidência da República em 2018. “Não é fingir que não estamos vivendo uma realidade muito grave. O país está mal, a economia está mal, tudo isso estamos vendo. Não é nenhuma conveniência eleitoral o apoio à presidente Dilma. Temos clareza que o PDT terá candidato próprio à presidência da República”.

Gomes acusou o vice-presidente da República, Michel Temer, de ser “o capitão do golpe”. Ele ainda chamou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha – responsável por aceitar o pedido de impeachment na Câmara –, de ser “parceiro íntimo” de Temer.

“Se a Dilma cair é o Michel Temer que assume. Perguntem qual é a opinião dele sobre seu parceiro íntimo ter conta na Suíça. O beneficiário dessa situação é o Michel Temer, o capitão do golpe”. Não é a primeira vez que Gomes dá essa declaração. Ele já havia falado a mesma coisa em um programa de televisão na sexta-feira (4), além de reproduzir a mesma frase em sua página em uma rede social.

De acordo com sua assessoria, o vice-presidente da República está em São Paulo com a família e não vai se manifestar sobre as declarações do ex-ministro. Já Dilma disse ontem (5), após evento no Recife, que espera “integral confiança” de Temer.

O pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, protocolado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal, foi aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na noite de quarta-feira (2). A presidenta da República foi notificada oficialmente no dia seguinte. Amanhã (7) será instalada no Congresso Nacional a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ao todo, a comissão terá 65 membros.

CIRO GOMES DIZ QUE GOVERNO DEVE MUDAR POLÍTICA ECONÔMICA PARA RECUPERAR APOIO

Ciro critica aliança com "golpistas"

Ciro critica conciliação com “golpistas”

Crítico contumaz do que chama de escalada do golpismo, o ex-ministro Ciro Gomes disse ontem (3) no programa Espaço Público (TV Brasil), que a presidenta Dilma Rousseff está conciliando com os opositores que pedem o seu afastamento do cargo e que o governo deveria alterar os rumos da política econômica para recuperar o apoio popular.

“Neste momento, a Dilma está fazendo o oposto, estamos numa escalada golpista que é a mesma rigorosamente, os mesmos atores, partícipes, a presidenta está conciliando com aqueles que nos fazem a perseguição e isso torna esta crise mais explosiva que aquela”, disse o ex-governador do Ceará ao comparar a situação de crise vivida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005 e a situação atual.

Na ocasião, Lula também enfrentava forte oposição na Câmara dos Deputados, em razão do mensalão, que acabou elegendo o ex-deputado Severino Cavalcanti como presidente da Casa. Ciro comparou a eleição de Severino com a do atual presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a quem acusa de intimidar o governo com a possibilidade de abertura do processo de afastamento.

“A Dilma teve sorte de o Ministério Público (MP) da Suíça ter mostrado que o picareta-mor da República é formador de quadrilha”, disse. “A história brasileira tem sido muito farsante. Só para relembrar: Severino foi cassado naquela ocasião por receber um cheque de R$ 10 mil mensais de um dono de lanchonete”.

Segundo Ciro, o governo deveria trabalhar pela saída de Cunha. Ele disse que o deputado ainda mantém apoio na Câmara por ter “distribuído” parte desses recursos, atribuídos a ele, no financiamento de campanha de outros parlamentares. Ciro lembrou que, de acordo com o Ministério Público suíço, “R$ 411 milhões circularam nas contas e ele [Eduardo Cunha] mentiu dizendo que não tinha conta”.

Na entrevista, o ex-governador do Ceará condenou duramente a tentativa da oposição, liderada pelo PSDB, de abrir um processo de impeachment de Dilma. Para ele, a oposição não aceitou o resultado das eleições e quer “pegar um atalho” para chegar ao poder. “Boa parte do calor dessa crise deve-se a uma geração inteira de tucanos, para quem se a Dilma ficar no governo significa Lula mais oito anos a partir de 2018”.

Além de criticar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Ciro, que já foi do PSDB e ex-ministro da Fazenda de Itamar Franco, se disse decepcionado com o presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), a quem acusou de ter “desapreço às regras e ao calendário [eleitoral]”. Como pode um neto do Tancredo Neves escalar o golpe?”.

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O Eduardo Campos de 2014 é o Ciro de 1998

Alberto Carlos Almeida, para o Valor

Caso Eduardo Campos venha a ser candidato a presidente em 2014, haverá muitas semelhanças entre sua candidatura e a de Ciro Gomes em 1998. A primeira delas é que tanto 1998 quanto 2014 são disputas com reeleição. Fernando Henrique completava o seu primeiro mandato com a popularidade elevada em função do aumento de consumo da população mais pobre. Ele tinha, pelas pesquisas públicas da época, em torno de 47% na soma de ótimo e bom. O Plano Real havia sido o principal cabo eleitoral de FHC em 1994 e assegurava um caminho sem sustos para uma segunda vitória.

Em 2014, Dilma disputará a reeleição. É impossível prever o cenário econômico do segundo semestre do próximo ano. O fato é que o consumo das famílias vem aumentando acima do crescimento do PIB e o desemprego vem se mantendo em patamares muito baixos, os menores níveis da história deste índice. Isso assegura a Dilma uma popularidade muito elevada: a soma de ótimo e bom está no patamar de 65%. Se Fernando Henrique foi reeleito com 47% de ótimo e bom e Lula com 56%, o que não dizer, então, do favoritismo de Dilma, caso ela venha a manter o atual nível de aprovação? Ocorrendo isto, a candidatura de Campos enfrentará em 2014 a mesma dificuldade que teve Ciro em 1998: um ocupante de cargo muito popular que disputa a reeleição. Por isso Ciro perdeu, também por isso os candidatos de oposição em 2014 tendem a perder.

A segunda semelhança diz respeito à região do candidato: Ciro Gomes e Eduardo Campos são políticos que fizeram toda sua carreira no Nordeste. Ciro foi eleito governador em 1990 e exerceu seu mandato até setembro de 1994, quando deixou o cargo para assumir o posto de ministro da Fazenda de Itamar Franco. Eduardo Campos já foi governador de Pernambuco por quatro anos e agora está em seu segundo mandato. Caso seja candidato, ele deixará o cargo no primeiro semestre do ano que vem.

Como ex-governador de um Estado nordestino, Ciro acabou sendo mais votado no Nordeste do que nas demais regiões do Brasil. O mesmo tende a acontecer com Eduardo Campos.

É interessante recordar que, na eleição de 1998, Fernando Henrique venceu em quase todos os Estados. Ele perdeu para Lula no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro e perdeu para Ciro no Ceará.

Ciro conquistou pouco mais de 34% dos votos válidos em seu Estado. Igualmente importante foi a sua votação em vários Estados do Nordeste: 20,3% em Alagoas; 18,6% no Rio Grande do Norte; 18,5% no Piauí; 16,3% no Maranhão; 16% na Paraíba; e 11,3% em Sergipe. Nesses Estados, Ciro ficou acima de sua média nacional, que foi 10,9%. Na Bahia e em Pernambuco, ele ficou abaixo. Vale mencionar que os três principais estados do Nordeste, que cultivam uma certa rivalidade entre eles, são, além de Bahia e Pernambuco, o próprio Ceará de Ciro.

O desempenho de Ciro no Nordeste disputando uma eleição contra um presidente bem avaliado, tendo Lula como principal oposicionista a Fernando Henrique, sugere que a eventual candidatura de Campos terá no Nordeste uma votação acima de sua média nacional, com destaque para o seu Estado, Pernambuco.

Além disso, Campos corre o risco de ter uma votação menor do que a média nacional no Ceará e na Bahia. Além da rivalidade regional, o atual governador da Bahia é do PT e a família Gomes, Cid e Ciro – que, hoje, lideram politicamente o Ceará – tende a não apoiar Eduardo Campos.

A íntegra do artigo está disponível para assinate clicando aqui.

DILMA NA MÃO DO PT E DO PMDB

Da Folha:

A presidente Dilma Rousseff “fica na mão” de decisões tomadas por PT e PMDB no Congresso, afirmou o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), nesta quarta-feira (24). “Ela está absolutamente condicionada a decisões que PT e PMDB tomem”, disse.

Para o governador, Dilma resolverá o problema se estabelecer “contrapontos” e colocar o PMDB “no seu devido lugar”. Gomes sugere que a petista fortaleça o PSB, o PDT e o PC do B. Ele chama essas siglas de “terceira força”.

O político falou sobre o governo Dilma no programa “Poder e Política – Entrevista”, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.

Na entrevista, Cid Gomes ainda defendeu o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), que usou helicóptero da Polícia Militar do Maranhão em viagem particular. Ele também revelou pretensão de lançar o irmão mais velho, Ciro Gomes (PSB-CE), como candidato ao Senado em 2014.

Clique aqui para ler toda a entrevista.

PREMISSA FALSA

Em 2002, Lula teve vitória apertada em Itabuna

Jutahy: premissa falsa.

A principal figura do PSDB na Bahia, o deputado federal Jutahy Júnior, partiu de premissa falsa para dizer que acredita numa vitória histórica do presidenciável José Serra em outubro, diante da petista Dilma Rousseff.

Na entrevista que concedeu ao Trombone (veja aqui), Jutahy afirmou: “Tenho convicção da vitória de Serra na disputa presidencial, inclusive em Itabuna, como ocorreu em 2002, no segundo turno, contra Lula”.

Caso a história se repita, a vitória será de outro candidato. É que em 2002 o tucano foi derrotado em Itabuna pelo atual presidente da República tanto no primeiro quanto no segundo turno: Lula obteve 48.145 votos e Serra ficou com 44.055 votos no embate direto, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Quando considerado o primeiro turno, Lula obteve 34.827 votos e Serra, em quarto, registrou 10.226 votos. O segundo mais votado naquela peleja de 2002 no primeiro turno em Tabocas City foi Ciro Gomes. À época no PPS e apoiado por Fernando Gomes, o ex-governador cearense teve aqui 23.195 votos. O terceiro foi Garotinho, então no PSB, com 21.439.

Reconheça-se, no entanto, que há oito anos Itabuna era governado pelo deputado federal Geraldo Simões. O resultado do segundo turno, quando Serra quase bate Lula no município, deixou GS com a imagem arranhada. Serra teve o apoio do ex-prefeito Fernando Gomes.

O presidenciável tucano ficou a pouco mais de 4 mil votos do atual presidente da República, mesmo não tendo a mínima estrutura de campanha em “Tabocas”. Simbolicamente, foi uma vitória. Mas como a urna só admite a frieza dos números, o “Barbudinho” saiu vencedor em Itabuna e no plano nacional. Tornou-se o presidentente.

Leia sobre a visita de Serra ao sul da Bahia:

500 PESSOAS RECEPCIONAM SERRA EM ITABUNA

SERRA DIZ QUE É FAVORÁVEL À ZPE EM ILHÉUS

CIRO GOMES CONSIDERA SERRA UM “PERIGO PARA O PAÍS”

O ex-ministro Ciro Gomes (PSB) participou do programa É Notícia, da Rede TV, e girou a sua metralhadora contra o ex-governador José Serra, pré-candidato do PSDB à presidência da República.

Apesar de considerá-lo um homem preparado, Ciro Gomes afirmou que eleger José Serra é um perigo para o Brasil.

– [José Serra] é um brasileiro bastante preparado, mas tem uma personalidade autoritária, tenebrosa. Com o poder na mão, me parece um perigo para o País.

Ainda no pinga-fogo proposto pelo apresentador Keneddy Alencar, Ciro disse que Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), pré-candidatas à presidência da República, são duas grandes mulheres.

O programa É Notícia é exibido ao final das noites de domingo na Rede TV. Ciro disse que não desistirá da disputa a presidente.

Sairá da corrida não por desistência, mas na condição de “derrotado”. Derrotado pelo partido, o PSB, que é contra a sua candidatura e apoiará a ex-ministra petista Dilma Rousseff.

CIRO DESISTE DE CANDIDATURA A PRESIDENTE

Da revista Época

O deputado federal Ciro Gomes não será candidato à Presidência da República. A decisão da cúpula do PSB foi tomada após reuniões entre a noite de quarta-feira (21) e esta quinta-feira (22).

Ciro foi informado da posição do partido nesta quinta-feira (22), em encontro no fim da manhã, que se estendeu em um almoço em Brasília. Após comunicar o deputado, a cúpula do PSB se reúne com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Centro Cultural Banco do Brasil, sede do governo. Do encontro com Lula participam o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, o governador do Ceará e irmão de Ciro, Cid Gomes e o governador do Piauí, Wilson Martins.

Além desses três, o senador do Espírito Santo Renato Casagrande e o ex-ministro e vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, participaram das conversas que levaram à desistência do PSB de lançar Ciro como candidato à presidência.

Ciro Gomes vai se licenciar da Câmara dos Deputados por algumas semanas. O deputado vai viajar ao exterior – o destino ainda não foi informado – e vai voltar dentro de 20 dias a um mês para se incorporar à campanha eleitoral do PSB. Entretanto, Ciro não será candidato a nada, a princípio, apesar de ter transferido seu domicílio eleitoral para São Paulo onde era cotado como nome à corrida para o governo estadual.

PESQUISA SENSUS CRAVA EMPATE ENTRE SERRA E DILMA

Acendeu, de vez, a luz vermelha (ou seria azul?) na campanha do carequinha José Serra (PSDB). Divulgada hoje, a pesquisa Sensus mostra a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) empatadíssima com o tucano e ex-governador de São Paulo. No duro, dá 32,7% a Serra e 32,4% para Dilma. Ou seja, diferença de ínfimos 0,3%.

Este é o resultado no cenário em que Ciro Gomes (PSB) está na disputa e aparece com 10,1% e a ex-ministra Marina Silva (PV), com 8,1%. O levantamento foi feito entre os dias 5 e 9 deste mês.

Foram ouvidas 2 mil pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.Votos brancos e nulos somaram 7,7% e 9,1% não souberam ou não quiseram responder.

Quando Ciro Gomes é retirado da disputa, Serra ganha um fôlego extra, porém menor do que em outras rodadas de pesquisa. O tucano vai a 36,8% e a petista pontua com 34%. Marina vai a 10,6%. Neste cenário, 10,1% optam por voto branco ou nulo. 9,5% ficaram no ‘muro’ (não responderam ou não souberam responder).

CNI/IBOPE: DILMA SOBE 13 PONTOS E ENCOSTA EM SERRA

Divulgados os novos números da pesquisa CNI/Ibope. O levantamento só confirma a fase ascendente da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a queda em intenções de voto do tucano José Serra. A diferença caiu 21 pontos.

No último levantamento CNI/Ibope, realizado em novembro, Dilma aparecia com 17% das intenções de voto e Serra, 38%. Hoje, a petista aparece com 30% e o tucano, 35%. Ciro Gomes (PSB) pontua com 11% e Marina Silva (PV), 6%.

A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais e também testou cenário sem a presença de José Serra e de Ciro. Nele, Dilma vai a 39%, Marina alcança 12% e Aécio Neves (PSDB) vai a 18%.

Quando o cenário tem a presença de Ciro Gomes e Serra é substituído por Aécio, Dilma alcança 34%, Ciro vai a 21%, Marina tem 13% e Aécio chega a 8%.

A pesquisa espontânea mostra vantagem para Dilma Rousseff. Ela alcança 14% ante 10% de Serra. Ciro e Marian têm 1% cada e Aécio pontua com 3%. Sem poder disputar novamente a presidência da República, Lula lidera a espontânea. Tem 20%.

A pesquisa também apurou recorde de aprovação ao governo federal. 75% avaliam como ótimo ou boa a gestão Lula. 19% avaliam como regular e outros 5% como ruim ou péssima. A avaliação pessoal do presidente atingiu 83%. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios entre os dias 6 e 10 de março (confira o relatório completo da pesquisa).

IBOPE MOSTRA SERRA COM 36% E DILMA COM 25%

Dilma e Serra estão cada vez mais próximos.

A nova pesquisa Ibope/Diário do Comércio revela crescimento de oito pontos percentuais da pré-candidata petista no comparativo com o último levantamento realizado em dezembro. Ela agora aparece com 25%, ante 17% em dezembro. O tucano José Serra oscilou dentro da margem de erro: tinha 38% em dezembro e foi a 36% agora.

O levantamento traz Ciro Gomes (PSB) com 11% e a senadora Marina Silva (PV) com 8%. As intenções de voto branco e nulo atingiram 11%. O percentual de indecisos é de 9%.

Esta pesquisa também testou cenário sem Ciro Gomes: Serra sobre para 41% e Dilma chega a 28%. Marina alcança 10%. É o melhor dos mundos para o pré-candidato tucano.

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Roussef. O tucano cravou 47% contra 33% da petista e ministra da Casa Civil.

No item rejeição, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aferiu Ciro Gomes, com 41%, Marina Silva tem rejeição de 39%, Dilma, 35%, e Serra é reprovado por 29% dos eleitores. A pesquisa foi feita entre os dias 6 e 9 de fevereiro. Foram ouvidos 2.002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

DILMA REDUZ EM 14 PONTOS DIFERENÇA PARA SERRA

O Vox Populi divulgou a mais nova pesquisa sobre a corrida presidencial. A vantagem de José Serra (PSDB) para a ministra Dilma Roussef (PT) caiu de 21 para sete pontos percentuais. Em agosto, Serra aparecia com 39% e agora foi a 34%. Dilma subiu de 18% para 27%.

O levantamento ainda mostra Ciro Gomes (PSB) com 11% das intenções de voto e a senadora Marina Silva (PV) aparece com 6%. Se a disputa é sem o ex-ministro Ciro Gomes, Serra vai a 38% e Dilma, 29%. Em um segundo turno, Dilma seria superada por Serra: 46% a 35%.

FATURA NO PRIMEIRO TURNO

Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno. Informações do Radar Online.










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