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:: ‘Clínica Coci’

CÂMARA DE ILHÉUS APROVA R$ 2 MILHÕES EM CRÉDITO PARA A SAÚDE

lukaspaivaA Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou abertura de crédito adicional especial de R$ 2 milhões para a Secretaria da Saúde de Ilhéus. O valor deverá ser utilizado no pagamento da rede conveniada do SUS.

Segundo o presidente do Legislativo, Lukas Paiva (PSB), o projeto foi encaminhado em regime de urgência à Câmara pelo prefeito Mário Alexandre (Marão) porque hospitais como São José, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, e Coci, ainda não haviam recebido pelos procedimentos médicos ao SUS dos meses de dezembro do ano passado e janeiro último.

Ainda segundo Paiva, os funcionários destes hospitais ameaçavam entrar em greve, pois estão com salários atrasados devido à falta de pagamento por parte da Prefeitura de Ilhéus. O Orçamento de 2017, feito ainda pela gestão passada, não previa pagamento para despesas de exercícios anteriores, por exemplo.

ILHÉUS: TCU DETECTA IRREGULARIDADES NO REPASSE A PRESTADORES DE SERVIÇO NA SAÚDE

Uma semana após a prefeitura festejar acordo permitiu que as emergências dos hospitais particulares credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Ilhéus voltassem a atender a população, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou maior controle nos pagamentos a prestadores de serviço. O acórdão ao processo nº TC 017.886/2010-4 foi publicado nesta quarta-feira, 30.

O TCU apreciou relatório de auditoria das contas da Secretaria de Saúde de Ilhéus na gestão da ex-secretária Marleide Oliveira Dutra Figueiredo, em 2009. O relator foi o ministro José Jorge.

Além de mandar apurar irregularidades nas Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) emitidas pela Irmandade da Santa Casa da Misericórdia, Clínica Ortopédica e Cirúrgica (Coci) e Casa de Saúde São Jorge, no prazo de 60 (sessenta) dias, o tribunal determina recuperar valores por meio de glosas.

Outra determinação é de que sejam regularizadas ocorrências de pagamentos feitos sem cobertura contratual a prestadores de serviço de saúde no prazo de 120 dias.

Nas contas examinadas há ausência de licitações, serviços pagos a maior e descontrole de materiais de órtese e prótese à Coci. Há cobranças quanto à ausência de Regimento Interno do Fundo Municipal de Saúde e a diárias de internação em UTI infantil no Hospital São José – Maternidade Santa Helena, apesar de o estabelecimento não possuir a referida instalação.








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