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:: ‘CNB’

A DISPUTA PELO COMANDO DO PT

Marco Wense

 

A relação política de Gleisi Hoffmann com Fernando Haddad é cordial diante dos holofotes. Ambos fazem questão de mostrar um bom relacionamento. Em conversas reservadas, no entanto, não é bem assim.

 

As eleições internas do Partido dos Trabalhadores, que acontece nos dias 22, 23 e 24 de novembro, para o comando nacional da legenda, será tranquila no olhar do público e agitada nos bastidores.

Tranquila porque vai passar a impressão que tudo ocorreu de maneira consensual, com as várias correntes chegando a um acordo. Agitada porque existe uma acirrada disputa entre os que querem a permanência de Gleisi Hoffmann na frente do partido e os defensores do nome do ex-presidenciável Fernando Haddad.

A corrente Construindo Um Novo Brasil (CNB), majoritária no petismo, está dividida entre renovar e continuar com Hoffmann, que ainda não desistiu de ser a candidata ao Palácio do Planalto na sucessão de 2022, já que a inelegibilidade de Lula vai durar um bom tempo.

No frigir dos ovos, o controle da direção nacional do PT vai ficar com quem o ex-presidente Lula quiser. E Lula quer Gleisi. Portanto, ponto final. A deputada vai continuar no comando da legenda. O resto é oba-oba. Puro teatro.

A tal da renovação vai ficar para depois, quando Lula achar conveniente. É melhor um “pássaro” na mão, que é a Gleisi, sua porta-voz desde que foi preso, em 7 de abril de 2018, do que dois voando, Fernando Haddad, o “poste” da eleição que elegeu Jair Messias Bolsonaro, e o governador da Bahia Rui Costa. Ambos também companheiros, mas não tanto confiáveis como Hoffmann.

Por dois motivos a deputada federal do Paraná permanecerá no posto. O primeiro, é que ninguém vai peitar a inconteste liderança de Lula. O outro é de puro companheirismo. Seria imperdoável Lula preso e ainda derrotado no processo eleitoral do partido. O movimento pró-Haddad tende a enfraquecer em decorrência desses dois fatos.

O presidente do PT da Bahia, Everaldo Anunciação, já sinalizou sua posição: “Lula tem uma afinidade com Gleisi, que tem cumprido um papel importante no PT, em uma conjuntura muito difícil”. Obviamente, a “conjuntura difícil” que se refere Anunciação diz respeito a dois pontos: a prisão do líder maior e o enraizado antipetismo.

A relação política de Gleisi Hoffmann com Fernando Haddad é cordial diante dos holofotes. Ambos fazem questão de mostrar um bom relacionamento. Em conversas reservadas, no entanto, não é bem assim. Vale lembrar que a parlamentar fez de tudo para impedir a candidatura do ex-prefeito de São Paulo na sucessão de Michel Temer. Gleisi queria ser a candidata do PT.

A torcida, digamos, “gleisiniana” pode ter um invejável reforço: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a decisão do STJ de diminuir sua pena, poderá ser solto em setembro. De fora da prisão, a campanha para Gleisi será mais intensa, inclusive convencendo os adversários a desistir de enfrentá-la. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ENTRE TAPAS E BEIJOS

Da coluna Tempo Presente (A Tarde)

O governador Jaques Wagner ainda não deu sinais claros da linha que vai seguir para acomodar José Sérgio Gabrielli no governo, se na cota pessoal ou deixando o problema para a tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), que no governo já teve as secretarias da Agricultura (com Geraldo Simões) e Educação (Adeum Sauer), em ambas se deu mal e hoje só tem Planejamento, onde está alojado o deputado federal Zezéu Ribeiro.

É aí que a porca torce o rabo. A Construindo tenta se reconstruir e vislumbra em Gabrielli a luz do caminho. Vê outras tendências como a Democracia Socialista emplacar Walter Pinheiro senador, a Reencantar botar Rui Costa no secretariado e a Esquerda Democrática ungir Nelson Pelegrino candidato a prefeito de Salvador, enquanto ela bate cabeça tentando se firmar, sem conseguir.

É por isso que Gabrielli, ainda na Petrobras, já despontava na cena baiana como ‘governadorável’ e agora chega entre tapas (dos concorrentes) e beijos (dos aliados).

Zezéu Ribeiro descarta a possibilidade de ir para o TCM. E a CNB nutre a esperança de que Wagner adote Gabrielli para a cota dele.

A “CNBB” NO PT

A nova divisão interna do PT baiano, surgida a partir de uma dissidência na corrente CNB (Construindo um Novo Brasil) ganhou apelido curioso. Nesta segunda-feira, 16, chamavam o incipiente grupo de “CNBB”, que não tem absolutamente nada a ver com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

No caso, as primeiras três letras são da velha corrente Construindo um Novo Brasil e a última – segundo um petista – seria alusão à “série B”, que reúne os times que sonham com uma vaga na série A ou que foram rebaixados desta.

Mas por que essa referência?

Explica o mesmo petista: “é que, dos três deputados federais que criaram a dissidência, dois – Joseph Bandeira e Emiliano José – são suplentes no exercício do mandato. Da “série A” na Câmara Federal, segundo essa analogia, a nova corrente tem apenas o deputado Geraldo Simões.

 

A DIVISÃO NA CORRENTE MAJORITÁRIA DO PT

Os dois grupos que se digladiam na tendência petista Construindo um Novo Brasil (CNB) vivem novo round em sua disputa interna na Bahia. Uma das subdivisões, que tem entre seus integrantes os deputado federais Geraldo Simões, Emiliano José e o estadual J. Carlos, marcou reunião para o próximo sábado, 14, e um dos objetivos é remoer insatisfações com o Governo do Estado. A queixa é a de que Jaques Wagner não está prestigiando suficientemente a turma.

Do outro lado da CNB, estão petistas como os deputados federais Josias Gomes e Zezéu Ribeiro e os estaduais Paulo Rangel e Fátima Nunes. Eles se reúnem no dia 28, devidamente separados do outro grupo.

Dessa vez, há quem acredite num racha “oficial”dentro da CNB, podendo até surgir uma nova tendência interna.

CNB COMEMORA A FILIAÇÃO DO GRUPO ALFA

Uma confraternização nessa sexta-feira (2) marca a filiação coletiva dos membros do grupo Alfa à corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB), do Partido dos Trabalhadores.

O grupo Alfa é um Coletivo interno, que não chega a ser uma corrente, mas reúne dezenas de filiados, a exemplo do histórico França, do São Pedro. O happy hour está marcado para as 18 horas, na sede do partido, na Beira Rio.

A festa, claro, é para os novos filiados da tendência, mas como há um clima de unidade entre as diversas correntes do PT neste momento, devido à composição em torno da eleição para o diretório municipal, é natural que todas essas estejam representadas.

A filiação do grupo representa, na prática, o fortalecimento do campo majoritário dentro do PT itabunense. Ou seja: há motivos mais que suficientes para comemorar.






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