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:: ‘comunicação social’

SUA EMPRESA É ANALÓGICA?

Felipe de PaulaFelipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

Comunicação não pode ser compreendida como gasto. É um investimento que, bem gerido, impactará objetivamente em seus lucros. Uma sociedade conectada, digital, não admite empresas analógicas. Você pode oferecer um brilhante atendimento em horário comercial, mas seu cliente precisa de mais.

 

Gostaria de iniciar esse texto propondo uma breve reflexão para você, meu leitor: Em que mundo vivemos? Como você observa nosso cotidiano? Como você obtém conhecimento na contemporaneidade? Muito provavelmente devem ter surgido em sua mente imagens de celulares, computadores, telas com mensagens surgindo, redes sociais. Estamos conectados como nunca, produzindo informação como nunca. O grande “produto” contemporâneo é a informação.

Numa sociedade extremamente informacional, é inegável a importância de uma comunicação bem planejada, gerida com plena ciência das ações e resultados desejados. Como profissional e estudioso da área, vejo cotidianamente empresas construindo suas práticas de comunicação de uma forma que demonstram não ter ciência plena dos múltiplos caminhos possíveis. Uma comunicação subaproveitada, feita como se vivêssemos em tempos remotos.

Vivemos imersos numa lógica acelerada, informatizada. Comunicamo-nos em tempo praticamente integral. A comunicação institucional precisa ser pensada nessa mesma linha.

Como você gere a comunicação de sua empresa? Tenha o porte que tiver, penso ser inviável conceber uma empresa que “feche”. Não sugiro portas abertas 24 horas, mas afirmo: seu cliente vai ter uma dúvida sobre seus serviços em qualquer horário do dia.

Diante disso pergunto: sua empresa tem alguém online pronto a responder?

Não? É possível que seu concorrente tenha.

E me responda agora com a mente de um consumidor: você vai privilegiar qual empresa? Aquela que lhe atendeu de imediato ou aquela que não retornou sua mensagem?

Comunicação não pode ser compreendida como gasto. É um investimento que, bem gerido, impactará objetivamente em seus lucros. Uma sociedade conectada, digital, não admite empresas analógicas. Você pode oferecer um brilhante atendimento em horário comercial, mas seu cliente precisa de mais.

Quantas vezes já iniciei o processo decisório de consumir no estabelecimento A ou B ainda em casa, pesquisando perfis em redes sociais? Quantas vezes decidi por um produto, por uma empresa a partir de um argumento gentil e disponível através de mensagens trocadas num email ou num perfil de Facebook? Diversas vezes.

Um perfil desatualizado, mal gerido, equivale a uma vitrine suja, desorganizada, quiçá abandonada.

Você entraria numa loja assim?

Provavelmente você pode estar pensando que as questões levantadas por esse texto competem a grandes empresas, que contam com assessoria especializada. Isso não é verdade. Esse investimento pode – e deve – ser feito por todos.

O mundo é digital. Sua empresa (ou mesmo você) não pode seguir sendo analógica. Busque um consultor de comunicação. É muito mais acessível que imagina e garantirá que seu empreendimento não siga com uma imagem e posturas inadequadas perante seus clientes. O resultado será objetivo: lucro e satisfação.

Felipe de Paula é professor universitário e pesquisador da Comunicação Social.

SECRETÁRIOS E ASSESSORRES CRIAM FÓRUM DE COMUNICAÇÃO NO SUL DA BAHIA

Assesores e secretários de comunicação compõem o Focom || Foto Divulgação

Assesores e secretários de comunicação compõem o Focom || Foto Divulgação

Reunidos na sede da Amurc, em Itabuna, secretários e assessores de municípios criaram, nesta quarta (9), o Fórum de Comunicação Municipal (Focom). O fórum integra o Programa de Apoio Gerencial e Institucional às Prefeituras (Agir), em parceria com a Pró-reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

O objetivo do fórum é reunir os profissionais que atuam no setor de comunicação dos municípios para, segundo o secretário executivo da Amurc, Luciano Veiga, “partilhar ideias e experiências, levantar demandas locais e, através da Associação e de instituições apoiadoras, promover capacitações”.

Dentre as sugestões inicias do Focom, foram apresentadas a necessidade de realização de um curso na área de licitação, promover reuniões itinerantes nos municípios e a realização de um fórum anual. Além disso, informa a entidade, será criada uma agenda comum de comunicação pública municipal para atendimento das principais demandas locais.

A promessa é fazer do Focom um espaço para debate a realidade da comunicação nos municípios, fortalecendo o trabalho desenvolvido nas estruturas da Administração Pública. “Esse é o primeiro passo para o reconhecimento da importância da comunicação nos municípios”, afirma o jornalista Ed Camargo, secretário de Comunicação de Itacaré e eleito presidente do Focom.

DIRETORIA

Além de Camargo, a diretoria do fórum terá Simone Santos (Itajuípe) na vice-presidência, Monique Madureira (Ibicaraí) na secretaria geral e Jarles Soares (Floresta Azul) na tesouraria. O mandato desta primeira direção vai até 2019.

O Focom também terá o publicitário Ithamar Reis Duarte (Itapitanga) na Comissão de Ética, ao lado de Adenaldo Curvelo (Floresta Azul). A Comissão de Inovação e Comunicação será presidida por Aleilton Oliveira (Ubaitaba e Camamu). Já a de Capacitação, será presidida por Rita Barros (Itabuna), tendo ainda em sua composição Marcel Matos (Ipiaú e Ibirapitanga) e Francis Menezes (Ituberá).

DEMOCRATIZANDO A BAHIA E A COMUNICAÇÃO

Robinson AlmeidaRobinson Almeida

O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.

Estes sete anos e três meses de gestão do governador Jaques Wagner, período em que fui responsável pela comunicação social, foram de aprendizado e realizações. À frente, vejo novos desafios. Porém, é o olhar para trás que me mostra qual caminho seguir.                             

A tarefa do governador era e continua sendo imensa: de um lado, mudar a cultura política, democratizar a Bahia; do outro, atender ao clamor das urnas e desenvolver o estado com inclusão social.  E, assim como ele tinha que implantar uma nova forma de governar, minha missão, parte integrante da dele, foi desenvolver uma nova forma de comunicar. Nos dois casos, os paradigmas existentes não serviam aos nossos propósitos.

Tudo tinha que ser criado, inventado. A nova hegemonia precisava se estabelecer com a afirmação dos valores e signos da nova gestão, com suas prioridades econômicas e sociais, com sua vinculação orgânica ao projeto nacional. A decisão estratégica que conceituou o projeto continua atual até hoje: Bahia, Terra de Todos Nós.

A produção das notícias de governo deve atender sempre ao imperativo legal e ético de prestação de contas à sociedade. A relação com os meios de comunicação, indispensáveis para as informações chegarem a todos, foi estabelecida na absoluta defesa da liberdade de imprensa. Nesse ambiente, a busca do contraditório, do equilíbrio na cobertura das pautas do governo, se tornou um desafio permanente.

Tendo sempre como matéria prima a verdade, foram produzidas ações publicitárias de grande repercussão. O “agora tem, tem, tem” embalou as realizações do governo. A campanha de depoimentos espontâneos de gente do povo consolidou a marca social de um governo que faz mais para quem mais precisa. Quem não se lembra de Dona Enedina, alfabetizada aos 100 anos? Nesse caso, a publicidade baiana foi premiada nacionalmente.

Para democratizar a Bahia, teríamos que inovar e produzir uma comunicação democrática. Sob esse novo olhar, a comunicação não podia ser tratada apenas nas dimensões de notícia, publicidade e propaganda. O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.

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ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO DA UESC FAZEM PROTESTO

Os estudantes do curso de Comunicação Social da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) farão protesto nesta quinta, 31. Eles exigem melhorias na estrutura do curso e processo seletivo para contratação de professores. A manifestação será às 13h, no campus da Uesc.

Segundo carta aberta dos estudantes, a reitoria não tem contratado professores substitutos para preencher vagas abertas por docentes que se afastam para cursos de mestrado e doutorado. Resultado: diversas disciplinas obrigatórias estão sendo suspensas.

Os alunos denunciam ainda que disciplinas básicas são oferecidas como cursos de férias, professores dão aula em áreas para as quais não estão habilitados e há inchaço no número de aluno por matéria. Tudo isso tem levado a atraso na formação dos alunos.

Em 2009, os alunos fizeram vários protestos por estarem impedidos de cursar matérias práticas. Àquela época, o problema era falta de técnicos.

CONSELHO DE COMUNICAÇÃO BAIANO É 1º DO PAÍS

Secretário Robinson Almeida, presidente do Conselho, e o governador Jaques Wagner (Foto Manu Dias).

A Tarde

O governador Jaques Wagner deu posse na terça, 10, aos 27 membro do Conselho de Comunicação da Bahia (CCS), em solenidade no auditório do Ministério Público Estadual. Primeiro colegiado do tipo instalado no Brasil, ele será deliberativo e terá como  principal objetivo a elaboração de políticas públicas para a área, com a construção de um Plano Estadual de Comunicação.

A proposta de criação do órgão data de 2008, quando foi realizada a Conferência Estadual de Comunicação em que entidades da sociedade civil reivindicaram a criação do colegiado. A formalização, contudo, só aconteceu em maio de 2011, com a aprovação da Lei nº 12.212,  que mudou a estrutura organizacional do governo.

Presidente do conselho, o secretário estadual de Comunicação Robinson Almeida enfatizou que a criação do órgão  cumpre o Artigo 277 da Constituição do Estado da Bahia, que afirma que cabe ao conselho formular a política de comunicação social do Estado. “É preciso enxergar o setor como um segmento que demanda políticas públicas, assim como acontece com a educação e a cultura”, destacou.

Na espinha dorsal do texto de regulamentação, destacam-se as funções de estimular a implantação de veículos  comunitários, de fomentar a produção de conteúdos que representem as diversidades artísticas, culturais, regionais e sociais, além do fomento à  inclusão digital.

Leia na íntegra

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