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:: ‘comunicação’

MORRE O JORNALISTA PAULO HENRIQUE AMORIM

Paulo Henrique Amorim em lançamento de livro na Bahia || Foto Marival Guedes

O jornalista e apresentador Paulo Henrique Amorim faleceu na manhã desta quarta (10), aos 77 anos, em sua residência, no Rio de Janeiro. A causa da morte informada foi um infarto fulminante.

Com passagens pela Rede Globo, onde foi repórter e correspondente internacional, jornais e revistas, Paulo Henrique apresentava telejornais da TV Record desde 2003.

Em junho deste ano, Paulo Henrique Amorim acabou afastado do jornalismo da emissora e da apresentação do Domingo Espetacular, por interferência política. O jornalista editava o blog Conversa Afiada, do qual era proprietário, um dos mais combativos sites do espectro de esquerda no país.

Em setembro de 2015, PHA, como também era conhecido entre os colegas, lançou em Salvador o livro O quarto poder – Uma outra história, quando concedeu entrevista a Marival Guedes para o PIMENTA. Nela, falou de regulamentação da imprensa, do Partido da Imprensa Golpista (PIG), termo largamente usado por ele para denominar a oposição aos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff (reveja aqui).

MAIS DE 100 FUNCIONÁRIOS DEVEM SER DEMITIDOS PELA REDE BAHIA

Rede Bahia deve demitir mais de 100 funcionários

Desde a última semana correm “boatos” nos bastidores da comunicação que a Rede Bahia irá promover um elevado corte na sua equipe de contratados. De acordo com o Bahia Notícias,  os profissionais começaram a ser avisados na manhã desta quinta-feira (2) e o número de desligamentos pode ser superior a 100.

Já há informações do desligamento de, pelo menos, três produtoras de jornalismo da TV Bahia com muito tempo de casa, Telma Verçosa, Mara Viana e Márcia Freire. A baixa será em todos os veículos da empresa, o que inclui a TV, sites, rádios e jornal impresso.

A medida, inclusive, foi iniciada no setor de jornalismo da instituição, o que inclui produtores, repórteres e apresentadores, e também da área técnica. O BN entrou em contato com a assessoria de comunicação da Rede Bahia para obter um posicionamento oficial, mas ainda não obteve resposta.

QUEM NÃO SABE COMUNICAR, SE TRUMBICA!

Luciano Veiga

 

 

A resposta talvez esteja em “quem não sabe comunicar, se trumbica”, ou seja, não basta se comunicar é preciso SABER SE COMUNICAR.

 

O velho guerreiro Chacrinha já dizia “quem não se comunica, se trumbica”. No mundo midiático em que vivemos, o nosso querido Guerreiro, se aqui estivesse, talvez acrescentaria ao seu jargão a frase “Quem não sabe comunicar, se trumbica”.

A comunicação no universo político viveu nos últimos tempos forte influência do marketing. Quem não se lembra que as últimas eleições foram marcadas com um modelo, que podemos denominar candidato produto. Os marqueteiros acostumados a trabalhar com produtos, tornando-os conhecidos e desejados pelos consumidores, fizeram o mesmo com os candidatos. Pesquisas qualitativas davam o contorno das propostas, do vestir, do falar, do agir, construindo um slogan “eu faço, eu quero, eu posso”.

No período Donald Trump, a mídia social ganha espaço, que seja pela universalização destes veículos de comunicação, do linguajar do pessoal às redes sociais, criando seguidores e devotos em um sistema que chega a todos, quebrando barreiras. Denominada como comunicação direta, foi também protagonizada no Brasil nas últimas eleições.

O que virou cartão de visita, tem-se transformado no cartão de saída.

No Brasil, dizemos quando o candidato é eleito, o mesmo precisa descer do palanque. Hoje, nos tempos modernos, podemos dizer que o mesmo precisa deixar de twittar e dar espaço à comunicação institucional, afinal, a sua comunicação passa a ser inerente ao cargo que ocupa e à instituição que representa.

As mídias sociais, consideradas pelos críticos como terras de ninguém, têm provocado vítimas entre celebridades, atores, desportistas, políticos e outros, que têm as suas vidas íntimas devassadas, na maioria das vezes quando eles mesmos postam textos e vídeos polêmicos.

Hoje, já se faz uma nova interpretação de preservação de imagem. Vale a pena ter milhares de seguidores ou ter a vida de volta e a instituição preservada? A resposta talvez esteja em “quem não sabe comunicar, se trumbica”, ou seja, não basta se comunicar é preciso SABER SE COMUNICAR.

Daí, como o mundo gira rápido e os valores acompanham estes movimentos, e todo movimento em regra parte de um eixo, logo, o giro volta ao marco inicial. Voltamos então ao que dizia os senhores e senhoras na porta de casa, na calçada ou na janela, valores se constrói a partir de casa e se consolida na sociedade. E cuidar destes valores não tem preço.

Assim como dizia a minha saudosa mãe, cuidado com o que fala, pois as palavras são como pregos, deixam as suas marcas na tábua.

Luciano Veiga é administrador e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc) e, Atualmente, secretário executivo da Amurc e do CDS-LS.

*Trumbicar – “Diz-se da ação de copular ou do ato de e prejudicar com algo, “se dar mal”.

CINQUENTÃO, “TABU” DEIXA DE CIRCULAR

A última edição do “Tabu”

Do Cia da Notícia

É o fim do caminho. Assim foi anunciado o fechamento do jornal Tabu, que circulou durante 50 anos de forma ininterrupta. A última edição saiu nesta quarta-feira (25), pegando os leitores de surpresa, pois esperavam festejar no próximo dia 25 de maio, Dia da Cidade de Canavieiras, o quinquagésimo aniversário do jornal, o que acabou não acontecendo.

Ao invés da festa comemorativa, o anúncio de primeira página comunicando o encerramento de uma vitoriosa caminhada de 50 anos. “Tabu sai de cena no momento em que o jornal impresso está se tornando página virada na história da humanidade”, disse o comunicado, informando, ainda, que a última edição, com 32 páginas, 16 delas é integrada por um caderno especial, com notícias e artigos relembrando o último meio século.

Nesse meio século de existência o Tabu teve um único editor, o jornalista Tyrone Perrucho, que em artigo disse que foi uma aventura e tanto! Ele ressaltou que nesse tempo (18 mil dias) foram 917 edições. “Agora, é só a despedida, com direito a algumas recordações das cerca de 13 mil páginas.
É certo que tal acervo constitui uma respeitável e bem diversificada fonte de informações sobre a Canavieiras dos últimos 50 anos”, ressaltou Tyrone.

Ao finalizar o seu artigo, Tyrone Perrucho disse: “Aos 73 anos de idade, já prestes a ser carimbado como produto de validade vencida, e se passado o tempo de se fazer justiça com as próprias mãos, seguirei respondendo às ações judiciais movidas contra o jornal e saboreando os lances mais notáveis, como os mais amargosos, dessa emocionante aventura”, escreveu.

Com o fim de Tabu, o jornalista Tyrone Perrucho já deu conhecimento aos amigos que passa agora, de vez, ao pleno exercício e gozo dos seus direitos de jornalista vadio. “Foi bom enquanto durou!”, finalizou.

ROBERTO DE SOUZA NA RÁDIO NACIONAL

Roberto estreia dia 26 na Rádio Nacional

Roberto estreia dia 26 na Rádio Nacional

Roberto de Souza deixou a Rádio Difusora e já está de casa nova. O radialista e ex-vereador estreará, na próxima quarta (26), na Rádio Nacional 870AM.

A estratégia da emissora com a nova aquisição e algumas mudanças é recuperar a audiência perdida por erros sucessivos de administração nos últimos dez anos, alguns dos quais fora do ar.

A aquisição tem peso. Quando na Difusora, Roberto era considerado líder de audiência no horário das 13h às 14h, de segunda a sexta, e das 10h às 12h dos sábados.

A Nacional passa por mudança não apenas na programação. O estúdio sai do Zildolândia para a Avenida Princesa Isabel, no Banco Raso, em um antigo imóvel da Minas Aço. A emissora pertence à família do ex-deputado Daniel Gomes.

HORÁRIO

Em tempo, o Resenha na Nacional será das 12h30min às 14h, de segunda a sexta. No sábado, das 10h às 14h. Atualizado às 15h26min

LILIAN CASAS PRESTA HOMENAGEM A LUCÍLIO BASTOS EM CONCLUSÃO DE CURSO

Lilian: homenagem a Lucílio Bastos.

Lilian: homenagem a Lucílio Bastos.

Luiz Conceição

Diz a sabedoria popular: “Filho de peixe, peixinho é” . Como a comprovar a certeza do adágio, a estudante do curso de Jornalismo Lilian Casas está às voltas com pesquisas em arquivos privados e públicos nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana e Salvador. O lendário radialista Lucílio Bastos será tema do trabalho de conclusão de curso (TCC) na sua graduação em uma faculdade de Itabuna.

Atuando na Rádio Interativa FM (93,7 Mhz), Lilian Casas comprova o acerto de mais um adágio popular: Quem puxa aos seus não degenera”. Segue as pegadas de Lucílio ao promover o entretenimento dos ouvintes da primeira emissora do interior baiano a migrar do rádio AM para o FM, depois de ter operado na frequência 1.160 Khz.

Lucílio, o homenageado.

Lucílio, o homenageado.

E, mais uma vez, repete, no rádio, a forma que consagrou o pai, mas sem os ácidos comentários que ele fazia no popular e líder de audiência Falando Francamente, nas rádios Jornal de Itabuna, Difusora Sul da Bahia e na Rádio Nacional de Itabuna, Bahia, nos registros da Anatel, como passou a se denominar a extinta Rádio Clube de Itabuna, a pioneira.

Lucílio Bastos foi soberano no rádio itabunense nas décadas de 60, 70 e 80, tendo voltado ao rádio local depois, no ano de 2004. A sua filha caçula e estudante está ávida por receber a cooperação dos ouvintes de seu pai e dos amigos por meio de relatos que falem de sua trajetória, vídeos, fotografias etc.

LINHO COSTA DE VOLTA AO RÁDIO

linhocostaO publicitário Linho Costa volta ao rádio 18 anos após deixar a Morena FM para pilotar a Costha Fera Comunicação. A partir da próxima terça-feira (6), ele comandará o Você em Pauta, na Interativa FM (93,7).

O programa irá ao ar das 6h às 8h da manhã e será um mix de informação, entretenimento e prestação de serviço. O Você em Pauta terá, ainda, na equipe Carlos Maluta e Ricky Mascarenhas.

A Interativa migrou do AM para o FM e reforçou a equipe. A grade da programação conta com nomes como Lilian Casas, cantora, cursando Jornalismo e filha de um dos ícones do rádio baiano, Lucílio Bastos. Atualizado às 14h30min.

COMO BIG DATA PODE AJUDAR NA COMUNICAÇÃO DE MINHA EMPRESA?

Felipe-de-PaulaFelipe de Paula | [email protected]

 

A migração acelerada para o campo digital faz com que os recursos de campanha devam ser pulverizados de acordo com a sinalização dessa realidade. O raciocínio é simplório: uma palavra é dado. Um comportamento é dado, uma imagem também. Mesmo os sentimentos – intensamente expressos nas redes sociais – também podem se tornar um número, uma informação.

 

Uma constatação sobre a comunicação feita hoje por diversas empresas: ultrapassada. O século XX ficou marcado como um espaço de grandes campanhas. O boom do mercado publicitário incutiu na mente dos investidores a necessidade de desembolsar grandes quantias visando atingir grandes públicos. Era o tempo da comunicação de massa, da grande mídia, pensada para atingir a maior quantidade de pessoas. Elegia-se um suporte, determinava-se uma área de abrangência e a marca era disparada para todas as direções. A contemporaneidade não suporta mais essa configuração.

Vivemos num tempo em que o consumidor, assim como todo o mundo, mudou. Poucos são os que aceitam passivamente as informações veiculadas numa campanha. Não aceitam qualquer informação, exatamente por essas estarem mais disponíveis. Se uma publicidade me garante que o produto “x” tem qualidades, posso, naquele mesmo momento, buscar mais dados sobre ele. Troco informações em redes sociais, leio críticas, vejo vídeos, comparo com concorrentes, analiso uma venda online. É o Big Data.

Hoje todos são produtores de informação. Toneladas de conteúdo virtual são produzidas a cada segundo. O Big Data fez com que o marketing, a publicidade, a ação comunicativa ultrapassasse a mera elaboração de campanha e passasse a analisar dados e atuar no planejamento, em ações de inteligência. A mídia contemporânea não admite mais, por exemplo, simplesmente investir numa revista aleatória ou determinar que um carro de som divulgue a marca de sua empresa sem que isso passe por uma intensa análise de dados dos potenciais clientes. A pessoa envolvida no investimento pode fazer isso? Sim. Contudo a chance de desperdiçar recursos e não obter retorno será elevada.

A migração acelerada para o campo digital faz com que os recursos de campanha devam ser pulverizados de acordo com a sinalização dessa realidade. O raciocínio é simplório: uma palavra é dado. Um comportamento é dado, uma imagem também. Mesmo os sentimentos – intensamente expressos nas redes sociais – também podem se tornar um número, uma informação. Tudo isso deve ser tabulado, organizado e alimenta o Big Data. Essas informações, expressas na rede, são capturáveis e passíveis de alimentar grupos de comportamento com indicadores que pautarão os investimentos. Pode parecer complexo de explicar, mas os resultados são impactantes. É uma comunicação para muitos, mas personalizada.

Em uma realidade em que 94 milhões de brasileiros têm acesso contínuo às redes sociais, desconsiderar essas informações que estão sendo disponibilizadas, continuamente, denota desperdício.

Qualifique sua comunicação. Qualifique sua empresa, independente do ramo que atua e do porte que tenha. Quer vender? Quer comunicar bem? O futuro é digital.

Felipe de Paula é professor da UFSB e pesquisador da comunicação social.

AUTORIDADES DESTACAM CONTRIBUIÇÃO DE ADERVAN PARA O SUL DA BAHIA

Adervan faleceu ontem, no Calixto Midlej Filho.

Adervan faleceu ontem, no Calixto Midlej Filho.

A contribuição do jornalista José Adervan de Oliveira, 74 anos, para a região cacaueira sul-baiana foi destacada, hoje (13), pelos prefeitos Mário Alexandre, “Marão”, de Ilhéus, e Moacyr Leite, de Uruçuca, além do vice-prefeito ilheense José Nazal. Ambos emitiram nota de pesar pela morte de um dos fundadores do Jornal Agora, ocorrida ontem à tarde, no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, após resistir, bravamente, contra câncer de próstata.

O prefeito Moacyr Leite Júnior ressaltou a importância de Adervan para o sul da Bahia. “Deixa uma lacuna não apenas na comunicação regional, mas no bom debate de ideias no campo da política e do desenvolvimento socioeconômico regional. Era, reconhecidamente, uma pessoa caridosa e que tinha devoção e amor pelo sul da Bahia”. Moacyr decretou três dias de luto em reconhecimento a Adervan.

Em nota, Marão e José Nazal, observaram, em nota, que o jornalista “José Adervan exerceu um papel de destaque no contexto da comunicação no Sul Bahia, nas últimas décadas, sendo um incansável defensor dos interesses da Região e do Município de Ilhéus”.

O presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Daniel Leão, lamentou a perda. “Seu desaparecimento causou grande consternação à classe jornalística e a FICC expressa seus maiores sentimentos ao seu grande número de amigos, admiradores e familiares”.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL

A participação de Adervan nas questões regionais e a preocupação com o desenvolvimento foram citadas pelo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei), Ronaldo Abude. “Um dos seus legados [deixados pelo jornalista], o Jornal Agora repercutiu as suas preocupações com os problemas da região cacaueira, como também transmitiu muitas conquistas.

O corpo de Adervan está sendo velado no SAF de Itabuna, na Juca Leão, ao lado do Grapiúna Tênis Clube. O enterro será às 16 horas, no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.

SINAPRO

A morte do jornalista também foi lamentada pela direção do Sindicato das Agências de Propaganda da Bahia (Sinapro-Bahia). “Fundador do jornal Agora, José Adervan era amante da política e mantinha uma coluna diária no jornal que fundou e do qual foi administrador. À família e aos amigos enlutados, o Sinapro-Bahia envia sinceras condolências”, destaca nota do sindicato.

“A REGIÃO” ANUNCIA O FIM DA EDIÇÃO IMPRESSA

Primeiras páginas históricas: numa, a denúncia do tráfico de drogas; noutra, um crime ainda impune, a morte de Leal.

Primeiras páginas históricas: numa, a denúncia do tráfico de crianças; noutra, um crime ainda impune, a morte de Leal.

Em sua “Carta ao Leitor” desta semana, o diretor e editor de A Região, Marcel Leal, anunciou o fim da edição impressa do jornal a partir de outubro, após 29 anos de circulação semanal no sul da Bahia.

Marcel justifica o fim da edição impressa afirmando que “embora seja o jornal mais lido, é ignorado pelos anunciantes. A venda nas bancas continua boa, mas não cobre nem 10% do custo de fazer um jornal de qualidade”. “Não temos mais como bancar uma edição impressa que não se paga e é responsável por 80% dos custos. Só faremos edição impressa em ocasiões especiais, como o Natal”, afirma Marcel.

Fundando por Manoel Leal, pai de Marcel, A Região se consolidou como um dos mais combativos órgãos de imprensa do  Estado e, em sua primeira década, leitores chegavam a esperar nas bancas pelo jornal, famoso por reportagens exclusivas e pelas ´Malhas Finas` e `Malhas Grossas`, que traziam a marca da irreverência de Leal.

Manoel Leal foi assassinado num crime de mando em 1998 e até hoje os mandantes não foram identificados ou punidos. Marcel Leal assumiu o jornal e manteve a publicação, que com o fim da edição impressa, terá apenas a edição online. Do Blog do Thame.

INTERNET AJUDOU A DERRUBAR O MITO DA TOLERÂNCIA BRASILEIRA

bob vieira da costaBob Vieira da Costa

 

Já passou o tempo em que a internet era terra de ninguém. Não faltam canais para denúncias. O acesso a um meio amplo de comunicação, aliado a uma ideia distorcida de liberdade, fez com que os intolerantes encontrassem eco.

 

A internet vem ajudando a derrubar o mito de que nós brasileiros somos tolerantes às diferenças. Histórias que desnudam a intolerância entre nós surgem a cada dia. Para cada caso com pessoas conhecidas noticiado na mídia, há outros milhares nas redes sociais.

Cabelo ruim, gordo, vagabundo, retardado mental, boiola, malcomida, golpista, velho, nega. Expressões como essas predominam nas nuvens de palavras encontradas em posts que revelam todo tipo de intransigência ao outro, em vários aspectos: aparência, classe social, deficiência, homofobia, misoginia, política, idade, raça, religião e xenofobia.

Segundo dados da ONG Safernet, denúncias contra páginas que divulgaram conteúdos do tipo cresceram mais de 200% no país. Num primeiro momento, parece que a internet criou uma onda de intolerância.

O fato, porém, é que as redes sociais apenas amplificaram discursos existentes no nosso dia a dia. No fundo, as pessoas são as mesmas, nas ruas e nas redes.

Vejamos: o Brasil lidera as estatísticas de mortes na comunidade LGBT (dado da Associação Internacional de Gays e Lésbicas); mata muito mais negros do que brancos (Mapa da Violência); aparece em quinto lugar em homicídios de mulheres (Mapa da Violência); registrou aumento de 633% nos casos de xenofobia (Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos); e 6,2% dos seus empregadores confessam não contratar pessoas obesas (site de recrutamento).

A intolerância nas redes é resultado direto de desigualdades e preconceitos sociais em geral, não é uma invenção da internet. O ambiente em rede facilita que cada um solte seus demônios, ao dar a sensação de um pretenso anonimato. O mundo virtual é, portanto, mais uma forma de os intolerantes se manifestarem e ampliarem seu alcance.

Para se ter ideia, nossa agência, por meio da iniciativa Comunica que Muda, resolveu medir a intolerância na internet durante três meses, utilizando a plataforma Torabit.

De abril a junho, foram analisadas nada menos que 393.284 menções aos tipos de intolerância citados no início do texto. O percentual de abordagens negativas dos temas ficou acima de 84%. No caso do racismo, chegou a 97,6%.

O maior número de menções (220 mil) foi para a política, seguido da misoginia (50 mil), mas há que se ressaltar que o tema reflete a crise atual. Entre os Estados, o Rio de Janeiro registrou o maior número de citações (58.284), apesar de, proporcionalmente à população, o Distrito Federal ser o mais intolerante.

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GUSMÃO APRESENTA ESTUDO SOBRE IMPRENSA E PORTO SUL

Comunicólogo estudou papel da imprensa nos debates em torno do complexo portuário

Comunicólogo estudou papel da imprensa nos debates em torno do complexo portuário

Thiago Dias

O comunicólogo Emilio Gusmão concluiu o programa de mestrado profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da Escas – Ipê.

Na última quinta-feira (3), na sede do Ipê em Nazaré Paulista (SP), Gusmão apresentou o trabalho intitulado “Porto Sul e imprensa – desenvolvimento ou mito do progresso no eixo Ilhéus-Itabuna”.

Tendo a cobertura sobre o Porto Sul como pano de fundo, Emílio elaborou um estudo de caso sobre a atuação de seis destacados profissionais de imprensa do eixo Ilhéus-Itabuna. Os comunicadores não foram identificados, porém, seus depoimentos contribuíram de modo essencial para as reflexões do autor a respeito da influência do mito do progresso na cobertura jornalística. O trabalho também analisou como a imprensa trata a economia regional e o meio ambiente.

O comportamento da imprensa em relação a outros projetos de desenvolvimento econômico que foram anunciados para o sul da Bahia também foi alvo da atenção do pesquisador. Gusmão descreveu a trajetória do mito do progresso no sul da Bahia, cujo recorte histórico envolveu o Porto do Malhado nos anos 1960 e 1970, a ZPE (Zona de Processamento de Exportação) e o PRODETUR (Projeto de Desenvolvimento do Turismo) nos anos 1990.

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LIGAÇÕES DE FIXO PARA CELULAR ESTÃO MAIS BARATAS

telefoneComeçou a valer nesta sexta-feira (26) a redução das tarifas para ligações locais e interurbanas feitas de telefone fixo para móvel. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as tarifas das chamadas fixo-móvel local ficaram entre 14,95% a 22,35% mais baratas, dependendo da operadora de origem da chamada.

Também foram unificadas as tarifas das chamadas fixo-móvel local. Assim, o usuário de telefone fixo pagará o mesmo valor para uma chamada local, independente da operadora móvel de destino. Por exemplo, o valor a ser pago por um usuário ao realizar uma chamada local fixo-móvel em São Paulo variava entre R$ 0,26 e R$ 0,46 e agora será de R$ 0,24. No Rio de Janeiro, variava entre R$ 0,27 e R$ 0,45, e agora será de R$ 0,23.

Nas chamadas de fixo para móvel, em que os DDDs dos telefones de origem e de destino da ligação têm o primeiro dígito igual (exemplo: DDDs 61 e 62), haverá reduções entre 9,15% e 14,04%, a depender da operadora de origem da chamada. Antes da revisão tarifária, um cliente do plano básico da Brasil Telecom (DF) pagava R$ 0,77 para fazer uma chamada de DDD 61 para DDD 62. Agora, este mesmo usuário pagará R$ 0,69 para este tipo de chamada.

Nas ligações em que os primeiros dígitos dos DDDs do telefone fixo e do telefone móvel são diferentes (como DDDs 31 e 41), a redução será entre 7,73% a 11,80%, a depender da operadora de origem da chamada. Antes desta revisão, um cliente do plano básico da Telemar Norte Leste, em Minas Gerais, pagava R$ 0,87 para originar uma chamada. Agora este mesmo usuário pagará R$ 0,77 para este tipo de chamada.

A redução é consequência do Plano Geral de Metas de Competição da Anatel, e abrange chamadas da telefonia fixa para celular, sejam ligações locais ou de longa distância, originadas nas redes das concessionárias da telefonia fixa – Oi (Telemar e Brasil Telecom), Telefônica, CTBC/Algar, Claro/Embratel e Sercomtel – e destinadas às operadoras móveis. Da Agência Brasil

EDUARDO BRINCAVA COM O TEMPO

Eduardo Anunciação, hoje em um lugar chamado Eternidade

Eduardo Anunciação, hoje em um lugar chamado Eternidade

“Política, Gente, Poder”… Três palavras e três assuntos que mereciam a especial atenção de um jornalista inquieto, atento e perspicaz que viveu no Planeta Cacau.

Há exatos três anos, Eduardo Anunciação partia para um lugar chamado Eternidade. Era dessa forma que ele descrevia a estação final da vida, um tema que também era recorrente em sua coluna no jornal Diário Bahia.

Muito antes dos cientistas confirmarem a existência das ondas gravitacionais, a coluna de Eduardo nos permitia viajar no espaço-tempo. Em suas notas, fatos do passado se misturavam com assuntos recentes de modo natural e contextualizado. Bastava saber interpretar as entrelinhas, sem binóculos.

O fato é que Eduardo criou um estilo próprio, só dele, cunhando expressões e frases que ficaram gravadas na memória de quem tinha sua coluna como primeira leitura do dia.

Num tempo regido pela agilidade da internet, quando os fatos muitas vezes se sucedem sem dar chance para a reflexão, Eduardo faz falta, e como faz! Era um jornalista que não tinha pressa e brincava com o tempo, fazendo frequentes viagens às saudosas priscas eras e àquele plano que é o destino de todos nós.

Pela forma como se referia à morte, Eduardo deixou em sua partida a impressão de que simplesmente mudou de endereço. Há quem acredite que ele continue tamborilando sua Olivetti, analisando os fatos do Planeta Cacau. É hoje o nosso correspondente naquele lugar chamado Eternidade.

FAMÍLIA SIMÕES VENDE “A TARDE”, DIZ SITE

Jornal baiano é adquirido por trio de empresários, segundo site (Foto Tito Garcez).

Jornal baiano é adquirido por trio de empresários, segundo site (Foto Tito Garcez).

O mais antigo e respeitado jornal da Bahia, A Tarde, será comprado por um grupo de três empresários, informa o site Gente&Mercado, da jornalista Sara Barnuevo. O negócio gira em torno de R$ 170 milhões a R$ 200 milhões, incluindo o passivo que, segundo o site, pode chegar a R$ 180 milhões.

“Os novos donos do grupo A Tarde seriam um jovem empresário com atividade na área de agronegócio, incorporação imobiliária e televisão aberta, é que está enveredando para a política; o presidente de uma das maiores agência de publicidade do país e um polêmico empresário baiano, fundador de uma conhecida construtora e com negócios no setor de geração de energia e distribuição de gás em diversos estados.”

COMUNICAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE

Felipe de PaulaFelipe de Paula | [email protected]

 

Todas as suas ações “comunicam”. O tempo que seu cliente demora para ser abordado e atendido é comunicação. O modo como ele é atendido é comunicação.

 

 

Muito se propaga a respeito da crise que vivemos. Contudo, sempre é tempo de elaborarmos reflexões: qual atitude devo tomar? Qual o caminho para minha sobrevivência no hostil ambiente que me cerca? Como ficam meus negócios, meu emprego? Independente do papel social que você ocupa, cabe iniciar suas ponderações com uma constatação humana: somos seres sociais e comunicadores por excelência. Nossa natureza clama por contato e diálogo. Então, diante de tal afirmo: o caminho para o sucesso está diretamente ligado à comunicação.

Quando destaco comunicação, tomemo-la no sentido mais amplo, pois ela é extensa em características e efeitos. Se um empresário for conclamado a projetar a comunicação de sua empresa, provavelmente destinará ideias para campanhas publicitárias, slogans ou jingles. Importante, mas está longe do fundamental. Sua empresa – ou mesmo você, profissional – é um ente comunicativo orgânico.

Todas as suas ações “comunicam”. O tempo que seu cliente demora para ser abordado e atendido é comunicação. O modo como ele é atendido é comunicação. A iluminação do espaço, o estoque disponível, cada pequeno e aparentemente insignificante detalhe na transação comercial é um ato de comunicação. Seu cliente sairá impactado – e essa palavra oferece múltiplas possibilidades de leitura – por cada pequeno detalhe que você e sua empresa lhe oferece na relação comunicativa que estabeleceu com ele.

Numa noite recente saí de casa para buscar um sanduíche numa lanchonete inaugurada há poucas semanas. Experimentei uma vez e resolvi retornar, pois encontrei atendimento gentil, preço justo e produto de qualidade. Ao chegar no espaço, por volta das 21 horas, fui informado que não tinham mais sanduíches, pois o hambúrguer havia terminado. Saí frustrado e em dúvidas se enfrentarei uma nova saída de casa em busca do produto. A frustração gerada provoca um impacto ainda maior do que as qualidades oferecidas.

A mensagem que recebi daquela empresa foi de descuido e despreparo no atendimento das necessidades e interesses do cliente. Um detalhe tão simples que poderia ter sido resolvido com um elemento fundamental para a comunicação profissional: planejamento.

Sou habitualmente interpelado por meus alunos com dificuldades em gerir a vida universitária – de atividades e leituras – com as demais obrigações cotidianas. A resposta que ofereço é a mesma destinada ao empresário ou profissional que deseja obter sucesso e progressão: planeje sempre. Planejar é gerir o futuro, contudo com a atenção voltada para o presente. Não adianta buscar uma oportunidade de progressão, desejar o crescimento de seus investimentos, sem atentar e cuidar das ações presentes. Peter Drucker afirma que o planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas sim às implicações futuras das decisões presentes.

Todas as manhãs, no momento em que conduz seu carro saindo de casa rumo ao trabalho deve fazê-lo pensando no destino, no caminho que percorrerá para alcança-lo, mas deve realizar essa ação atentando para cada passo do presente. Caso contrário, você e seu carro podem colidir com obstáculos indesejados e acabarão da mesma forma que milhares de empresas e profissionais ficam cotidianamente: pelo caminho.

Felipe de Paula é professor universitário e pesquisador da Comunicação Social.

PAULO HENRIQUE AMORIM, SÍLVIO SANTOS, ROBERTO MARINHO E ADOLPHO BLOCH

marivalguedesMarival Guedes | [email protected]

 

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

 

O jornalista Paulo Henrique Amorim deu um show de conhecimento, ironia e criatividade no lançamento do seu novo livro, O Quarto Poder – Uma Outra História

Com maestria, relatou acontecimentos. Alguns estão no livro, escolhi dois, independente do grau de importância em relação aos outros.

Quando Brizola se elegeu governador, construiu o sambódromo e decidiu escolher a emissora que faria a cobertura do carnaval por meio de licitação. Boni, diretor da Globo, num vacilo, não participou e a Manchete ganhou a exclusividade.

Roberto Marinho ficou retado com Brizola e com Boni e com o dono da Manchete, Adolpho Bloch. Tentando reduzir os danos, telefonou para Bloch, com o objetivo de propor um pool para a transmissão. Mas não era atendido. Bloch mandava dizer que não estava.

Anos depois, a Manchete “quebrou”. Adolpho Bloch foi à Globo pedir ajuda. Esperou duas horas e, quando atendido, foi logo adiantando:

– Roberto, a Manchete faliu e só você pode me salvar.

– Adolpho, há dez anos estou esperando você retornar aqueles telefonemas. Passar bem.

E Bloch foi conduzido para a saída pela secretária de Roberto Marinho.

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

– Paulo Henrique, estou aqui na sala do Silvio. Estou dizendo a ele que você topa vir pra cá. Você toparia?

– Claro Hebe, estou desempregado. A vida é dura.

-Viu Silvio, ele topa! Fala com ele, Silvio.

Silvio pega telefone:

– Olá, Paulo Henrique, eu gosto muito do seu trabalho. Muito mesmo. Mas eu gosto do seu trabalho na televisão dos outros.

Caso semelhante aconteceu no jornal A Tarde na década de 80. Os jornalistas Benedito Simões, Marcos Luedy e Luiz Guilherme Tavares faziam free-lance. Em função da qualidade, o chefe de redação sugeriu a contratação do trio.

O diretor Jorge Calmon, “direitista até a medula”, foi curto e sincero com eles:

– Aqui vocês jamais serão contratados.

Marival Guedes é jornalista e escreve crônicas aos domingos no Pimenta.

SALVADOR É CAPITAL QUE MAIS VÊ TV NO PAÍS

(1) TelevisaoPesquisa de audiência feita pelo Ibope e publicada pelo jornal A Tarde revela que Salvador é a cidade que mais vê TV no Brasil. A conclusão leva em conta apenas as 14 regiões metropolitanas pesquisas.

A média das cidades pesquisas é 42,8% dos aparelhos ligados. Salvador lidera. São 47,1% das TVs ligadas.

Dentre os canais abertos, a Globo registrou média de 22,2 pontos de audiência. A Recordo é a segunda colocada, com 8,2%. O SBT aparece com 7,9% na capital baiana. A audiência dos canais pagos somou 11,2%. Confira a íntegra.

QUEM SERÁ A PRÓXIMA VÍTIMA?

ângela sousaNoticia o Políticos do Sul da Bahia que o experiente Ed Camargo deixou a assessoria de comunicação da deputado estadual Ângela Sousa (PSD).

O blog sul-baiano lembra, ainda, a dificuldade que profissionais de comunicação têm para lidar com a parlamentar. Vários nomes da comunicação regional já assessoraram a deputada.

Ninguém suportou o fardo por muito tempo. Todos – ou quase todos – deixaram o cargo insatisfeitos com a postura da deputada. Por isso mesmo, fica a pergunta: quem será a próxima vítima da Irmã Ângela?

SANTA CRUZ 100% EM ALTA DEFINIÇÃO

TV Santa Cruz terá telejornais com imagem em alta definição (Foto Divulgação).

TV Santa Cruz terá telejornais com imagem em alta definição (Foto Divulgação).

A TV Santa Cruz deve dar tchau, em definitivo, à imagem analógica ainda em junho. A emissora lançou o sinal em HD no ano passado, mas os telejornais da emissora ainda não são produzidos e transmitidos com imagem em alta definição.

A previsão é de que o sinal da emissora fique 100% HD a partir de 15 de junho, segundo informações obtidas pelo PIMENTA. A partir daí, o espectador com aparelho televisor em alta definição – ou que use conversor – deixará de ver aquelas faixinhas pretas e a imagem encurtada sempre que começa um telejornal local (Bahia Meio Dia ou BA-TV).

ANÕES DO ORÇAMENTO, LULA E RICARDO KOTSCHO

marivalguedesMarival Guedes | [email protected]

Ao ser ouvido na CPI, disse que sua riqueza foi fruto de ter ganhado 200 vezes na loteria. Questionado sobre o exagero de tantos acertos, respondeu: Deus me ajudou.

A CPI do escândalo dos Anões do Orçamento foi instalada em 93, mas o esquema começou em plena ditadura militar, em 1972. Não havia denúncias naquele período por causa da censura ou por conveniência dos veículos de comunicação.

A transação era feita por um grupo de parlamentares que fraudava o Orçamento da União beneficiando políticos e empreiteiras. O termo anão não se referia à estatura física. Relacionava-se a pouca expressividade dos envolvidos, membros do chamado “baixo clero”.

Foi mais um escândalo de corrupção nestes 500 anos. Mas, neste caso, uma diferença entrou para o anedotário político quando o articulador do esquema, deputado João Alves, justificou como conseguiu ficar milionário.

Ao ser ouvido na CPI, disse que sua riqueza foi fruto de ter ganhado repetidamente na loteria, 200 vezes. Questionado sobre o exagero de tantos acertos, respondeu: Deus me ajudou.

Neste mesmo ano, 93, eu era editor do programa Cabrália Bom Dia, na TV Cabrália, em Itabuna, e marcamos uma entrevista com Lula, que acabara de perder para Collor. Participaram o jornalista Luiz Conceição e Gecie Campos.

Acompanhava Lula, o assessor de comunicação Ricardo Kotscho. Não tínhamos muita intimidade, mas éramos companheiros de congressos de jornalistas. Num intervalo, ele sugere uma pergunta sobre os anões. Lula interrompe:

– Ele não pode perguntar não, Ricardo, porque o patrão dele também está envolvido.

Marival Guedes é jornalista e escreve no Pimenta às sextas.






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