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:: ‘Conjunto Penal de Itabuna’

MUTIRÃO ATENDE MAIS DE 90 INTERNOS DO PRESÍDIO DE ITABUNA

Conjunto Penal de Itabuna || Foto Pimenta

Numa ação da Defensoria Pública Estadual (DPE) e do Conjunto Penal de Itabuna (CPI), 96 internos do presídio local foram atendidos em regime de mutirão, nesta semana. O mutirão contou ainda com a participação do juízo da Vara de Execuções Penais (VEP), que recepcionou a quase uma centena de encaminhamentos, e que pode decidir a partir desses pedidos.

O mutirão foi uma sugestão do juiz da VEP, Antonio Carlos Maldonado Bertacco, e deve se repetir nas próximas semanas, sempre às segundas-feiras. Dos 96 atendimentos, 53 foram realizados pela Defensoria e 43 pelos advogados do próprio Conjunto Penal. O trabalho consistiu em analisar, prioritariamente, as demandas dos custodiados que não possuem advogados constituídos para a fase de execução penal.

Os serviços prestados foram, em sua maioria, de pedidos de livramento condicional, progressão de regime, cálculo de pena com vistas à progressão de regime etc, todos de acordo com a situação processual de cada interno. Foram mobilizados quatro defensoras públicas e quatro advogados do CPI, contratados permanentemente pela empresa Socializa Brasil, que faz a administração do presídio em regime de cogestão com o governo do Estado, por meio da Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP). :: LEIA MAIS »

DURANTE REVISTA, POLÍCIA APREENDE ARMAS E 107 CELULARES NO PRESÍDIO DE ITABUNA

Presídio de Itabuna passa por revista (Foto Pimenta/Arquivo).

Presídio de Itabuna passa por revista (Foto Pimenta/Arquivo).

Tropas especiais da Polícia Militar dão sequência, nesta sexta (20), à revista no Conjunto Penal de Itabuna. Ontem (19), policiais da Rondesp Sul apreenderam 107 telefones celulares e 70 facas artesanais no presídio, de acordo com informação obtida pelo PIMENTA. As condições de superlotação e a presença de três facções no presídio preocupam o Ministério Público Estadual (MP-BA), conforme a procuradora-geral de Justiça, Ediene Lousado.

A revista de ontem ocorreu em setores do presídio onde estão os internos ligados à facção criminosa conhecida como Raio A. Nesta manhã de sexta, tropas da Rondesp e da Cipe fazem inspeção em um dos anexos onde estão internos ligados à facção DMP. A sigla são as iniciais dos bairros Daniel Gomes, Maria Pinheiro e Pedro Jerônimo, região sob influência de criminosos ligados à DMP.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) deverá se pronunciar sobre as revistas feitas no presídio ainda hoje. Na última terça (17), a SSP apresentou balanço da inspeção feita em quatro dos oito módulos do conjunto penal de Jequié, quando foram apreendidos 105 celulares, drogas e armas (relembre aqui).

POLÍCIA MILITAR APREENDE CELULARES E DROGAS NO PRESÍDIO DE ITABUNA

Fachada do presídio de Itabuna, onde foram apreendidos celulares e drogas.

Fachada do presídio de Itabuna, onde foram apreendidos celulares e drogas.

As companhias especializadas Cipe Cacaueira e Independente de Guardas (CIPG), ambas da Polícia Militar, fizeram revista no Conjunto Penal de Itabuna, ontem (20). A polícia apreendeu 15 telefones celulares e 520 buchas de maconha prontas para venda e consumo.

O procedimento foi concluído no final da tarde. Desconfia-se que parte dos homicídios ocorridos em Itabuna em janeiro tenham sido ordenados por internos do presídio itabunense. A revista ocorreu um dia depois de a cidade registrar três homicídios em menos de 24 horas. As vítimas tinha relação com o tráfico de drogas. De 1º a 19 de janeiro, Itabuna registrou 12 homicídios.

NÚMERO DE ASSASSINATOS CAI 34% EM ITABUNA

Itabuna encerrou o primeiro semestre deste ano com a menor taxa de assassinatos dos últimos 10 anos. Os números são da Secretaria Estadual de Segurança Pública e foram divulgados pelo Jornal das Sete (Morena FM). A média mensal ficou em torno de 8 mortes violentas ante mais de 12 nos seis primeiros meses de 2014.

Foram 50 assassinatos no período de 1º de janeiro a 30 de junho. Ainda segundo a reportagem do programa da Morena, o número é 34% menor do que o registrado em igual período do ano passado, quando ocorreram 76 mortes violentas (homicídios e latrocínios). Junho deste ano também foi o menos violento dos últimos dez anos, com o registro de 6 execuções.

Para as autoridades de segurança pública, um dos principais fatores foi a transferência de presos perigosos para presídios de Serrinha e Lauro de Freitas.

O governo explica que diversas ordens para assassinato de pessoas partiam do presídio de Itabuna. As mortes eram determinadas pelo chamado alto escalão das facções criminosas raios A e B.

Marlos Macedo, da Homicídios (Foto Diário Bahia).

Marlos Macedo, da Homicídios (Foto Diário Bahia).

REVISTA NO PRESÍDIO

O diretor-adjunto do presídio de Itabuna, Bernardo Dutra, informou que na revista de ontem (1º), por exemplo, foram encontradas facas artesanais, chips de celular, quatro celulares e buchas de maconha.

A revista foi feita por agentes penitenciários, com acompanhamento da Polícia Militar. Bernardo reforçou que essas e outras ações têm contribuído para a queda de homicídios em Itabuna. “Sem os celulares, os detentos ficam ilhados”.

O titular da Delegacia de Homicídios de Itabuna, Marlos Macedo, afirmou que toda a ação direta do estado contribui para a queda. “As operações, principalmente em locais mais violentos, têm sido fundamentais”, disse o delegado ao Jornal das Sete. A matéria completa pode ser conferida n´A Região.

ITABUNA DE VOLTA À ROTINA

violênciaItabuna interrompeu trégua de oito dias sem homicídios, ontem, quando dois jovens foram assassinados. O primeiro deles, José Anderson Santos Nascimento, 24, levou 15 tiros momentos. O crime ocorreu no Bairro Fernando Gomes. A outra vítima chamava-se Wadson Nascimento da Silva Júnior. O adolescente, de 17 anos, foi executado a tiros na Rua Santa Luzia, no São Pedro.

Pelo menos um dos crimes levanta suspeitas quanto à eficácia da Operação Libertad. José Anderson Santos Nascimento, Vanzinho, acabou sendo executado momentos depois de deixar o Conjunto Penal de Itabuna. Ou Vanzinho foi visto por adversários já fora do conjunto ou as ordens para matar continuam sendo dadas de dentro do presídio.

CAPITÃO FÁBIO NO PRESÍDIO

Fábio queria a Ciretran, mas acabou no presídio de Itabuna (Foto Pimenta/Arquivo).

O ex-deputado estadual Capitão Fábio foi nomeado pelo governador Jaques Wagner como novo diretor do Conjunto Penal de Itabuna. Ele substituirá capitão Nivaldo Mascarenhas. Os dois atos foram publicados na edição desta quinta (19) no Diário Oficial do Estado. O ex-deputado almejava o cargo de diretor da 5ª Ciretran, em Itabuna, mas acabou perdendo a peleja para subtenente Gilson Nascimento (PC do B), ex-secretário de Administração de Itabuna.

Capitão Fábio volta a assumir cargo público não-eletivo quase um ano depois de deixar a Assembleia Legislativa. Ele tentou reeleição em 2010, mas acabou derrotado. Apesar do fracasso nas eleições estaduais, o policial militar não pensa em abandonar a carreira política.

FAMILIARES DE DETENTOS PROTESTAM NO FÓRUM E JUÍZA ACREDITA EM ARMAÇÃO DE ADVOGADOS

Familiares de detentos realizaram manifestação em frente ao Fórum Ruy Barbosa, nesta manhã, em protesto contra suposta falta de atendimento odontológico e a qualidade da comida servida no Conjunto Penal de Itabuna.

A juíza da Vara do Júri e Execuções Penais, Cláudia Panetta, reagiu e disse que tudo não passava de “espetáculo circense, ridículo”, pois os internos nunca se manifestaram contra o que é servido no Conjunto Penal. Ao contrário, diz a magistrada, os internos elogiam a fartura e qualidade da comida. “É de boa qualidade”.

Segundo ela, o protesto é uma reação ao processo de transferência de presos de alta periculosidade que comandaram a rebelião no Conjunto Penal há quase 15 dias. A magistrada também citou uma possível pressão e participação de advogados contra os quais tem se manifestado desde a semana passada.

– Estou aqui para trabalhar. Não vou me amedrontar nem deixar de fazer o meu trabalho. São manifestações circenses… para não dizer ridículas – reagiu em entrevista ao apresentador Tom Ribeiro, do Alerta Total.

Panetta também exibiu a relação de todos os presos transferidos após a rebelião no Conjunto Penal. Conforme a magistrada, todos eles são líderes do tráfico de drogas em Itabuna. Entre os transferidos e que se encontram em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), estão Fábio Possidônio, Erick Rocha (Erick do Zizo), Márcio Arandiba, Bartolomeu Mangabeira (Bartô) e Sidmar “Bolota”.

ITABUNA: REBELIÃO TEM PELO MENOS 10 FERIDOS

Familiares de internos e curiosos se concentram na entrada do presídio à espera de informação (Foto Pimenta).

A rebelião deflagrada no início da manhã deste domingo (16) no Conjunto Penal de Itabuna tem, pelo menos, 10 feridos e chovem especulações quanto ao que teria provocado o motim: falta d´água, prisão de quadrilha de assaltantes de banco no sul da Bahia na semana passada e morte de Ailton Sebastião da Silva, ex-interno do presídio, ocorrida hoje.

A primeira informação obtida com fontes da polícia apontava para uma guerra entre internos dos raios A e B, além da ala feminina do Conjunto Penal. Dezenas de familiares de internos concentravam-se na guarita do presídio à espera de informações.

Os feridos eram encaminhados para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem). Policiais militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), da Cipe-Cacaueira e do 15º BPM estão no presídio para conter a rebelião.

O conjunto penal foi inaugurado em dezembro de 2006 e enfrenta superlotação. Por volta das 10h40min, um caminhão-pipa da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) abastecia a unidade, localizada às margens da BR-415, trecho Itabuna-Ibicaraí.

ALÔ, AQUI É DO PRESÍDIO!

Há três semanas, o delegado regional Moisés Damasceno afirmava que a ordem para matar um homem no Maria Pinheiro partiu de dentro do Conjunto Penal de Itabuna.

Ele, de fato, sabia o que estava dizendo.

Embora pouco tenha vindo à luz, uma vistoria feita no presídio itabunense, semana passada, encontrou cerca de 20 telefones celulares com os internos.

Os “meninos”, por sinal, têm capacidade criativa. Criaram um sistema que possibilita recarregar os aparelhos independente de se há ou não energia elétrica.

CONJUNTO PENAL?

Alguns ficaram assustados quando a polícia descobriu ter partido do Conjunto Penal de Itabuna a ordem para matar um homem e a filhinha, um bebê de seis meses de idade, na última segunda-feira, 23. A ordem, conforme a polícia, foi do traficante Erick Rocha de Almeida, o Erick do Zizo, condenado pela morte de Paulo Autran Xavier, em 13 de agosto de 2003.

Mas aquele presídio vive dias estranhos. E, parece, não é de agora.

Dia desses, gente ligada ao tráfico andava incomodando a vizinhança, na periferia de Itabuna. Reclamação feita à mulher de um traficante preso no Conjunto, que logo depois dispara uma ligação. A “comerciante” atende e coloca o reclamante na linha com o chefe da boca:

– Pode ficar tranquilo que ninguém vai incomodar mais – prometeu o traficante.

Dito e feito. Reinou a paz na área. A surpresa é que o traficante fazia a promesa de dentro do presídio. E não faz mais que dois meses que um interno do conjunto penal se envolveu em briga com um companheiro de cela. No baculejo, descobriu-se que o interno, de prenome Emerson, estava com cerca de 120 papelotes de droga.

Quem conhece a estrutura do conjunto por dentro fala em facilidades para alguns e afrouxamento na segurança por conta das insatisfações até de agentes penitenciários. Estes, acumulam uma média de dois meses de salários em atraso.

LIBERADO POR ENGANO É ACUSADO DE MATAR FILHO DE CORONEL

Ontem, o Pimenta revelou aqui uma lambança ocorrida no Conjunto Penal de Itabuna. Um interno conseguiu liberdade ao se apresentar em lugar de outro que teria direito ao indulto da páscoa. Hoje, o repórter Oziel Aragão, do XilindróWeb, publicou o nome do “esperto”. Chama-se Marcelo Souza, o “Tchéga”, acusado de matar João Paulo Bulhões, em junho de 2008, em Itabuna.

Tchéga foi preso em novembro do ano passado, no extremo-sul, e levado para o Conjunto Penal de Itabuna. Uma das vítimas do homicida, Fábio era filho do coronel Faustino, comandante da Cipe (antiga Caerc), da Polícia Militar.

Tchéga, o esperto, curte liberdade (Foto XilindroWeb).

LAMBANÇA NO CONJUNTO PENAL

Confusão daquelas no Conjunto Penal de Itabuna. Um interno aproveitou-se do número exíguo de agentes penitenciários e se apresentou em lugar de outro companheiro de cela para ganhar o indulto da páscoa, fornecendo o nome do coligado e a sua filiação. Tudo “ok”, ganhou a liberdade.

A lambança só foi descoberta quando quem realmente tinha direito ao indulto se apresentou aos agentes. Foi um corre, corre, mas de nada adiantou.

De acordo com agentes ouvidos pelo Pimenta, a empresa responsável pela administração do Conjunto Penal de Itabuna, ex-Yumatã, está sem pagar salários há três meses. No dia da liberação dos internos com direito a indulto, somente três dos 10 agentes se apresentaram ao trabalho. Falta salário, vale-transporte… dignidade.

É a segurança pública… baiana!



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