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:: ‘Coronel Santana’

CONFERÊNCIA APROVA ESTADUALIZAÇÃO DO HOSPITAL DE BASE

Moções de repúdio contra Santana e vereador
também foram aprovadas na plenária

Conferência reuniu autoridades e centenas de pessoas (Foto Divulgação).

Os participantes da conferência municipal da Saúde aprovaram, por ampla maioria, a proposta de estadualização do Hospital de Base de Itabuna e moções de repúdio contra o vereador Raimundo Pólvora (PPS) e o deputado estadual Coronel Santana (PTN).

A conferência foi encerrada há pouco e contou com a participação de aproximadamente 900 pessoas dos vários setores da saúde, desde usuários a trabalhadores, prestadores de serviço e governo municipal.

A proposta de estadualização foi aprovada por contraste, mas tendo a anuência de aproximadamente 80% dos conferencistas. Em resumo, significa que o município está autorizado a repassar para o governo do Estado a gestão do Hospital de Base de Itabuna.

A conferência também escolheu 16 delegados de Itabuna para a edição estadual, que ocorrerá ao final de setembro, em Salvador. As propostas aqui aprovadas serão levadas para a capital baiana.

MOÇÕES DE REPÚDIO

Os conferencistas repudiaram o uso político das cotas de exames as quais o município tem direito. Grande parte da cota, segundo os participantes da conferência – e isso consta em ata, é destinada para o vereador Raimundo Pólvora (PPS).

Ele, além de destiná-las aos seus eleitores, ainda possui uma alta funcionária dentro do setor de regulação, chamada de Márcia Beleza. O exame que falta ao cidadão comum, sobra para o vereador fazer política. O secretário de Saúde, Geraldo Magela, tentou demover os conferencistas, mas não teve jeito.

Outra moção de repúdio foi contra o deputado estadual Coronel Santana, que sugeriu a dissolução do Conselho Municipal de Saúde. E aqui, uma observação: de um público de 900 pessoas, apenas três foram contra a moção. Santana passou a trabalhar contra o conselho desde a nomeação da irmã, Gylnai Santana, como presidente da entidade mantenedora do Hospital de Base de Itabuna. A conferência foi promovida pela Secretaria de Saúde de Itabuna e o Conselho Municipal de Saúde.

DENÚNCIA-BOMBA VIROU “TRAQUE”

Outra derrota do deputado estadual Coronel Santana foi a tentativa de uso político do repasse de R$ 8,7 milhões da Sesab ao hospital de olhos Rui Cunha (Day Horc). Conferencistas lembram que o contrato não é relativo apenas a Itabuna, mas ao estado. O hospital de olhos possui unidades em Itabuna, Salvador e Eunápolis, além de ter sido vencedor de licitação para realizar exames e cirurgias no programa Saúde em Movimento, de abrangência estadual.

Aparentemente, o tiro de Santana saiu pela culatra quando quis induzir o povo a acreditar que o valor se referia a atendimentos feitos em Itabuna.

GEDDEL, GERALDO E DAVIDSON

Marco Wense

O PMDB não vai apoiar em Azevedo e, muito menos, Geraldo.

O assunto mais enigmático da sucessão do prefeito Azevedo é, sem dúvida, o que envolve o PCdoB, PMDB e o PT, com Davidson Magalhães, Geddel Vieira Lima e Geraldo Simões.

Cito Davidson, deixando de lado Luís Sena e Wenceslau Júnior, também prefeituráveis pela legenda comunista, porque é o nome da preferência não só de Geddel como de Lúcio Vieira, presidente estadual do PMDB.

Não sei a opinião do médico Renato Costa sobre os três pré-candidatos do PCdoB. A impressão que fica é que Renato, que preside o diretório local, evita falar sobre a “disputa”.

A possibilidade do PMDB apoiar o vereador Wenceslau é muito pequena. Em relação a Sena, é quase nula.  Os senistas, obviamente os mais lúcidos, sabem que não existe sequer resquício de esperança.

Davidson é considerado o mais preparado. O que pode deslanchar durante a campanha. Sobre Sena, pesa o fato de ter sido o vice da petista Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

Difícil mesmo é o peemedebismo se coligar com o PT, com o ex-ministro Geddel de mãos dadas com Geraldo Simões, tendo as companhias dos ex-prefeitos Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Na bela festa de aniversário de 30 anos do jornal Agora, Geddel disse ao jornalista Paulo Lima que o PMDB não vai apoiar “nem Azevedo e, muito menos, Geraldo Simões”.

Em termos percentuais, diria que uma coligação PCdoB-PMDB, com Davidson Magalhães encabeçando a chapa, tem 50% para acontecer. Uma candidatura própria com Ubaldo Dantas, 30%. Com o vereador Wenceslau ou Sena, 15%.

Como o processo é político, e os próprios políticos costumam dizer que na política tudo é possível, os 5% restantes ficam por conta de um palanque com Geddel, Geraldo Simões, Renato Costa, Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Os apupos, em decorrência da estranha e inusitada aliança, serão inevitáveis. Desta vez, Geddel pode ficar tranquilo: as vaias serão democraticamente distribuídas.

A VEZ DOS MÚSICOS

Kocó é pré-candidato.

A candidatura a vereador do conhecidíssimo Kokó do Lordão, pelo Partido dos Trabalhadores, pode incentivar a entrada de outros músicos na política.

O mesmo aconteceu com os militares. Temos hoje, democraticamente eleitos, uma enxurrada deles na vida pública: Capitão Azevedo (prefeito de Itabuna) e o coronel Santana (deputado estadual) são dois exemplos do sul da Bahia.

Sem falar no ex-deputado Capitão Fábio Santana e no major Serpa, convidado a se filiar no PSB para ser o candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Geraldo Simões (PT).

A previsão de votos para Kokó é de mais de dois mil. Como o PT caminha para eleger dois vereadores, o ceplaqueano Emanoel Acilino pode sobrar. A outra vaga seria de Vane do Renascer (reeleição).

Marco Wense é articulista da Contudo.

AZEVEDO E A REELEIÇÃO

Marco Wense

Geraldo aposta na interferência do governador Wagner, unindo os partidos em torno da candidatura de Juçara.

A reeleição do prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), continua complicada, mas não tão difícil como parecia ser.

Pessoas bem próximas do chefe do Executivo, como também adversários políticos, alguns até prefeituráveis, já admitem que o governo demista, quando comparado ao que era antes, teve uma razoável melhora.

Os azevistas, principalmente os mais eufóricos, acham que a posição de primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto é só uma questão de tempo.

O outro lado, o da oposição, tendo na linha de frente o Partido dos Trabalhadores (PT), acredita que tudo não passa de um oba-oba da assessoria de comunicação do alcaide.

Enveredando para o lado eminentemente político, o racha na oposição, especificamente entre o PT e o PCdoB, é outro ponto que alimenta a confiança do azevismo na reeleição.

O deputado Geraldo Simões aposta na interferência do governador Jaques Wagner. Para o ex-prefeito, Wagner vai unir todos os partidos da base aliada em torno da candidatura da ex-primeira dama Juçara Feitosa.

Situacionistas e oposicionistas fazem o que é inerente ao processo político. Ou seja, espalham otimismo. Uma coisa é certa: o prefeito Azevedo não é mais, como diziam alguns petistas, “cachorro morto”.

O “já ganhou”, menosprezando e subestimando o adversário, é o pior caminho para chegar ao poder.

AZEVEDO, SANTANA E CASTRO

Mais cedo ou mais tarde, o prefeito de Itabuna vai ter que encarar, olho no olho, os deputados estaduais Augusto Castro (PSDB) e o coronel Santana (PTN).

Perguntar para os senhores parlamentares, que têm cargos importantes no governo, se eles vão ou não apoiar sua reeleição, sob pena de ter uma desagradável surpresa na sucessão municipal.

Augusto Castro, além das críticas que faz ao governo demista, diz que “a cidade anseia por renovação política”. O coronel Santana, por sua vez, pede respeito aos correligionários mais próximos do chefe do Executivo.

Se o prefeito estivesse em uma posição confortável nas pesquisas eleitorais, não necessariamente na frente de Juçara Feitosa, os deputados estariam se engalfinhando para indicar o candidato a vice na chapa majoritária.

Castro e Santana, que vêm fazendo um bom trabalho na Assembleia Legislativa, só querem usufruir das coisas boas que acontecem no governo.

Marco Wense é articulista da revista Contudo.

SANTANA SE DIZ DISCRIMINADO PELO GOVERNO AZEVEDO

Santana sente cheiro de discriminação.

O deputado estadual Coronel Santana (PTN) disse que está há duas semanas tentando uma audiência com o prefeito Capitão Azevedo (DEM), para discutir soluções para a área de saúde de Itabuna. Ele voltou a cobrar respeito do governo, não sem antes lembrar a condição dele e do prefieto na carreira militar – um é coronel e o outro, capitão:

– Nós estamos deputado e prefeito, mas somos militares. Há quase duas semanas que eu tento marcar audiência, a gente sente uma barreira para tratar de assuntos do município. Até com ele mesmo eu já disse que queria um horário para conversar lá na prefeitura – afirmou em entrevista ao repórter Costa Filho, no programa Tribuna Livre (Rádio Jornal).

Sem dar nomes, Santana acredita na existência de pessoas que dificultam o diálogo do seu mandato com o governo do Capitão Azevedo. “A gente sente uma distância, uma discriminação. Eu já disse que faço parte do grupo e quero ser respeitado”.

Coronel Santana afirma não saber o porquê do tratamento dispensado pelo governo, apesar de especular um motivo especial:

– Eu não tenho preocupação de sair candidato a prefeito. Eu não sou louco de fazer isso assim. Se amanhã tiver possibilidade de acontecer, sentarei com Azevedo e mostrarei a pesquisa. Nós vamos somar, estaremos juntos. Eu quero buscar compreensão [do prefeito].

Santana é aliado do governo Azevedo e indicou a secretária de Assistência Social, Marina Silva. Hoje, ele acompanhou o secretário estadual da Segurança Pública, Maurício Barbosa, e o comandante-geral da PM-BA, Alfredo Castro, na visita ao município.

O CORONEL ENGASGOU

A gozação corre solta entre os deputados estaduais baianos depois de publicada esta foto na capa da edição de hoje d´A Tarde. A fotógrafa Margarida Neide captou o momento em que os deputados comemoravam o recesso distribuindo pãezinhos de queijo e Coronel Santana mostrava que, mesmo após perder o estilo pançudo, continua com a fome de sempre. Olho na seta…

A ARTILHARIA DO CORONEL SANTANA

Sem papas na língua, o deputado estadual Coronel Santana (PTN) lamentou que o vereador Ruy Machado (PRP) tenha sido eleito presidente do legislativo itabunense. Foi durante participação no programa Resenha da Cidade, no sábado, como aqui postamos no início da semana.

Pois o blog Políticos do Sul da Bahia recuperou o áudio da entrevista com o coronel lembrado do passado do presidente da Câmara de Itabuna. Entre outras, o Santana relembra quando jornais, a exemplo d’O Globo, noticiaram a prisão de Machado. O parlamentar também chama o vereador de “ladrão”.

Confira o áudio da baixaria

SANTANA RETRUCA: ÂNGELA “APARECE MUITO POUCO PARA TRABALHAR”

Santana diz que Ângela trabalha pouco.

O deputado estadual Coronel Santana (PTN) decidiu ir novamente ao ataque ao responder à colega Ângela Sousa (PSC), que o chamou de desocupado por ter proposto a anexação do bairro ilheense Salobrinho ao município de Itabuna.

Em contato com o PIMENTA, Santana fez questão de enfatizar que tem comparecido às sessões plenária e das comissões das quais participa, e retruca:

– Como parlamentar, cumpro com as minhas obrigações, ao contrário de deputados que chamam os outros (sic) como desocupados e que aparecem muito pouco na Casa para trabalhar – alfineta.

Santana tornou-se alvo dos ilheense depois de propor não apenas que o Salobrinho fosse anexado a Itabuna, como também dois distritos do municípios passassem a pertencer ao município de Coaraci. Deputados, Câmara de Vereadores e clubes de serviço em Ilhéus se posicionaram contra o deputado que tem Itabuna como principal base eleitoral. Abaixo, alguns pontos da defesa feita pelo deputado:

ASSIDUIDADE

Tenho participado ativamente da vida parlamentar apresentando projetos, moções, indicações. Tanto a minha frequência quando o teor da minha atuação parlamentar podem ser conferidos no site da Assembléia Legislativa (www.al.ba.gov.br) nos links frequência ou proposições.

RESPOSTA A ÂNGELA SOUSA

Como parlamentar, cumpro com as minhas obrigações, ao contrário de deputados que chamam os outros (sic) como desocupados e que aparecem muito pouco na Casa para trabalhar. Felizmente, sou um parlamentar ocupado demais para dar atenção às detratações alheias. Não me escudo no mandato para [ficar] agradando a um ou outro, mas para propor o debate e fazer valer a vontade da maioria.

DIVISÃO TERRITORIAL (ILHÉUS vs ITABUNA)

Venho tratando de um assunto polêmico que é a questão da divisão territorial, especificamente das terras de Ilhéus, Itabuna e Coaraci. Estou propondo o debate, depois de ser procurado por lideranças políticas, empresariais e moradores das regiões envolvidas, para a possibilidade da mudança da fronteira de Ilhéus e Itabuna, e de Ilhéus e Coaraci como determina a lei estadual 12.050, sancionada em 07 de janeiro deste ano pelo governador Jaques Wagner a fim de corrigir as anomalias territoriais como estas.

DISPUTA PELO MAKRO E ATACADÃO

No primeiro caso, a fronteira do município de Ilhéus hoje se encontra dentro da cidade de Itabuna. Não estamos tratando de uma divisa numa área rural, afastada, mas cortando a cidade de Itabuna. A região em questão é onde se situam dois empreendimentos comerciais que hoje estão no território ilheense. Eles ficam muito mais próximos de Itabuna – a cerca de 800 metros – do que dos 22 km que os separam de Ilhéus. Como todos os benefícios municipais, como coleta de lixo, iluminação pública, conservação asfáltica e de infraestrutura são feitos pela cidade mais próxima, propus o debate sobre a alteração dos limites territoriais.

ANEXAÇÃO DO SALOBRINHO A ITABUNA

Fui mais além, quando a comunidade de Salobinho, em Ilhéus, utiliza-se dos mesmos serviços – também devido a proximidade maior – de Itabuna. Neste caso específico, sugeri o debate e estou propondo, caso a sugestão venha prosperar, que se realize um plebiscito para saber se é da vontade da população permanecer pertencendo a Ilhéus ou passar definitivamente ao atendimento de Itabuna. São duas questões distintas: a da divisa de Ilhéus dentro de Itabuna e a da população de Salobinho, apesar de tratarem da mesma fronteira. A diferença seria a sua extensão mais próxima a Itabuna ou mais distante deste centro.

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ÂNGELA CHAMA SANTANA DE “DESOCUPADO”

Esquentou de vez a discussão sobre a proposta do deputado Coronel Santana (PTN) de anexar o Salobrinho a Itabuna. O bairro está situado em Ilhéus e fica a 12 quilômetros do centro de Itabuna.

A proposta de Santana agora foi respondida pela deputada Ângela Sousa (PSC), que não perdoou o colega e o chamou, indiretamente, de desocupado. Foi durante uma entrevista ao Bahia Online. “[A anexação] é resultado de conversa de pessoas desocupadas”, gritou a parlamentar ilheense.

A parlamentar critica o colega, ainda, por estimular brigas desnecessárias entre as cidades “amigas e parceiras”. Santana integra a Comissão Especial de Assuntos Territorias e Ocupação, da Assembleia Legislativa e também foi “alvejado” pelo prefeito ilheense, Newton Lima (PSB).

O gestor da Terra de Gabriela torce o nariz para a proposta de Santana e manda um recado: o parlamentar deveria se preocupar era com o próprio mandato. Trata-se de uma estocada quanto à suposta ausência do deputado nas sessões plenárias da Assembleia Legislativa.

SANTANA CONDECORADO

Homenagem do Blog do Gusmão ao deputado "amigo".

VEREADOR ILHEENSE ATACA PROJETO DE CORONEL SANTANA

Santana (à esq.) é chamado de "deputado infeliz" pelo vereador Carqueija.

O vereador de Ilhéus, Paulo Carqueija, disse nesta terça-feira (19), no plenário da Câmara Municipal, que vai encaminhar à Mesa Diretora da Assembléia Legislativa da Bahia, um pedido para que o deputado estadual Coronel Gilberto Santana seja imediatamente afastado e substituído da Comissão de Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação, criada pela AL.

Ele é acusado por Carqueija de ter se posicionado prematura e preconceituosamente contra o município de Ilhéus, diante das discussões que as autoridades locais têm travado com Itabuna sobre os limites territoriais dos dois municípios.

Para melhor entender a “guerra”, clique aqui.

O vereador petista atribui ao deputado, afirmações que se constituem numa agressão desnecessária e raivosa contra Ilhéus. “Isso é muito preocupante quando vindas de um deputado estadual que tem assento na referida comissão encarregada de rever assuntos territoriais da Bahia”, afirmou.

No discurso feito no plenário da Câmara, Carqueija responsabilizou o deputado por comentários do tipo “Ilhéus precisa acabar com esta mania de querer tudo. É Itabuna quem faz tudo isso aqui. A população do Salobrinho, por exemplo, quer ser itabunense, basta fazer um plebiscito. Nós devíamos mudar o Salobrinho para o município de Itabuna, colocando a nova divisa depois da Universidade Estadual de Santa Cruz, a UESC, assim como também devem mudar Inema, Pimenteira e Banco Central para Coaraci”. As declarações teriam sido dadas durante uma Audiência Pública para debater o tema.

Na Câmara de Ilhéus, na tarde desta terça, Carqueija chegou a chamar o parlamentar baiano de “infeliz deputado” e de “asneira” o conteúdo do seu posicionamento na polêmica que envolve a questão territorial entre Ilhéus e Itabuna.

Confira mais no Bahia Online.

OS PAIS DAS “CRIANÇAS”

Como o PIMENTA já anunciou, quem dita o ritmo da reforma administrativa da Prefeitura de Itabuna são os deputados estaduais eleitos Augusto Castro (PSDB) e Coronel Santana (PTN). O primeiro indicou o novo secretário da Saúde, Geraldo Magela, enquanto o segundo é responsável pelas indicações de Marina Santos Silva, para a Assistência Social, e Walmir Souza Nascimento, para o comando da Guarda Municipal de Itabuna.

Os dois ungidos de Santana tomam posse hoje.

OS ELEITOS DITAM O RITMO

A recomposição do governo itabunense por enquanto é ditada pelos deputados estaduais eleitos Augusto Castro (PSDB) e Coronel Santana (PTN). Coube ao primeiro indicar o substituto de Antônio Vieira na Saúde, enquanto o segundo deverá emplacar o novo titular da Secretaria da Assistência Social.

O nome que aparece com maior probabilidade de substituir o professor Formigli Rebouças é o da assistente social Bernizzeth Zorthea.

O PDT E O CORONEL

Marco Wense

O Partido Democrático Trabalhista, o PDT do saudoso Leonel de Moura Brizola, aqui na Bahia presidido pelo bom gaúcho Alexandre Brust, pode ficar sob o comando do Coronel Santana, eleito deputado estadual pelo PTN.

Santana, que é pré-candidato a prefeito na sucessão de 2010, vai indicar o ex-vereador Carlito do Sarinha para presidir a comissão provisória de Itabuna. A investida do coronel no pedetismo conta com o apoio do deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT).

A dúvida é se o Coronel Santana vai se filiar à legenda brizolista. Se sair candidato pelo PTN, caberá ao PDT a indicação do vice.  A ala histórica do partido, hoje totalmente desligada do ex-alcaide Geraldo Simões, defende o lançamento de candidatura própria.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

CHICO NEGA INTERESSE PELA DIREC

O professor Francisco Carlos procura rebater especulações de que teria interesse pela Direc 7, em Itabuna. Numa conversa com o Pimenta, Chico afirmou que esteve por nove anos no comando do órgão ligado à Secretaria da Educação da Bahia e que se considera satisfeito.

“Não quero voltar à Direc, a minha única preocupação hoje é fortalecer cada vez mais a base do Coronel Santana na região”, diz o educador, que atuou na linha de frente da campanha do deputado estadual eleito pelo PTN.

Há dois dias, o blog Políticos do Sul da Bahia divulgou que o Coronel Santana estaria “de olho na Direc”. E que o nome para o órgão seria o do professor Francisco Carlos.

DE OLHO NA DIREC

O professor Francisco Carlos esteve na linha de frente da campanha do Coronel Gilberto Santana, eleito deputado estadual pelo PTN. E agora, de acordo com o blog Políticos do Sul da Bahia, Chico – como é conhecido – poderá ser guindado ao comando da Direc 07, em Itabuna. Isto se o governador Jaques Wagner atender ao apelo do deputado e realmente limar a presidente do PT itabunense, Miralva Moitinho, atual gestora da Direc.

Chico, aliás, era quem controlava a Direc até o final de 2006, ano da primeira vitória de Jaques  Wagner na Bahia.

BALA NA AGULHA

Gilberto Santana (PTN) é dono de maior patrimônio dentre os 63 parlamentares eleitos em 3 de outubro para a Assembleia Legislativa baiana, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O deputado estadual eleito acumula fortuna de R$ 7 milhões (exatos R$ 7.000.424,26).

Quem chega perto disso é o reeleito Reinaldo Braga (PR), com R$ 4,3 milhões.

Assim como Santana, outro que tem o sul da Bahia como base eleitoral e possui grande patrimônio é Augusto Castro (PSDB). O tucano declarou R$ 4.176.298,44 em bens ao TSE.






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