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:: ‘crack’

ZUMBILHÉUS

marco-lessa-festival-do-chocolateMarco Lessa

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Desde que o gênero terror surgiu no cinema, existem zumbis, mortos-vivos, múmias e outras assombrações de mentirinha.
Como em muitos casos a vida imita a arte, estamos vivendo em Ilhéus, como noutras cidades brasileiras, iguais aos moradores de zumbilândia, ou melhor, zumbilhéus.

A concentração de jovens usuários de crack, maltrapilhos, imundos, mal cheirosos, violentos, bêbados, descontrolados, inconvenientes, lamentavelmente esquecidos pela sociedade, deve ser a maior do sul da Bahia.

Dormem pelas ruas, em portas de lojas, calçadas, roubam, furtam, assaltam a mão armada com facas e objetos cortantes, amedrontam e ameaçam moradores e turistas, afugentam clientes dos estabelecimentos.

Os nossos zumbis não morreram e ressuscitaram meia-boca.

São vítimas de um sistema também zumbi, que finge estar vivo, mas não ampara os que realmente precisam.

Há não muito tempo um dos zumbis, dos mais perigosos, apareceu morto. De vez, morto.

Provavelmente outros terão o mesmo destino, ou por conflitos entre eles na briga por espaço para ‘guardarem vagas e carros’, ou pela própria droga.

Ou de alguma outra forma impensável, mas não impossível.

zumbis articleAntes de sermos uma cidade turística, somos uma cidade de cidadãos e cidadãs trabalhadores e de bem.

Não é justo nos sujeitarmos e submetermos a ameaças desses pobres coitados, que apesar de pobres, coitados e doentes, não têm tal direito.

Chegou a hora do governo municipal tomar uma providência e construir programas para acabar com a zumbilândia de Ilhéus. E não apenas para o verão.

Os problemas herdados e causados já são muitos, mas não podemos ficar de braços cruzados.

Senão, aos poucos, estaremos num cenário de filme de terror: escuridão, lixo, buracos e medo de sair às ruas por conta dos marginais tradicionais e dos zumbis do crack.

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Se não mudarmos logo esse enredo, reescrevermos essa história, não chegaremos a um final tão feliz.

E aê…tem uma moedinha aí, seo nacib?

Marco Lessa é publicitário, empresário e presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil). Artigo postado originalmente no Facebook.

NORDESTE CONCENTRA 40% DOS USUÁRIOS DE CRACK DO BRASIL

crack foto ABr

Thaís Leitão | Agência Brasil

Os usuários regulares de crack e/ou de formas similares de cocaína fumada (pasta-base, merla e oxi) somam 370 mil pessoas nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Considerada uma população oculta e de difícil acesso, ela representa 35% do total de consumidores de drogas ilícitas, com exceção da maconha, nesses municípios, estimado em 1 milhão de brasileiros.

A constatação está no estudo Estimativa do Número de Usuários de Crack e/ou Similares nas Capitais do País, divulgado hoje (19) pelos ministérios da Justiça e da Saúde. A pesquisa foi encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Para o secretário Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, Vitore Maximiano, o número de usuários regulares desse tipo de droga é “expressivo”, embora corresponda a 0,8% da população das capitais (45 milhões). “Não é pouco, em absoluto, termos 370 mil pessoas com uso regular de crack. O número é expressivo e mostra que devemos ter total preocupação com o tema.”

O secretário classificou de surpreendente o fato de, em números absolutos, a Região Nordeste concentrar a maior parte dos usuários, contrariando o senso comum, segundo o qual o consumo é maior no Sudeste. Como a prática ocorre em locais públicos e durante o dia, ela costuma ser mais visível, devido à formação das chamadas cracolândias. De acordo com o estudo, no Nordeste há aproximadamente 150 mil usuários de crack, cerca de 40% do total de pessoas que fazem uso regular da droga em todas as capitais do país.

Para fazer o estudo, foram ouvidas, em casa, entre março e dezembro de 2012, 25 mil pessoas, que responderam a questões sobre as características das pessoas que integram suas redes de relacionamento. Entre as perguntas, havia algumas focadas especificamente no uso do crack e outras que serviram como controle de confiabilidade dos dados, cujas respostas podiam ser comparadas aos cadastros de órgãos públicos, por exemplo, número de conhecidos que são beneficiários do Bolsa Família.

Além desse estudo as pastas divulgaram hoje a pesquisa Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil que traz informações sobre as características epidemiológicas dessa parcela da população.

GOVERNO APLICARÁ R$ 4 BI NO COMBATE AO CRACK

Wagner confirma fábrica em Itororó (Foto Pimenta).

Wagner promete ações objetivas contra o crack (Foto Pimenta).

O Governo Federal lança nesta terça-feira, 6, em Brasília, o programa “Crack, é possível vencer!”, que se propõe a destinar R$ 4 bilhões em convênios com os Estados, para o combate à droga.  O governador da Bahia, Jaques Wagner, que participa da solenidade, trata do tema na edição de hoje do programa semanal de rádio Conversa com o Governador, produzido pela Secretaria de Comunicação do Estado.

Segundo o gestor baiano, os novos recursos irão fortalecer as ações do programa estadual Pacto pela Vida. “Nós temos um trabalho dentro do Pacto Pela Vida, o nosso planejamento de segurança do Estado. A gente detecta, por exemplo, que cerca de 75% dos homicídios de jovens até 24 anos estão diretamente ligados ao uso, à dependência ou ao tráfico de drogas”, afirma Wagner.

O governador promete que, a partir de hoje, haverá mais programas objetivos e investimentos do governo federal, reforçando as ações para libertar a juventude da dependência das drogas, especialmente o crack.

Clique aqui para ouvir o programa, que também aborda outros assuntos.

PM TERÁ BASE MÓVEL DE VIDEOMONITORAMENTO CONTRA O CRACK EM ITABUNA

Itabuna terá base móvel de videomonitoramento contra o crack (Foto José Nazal).

Itabuna terá base móvel de videomonitoramento contra o crack (Foto José Nazal).

Itabuna será um dos seis municípios baianos onde a Polícia Militar vai contar com bases móveis de videomonitoramento para o enfrentamento ao crack. A base móvel integra as ações do programa federal “Crack, é possível vencer” e contempla, ainda, os municípios de Salvador, Camaçari, Juazeiro, Feira de Santana e Vitória da Conquista.

De acordo com o comandante de Operações Policiais da PM, Nivaldo dos Anjos, a capital baiana contará com três bases móveis e Feira terá duas. Já Itabuna, Camaçari, Juazeiro e Conquista terá uma cada. Os municípios foram contemplados por possuírem mais de 200 mil habitantes.

O programa oferecerá ao estado, para as nove unidades, 180 câmeras, 9 viaturas, 450 pistolas taser e 1.350 espargidores de gás pimenta.

Cada base contará com 40 policiais militares, que atuarão de forma integrada com agentes da polícia civil e técnica e a Guarda Municipal, além das secretarias estaduais e municipais de Saúde e de Desenvolvimento Social.

O envolvimento de outras áreas do governo tem o objetivo de ir além da repressão ao crack, oferecendo ações de tratamento e atenção aos usuários. O comandante de operações da PM, no entanto, não informou quando estas unidades estarão em campo.

A REALIDADE NUA E CRUA E AS LÁGRIMAS DA APRESENTADORA

Ontem à tarde, o Jornal Hoje (Rede Globo) exibiu reportagem em que mostrava o flagelo das drogas (crack à frente) e a destruição de famílias em Minas Gerais. Num dos momentos mais emocionantes, a filha localiza a mãe na rua, totalmente dependente do crack, magra e em desespero. Sandra Annenberg, apresentadora do jornalístico, disse ainda na bancada que havia chorado durante a edição da matéria. E novamente não conteve as lágrimas.

A reportagem de mais de cinco minutos também traz o drama de um homem vítima do crack e mulher dependente formada em química e matemática presa por 12 dias em uma favela em Belo Horizonte – e uma estatística: de cada cem pessoas desaparecidas, 18 são ‘tragadas’ pelas drogas.

WE LOVE BRAZIL

Karoline Vital | karolinevital@gmail.com

 

É bonito e importante valorizar a cultura brasileira. Mas precisamos de revanchismo para isso?

 

O café da manhã dos filmes norte-americanos me deixava intrigada. Qual seria o gosto da panqueca? Redonda, fofinha, dourada, coberta com xarope de bordo… Parecia deliciosa! Há cerca de um ano, tentei reproduzir a receita em casa. O resultado? Um disco disforme, murcho, borrachudo, queimado e coberto com um enjoativo xarope de milho.

Segui a receita tim-tim por tim-tim novamente e consegui algo menos ruim. O gosto lembrava muito o crepe francês. Pedi ajuda ao oráculo do Google e descobri que a coincidência de sabores não era por acaso. A diferença entre os pratos é que a panqueca norte-americana é mais alta, com cerca de meio centímetro. Um dos meus grandes símbolos do american way of life tinha sotaque francês!

A partir deste intercâmbio culinário, embarquei na viagem sobre o que poderíamos chamar de cultura pura, verdadeira, genuína? Afinal, cultura é tudo o que é produzido pelos seres humanos. E, como gente é um bicho inquieto, em permanente aprendizado, seus saberes e fazeres nunca estão totalmente prontos, vivem em constante transformação cultural.

No meu primeiro semestre do curso de comunicação, em 2000, vi uma entrevista do filósofo francês Michel Serres no programa Roda Viva. Uma de suas falas grudou em minha mente: “Culto é quem vai buscar outra cultura”. A afirmativa me ajuda a avançar mais um pouco em minha associação de ideias e tentar entender uma das últimas campanhas das redes sociais: “Halloween, não! 31 de outubro é dia do saci!! Deixe de pagar pau pra gingo! Valorize a cultura brasileira!”.

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PARECE FICÇÃO, MAS É DOLOROSAMENTE REAL

(e, apesar da pedra no meio do caminho, também não é poesia)

Daniel Thame | www.blogdothame.blog.br

Fosse a vida de Ana Paula Conceição, 32 anos, conhecida como Kelly, apresentada como um filme e o espectador diria ao final da exibição: “ora, mas isso só acontece no cinema!”.

Mas a história de Ana Paula, ou Kelly, embora rendesse um filme, não tem nada de ficção.

É a história, sem rodeios, da vida real de Ana Paula e de milhares, talvez milhões, de pessoas que desceram ao mais baixo degrau da degradação humana por conta de uma pedra que momentaneamente oferece o céu, mas que passado o prazer fortuito, entrega o inferno.

No meio do caminho de Ana Paula havia uma pedra. Se não é filme, a história de Ana Paula também não é um poema de Drummond de Andrade.

A pedra que cruzou o meio do caminho de Ana Paula atende pelo nome de crack. E aqui se tropeça no mundo dolorosamente real, sem películas edulcoradas, sem poemas adocicados.

Ana Paula, Kelly vá lá que seja, foi apresentada ao crack pelo marido, que havia sido apresentado ao crack pela irmã caçula de Ana Paula/Kelly. Estabeleceu-se aí um circulo vicioso que levou junto boa quatro dos oito filhos do casal. Dois deles foram presos por furto, sofreram ameaças de traficantes e incendiaram a modesta casa da família, na também modesta Itapitanga, no Sul da Bahia.

O crack, como se sabe, há muito rompeu o miserável centro velho da capital paulista e rasgou o Brasil, espalhando-se para as grandes metrópoles e por cidadezinhas perdidas no mapa. Há muito, também, deixou de ser caso de polícia, para ser caso de saúde pública.

Deixemos as perorações e voltemos a Ana Paula. De pedra em pedra, perdeu o marido (igualmente fulminado pela droga), perdeu os filhos, perdeu a casa. De tropeço em tropeço, chegou à prostituição.

Não dessas prostitutas de luxo, que habitam sites na internet e vez por outra fisgam um empresário bilionário e vivem um conto de fadas até produzirem uma tragédia midiática, mas uma prostituta de míseros dez reais a trepada, dinheiro suado e prontamente “queimado” na pedra.

Aos 32 anos, aparência de 40 ou mais, Ana Paula, menina grapiúna das terras do cacau, que por azar ou destino nasceu num tempo em que o ouro do cacau se revelou uma pedra barata (conceda-se a desculpa, a tentação do trocadilho falou mais alto), é um retrato em preto e branco, com tons de tragédia, do abismo que é o mergulho na droga.

Tragédia. Talvez não seja esse o epitáfio adequado a Ana Paula. Primeiro porque ela é uma sobrevivente numa estrada em que, colocados os pés, boa parte dos caminhantes não sobrevive.

Segundo, porque, Ana Paula está lutando para encontrar o caminho de volta. Internou-se voluntariamente num centro de recuperação mantido por uma igreja evangélica em Itabuna.

Há um mês está “limpa”. Parece pouco, mas é uma eternidade, em se tratando de uma droga que pede sempre mais, mais, mais e mais.

Ana Paula alimenta sonhos simples: uma casinha, a família reunida, um trabalho modesto e decente. E distância da droga que a mergulhou no abismo do qual tenta sair.

É nesse ponto que a história de Ana Paula pode e deve ser observada.  Se tiver apoio, se encontrar forças, se não tiver a clássica e fatal recaída, Ana Paula reescreverá uma história que estava fadada a um final breve e infeliz.

Reescreverá a história de sua própria vida.

Talvez não renda um filme.

Mas, até como exemplo para tantos que se afundam na droga, bem que merecia.

Daniel Thame é jornalista e editor do Blog do Thame

CRACK É PROBLEMA GRAVE EM 1.131 MUNICÍPIOS BRASILEIROS

O estudo Os Municípios brasileiros como protagonistas no enfrentamento ao crack, apresentado na XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, hoje, 15, traz dados preocupantes. Foram ouvidos 4.907 prefeitos de todo país dos quais 4.004 enfrentam problemas de consumo da droga, segundo o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

De acordo com o levantamento da CNM, o Programa Crack, é possível vencer, criado pelo governo federal em dezembro de 2011, aplicou até agora apenas R$ 246 mil. Os recursos prometidos pelo governo na ocasião foram de R$ 4 bilhões em três anos. Há desentrosamento entre União, Estados e Municípios.

Ao longo da tarde os mais de 4.000 gestores municipais presentes assistiram a painéis que mostraram desde os problemas iniciais até exemplos de enfrentamento e tratamento de usuários. Nesse debate estiveram presentes os ministros Alexandre Padilha (Saúde) e José Eduardo Cardozo (Justiça).

SEXO NA ESTRADA

Menina oferece sexo por R$ 5,00 (foto Oziel Aragão/Agora na Rede)

Quem costuma passar pelo trecho da BR 101 que corta Itabuna já deve ter percebido um grupo de meninas que se reúne normalmente embaixo do viaduto Paulo Souto para oferecer o próprio corpo aos motoristas.

Reportagem de Oziel Aragão para o Agora na Rede mostra como é a vida dessas menores, a maioria vítima do crack. Para conseguir o dinheiro necessário à manutenção do vício, elas aceitam fazer sexo por até R$ 5,00, num “comércio” que funciona em qualquer hora do dia ou da noite.

A matéria revela que o judiciário alega falta de estrutura para combater a prostituição de menores na BR. Faltam também instituições de acolhimento para tirar as meninas dessa vida.

FAMÍLIAS DESTRUÍDAS PELO CRACK

A droga atinge não apenas quem usa

Matéria assinada por Simone Nascimento, no Diário Bahia, relata o drama de famílias itabunenses atingidas pela “epidemia”do crack.

O texto conta a história da dona de casa Gilcélia Santana Chaves, para quem os últimos quatro anos de vida se converteram num longo pesadelo. O medo de ver o filho viciado em crack acabar morto acompanha essa mãe constantemente.

A existência de “clínicas do crack”, que oferecem ao viciado uma imersão intensa na droga, mostra a que ponto chegou essa tragédia social. Famílias contaram à reportagem como é o sofrimento diário de quem tem um filho ou irmão mergulhado no crack. “Eu já cheguei a pagar R$ 600,00 a traficantes para não ver meu filho morrer”, afirmou dona Gilcélia.

 

UMA CRIANÇA NÃO DEVERIA VI(VER) ISSO

Jean Duarte dos Santos foi assassinado diante do filho (reprodução do Jornal Agora)

A foto do repórter Léo Machado que ilustra a manchete do jornal Agora nesta quarta-feira, 25 de janeiro, poderia passar como tantas outras imagens da violência cotidiana com a qual terrivelmente nos habituamos. Sobre o chão de terra batida, o corpo de um homem que veste camisa vermelha, cor do sangue que que tinge a terra e mancha a alma de quem não se conforma em ver homicídio simplesmente como estatística.

Jean Duarte dos Santos, 32 anos, era pedreiro, usuário de drogas e tinha quatro filhos. Andava de bicicleta por uma rua do bairro Pedro Jerônimo, levando um dos rebentos, de quatro anos de idade. Ao passar em frente a uma igreja, por volta do meio-dia, foi abordado por outro homem, que lhe atingiu com vários tiros. O filho de Jean assistiu a todo aquele horror e marcou sua vida para sempre com uma experiência que não deveria fazer parte da história de uma criança.

O pedreiro foi a sexta vítima de homicídio em Itabuna, nos últimos cinco dias. Mais um numa série de mortes que tem a droga como elemento central e atingem não somente quem perde a vida, mas quem perde um filho, um irmão e também quem vê a própria infância se acabar de repente, aos quatro anos de idade.

Essas mortes atingem igualmente toda a nossa sociedade, incapaz de encarar a violência como problema social. Em vez disso, aparenta um prazer macabro diante de fotografias de corpos, estampadas em jornais e na internet. Assim como há quem se divirta com programas que procuram fazer humor com miseráveis presos com migalhas de crack, expostos feito bichos num circo de horrores, para deleite de uma plateia ensandecida e demente.

ILHÉUS: SEIS JOVENS DETIDOS COM CRACK E COCAÍNA

Jovens foram detidos em ação da polícia militar no Malhado.

Policiais da 68ª Companhia Independente da PM estouraram um ponto de venda de drogas no Malhado, em Ilhéus, hoje à tarde. A “boca” funcionava na rua dos Cometas. Foram detidos Michael Douglas Santos, Thiago José Oliveira, Jean Carlos Silva Santos e Jorge Lucas Martins Viana, além dos menores E.R.P e C.I.S.

A polícia encontrou com o grupo 60 pedras de crack e 63 papelotes de cocaína. De acordo com a polícia, também foram apreendidos um televisor de 20 polegadas, um aparelho de DVD, um Playstation, três celulares, relógio, máquina fotográfica munições.

A polícia ainda recolheu dezenas de documentos de supostos usuários de drogas. Os gerentes da boca disseram que os documentos eram deixados empenhados como garantia na “compra de drogas”. A devolução ocorreria após o usuário pagar a droga consumida.

POLÍCIA FAZ NOVA APREENSÃO DE OXI EM ILHÉUS

Ratoeira: preso com oxi, crack, maconha e cocaína.

Uma guarnição da Polícia Militar prendeu o chefe do tráfico no Alto do Formoso, na Conquista, em Ilhéus, durante operação realizada nesta noite de quarta (13). Michel Santana da Silva, o “Ratoeira”, foi flagrado com crack, oxi, maconha e cocaína.

De acordo com a polícia, Ratoeira estava com duas pedras grandes de oxi, sendo a terceira apreensão desta droga no município em menos de dois meses.

Além do oxi, Michel carregava 57 pedras de crack, uma trouxa de maconha, 13 papelotes de cocaína, um celular, relógio e R$ 66,00 em espécie. No momento em que foi perseguido pela guarnição comandada pelo Sargento Lisboa, Michel estava com outros dois traficantes, que conseguiram fugir.

Droga, dinheiro e objetos apreendidos com "Ratoeira".

APREENSÃO DE DROGAS EM CONQUISTA

A Operação Pente Fino, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu na tarde deste domingo (29), 28 quilos de cocaína e cinco de crack em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.

As drogas estavam escondidas dentro de um carro com placa de Ferraz Vasconcelos, interior de São Paulo. De acordo com os dois homens que foram presos na ação, as drogas saíram de São Paulo e seriam distribuídas em Salvador. Do G1

PRESO TRAFICANTE QUE BARBARIZAVA NO COUTO

Um bandido que traficava drogas e ameaçava moradores do distrito de Couto, na zona rural de Ilhéus, foi preso nesta quarta-feira, 11, em uma operação que envolveu homens da 69ª Companhia Independente  da PM.

Segundo a polícia, o traficante, identificado como César, já havia sido preso por tráfico e também é suspeito de tentar matar um policial militar. Com ele, os soldados encontraram cinco papelotes de uma substância que aparentava ser cocaína e mais 13 pedras de crack.






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