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:: ‘cultura’

HOJE TEM FINALÍSSIMA DO “TALENTOS REGIONAIS”

Festival reúne feras da música de barzinho em Itabuna.

Cinco revelações da música grapiúna sobem ao palco nesta quinta, 2, para disputar o troféu do projeto Talentos Regionais. Lílian Casas, Uiara Oliveira, Andersoul, Tony Carvalho e Amanda Chaves concorrem à premiação de R$ 2,5 mil para o vencedor.

As apresentações começam às 19 horas, na praça Octávio Mangabeira (Camacan). O segundo e terceiro colocados também vão ser premiados com R$ 1,5 mil e R$ 1 mil, respectivamente. A segunda edição do concurso reuniu cerca de 100 cantores regionais e será fechado com shows de Fábio Souza e Marcelo Ganem.

O projeto que visa revelar novos talentos musicais no cenário regional foi idealizado por Raimundo Machado, da CM Distribuidora Nova Schin, com o apoio da Bivolt, prefeitura de Itabuna, TV Santa Cruz e FM Sul e coordenação da RCM Propaganda.

CADÊ O RESULTADO?

Fotógrafos que participaram do concurso “Os Olhares da Cidade”, promovido pela Ficc (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania), continuam sem saber quando será divulgado o resultado do mesmo. No site da Ficc, a informação é genérica: “o resultado do concurso será divulgado no segundo semestre deste ano”.

Enquanto isso, 2010 vai terminando e nada da Ficc marcar a data da divulgação. Assim, pelo ritmo da fundação de cultura, o concurso programado como uma das atividades em comemoração ao centenário de Itabuna vai ficando para os 101 anos.

ROCK E POESIA NA CASA DOS ARTISTAS

O projeto Rock & Poesia II trará neste sábado, 27, à Casa dos Artistas de Ilhéus, o poeta Heitor Brasileiro e o músico Ricardo Maciel. A partir das 20 horas, eles se apresentam no espaço cultural, tendo como convidados o guitarrista Cassiano Gatto, o baixista Alexandre Bastos, além de Ricardo Matos (bateria).

O objetivo é promover uma fusão de poesia visceral, blues, jazz e funk. Após a apresentação,  rola um bate-papo entre os artistas e o público.

Ingressos para a atração podem ser adquiridos no local, a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

GANEM NA “ZOROPA”

Marcelo Ganem, cantor sul-baiano e também conhecido pela causa ambiental, fez sucesso em sua passagem pela França, quando se apresentou no Salão do Chocolate, em Paris. Quem viu gostou e o artista foi convidado a se apresentar em três cidades europeias: Madri, Londres e novo show na capital francesa. Num clique, você acompanha um pouco do que fez o homem de Macuco em solo parisiense.

CENTENÁRIO DE JORGE AMADO: ILHÉUS VAI SE PREPARAR?

Emílio Gusmão | [email protected]

Em 2012, o Brasil vai comemorar o centenário de Jorge Amado, escritor que, segundo João Ubaldo Ribeiro, deu “forma, expressão e identidade” à cultura baiana.

“A Bahia não pode ser compreendida — e, por via de consequência, o Brasil não pode ser inteiramente compreendido — sem Jorge Amado e Dorival Caymmi”, escreveu João Ubaldo, após ser informado sobre o falecimento do amigo (clique aqui).

É do conhecimento de todos (até mesmo das pessoas que nunca o leram), que Ilhéus fez parte da vida e é um referencial importante na obra do escritor, que viveu aqui grande parte de sua infância.

Este blogueiro está preocupado. Que tipo de homenagem o atual governo municipal pensa em fazer para Jorge Amado? Estou receoso, pois uma administração que não consegue recolher o lixo, diariamente, tudo indica, não terá condições de preparar nada à altura do romancista.

A Fundação Cultural de Ilhéus, por mais que o presidente seja uma pessoa atenta e de bons propósitos, está perdida em meio ao baixo orçamento e ações equivocadas, como a Caravana Cultural, que se propõe a levar “cultura” para as localidades. Ué! As localidades não têm cultura?

Está na hora do prefeito Newton Lima criar uma comissão que envolva diversos atores sociais da cidade (incluindo também a Uesc e as escolas públicas e particulares) para começar a planejar ações relacionadas à data. Os principais veículos de comunicação (principalmente a Globo, que bebeu da obra e se lambuzou) provavelmente darão grande ênfase. Sendo assim, está mais do que na hora de manter contato com a família, de refletir e idealizar.

Em 2008, ano em que se comemorou 50 anos da publicação do romance “Gabriela, Cravo e Canela”, a prefeitura fez uma singela homenagem, ao promover a exibição do filme “Gabriela”, do diretor Fábio Barreto.

Jorge Amado odiava essa adaptação, a qual chamava de “pornozinho”, por se prender apenas à sensualidade da protagonista. Quem leu sabe a diferença, não só de linguagem (cinema e literatura), como também da opção do diretor, que apelou ao erotismo para lotar as salas de exibição.

Em 2012, não teremos o direito de cometer o mesmo erro, nem muito menos algo parecido.

Emílio Gusmão é comunicólogo e editor do Blog do Gusmão.

MESTRADO

Apreciador de uma polêmica, o comunicólogo Emílio Gusmão agora terá que dividir seu tempo entre os petardos que dispara em seu blog e as atividades do mestrado em Cultura e Turismo da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no qual acaba de ser aprovado.

O novo mestrando terá como projeto a Puxada do Mastro de São Sebastião. “É uma festa riquíssima em simbolismo e que representa a diversidade de nossa cultura”, justifica.

Gusmão afirma que está bastante feliz com a aprovação e, modesto, atribui o resultado mais à persistência do que ao talento. Quem conhece o profissional, mesmo as “vítimas” e talvez principalmente elas,  sabe que ele possui as duas qualidades.

LIVRARIA CULTURA TERÁ FILIAL EM SALVADOR

A primeira filial da Livraria Cultura na Bahia teve um investimento de R$ 7 milhões. Será inaugurada no dia 17, no Salvador Shopping. O acervo da estabelecimento contará com cerca de 150 mil títulos. Ao todo, a loja vai empregar 120 pessoas. A unidade Salvador será a 15ª da rede, que tem sede em São Paulo. Um dos destaques da loja é a abertura da terceira unidade do Teatro Eva Herz, que existe também nas cidades de São Paulo e Brasília. Em Salvador, o teatro terá 204 lugares e, assim como nas outras capitais, contará com uma programação de palestras, seminários, espetáculos e shows. Informações do Bahia Notícias.

JESSYE NORMAN SE APRESENTA NO CASTRO ALVES

Após 16 anos sem se apresentar no Brasil, a cantora lírica Jessye Norman tem apresentação única no Teatro Castro Alves, hoje, às 21 horas. Norman está em Salvador desde a última terça-feira, 12, hospedada no hotel Pestana, junto com outros cinco músicos.

A promotora do espetáculo da diva americana diz que são muitos os cuidados que Jessye Norman tem com a voz. Além de rejeitar ar condicionado nos apartamentos dela e da equipe, exigiu a água mineral francesa Evian, além de jornais ingleses, todos os dias. Apesar de norte-americana, ela formou-se musicalmente em teatros de ópera europeus. Abaixo, Jessye Norman interpreta Strauss.

FERRADAS COMEMORA 195 ANOS

Antigo ponto de parada de tropeiros que se deslocavam entre o sul e o sudoeste da Bahia, o bairro itabunense de Ferradas está completando 195 anos de história. Para marcar o aniversário, uma interessante programação cultural foi montada pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania. As atividades acontecem de 15 a 19 deste mês.

Constam na programação a apresentação de fanfarras, desfile temático, mostra de cinema, lançamento de livros, ruas de lazer, tarde recreativa e participação de artistas regionais. Na mostra de cinema, um dos destaques da agenda, serão exibidos 15 filmes produzidos na Bahia.

Os produtores culturais Eva Lima e Ari Rodrigues coordenam os eventos.

O CINEMA MORRE

Leandro Afonso | www.ohomemsemnome.blogspot.com

Em Nosso Lar (idem – Brasil, 2010), Wagner Assis pode deixar muitos com vontade de morrer. Se esse foi seu desejo, bingo; mas se ele quis chegar a um resultado que, além da religião, demonstrasse fé no meio usado para tal, ele falhou.

Desde toda a publicidade envolvendo as cifras (teoricamente R$ 20 milhões), muito se falou dos efeitos especiais. O porém é que quase todas computações gráficas chamam mais atenção para si que ajudam na criação de um filme além do deleite de imagens.

Por “imagens”, no entanto, vejo uma espécie de deslumbramento “arquitetônico” e religioso que não vão além disso. As palavras, as imagens, os efeitos, todos são apenas belezas individuais (palavras e efeitos nem isso) e narcisistas; não formam um todo.

Assis não parece acreditar no cinema que faz, mas na ideia que faz do que seria um cinema se feito no mundo espiritual. Uma mistura entre Niemeyer (citado por Inácio Araújo) e Walt Disney com efeitos americanos década de 80; só que acrescido de açúcar e álcool. A soma é mundo perfeitamente asséptico no qual, entre reacionários, encarnações a fins, há sempre uma nova chance.

É nisso que Assis acredita, o que ele deixa claro a cada cena, muito mais do que cinema. A quem ele não deu chance alguma.

Visto no Shopping Barra – setembro de 2010.

8mm

Poderia falar horas sobre Superoutro (1989), de Edgard Navarro, mas dificilmente falaria algo de novo ou, pelo menos, relevante. Dito isto, só friso uma impressão: não sei em qual filme dos últimos 20 anos, entre os feitos aqui, temos uma Salvador tão pulsante. Se há, ou não vi ou não lembro.

Filmes da semana
1. Antes do Pôr-do-sol (2004), de Richard Linklater (Cine Vivo – DVD) (****1/2)
2. Nosso Lar (2010), de Wagner de Assis (UCI Orient Shopping Barra) (**)
Curta:
3. Gibraltar e as Bicicletas (2009), de Marccela Vegah (Youtube) (***)
Média:
4. Superoutro (1989), de Edgard Navarro (TVRip) (****)

______________

Leandro Afonso é comunicólogo, blogueiro e diretor do documentário “Do goleiro ao ponta esquerda”.

<p style=”text-align: center;”><a href=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/70-MM2.jpg”><img title=”70 MM” src=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/70-MM2.jpg” alt=”” width=”559″ height=”95″ /></a></p>
<p style=”text-align: center;”><a href=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/Final-3.jpg”><img class=”aligncenter size-full wp-image-30092″ title=”Final 3″ src=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/Final-3.jpg” alt=”” width=”42″ height=”13″ /></a></p>
<p style=”text-align: center;”>
<p><strong>Leandro Afonso</strong> | <a href=”http://www.ohomemsemnome.blogspot.com”>www.ohomemsemnome.blogspot.com</a></p>
<p><em><img class=”alignright” src=”http://roteiroceara.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/09/BLOG2_viajo_porque_preciso_volto_porque_te_amo_cultura.jpg” alt=”” width=”368″ height=”182″ />Viajo porque preciso, volto porque te amo</em> (<em>idem</em> – Brasil, 2009), de Karim Aïnouz (<em>O Céu de Suely</em>, <em>Madame Satã</em>) e Marcelo Gomes (<em>Cinema, Aspirinas e Urubus</em>), é um <em>road-movie </em>experimental (também por isso inevitavelmente irregular) que tem de melhor o que de melhor seus dois diretores podem oferecer – especialmente Aïnouz. É um filme em um meio, o semi-árido nordestino, e sobre sentimentos – carinho, amor, rejeição – já visitados por ambos, mas trata também e principalmente das divagações e aflições do personagem principal.</p>
<p>Faz sentido dizer que a maioria dos planos de <em>Viajo porque preciso…</em> não tem significado concreto ou função narrativa. Do mesmo modo, praticamente tudo aquilo que visa o horizonte e paisagens afins dura mais que o que o plano de fato mostra – mas esses fatos são menos um demérito que uma defesa da contemplação. E ainda que muitas vezes simplesmente não haja o que ser contemplado, faz parte do personagem esse sentir-se parado – a agonia e o tédio do personagem chegam a nos atingir, às vezes, sem eufemismo algum</p>
<p>Em filme que se assume tão ou mais experimental quanto narrativo, temos aí, no entanto, talvez – e paradoxalmente – uma tentativa de evitar uma monotonia que a ideia do filme sugere. Quase tudo não acontece em cena, mas na cabeça do personagem principal, a escrever suas cartas – trata-se de um filme epistolar de mão única. Como, então, filmar isso – algo tão ligado a um diário, algo a princípio tão anti-audiovisual?</p>
<p>Não temos uma resposta, mas uma opção arriscada, na qual os melhores momentos vêm de depoimentos (prostituta falando em vida-lazer, por exemplo), quando percebemos que os dois souberam extrair uma sinceridade tocante que emana daqueles que dirigem. Isso sem falar do personagem como entrevistador/provocador, em situação que nos liga inevitavelmente a ele fazendo o papel de diretor.</p>
<p>Esse caráter experimental, contudo, pode camuflar desnecessários tremeliques de câmera ao mostrar o personagem em meio à sua jornada, uma vez que não dá para chamar de experimental (ou dar qualquer mérito aqui) o que já virou um quase padrão – a câmera na mão nos dias de hoje.</p>
<p>Ainda assim, vale dizer que os altos do filme atingem um nível de sensibilidade que vem, entre outras coisas, justamente dessa abstração da narrativa convencional: da por vezes completa imersão em um mundo acima de tudo sensorial. Torto, talvez fatalmente torto, talvez o mais fraco trabalho de ambos, mas com momentos de coragem e brilhantismo bem-vindos.</p>
<h2><span style=”color: #800000;”>8mm</span></h2>
<p><strong>Paixão do visível</strong></p>
<p style=”text-align: left;”><em><img class=”aligncenter” src=”http://harpymarx.files.wordpress.com/2009/03/sylvia2.jpg” alt=”” width=”480″ height=”270″ />Na Cidade de Sylvia</em> (<em>En La Ciudad de Sylvia</em> – Espanha/ França, 2007) é meu primeiro contato com José Luis Guerín, catalão que teve três de seus longas exibidos no Panorama Internacional Coisa de Cinema. (Alguém sabe falar sobre?)</p>
<p>Guerín se mostra preocupado com a cidade, às vezes mais que com seus dois personagens principais, ou – o que pinta com alguma prioridade – as relações entre personagens diversos e o lugar onde vivem. No entanto, a busca dele (Xavier Lafitte) por ela (Pilar López de Ayala) é interessante a ponto de causar angústia quando algo foge do esperado. Ele desenha e retrata a cidade, é ele o mais afetado e sobre quem é o filme, é ele que não sabemos de fato o que sente, viveu ou viu; mas é ela que magnetiza a tela quando aparece.</p>
<p>Todavia, e felizmente, o filme vai além da contemplação de um sensacional rosto de uma boa atriz. Pode-se entrar em longas discussões e análises sobre memória e imagem, sobre miragem e dúvida; em uma palavra, sobre cinema. E, o que é melhor, através do cinema.</p>
<h2><span style=”color: #800000;”>Filmes da semana<br />
</span></h2>
<ol>
<li><strong>Viajo porque preciso, volto porque te amo (2009), de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes (Cine Vivo) (***)</strong></li>
<li><strong>Batalha no Céu (2008), de Carlos Reygadas (sala Walter da Silveira) (***1/2)</strong></li>
<li><strong>O Refúgio (2009), de François Ozon (Espaço Unibanco – Glauber Rocha) (***)</strong></li>
<li><strong>O Profeta (2009), de Jacques Audiard (Espaço Unibanco – Glauber Rocha) (***1/2)</strong></li>
<li>O Demônio das 11 Horas (1965), de Jean-Luc Godard (DVDRip) (****)</li>
<li>Na Cidade de Sylvia (2007), de José Luis Guerín (DVDRip) (***1/2)</li>
</ol>
<p>______________</p>
<p><strong>Leandro Afonso</strong> é comunicólogo, blogueiro e diretor do documentário “Do goleiro ao ponta esquerda”.</p>

TEODORICO FAZ SUCESSO NO RIO

A história de Teodorico Majestade, encenada pelo Teatro Popular de Ilhéus, está agradando público e crítica no Rio de Janeiro. O espetáculo permanece em cartaz até o dia 12, no Teatro de Arena, com patrocínio do projeto Caixa Cultural.

“Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito” é uma peça inspirada na crise política vivida em Ilhéus no ano de 2007, quando a população foi às ruas pedir a cassação do prefeito Valderico Reis. As armações de Teodorico para continuar no poder e sua derrocada final são contadas com muito humor e resgate da literatura de cordel.

Esse último aspecto foi destacado pelo crítico de teatro Norton Tavares, que assistiu à peça no Teatro de Arena. Segundo Tavares, uma das virtudes da produção ilheense é exatamente despertar o interesse pelo cordel.

A HISTÓRIA DE ITABUNA NA TELA

Os itabunenses terão, nesta sexta-feira, 10, uma oportunidade de  ouro para conhecer um pouco melhor a história de sua cidade. Ela é contada nos documentários “Nos trilhos do tempo”, dirigido por Raquel Rocha, e “Do cinquenta ao centenário – o que conta uma avenida”, de Ana Luísa Coimbra, Leonardo Bião e Poliana Alves.

O primeiro filme destaca a antiga ferrovia que existiu na região até meados do século passado, cujos trens substituíram o lombo de burro no transporte do cacau. O outro narra a evolução da Avenida do Cinquentenário, a principal de Itabuna.

Os dois documentários serão exibidos sexta-feira, a partir das 20 horas, no Centro de Cultura Adonias Filho, com entrada franca.

TEODORICO EM CARTAZ NO RIO DE JANEIRO

A produção de maior sucesso da Casa dos Artistas de Ilhéus – “Teodorico Majestade, as últimas horas de um prefeito”, estará em cartaz de 1º a 12 de setembro no Teatro de Arena, Rio de Janeiro, com patrocínio da Caixa Econômica Federal (projeto Caixa Cultural).

A peça narra as tramoias e falcatruas que ocorrem na cidade fictícia de Ilha Bela, tão parecida com tantas cidades que conhecemos. Denunciado, Teodorico Majestade se vê sob ameaça de perder o cargo e tenta cooptar uma liderança da comunidade para escapar da degola.

No meio disso tudo, diálogos impagáveis e bem-humorados, além de uma história que deixa lições de responsabilidade e cidadania. O texto e a direção são de Romualdo Lisboa e o elenco traz Ely Izidro, Tânia Barbosa, Takaro Vitor, Aldenor Garcia e Elielton Cabeça, que é também o diretor musical do espetáculo. 

A peça tem ainda produção de Rogério Matos, figurinos de Tânia Barbosa, cenário de Carlos Macalé e iluminação de Ely Izidro.

PROSEANDO EM “ROQUEMROLL”

A antropóloga Flávia Mello é a convidada desta quarta-feira, 18, em mais uma edição do Improviso Oxente, na Casa dos Artistas de Ilhéus. O tema é o Rock’nRoll e o bate-papo, com direito a “trilha sonora” da banda Dr. Imbira, começa às 19 horas.

Estudiosa da contemporaneidade, Flávia Mello vai abordar a influência do rock na contracultura e nos movimentos sociais. É papo-cabeça, como de praxe no Improviso.

ROCK NO IMPROVISO OXENTE

Espaço que se dedica ao debate sobre os mais diversos assuntos, sempre de maneira muito descontraída, o “Improviso Oxente”, da Casa dos Artistas, dedica sua programação de agosto a discussões sobre o ritmo que tem influenciado gerações há mais de 50 anos, o Rock and Roll.

Nesta quarta-feira, a partir das 19 horas, o professor André Rosa, da Uesc, doutor em História, vai falar a respeito do rock no Brasil dos anos 80, período em que o país iniciou seu processo de redemocratização.

Para conhecer um pouco dessa história e curtir as boas surpresas do Improviso, é só passar na Casa dos Artistas, que fica no número 96 da Rua Jorge Amado. É programa dos melhores.

JORNALISTA ACUSA PRESIDENTE DA FICC

Bené "triturou" Cyro de Mattos ao vivo

Uma entrevista realizada na manhã desta terça-feira, 20, pelo jornalista Ederivaldo Benedito, com o presidente da FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania), o poeta Cyro de Mattos, acabou se transformando em um enorme bate-boca. O acalorado debate aconteceu ao vivo, no programa Bom Dia Bahia (Rádio Nacional AM 870).

Bené, como o jornalista é conhecido, interpelou Cyro com uma daquelas perguntas incômodas. Ele quis saber por que a Ficc utilizou o trabalho do radialista Marcos Soares para produzir uma obra sobre a história da Desportiva Itabunense, sem reconhecer a autoria do material. Soares produz e apresenta o programa semanal “Túnel do Tempo”, na rádio Difusora, onde conta a história dos velhos tempos do futebol amador na cidade.

O conteúdo do programa foi transformado em texto pela jornalista Rosi Barreto e está reproduzido fielmente no livro da Ficc. Mas ao autor só foi reservada uma menção de pé de página, meio escondida, como se o seu trabalho tivesse apenas inspirado a obra e não sido a sua matéria-prima.

Bené tocou no tema e Cyro acusou o golpe, dizendo que o jornalista falava o que queria, e negando a apropriação intelectual do trabalho de Soares. A discussão esquentou e o apresentador do Bom Dia Bahia lembrou de um poema recentemente publicado por Cyro no jornal Diário Bahia, cujo título é “O Anticomunicador”. Segundo Bené, a provocação pode ter sido para ele, o que o poeta não desmentiu, mas disse que o poema é atemporal e poderia eventualmente se adequar ao perfil de “determinados profissionais”.

Ao fim da entrevista, um morador de Ferradas, Gustavo Veloso, que também se encontrava no estúdio, acusou o presidente da Ficc de falta de critérios na liberação de recursos para projetos. Cyro ficou ainda mais nervoso, tentou se defender, mas o tempo do programa acabou enquanto ele gritava com o microfone desligado.

Um horror!

MEMÓRIAS HERDADAS

A bela e inconfundível arte de Waldyrene Borges encontra-se na exposição “Memórias Herdadas”. Até o dia 30 de julho, os quadros da artista podem ser apreciados no Jequitibá Plaza Shopping, onde o público tem a oportunidade de conferir as novas técnicas introduzidas por ela em seu trabalho já reconhecido.

A mostra, segundo Waldyrene, é uma homenagem ao centenário de Itabuna.

ASSEXUADA CORRIDA CONTRA O NADA

Leandro Afonso | www.ohomemsemnome.blogspot.com

Encontro Explosivo (Knight and Day – EUA, 2010), de James Mangold (Garota, Interrompida; Identidade; refilmagem de Os Indomáveis), é um filme que oscila entre o competente e o medíocre. Em cenas de ação, Mangold tem mão segura, auxiliada por computação gráfica igualmente ok, enquanto o roteiro investe em contorcionismos que buscam o “nada é o que parece”, assim como tenta percorrer o maior número possível de lugares turísticos. Nesse segundo quesito, a ligação com Transformers faz sentido, com restante e resultado não muito diferentes.

Desde a abertura, o som busca uma imponência que logo se transforma em falta de educação. Por mais que pese a incerteza se culpa é do sistema da sala ou do filme, áudio quer atenção não pela competência e fluência do uso do Dolby Surround, mas pela ditadura do volume.

Mas se as imagens, por outro lado, estão bem domadas nas mãos de Mangold, elas também se mostram burocráticas. Ele tem mérito por trabalhar com um filme de ação, e com tantas ações, sem parecer que os cortes são excessivos, ainda mais nos dias hoje. Verdade que o filme quase nunca respira, mas o problema aí é do roteiro: não é fácil transpor para menos de duas horas filmagens em tantos cartões postais e com tanta munição a ser distribuída.

Não à toa, quando Patrick O’Neil resolve brincar de “ele é”, “ele não é”, “o outro que é” em roteiro já tão preocupado e comprometido com outras coisas, fica impressão de furo na história. Quando nos convencemos de onde, de fato, vem a falcatrua, graças a uma imagem cuja hipotética réplica não adianta (fim, temos um culpado), somos levados a outra reviravolta.

O pudor ao (não) se filmar sequer a nudez, aliado ao prazer de ambos em estar próximo do perigo e de armas, passa uma gigantesca impressão de que os dois não têm libido.

Como? O que importa é que Tom Cruise e Cameron Diaz fiquem juntos – Roy Miller e June Havens, sabemos, são subterfúgios. O pudor ao (não) se filmar sequer a nudez, aliado ao prazer de ambos em estar próximo do perigo e de armas, passa uma gigantesca impressão de que os dois não têm libido. Quando ele enfim mostra algum tesão (ou o filme quer que a gente acredite nisso), faria sentido se ela dissesse que ele era mais sensual com armas na mão; até porque, nesse momento, ela está sob o efeito de um efeito de espécie de “soro da verdade”.

Mas se o “soro da verdade”, inevitavelmente, lembra Kill Bill (2003), a época do lançamento e parte do gênero de Encontro Explosivo coincide com À Prova de Morte (2007) outro de Quentin Tarantino e que chega ao Brasil mais de três anos após lançado em Cannes. Nele, tem-se basicamente duas perseguições de carro, um acidente, e duas ou três maiores mudanças de locações, com assumida pinta de diversão vagabunda, barata e com computação gráfica nula. Bem menos em quantidade na descrição, bem mais em ação e energia.

Em Encontro Explosivo o importante é evitar que alguém se distraia até que vejamos Cameron Díaz e Tom Cruise juntos, mesmo que não exista nada que convença, nem explícito (o filmar o desejo e afins), nem implícito (através de detalhes não diretamente ligados ao sexo). Quando se pensa em 007 (com o que isso aqui muitas vezes parece), mesmo nos piores momentos daquele, impressão é de filme assexuado. Que poderia investir no que tem de melhor, via roteiro antes de se enrolar de tanto contorcer-se, e pela competência nas cenas de ação. Achou melhor não.

Visto, em cabine de imprensa, no UCI Multiplex Iguatemi – Salvador, julho de 2010.

8mm

Outro encontro explosivo

Várias auto-citações e divagações fílmicas que remetem à falação desenfreada de Pulp Fiction (1994) e Cães de Aluguel (1991) – parece uma versão feminina deste –, um acidente, o ritmo, a cena, a dança. Enfim lançado no Brasil, a primeira sessão (para mim) de À Prova de Morte (2007) conseguiu ser mais ambígua que a de Bastardos Inglórios (2009); embora sejam abordagens distintas. Não sei se é uma decepção em meio a sequências monumentais, não sei se é fabuloso com calculado tempo apenas para respirar. Seja como for, talvez tenha as sequências menos esquecíveis de Tarantino.

Concorrência
O filme entra em cartaz hoje, em semana que temos, com todos ainda em muitas salas, Toy Story 3, Shrek para Sempre e Eclipse, além de Encontro Explosivo. Por mais que sejam públicos diferentes (e Toy Story, o outro que vi, seja muito bom), são quatro – quatro! – filmes gigantes nas suas pretensões financeiras, o que leva a uma grande ocupação de salas. Concorrência por elas será difícil para À Prova de Morte, que deve ficar restrito a sessões noturnas. Que me lembre, e tenha consultado, apenas O Aprendiz de Feiticeiro tem tamanho equivalente aos outros, e está previsto para apenas 6 de agosto. Como um não especialista em marketing, não vejo nexo em, depois de três anos de molho (graças à Europa Filmes, detentora original dos direitos de exibição no Brasil), não esperar mais uma ou duas semanas para lançá-lo.

Filmes da semana

1. A Viagem (1967), de Roger Corman (DVDRip) (**1/2)
2. À Prova de Morte (2007), de Quentin Tarantino (Cine Vivo) (****)
3. Síndromes e um Século (2006), de Apichatpong Weerasethakul (DVDRip) (**1/2)
4. Encontro Explosivo (2010), de James Mangold (UCI Multiplex Iguatemi) (**1/2)
5. Pele de Asno (1970), de Jacques Demy (DVDRip) (***)

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Leandro Afonso é comunicólogo, blogueiro e diretor do documentário “Do goleiro ao ponta esquerda”.

<p style=”text-align: center;”><a href=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/70-MM2.jpg”><img title=”70 MM” src=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/70-MM2.jpg” alt=”” width=”559″ height=”95″ /></a></p>
<p style=”text-align: center;”><a href=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/Final-3.jpg”><img class=”aligncenter size-full wp-image-30092″ title=”Final 3″ src=”http://www.pimentanamuqueca.com.br/wp-content/uploads/Final-3.jpg” alt=”” width=”42″ height=”13″ /></a></p>
<p style=”text-align: center;”>
<p><strong>Leandro Afonso</strong> | <a href=”http://www.ohomemsemnome.blogspot.com”>www.ohomemsemnome.blogspot.com</a></p>
<p><em><img class=”alignright” src=”http://roteiroceara.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/09/BLOG2_viajo_porque_preciso_volto_porque_te_amo_cultura.jpg” alt=”” width=”368″ height=”182″ />Viajo porque preciso, volto porque te amo</em> (<em>idem</em> – Brasil, 2009), de Karim Aïnouz (<em>O Céu de Suely</em>, <em>Madame Satã</em>) e Marcelo Gomes (<em>Cinema, Aspirinas e Urubus</em>), é um <em>road-movie </em>experimental (também por isso inevitavelmente irregular) que tem de melhor o que de melhor seus dois diretores podem oferecer – especialmente Aïnouz. É um filme em um meio, o semi-árido nordestino, e sobre sentimentos – carinho, amor, rejeição – já visitados por ambos, mas trata também e principalmente das divagações e aflições do personagem principal.</p>
<p>Faz sentido dizer que a maioria dos planos de <em>Viajo porque preciso…</em> não tem significado concreto ou função narrativa. Do mesmo modo, praticamente tudo aquilo que visa o horizonte e paisagens afins dura mais que o que o plano de fato mostra – mas esses fatos são menos um demérito que uma defesa da contemplação. E ainda que muitas vezes simplesmente não haja o que ser contemplado, faz parte do personagem esse sentir-se parado – a agonia e o tédio do personagem chegam a nos atingir, às vezes, sem eufemismo algum</p>
<p>Em filme que se assume tão ou mais experimental quanto narrativo, temos aí, no entanto, talvez – e paradoxalmente – uma tentativa de evitar uma monotonia que a ideia do filme sugere. Quase tudo não acontece em cena, mas na cabeça do personagem principal, a escrever suas cartas – trata-se de um filme epistolar de mão única. Como, então, filmar isso – algo tão ligado a um diário, algo a princípio tão anti-audiovisual?</p>
<p>Não temos uma resposta, mas uma opção arriscada, na qual os melhores momentos vêm de depoimentos (prostituta falando em vida-lazer, por exemplo), quando percebemos que os dois souberam extrair uma sinceridade tocante que emana daqueles que dirigem. Isso sem falar do personagem como entrevistador/provocador, em situação que nos liga inevitavelmente a ele fazendo o papel de diretor.</p>
<p>Esse caráter experimental, contudo, pode camuflar desnecessários tremeliques de câmera ao mostrar o personagem em meio à sua jornada, uma vez que não dá para chamar de experimental (ou dar qualquer mérito aqui) o que já virou um quase padrão – a câmera na mão nos dias de hoje.</p>
<p>Ainda assim, vale dizer que os altos do filme atingem um nível de sensibilidade que vem, entre outras coisas, justamente dessa abstração da narrativa convencional: da por vezes completa imersão em um mundo acima de tudo sensorial. Torto, talvez fatalmente torto, talvez o mais fraco trabalho de ambos, mas com momentos de coragem e brilhantismo bem-vindos.</p>
<h2><span style=”color: #800000;”>8mm</span></h2>
<p><strong>Paixão do visível</strong></p>
<p style=”text-align: left;”><em><img class=”aligncenter” src=”http://harpymarx.files.wordpress.com/2009/03/sylvia2.jpg” alt=”” width=”480″ height=”270″ />Na Cidade de Sylvia</em> (<em>En La Ciudad de Sylvia</em> – Espanha/ França, 2007) é meu primeiro contato com José Luis Guerín, catalão que teve três de seus longas exibidos no Panorama Internacional Coisa de Cinema. (Alguém sabe falar sobre?)</p>
<p>Guerín se mostra preocupado com a cidade, às vezes mais que com seus dois personagens principais, ou – o que pinta com alguma prioridade – as relações entre personagens diversos e o lugar onde vivem. No entanto, a busca dele (Xavier Lafitte) por ela (Pilar López de Ayala) é interessante a ponto de causar angústia quando algo foge do esperado. Ele desenha e retrata a cidade, é ele o mais afetado e sobre quem é o filme, é ele que não sabemos de fato o que sente, viveu ou viu; mas é ela que magnetiza a tela quando aparece.</p>
<p>Todavia, e felizmente, o filme vai além da contemplação de um sensacional rosto de uma boa atriz. Pode-se entrar em longas discussões e análises sobre memória e imagem, sobre miragem e dúvida; em uma palavra, sobre cinema. E, o que é melhor, através do cinema.</p>
<h2><span style=”color: #800000;”>Filmes da semana<br />
</span></h2>
<ol>
<li><strong>Viajo porque preciso, volto porque te amo (2009), de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes (Cine Vivo) (***)</strong></li>
<li><strong>Batalha no Céu (2008), de Carlos Reygadas (sala Walter da Silveira) (***1/2)</strong></li>
<li><strong>O Refúgio (2009), de François Ozon (Espaço Unibanco – Glauber Rocha) (***)</strong></li>
<li><strong>O Profeta (2009), de Jacques Audiard (Espaço Unibanco – Glauber Rocha) (***1/2)</strong></li>
<li>O Demônio das 11 Horas (1965), de Jean-Luc Godard (DVDRip) (****)</li>
<li>Na Cidade de Sylvia (2007), de José Luis Guerín (DVDRip) (***1/2)</li>
</ol>
<p>______________</p>
<p><strong>Leandro Afonso</strong> é comunicólogo, blogueiro e diretor do documentário “Do goleiro ao ponta esquerda”.</p>

COMERCIÁRIOS CAEM NO FORRÓ

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna promove neste sábado, 5, o seu já tradicional forró. O arrasta-pé acontece no calçadão da Rua Rui Barbosa, a partir das 14 horas, com animação do sanfoneiro Pescoço de Mola e da banda Madame Buchada, que têm à frente os músicos Jaffet Ornelas e Léo Jorge.

Ao longo dos anos, o Forró dos Comerciários vem se consolidando como uma das grandes festas populares de Itabuna, atraindo não apenas os trabalhadores da categoria, mas todos aqueles que apreciam o autêntico forró pé-de-serra.

Cruzamento entre a Rua Adolfo Leite (Beco do Fuxico) e o calçadão é o "miolo" do forró (foto Pedro Augusto)

 

COELBA RELIGA ENERGIA DA CASA DOS ARTISTAS

O fornecimento de energia elétrica à Casa dos Artistas, em Ilhéus, foi religado nesta sexta-feira (14), como informa o diretor do espaço, Romualdo Lisboa. Segundo ele, a medida foi determinada pelo gestor regional da Coelba, Carlos Moraes, atendendo a “súplicas da sociedade ilheense”.

O Pimenta noticiou na quinta-feira (13) o corte da energia da Casa dos Artistas, que foi motivado por um débito atrasado de R$ 1,5 mil. O espaço cultural, que recebe subsídio da Secretaria Estadual da Educação, espera agora reativar um convênio com a Prefeitura.

Com a normalização do fornecimento de energia, a Casa retorna com os espetáculos noturnos de teatro, violão, cordel, oficinas e a sessão semanal do Cineclube Équio Reis.

FESTIVAL “NO FORNO”

As inscrições ao V Festival Multiarte Firmino Rocha, de Itabuna, começam no próximo dia 18, informa Eva Lima, à frente da organização do evento que reúne o que de melhor há nas expressões artísticas deste chão baiano. Ela anuncia que estão sendo feitas algumas modificações no regulamento pra “azeitar” ainda mais o festival multiarte.

As inscrições vão até o dia 18 de junho. O evento acontecerá de 22 a 27 de julho, ano do Centenário de Itabuna. O festival, além de música, dança e teatro, abrirá espaço para as artes plásticas.






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