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:: ‘cultura’

FEIRA LITERÁRIA DA UESC COMEÇA DIA 26

feira da uescComeça na próxima segunda (26), às 18h30min, a 3ª Feira do Livro da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) com a promessa de reunir grandes nomes da literatura e do cenário acadêmico sul-baiano. Bate-papo literário “Leituras em movimento”, com a escritora Ana Maria Gonçalves, o poeta Lourival Piligra e o sociólogo e livreiro Luiz Guilherme de Beaurepaire, abre a programação. Haverá lançamento coletivo de 20 publicações da Editora da Uesc (Editus).

Até o dia 30, a venda de livros da Editus e das principais editoras universitárias do país ocorre no foyer do auditório central da Uesc. No estacionamento da Biblioteca da Uesc, a Fundação Pedro Calmon, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, promove a Feira Móvel de Livros, com obras de autores baianos, a partir de R$5,00.

No mesmo espaço, a Fundação também promoverá ações de contação de histórias, brincadeiras e leituras na sua Biblioteca Móvel, a Bibex. É nesse local também que o público poderá conferir o livro Itinerante Tonico descobre que é de todo lugar, da autora Maria Luiza Santos, um projeto criado pela Rota Transportes.

A empresa também levará ao evento a sua unidade móvel de leitura digital, o Rota da Educação, e uma ação interativa para crianças em parceria com o projeto Lápis na Mão, da TV Santa Cruz. A empresa também é parceira da Editus no projeto “No caminho tem um livro”, que será lançado na manhã do dia 29, no Auditório da Torre Administrativa da UESC.

Também no dia 29, a professora Maria Luiza apresentará sua outra produção literária, o livro Fluxos Contemporâneos, reunindo os professores que contribuíram para a sua pesquisa sobre o capital humano e acadêmico-cultural para a reconfiguração da região do cacau.

EVENTOS PARALELOS

Entre os eventos paralelos à Feira, está o I Encontro de Culturas Populares e Identitárias do Litoral Sul da Bahia, que ocorrerá de 26 a 29. A programação será composta por palestras, oficinas, cursos, mesas de diálogos e apresentações culturais.

O Seminário da TV Uesc, nos dias 26 e 27, traz como tema “O audiovisual como leitura de mundo”. Entre as atrações, workshops e mesa-redonda com profissionais da Rede Globo, Canal Futura e TV UFOP, além da presença do professor Nelson Pretto (FACED/UFBA).

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ARTE E POLÍTICA EM TRANSE

Felipe-de-PaulaFelipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

Uma obra pensada para criticar uma realidade passada segue aberta. Sigamos em busca de conhecer cada vez mais de nossa história através daquilo que também nos constitui fundamentalmente enquanto nação: nossa arte.

 

 

O jogo político se desenha com dois rumos possíveis. Um, de vertente política mais conservadora, liberal, defendendo a necessidade do desenvolvimento da nação. Outro, de caráter mais populista, próximo da massa, com políticas sociais.

O jogo midiático exerce forte papel nos rumos da política e o financiamento empresarial surge como elemento fundamental. Campanha presidencial – ou qualquer outra – brasileira de 2014? Não. Disputa pelo poder em Eldorado, país latino fictício criado por Glauber Rocha para o filme Terra em Transe.

Narrado pela visão de Paulo Martins (Jardel Filho), jornalista e poeta, que, desiludido com as posturas do senador, migrou entre a assessoria do conservador Porfírio Diaz (Paulo Autran) para o populista Felipe Vieira (José Lewgoy), por acreditar que o novo líder que emergia poderia ser o responsável por tirar o país da miséria. Este, assim que eleito, foi motivo da dúvida de Paulo: “Será que o governador dará conta de executar as promessas do candidato?”. Como se os dois fossem pessoas diferentes.

Terra em Transe pode ser lido como uma profunda crítica aos acontecimentos políticos do Brasil dos anos 60, contudo, ao exibi-lo aos estudantes do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da UFSB na última semana, percebemos o quanto a obra de Glauber continua atual, 48 anos depois de seu lançamento.

Antes da sessão, fizemos um produtivo debate sobre análise fílmica. Destacamos a necessidade de entender o cinema não como um retrato fiel da realidade, mas uma leitura de alguns aspectos dessa. O olhar do diretor. Olhar que aparece descrito pelas palavras do roteiro, dos figurinos, dos movimentos de câmera, pelas luzes utilizadas, pelas subjetividades. Além disso, destacamos também a obra filme enquanto peça historiográfica. Aberta, porém conectada a uma realidade específica, a um tempo específico. E tais critérios devem ser levados em conta na sua leitura.

Contudo, no processo de análise fílmica, o que surge como elemento fortemente significante, é a capacidade que um filme tem de circular entre aspectos objetivos e subjetivos. Como técnica fotográfica, tem a capacidade de trazer quase que uma fiel representação da realidade. Contudo, como obra artística, tem suas narrativas repletas de subjetividades – na produção e nas “leituras” possíveis a serem feitas após sua finalização.

Terminada a exibição, durante o componente curricular Cinema e Alteridade nas Américas, questionei a turma: E então? O que acharam? Foi então que uma estudante, que migrou para o Bacharelado de Artes após um ano de curso na Área Básica de Ingresso no Colégio Universitário de Ibicaraí destacou suas impressões: “Professor, na política, independente do lado político que se adota, parece não ter lugar para idealismo. No final das contas, parece que nenhum lado vale nada”.

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FESTIVAL DE LENÇÓIS COMEÇA HOJE

Festival de Lençóis espera reunir cerca de 30 mil pessoas (Foto Divulgação).

Festival de Lençóis espera reunir cerca de 30 mil pessoas (Foto Divulgação).

Começa nesta sexta-feira (9), na Chapada Diamantina, a 17ª edição do Festival de Lençóis. A organização da festa tem a expectativa de levar aproximadamente 30 mil pessoas para a região, até o show da Baiana System, última banda a subir ao palco, no domingo (11). O festival tem patrocínio do Governo Baiano, por meio do FazCultura.

Mais uma vez, o evento apresenta na Praça Horácio de Mattos uma grade musical que deve agradar diferentes gostos. Entre as atrações nacionais, estão Pedro Mariano, Leo Jaime e Diogo Nogueira. Entre as bandas que embarcam de Salvador, a Baiana System e Scambo.

A cantora Márcia Castro é outra baiana que deve fazer balançar a praça com seu show bom de assistir e dançar. As atrações locais também estão na mira do público, que sempre se surpreende com o belo trabalho que levam para o festival. Este ano, a cidade anfitriã está representada musicalmente pelos grupos Choro Labuta, Helio Bahia e banda, Griô e Raiz do Vento.

Nesta edição, o Festival de Lençóis apresenta uma mensagem pelo meio ambiente, diante das queimadas que estão acontecendo em algumas regiões da Chapada Diamantina. Os artistas se engajarão na causa e convocarão o público a abraçar a bandeira contra os incêndios, tendo cuidado com pontas de cigarro, uso de velas e outros materiais inflamáveis perto das matas. O evento apoia a campanha Bahia contra o Fogo.

Programação (palco principal)
A partir das 19h30min

Sexta-feira (9)
Choro Labuta
Márcia Castro
Leo Jaime
Hélio Bahia e banda

Sábado (10)
Griô
Pedro Mariano
Scambo
Banda Zion

Domingo (11)
Raiz do Vento
Diogo Nogueira
Baiana System

CIRCO E TEATRO NA TENDA DO TPI

Companhia Circo da Lua se apresenta na Tenda do TPI (Foto Divulgação).

Companhia Circo da Lua se apresenta na Tenda do TPI (Foto Divulgação).

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes, terá a apresentação do espetáculo Há vagas no circo!“, da Companhia Circo da Lua, composta por artistas argentinos e brasileiros que interpretam palhaços numa divertida história. Será nesta sexta (9), às 19h.

A classificação indicativa para Há vagas no circo! é livre, recomendada especialmente às crianças. O ingresso individual custa R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia), à venda bilheteria da Tenda.

Já no sábado (10), também às 19h, o grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) apresenta na Tenda o 3 Encena, espetáculo de comemoração aos vinte anos do grupo.

Em trio, atores relembram cenas de montagens feitas pelo TPI ao longo desses anos. A classificação indicativa é de 14 anos. O ingresso individual custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia), podendo ser adquirido na bilheteria da Tenda.

JORGE PORTUGAL NO “IMPROVISO, OXENTE!”

Secretário Jorge Portugal participa do Improviso no dia 3 (Foto Mateus Pereira).

Secretário Jorge Portugal participa do Improviso no dia 3 (Foto Mateus Pereira).

A primeira edição do Improviso, Oxente!, do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), será com o secretário estadual de Cultura, Jorge Portugal. O evento está previsto para 3 de setembro, na Tenda do TPI, na Avenida Soares Lopes, em Ilhéus. O tema central do Improviso com Jorge Portugal será cultura e educação.

O evento é um mix de debates com intervenções artísticas. Ainda no dia 3, o debate terá as presenças dos professores Álamo Pimentel (Universidade Federal do Sul da Bahia-UFSB) e Jules Soares (Universidade Estadual de Santa Cruz-Uesc). O pedagogo e escritor Pawlo Cidade será o mediador do debate.

O Improviso, Oxente! também debaterá, em setembro, legislação e políticas públicas (dia 10), formação de professores (17) e o lugar da arte na escola e o lugar da escola na arte (dia 24).

ORQUESTRA NEOJIBA FARÁ TURNÊ PELO NORDESTE

Orquestra Neojiba terá patrocínio da Cielo em turnê pelo nordeste.

Orquestra Neojiba terá patrocínio da Cielo em turnê pelo nordeste.

Uma das mais bem-sucedidas experiências na área cultural e de inclusão social na Bahia, a Neojiba ganhou patrocínio de R$ 900 mil da Cielo para apresentações da orquestra juvenil Castro Alves (OCA) por sete capitais nordestinas. A turnê inclui apresentações em Aracaju, Maceió, João Pessoa, Recife, Natal e Fortaleza.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (21), durante ensaio no TCA, quando foi assinado o contrato entre o programa e a empresa. Com a presença do secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Geraldo Reis, do maestro Ricardo Castro e do vice-presidente da Cielo, Manoel Pinto de Souza, entre outros executivos da empresa e do Banco do Brasil, os jovens apresentaram algumas peças que serão levadas à turnê.

“O primeiro desafio da turnê começa hoje”, exclamou Cássio Bittencourt, 22 anos, maestro da OCA, diante da plateia repleta de autoridades públicas. Ele se referia à execução da obra Abertura Festiva, de Shostakovich, que será apresentada durante a Turnê Nordeste e considerada um dos principais desafios para o grupo.

Ao apresentar a OCA aos convidados presentes no ensaio, o maestro Ricardo Castro, idealizador do programa, lembrou que os músicos da OCA são a primeira formação dentro do programa Neojiba. “A OCA é nosso orgulho. Vocês são realmente o retrato fiel do Neojiba, o resultado do nosso trabalho”, disse.

O Neojiba é um projeto de excelência do Governo do Estado, criado em 2007 por iniciativa do maestro Ricardo Castro, na gestão do ex-governador Wagner, e que ganha força na atual gestão do governador Rui Costa, com a ampliação do projeto Neojiba nos Bairros, que leva música e cidadania para meninos e meninas em condição de vulnerabilidade social nas áreas de Bases Comunitárias de Segurança no Estado.

AOS 20 ANOS, TEATRO POPULAR RELEMBRA MONTAGENS NO “3 ENCENA”

20anos_tpi​As comemorações pelos 20 anos do grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) prosseguem nesta semana com a apresentação, na próxima quinta-feira (20), às 19h, do “3 Encena”, na  tenda localizada na Avenida Soares Lopes. A proposta é que grupos de três atores relembrem, no palco da Tenda, cenas de montagens feitas pelo TPI ao longo desses anos.

Serão relembrados trechos das peças “O Fiscal e a Fateira” (2002), “Sgnarello, o Corno Imaginário (2002)”, “O Quadro” (2003), “Os Fuzis da Senhora Carrar” (2005), “Vida de Galileu” (2011), “O Inspector Geral” (2011) e “1789 – Ópera Afro-Rock” (2013).

A classificação indicativa é livre e o ingresso individual pode ser adquirido na bilheteria da Tenda ao valor de R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Fundado em 1995, por Équio Reis, o grupo nasceu com o anseio de dialogar com as comunidades de Ilhéus, excluídas do processo de produção e consumo de bens culturais. Suas montagens já circularam pelo Brasil, caindo no gosto da crítica especializada.

Inaugurada há dois anos, a Tenda do TPI é administrada pelo Teatro Popular de Ilhéus. A programação (http://goo.gl/raAgxB) é mantida através do Programa de Apoio a Instituições Culturais de Ações Continuadas do Fundo de Cultura da Bahia.

“TEODORICO MAJESTADE” EM ILHÉUS E ITABUNA

Teodorico Majestade nos palcos de Ilhéus e Itabuna (Foto Karoline Vital).

Teodorico Majestade nos palcos de Ilhéus e Itabuna (Foto Karoline Vital).

Um dos grandes sucessos do Teatro Popular de Ilhéus está de volta. A peça teatral Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito será apresentada na próxima sexta-feira (17), às 20h, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes.

Já no sábado (18) e domingo (19), no mesmo horário, é a vez do itabunense assistir à peça, no Teatro Zélia Lessa, ao lado da Escola Profissionalizante Zélia Lessa, no centro da cidade.

Em Teodorico Majestade, uma sátira política em cordel, o público pode conferir o drama do prefeito da fictícia cidade de Ilha Bela, acuado em seu gabinete, cercado pela população revoltada com suas trapaças.

Boca-suja e beberrão, o alcaide se vê abandonado pelos seus comparsas e, em um ato de desespero para se manter no poder, tenta negociar com o povo.

Com dramaturgia e direção de Romualdo Lisboa, Teodorico Majestade tem classificação indicativa de 14 anos. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria da Tenda (R$ 20,00 e R$ 10,00) e do Teatro Zélia Lessa (R$ 14,00 e R$ 7,00).

O Teatro Popular de Ilhéus é uma das 15 instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), por meio do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

RENOVAÇÃO DE CONVÊNIO GARANTE R$ 56 MILHÕES AO FUNDO DE CULTURA BAIANO

Assinatura de convênio assegura mais R$ 56 milhões para a cultura (Foto GovBA).

Assinatura de convênio assegura mais R$ 56 milhões para a cultura (Foto GovBA).

O governo baiano e a iniciativa privada renovaram, ontem (14), convênio que assegurará R$ 56 milhões para o Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA), em cerimônia no Palácio Rio Branco, em Salvador. Além da presença do governador Rui Costa e de secretários estaduais, o ato contou com executivos da Coelba e Oi (Telemar), que formalizaram a parceria.

Rui Costa diz que o Fundo de Cultura financiava ações de Estado e isso mudou a partir de 2007, quando as verbas passaram a financiar projetos da sociedade civil. Ele também disse que, para melhorar os índices de segurança pública, “mais do que investir em construção de presídios, é fundamental investir em projetos culturais e educacionais”.

O governador ressaltou que são dez anos de evolução a cada ano, seja no valor, seja na forma de aplicar os recursos. Segundo Rui, o Estado, progressivamente, “foi abrindo mão de ser a maioria no Conselho [de Cultura] e abrindo mão de utilizar esse recurso para financiar as atividades culturais do Estado, para que financie as iniciativas do mundo cultural, das associações de artistas, [entre outras]”.

FOMENTO À CULTURA

Por meio do Fundo de Cultura, o governo estadual abre mão de parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que seria paga pela Coelba e Oi, para o repasse direto ao FCBA. Desta forma, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA) destinará R$ 56 milhões a ações do FCBA, que comemora uma década de criação em 2015.

Durante o evento, o presidente da Coelba, José Roberto Bezerra de Medeiros, anunciou que vai apoiar o Governo da Bahia na segunda etapa da reforma do Teatro Castro Alves (TCA). De acordo com o governador, outras empresas da iniciativa privada serão convidadas para serem parceiras do Estado.

Diversos projetos culturais desenvolvidos na Bahia só puderam ser viabilizados com o apoio financeiro do Fundo de Cultura, patrocínio cultural do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (Secult) e a Sefaz-BA. Em dez anos, o fundo evoluiu de 30 projetos, apoiados em 2005, para a média de 280 projetos selecionados anualmente no período de 2007 a 2014, de acordo com o governo.

Entre os grupos musicais apoiados pelo FCBA está o Ganhadeiras de Itapuã, vencedor do 26º Prêmio da Música Popular Brasileira, na categoria Melhor Álbum Regional, lançado em 2014.

A companhia de circo Nariz de Cogumelo, uma das referências em palhaçaria na arte de rua na capital baiana, e a Orquestra Santo Antônio, do município de Conceição do Coité, também foram apoiadas pelo FCBA. Os três se apresentaram no Palácio Rio Branco, durante o evento que marcou a renovação do Fundo de Cultura.

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PRESIDENTE DO BAHIA QUER APOIO DAS GRANDES EMPRESAS AO ESPORTE E À CULTURA

Sant´ana e Hereda em audiência hoje à tarde (Foto Divulgação).

Sant´ana e Hereda em audiência hoje à tarde (Foto Divulgação).

O presidente do Bahia, Marcelo Sant´ana, defendeu que grandes empresas apoiem a cultura e o esporte estadual. Para isso, defendeu que o governo baiano faça gestões nestas empresas. Sant´ana foi recebido pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda.

– O que temos visto nos últimos anos é a Bahia atrair grandes companhias, como a Basf, o Boticário, a Kimberly-Clark, a Ford, o Magazine Luiza, a Bridgestone, a Continental, Alstom, a Casas Bahia, a ISM e a Frysk, mas não vemos essas empresas no dia a dia dos baianos, nos eventos culturais e esportivos – disse Sant´ana.

O presidente do Bahia disse defender que o governo baiano, “em troca de parte da renúncia fiscal, faça com que as empresas destinem um percentual mínimo do investimento para atividades esportivas e culturais”.

Tricolor roxo, o secretário Hereda disse que o pleito do presidente do Bahia é justo – e possível de ser atendido. “Vamos discutir com o governador Rui Costa e com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, para tentar incluir esta pauta nos futuros protocolos que serão assinados entre o Governo da Bahia e as empresas privadas. E não será nenhum favor: o marketing esportivo e o cultural rendem excelentes dividendos e mais negócios”, destacou Hereda.

O secretário lembrou que foi durante a sua gestão como presidente da Caixa Econômica que o banco passou a patrocinar clubes do futebol brasileiro. “Com o patrocínio aos clubes, a Caixa gastou três vezes menos que um grande concorrente privado desembolsou para bancar uma só competição. Aqui, na Bahia, o Esporte Clube Vitória é beneficiado com esse patrocínio. Por falta de certidões legais, infelizmente, o Bahia ficou de fora. Vamos trabalhar e ajudar o presidente Sant’ana a ‘correr atrás’ desse prejuízo”, disse o secretário.

PORTUGAL PROMETE CENTRO DE CULTURA REFORMADO ATÉ JULHO

Centro de Cultura entrou em reforma em 2013, mas obras não foram concluídas.

Centro de Cultura entrou em reforma em 2013, mas obras não foram concluídas.

jorge portugal2O secretário estadual de Cultura, Jorge Portugal, concedeu entrevista ao site Rede Sul Bahia, da jornalista Vera Rabelo. De acordo com o secretário, o Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF), em Itabuna, será entregue em duas etapas, a primeira delas em julho. A reforma completa será entregue, de acordo com ele, no final deste ano.

– Iremos entregar o Centro de Cultura, em condições de funcionamento para a comunidade, em julho. Enquanto isso, estamos acelerando o processo de atualização desse equipamento, para chegar ao ponto de ótimo, até o final do ano – disse ele em entrevista ao site.

O centro de cultura leva o nome do escritor itajuipense Adonias Filho, que, se vivo estivesse, completaria cem anos em novembro. As comemorações do centenário de nascimento de Adonias começaram na semana passada.

CRUMATÁ FAZ SHOW NO TOALHA DA SAUDADE

Grupo Crumatá faz show em Salvador neste domingo.

Grupo Crumatá faz show em Salvador neste domingo.

Um show com repertório variado e de qualidade é a promessa do Grupo Crumatá para este domingo (15), a partir das 18 horas, no Bar Tolha da Saudade (Batatinha), no Largo dos Aflitos, em Salvador.

O grupo tem conquistado o público que adora o som genuíno brasileiro, numa mescla de samba, bossa nova, chorinho e samba de roda. O Crumatá é formado por Maira Guedes (vocal), Zé Livera (harmonia, cavaquinho, viola, violão e vocal), Rodrigo Soares (violão de sete cordas) e Dadi Andrade (bateria e percussão),

O espetáculo no Toalha da Saudade reunirá convidados grapiúnas e soteropolitanos. As participações especiais anunciadas são as de Aline Lobo e Vercia Gonçalves (vocais) e João Paim (percussão).

SHOW DE ROCK E MPB ABRE PROGRAMAÇÃO DE MARÇO DO TPI

Crime Organizado abre programação do TPI em março.

Crime Organizado abre programação do TPI em março (Foto Karoline Vital).

Karoline Vital

Com letras autorais questionando as contradições da vida, a banda Crime Organizado e Ayam Ubraus Barco se unem em um show único de rock and roll e Música Brasileira Progressiva (MBP). A apresentação acontece às 19 horas do próximo domingo (15), na Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI). As entradas custam R$ 20 inteira e R$ 10 meia para estudantes, idosos, titulares do Cartão TPI ou na compra antecipada. O show, com classificação 14 anos, será a primeira atração do mês realizada no espaço cultural, que segue com apresentações teatrais, música, cinema e debates.

Depois de circular por bairros ilheenses, o Cineclube Équio Reis segue vinculado ao projeto Cine Incidental levando curtas-metragens de Chaplin, com trilha sonora executada ao vivo pelos músicos Elielton Cabeça e Pablo Lisboa. No dia 16, fará apresentação na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), às 19 horas. No mesmo horário, nos dias 17 e 24, a atração acontece em frente à Tenda TPI, com entrada franca e classificação livre.

As bandas independentes da região trazem  rap, hip hop e reggae, na terceira edição do Consciência Alternativa. Já estão confirmadas a poesia de Favela, Ogiva MC, Coletivo Rap de Rua, Grupo Kgonbola. O encontro será no dia 21, às 19 horas, com ingressos a R$ 10 e R$ 5. A classificação indicativa é 12 anos.

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ESTUDIOSOS E MÚSICOS ANALISAM OS 30 ANOS DA AXÉ MUSIC

Luiz Caldas é precursor do axé (Foto Divulgação).

Luiz Caldas é precursor do axé (Foto Divulgação).

Danyele Soares | Agência Brasil

A axé music chegou aos 30 anos. O gênero, que marca o carnaval baiano e leva milhões de foliões à loucura, teve início com a música Fricote, de Luiz Caldas e Paulinho Camafeu, em 1985. De lá para cá, o ritmo ganhou novos contornos a partir da mistura com outros gêneros como o sertanejo, o samba e o pagode. O movimento de aproximação com diferentes fontes musicais também gerou críticas sobre uma possível crise do axé.

Para o coordenador do curso de graduação em música popular da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ivan Bastos, entretanto, isso é um movimento natural. “Alguns falam em crise criativa, mas eu não acho que é isso,. Essa mistura se dá por conta do capitalismo. Produtores, empresários e artistas veem que isso dá dinheiro e resolvem fazer. A nova tendência dá visibilidade ao cantor e acontece com outros estilos também.”

Segundo o professor, a nova composição das bandas após a saída de vocalistas que estouraram nas décadas de 80 e 90 e até nos anos 2000, como Netinho, Ivete Sangalo, Cláudia Leitte e Bell Marques, também é consequência desse ciclo natural e de interesses comerciais. “As gerações vão se sucedendo e a moda também. O antigo modelo é superado e assim surge espaço para outros nomes”, destaca.

O professor e vice-reitor da UFBA, Paulo Miguez, especialista em carnaval, avalia que a mistura de gêneros é positiva. De acordo com ele, o axé é composto por diversas formas, como a música dos blocos afro, do trio elétrico e do afoxé, o que representa um sinal de vitalidade do gênero. Ele destaca que é preciso diferenciar o axé no sentido estético musical do negócio que o movimento gera.

“O axé, no sentido estético, é muito interessante, formado por uma mistura, e gera importante transformação na cena cultural baiana. Isso é uma coisa fantástica. Já o aspecto comercial é concentrado, as oportunidades são poucas e o ativo fundamental desse negócio é o ‘sistema de estrelas’, a partir do qual é definido o valor a ser cobrado nos ingressos.”

De acordo com o cantor e compositor Luiz Caldas, considerado precursor do gênero, o axé vive um momento maravilhoso e as mudanças fazem parte do novo cenário musical. Ele destaca que o ritmo levou Salvador para o mundo e inovou o carnaval baiano. O cantor diz também que o axé foi responsável por “abrir novamente as portas” da imprensa para a Bahia depois do sucesso de Caetano Veloso, Gilberto Gil, dos Novos Baianos, de A Cor do Som, entre outros.

“Muita gente diz que o axé music está em crise, mas isso é uma crise particular, é a crise de alguns. Eu mesmo vivo meu melhor momento musical e sou o criador do axé music. Hoje, olhando para trás e vivendo o presente, digo que é um momento de criação e celebração. Vamos para a frente que vem muita gente por aí.”

ESCRITORES LANÇAM LIVROS DE POESIA E SUSTENTABILIDADE NA QUINTA

Andréia, Luedy e Lavigne lançam livros na quinta, em Itabuna.

Andréia, Luedy e Lavigne lançam livros na quinta, em Itabuna.

Os escritores Marcos Luedy, Geraldo Lavigne de Lemos e Andréia Quinto dos Santos lançam livros em Itabuna, na próxima quinta-feira (22), às 18 horas, na Livraria Nobel, na Rua Paulino Vieira, centro de Itabuna. As obras foram publicadas pela Editora Mondrongo. Os livros nascem do empenho de cada autor e do esforço da editora, que tem como princípio valorizar e publicar os bons valores da literatura baiana contemporânea. As obras de Marcos e Geraldo são de poesia. Já a de Andréia, que é bióloga e professora, traz uma série de artigos relacionados à preservação do meio ambiente.

O silêncio & As palavras, de Marcos Luedy, trata, segundo o autor, de um trabalho gestado há três gerações, sintetizado em impressões e expressões substancialmente inquietas do viver e sentir humano. A obra possui apreciações críticas da professora e crítica literária Maria de Lourdes Netto Simões, e de Gustavo Felicíssimo, escritor e editor da Mondrongo.

Já a obra de Geraldo Lavigne de Lemos, possui um inusitado projeto gráfico que reúne dois livros em um mesmo volume. De um lado, tem-se o livro Amenidades, do outro Alguma sinceridade, ambos com capa elaborada pelo artista plástico Rafael Pita. No centro da obra, onde um e outro livro se encontram, há um texto crítico do poeta e teórico capixaba Jorge Elias Neto. Os livros contam ainda com prefácios de André Rosa e Baísa Nora.

O livro Sustentabilidade: uma questão de consciência, da bióloga e professora Andréia Quinto dos Santos, é o primeiro publicado pela Mondrongo com artigos relacionados ao meio ambiente e preservação ambiental. Nele, a autora toca em assuntos relevantes, como gestão ambiental, política ambiental no Brasil, negócios sustentáveis, entre outros de enorme relevância para a preservação do ecossistema do planeta. Os livros estarão a venda por valores promocionais que variam entre R$ 25,00 e 30,00, cada.

Obras serão lançadas na Livraria Nobel.

Obras serão lançadas na Livraria Nobel.

HISTÓRIA DE APOLÔNIO BRITO VIROU LIVRO

Apolônio, centenário, é tema de livro editado pela Uesc.

Apolônio, centenário, é tema de livro editado pela Uesc.

Jonildo Glória

O pastor e professor Apolônio Brito completa 100 anos de idade amanhã, 7 de janeiro. Com bastante saúde e lucidez, ainda planta árvores e faz planos para o futuro. Apolônio nasceu num remanescente de quilombo. Foi escravo por um ano em troca do enxoval de casamento da sua irmã. “Acho realmente que Deus me tem dado uma vida longa… Entendo isso como uma oportunidade para eu continuar meu trabalho e fazer mais coisas. Enquanto me preparo para a velhice, continuo a trabalhar e todos os dias agradeço a Deus pelo fato de ter em mim os bens mais valiosos da vida: saúde, paz e alegria”, comemora.

Apolônio foi garimpeiro. Enfrentou onça. Caminhou cerca de 5.000 km pelo Maranhão, Pará, Goiás e oeste da Bahia (de aventura em aventura), até que chegou ao Instituto Industrial de Corrente (Piauí), sua primeira escola. De analfabeto, torna-se o melhor aluno do Instituto. Estuda no Rio de Janeiro, torna-se pastor protestante e grande educador, fundador de várias igrejas e escolas. Chegou a Itabuna em 1958 e aqui recebeu o título de cidadão itabunense. É um homem impressionantemente otimista, espirituoso, exemplo de fé e determinação.

A idade de Apolônio, em si, já é um caso à parte, que atesta coisas típicas do Brasil: Nasci no dia 07 de janeiro de 1919 num lugar chamado Pé da Ladeira, próximo a Loreto, que também era perto de São Raimundo das Mangabeiras, no Maranhão. Essa data foi estimada pelo tabelião da cidade de Corrente (Piauí), quando lá cheguei, em 1944, e precisei de uma certidão de nascimento. Eu realmente não tinha documento nenhum e nem sabia a minha idade. Do lugar de onde venho, as pessoas não se preocupavam muito com isso. Ninguém tinha documento”.

O centenário Apolônio recorda o espanto do diretor da escola: “Quando o senhor nasceu não registraram o seu nome? … é um papel com seu nome, feito no cartório. … Como é que pode? Tem que ter certidão…. O senhor se lembra de algum acontecimento importante quando era pequeno? … Quando foi essa seca no Maranhão? E na enchente, o senhor tinha quantos anos? … O senhor já ouviu falar da Revolução de 1930? Getúlio Vargas? … olhe, vamos considerar que o senhor nasceu em 1919, e pronto. E o dia… foi 07 de janeiro”. “Depois, na verdade, comparando minha idade com a dos meus irmãos, descobri que o ano estava errado. Eu nasci mesmo foi em 1915”, lembra.

“O impressionante é que, aos 100 anos, ele ainda planta árvores, faz planos para o futuro e diz que se prepara para a velhice. Isso é um exemplo interessante de juventude, jovialidade, coisa que falta em muita gente com menos idade. É aí que a gente vê que para ser velho não precisa ser idoso e para ter juventude não é preciso ser jovem. Apolônio é um exemplo para as novas gerações”, frisa o professor  Samuel Mattos, autor do livro Apolônio, o multiplicador, publicado pela Editus, Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Para o Professor Lourival Pereira Piligra Júnior (UESC), “Apolônio é um sobrevivente, uma existência que vinga no terreno inóspito e agreste do Nordeste como uma flor que desabrocha em meio a uma grande moita de espinhos… a gênese de uma vida transfigurada em mito”.

TEATRO À VISTA!

Teatro foi reformado e abriga programação da Felita (Foto Ricardo Mascarenhas).

Teatro foi reformado e abriga programação da Felita (Foto Ricardo Mascarenhas).

roberto jose
Itabuna não possui teatro e ficou ainda pior com a reforma interminável (e paralisada há mais de um ano!) do Centro de Cultura Adonias Filho, no Jardim do Ó. A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) tentou assumir o espaço cultural, mas recebeu negativa do governo baiano.

Agora, parece surgir uma luz.

O presidente da fundação, Roberto José da Silva, negocia com a Ação Fraternal de Itabuna (AFI) para que o Teatro Amélia Amado seja reaberto para eventos culturais. A proposta inicial tem à frente a própria Ficc. As conversas estão avançadas com a direção do colégio.

Até o próximo domingo, o teatro recebe programação da Feira Literária de Itabuna (Felita). O evento é realizado na AFI e foi aberto ontem à noite com bate-papo com grandes nomes da literatura regional. Hoje, os escritores Jorge Araujo, Paloma Amado e Aleilton Fonseca falam da feira e de literatura às 9h30min, numa coletiva à imprensa.

TPI RECEBE TEMPORADA DO “VERÃO CÊNICO”

Espetáculo "Nas alturas" é atração do Verão Cênico em Ilhéus.

Espetáculo “Nas alturas” é atração do Verão Cênico em Ilhéus.

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI) foi um dos espaços escolhidos para sediar parte da programação da terceira edição da Temporada Verão Cênico. Na próxima quarta-feira (26), estreia A conferência, do Oco Teatro Laboratório, de Salvador.

Nos dias 27 e 29, antes de A conferência, o público poderá assistir ao número circense Nas alturas, do Circo Redondo e Daniela Frantz, de Ibicoara. No dia 2 de dezembro, A Outra Companhia de Teatro, de Salvador, apresenta O que de você ficou em mim. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 e as apresentações começam às 19 horas.

A Conferência discute relações sociais, incluindo relações de poder, migração e política, com uma pitada de bom humor. Em cena, o caos urbano, o bombardeio de informações, a poluição visual e sonora, o consumo exacerbado e a perda de valores. O espetáculo exprime o conceito e a estética da obra “As Cidades Invisíveis”, do escritor italiano Italo Calvino. A montagem é dirigida por Luis Alonso, que também assina a dramaturgia com Paulo Atto. A classificação indicativa é 16 anos.

Integrando a categoria “Mostra Cenas Curtas” da Temporada Verão Cênico, Nas Alturas mescla técnicas de dança contemporânea e de acrobacia aérea em tecido. Através de movimentos ritmados no solo e no ar, a performance foge dos padrões clássicos do circo, reinventando o uso do tecido de forma fluida. A criação e performance é de Daniela Franz.

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CULTURA NEGRA É TEMA DO CINECLUBE EM NOVEMBRO

O Cineclube Équio Reis retorna à Tenda do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) e dedicará as terças-feiras a curtas-metragens relacionados à consciência negra em novembro. Amanhã (4), a partir das 18 horas, será exibido o documentário Pro Filho que Precisar, que conta a história do Terreiro Matamba Tombenci Neto, narrada por Mãe Hilsa Mukalê. O curta-metragem foi montado por Jaco Galdino, Marinho Rodrigues, Márcio Goldman e Maíra Bühler.

A seleção dos vídeos que serão exibidos ao longo do mês de novembro no Cineclube Équio Reis contou com a colaboração do Grupo de Preservação da Cultura Negra Dilazenze. Foram escolhidos curtas-metragens nacionais e internacionais que trazem diferentes perspectivas sobre a cultura negra e suas colaborações para a sociedade. As exibições serão gratuitas e abertas ao público em geral.

O Cineclube Équio Reis ganhou caráter itinerante, exibindo filmes em praças, escolas, igrejas e entidades de vários bairros de Ilhéus. No último mês, o projeto prestou homenagem às crianças e, além dos curtas-metragens, levou um show de palhaços à Associação Centro Educacional de Ação Integrada (ACEAI) Nossa Senhora da Vitória.

PISIT MOTA APRESENTA “POR UMAS E POR OUTRAS” EM ITABUNA

Pisit se apresenta na sexta, sábado e domingo em Itabuna (Foto Divulgação).

Pisit se apresenta na sexta, sábado e domingo em Itabuna (Foto Divulgação).

Fenômeno da internet com a +1 Filmes, o humorista baiano Pisit Mota traz a Itabuna, neste final de semana, o stand up comedy Por umas e por outras, em apresentações na sexta, sábado e domingo, no Seven Lounge Music.

A comédia Por umas e por outras já foi vista por mais de 25 mil pessoas desde quando entrou em cartaz, em janeiro deste ano. Passou por 56 cidades na Bahia e Sergipe.

São 80 minutos de riso garantido com intervenções de áudio e vídeos produzidos para a internet em parceria com a +1 Filmes. Pisit contabiliza mais de seis milhões de visualizações e compartilhamentos nos vídeos publicados no YouTube.

A comédia provoca o riso com histórias de personagens de Salvador, sempre tratados com humor e irreverência por Pisit. Homofobia, preconceito social, violência cultural e psicológica são alguns dos temas abordados em Por umas e por outras. Tudo sempre “de forma respeitosa”, como observa o humorista, que também é educador.

SERVIÇO
Onde 7 Seven Lounge Music
Quando Sexta (24) e sábado (25), às 20h30min, e domingo (26) às 20h.
Ingresso R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação 16 anos








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