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16 de fevereiro de 2020 | 10:03 pm

DATAFOLHA: METADE DOS BRASILEIROS DEIXA DE FALAR DE POLÍTICA EM GRUPOS DE WHATSAPP

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WhatsApp é evitado por 51% dos brasileiros para comentar política

Mais da metade dos brasileiros desistiu de comentar om compartilhar conteúdos de política no aplicativo de mensagens WhatsApp, neste ano, para evitar brigas na família ou com amigos, revela pesquisa Datafolha. Exatos 51% tomaram essa decisão, conforme o instituto. A pesquisa foi divulgada pela Folha hoje (24), mas a pesquisa foi feita nos dias 5 e 6 de dezembro.

O percentual sobe para 61% se a pessoa em questão for funcionário público. Estes deixaram de debater política no aplicativo. Outros 59% dos entrevistados com ensino superior também fizeram o mesmo. Já 60% das donas de casa disseram que não desistiram de comentar o assunto, apesar do acirramento de ânimo cada vez maior.

Entre os entrevistados, 27% saíram de algum grupo para não discutir. Outros 19% deixaram de seguir ou bloquearam o perfil de um amigo, familiar ou até de empresas por discordar de suas posições políticas. A pesquisa Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios e tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

DATAFOLHA TRAZ BOLSONARO COM 24%; CIRO, 13%; MARINA, 11%; ALCKMIN, 10%; HADDAD, 9%

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A nova pesquisa Datafolha mostra Jair Bolsonaro (PSL) oscilando dentro da margem de erro e crescimento de 5 pontos de Fernando Haddad (PT) e três de Ciro Gomes (PDT) em relação ao último levantamento, de 21 de agosto. Bolsonaro saiu de 22% para 24%, enquanto Ciro Gomes vai de 10% para 13%, enquanto Marina Silva (Rede) caiu de 16% para 11%.
Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou de 9% para 10%. Fernando Haddad (PT) foi quem mais cresceu percentualmente, saindo de 4% para 9%. Ele está, tecnicamente, empatado com Ciro, Marina e Alckmin.
Álvaro Dias tinha 4% na pesquisa anterior e oscilou para 3% nesta pesquisa, mesmo percentual de João Amoedo (Novo). Meirelles (MDB) também tem 3%. Meirelles e Amoêdo tinham 2%, cada um, no levantamento em 21 de agosto. Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU) e Daciolo (Patriota) têm 1% cada um. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.
Brancos e nulos chegam a 15% e indecisos são 7% do universo pesquisado. Foram ouvidos 2.804 eleitores em 197 municípios nesta segunda (10). A margem de erro é de 2 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 02376/2018, encomendada pela TV Globo e a Folha de São Paulo.
BOLSONARO LIDERA EM REJEIÇÃO
Líder em intenções de voto na corrida presidencial em cenário sem o ex-presidente Lula, que deverá ser substituído por Fernando Haddad (PT), Bolsonaro aparece em primeiro em rejeição: 43% dos eleitores dizem que não votariam nele. A rejeição é ainda maior entre as mulheres. Segundo o Datafolha, 49% delas não votariam no candidato do PSL.
Marina é rejeitada por 29% dos eleitores, conforme a pesquisa. A rejeição a Ciro caiu de 23% para 20%. A de Alckmin, de 26% para 24%. E a rejeição a Haddad saiu de 21% para 22%.

DATAFOLHA: "LULA SERIA IMBATÍVEL NO SEGUNDO TURNO"

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Lula seria imbatível no segundo turno, aponta Datafolha || Foto Agência Brasil

Nova pesquisa Datafolha revela um Lula imbatível em cenários de segundo turno na corrida presidencial de 2018, mesmo preso e sem poder fazer campanha há dois meses. O levantamento foi publicado, há pouco, pela Folha. No cenário de primeiro turno, o ex-presidente mantém 30% das intenções de voto.
A pesquisa foi feita nos últimos dias 6 e 7, segundo o instituto, quando foram ouvidos 2.824 eleitores em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, segundo o Datafolha. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Arte Folha

A mesma pesquisa revela que o apoio do ex-presidente Lula pode aumentar a chance de um candidato chegar ao segundo turno da disputa presidencial. Segundo o Datafolha, 30% votariam em um nome apoiado por Lula. Outros 17% poderiam votar. Na outra margem, 51% disseram não votar em nome apoiado pelo petista.
Em cenário de primeiro turno com Lula, o petista mantém 30%, enquanto Bolsonaro fica com 17%. Marina chega a 10%. Ciro Gomes (PDT) e Alckmin atingem 6% cada um. Álvaro Dias (Podemos) chega a 4%. Manuela D´Ávila (PCdoB) e Rodrigo Maia (DEM) oscilam entre 2% e 1%. Os demais nomes oscilam entre 1% e 0%.
Sem Lula na disputa, os demais nomes não conseguem fisgar o eleitor. Bolsonaro chega a 19%. Marina oscila entre 14% e 15%, no que depende da presença ou não de nomes do PT (Wagner ou Haddad, ambos com 1%). Ciro oscila entre 10% e 11%. Alckmin atinge 7%. Álvaro Dias mantém os 4% do cenário com Lula.

WAGNER: "EU NÃO SOU CANDIDATO A PRESIDENTE"

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Wagner, que aparece em pesquisa Datafolha, diz não disputar presidência || Foto Antonio Cruz/A.Brasil-Arquivo

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), Jaques Wagner, voltou a negar qualquer intenção de disputar a eleição para Presidência da República este ano. Nesta quarta-feira (31), ele apareceu com 2% das intenções de voto em uma pesquisa divulgada pelo Datafolha.
Wagner foi colocado na lista de candidatos em um cenário sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como representante do PT. “Eu não sou candidato a presidente. O Datafolha está simulando nomes. Tenho quase certeza que esses votos são basicamente votos de baianos e nordestinos, mas eu definitivamente não trabalho com essa hipótese. Meu candidato é Lula”, garantiu o secretário em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta.
Ele reforçou que Lula deve tentar viabilizar sua candidatura até não poder mais apresentar recursos à Justiça. “Eu fico grato por quem se lembra do meu nome, mas não é real. Sou candidato a senador e meu candidato a presidente é ele [Lula]”, disse o secretário estadual. Ele disse ainda que o PT “não necessariamente” vai lançar um candidato ao Palácio do Planalto caso Lula fique impedido e cogitou a hipótese de apoiar um nome de um partido aliado. No entanto, Wagner ressaltou que o cenário pode mudar daqui até a eleição. “É muito difícil pensar num cenário porque está muito longe”, explicou. Informações do Bahia Notícias.

EM PESQUISA, BAHIA SUPERA RIO DE JANEIRO COMO DESTINO PREFERIDO DOS PAULISTAS

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Trancoso é dos destinos mais citados pelos turistas paulistas || Divulgação Setur

Trancoso é dos destinos mais citados pelos turistas paulistas || Divulgação Setur

Pesquisa do Instituto Datafolha, publicada na edição especial da revista Viaja São Paulo, neste domingo (27), mostra que a Bahia ultrapassou o Rio de Janeiro e assumiu a liderança na preferência dos paulistas para viajar.

No mesmo levantamento realizado em 2016, a Bahia estava em segundo lugar, com 12%, atrás do Rio de Janeiro, com 14%. Neste último estudo, realizado entre os dias 16 e 26 de junho deste ano, a Bahia subiu 17%, enquanto o Rio apenas dois pontos percentuais, sendo superado pela Bahia entre os melhores estados do país para viajar.

Para o secretário do Turismo da Bahia, José Alves, a liderança neste ranking decorre de uma série de fatores. O interesse dos turistas, aponta, está relacionado aos atrativos oferecidos pelo Estado e à política estratégica implementada pelo governo baiano com os objetivos de promoção do desenvolvimento econômico e geração de empregos.

– A Bahia oferece riquezas naturais somadas à cultura, história e gastronomia, em 13 zonas turísticas. Para fortalecer o turismo, intensificamos a promoção da Bahia e estamos presentes em mais de 50 feiras, até o final do ano – afirmou o secretário José Alves, acrescentando, a isso, passos importantes como “incentivos à aviação, estimulando companhias aéreas a ampliar o número de voos que trazem visitantes”.

Lagoa Encantada é um dos atrativos turísticos de Ilhéus || Divulgação Setur

Lagoa Encantada é um dos atrativos turísticos de Ilhéus || Divulgação Setur

DATAFOLHA

A pesquisa, que entrevistou 1.646 moradores da capital paulista, destaca a Bahia como destino inesquecível, de inesgotáveis opções de programação e passeios pelo litoral, Chapada Diamantina e Centro Histórico da capital.

Considerado o melhor destino para viagens em família, o Nordeste brasileiro tem diversas praias paradisíacas, com destaque para a Praia do Espelho, localizada entre os povoados de Trancoso e Caraíva, no extremo-sul da Bahia.

Entre os prestadores de serviços, o aeroporto de Salvador é lembrado pelos paulistas entre os melhores do Nordeste, e as melhores redes de hotéis e resorts, de acordo com a preferência dos paulistas, estão também presentes da Bahia.

68% APOIAM O IMPEACHMENT, DIZ DATAFOLHA

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Presidente enfrenta grave crise política - Foto Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidente enfrenta grave crise política – Foto Roberto Stuckert Filho/PR.

Pesquisa realizada esta semana, nos dias 17 e 18, pelo instituto Datafolha, indica que aumentou o número de apoiadores do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo o levantamento, 68% dos entrevistados são a favor do afastamento da governante.

O índice aumentou oito pontos em relação à última pesquisa, feita em fevereiro. Houve elevação também do percentual dos que são a favor da renúncia da presidente: de 58% para 65%.

A pesquisa apurou ainda que apenas 16% dos eleitores acreditam que um eventual governo de Michel Temer seria ótimo ou bom. Temer assumiria o país em caso de renúncia ou afastamento de Dilma pela via do impeachment.

O Datafolha diz ter ouvido 2.794 eleitores em 171 municípios de todo o país.

 

OPOSIÇÃO NÃO SE BENEFICIA DE REJEIÇÃO A LULA

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Lula mantém rejeição estável, mas atinge 49% (Foto Divulgação).

Lula mantém rejeição estável, mas atinge 49% (Foto Divulgação).

Intenções de voto em Aécio caem de 27% para 24%

A rejeição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve-se alta em fevereiro, segundo o Datafolha. Era 48% em dezembro do ano passado e oscilou para 49% neste mês, apesar do bombardeio de notícias indicando possível favorecimento de empreiteiras ao petista. Mais que isso, a pesquisa revelou que os opositores do presidente não se beneficiaram disso.

As intenções de voto no senador Aécio Neves (PSDB-MG) caíram de 27% para 24% entre dezembro e fevereiro. Lula ficou com 20% e Marina Silva (Rede) obteve 19%, informa a Band.

Quando Geraldo Alckmin é o nome tucano, Marina passa à frente, com 23%, Lula mantém 20% e o governador de São Paulo surge em terceiro, com 12%. Em dezembro, as intenções de voto eram 24%, 22% e 14%.

Com o senador José Serra (SP) como o concorrente tucano, Marina também lidera, com 23%, ante 21% de Lula e 15% do candidato do PSDB. A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro, com 2.768 entrevistados em 171 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

DATAFOLHA: 50% DA POPULAÇÃO ACHA QUE “BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO”

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O Instituto Datafolha divulgou hoje (5) pesquisa em que metade da população de grandes cidades brasileiras concorda que “bandido bom é bandido morto”. O levantamento ouviu 1.307 pessoas em 84 municípios.

Na outra ponta, 45% discordam deste lema, 3% não concordam nem discordam e 2% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

O percentual de pessoas que concordam com o lema “bandido bom é bandido morto” é ainda maior entre nordestinos (52% a 44%) e brancos (53% contra 41%). Exatamente 50% dos negros reprovam essa máxima, enquanto e 44% concordam com a morte de bandidos.

Já entre as mulheres, 48% são favoráveis e 46% contra. O percentual é maior entre homens: 52% a 45%. Os jovens reprovam a morte de bandidos como algo “bom”: 53% a 42%. Entre pessoas com 60 anos ou mais, 65% são favoráveis e apenas 30% contra.

A pesquisa foi contratada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública avalia o resultado da pesquisa geral positivo, já que metade é contra essa afirmação. Para a instituição, a ideia de “bandido bom é bandido morto” fomenta a letalidade nas ações policiais. Redação com A Tarde.

DATAFOLHA: 8% APROVAM GOVERNO DILMA

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Dilma tem percentual de aprovação em queda (Foto Roberto Stuckert Filho).

Dilma tem percentual de aprovação em queda (Foto Roberto Stuckert Filho).

A popularidade da presidenta Dilma Rousseff voltou a cair, como mostra pesquisa Datafolha divulgada hoje (6). Segundo o levantamento, feito nos dias 4 e 5 de agosto, 71% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 8% avaliam a administração da petista como ótima ou boa. No último levantamento, divulgado em junho, 65% dos entrevistados consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo e 10% o avaliaram como ótimo ou bom.

De acordo com a pesquisa, que ouviu 3.358 pessoas em 201 municípios nas cinco regiões do país, o grupo daqueles que consideravam o governo regular passou de 24%, em junho, para 20% este mês. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais.

A pesquisa mostra ainda que a rejeição ao governo Dilma é homogênea em todas as regiões do país. Os piores índices foram registrados na Região Centro-Oeste, onde 77% dos entrevistados consideram-no ruim ou péssimo, seguido da Região Sudeste, onde 73% avaliaram a gestão petista como ruim ou péssima. Esse percentual no Nordeste chega a 66%.

O Datafolha também perguntou aos entrevistados qual é o melhor sistema de governo para o país. Para 53%, o presidencialismo é a melhor opção, 28% consideraram o parlamentarismo e 19% não souberam responder.

DATAFOLHA: REPROVAÇÃO AO GOVERNO DILMA ATINGE 65%

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Dilma: reprovação bate nos 65%.

Dilma: reprovação bate nos 65%.

Da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff encerrou os seis primeiros meses do segundo mandato com a maior rejeição desde que assumiu o governo, em 2011. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (20), 65% dos brasileiros avaliam o governo como ruim ou péssimo, três pontos percentuais a mais que o levantamento anterior, divulgado em março.

De acordo com o instituto, o índice de rejeição é o maior para um presidente da República desde setembro de 1992, a poucos dias do impeachment de Fernando Collor de Mello. Conforme a pesquisa, 10% dos entrevistados classificaram o governo como bom ou ótimo, queda de três pontos percentuais em relação a março; 24% consideram regular e 1% não soube responder.

A rejeição está em níveis similares em todos os níveis de renda. Na parcela da população que ganha até dois salários mínimos, a aprovação da presidenta está em 11%, contra 62% de rejeição. Entre os eleitores de alta renda, que recebem acima de dez salários mínimos, Dilma é aprovada por 12% e rejeitada por 66%. Segundo o Datafolha, resultados parecidos são observados conforme o sexo, a idade e a escolaridade.

Entre as regiões do país, a pesquisa apresentou alguma variação. A presidenta tem menor índice de aprovação no Sudeste, com 7%. A avaliação menos baixa está no Nordeste, onde 14% dos entrevistados consideraram o governo bom ou ótimo. O levantamento ouviu 2.840 pessoas em 184 municípios na última quarta-feira (17) e quinta-feira (18).

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