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:: ‘Davidson Magalhães’

SUCESSÃO DE ITABUNA

Marco Wense

 

O problema é juntar o, digamos, “hibridismo político” no mesmo palanque. Todos de mãos dadas: Geraldo Simões, Fernando Gomes, Augusto Castro, Davidson Magalhães, Claudevane Leite, os médicos Eric Ettinger Júnior e Renato Costa, Roberto Minas Aço e etc .

 

Os articuladores políticos do PT, quando a pauta é a sucessão do prefeito Fernando Gomes, são unânimes em afirmar que a união das legendas da base aliada do governo Rui Costa é imprescindível para derrotar os que eles acham que não farão campanha para o candidato do partido na eleição de 2022.

O comando estadual da legenda, ainda sem o aval do governador, já se posicionou, pelo menos informalmente, mas de maneira incisiva e intransigente, que o lançamento de candidatura própria para o cobiçado Palácio de Ondina é decisão irrevogável.

Os petistas, mais especificamente os mais vistosos, que exercem uma certa liderança sobre os demais, estão preocupados com o fato de que os três prefeituráveis que estão na frente nas pesquisas de intenções de voto não são politicamente confiáveis, não vão rezar pela cartilha dogmática do partido.

Mangabeira, do PDT, é quem mais causa arrepio no staff petista. Vale lembrar que o governador Rui Costa apoiou Fernando Gomes, então candidato do DEM, no pleito de 2016. O alcaide pretende disputar o sexto mandato tendo Rui novamente do seu lado.

O capitão Azevedo, do PTB, vem conversando com o prefeito ACM Neto sobre sua possível filiação ao DEM. O problema do ex-gestor é sua instabilidade política, o que termina colocando algumas pulgas atrás das orelhas do chefe do Palácio Thomé de Souza.

O outro é o ex-tucano e ex-deputado estadual Augusto Castro, hoje filiado ao PSD do senador Otto Alencar. Além de ser um histórico antipetista, que fazia oposição dura aos governos do PT, defende a candidatura de Otto na sucessão de Rui Costa. Como não bastasse, não quer nem ouvir falar do “Lula Livre”.

O problema é juntar o, digamos, “hibridismo político” no mesmo palanque. Todos de mãos dadas: Geraldo Simões, Fernando Gomes, Augusto Castro, Davidson Magalhães, Claudevane Leite, os médicos Eric Ettinger Júnior e Renato Costa, Roberto Minas Aço e etc .

Obviamente que o candidato de ACM Neto, também postulante a ser o morador mais ilustre do Palácio de Ondina, vai ser aquele com mais chances de derrotar a opção que surgirá dessa difícil missão de buscar um nome de consenso da base aliada do governador Rui Costa.

O ex-prefeito Geraldo Simões, hoje uma espécie de “patinho feio” na cúpula do PT, assim que soube da aliança de Rui Costa com Fernando Gomes, a definiu como “casamento de cobra com jacaré”.

Pelo andar da carruagem, parece que Geraldo se enganou. O governador e o prefeito estão tendo um bom relacionamento político. No staff fernandista, tem até quem aposte que o apoio de Rui ao sexto mandato de FG é favas contadas.

PS – Correligionários mais próximos de Fernando Gomes não descartam a possibilidade de ter Azevedo como vice. Esperam, ansiosamente, o resultado da conversa do capitão com ACM Neto.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

REFORMA DA VILA OLÍMPICA DE ITABUNA DEVERÁ CUSTAR R$ 1,8 MILHÃO

Vila Olímpica de Itabuna deverá ser reformada || Foto Contudo

Davidson, da Setre, com o presidente da FICC, Daniel Leão

Abandonada há quase três anos, a Vila Olímpica Everaldo Cardoso, no São Caetano, será reformada pelo Governo da Bahia, segundo anúncio feito pelo secretário estadual de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Davidson Magalhães, durante visita a Itabuna.

O recursos, de R$ 1,8 milhão, de acordo com o secretário, será aplicado na recuperação de quadras poliesportivas da área externa, piscina, ginásio de esportes e construção de duas quadras de areia.

A reforma será feita depois de estudos de equipes técnicas da Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), órgão da Setre-BA. O valor também deverá contemplar estudos para recuperação do Estádio Luiz Viana Filho, que sediará jogos do Itabuna e do Grapiúna na disputa da Divisão de Acesso (Segundona) em 2020.

Nesta semana, o secretário se reuniu com equipes e o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Daniel Leão, para discutir a reforma dos dois equipamentos esportivos. A reforma da Vila Olímpica deve começar neste ano, enquanto o Itabunão deverá ser recuperado em 2020.

QUEM DESEJA PAZ, CULTIVA JUSTIÇA

Davidson Magalhães

 

Na pedra fundamental da sede da OIT, erguida às margens do Lago Léman, na Suíça, está grafada uma frase em latim que bem orienta nossos passos por um trabalho centrado no bem-estar do ser humano, cujo benefício é a paz mundial: “Si vis pacem, cole justiciam” (Se deseja paz, cultive justiça).

 

Imagine o mundo do trabalho sem folga nos finais de semana, sem jornada diária de oito horas ou mínimas condições de saúde e segurança, com exploração de trabalho escravo ou infantil, sem a mínima proteção para trabalhadores vulneráveis ou grávidas.

Estas e outras conquistas sociais são resultado de 100 anos de ações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), criada em 28/06/1919, por ocasião da assinatura do Tratado de Versalhes, que encerrou oficialmente a I Grande Guerra.

A Bahia também comemora com extensa programação (dia 11, 15 h, Teatro Castro Alves) o centenário da instituição que norteia nossa jurisprudência, com status supralegal e validade jurídica submetida à Constituição da República; cujo texto conduz à centralidade do trabalho como direito social umbilicalmente ligado à salvaguarda da dignidade humana.

Na Bahia, o Trabalho Decente tornou-se uma estratégia de desenvolvimento. A redução das disparidades, o combate a condições laborais degradantes e a inserção de grupos vulneráveis em ocupações de qualidade motivaram o Governo da Bahia, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a mobilizar trabalhadores, empregadores e sociedade civil para a criação da Agenda Bahia do Trabalho Decente (ABTD), em 2007.

O Trabalho Decente é alicerce básico para a superação da pobreza e redução das desigualdades, garantia da
governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável. O conceito inclui não apenas o trabalho formalizado, mas igualmente o subcontratado, terceirizado ou autônomo, em domicílio ou na informalidade, em cooperativas ou associações.

A Setre criou, em 2011, o Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad) para captação de recursos que implementem os nove eixos prioritários: Erradicação do Trabalho Infantil, Erradicação do Trabalho Escravo, Saúde e Segurança do Trabalhador, Promoção da Igualdade da Pessoa com Deficiência, Promoção da Igualdade de Gênero e Raça, Trabalho Doméstico, Juventude, Serviço Público e Empregos Verdes. De lá para cá, já foram investidos R$ 10,4 milhões beneficiando milhares de pessoas.

O Funtrad é um dos instrumentos de resistência à pauta trabalhista regressiva dos anos mais recentes. Tivemos a
Reforma Trabalhista e o fim do Ministério do Trabalho, e a recente MP 873 que, no mesmo compasso desastroso, enfraquece os sindicatos.

Para piorar o que já está ruim, bate à porta do Brasil a Reforma da Previdência, com reflexos fatais na vida de todos, particularmente dos mais necessitados. Alguns dos direitos e garantias laborais universais conquistados ao longo de décadas correm o risco de descarte oficial no país.

Por outro lado, 100 anos após a criação da OIT, estamos diante de um novo e inusitado desafio no mercado de trabalho, qual seja o de enfrentar as mudanças provocadas pela revolução da indústria 4.0 no limiar do século XXI.

O Governo da Bahia sinaliza claramente a intenção de enfrentamento dessa nova era. Por isso, a Agenda Bahia do Trabalho Decente se fortalece e amplia suas ações, em busca de melhores condições, qualidade e renda; para uma vida mais digna, com saúde, segurança, educação, alimentação, lazer e moradia, para todos os baianos.

Torna-se oportuno, neste momento de centenário da OIT, uma profunda reflexão sobre os seus postulados de origem, que o Brasil sempre assimilou: a salvaguarda dos direitos sociais como o caminho mais seguro para a paz duradoura.

Na pedra fundamental da sede da OIT, erguida às margens do Lago Léman, na Suíça, está grafada uma frase em latim que bem orienta nossos passos por um trabalho centrado no bem-estar do ser humano, cujo benefício é a paz mundial: “Si vis pacem, cole justiciam” (Se deseja paz, cultive justiça).

Davidson Magalhães é secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e suplente de senador pela Bahia.

GOVERNO DEVE RETIRAR PROJETO DO REGIME JURÍDICO E DIALOGAR MAIS, ALERTA ALDENES

Aldenes defende retirada de projeto e que governo amplie negociações

O vereador Aldenes Meira (PCdoB) defendeu a retirada do projeto que altera o regime jurídico do servidor itabunense de celetista para estatutário. A mudança está em discussão na Câmara de Vereadores e levou os servidores à greve, iniciada na última sexta (10). “A gente está discutindo com o prefeito [Fernando Gomes] a retirada do projeto para que se dialogue mais [com os servidores]. Ou retira ou ele manda uma mensagem aditiva”, disse Aldenes em entrevista ao PIMENTA.

Desde a segunda-feira (13), escolas não abrem e unidades de saúde estão funcionando com apenas 30% dos servidores como forma de pressionar o governo a rever o projeto. “Melhor caminho para o governo é retirar e manter diálogo”, afirma Aldenes. A Câmara também não vota nem analisa projetos desde a segunda, quando os servidores iniciaram a ocupação do Legislativo.

PRÓS E CONTRAS DE MUDANÇA

O vereador diz que há prós e contras na mudança do regime jurídico. Hoje, os servidores são regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e mudariam para o Estatutário, com perda do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e rescisões na Justiça do Trabalho. Com a mudança de contrato, as questões seriam tratadas na Justiça Comum (Fazenda Pública).

“O grande questionamento é o FGTS. Como compensação, o governo ofereceu quinquênio, mas os servidores querem anuênio. A gestão quer discutir o Plano de Cargos e Carreiras em um prazo de 180 dias. Os servidores reivindicam que as discussões do Plano ocorram concomitantemente com a discussão da mudança de regime”, observa Aldenes.

“ESTRATÉGIA DOS SERVIDORES É CORRETA”

O vereador e ex-presidente da Câmara observa que o FGTS é um dos pontos que os prefeitos, ao longo dos tempos, não respeitam. “Parcelam, mas não depositam, prejudicando os servidores”, acrescentando que a Câmara até já votou projeto de individualização do FGTS em outras legislaturas.

Para ele, uma das vantagens com a mudança para o Regime Estatutário estaria na aposentadoria. Os cálculos são de que o valor de aposentadoria equivaleria a 1,3 do salário com a adoção da progressão, por exemplo, para quem já é servidor há dez anos. Como exemplo, Aldenes cita o servidor que recebe o mínimo. Em vez de se aposentar com salário mínimo, receberia em torno de R$ 1,3 mil com o fator de progressão, em valores de hoje. Os servidores, na avaliação do vereador, utilizam estratégia correta ao pressionar por mais negociação. “Tem que fazer pressão para que o governo ceda, neste sentido”.

PERDA DE MANDATO

Aldenes disse ter estranhado a nota emitida pelo diretório municipal do PCdoB, ontem à noite. Mas preferiu não falar da postura do comitê itabunense. “Conversei com Davidson [Magalhães, presidente estadual do PCdoB]. Acho que nem estava sabendo [da nota pública]“, afirmou Aldenes.

Ao PIMENTA, o vereador antecipou que somente irá se posicionar quanto à nota do partido depois de nova conversa com Davidson. Na nota de ontem, o PCdoB ameaçou tomar o mandato de Aldenes (reveja aqui). O vereador, porém observa: “a votação da mudança de regime é um processo muito dialogado. Inclusive, Jairo [Araújo, vereador do PCdoB] e Wilmaci [Oliveira, presidente do Sindserv] colocaram todas as emendas necessárias. De última hora, mudaram”, acrescentou.

Atualização às 11h05min – Há pouco, o presidente da Cãmara de Vereadores de Itabuna, Chico Reis (PSDB), decidiu adiar a votação do projeto. Mais cedo, houve audiência de conciliação entre servidores e a Câmara em ação judicial de desocupação do Legislativo. O presidente definiu votação para o dia 29.

DAVIDSON SE REÚNE COM RUI PARA DISCUTIR ESPAÇO DO PCdoB NA CHAPA

Davidson: todo ouvidos…

O presidente estadual do PCdoB, Davidson Magalhães, e o governador Rui Costa se reúnem, possivelmente nesta manhã de segunda (25), para discutir o espaço do partido aliado na chapa com a qual o petista disputará reeleição. Na semana passada, Davidson foi uma das vozes da base governista a criticar a “forma” como estava sendo montada a chapa majoritária (reveja aqui).

Há pouco, o dirigente do PCdoB baiano afirmou que não levará pleitos ao governador. Vai ouvir qual a proposta de Rui para o PCdoB. Até aqui, comenta-se que o próprio Davidson seria o primeiro suplente de senador na vaga do pré-candidato ao Senado pelo PSD, Angelo Coronel.

Antes falante, agora Davidson prefere esperar a dizer algo antes da reunião, segundo explicou ao Bahia Notícias. “Já tem tanta especulação que a gente prefere agora, que vamos ter a conversa dele, esperar o que tem de concreto”.

DAVIDSON QUESTIONA RUI COSTA E FALA EM “IRRITAÇÃO” DO PCdoB COM O GOVERNADOR

Davidson questiona método de Rui || Foto Pimenta

O PCdoB decidiu falar grosso. Davidson Magalhães, presidente estadual da legenda, questionou a forma como o governador Rui Costa está montando a chapa majoritária. O nome de Davidson foi ventilado para a primeira suplência do virtual candidato a senador na chapa governista, porém sem consulta prévia ao PCdoB.

– Não temos nada contra a suplência de Angelo Coronel e do PSD. O problema é uma questão de método, de forma como se discute e pactua politicamente as coisas. A nossa irritação foi exatamente nesse sentido – disse o dirigente comunista numa entrevista ao site Bahia Notícias, de Salvador, reclamando que do muito que soube da montagem da chapa foi pela imprensa.

O dirigente estadual também cobrou fatura. “Na crise somos partido de primeira, mas no momento de definição nós também temos que ser um partido de primeira. Estar de lado na discussão nos incomodou bastante”, revelou.

O PCdoB não é o único a externar insatisfação com o fato de ir para a suplência de uma das vagas ao Senado Federal na chapa governista. Presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira avisou que a exclusão da senadora Lídice da Mata da chapa terá consequências. O partido trata a reeleição de Lídice como prioridade. Falta combinar com Rui…

O GRITO DE LÍDICE E O “NÃO” DE ACM NETO

A própria Lídice gritou. E com legitimidade. Classificou como absurda a hipótese – cada vez mais real – de ficar fora da disputa à reeleição, dando ao PSB a suplência de Jaques Wagner, pré-candidato ao Senado. “Querem tirar a única mulher da chapa majoritária do governador”.

Explorando a crise na base governista, a oposição chegou até a cogitar a hipótese de apoiar Lídice como candidata ao Senado. A bola foi levantada pelo deputado federal Jutahy Jr. (PSDB), mas o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), jogou água no chopp do tucano. Praticamente, fechou a porta para essa possibilidade. Hoje, os opositores têm como candidato a governador o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo, além de Jutahy e Irmão Lázaro no páreo para disputar vagas ao Senado.

EX-PREFEITOS DE JUSSARI E UNA DEFINEM APOIO A ROSEMBERG PINTO

Diane, de Una, fecha apoio para a reeleição de Josias Gomes e Rosemberg

O período de pré-campanha já ferve no sul da Bahia com vários deputados definindo os apoios para a corrida que termina em outubro. Parlamentares com base na região, a exemplo de Josias Gomes, Rosemberg Pinto e Davidson Magalhães, já arregimentam cabos eleitorais de peso em pequenas cidades.

O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) obteve o apoio dos ex-prefeitos Diane Rusciolelli (Una) e Walnio Muniz (Jussari), ambos do PT, para a campanha à reeleição.

Em Una, Rosemberg obteve o apoio de Diana Rusciolelli e de todo o seu grupo político numa dobradinha com o ex-secretário de Relações Institucionais da Bahia e deputado federal Josias Gomes.

Em Jussari, Rosemberg, Walnio, Davidson e o ex-vice prefeito Guimarães

A dobradinha de Rosemberg em Jussari será com Davidson Magalhães (PCdoB). No município, os parlamentares obtiveram os apoios de Walnio Muniz e do ex-vice-prefeito José Guimarães (PCdoB), além dos vereadores Jardel Silva (PT) e Gideon Oliveira (PSC).

DESISTÊNCIA DE ACM NETO PODE SIGNIFICAR FIM DO CARLISMO, AFIRMA DAVIDSON

Davidson diz que desistência de Neto deixa eleição de Rui mais fácil

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) considera que a desistência do prefeito ACM Neto em concorrer ao governo estadual contra o governador Rui Costa (PT) significa “o fim do carlismo”. O termo é utilizado para designar o grupo formado em torno de ACM. “Essa abdicação [do cargo de] liderança da oposição por parte dele pode significar o fim do carlismo na Bahia. O carlismo sempre mostrou uma determinação no enfrentamento e essa fraqueza que Neto apresentou pode demonstrar o fim dessa linhagem de disputa aguerrida que o grupo fazia na Bahia”, argumentou.

De acordo com o deputado, a desistência de Neto fortalece o grupo de Rui Costa. “Essa desistência é resultado do êxito administrativo de Rui Costa e da força que o grupo tem”, opinou. Por acreditar que a eleição ficou “mais fácil”, o PCdoB irá pleitear uma vaga ao Senado Federal na chapa majoritária. “Nós estamos disputando vaga, vamos continuar com esse pleito., mas sempre condicionado à manutenção da unidade. Vamos consolidar uma chapa de deputados estaduais extremamente competitiva e com a desistência de Neto, queremos uma vaga para o Senado”, afirmou.

De acordo com o comunista, os nomes que concorrem internamente no partido para a vaga são Alice Portugal, Daniel Almeida e o ex-prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho. Sobre a desistência de Neto, Davidson Magalhães ainda criticou o prefeito, afirmando que a opção de não ir às urnas “significa que ele é uma liderança que não é capaz de se sacrificar pelo grupo. As vezes a eleição pode estar perdida, mas ele precisa aglutinar o grupo. Com a decisão, várias forças já estão em processo de dispersão”, disse. Do Bahia Notícias.

RUI, NETO E O ENLAMEADO PMDB

marco wense1Marco Wense

 

Quando questionados sobre o PMDB, tanto Rui Costa como ACM Neto dão respostas evasivas ou fogem das perguntas como o diabo da cruz.

 

O que ainda faz o PMDB ser procurado é o invejável tempo que o partido dispõe no horário eleitoral, salvo engano quase cinco preciosos minutos.

E aí me lembro da campanha do médico Antonio Mangabeira na sucessão do prefeito Claudevane Leite. O pedetista, obviamente do PDT, tinha 22 segundos na telinha.

Foi um Deus nos acuda. Não deu nem para o vice falar alguma coisa. A turma do marketing, mesmo com esses segundinhos, deu um show de competência.

Mangabeira foi o segundo mais votado com 18.813 votos, seguido de Augusto Castro (PSDB), Capitão Azevedo (PTB), Geraldo Simões (PT) e Davidson Magalhães (PCdoB).

Fernando Gomes, então candidato do DEM, com o apoio do PT, foi eleito. É bom lembrar que Mangabeira teve mais votos do que Simões e Magalhães juntos.

Os motivos que levam o governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto a evitar comentários sobre o enlameado PMDB são um pouco diferentes.

O alcaide soteropolitano pensa no PMDB na sucessão estadual. Já o petista não quer atrapalhar as articulações do petismo com o peemedebismo na eleição presidencial.

Lula anda de namoro com várias lideranças do PMDB, inclusive com o senador Renan Calheiros, um dos responsáveis pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

Com essa aproximação, os petistas jogam na lata do lixo o discurso do “golpe” e irrita os segmentos do PT que ainda se mantém com credibilidade.

Quando questionados sobre o PMDB, tanto Rui Costa como ACM Neto dão respostas evasivas ou fogem das perguntas como o diabo da cruz.

Ao ser indagado sobre sua opinião em relação a uma eventual prisão dos irmãos Vieira Lima, Rui saiu pela tangente: “Não gosto de absolver nem condenar ninguém”.

“Não tenho bola de cristal”, diz Neto sobre o futuro do PMDB, que já foi o MDB de Ulysses Guimarães e de tantos outros políticos de respeito.

Rui Costa e ACM Neto, quando o assunto é o PMDB, agem da mesma maneira. Ambos são escorregadios.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

NA SEDE DA FIEB, DAVIDSON, BELUZZO E ALBAN DEBATEM CRISE E SAÍDAS PARA ECONOMIA

Davidson promove debate em Salvador

Davidson promove debate em Salvador

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-BA) promove, nesta sexta-feira (7), em Salvador, um debate sobre a crise econômica e as perspectivas de desenvolvimento para o país. O evento será na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), no Stiep, a partir das 9h, e vai reunir professores, gestores e setores da indústria e dos movimentos sociais.

Entre os palestrantes, estarão Luiz Gonzaga Belluzzo, economista e professor da Unicamp; Jaques Wagner, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE) do governo do Estado; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban; o presidente nacional da Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo; e a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias.

Além deles, também participarão o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, e o presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon), Gustavo Casseb Pessoti. A entrada para o evento é gratuita e aberta ao público, segundo o parlamentar.

CONVERSA COM OTTO

marco wense1Marco Wense

 

O senador Otto Alencar já conhece o colega Mangabeira. Ficou alegre com sua excelente votação na última sucessão municipal, deixando para trás nomes como os do capitão Azevedo, Geraldo Simões, Davidson Magalhães e Augusto Castro.

 

Depois do carnaval, logo na primeira quinzena de março, o PDT de Itabuna, sob o comando do Dr. Antônio Mangabeira, vai marcar um encontro com o senador Otto Alencar (PSD).

Os dois médicos podem até falar um pouco sobre saúde, principalmente a pública, mas, com certeza, a conversa principal vai ser sobre política e, mais especificamente, sobre a eleição de 2018.

O diretório municipal vê com simpatia a sua pré-candidatura ao Palácio de Ondina, mesmo achando que ainda é cedo para qualquer tomada de decisão por parte do parlamentar.

Com efeito, o senador Otto Alencar já conhece o colega Mangabeira. Ficou alegre com sua excelente votação na última sucessão municipal, deixando para trás nomes como os do Capitão Azevedo, Geraldo Simões, Davidson Magalhães e Augusto Castro.

É bom lembrar que o então candidato do PDT não fez coligação com nenhum partido e só desfrutou de 23 segundos no horário eleitoral. Nem o vice apareceu na telinha.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

MANGABEIRA

marco wense1Marco Wense

 

Não sei por que tanto espanto com o secretariado de Fernando Gomes. Ora, FG desafiou e venceu a Lei da Ficha Limpa, pelo menos no TRE. Agora vai peitar o Ministério Público em relação ao nepotismo. Qual é a novidade?

 

Depois de uma campanha assentada na ética, sem a preocupação de ganhar de qualquer jeito, sendo referência do PDT em todo país, o médico Antônio França Mangabeira não quer disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado.

Membros do diretório municipal, na última reunião do partido, animados com a expressiva votação do então candidato a prefeito, defenderam o nome do doutor para concorrer a uma vaga no Parlamento estadual.

O pedetista, que não fez coligação com nenhum partido, teve quase 19 mil votos, dando poeira em figuras carimbadas da política de Itabuna, como Davidson Magalhães, Augusto Castro e os ex-prefeitos Geraldo Simões e José Nilton Azevedo.

Sem prometer nada, com um tempo de televisão de 23 segundos, com o slogan de campanha “Nossa Coligação é Com Você”, Mangabeira se transforma em uma grande liderança de Itabuna. Sem dúvida, o opositor-mor do governo FG. Antônio França Mangabeira faz parte da banda da política que ainda não apodreceu.

Para o militante Nilson Oliveira, mais conhecido como Nilson da Vendamax, a candidatura de Mangabeira “é uma boa opção para fortalecer a nossa desnutrida representação política”.

MESMA COISA

Francamente, como diria o saudoso e inesquecível Leonel Brizola, não sei por que tanto espanto com o secretariado de Fernando Gomes. Ora, FG desafiou e venceu a Lei da Ficha Limpa, pelo menos no TRE. Agora vai peitar o Ministério Público em relação ao nepotismo. Qual é a novidade? Fernando continua o Fernando de sempre, aquele Fernando de priscas eras. O seu eleitorado também.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

CONVENÇÃO DO PCdoB CONFIRMA DAVIDSON

Davidson é o nome do PCdoB para a disputa eleitoral.

Davidson é o nome do PCdoB para o pleito.

O PCdoB realiza convenção neste sábado (30), no Centro de Cultura Adonias Filho, para homologar o nome de Davidson Magalhães como candidato a prefeito.

A chapa majoritária será formada pela empresária Leninha da Autoescola (PPS) como vice. A convenção está prevista para começar às 10h, quando também serão definidos os nomes na corrida por vagas na Câmara de Vereadores.

Suplente de deputado federal, Davidson disputará a prefeitura de Itabuna pela segunda vez. A primeira foi há 20 anos, em 1996, quando acabou em terceiro lugar no pleito vencido por Fernando Gomes. À época, Geraldo Simões era o prefeito e apoiou a candidatura do ex-deputado estadual Renato Costa.

DAVIDSON LANÇA PRÉ-CANDIDATURA

Davidson lança pré-candidatura pela segunda vez.

Davidson lança pré-candidatura pela segunda vez.

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) lança a sua pré-candidatura a prefeito de Itabuna, nesta quinta (16). O evento está programado para as 19 horas, na Terceira Via Hall, localizada na Avenida José Soares Pinheiro.

Será o segundo lançamento da pré-candidatura de Davidson. O primeiro ocorreu no dia 7 de abril, no salão nobre da AABB, quando reuniu as cúpulas nacional e estadual do seu partido, além de aliados, a exemplo do prefeito Claudevane Leite.
Davidson é um dos nomes da base aliada do governador Rui Costa em Itabuna. O outro nome é o do ex-prefeito e ex-deputado Geraldo Simões (PT), com quem o ex-presidente da Bahiagás tenta fechar uma hoje improvável aliança.








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