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:: ‘Davidson’

CAMACAN: FÁBRICA DE CALÇADOS ENTRA EM OPERAÇÃO EM JULHO

Chave de imóvel para unidade da Sua Cia foi entregue hoje (Foto João Ramos/SDE-BA).

Chave de imóvel para unidade da Sua Cia foi entregue hoje (Foto João Ramos/SDE-BA).

A unidade da Sua Cia em Camacan, no sul da Bahia, entrará em fase de montagem de linha de produção e treinamento de funcionários e deverá começar a fabricar calçados em julho. Serão gerados 600 empregos no município, de acordo com a Lia Line, indústria detentora da marca Sua Cia.

Nesta segunda (29), Irivan Soares, diretor do Grupo Lia Line, recebeu as chaves do galpão. A entrega foi feita pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, acompanhado de prefeitos e dos deputados Rosemberg Pinto (PT) e Davidson Magalhães (PCdoB).

– A parceria com o Governo do Estado tem sido a melhor possível. Nossos investimentos dão o retorno esperado e, em contrapartida, empregamos milhares de pessoas em várias regiões. Todos saem ganhando – afirmou Irivan.

O investimento na unidade em Camacan, no sul da Bahia, será de R$ 5,8 milhões de acordo com o diretor. A estimativa é de que a empresa produza em torno de 600 mil pares de calçados femininos em Camacan.

A unidade vai ocupar um galpão antes utilizado pela Malwee. A inauguração da fábrica está prevista para o início do segundo semestre deste ano. O Grupo Lia Line gera 2,5 mil empregos na Bahia, com unidades no centro-sul e na região sisaleira baiana.

EMPENHO

Citado por Irivan e pelo prefeito Oziel da Ambulância pelo empenho em trazer a unidade da Sua Cia para o município de Camacan, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) ressaltou o compromisso dos governos petistas na Bahia em gerar empregos e renda. Já o deputado federal Davidson Magalhães, citou os novos empreendimentos, apesar da crise econômica nacional.

DAVIDSON FALA EM VITÓRIA APÓS ATO NA CINQUENTENÁRIO

Davidson é carregado por correligionários durante caminhada na Cinquentenário.

Davidson é carregado por correligionários durante caminhada na Cinquentenário.

Davidson Magalhães (PCdoB) falou em vitória na disputa pela Prefeitura de Itabuna e prometeu gestão “competente e com experiência”, hoje, durante caminhada na Avenida do Cinquentenário. Ele foi o primeiro candidato a prefeito a fazer grande ato na principal artéria do comércio de Itabuna neste ano. “Tivemos a coragem de ser o primeiro porque somos ficha limpa”, ressaltou.

Ao lado de Leninha, Davidson defendeu valorização do comércio.

Ao lado de Leninha, Davidson defendeu valorização do comércio.

A caminhada reuniu cerca 3 mil pessoas, na avaliação de um dos coordenadores da campanha de Davidson, José Carlos Ettinger, em entrevista ao PIMENTA. Durante o ato, na manhã de hoje, Davidson prometeu “recuperar a cidade, promovendo o comércio e os serviços com a segurança de um gestor que sempre fez o melhor para Itabuna”.

A mobilização começou por volta das 9 horas, mas a caminhada somente teve início por volta das 10h30min. Davidson discursava em cima de um carro de som, acompanhado da candidata a vice-prefeita, Leninha da Autoescola (PPS).

POLÍTICOS DA REGIÃO CRITICAM REBAIXAMENTO DA CEPLAC

Geraldo Simões, Bebeto Galvão, Davidson Magalhães e Augusto Castro criticaram medida do Ministério da Agricultura

Geraldo Simões, Bebeto Galvão, Davidson Magalhães e Augusto Castro criticaram medida do Ministério da Agricultura

A classe política sul-baiana reagiu mal à decisão do Ministério da Agricultura de rebaixar a Ceplac ao nível de departamento, que passa a ficar vinculado a uma de suas secretarias. A medida, que já era esperada há pelo menos um mês, foi oficializada ontem por meio de portaria publicada no Diário Oficial. Existe o receio de que a mudança seja etapa de um processo que culminará com a extinção do órgão que dá assistência à cacauicultura.

Membro do quadro de servidores da Ceplac, o ex-prefeito de Itabuna e ex-deputado federal Geraldo Simões (PT) disse que a mudança compromete a estrutura da instituição, que hoje conta com 1,8 mil funcionários, a maior parte (1,4 mil) na Bahia. Para Geraldo, é inusitado que o rebaixamento tenha ocorrido justamente em um governo petista.

“Eu não gostei [da decisão]. Nós, ceplaqueanos, resistimos à ditadura militar e aos governos Sarney, Collor, Itamar e FHC. Não esperávamos que reduzissem o papel da Ceplac justamente em um governo do PT”, criticou Geraldo.

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB) usou a palavra “golpe” para definir a mudança. Segundo ele, a ministra Kátia Abreu havia se comprometido, em reunião com parlamentares da bancada baiana, a não promover nenhuma reforma administrativa na Ceplac, sem antes dialogar com os representantes da Bahia no Congresso.

“A ministra traiu a confiança de toda bancada, ela mentiu sorrateiramente. Numa só canetada, essa senhora assina o esvaziamento e a morte por inanição de um órgão respeitado mundialmente, assumindo oficialmente o desrespeito e abandono com a cultura do cacau”, protestou Bebeto.

Quem também atacou a mudança foi o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB). De modo semelhante a Bebeto, ele classificou o rebaixamento da Ceplac como uma traição do Ministério da Agricultura. O comunista disse que já trabalha junto ao Conselho de Entidades dos Servidores da Ceplac e segmentos da lavoura cacaueira na tentativa de reverter a situação.

“Vamos todos a Brasília, representantes da entidade e de funcionários, produtores, empreendedores e setores universitários, dizer que isso não interessa à região sul da Bahia. Vamos sensibilizar o governo para a necessidade do fortalecimento do órgão e não de seu enfraquecimento”, defendeu Magalhães.

Líder da bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, o deputado Augusto Castro também condenou a decisão do governo federal de rebaixar a Ceplac. Em fevereiro, o tucano, junto a outros deputados estaduais, subscreveu um abaixo-assinado enviado à ministra Kátia Abreu, no qual foi defendida a importância da Ceplac e a necessidade de sua recuperação.

“A cacauicultura sul-baiana vive um momento de recuperação e em grande parte esses resultados devem ser atribuídos aos técnicos e pesquisadores da Ceplac”, afirma o deputado. Para ele, “é incoerente que, justo neste momento, o governo federal, em vez de fortalecer, decida rebaixar o órgão que dá suporte à lavoura”.

OPERAÇÃO VASSOURAS

vassouraFoi deflagrada na Prefeitura de Itabuna a Operação Vassouras, que consiste em aplicar a velha mandinga de colocar o utensílio de limpeza atrás da porta como sinal para mandar embora visitas indesejadas.

No caso da Prefeitura, não se trata exatamente de visitas, mas dos ocupantes de cargos comissionados que não comungam da decisão do prefeito Claudevane Leite (PRB) de apoiar o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) como seu sucessor.

Segundo um comunista, a ordem é espalhar vassouras atrás das portas de diversos gabinetes do centro administrativo. Associada à mandinga, foi recomendada muita oração para fazer o prefeito cumprir a própria determinação de exonerar os rebeldes.

PREFEITO VANE MANTÉM DISSIDENTES NO GOVERNO

Prefeito mantém a caneta no bolso

Prefeito mantém a caneta no bolso

Pouco mais de uma semana após a reunião em que anunciou apoio oficial à pré-candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) a prefeito de Itabuna, o prefeito Claudevane Leite (PRB) mantém sua gestão sem alterações.

Há dez dias, Vane reuniu o secretariado e informou que somente permaneceriam no governo aqueles que aceitassem apoiar o comunista. Na administração, entretanto, há vários titulares de cargos de confiança, inclusive no primeiro escalão, que não acompanharão o prefeito nesse apoio.

No governo, apesar da orientação do chefe, acredita-se ele manterá os dissidentes nos cargos até vencer o prazo de desincompatibilização para aqueles que serão candidatos. Depois disso, é possível que Vane faça outras mudanças, mas nada é certo.

A situação é tão indefinida, que até comunista está botando o joelho no chão. “O jeito é orar”, afirma um discípulo de Marx.

LIXO NA RUA PODE SER CAMPANHA SUJA… LITERALMENTE!

Itabuna amanheceu com lixo espalhado em toda parte, pois não houve coleta na noite de ontem (07). Trabalhadores da empresa responsável pelo serviço, a Biosanear, paralisaram as atividades devido ao atraso dos salários, problema que decorre da impontualidade da Prefeitura, já há três meses sem pagar um centavo à empresa.

No governo, há quem atribua a suspensão da coleta de lixo a uma sabotagem política. Seria uma forma de, por assim dizer, empanar o brilho do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) a prefeito.

Fonte do governo diz que não é a primeira “coincidência” do tipo. Servidores comissionados, que esperavam receber o salário de fevereiro na última sexta-feira (04), não viram nada cair na conta. No mesmo dia, o prefeito Claudevane Leite reuniu seus cargos de confiança para anunciar apoio ao comunista.

VANE PARA UM LADO, O PRB PARA O OUTRO

Prefeito apoia pré-candidato do PCdoB, mas seu partido busca outros caminhos

Prefeito apoia pré-candidato do PCdoB, mas seu partido busca outros caminhos

Após a solicitação do prefeito de Itabuna para que os cargos de confiança sejam desocupados por aqueles que não apoiam a pré-candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB), aguarda-se com expectativa as próximas edições do Diário Oficial do Município.

Pelas movimentações de grande parte dos servidores indicados politicamente, haverá uma debandada geral. Curiosamente, a rejeição ao comunista se dá com maior força entre os aliados mais próximos do prefeito, e especialmente de seu partido, o PRB.

O Pastor Francisco Edes, que comanda a Secretaria de Assistência Social, é um que deverá pedir o boné para reassumir sua cadeira na Câmara de Vereadores. Francisco não só rejeita a candidatura de Davidson, como já tem mantido conversas com outros pré-candidatos. Por ele, o nome pode ser o do apresentador Tom Ribeiro, do professor Roberto José e até do deputado Augusto Castro. Seu cardápio só não inclui antepasto de cururu.

Não é de hoje que o prefeito tem enfrentado rebelião em sua cozinha. Há alguns meses, o vereador Manoel Júnior (PRB), suplente do Pastor Francisco, assinou requerimento para abertura de uma Comissão Especial de Inquérito com o objetivo de investigar um caso de plágio na produção do Plano Municipal de Saneamento. A CEI não vingou, mas por esse episódio Claudevane já teve uma ideia de que possui correligionários de comportamento pior que o dos adversários.

Possível pré-candidato pelo PRB, Tom Ribeiro tem feito críticas duras ao governo e acusado o prefeito de não saber comandar. “Existem erros na administração, pois o prefeito não tomou a iniciativa como deveria ter feito e a caneta ficou o tempo todo na mão do vice (Wenceslau Júnior, do PCdoB)”, dispara Ribeiro. Ou seja, com uma cajadada só, o apresentador bateu no “irmão” Claudevane e no comunista.

Alguns analistas acreditam que o apoio pessoal de Claudevane, em um governo sem coesão, é pouco significativo para Davidson. Aliás, a situação faz lembrar um episódio relado por Lira Neto na biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, quando este venceu as eleições de 1950 com apoio do velho PSD. Detalhe: o PSD tinha candidato oficial, o mineiro Cristiano Machado, porém as alas mais influentes do partido eram ligadas a Getúlio.

Segundo Lira Neto, surgiu daí na política brasileira um novo sentido para o verbo “cristianizar”, quando uma legenda declara apoio formal a determinado candidato, enquanto na prática seus correligionários passam a trabalhar por outro. No caso de Davidson, não há sequer apoio da legenda, apenas do prefeito, mas ele corre o sério risco de ser “cristianizado”.

VANE ANUNCIA PRÉ-CANDIDATO NA SEGUNDA

davidson - pimentaDepois de reunir secretários e demais ocupantes de cargos de confiança para informar que Davidson Magalhães (foto), deputado federal do PCdoB, será o candidato oficial à sucessão, o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), fará o mesmo anúncio nesta segunda-feira (07), dessa vez em um “encontro de lideranças”.

O evento acontece às 18 horas, no salão social da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). Segundo o convite, que está sendo distribuído via redes sociais, estarão no encontro os presidentes do PCdoB nas esferas nacional e estadual, respectivamente, os deputados federais Luciana Santos e Daniel Almeida.

Será uma verdadeira festa comunista.

HOJE É O “DIA DO FICO” NA PREFEITURA DE ITABUNA

Vane exigirá apoio integral ao candidato comunista (Foto Pimenta).

Vane exigirá apoio integral ao candidato comunista (Foto Pimenta).

O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), reunirá seus secretários hoje (03) para anunciar o candidato oficial do governo à sua sucessão. O nome, como já se sabe, é o do deputado federal Davidson Magalhães, do PCdoB, para quem Vane exigirá apoio integral.

A mensagem do gestor será clara: os secretários que desejarem ficar no governo deverão firmar compromisso com a candidatura do comunista. Caso contrário, o convite para bater em retirada estará oferecido. A expectativa é de que nesta sexta-feira (04) o prefeito reúna os ocupantes de cargos de confiança para repetir o mesmo recado.

No governo, há ainda a pré-candidatura do presidente da Ficc, Roberto José (PSD), que já tentou convencer o prefeito a também apoiá-lo, deixando a escolha definitiva para outro momento, no qual seria levado em consideração o nome mais competitivo. Vane recusou a proposta, por entender que é necessário unir o governo.

Roberto já colocou seu cargo na Ficc à disposição do prefeito.

VANE FALA DE CRISE FINANCEIRA E APOIO A DAVIDSON

Vane opta por caminho arriscado a mais de um ano da eleição.

Vane opta por caminho arriscado a mais de um ano da eleição.

O prefeito Claudevane Leite concederá entrevista coletiva, nesta sexta (25), às 8h30min, para fazer um balanço dos 32 meses de gestão. O discurso para a coletiva começou a ser delineado no início da semana passada, quando reuniu todo o seu secretariado e informou que não disputará a reeleição. Apoiará a candidatura de Davidson Magalhães (PCdoB). Também falará de como a crise está afetando as prefeituras. A coletiva será no seu gabinete.

Sabe-se que, até agora, Vane, além de cumprir a palavra com o PCdoB, também definiu que nomes de dentro do governo que almejam o comando do Centro Administrativo Firmino Alves, a exemplo do secretário Roberto José (Settran), adotem um discurso menos personalista. Falem em Governo Vane. A candidatura de Roberto é, até aqui, bancada pela dupla Oton Matos (Controladoria-Geral) e Marcos Cerqueira (Fazenda).

Os bastidores da política local, aliás, registram uma movimentação de gente do próprio governo em favor do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM). São os insatisfeitos e que não têm proximidade com o deputado federal Davidson Magalhães.

Ao definir-se por Davidson e, mais ainda, decidir – a mais de um ano do pleito – não disputar reeleição, Vane pode ter optado por um caminho que travará o resto do seu governo. As disputas entre os vários grupos começaram assim que Roberto José passou a responder pela Settran e Ficc ao mesmo tempo e tendem a se acirrar ainda mais quanto mais próximo estiver o período de definição de candidaturas para 2016.

Precisará ele de pulso para não fazer o governo naufragar – de vez. E a cidade – e os cidadãos – pagar a conta!

DAVIDSON, GERALDO E O PT

marco wense1Marco Wense

 

PT e PCdoB é uma velha história de amor e ódio. Não tenho nenhuma dúvida de que estarão de mãos dadas na sucessão de 2016. A união dos vermelhinhos é imprescindível para a sobrevivência política do petismo e do comunismo.

 

 

A exoneração do coordenador do Detran em Itabuna, subtenente Gilson Nascimento, indicado pelo PCdoB, me fez lembrar da música “Pode vir quente que estou fervendo”, composta por Carlos Imperial e interpretada pelo rei Roberto Carlos e o tremendão Erasmo Carlos.

O suplente de deputado federal Davidson Magalhães, líder inconteste do comunismo no sul da Bahia, pré-candidato à sucessão do prefeito Claudevane Leite, abriu o verbo contra o PT e sua articulação política.

Davidson Magalhães parecia aquele de priscas eras, do saudoso tempo agitado da política estudantil, gesticulando e bradando em voz alta: “Isso é um absurdo, vai ter troco”.

Já fui o alvo preferencial dos seus inflamados e frenéticos discursos na então FESPI, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), quando candidato à presidência do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e do DA de Direito. Perdi no primeiro embate, mas sair vitorioso no segundo. Não foi fácil enfrentar os aguerridos meninos do PCdoB. Eu era do PDT, brizolista convicto, mas os danados diziam que eu era da “direitona”. Ser de direita naquele tempo, no ambiente estudantil, era suicídio político.

Sobre o deputado estadual petista Rosemberg Pinto, responsável pela indicação do novo diretor do cobiçado órgão, Davidson disse que “o rapaz não tem nenhuma representatividade, não teve nem três mil votos entre Itabuna e Ilhéus”.

E mais: 1) “… não vamos fazer a transferência do cargo, isso é uma agressão ao resultado da eleição de Itabuna, Ilhéus e Região, uma agressão aos 17 mil votos que tivemos”. 2) “… é por este tipo de coisa que o PT está isolado. É esse tipo de atitude que dificulta aliança com o PT”. 3) “… vai ter troco, vai ter troco”. 4) “… não tenho medo de ameaça nenhuma ao meu mandato”.

O “vai ter troco” foi o desabafo que mais pontuou no duro discurso do prefeiturável. Tiririca da vida, um pouco nervoso, Davidson lembrava um ACM versus Waldir Pires.

Qual seria o “troco” de Davidson Magalhães? Foi o questionamento mais ouvido do pós-descarrego. No início, todos pensavam que o “troco” seria o fim do diálogo com o também pré-candidato Geraldo Simões.

Davidson, no entanto, sabendo que o PCdoB precisa do PT e vice-versa, tratou logo de isentar o PT de Geraldo Simões: “O PT fez um absurdo em Itabuna, não digo que é o PT de Itabuna”.

Como uma espécie de advogado de Geraldo Simões, Davidson foi mais além: “Tem gente querendo ocupar o espaço do ex-deputado, não vão nos jogar contra Geraldo Simões aqui em Itabuna”.

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DAVIDSON: “PRECISAMOS REPACTUAR NOSSA ATUAÇÃO POLÍTICA NA REGIÃO”

davidson - pimentaO comunista Davidson Magalhães não conseguiu se eleger deputado federal, mas avalia que os mais de 65 mil votos obtidos no dia 5 de outubro o credenciam a atuar como liderança no campo da esquerda no Sul da Bahia.

Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, o ex-presidente da Bahiagás demonstra otimismo com a possibilidade de assumir uma cadeira na Câmara Federal, após a composição do governo Rui. Por enquanto, afirma que a prioridade é eleger Dilma Rousseff no segundo turno.

Sobre as sinalizações das urnas para Itabuna, onde Rui Costa perdeu, Davidson defende a reorganização das forças de esquerda em nome do “projeto maior”. Numa referência ao deputado federal petista Geraldo Simões, que não se reelegeu, o comunista diz que alguns líderes regionais precisam “calçar as sandálias da humildade”.

Leia abaixo os principais trechos:

PIMENTA – Como você analisa seu desempenho nas eleições?
Davidson Magalhães – Eu considero uma vitória, principalmente no contexto em que ocorreu esse processo eleitoral. Foi uma eleição bastante disputada, na qual houve uma queda de votos muito grande, e mais uma vez a região confirmou uma característica de pulverização de votos. Nós tivemos aqui muitos candidatos de fora sendo votados e isso reduziu muito a possibilidade de uma eleição concentrada. Terminou saindo do sul da Bahia, de novo, um único deputado federal eleito, o que é mais um prejuízo político para a região. Foi reduzido o número de deputados estaduais e não se ampliou o número de federais.

PIMENTA – Chegou-se a se ensaiar na cidade um movimento em defesa do voto regional…
DM – É um prejuízo porque ficam vários segmentos aqui fazendo o discurso do voto para fortalecer a região e na “hora H” esses mesmos segmentos, por interesses menos nobres, terminam contribuindo com a pulverização dos votos. Seguimos como uma região que tem uma pulverização de votos muito acentuada, o que termina por debilitar nossa representatividade política.

PIMENTA – Essa debilidade pode chegar ao ponto de comprometer projetos estruturantes sinalizados para o Sul da Bahia?
DM – Nossas duas principais cidades (Ilhéus e Itabuna) poderiam ter contribuído mais para o fortalecimento desse projeto regional, mas acabaram ficando extremamente prejudicadas. Nós poderíamos ter um desempenho melhor, o que teria como resultante uma maior consistência política, mas isso é algo que precisará ser superado. Como ganhamos o Governo do Estado, ele, que é o responsável por esses grandes investimentos, juntamente com o Governo Federal, deverá tratar desse problema. Inclusive, o sul da Bahia foi uma das regiões onde o governador eleito Rui Costa teve o menor desempenho, e isso exigirá uma atenção especial para permitir a retomada política da região.

PIMENTA – Como você vê essa vitória de Rui Costa no primeiro turno?
DM – Foi um demonstração definitiva do esgotamento do carlismo, que apostava suas penúltimas fichas no Paulo Souto e num desgaste do governo. Fizeram uma avaliação equivocada e mais uma vez perderam a eleição. Já são três eleições seguidas perdidas pelo carlismo e dessa vez o ACM Neto expôs sua condição de líder político e perdeu inclusive em Salvador. Ou seja, nós derrotamos a principal liderança da oposição e fizemos o senador, o que também demonstra um esgotamento do Geddel (Vieira Lima). A lição que nós tiramos é de que há uma avaliação positiva do governo Wagner e de um projeto em curso que está mudando a Bahia.

PIMENTA – Wagner sempre demonstrou acreditar na vitória de Rui…
DM – O governador sempre insistiu nisso nas reuniões com os partidos: vamos ganhar no primeiro turno. E a argumentação dele era muito sólida: “se comparar o que eles fizeram em 30 anos e o que fizemos em oito, nós damos um banho”. O povo soube ver e entender isso quando tivemos a oportunidade de expor os dados na campanha eleitoral. A diferença entre os dois governos de Paulo Souto e os dois de Wagner é abissal.

PIMENTA – Mas o Sul da Bahia e particularmente Itabuna indicaram não pensar da mesma forma.
DM – Em nossa região, é preciso “cair a ficha” para o que está acontecendo. Experimentaremos um desenvolvimento que tende a ser ampliado com a continuidade desse projeto político com Rui Costa. Isso vai permitir à região dar uma virada substancial a partir da implantação do Complexo Multimodal do Porto Sul.

PIMENTA – Já é possível apresentar um panorama de como ficará o tamanho das bases do governo e da oposição na Assembleia?

DM – As assembleias legislativas têm jogado um papel político muito pequeno na história brasileira, por isso eu acho que Rui não terá problema no relacionamento com o legislativo. Ficamos com a maioria da composição da Câmara Federal e acho que ganharemos a eleição presidencial, o que não põe em risco o projeto.

PIMENTA – Qual o tamanho do PCdoB após essas eleições?
DM – Nosso partido ampliou bastante o espaço político que ocupa na região. Em 2010, quando Wenceslau Júnior disputou o mandato de deputado estadual, teve 31.800 votos, e nós saímos agora com mais de 65 mil votos. É um saldo significativo, que indica uma acumulação de força política nesse período. A possibilidade inclusive de assumir o mandato é importante, já que essa lacuna que ficou na representação do sul Precisará ser preenchida. Nos governos estaduais, tradicionalmente, vários deputados são chamados para assumir cargos, tanto no governo federal quanto no estadual, e isso pode abrir um espaço de atuação política nossa na região. :: LEIA MAIS »

O QUE 2014 TEM A DIZER SOBRE 2016

ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

 

É de se lamentar que Itabuna continue a pulverizar seus votos. Calcula-se que mais de 200 postulantes foram contemplados na cidade, que fica no prejuízo. Se antes já não tinha uma representação política forte, o que era grave, agora terá quase nenhuma representação, o que é trágico.

 

Terminar uma eleição e já pensar na próxima é um exercício tortuoso, mas inevitável para quem acompanha a politica. Das urnas desde domingo, 5, já se sabe que Itabuna saiu derrotada, por não conseguir eleger seus dois candidatos a deputado federal (Davidson Magalhães, do PCdoB, e Geraldo Simões, do PT) e emplacar somente Augusto Castro (PSDB) na Assembleia Legislativa. No entanto, por que não praticar um pouco de futurologia e imaginar o que os números de ontem apontam para as eleições agendadas para daqui a dois anos?

A derrota de Geraldo foi um golpe duro, mas esperado. O político exerceu um mandato que teve seus méritos, principalmente na luta travada para que a reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) fosse instalada em Itabuna. Acabou sendo o mais votado na cidade, mas com um sufrágio de pouco mais de 16 mil votos, bem abaixo dos 23 mil que obteve em 2010… Aliás, a votação daquele ano já fora bem menor que a de 2006, o que demonstra a trajetória descendente do petista.

Na disputa entre lideranças locais da esquerda, Davidson se aproximou da votação de Geraldo em Itabuna. Foram 14 mil votos na cidade e mais de 65 mil no total, o que deixou o comunista com uma segunda suplência na mão e uma ideia na cabeça: ser levado a assumir o mandato após a formação do secretariado de Rui Costa. É esperar para ver, mas a possibilidade existe e não foi por acaso que interlocutores acharam Davidson bem animado nas conversas posteriores à divulgação dos resultados.

Caso deixe a suplência e vire realmente deputado, o comunista automaticamente se cacifa para o processo eleitoral de 2016. Tudo a depender de como estarão as relações entre o PCdoB e o prefeito Claudevane Leite (PRB) no decorrer do período. De todo modo, no campo da centro-esquerda o nome de Davidson tende a surgir com alguma força nas articulações para a sucessão municipal.

Do outro lado, quem aparece bem é o tucano Augusto Castro, que se elegeu com quase 60 mil votos e ainda deu mais de 4 mil ao seu candidato a deputado federal, Jutahy Júnior (PSDB). No quesito “transferência de votos”, venceu uma disputa particular com o ex-prefeito Fernando Gomes, que deu apenas 1.261 votos a Fábio Souto e 3.800 a Aleluia. Uma quantidade pequena, considerada a suposta força latente do fernandismo.

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8 MIL CAMINHAM COM DAVIDSON E ALDENES

Caminhada foi puxada pelos candidatos e o prefeito Claudevane Leite (foto Marcos Japu)

Caminhada foi puxada pelos candidatos e o prefeito Claudevane Leite (foto Marcos Japu)

Os candidatos a deputado federal Davidson Magalhães e a estadual Aldenes Meira, ambos do PCdoB, reuniram cerca de 8 mil pessoas em uma caminhada que parou Itabuna na tarde desta quinta-feira (2). A mobilização começou no Jardim do Ó, percorreu toda a Avenida do Cinquentenário e a Juracy Magalhães, terminando com um ato público na praça do bairro de Fátima.

O prefeito Claudevane Leite (Vane) acompanhou os candidatos ao longo da caminhada, que teve ainda a participação de um pequeno grupo de apoiadores do professor e sindicalista Rui Oliveira, também do PCdoB e candidato a deputado estadual.

No ato realizado no bairro de Fátima, Vane não deixou de mencionar a chapa majoritária e defendeu a continuidade. Segundo o prefeito, “2014 foi um ano histórico para Itabuna, por conta da instalação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)”. Ele também citou o anúncio da retomada das obras da barragem do Rio Colônia e afirmou que “os recursos para a duplicação da rodovia Ilhéus – Itabuna já estão assegurados”.

Evento empolgou a militância (foto Marcos Japu)

Evento empolgou a militância (foto Marcos Japu)

Davidson e Aldenes bateram na tecla da necessidade de fortalecer a representação sul-baiana na Assembleia e na Câmara Federal. Segundo os dois candidatos, a região já perdeu diversas oportunidades por ser “sub-representada”.

A caminhada chamou atenção pela quantidade de participantes, que superou de longe o número que em setembro compareceu a evento semelhante promovido pela chapa da oposição em Itabuna. Na mobilização oposicionista, mesmo com a presença dos candidatos a presidente, Aécio Neves, e ao governo do estado, Paulo Souto, o número de pessoas não chegou a 2 mil.

PC DO B AGITA A MILITÂNCIA

Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)

Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)

Os candidatos do PCdoB a deputado federal e estadual, com base no sul da Bahia, preparam uma grande arrancada para esses últimos dias da campanha eleitoral. A estratégia de Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual) será deflagrada nesta segunda-feira, dia 22, às 17 horas, com uma plenária no Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna.

A intenção dos candidatos é envolver a militância, utilizando uma força de mobilização que os partidos à esquerda ainda possuem. A ordem dos comunistas é aproveitar todos os espaços e gastar sola de sapato para comemorar no dia 5 de outubro.

DAVIDSON E ALDENES FAZEM CARREATA

Candidatos percorreram Aurelino Leal e Ubaitaba, chegando ao distrito de Faisqueira (foto Marcos Souza)

Candidatos percorreram Aurelino Leal e Ubaitaba, chegando ao distrito de Faisqueira (foto Marcos Souza)

Os candidatos a deputado federal, Davidson Magalhães, e a deputado estadual, Aldenes Meira, os dois do PCdoB, fizeram uma grande carreata nesta sexta-feira (29), percorrendo as cidades de Aurelino Leal e Ubaitaba.

A mobilização foi até o distrito de Faisqueira, onde os candidatos e lideranças locais que os apoiam fizeram discursos. Entre os participantes, estavam os vereadores José Carlos Almeida (PCdoB), Ismaile Mota (PTC) e Catarino dos Santos (PSDB).

Outras lideranças que apoiam os candidatos e também estiveram presentes foram os suplentes de vereador Leninha Cerqueira (PCdoB), Edson Freitas (PTC), Professor Robson Marques (PCdoB) e Antônio Roberto Cruz, o Bebel.

Detalhe: a estrada que liga Ubaitaba a Faisqueira, que (com o perdão da rima) era uma buraqueira, foi recentemente pavimentada e está um tapete. Quem pediu ao governo do estado atenção especial à obra foi exatamente Davidson Magalhães.

TUDO COMO DANTES EM URUÇUCA

Marcelo, entre Rosemberg e Davidson (foto Marcos Souza)

Marcelo, entre Rosemberg e Davidson (foto Marcos Souza)

Após ensaiar um rompimento com o PCdoB e a candidatura do ex-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, a deputado federal, o vice-prefeito de Uruçuca, Marcelo Dantas, refluiu.

Neste domingo (10), Dantas e Magalhães fumaram o “cachimbo da paz”. O vice-prefeito vinha reclamando de desatenção e se queixava de que era apenas um mero filiado do PCdoB de Uruçuca, sem qualquer controle sobre a legenda no município.

Ao que parece, houve compromisso de que, daqui pra frente, tudo vai ser diferente…

Na foto, Marcelo Dantas, que é irmão gêmeo do ex-prefeito de Itajuípe, Marcos Dantas, aparece entre Magalhães e o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), candidato à reeleição.

PC DO B MOVIMENTA CANDIDATURAS

Este fim de semana em Itabuna terá predominância do PCdoB no cenário político. O partido mobiliza toda a sua estrutura e militância para o lançamento oficial das candidaturas de Davidson Magalhães a deputado federal e Aldenes Meira a deputado estadual.

Na sexta (18), Davidson inaugura o comitê central de sua campanha, na Avenida Princesa Isabel, no mesmo local onde funcionou o comitê do atual prefeito Claudevane Leite em 2012. Agora, os comunistas esperam que o endereço dê sorte também ao ex-presidente da Bahiagás.

Aldenes, por sua vez, agendou a inauguração de seu comitê para sábado (19), às 16 horas. O endereço é a Avenida Fernando Cordier (Beira-Rio), 238, coincidentemente o mesmo onde em 2010 foi instalado o QG da campanha do deputado federal Geraldo Simões (PT).

CUNHADO NÃO É PARENTE

Para quem pensa que Jabes Ribeiro (PP) apoiará a candidatura do cunhado Davidson Magalhães (PCdoB) a deputado federal, vai aqui um balde de água fria. Nesta sexta-feira (7), o irmão e “ajudante de ordens” do prefeito, John Ribeiro, disse para várias pessoas que é zero a chance do brother apoiar o comunista.

“Jabes dará apoio a Mário Negromonte Júnior (PP) para federal e ao nome que Ronaldo Carletto indicar para estadual”, assegurou John”.

A quem perguntava sobre Davidson, o moço só dizia duas palavras: – que nada!

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Aldenes Meira, Rose Pondé, Davidson Magalhães e João Márcio Rocha: eles buscam o apoio dela

Aldenes Meira, Rose Pondé, Davidson Magalhães e João Márcio Rocha: eles buscam o apoio dela

Reconhecida pelo bom trânsito em comunidades do interior e associações de pequenos produtores rurais, a superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a Bahia e Sergipe, Rose Pondé, estava com sua candidatura a deputada federal engatilhada. Optou por adiar o plano de disputar uma cadeira em Brasília, mas isso não significa que esteja fora da política.

Nesta sexta-feira (7), Rose encontrou-se com o presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, e o presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira, que são, respectivamente, pré-candidatos a deputado federal e estadual pelo PCdoB. O principal tema da conversa, naturalmente, foi um possível apoio dela nas próximas eleições.

Quem trabalha para costurar a aliança é o articulador político João Márcio Rocha, que tem boa relação com a superintendente da Conab.










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