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:: ‘degradação’

LIXÃO EM BARRA GRANDE

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Os turistas que visitam Barra Grande continuam a ter as belas praias para se encantar, mas a nota negativa é um depósito clandestino de lixo que surgiu à margem da estrada que dá acesso ao distrito.

É um crime que exige providências urgentes da Prefeitura de Maraú, bem como dos órgãos de proteção ambiental.

PEIXES MORREM NO RIO CACHOEIRA

Uma cena triste e lamentável vem sendo presenciada por quem caminha pelas margens do Rio Cachoeira, no trecho que corta o centro de Itabuna: trata-se da morte de milhares de peixes pela falta de oxigênio, agravada pela estiagem. Sob a chamada “ponte velha”, por exemplo, é assustador o “tapete” de peixes mortos boiando nas águas fétidas do rio.

A degradação do Cachoeira resulta principalmente da falta de política de saneamento básico no município. A cidade joga quase 100% de seus dejetos diretamente no rio, sem tratamento, cometendo um crime ambiental que o transforma num canal a cada dia mais poluído.

O mau cheiro contamina o ar ao longo do rio durante o dia e grande parte do centro da cidade e bairros adjacentes à noite. Sem ação efetiva para retirar o esgoto do rio e o lixo de suas margens, a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) mantém na conta de água a cobrança da taxa de coleta e tratamento de esgoto.

Estiagem acentua a poluição do Rio Cachoeira (foto Luiz Conceição/Pimenta)

SEMINÁRIO DEBATE SOBRE DESTINO DO LIXO

A Política Nacional de Resíduos Sólidos visa acabar com imagens como essa, do Lixão do Itariri, em Ilhéus (foto Mary Melgalço)

A Política Nacional de Resíduos Sólidos estará em discussão num debate programado para esta quinta-feira, 21, na sede do Sistema Fieb em Salvador.  O evento, que conta com apoio da empresa Bahia Mineração, reúne representantes do poder público, empresas e cooperativas de catadores de lixo.

O foco das discussões está na determinação de que, até 2014, todos os municípios deverão dar destino adequado aos seus rejeitos e eliminar totalmente a utilização dos chamados lixões. O PNRS também prevê que os municípios implantem, de forma compartilhada, programas de coleta seletiva e sistemas de compostagem, para transformar resíduos sólidos orgânicos em adubo.

Igualmente de acordo com a nova política de resíduos sólidos, as empresas serão obrigadas a realizar a “logística reversa”, assumindo a responsabilidade pelo destino final das embalagens de seus produtos.

AMURC RECOMENDA FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS

A criação de consórcios municipais é, para a Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), a melhor maneira de enfrentar problemas como a destinação do lixo. A entidade já firmou parceria com as secretarias estaduais do Desenvolvimento Urbano (Sedur) e do Planejamento (Seplan) com o objetivo de implantar o Consórcio Intermunicipal do Território Litoral Sul.

Esse consórcio reunirá 26 municípios, cujas Câmaras de Vereadores deverão autorizar sua formação. De acordo com o presidente da Amurc, Moacyr Leite, a gestão consorciada de aterros sanitários é uma recomendação contida no Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

Um dos municípios sul-baianos que enfrentam maior problema com a destinação dos resíduos é Ibicaraí. Recentemente, matéria do jornal A Tarde mostrou que o lixão da cidade já está saturado, com lixo e chorume sendo despejados no Rio Salgado e ao longo de uma estrada que dá acesso à BR-415.

Leite acredita que o problema de Ibicaraí poderá ser resolvido com a criação de um subconsórcio, reunindo, além daquele município,  Barro Preto, Floresta Azul, Itapé e Almadina.

Foto de Luiz Tito, publicada em A Tarde, revelou a absurda estrada de lixo em Ibicaraí



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