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:: ‘Dejair Birschner’

JULGAMENTO DE DEJAIR BIRSCHNER É ADIADO

Dejair: julgamento adiado.

Acusado de assédio sexual, estupro e corrupção de menores, o prefeito de Una, Dejair Birschner teve adiado o julgamento na segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), marcado para esta manhã de quinta-feira (4). O tribunal não informou o que teria motivado o adiamento.

Dejair é investigado pela acusação de assediar sexualmente, estuprar e corromper com dinheiro e bebida duas adolescentes de 13 e 15 anos, filhas de um trabalhador rural. O caso ocorreu em 2008, quando Dejair, segundo investigação da polícia civil, Conselho Tutelar e Ministério Público estadual, Dejair e um outro homem embebedaram as meninas e as levaram para um motel no Cururupe, às margens da BA-001, em Ilhéus.

Os pais das adolescentes retiraram a queixa na polícia, mas as investigações continuaram porque o Ministério Público estadual encontrou indícios de que os responsáveis pelas adolescentes teriam sido obrigados a desistir da denúncia.

Além deste processo, Dejair também responde a outras ações judiciais, sendo uma delas por desacato, obstrução de justiça, difamação e injúria contra o Sargento Agnaldo, da Polícia Militar. Agnaldo comandava uma operação da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), quando foi desacatado pelo prefeito e chamado de “propineiro”.

As ações foram movidas pelo Ministério Público estadual e pelo policial militar. Dejair tentava liberar mais de duas dezenas de carros e motos que circulavam irregularmente no município de Una (relembre o caso).

PREFEITO SERÁ JULGADO POR ESTUPRO

Dejair: julgamento por estupro.

O prefeito de Una, Dejair Birschner (PP), vai a julgamento na próxima quinta (4), no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), às 8h30min, por estupro de três adolescentes em maio de 2008. O fato começou a ser apurado quando os pais das vítimas denunciaram o caso ao Conselho Tutelar, em agosto do mesmo ano.

Quase um ano depois da denúncia, o pai das adolescentes de 13 e 15 anos retirou a queixa na polícia. A promotoria encontrou indícios de suborno por parte do prefeito e optou por levar o processo adiante. As vítimas eram conhecidas do então candidato a prefeito de Una, eleito cinco meses depois do crime.

As menores, obrigadas a ingerir bebida alcoólica, foram depois levadas para um motel em Cururupe, em Ilhéus, às margens da BA-001. De acordo com a denúncia, Dejair e outro homem forçaram as adolescentes a fazer sexo. Formalmente, ele é acusado de assédio sexual, corrupção de menores e violência sexual.

PREFEITO RESPONDERÁ A 4 PROCESSOS POR AGRESSÃO A SARGENTO DA PM

Dejair: acionado pela promotoria e sargento.

Não ficou barato para Dejair Birschner, prefeito de Una, as agressões promovidas por ele contra o comandante de uma operação do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), da Polícia Rodoviária Estadual, em maio passado no trecho da BA-001 no município.

Birschner tentou impedir a polícia rodoviária de fazer blitz e apreender dezenas de motos e carros irregulares que circulavam pela rodovia. E ainda acusou os policiais de receberem propina. Os veículos pertenciam a amigos e eleitores do prefeito de Una.

O prefeito responderá a quatro ações judiciais – obstrução de Justiça, desacato a autoridade, danos morais e calúnia, difamação e injúria. As duas primeiras ações são movidas pelo Ministério Público estadual e as duas últimas pelo Sargento Agnaldo.

Num dos vídeos gravados durante a operação, Dejair diz que os policiais recebem propina para liberar as motos. Mais adiante, afirma: “você (sic) prende, amanhã vou lá e solto as motos”.

Noutro trecho, o prefeito e um irmão dizem que motos apreendidas eram liberadas logo depois por um delegado que eles identificam como “Carlos”. Num dos vídeos, o prefeito manda os donos “rastar” as motos apreendidas na operação.

Confira o vídeo

Clique aqui para assistir ao segundo vídeo

APPM CRITICA PREFEITO QUE CHAMOU MILITARES DE “PROPINEIROS”

Dejair Birschner, prefeito de Una, está na mira de policiais militares sul-baianos. Ele enfrentou policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), da Polícia Rodoviária Estadual, durante uma blitz no trecho urbano da rodovia BA-001 em Una. Tentava evitar que a polícia apreendesse dezenas de motos numa ação de rotina.

O boca-suja discutiu com os policiais e sugeriu que as motos eram apreendidas para serem liberadas mediante pagamento de… propina. “Eu digo e repito: alguém recebe propina e vocês (sic) solta as (sic) moto”, repetia, alucinadamente, o grandalhão.

O sargento Agnaldo, que comandava a operação, enquadrou o prefeito-falante: “eu quero conversar e o senhor vem gritando… fale baixo comigo”, ordenou. “Sim, senhor”, ironizou Dejair.

da vida com o prefeito, a diretoria da Associação de Praças da Polícia Militar (APPM), em Itabuna, emitiu nota de repúdio (confira a íntegra) condenando o desrespeito de Dejair Birschner. “Não é justo que PMs ainda se deparem em pleno século XXI com cenas de agressão cometida por um gestor municipal”.

A agressão de Dejair foi gravada em um vídeo que caiu no site de compartilhamento Youtube. A ação foi definida pela APPM-Itabuna como um “ato covarde” que teve como alvo o sargento Agnaldo, do TOR. As cenas de truculência de Vossa Excelência, o prefeito, são do dia 21 deste mês.

Confira um dos vídeos.

MP ACUSA DEJAIR DE PEDOFILIA

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O prefeito Dejair Birschner

O que antes era só uma queixa, prontamente contestada, agora virou acusação do Ministério Público. O prefeito de Una, Dejair Birschner (PP), está sendo formalmente acusado de pedofilia, abuso sexual e atentado ao pudor, informa o Bahia Notícias.

Segundo o site, que afirma ter tido acesso a documentos que sustentam a notícia, Dejair pode ter seu caso analisado pelo Tribunal de Justiça ainda este mês, caso aquela corte consiga fazê-lo antes do recesso. Mas, se isso não ocorrer, o processo deverá entrar em pauta logo no início do próximo ano.

Além da pedofilia, Dejair havia sido denunciado na Polícia Civil de Una por ter dado bebida alcoólica a menores. Ele teria levado duas meninas de 13 e 14 anos a um motel na BA-001 (entre Ilhéus e Olivença), em agosto de 2008.

O Bahia Notícias informa ainda que, apesar de o pai das garotas ter retirado a queixa na polícia, o MP seguiu com o caso, uma vez que havia indícios de que o denunciante fora manipulado. Caso seja julgado e condenado, o prefeito pode ir parar na cadeia.






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