WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
festival chocolate






alba










junho 2019
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

editorias






:: ‘desemprego’

TEL CRITICA PEDIDO DO MPT E APONTA RISCO DE 2 MIL DEMISSÕES EM ITABUNA

Unidade da Tel em Itabuna sofreu pedido de interdição por parte do MPT

A direção da empresa de telemarketing Tel Centro de Contatos reagiu ao pedido do Ministério Público do Trabalho de interdição da sua unidade em Itabuna (relembre aqui). Em contato com o PIMENTA, a empresa informou que preza “em cumprir rigorosamente as normas trabalhistas” para salvaguardar a qualidade de vida dos 15 mil colaboradores no país, classificou o pedido como absurdo e apontou risco de 2 mil desempregos no município sul-baiano, com fechamento da unidade.

A empresa ainda acusa o MPT de ter omitido a existência de laudo do Corpo de Bombeiros “atestando que as instalações estão em condições de segurança necessárias para o pleno funcionamento de suas atividades”. A documentação do Corpo de Bombeiros, de acordo com a direção da empresa, já foi apresentada. O processo em que é ré, reforça, segue em fase de instrução na Justiça Trabalhista.

“Nesse cenário, a Tel entende ainda que a ação irrefletida do MPT poderia ocasionar prejuízos à população itabunense com o desemprego de mais de 2.000 pessoas por uma medida que carece de fundamentação e prudência, colocando em xeque o sustento de milhares de famílias que dependem da unidade, assim como a vida econômica da região, nesse momento de tanta dificuldade e crise instalada”.

A empresa já sofreu uma interdição em outubro de 2017 em Itabuna. O ato foi revogado no mesmo dia pela justiça do Trabalho. Abaixo, clique em Leia Mais e confira a íntegra do posicionamento em resposta à matéria veiculada pelo PIMENTA, ontem à tarde. :: LEIA MAIS »

1,2 MILHÃO PERDERAM EMPREGO NO PRIMEIRO TRIMESTRE E 13,4 MILHÕES BUSCAM TRABALHO

Desemprego segue alto no Brasil|| Foto Pedro Ventura/Agência Brasília

Mais de 1,2 milhão de pessoas entraram para a população desocupada no primeiro trimestre do ano, na comparação com o último trimestre de 2018. Com isso, o total de pessoas à procura de emprego no país chegou a 13,4 milhões. A taxa de desocupação subiu para 12,7%, mas ainda é inferior aos 13,1% atingidos no primeiro trimestre do ano passado.

Esses são os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada na terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As maiores quedas no número de ocupados foram no setor da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com menos 332 mil pessoas, seguido por construção civil, com perda de 228 mil pessoas. Os outros setores ficaram estáveis.

“Existe uma sazonalidade na administração pública, representada principalmente pelas prefeituras, que contratam servidores temporários e os demitem no início do ano”, explica o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

O contingente de 32,9 milhões de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada ficou estável frente ao último trimestre de 2018. Já a categoria dos empregados desse setor sem carteira de trabalho assinada registrou perda de 365 mil postos de trabalho, caindo para 11,1 milhões de pessoas. Observou-se também um aumento no rendimento médio dos trabalhadores sem carteira.

:: LEIA MAIS »

ITABUNA ELIMINA MAIS DE 180 POSTOS DE TRABALHO EM APENAS UM MÊS

Itabuna elimina 181 empregos em um mês|| Foto José Nazal

Os dados divulgados, nesta quarta-feira (24), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelam que as empresas instaladas em Itabuna voltaram a demitir mais que contratar funcionários. Em março, os setores do município do sul da Bahia que mais sofreram com a crise na econômica brasileira foram comércio e serviços. Juntos, eliminaram 179 vagas.

O comércio registrou, no mês passado, 270 desligamentos e 198 contratações, o que representou o fechamento de 72 postos de trabalho com carteira assinada. A situação foi ainda pior no setor de serviços, que registrou 334 demissões contra 227 admissões, com eliminação de 107 empregos. Na agropecuária foram suprimidas outras 17 vagas. No geral, Itabuna registrou saldo negativo de 181 postos em março.

No acumulado do trimestre, as empresas instaladas em Itabuna fizeram 2.034 contratações e eliminaram 2.219 empregos formais. O pior resultado no período foi no setor de serviços, que perdeu 206 vagas; seguido do comércio, que suprimiu outras 107. Nos últimos 12 meses, o saldo de empregos no município também é negativo (-889).

ILHÉUS

Em Ilhéus, o prejuízo para os trabalhadores foi um pouco menor. Houve a eliminação de 59  vagas, com resultados negativos na agropecuária (-23),  serviços (-18),  serviço industrial de utilidade pública (-14), comércio (-3) e construção civil (-2). No acumulado do primeiro trimestre, o saldo é negativo em 85 postos de trabalho, resultado provocado por desempenho ruins em setores como agropecuária (-50) e comércio (-33).

Outros setores com resultados ruins no período foram de serviços (-32) e serviço de utilidade pública (-32). No primeiro trimestre, a construção civil apresentou o melhor desempenho, com saldo positivo de 64 postos de trabalho. No geral, no acumulado dos últimos 12 meses,  Ilhéus tem saldo positivo de 544 vagas.

ITABUNA REGISTRA FORTE AUMENTO DO DESEMPREGO EM AGOSTO; ILHÉUS TEM SALDO POSITIVO

Agosto é marcado por demissões em Itabuna e contratações em Ilhéus

Agosto é marcado por demissões em Itabuna e contratações em Ilhéus

Itabuna encerrou agosto com o fechamento de 341 postos de trabalho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Foi um dos piores resultados mensais de 2017 para o município sul-baiano. Itabuna registrou 692 contratações no período, porém atingiu 1.033 demissões no período. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o saldo é negativo (-332).

Ilhéus seguiu a tendência nacional. Como poucas vezes nos últimos dois anos, gerou empregos. Abriu 38 novos postos de trabalho no mês passado, saldo das 525 contratações ante 487 desligamentos.

A economia da Terra de Gabriela, porém registra saldo negativo quando analisado o período de 1º de janeiro a 31 de agosto. Ilhéus fechou 415 postos de trabalho no acumulado de 2017, segundo cruzamento feito pelo PIMENTA a partir de dados do Caged.

ITABUNA E ILHÉUS CORTAM MAIS DE 500 POSTOS DE TRABALHO EM 2017

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos | Foto Cidadesnet

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos || Foto Cidadesnet

As duas principais economias do sul da Bahia fecharam o acumulado de janeiro a maio deste ano com saldo negativo de empregos. Itabuna cortou 59 postos de trabalho. Ilhéus, outros 482, , aponta o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os dados do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, revelam que o setor de serviços em Itabuna abriu 197 novas vagas no período de janeiro a maio, mas outros tradicionais geradores de emprego foram em sentido contrário, a exemplo da indústria, do comércio e da construção civil.

A indústria de transformação encerrou o período com saldo negativo ao cortar 158 postos de trabalho (316 admissões ante 474 desligamentos). Foi seguido, a distância, pelo setor do comércio (corte de 42 postos) e pela construção civil (-35).

Quando considerado apenas maio, o município fica no zero a zero. Gerou 725 empregos, porém registrou 725 desligamentos. Serviços e administração pública geraram, respectivamente, 27 e 4 novos empregos. Apresentaram saldo negativo, dentre os principais setores, indústria (-21), construção civil (-7) e comércio (-2).

O PIMENTA fez cruzamento de dados dos últimos 12 meses. O acumulado de um ano revela saldo positivo neste período em Itabuna: 779 novas vagas. Fica no azul ao ser puxado pelo setor de serviços, que gerou 1.252 novos empregos, tendo como principal responsável a área de telemarketing.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

ILHÉUS

Ilhéus fechou o período de janeiro a maio em situação ainda pior. Os principais cortes de postos de trabalho ocorreram na área de serviços (-176), construção civil (-151) e comércio (-148).

O setor agropecuário também apresentou saldo negativo, limando 79 postos de trabalho.

Apenas o setor de serviços de indústria de utilidade pública fechou bem: criou 94 novos postos de trabalho. O setor inclui serviços como transporte coletivo, água e luz, por exemplo.

Dos mais de 480 postos de trabalho cortados nos primeiros cinco meses do ano, 106 deles se deram em maio. Comércio e construção civil puxaram as demissões. Corte de 46 postos de trabalho cada um. O de serviços cortou 14. Já nos últimos 12 meses, o município ilheense fecha com saldo ainda mais negativo: -707 postos.

BAHIA E BRASIL

Os números de maio no país foram positivos, com a criação de 34.253. Na Bahia, também. O estado criou 2.966 novos empregos. Nos cinco primeiros meses do ano, geração de 6.203 novos postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é negativo: -42.937, de acordo com o MTE.

ITABUNA CRIA NOVOS EMPREGOS E ILHÉUS FECHA FEVEREIRO NO VERMELHO

Ilhéus registrou nova queda no número de empregos (Foto José Nazal).

Ilhéus registrou nova queda no número de empregos (Foto José Nazal).

Ilhéus encerrou fevereiro com saldo negativo de empregos, segundo o Ministério do Trabalho. Ilhéus efetuou 472 contratações em fevereiro e 665 demissões, resultando em corte de 193 postos de trabalho.

Seguiu na contramão dos desempenhos nacional e de Itabuna. O país e o município vizinho fecharam o mês “no azul” no quesito geração de novos empregos. Itabuna criou 41 novos empregos em fevereiro.

O desempenho itabunense foi razoável por causa do saldo positivo no setor de serviços, com abertura de 154 novos empregos, e administração pública (9). Dentre os setores que mais empregam, o comércio fechou 33 vagas, a indústria de transformação ‘limou’ outras  57 e a construção civil mais 24.

Retornando ao cenário ilheense, três dos setores cruciais fecharam no negativo. Maior corte ocorreu no setor de serviços (-58), seguido por comércio (-51), construção civil (-49), agropecuária (-33) e indústria (-14).

ILHÉUS FECHA MAIS DE MIL POSTOS DE TRABALHO COM CARTEIRA ASSINADA

 

desempregoSegundo maior PIB (Produto Interno Bruto) do sul da Bahia, Ilhéus obteve resultado negativo na geração de empregos com carteira assinada em janeiro, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Fechou 103 postos de trabalho no mês passado. O número é pior se levado em conta o período de 12 meses, quando a economia perdeu 1.044 postos de trabalho.

O corte acima de mil empregos formais é resultado de 7.029 admissões e 8.073 demissões no período. O setor de serviços responde por quase 40% do corte de postos no ano passado (limou 395 empregos no período).

Já quando levado em conta o primeiro mês deste ano, o setor de serviços fechou no azul, mas timidamente – apesar da alta estação. Porém, construção civil, comércio e indústria desafinaram.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o setor de serviços abriu 21 vagas e a agropecuária criou outros 4. Na contramão, a construção civil fechou 73 postos de trabalho, seguido de comércio (-30) e indústria de transformação (-23).

ITABUNA

Itabuna também fechou no vermelho em janeiro, conforme o Ministério do Trabalho. O município cortou 42 postos de trabalho no primeiro mês do ano.

Os setores da construção civil e de serviços foram os maiores responsáveis pelo desempenho ruim. Cortaram, respectivamente, 32 e 21 postos de trabalho.

O comércio mostra recuperação com a abertura de 19 novas vagas no primeiro mês do ano. Com 10 novos postos, a agricultura também fechou no azul em relação a empregos com carteira assinada.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, Itabuna criou 123 novos empregos – 10.402 admissões ante 10.279 desligamentos no período.

Como o PIMENTA mostrou em janeiro, o resultado positivo na geração de empregos nos últimos meses tem a ver com as contratações feitas pela Tel Centro de Contatos. A empresa de telemarketig criou mais de 1,5 mil empregos no período de mais de um ano. Já neste início de ano, a Tel deu freio nas contratações.

ITABUNA GERA NOVOS EMPREGOS EM 2016; ILHÉUS FECHA 1,1 MIL POSTOS DE TRABALHO

Oportunidades na área de telemarketing puxaram resultado positivo (Foto Reprodução).

Oportunidades na área de telemarketing puxaram resultado positivo (Foto Reprodução).

Puxado pelos setores de serviços e indústria de transformação, Itabuna fechou 2016 com saldo positivo de empregos com carteira assinada. O município criou 165 novos postos de trabalho no período, de acordo com o Ministério do Trabalho. O cenário difere de 2015, quando houve corte de 1.788 vagas de emprego.

O setor de serviços criou 803 novas vagas, maior saldo em 2016, seguido pela indústria de transformação, com 449 novos postos de trabalho. A área de serviços poderia fechar o ano ainda melhor se não fosse dezembro, porém encerrou com saldo negativo de 157 vagas.

Individualmente, a empresa campeã em geração de novos empregos no ano passado foi a Tel Centro de Contatos, empreendimento da área de call center que começou a se instalar em Itabuna no segundo semestre de 2015. A Tel abriu cerca de 1,3 mil empregos somente em 2016 em suas bases na região do São Caetano e na Avenida J.S. Pinheiro.

Reflexo ainda da crise na economia nacional, o comércio itabunense fechou 592 postos de trabalho. Nos últimos dois anos, este setor cortou 1.097 vagas de emprego com carteira, sendo 505 em 2015.

Outros setores também fecharam 2016 com saldo negativo – construção civil (-272) e agropecuária (-186).

Encerrar 2016 no azul no item geração de empregos faz com que Itabuna se insira em grupo de poucos municípios baianos que conseguiram este feito no período. Juazeiro criou mais de 1,9 mil empregos no ano passado. Além deles, Eunápolis também encerrou período no azul, conforme levantamento feito pelo PIMENTA.

ILHÉUS CORTA 1,1 MIL EMPREGOS

empregoO desempenho da economia ilheense no ano passado foi em direção oposta à de Itabuna. Houve corte de 1.143 vagas com carteira assinada. No período de 12 meses, o segundo maior município sul-baiano gerou 6.980 empregos e registrou 8.123 desligamentos.

Todos os principais setores da economia de Ilhéus fecharam no negativo, com destaque para a área de serviços, com o saldo negativo de 495 vagas.

O comércio fechou 177 postos de trabalho e a indústria cortou outros 174. A indústria, que sempre teve forte peso no Produto Interno Bruto (PIB) ilheense, apresentou saldo negativo de 111 vagas.

A retração no setor industrial na Terra de Gabriela nos últimos 10 anos fez com que Itabuna a ultrapassasse em relação ao PIB.

DESEMPENHO DOS 15 MAIS POPULOSOS DA BA

Juazeiro | + 1.956 vagas

Eunápolis | + 336 vagas

Itabuna | + 165 vagas

Porto Seguro | -78 vagas

Jequié | -308 vagas

Santo Antônio de Jesus |-521 vagas

Teixeira de Freitas | -586 vagas

Vitória da Conquista |  – 1.080 vagas vagas

Ilhéus | -1.143 vagas

Barreiras | -1.347 vagas

Simões Filho | -1.699

Camaçari | -5.437 vagas

Feira de Santana | -5.924 vagas

Lauro de Freitas | -13.918 vagas

Salvador | -25.000 vagas

ITABUNA E ILHÉUS FECHAM 2,2 MIL VAGAS DE EMPREGO EM 2016

Ano tem mais de 2,2 mil desempregados em Itabuna e Ilhéus.

Ano tem mais de 2,2 mil desempregados em Itabuna e Ilhéus.

Itabuna e Ilhéus fecharam 2.249 vagas de emprego com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A maior baixa ocorreu em Ilhéus: corte de 1.374 postos de trabalho ante 875 em Itabuna.

Os números da economia itabunense foram um pouco melhores em julho, influenciados pelo aumento nas contratações no setor industrial. Das 334 novas vagas abertas no ano na indústria de transformação, 156 se deram em julho.

O setor deverá apresentar saldo ainda melhor em agosto, pois a Trifil começou a contratar mais 400 funcionários para a unidade em Itabuna, segundo confirmaram fontes da empresa ao PIMENTA.

O segundo setor que apresentou saldo positivo no acumulado do ano, em Itabuna, foi a administração pública, com saldo de 42 vagas.

Polo comercial e de serviços, o município fechou vários postos de trabalho nestes setores. 569 no comércio mais 370 no setor de serviços. Em julho, o comércio encerrou com saldo negativo de 93 vagas. E o setor de serviços, corte de 27.

O QUADRO EM ILHÉUS

A realidade em Ilhéus é ainda mais preocupante. O município cortou quase 1,4 mil empregos formais no ano, 282 deles somente em julho, quando todos os setores fecharam no negativo ou ficaram no zero, a exemplo da administração pública.

No acumulado dos sete meses, o setor de serviços cortou 535 vagas. A construção civil eliminou outros 298 postos de trabalho ante 261 do comércio. A agropecuária, outros 148.

COMÉRCIO DE ITABUNA FECHA 508 VAGAS DE EMPREGO NO ANO

Comércio de Itabuna corta mais de 500 vagas em cinco meses (Foto Arquivo).

Comércio de Itabuna corta mais de 500 vagas em cinco meses (Foto Arquivo).

Números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam fechamento de 158 postos de trabalho no mês passado em Itabuna. Comércio e serviços, cada um, cortaram 114 vagas de emprego com carteira assinada em maio.

A indústria de transformação e a construção civil caminharam em sentido oposto com a abertura de 50 e 35 novas vagas, respectivamente, de acordo com os dados do MTE.

Nos cinco primeiros meses deste ano, o saldo é negativo. Corte de 775 postos de trabalho. Os maiores responsáveis por este resultado ruim foram dois dos mais importantes setores da economia itabunense. O comércio cortou 508 postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o comércio havia eliminado praticamente a metade (255 vagas), conforme apurado pelo PIMENTA.

O setor de serviços eliminou outros 271.

A indústria foi o único dos setores mais representativos que apresenta bom resultado para o período de crise na economia local e nacional ao abrir 150 novos empregos. Em 2015, a economia grapiúna havia cortado 73 empregos, número bem menor do que o registrado agora (775).

ILHÉUS FECHA 924 VAGAS EM 2016

A situação do desemprego é ainda pior em Ilhéus. De janeiro a maio, a economia ilheense registrou corte de 924 postos de trabalho.

O setor onde ocorreu maior corte foi o de serviços – 310 no período, seguido pela construção civil (200) e comércio (178). A agropecuária também foi decisiva. Corte de 126 postos de trabalho.

O único setor com saldo positivo de empregos em maio, em Ilhéus, foi serviços, com abertura de 25 novas vagas. Construção civil e comércio, juntos, eliminaram 147 empregos.

CRISE CHEGOU À MESA DO BAR

Para muitos, ir ao barzinho tomar aquela gelada deixou de ser um hábito na Bahia

Para muitos, ir ao barzinho tomar aquela gelada deixou de ser um hábito na Bahia

Essa é uma notícia que não vai descer redondo, principalmente numa sexta-feira… A crise econômica que atinge o Brasil já afeta seriamente o movimento nos bares, e a Bahia é um exemplo das dificuldades enfrentadas pelo setor.

Pelo que indicam os números da seção baiana da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-BA), nada menos que 1.185 bares e restaurantes encerraram suas atividades no Estado nos três primeiros meses de 2016.

Os estabelecimentos que resistem de pé estão cambaleantes e a previsão é de que muitos ainda fechem as portas a partir deste mês, principalmente porque a alta estação já ficou para trás há algum tempo.

Segundo a Abrasel, os clientes que se mantêm fiéis agora gastam em média 40% a menos. Como consequência inevitável, o setor passou a contribuir fortemente com o aumento do desemprego. Foram 4 mil demissões só no primeiro trimestre.

Pense numa ressaca daquelas… É esse o golpe que os bares e restaurantes da boa terra estão enfrentando.

IBGE: BRASIL PERDE 533 MIL POSTOS DE TRABALHO EM UM ANO

carteiradetrabalhoDa Agência Brasil

O Brasil perdeu 533 mil postos de trabalho entre novembro de 2015 e novembro de 2014. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população ocupada passou de 92,706 milhões de pessoas no trimestre encerrado em novembro de 2014 para 92,173 milhões de pessoas no mesmo período do ano seguinte.

No mesmo período, a população desocupada cresceu em 2,68 milhões de pessoas, chegando a 9,13 milhões. Além da perda de postos de trabalho, houve um crescimento no número de pessoas que antes não trabalhavam e passaram a procurar emprego. A força de trabalho brasileira (soma de pessoas ocupadas e desocupadas) cresceu de 99,2 milhões para 101,3 milhões em um ano.

Baixas

A maior perda absoluta de postos de trabalho ocorreu na indústria. Em novembro de 2015, havia 12,6 milhões de pessoas empregadas no setor, 821 mil a menos do que em novembro do ano anterior, ou seja, uma queda de 6,1%.

Já a maior queda percentual da população ocupada foi observada no segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-6,3%). O setor teve um recuo de 668 mil postos de trabalho, passando a empregar 9,9 milhões de pessoas.

Também tiveram perdas de postos de trabalho os segmentos da agricultura e pecuária (menos 179 mil pessoas) e outros serviços (menos 140 mil).

:: LEIA MAIS »

ITABUNA E ILHÉUS FECHAM 2,5 MIL VAGAS DE EMPREGO EM 2015

desempregoA crise econômica nacional refletiu forte nos dois maiores municípios do sul da Bahia. Itabuna fechou 1.774 vagas de emprego com carteira assinada no ano passado, segundo divulgou o Ministério do Trabalho e Emprego nesta quinta (21). A construção civil foi o setor que mais fechou postos de trabalho, com 539 cortes em 2015.

Na sequência, aparecem comércio (507 vagas fechadas), serviços (430) e indústria de transformação (382). Somente em dezembro, o setor de serviços eliminou 157 empregos, resultado de 216 contratações e 373 desligamentos.

No acumulado de 2015, apenas dois setores fecharam com saldo positivo de empregos. A agropecuária abriu 84 novas vagas de emprego. A administração pública abriu outras 29.

ILHÉUS CORTA 727 EMPREGOS

Segunda principal economia do sul-baiano, Ilhéus encerrou 2015 com corte de 727 vagas de emprego com carteira assinada. A indústria de transformação respondeu por mais da metade dos cortes, com fechamento de 376 postos de trabalho.

A construção civil fechou outras 209 vagas com carteira assinada. O comércio também encerrou o ano de 2015 no vermelho em relação a empregos ao cortar 186 postos de trabalho, seguido pelo setor de serviços, que limou 56 vagas.

Assim como em Itabuna, somente dois setores fecharam no azul. A administração pública fechou 2015 com saldo positivo de 76 vagas. A agropecuária abriu mais 47 vagas.

IBGE: BRASIL FECHA 2015 COM AUMENTO NO DESEMPREGO

desempregoDa Agência Brasil

Tomando por base a média dos três primeiros trimestres deste ano, a taxa de desemprego prévia do Brasil em 2015 seria de 8,4%, superando as taxas médias registradas no mesmo período de 2014 (6,9%), 2013 (7,4%) e 2012 (7,5%).

“Porque tem mais pessoas procurando trabalho”, ressaltou, em entrevista à Agência Brasil, o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estatístico Cimar Azeredo.

Os dados consideram os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua). Isso significa, segundo ele, que em termos da taxa de desocupação, o Brasil fecha o ano com mais pessoas procurando emprego do que havia no ano passado.

Assim, a taxa se mostra mais alta. “Então, você tem mais pessoas na fila de desocupação do que em anos anteriores. A desocupação está crescendo em função de mudanças que ocorrem na estrutura do mercado de trabalho”.

Azeredo destacou que, no último trimestre de 2015, houve uma queda expressiva no número de pessoas trabalhando com carteira assinada. Foram 1,273 milhão de pessoas a menos em relação a 2014. Essas pessoas, que estavam sob uma rede de proteção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do seguro-desemprego, usaram esses recursos e acabaram aumentando o contingente da população trabalhando por conta própria ou como pequenos empregadores, que montaram o próprio negócio.

“Houve uma queda do emprego, mas a queda da população ocupada não existiu”, assegurou. Essa mudança no mercado de trabalho traz uma perda de estabilidade dentro do domicílio e força filhos que estão no ensino médio ou superior e mesmo pessoas mais idosas a procurar emprego para tentar manter o nível de vida que foi perdido.

Esse processo fez a taxa de desocupação aumentar, indicou Azeredo. “Não houve redução do número de ocupados. Houve redução do número de empregados (formais), que começaram a trabalhar por conta própria. A mudança na estrutura desse mercado leva a uma quebra na estabilidade no domicílio e essa perda de estabilidade faz aumentar a fila da desocupação”, reiterou.

A análise do momento atual mostra que a população ocupada está estável, mas a fila de desocupação cresceu por conta da mudança na estrutura do mercado. Cimar Azeredo salientou, inclusive, que a força de trabalho no Brasil aumentou em 2015. O país tinha no terceiro trimestre 2 milhões a mais de pessoas na força de trabalho, que envolve a população ocupada mais a população desocupada, que está pressionando o mercado para entrar.

DE QUEM É A CULPA?

Jaciara Santos PrimoreJaciara Santos | jaciarasantos@primoreconsultoria.com.br

Em nossas vidas, 10% estão relacionados com o que se passa, são acontecimentos que não podemos prever. Os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como reagimos aos acontecimentos.

 

A taxa de desemprego em nosso país alcançou a margem de 7,6% em setembro, segundo o IBGE. Enquanto alguns continuam na busca de um emprego melhor, outros lutam para conseguir uma vaga no mercado de trabalho.

É notória a desmotivação em grande parte dos empregados que trabalham, sobretudo no comércio de nossa cidade. As pessoas estão cada vez mais cautelosas para comprar, em decorrência da realidade econômica do nosso país. Com isso, as comissões diminuem, as despesas aumentam e o descontentamento aflige muitos comerciários.

E agora? O que fazer para enfrentar esse momento difícil?

Quando éramos crianças, tínhamos vários sonhos profissionais, queríamos ganhar o mundo. O sonho de criança é deixado para trás, frente à realidade financeira. No entanto, acredite que a melhoria virá. Nenhuma crise dura ou durará para sempre. As dificuldades vividas não são motivos para tratar mal ou maltratar os clientes.

Lembro-me do exemplo do gari carioca Renato Sorriso, que ficou famoso graças à sua vassoura (material de trabalho) e ao seu belo sorriso, quando limpava, sambando em belo estilo, pela Marquês da Sapucaí em 1997. Trabalhava com muita alegria e entusiasmo.

Será que Renato não tinha problema? A vida financeira era a que ele esperava? Talvez não. Esse exemplo nos dá motivos para agir e refletir: “os tempos difíceis, não são tempos para deter as tentativas”.

Em nossas vidas, 10% estão relacionados com o que se passa, são acontecimentos que não podemos prever. Os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como reagimos aos acontecimentos.

Continue! Tenha paciência e persistência e não culpe os outros por seus problemas. Lute! Lembre-se sempre “a persistência é o caminho do êxito” (Charles Chaplin).

Jaciara Santos é coach pessoal e profissional.

COMÉRCIO E CONSTRUÇÃO CIVIL LIDERAM DESEMPREGO EM ITABUNA

Vista aérea da região central de Itabuna (Foto Tarso Soares).

Vista aérea da região central de Itabuna (Foto Tarso Soares).

Itabuna cortou 481 empregos com carteira assinada em setembro, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo negativo só é menos pior que o apurado em agosto, quando 734 postos de trabalho foram fechados.

Quando apurados os nove primeiros meses do ano, o saldo da a dimensão real da crise: corte de 1.217 vagas. Se levados em conta os 12 últimos meses, são 1.373 postos de trabalho a menos.

O saldo representa a diferença entre número de admissões e de desligamentos.

A construção civil foi o setor que mais puxou os resultados para baixo, em setembro, ao cortar 285 vagas, período que houve registro de 107 contratações contra 392 demissões.

O setor de serviços vem na sequência com fechamento de 119 postos de trabalho, seguido pela indústria (corte de 71 vagas) e pelo comércio (menos 37). Nos nove primeiros meses do ano, o comércio foi quem mais desempregou. Menos 520 vagas.

A agropecuária abriu 32 novas vagas, sendo um dos dois setores com resultado positivo no mês. O outro foi o de serviços industriais de utilidade pública, com abertura de 3 novas vagas.

ILHÉUS CORTA 38 EMPREGOS

Os números em Ilhéus são bem menos piores em setembro. Corte de 38 vagas. Serviços e Agropecuária fecharam o mês no positivo, com 32 e 16 novas vagas, respectivamente.

Porém, outros setores caminharam em sentido contrário. A construção civil cortou 55 vagas e a indústria, 27.

Os resultados do ano decepcionam ainda mais. A indústria cortou 313 vagas. Serviços e comércio cortaram, respectivamente, 287 e 285 vagas.

Administração pública, com 88, e agropecuária, com 83, fecharam no azul, assim como a construção civil (38).

JUAZEIRO É “OÁSIS”

carteiradetrabalhoO Pimenta também fez cruzamento de resultados de outros municípios baianos. Juazeiro teve saldo positivo de 301 empregos com carteira assinada.

Comércio e agropecuária foram os setores que mais colaboraram para estes números. O município do norte baiano criou, somente em 2015, 4.582 novos empregos.

Dos grandes municípios do Estado, Camaçari também fechou com saldo positivo ao criar 89 novos empregos em setembro, porém cortou 2.602 empregos no ano.

Feira de Santana, segundo maior município baiano, eliminou 298 postos de trabalho em setembro. Vitória da Conquista, o terceiro, cortou 50. Também fechou no vermelho, com 60 vagas de empregos a menos. Houve corte de 1.932 postos de trabalho em Salvador.

A Bahia fechou 4.360 empregos em setembro. No ano, 40.471. Em 12 meses, foram cortadas 65.909 vagas, quebrando uma sequência positiva desde 2007.

ITABUNA CORTA MAIS DE 730 EMPREGOS SÓ EM AGOSTO

Agosto foi período duro para quem procurou emprego.

Agosto foi período duro para quem procurou emprego.

A crise econômica afetou, fortemente, a geração de empregos com carteira assinada em Itabuna. Foram cortados 736 postos de trabalho apenas em agosto. É o pior resultado para um único mês, pelo menos, nos últimos dez anos.

Os principais responsáveis pelo resultado negativo foram os setores da indústria (corte de 222 vagas), construção civil (também 222 vagas a menos) e serviços (154).

Outro setor também afetado com força foi o comércio, que cortou 131 vagas com carteira assinada. O resultado é obtido da diferença entre admissões e desligamentos.

Para se ter uma ideia do impacto das demissões em agosto, Itabuna fechou os oito primeiros meses deste ano com corte de 852 vagas, sendo 736 somente no mês passado. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

ILHÉUS

Os números também não foram bons para Ilhéus, embora o impacto tenha sido bem menor. Corte de 152 vagas em agosto.

Os setores onde ocorreram mais demissões: serviços (menos 74 vagas), construção civil (-37) e comércio (-34).

Indo na contramão, a agropecuária abriu 13 novos postos de trabalho.

ITABUNA E SALVADOR LIDERAM DEMISSÕES

Dentre os maiores municípios baianos, Salvador e Itabuna foram os campeões de demissões em agosto, segundo levantamento feito pelo PIMENTA.

Salvador cortou 2.858 empregos no último mês. Itabuna, 736.

Outro com número de demissões considerado alto, Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, que sedia o Polo Petroquímico baiano, cortou de 664 postos de trabalho.

A Bahia cortou 6.853 empregos com carteira assinada em agosto. O setor que mais eliminou vagas foi o da construção civil, com corte de 2.577 vagas. No país, foram 86.543 desligamentos registrados no período.

JUAZEIRO GERA 345 NOVOS EMPREGOS

Dentre os grandes, apenas Juazeiro fechou agosto com saldo positivo. Gerou 345 novos empregos, puxado pela agropecuária, serviços e indústria.

TAXA DE DESEMPREGO EM AGOSTO É A MENOR DESDE 2002

carteiradetrabalhoDa Agência Brasil

A taxa de desemprego em agosto deste ano ficou em 5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), anunciada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A entidade também divulgou hoje as taxas médias completas de julho (4,9%), junho (4,8%) e maio (4,9%), que haviam sido informadas anteriormente sem os dados de todas as regiões metropolitanas, devido à greve dos servidores do instituto, que terminou em agosto.

Normalmente, a PME é feita em seis regiões metropolitanas: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. No entanto, devido paralisação, os números divulgados em maio, junho e julho não incluíam as taxas de Salvador e Porto Alegre. Sem os dados das seis capitais, o IBGE não pôde divulgar uma média nacional.

A taxa de desocupação de 5% é o menor índice para meses de agosto desde o início da série histórica, em 2002. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 5,3%. Em agosto deste ano, a população desocupada – 1,2 milhão de pessoas, ficou estável nas comparações com julho deste ano e com agosto do ano passado. Já o contingente de ocupados – 23,1 milhões, cresceu 0,8% em relação a julho e manteve-se estável na comparação com agosto de 2013.

O número de trabalhadores com carteira assinada (11,8 milhões) ficou estável em ambas as comparações.

Entre os grupamentos de atividades, na comparação com julho, apenas o ramo da construção teve aumento da população ocupada (5,1%). Os serviços domésticos tiveram queda (-3,9%) e as demais atividades mantiveram-se estáveis. Já na comparação com agosto do ano passado, os serviços domésticos tiveram queda de 7,2%, enquanto as demais atividades mantiveram-se estáveis.

EMPREGO: ILHÉUS E ITABUNA FECHAM 2013 NO VERMELHO

carteira de trabalhoItabuna e Ilhéus fecharam 2013 com saldo negativo de empregos, segundo revelam números do Ministério do Trabalho e Emprego. Itabuna cortou 264 postos de trabalho com carteira assinada e Ilhéus fechou 100. O saldo representa a diferença entre admissões e demissões ou desligamentos.

A indústria fechou 534 postos de trabalho em Itabuna no ano passado, seguido pela construção civil (170) e agropecuária (85).

Na outra ponta, o setor de serviços abriu 407 novas vagas, enquanto o comércio teve saldo positivo de 49 novos postos de trabalho.

Durante todo o ano de 2013, foram 11.733 desligamentos ou demissões contra 11.469 contratações, gerando o saldo negativo de 264 vagas. No ano anterior, Itabuna criou 605 novas vagas, conforme levantamento do PIMENTA.

Em dezembro, praticamente todos os setores apresentaram números negativos, sendo destaques indústria (corte de 146 vagas), comércio (-61), serviços (-60) e construção civil (-43).

ILHÉUS
Ilhéus apresentou saldo negativo no ano passado, mas fechou dezembro com criação de irrisórias 21 vagas. No acumulado dos 12 meses de 2013, foram 8.640 demissões ou desligamentos ante 8.540 contratações. Já em 2012, o saldo foi positivo: 540 vagas.

Os principais responsáveis pelos números ruins foram os setores da agropecuária (corte de 218 vagas no ano), comércio (64) e construção civil (55).

Quem “segurou as pontas” foi o setor de serviços, com o saldo positivo de 218 vagas, sendo 72 delas só em dezembro. A indústria criou apenas 4 vagas.

BAHIA
A Bahia fechou 2014 com saldo positivo de empregos. Foram criados 51.270 novos postos de trabalho no ano passado. Os setores de serviços e construção civil lideraram a geração de empregos, com saldo de 18.903 e 15.565 novos empregos. O comércio abriu 12.087 vagas.

Apesar dos números positivos no acumulado dos 12 meses, dezembro teve desempenho decepcionante com o corte de 10.237 postos de trabalho. A construção civil fechou 3.392 vagas, serviços outras 2.361 e a indústria apresentou saldo negativo de 1.674 vagas. Em dezembro, o Brasil registrou corte de 449.444 postos de trabalho, mas com saldo positivo de 1.117.171 empregos no acumulado dos 12 meses.

BRASIL TEM MENOR ÍNDICE DE DESEMPREGO EM DEZ ANOS

desemprego

Da Agência Brasil

A taxa de desemprego do país ficou em 4,6% em dezembro e fechou o ano de 2012 em 5,5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados hoje (31) e mostram que o índice anual é o mais baixo da série história iniciada em março de 2002. Antes disso, a taxa de 2011 havia sido a menor da série, ao ficar em 6%.

O resultado de dezembro do ano passado também é o menor da série histórica. O recorde anterior havia sido registrado em dezembro de 2011 (4,7%). Em novembro de 2012, o índice ficou em 4,9%.

O IBGE iniciou a série histórica da pesquisa em março de 2002, por isso não há dado consolidado para aquele ano.

Leia mais

O PERIGO DA DESMOTIVAÇÃO DOS JOVENS

Da Agência Brasil

O aumento da criminalidade nas cidades, a migração de áreas rurais para urbanas e a escassez de mão de obra no futuro podem ser algumas consequências da incidência do desemprego sobre os jovens, avalia o diretor adjunto de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos Henrique Leite Corseuil.

De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 12,6% das pessoas entre 15 e 24 anos no mundo estavam sem emprego em 2012, o que corresponde a cerca de 74 milhões de pessoas.

“Estudos mostram que no Brasil, e também em outros lugares do mundo, um cenário mais apertado no mercado de trabalho urbano pode desmotivar a busca dos jovens por um emprego e fazer com que tentem a vida de outras formas. Na maioria dos casos, em atividades ilegais”, disse Corseuil à Agência Brasil.

Leia mais

CODEFAT ESTUDARÁ AMPLIAÇÃO DE SEGURO PARA DEMITIDOS DA AZALEIA NA BAHIA

Azaleia deixou 4 mil sem emprego no sudoeste da Bahia

Azaleia deixou 4 mil sem emprego no sudoeste da Bahia

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) sinalizou positivamente para ampliação do seguro-desemprego dos funcionários demitidos em 12 unidades da Vulcabras|azaleia situadas em seis municípios do sudoeste baiano. O pedido foi formulado pelo Governo da Bahia, levando em conta o grande impacto social da desativação das fábricas.

Segundo o governo, porém, a extensão do benefício estará vinculada ao tempo de serviço de cada trabalhador. Em condições normais, quem está no emprego há mais de dois anos tem direito a cinco meses de seguro. O sindicato que representa a categoria no sudoeste avalia que pelo menos 80% dos demitidos contavam mais de dois anos no serviço.

O governador Jaques Wagner discutiu a situação dos trabalhadores nesta sexta-feira, 14, em Brasília. Ele se encontrou com o ministro do Trabalho, Brizola Neto, a quem reforçou o pedido para que o seguro-desemprego dos operários seja ampliado. Wagner também se reuniu com os ministros Ideli Salvati, das Relações Institucionais, e Fernando Pimentel, da Indústria e Comércio Exterior, com quem voltou a abordar a necessidade de medidas antidumping para proteger a indústria nacional.








WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia