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editorias






:: ‘Dilma’

O MEDO DO DOIS DE JULHO

Samuel Celestino | Bahia Notícias

O governador Jaques Wagner disse que não vai mudar a sua agenda para o Dois de Julho, e não deve mudar mesmo, nem o prefeito ACM Neto, na medida em que são, pelos cargos que ocupam, presenças obrigatórias no festejo da Independência, que, há pouco, por decisão da presidente Dilma, se tornou uma data nacional. Até lá, se o pacote anunciado pela presidente na noite de ontem tiver boa acolhida dos manifestantes e da população de maneira geral, como é muito provável que tenha porque, em cinco itens, o pacote abrange todas as reivindicações das ruas, não há o que temer. Caso contrário, o Dois de Julho será magro de políticos que estão na berlinda, de rabo entre as pernas, tanto eles quanto seus partidos que são desdenhados pela população de maneira geral, conforme revelaram as pesquisas.

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PREOCUPAÇÃO

Coluna Raio Laser | Tribuna

Diante dos protestos que estão em pleno vigor no país, a presidente Dilma Rousseff telefonou, ontem, para o governador Jaques Wagner que disse a ela que a partida entre Brasil e Itália, marcada para este sábado, terá segurança reforçada na Arena Fonte Nova. “Ela fez contato comigo hoje, pelo que me disse fez contato também com o Antonio Anastasia (governador de Minas Gerais), que vai receber outro jogo amanhã (hoje). É óbvio que a presidenta está acompanhando, como a mais alta mandatária do país, seguramente se preocupa, como eu”.

ENQUANTO ISSO, EM BRASÍLIA…

dilma, geraldo e vane

 

LULA: “NÃO PRECISA ESTABELECER RELAÇÃO PROMÍSCUA PARA FAZER POLÍTICA”

LivroLulaDilmaDo Blog de Josias de Souza

Será lançado no próximo dia 13 o livro “10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma.” Em meio a duas dezenas de textos analíticos, a obra traz uma entrevista de Lula. Ocupa 20 das 384 páginas. Foi concedida ao educador argentino Pablo Gentili e ao sociólogo Emir Sader, organizador do livro, em 14 de fevereiro –nas pegadas das condenações do mensalão.

Em vários pontos da conversa, Lula fez algo muito parecido com uma autocrítica. A certa altura, disse que “o PT cometeu os mesmos desvios que criticava” nos outros partidos. Atribuiu o rebaixamento ético ao peso do dinheiro nas eleições. Disse que seu partido precisa voltar a acreditar nos “valores” que o inspiravam no passado, para “provar que é possível fazer política com seriedade.”

De repente, Lula saiu-se com essa: “Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política. O PT precisa voltar urgentemente a ter isso como uma tarefa dele e como exercício prático da democracia.”

O Lula do livro destoa do Lula que, em nome dos arranjos de 2014, aconselhou Dilma Rousseff a devolver à Esplanada representantes dos esquemas partidários que haviam sido varridos na pseudofaxina de 2011. Esse Lula que dá aulas de balcão não orna com o Lula da entrevista: “Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade.”

Leia a íntegra no blog

“DILMÁ” CRITICA CHAPINHA DE MARCO FELICIANO…

Dilmá, da Parafernalha, faz críticas ao deputado federal Marco Feliciano (PSC). Bem no estilo “Parafernalha”, sobra crítica até para a chapinha do parlamentar presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Federal. “Seu cabelo não nega as origens”. O vídeo tem quase 900 mil visualizações no Youtube. Hilário – e não indicado para menores de 18…

METEOROLÓGICA…

Amarildo PR e PT

DILMA AFIRMA QUE DEFESA DO CONSUMIDOR DEVE SER POLÍTICA DE ESTADO

Da Agência Brasil

consumidorAo comentar o lançamento do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje, 25, que o governo pretende transformar a defesa do consumidor brasileiro em uma política de Estado. Lançado no último dia 15, o pacote estabelece medidas para garantir a melhoria da qualidade dos serviços e dos produtos ofertados ao consumidor.

“Estamos tomando medidas para fortalecer os órgãos de fiscalização, melhorar o atendimento feito pelas empresas e garantir a qualidade dos produtos e dos serviços que são oferecidos. Queremos também, com essas medidas, aumentar a transparência dos contratos e das contas e garantir que as empresas deem respostas mais rápidas para os problemas que surgirem.”

Durante o programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que uma das ações previstas no plano é a criação de uma lista de produtos considerados essenciais e que, se apresentarem defeito, deverão ter o problema resolvido na hora. Uma alternativa às empresas será devolver o dinheiro referente ao produto, sem que o consumidor precise procurar o Procon ou a Justiça.

UNIVERSO PARALELO

JORGE, QUEM DIRIA, ACABOU NA TELONA

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1Jorge AraujoO curta Ofuscado, de Elisa Araújo, nos guarda uma surpresa muito grata: o professor Jorge de Souza Araújo, ele mesmo, encabeça o elenco, fazendo o personagem Seu Malaquias. Ofuscado, rodado em Xique-Xique, procura refletir a realidade dos sertões da Bahia, o sofrimento de sua gente. A história se passa na fictícia Januário da Serra Vermelha. Do lado de cá da tela, na vida de verdade, Jorge, atrás de sua barba famosa, guarda muito de ficção, de tipo inventado em página de livro: sertanejo de Baixa Grande, família pobre assolada pela inclemência do sol, pôs às costas seu bocapiu de sonhos e perspectivas e partiu para a região do cacau.

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Coleção de amigos e prêmios literários

Em terras do sem fim, estudou, virou professor, doutorou-se em literatura no Rio de Janeiro, fez política, foi engraxate, trabalhou em jornais que mal lhe pagavam o almoço frugal, escreveu montes de livros (bem contados e medidos, chegam aos 35!), outro monte dorme na gaveta, à espera de editora. Coleciona amigos e prêmios literários. Entre estes estão o Jorge Amado, o Anchieta, o Graciliano Ramos, todos da Academia de Letras da Bahia. Raro exemplo de intelectual que não rompeu os vínculos com sua terra e seu povo, Jorge Araújo nunca permitiu que saberes, premiações, confetes e lantejoulas o fizessem arrogante. Contados os prêmios, resta dizer que é incerto e não sabido o número de amigos de Jorge.

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A FALA DO TRONO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

3DilmaO discurso da presidenta Dilma, no Dia Internacional da Mulher, teve na mídia em geral boa repercussão. Em meios que não se afinam com o conservadorismo ainda resistente no País feito doença crônica, o efeito foi maior: valeu por nos lavar a alma. Setores da mídia enxergaram ali um aviso aos homens que perpetram violência contra as mulheres; outros, entre os quais me incluo, entendem que o “recado” de Dilma transpõe as fronteiras do feminismo, vai muito além das comemorações do oito de março: limitar a fala presidencial, emitida sem ódio e sem medo, apenas à defesa da mulher, seria reduzir-lhe efeitos e intenções.
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“Enfrentar os injustos e a injustiça”

Para lembrar, vai aqui o fecho da fala do trono, a palavra destemerosa da presidenta: “Faço um especial apelo e um alerta àqueles homens que, a despeito de tudo, ainda insistem em agredir suas mulheres. Se é por falta de amor e compaixão que vocês agem assim, peço que pensem no amor, no sacrifício e na dedicação que receberam de suas queridas mães. Mas se vocês agem assim por falta de respeito ou por falta de temor, não esqueçam jamais que a maior autoridade deste país é uma mulher, uma mulher que não tem medo de enfrentar os injustos nem a injustiça, estejam onde estiverem”. É discurso não apenas para ser publicado, mas cumprido.

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O DETETIVE QUE INVESTIGAVA A SI MESMO

5Edipo ReiA mim me intriga o que faz autores e obras se eternizarem pelas noites dos tempos ou serem olvidados logo depois que surgem. Édipo Rei é um desses enigmas. Mito que influenciou Freud e até hoje dá camisa nova aos psicanalistas de todo o mundo (ao explicar certos conflitos familiares), o livro aceita, pelo menos, duas leituras: a de um rei que caminha em direção à própria desgraça, sem remédio; e uma espécie de história policial, em que um “detetive” caça o criminoso para, ao fim de tudo, descobrir que caçava a si próprio. As duas leituras têm um viés igualmente trágico: o leitor, impotente, vê o protagonista, impelido por deuses sem piedade, se aproximar do abismo inevitável.
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Na alma infantil, amor, ódio e ciúme

A quem, por milagre, não saiba disso, eu digo que Complexo de Édipo, um embrulho de amor, ódio, ciúme e outros pecados da alma infantil, é criação de Freud: o menino cria esses sentimentos em relação à mãe lá pelos 2 a 5 anos. Mais tarde se identifica com o pai e o problema está resolvido. Claro que não é assim tão simples – nada é simples no velho Sigmund, nem nosso tema é a psique das pessoas, mas a literatura. Não pretendemos deslindar aqui o motivo de Édipo Rei estar nas livrarias até hoje. Acho que a provocação foi apenas por estar com saudades do jovem texto de Sófocles, de 15 séculos. Ah, sim, que a gentil leitora não se sinta discriminada: sei, sim, do Complexo de Eletra, que vem a ser o Édipo das meninas.

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MANCHAS ROXAS, PÓ-DE-ARROZ E ORGULHO

7Billie HolidayPermiti- me a conclusão meio autoritária de que a gentil leitora e o atento leitor gostem dessa instituição nacional chamada… fofoca: o saxofonista Ben Webster (1909-1973) foi um dos muitos casos de Billie Holiday, cantora assentada em lugar de honra no panteão do jazz, colecionou amantes, sucessos e infortúnios – e que tinha uma mente capaz de revirar pelo avesso a alma do próprio Freud, aquele que tudo explicava. Webster era bem seu modelo: negro, bonito e de caráter explosivo, inclinado à garrafa, e que se tornava violento ao entornar uns copinhos a mais. No dia seguinte às sessões de amor (?) do casal, Billie, orgulhosa do seu homem, disfarçava as manchas roxas no rosto com espessa camada de pó-de-arroz.
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Suave e agressivo, no palco e na vida

Não me acusem de mau gosto, pois isto não é fofoca, é história – se omitida, não faria diferença na qualidade dos dois músicos, mas, ainda assim, é história. Um autor, já não me lembra quem, disse que o jeito de Ben Webster tocar reflete um tipo (bipolar, avant la lettre), terno e irascível: arrebatou fãs tanto para a agressividade do blues quanto para as baladas – gênero que, no fim da vida, adotou com mais frequência. Depois de várias turnês pela Europa, onde se tornou popular, radicou-se na Dinamarca, partir de 1964, e tocou muito, até apagar-se a velha chama, aos 64 anos. Aqui, para quem, por acaso, não conheça, uma visão do sopro lânguido de Webster: Over the rainbow, um tema que não me sai da cabeça.



(O.C.)

DILMA CRITICA “MERCADORES DE PESSIMISMO”

dilma51Da Agência Brasil

Um dia após o anúncio do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012, que ficou em 0,9%, abaixo das expectativas do governo, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje – ontem –  (2), durante a Convenção Nacional do PMDB, que o Brasil voltará a crescer este ano. Ela criticou os “mercadores do pessimismo”, que apostam no fracasso do país.

Ao lado das principais lideranças peemedebistas, como o vice-presidente da República, Michel Temer, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), Dilma frisou que vão errar aqueles que apostam no fracasso econômico do Brasil.

“Mais um vez, os mercadores do pessimismo vão perder. Vão perder como perderam quando previram o racionamento de energia em janeiro e fevereiro e, mais uma vez agora, quando apostam todas as fichas no fracasso do país. Eles vão se equivocar. Tenho certeza de que todos vocês sabem que torcer contra é o único recurso daqueles que não sabem agir a favor do Brasil”, discursou a presidenta para militantes do PMDB.

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DILMA VEM À BAHIA, MAS NÃO VERÁ O CARNAVAL

Wagner anunciou presença de Dilma no Carnaval. Planalto negou

Wagner anunciou presença de Dilma no Carnaval. Planalto negou

Apaixonada pela praia de Inema, na Base Naval de Aratu, a presidenta Dilma aproveitará o feriadão para mais uma vez curtir as belezas daquele pedacinho do litoral baiano. Ontem, a assessoria do Governo da Bahia informou que a primeira mandatária da nação também daria uma passada pelo Campo Grande, onde visitaria o camarote oficial do governador Jaques Wagner.

Em entrevista, o próprio Wagner falou sobre a presença de Dilma na folia. “Eu estou na expectativa de a presidente chegar no fim da tarde de sexta ou na manhã de sábado”, disse o governador.

Só que as expectativas serão frustradas, segundo matéria assinada pelos repórteres João Valadares e Juliana Braga, no Correio Braziliense. De acordo com a publicação, na noite de ontem o Palácio do Planalto confirmou apenas que Dilma irá para a Base Naval de Aratu, gozar de alguns dias de descanso, mas ficará longe dos trios elétricos.

A presidenta retorna a Brasília na terça-feira, 12.

UNIDADE DA BASE ALIADA

josias gomesJosias Gomes | dep.josiasgomes@camara.gov.br

 

A unidade que se pretende vai permitir a aprovação de projetos que visam aprofundar o processo de desenvolvimento brasileiro e as principais conquistas sociais do nosso povo.

 

O Congresso Nacional dá início a mais um ano legislativo neste 4 de fevereiro de 2013. Este é um ano de importantes desafios para o PT e para a base aliada do governo Dilma Rousseff. Primeiro, o de que a base se mantenha unida em torno dos mais importantes projetos nas áreas sociais e econômicas do governo federal. Ao mesmo tempo, esta união se torna fundamental na implantação de duas reformas urgentes para o Brasil: a política e a do pacto federativo. Enfim, o desafio de fortalecer esta unidade de tal forma que seja possível, em 2014, alcançar nova vitória, mantendo no poder uma aliança que, desde 2003, vem mudando para muito melhor a economia do país e a vida do seu povo.

Convém salientar que a manutenção da unidade da base aliada tem sido obtida apesar de incansáveis ataques que partem de segmentos conservadores dos mais diversos matizes. Estes segmentos têm se aproveitado de momentos os mais infelizes da Justiça, da grande mídia e do Ministério Público. Felizmente, todo esse esforço não tem alcançado seus objetivos, no que diz respeito à quebra da unidade dos aliados e do prestígio da presidenta Dilma Rousseff. E isto somente vem sendo possível em virtude da atitude cada vez mais independente e vigilante do povo brasileiro, um povo consciente de tudo o que vem sendo feito, de forma positiva, em favor da Nação, e do presente e do futuro do Brasil.

A unidade que se pretende vai permitir a aprovação de projetos que visam aprofundar o processo de desenvolvimento brasileiro e as principais conquistas sociais do nosso povo. Ela tem início com a eleição, nesta segunda-feira, do aliado peemedebista Henrique Eduardo Alves, deputado federal nordestino do Rio Grande do Norte, para a Presidência da Câmara dos Deputados. Esta eleição complementa outra realizada na última sexta-feira, 1º, no Senado Federal, quando foi reconduzido à Presidência da Casa o senador Renan Calheiros, do mesmo PMDB de Henrique Eduardo. Em ambos os casos, estão unidos, em torno da composição das Mesas de cada uma das Casas, os principais partidos que constituem a aliança política que haverá de reconduzir Dilma à Presidência da República no próximo ano.

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DILMA ANUNCIA COMPENSAÇÃO PARA MUNICÍPIOS QUE DEVEM AO INSS

Da Agência Brasil

A partir de março, o governo federal começará a compensar os municípios que têm dívidas com a Previdência Social, anunciou a presidenta Dilma Rousseff. Segundo ela, 833 municípios começarão a receber compensações de R$ 500 mil mensais.

A presidenta fez o anúncio durante a abertura do Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, que começou hoje (28) e vai até o dia 30, em Brasília. Segundo Dilma, os municípios beneficiados foram os que concluíram primeiro a apuração das dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Até dezembro, disse Dilma, o governo federal espera ter zerado a dívida de 796 municípios, o que representa 95% do total de prefeituras beneficiadas na primeira fase do programa. Ela informou ainda ter determinado a abertura de uma força-tarefa para acelerar a apuração das dívidas nas prefeituras de todo o país.

A presidenta rechaçou qualquer possibilidade de rever a política de divisão dos royalties do petróleo. “Não faço demagogia. A verdade é que não temos de onde tirar [recursos]. Temos visão de médio e longo prazo para as futuras gerações. Por isso, precisamos colocar muito dinheiro na educação”, afirmou.

Dilma pediu ainda que as prefeituras melhorem a capacidade de gestão para impedir atrasos nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Os recursos do PAC não estão contingenciados [bloqueados]. Não há motivos para as obras estarem atrasadas”, ressaltou.

GOVERNO ESTUDA INSTRUMENTO PARA SOCORRER MUNICÍPIOS

Da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff vai decidir ainda esta semana sobre a possibilidade de ser feito um encontro de contas previdenciárias dos municípios. A medida – que pode ser anunciada no Encontro Nacional com Novos Prefeitos, na segunda-feira (28), em Brasília – deve aliviar a situação de endividamento de muitas cidades brasileiras. O instrumento é um balanço entre o que as prefeituras devem e o que têm a receber do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essa conta, em muitos casos, pode diminuir consideravelmente e até zerar a dívida de algumas cidades.

“A presidenta Dilma deu ordem para que fosse feito o estudo, dependendo do valor e do impacto disso, ela deve decidir se anuncia a possibilidade de fazer o encontro dessas contas previdenciárias”, disse a nesta quinta-feira (24) a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

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PARLAMENTARES QUEREM FACILITAR ACESSO A ARMAS

Da Agência Brasil

Enquanto a discussão sobre o controle de armas ganha força nos Estados Unidos, o Brasil vive um movimento inverso, com diversas tentativas de parlamentares para flexibilizar o acesso às armas de fogo e aumentar o número de categorias com direito a porte de arma, alerta Melina Risso, diretora do Instituto Sou da Paz, organização não governamental que atua na prevenção da violência.

No Brasil, a presidenta Dilma Rousseff vetou integralmente o texto do Projeto de Lei 87/2011, há pouco mais de uma semana. A justificativa foi que, se sancionado, implicaria maior quantidade de armas de fogo em circulação, “na contramão da política nacional de combate à violência e em afronta ao Estatuto do Desarmamento”.

O tema voltou a ser discutido nos Estados Unidos depois do recente massacre em Newtown, no estado norte-americano de Connecticut, quando o jovem Adam Lanza, de 20 anos, atirou contra crianças e funcionários de uma escola infantil e provocou 26 mortes. O crime ocorreu em dezembro do ano passado e gerou comoção nacional e internacional.

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UNIVERSO PARALELO

LUIZ GONZAGA FAZIA ACORDES, NÃO VERSOS

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1Asa BrancaFindo 2012, quando foi comemorado o centenário de Luiz Gonzaga, saltou-me aos olhos certo equívoco, perpetrado pela mídia. No afã de prestigiar o Rei, salientaram-lhe qualidades que ele nunca teve. Numa muito criativa matéria de tevê (creio que na Globo) esmiuçou-se a asa branca (uma espécie de pomba, em extinção) e que deu título à música famosa. Lá pras tantas, a repórter danou-se a louvar a “literatura” de Luiz Gonzaga, os “poderosos versos” sobre o sertão, o nordestino, o vaqueiro, a seca e por aí vai, esbanjando um desconhecimento que não se permite a nenhum profissional do gênero: para ser grande (e por ser grande), o Rei nunca se apropriou da qualidade de seus letristas. Ele não fazia “literatura”, fazia acordes.

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Os grandes letristas quase esquecidos

“Era excelente musicista”, atesta o respeitável especialista em Direito Municipal (e ex-roqueiro de igual respeito) Adylson Machado. As comemorações deixaram Humberto Teixeira em quase completo esquecimento, o que me pareceu grande injustiça com quem escreveu um monte de “clássicos” cantados pelo Rei. Cito de memória (além de Asa branca) várias outras, algumas delas obras-primas do gênero, no meu modesto entender: Juazeiro, Qui nem jiló, Estrada de Canindé, Paraíba, Assum preto, Respeita Januário, Mangaratiba, No meu pé de serra, Lorota boa… De Zé Dantas falei em outras colunas: Vozes da seca, A volta da asa branca, Letra i, Riacho do Navio, Cintura fina, Paulo Afonso. A ignorância vigente na mídia é de espantar.

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SEM MISÉRIA, NÃO HÁ JAZZ “DE VERDADE”

3Doris DayPromessa é dívida. Voltamos aos best-sellers do jazz, em que seus integrantes, tal qual os escritores, são acusados de vender muito e… ganhar dinheiro. As listas que todos conhecem são integradas por meia dúzia de grandes artistas negros, mas não incluem Nat King Cole, Frank Sinatra, Doris Day, Fred Astaire. Óbvio: além de serem quase todos brancos, esses venderam muito e, consequentemente, fizeram “concessões”, ficando marcados como “comerciais”.  O senso comum diz que lhes falta desgraça e miséria suficientes para sentir o blues na própria pele – sem o que não se canta o jazz autêntico. Quem é jazzman (ou jazzwoman) de verdade morre com o estômago pregado às costas, mas concessões ao mercado, jamais.

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“Num quarto sujo, cheio de percevejos”

Este raciocínio, segundo Ruy Castro (no livro Tempestade de ritmos), foi montado pelos franceses, lá pelos anos trinta/quarenta, e de forma eficiente, “porque até hoje há quem acredite nele”. A teoria tenta preservar o músico de jazz como o tipo “bom selvagem” de Rousseau: negro, pobre, injustiçado, escravo do jazz, do álcool e da heroína, mas firme e incorruptível. Diante das “concessões” que levam à boa vida, escolhe vegetar num quarto sujo, cheio de percevejos (vide os filmes ´Round midnight e Bird, já referidos nesta coluna). “Duke Ellington, a caminho do seu alfaiate, tremia de medo dessa teoria”, ironiza Ruy Castro. Confesso que esse tipo me fascina – creio que fui formado nessa escola romântica.

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5Cole EspanholNo fim, boleros derramados, em espanhol

Para ficar apenas num nome (que o espaço é tão pequeno para tanto amor), citemos o velho Nathaniel Adams Coles (1919-1965): pianista, tornou clássica a formação piano-guitarra-baixo, era cultuado pelo seu trio de jazz “autêntico”. Foi assim até resolver cantar canções “comerciais”, quando passou a ser execrado pela crítica. Esta jamais o perdoou por gravar e vender Mona Lisa, Unforgettable, Blue Gardenia e (aí nem eu aguentei!) uma enxurrada de boleros derramados, em espanhol. De ternos bem cortados, e dono de muitos dólares, Nat King Cole era discriminado no bairro rico onde residia. A gorda conta bancária não foi bastante para ofuscar o racismo, contra o qual ele era combatente.

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(ENTRE PARÊNTESES)

Quase destruída física e moralmente, Itabuna aguarda ansiosa as ações do seu novo Messias. Nunca se viu um prefeito com tantas sugestões de nomes. Seu sobrenome é Renascer, mas ele poderia, sem desdouro, chamar-se Reconstruir, Reformar, Refazer, Remontar, Recuperar, tais são as expectativas criadas. É aceitável também, Salvador da Pátria, Fada Madrinha, Salvação da Lavoura, Houdini, Magoo e, se queremos algo mais abrangente, Panaceia. Mas que não seja o Mágico de Oz, pois de impostores já andamos cheios. A frase batida (do filme O fabuloso destino de Amélie Poulain) cabe aqui: “São tempos difíceis para os sonhadores”.

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EU VOLTAREI TÃO LOGO A NOITE ACABE

“Meu amor, eu não esqueço,/ não se esqueça, por favor,/ que eu voltarei depressa,/ tão logo a noite acabe,/ tão logo esse tempo passe,/para beijar você” – são versos de Para um amor no Recife, de Paulinho da Viola. A música foi feita para Dedé (Maria José Aureliano), uma professora pernambucana que hospedou Paulinho no Recife em 1971, quando ele foi lá apresentar-se durante três dias e ficou (graças à acolhida calorosa) quase um mês. No fim, Dedé chamava o cantor de filho (para isso, pedira e obtivera “autorização” da verdadeira mãe dele, no Rio). Mas Para um amor…, um grito contra a ditadura militar, esconde outra história menos “família”, menos lírica, menos divulgada.

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Feridas abertas e sangue derramado

Em A vida quer é coragem (do jornalista Ricardo Amaral), biografia da presidenta Dilma, surge a uruguaia Maria Cristina no capítulo intitulado “Tão logo a noite acabe”. Amaral conta que Cristina ligou-se à guerrilha no Brasil, devido à paixão que tinha pelo militante Tarzan de Castro, do PCdoB, preso em 1969, e amigo do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo. As duas dividiram a mesma cela, em São Paulo, por oito meses. Quando a uruguaia, levada para as sessões de tortura, retornava, Dilma tratava das dores e lhe chamava a atenção para a letra de Paulinho, como uma espécie de bálsamo, ao cantar “Fechar a ferida e estancar o sangue”. Sentiam-se menos sós e desamparadas: lá fora, uma voz lírica dizia que a iniquidade não era eterna.

(O.C.)

PREFEITOS QUEREM FORTALECER AGENDA COMUM

Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)

Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)

Jabes Ribeiro (PP), prefeito de Ilhéus, e Vane do Renascer (PRB), de Itabuna, afinam o discurso em torno de uma agenda de interesse dos dois municípios.

Nesta sexta-feira, 18, o gestor itabunense, acompanhado pelo vice Wenceslau Júnior (PCdoB), foi recebido no Palácio Paranaguá, sede do governo ilheense. A pauta da conversa girou em torno da proposta de criação da região metropolitana, que reuniria Ilhéus, Itabuna e outros municípios sul-baianos.

A intenção é de que os representantes de Itabuna e Ilhéus atuem em conjunto, em busca de soluções para demandas comuns. No final do mês, a dupla de prefeitos fará tabelinha em Brasília, onde a presidenta Dilma Rousseff receberá os gestores municipais eleitos em outubro. Na capital, irão engrossar a defesa pela redistribuição dos royalties do petróleo.

WAGNER NEGA REFORMA, MAS TROCARÁ PEÇAS

Wagner se encontrou com Dilma no último fim de semana

O governador Jaques Wagner falou na manhã desta segunda-feira, 7, no Programa Balanço Geral (TV Record), sobre as mudanças que irá promover em seu secretariado. Ele negou que se trate de uma reforma, mas adiantou que a intenção é modificar o primeiro escalão em setores em que vê a necessidade de melhorar.

Eu vou trocar os secretários que eu entendo que não estão com desempenho positivo, mas não tem reforma administrativa”, disse o governador, que também comentou sobre a presença de Dilma Rousseff na Bahia, mais uma vez escolhida pela presidenta para descansar.

“Para o nosso orgulho ela está descansando mais uma vez aqui. Ela disse que adora o clima, essa água e que talvez viesse para descansar o carnaval aqui também”, informou Wagner.

O governador encontrou-se por duas vezes com a presidenta no fim de semana, com quem tratou de assuntos como  o projeto da ponte Salvador -Itaparica. Segundo ele, há interesse do governo federal em realizar a obra.

 

“A DIREITA NÃO ACEITA DEZ ANOS DE GOVERNO DO PT”

Foto Pimenta

Foto Pimenta

ENTREVISTA

O deputado federal Valmir Assunção (PT) construiu sua trajetória política no seio do Movimento dos Sem-Terra e, como não poderia deixar de ser, faz uma defesa ferrenha das ocupações de áreas improdutivas, destinando-as aos assentamentos de reforma agrária. Para Assunção, embora tenha diminuído o apoio da sociedade ao MST, é necessário manter e intensificar as ações do movimento, para “mostrar à sociedade que a reforma agrária é viável”.

O PIMENTA conversou brevemente com o deputado sobre a agenda do MST em 2013 e a respeito da ofensiva da direita ao Partido dos Trabalhadores, que chegou a dez anos no comando do País.

 

PIMENTA – Qual é a agenda do MST para 2013?

Valmir Assunção – Nós estamos trabalhando para que em 2013 o MST possa se voltar internamente para a organização dos assentamentos e acampamentos, das atividades de produção, formação, por meio da realização de cursos, sem abrir mão da natureza e a razão da existência do movimento, que é a ocupação de terras.

PIMENTA – Haverá mais ocupações este ano?

VA – O Movimento dos Sem-Terra em 2013 tem que apertar o passo, do ponto de vista de ocupar terra, pois é isso que faz com que o movimento cumpra sua função, que é democratizar o acesso à terra. Só tem reforma agrária no Brasil porque o MST tem essa disposição e essa coragem de ocupar, resistir produzir e combater.

PIMENTA – Como a sociedade vê hoje o MST?
VA – O Movimento dos Sem-Terra já teve mais apoio da sociedade do que hoje, sem dúvida alguma. Nós já tivemos períodos na história do movimento em que havia até 80% de aceitação da sociedade. Hoje nós temos um pouco menos, mas não é porque diminuiu o apoio da sociedade à luta pela reforma agrária que nós deixamos de lutar por ela.

PIMENTA – Qual o caminho para recuperar o apoio da sociedade?

VA  – A nossa luta é justamente para poder mostrar para a sociedade que a reforma agrária é viável. Até porque 80% do alimento que chega na casa de qualquer pessoa vem da agricultura familiar e de assentamentos de reforma agrária. O agronegócio e as grandes empresas produzem simplesmente monocultura, enquanto o arroz, o feijão, a farinha, ou seja, o produto para consumo da população brasileira vem da agricultura familiar, daí a necessidade de democratizar o acesso à terra. Todas as terras improdutivas, que não cumpram sua função social, devem ser destinadas à reforma agrária. O Movimento dos Sem-Terra tem que enfrentar esse debate, fazer esse debate na sociedade e, ao mesmo tempo, promover as ocupações.

PIMENTA – Setores do PT apontam uma reação conservadora ao partido, manifestada por exemplo no julgamento do “mensalão”.

VA – É lógico que existe uma ofensiva por parte de segmentos da direita, que não engolem e não aceitam dez anos do governo do PT, mas a sociedade brasileira, por meio das pesquisas, está dizendo que o PT faz uma boa gestão. Eu tenho certeza que, em virtude dessa avaliação positiva, nós iremos governar por muitos e muitos anos. O segredo do governo está justamente nas políticas sociais. Quando o (ex) presidente Lula e a presidenta Dilma fazem Luz Para Todos , Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, trabalham o Brasil Sem Miséria, quando há uma crise internacional e ainda assim, aqui no Brasil, preserva-se o emprego, o salário e a condição de vida das pessoas, lógico que a população reconhece isso.

DILMA CONVOCA EMPRESÁRIOS A INVESTIR

dilmaDa Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (23), em rede nacional de rádio e televisão, que 2013 será o ano de ampliar o diálogo com todos os setores da sociedade, acelerar obras, melhorar a qualidade dos serviços públicos e continuar defendendo o emprego e o salário. Ela pediu que os brasileiros mantenham a confiança e que os empresários invistam no país. “Este é um governo que confia no seu povo, no seu empresariado, que respeita contratos e está empenhado na construção de novas parcerias entre os setores público e privado”.

A presidenta garantiu que a redução das tarifas de energia, anunciada em setembro, será mantida. A queda será possível por causa da redução de encargos e acordos com as concessionárias, que irão praticar tarifas mais baixas em troca da renovação de seus contratos. “No início de 2013, a sua conta de luz e a das empresas vão ficar menores. O corte será o que anunciei. A redução na conta de luz é fundamental para que as indústrias brasileiras possam produzir a custos mais baixos, ganhar mercado e continuar gerando empregos”.

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AEROPORTO DE ILHÉUS É CONTEMPLADO NO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA

Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, receberá investimentos

Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, receberá investimentos

A presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira, 20, o “Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos”, que prevê a liberação de R$ 7,3 bilhões para obras em 270 terminais aeroportuários regionais. As metas são expandir a malha aeroviária, integrar o território nacional, desenvolver polos regionais, fortalecer centros de turismo e garantir acesso à Amazônia Legal.

O plano de investimentos prevê a destinação de R$ 2,1 bilhões para intervenções em 64 aeroportos do Nordeste, que é a região contemplada com o maior volume de recursos. A Bahia, com 20 aeroportos, é o estado com o maior número de terminais abrangidos na proposta.

Entre as cidades baianas que serão beneficiadas pelo programa, estão Ilhéus, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Vitória da Conquista, Jequié, Maraú, Santo Antônio de Jesus, Itaberaba e Guanambi.

PACTO POR SALVADOR

“As divergências não vão obstruir o que Salvador merece receber”.

Frase do governador Jaques Wagner, após encontro entre ele, a presidente Dilma Rousseff e o prefeito eleito de Salvador, ACM Neto, nesta quinta-feira, 6.








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