WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


alba










setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  

editorias






:: ‘dólar’

DÓLAR EM BAIXA E BOLSA EM ALTA NESTA MANHÃ

Dólar fecha abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez em sete meses.

Dólar opera em queda nesta manhã.

O dólar comercial opera em queda na manhã de hoje (17) em meio à turbulência no cenário político, provocada pela divulgação de escutas telefônicas com conversas entre Lula e a presidenta Dilma Rousseff.

Às 10 horas, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 3,662, um recuo de 2,05%. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta e há pouco estava com 1,93%, com 48.684 pontos.

Ontem (16), o início de dia teve oscilações na cotação do dólar e na bolsa de valores. No final do dia, o dólar comercial encerrou com queda de R$ 0,024 (-0,63%), sendo vendido a R$ 3,739. O índice Ibovespa fechou o dia em alta de 1,34%, aos 47.763 pontos. Com informações da Agência Brasil.

AÇÕES DA PETROBRAS REGISTRAM ALTA; DÓLAR FECHA ABAIXO DE R$ 3,60

Dólar fecha abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez em sete meses.

Dólar fecha abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez em sete meses.

Agência Brasil

O dólar fechou a sexta-feira (11) abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez desde agosto em um dia de otimismo no mercado financeiro. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,591, com queda de R$ 0,05 (-1,38%). A cotação está no menor valor desde 28 de agosto do ano passado, quando ficou em R$ 3,585.

Foi o quarto dia seguido de queda na cotação da divisa, que chegou a operar em alta no início da manhã, mas caiu fortemente a partir das 11h. Na mínima do dia, por volta das 16h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,586. A moeda norte-americana fechou a semana com recuo de 4,5%. A queda acumulada chega a 10,3% apenas em março e a 9,04% em 2016.

Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o dia também foi de oscilações. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, fechou com pequena queda de 0,07%, aos 49.538 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em alta. O indicador terminou a semana com alta de apenas 0,92%.

As ações da Petrobras, as mais negociadas, terminaram a sexta-feira em alta. As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 2,85%, para R$ 10,09. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) aumentaram 1,76%, para R$ 8,09. Os dois papéis atingiram o maior nível desde o fim de novembro do ano passado.

DÓLAR FECHA ABAIXO DE R$ 3,90 PELA PRIMEIRA VEZ NO ANO

Dólar fecha abaixo de R$ 3,90.

Dólar fecha abaixo de R$ 3,90.

Pela primeira vez em mais de um mês, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,90. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (4) vendido a R$ 3,894, com queda de R$ 0,024 (-0,61%). A cotação está no menor nível desde 28 de dezembro (R$ 3,86).

O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.

Na bolsa de valores, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta quinta com alta de 3,08%, aos 40.809 pontos. Apesar das altas nos últimos dias, o índice continua próximo dos níveis observados em 2009, no auge da crise internacional provocada pelo colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos.

A alta foi impulsionada pelas ações da Petrobras e da mineradora Vale, que negociam commodities – bens primários com cotação internacional. As ações da Petrobras subiram 8,74% (ações ordinárias, que dão direito a voto em assembleia de acionistas) e 5,12% (ações preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos). Os papéis da Vale dispararam 15,43% (ações ordinárias) e 11,78% (ações preferenciais).

:: LEIA MAIS »

CACAU TEM ALTA DE 20% COM VARIAÇÃO DO DÓLAR

Cacau alcança seu mais alto nível.

Cacau alcança seu mais alto nível.

Lamento de milhões, alegria de milhares.

O dólar na faixa dos R$ 4,00 tem feito a alegria dos produtores de cacau sul-baianos. A variação do dólar fez a cotação do produto disparar e atingir a máxima de R$ 150,00 a arroba. Ontem, fechou a R$ 144,00.

A arroba do produto estava cotada há R$ 120,00 em 21 de agosto. Ou seja, alta de 20% em menos de 40 dias.

DÓLAR FECHA ABAIXO DE R$ 4,00, APÓS ALTA HISTÓRICA

dolarEm um dia de forte volatilidade, em que chegou a superar R$ 4,20, a moeda norte-americana caiu e voltou a ficar abaixo de R$ 4,00. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (24) com queda de R$ 0,155 (3,73%), vendido a R$ 3,99.

Ontem, o dólar tinha encerrado o dia vendido a R$ 4,146. A moeda abriu a sessão de hoje em alta e chegou a atingir R$ 4,248 na máxima do dia, por volta das 10h30. Nas horas seguintes, porém reverteu a tendência e passou a cair, até fechar abaixo de R$ 4,00. A divisa acumula alta de 10% em setembro e de 50,1% em 2015.

A cotação passou a cair depois que o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, informou que o banco pode vender dólares das reservas internacionais no mercado à vista, operação que não é feita desde fevereiro de 2009. Apesar da declaração, o BC não começou a se desfazer dos recursos das reservas, atualmente em US$ 370,6 bilhões.

:: LEIA MAIS »

PRESIDENTE DO BC NÃO DESCARTA VENDA DE DÓLARES DE RESERVAS INTERNACIONAIS

Tombini não descarta vender dólares das reservas internacionais (Foto Agência Brasil).

Tombini não descarta vender dólares das reservas internacionais (Foto Agência Brasil).

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, não descartou a possibilidade de venda de dólares das reservas internacionais. O dólar está em forte alta, nos últimos dias. Hoje (24), a moeda chegou a ser cotada a R$ 4,2479, às 10h29min, e às 12h09min, estava em R$ 4,2026. Ontem (23), o dólar comercial fechou cotado para venda em R$ 4,146.

“Todos os instrumentos estão no raio de ação do Banco Central caso seja necessário”, disse Tombini, que participou, pela primeira vez, do início da coletiva de imprensa sobre o Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (24) pelo BC.

Nessa quarta-feira, o BC fez leilões de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra futura e de novos contratos de swap (operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro), o que não era feito desde abril. O BC vinha fazendo apenas operação de rolagem (renovação) de swaps cambiais.

Tombini destacou que a atuação do BC tem o objetivo de fazer com que o mercado de câmbio funcione e para diminuir as volatilidades (fortes oscilações).

:: LEIA MAIS »

EQUAÇÃO INEXEQUÍVEL

Helenilson Chaves

Vamos deixar de lado as questões político-partidárias, os interesses pessoais e somar esforços para promover a imediata retomada da nossa região, que não pode prescindir de uma lavoura como o cacau.

Observando a economia nacional, está delineado para a Região Sul da Bahia, produtora de cacau, uma equação que, a depender de fatores externos, dificilmente escapará de um definhamento lento e inexorável.

Os insumos agrícolas são todos adquiridos em moeda forte, o real, o mesmo valendo para outros insumos como energia e, particularmente, a mão de obra, cujos salários são reajustados acima da inflação.

Tempos atrás, a desvalorização da moeda nacional trazia benefícios para a Região Cacaueira, pois a conversão do dólar resultava numa remuneração satisfatória para os produtores.

Com a valorização do real, nos encontramos diante de um dilema: compramos insumos a custos elevados, quando os preços pagos, em dólar, pelo cacau no mercado externo mal cobrem os custos de produção, inviabilizando qualquer iniciativa de se investir na recuperação da lavoura.

É necessário que se reverta esse quadro, que passa pela mudança na política cambial, pelo menos em relação ao cacau. Para isso, é fundamental a efetiva participação da comunidade regional, consciente da necessidade de repensar o modelo de comercialização do cacau.

Para isso, é preciso também que os políticos regionais demonstrem real interesse pela atividade econômica. Precisamos levar nossas reivindicações, através de uma Carta Aberta, à presidenta Dilma Rousseff, mostrando claramente a situação precária de uma região que, se não houver uma mudança de postura, caminha para desaparecimento de seu principal produto.

É visível o endividamento colossal dos produtores que, ao atender às recomendações governamentais na adoção de técnicas de manejo no combate à vassoura-de-bruxa, entraram numa situação pré-falimentar em função dos “pseudodébitos” cobrados pelos bancos oficiais.

São três milhões de habitantes sem um horizonte visível para resgatar a dignidade trazida pelos pioneiros que, com suor e trabalho árduo, construíram uma região que durante várias décadas, foi o sustentáculo da economia baiana, responsável por 10% do saldo da balança comercial brasileira.

Vamos deixar de lado as questões político-partidárias, os interesses pessoais e somar esforços para promover a imediata retomada da luta em defesa da nossa região, que não pode prescindir de uma lavoura como o cacau.

:: LEIA MAIS »

VERSÃO DO PORTUGA PARA O CASO STRAUSS-KAHN

A GEOGRAFIA DO VOTO

O cientista político César Romero coordena um estudo que examina a “geografia do voto” nas eleições presidenciais de 1989 a 2006 e uma das suas conclusões desmente a história de que o voto no PT é o dos pobres do Norte e Nordeste, beneficiados pelo Bolsa Família, enquanto os do PSDB são os dos ricos do Sul e Sudeste.

A divisão não se dá exatamente dessa forma e o estudo de Romero aponta a existência de uma “cadeia de interesses” a determinar o rumo do eleitor em cada região.

No Nordeste, por exemplo, o voto petista não seria predominantemente do pobre, mas também dos ricos e “remediados”, que se beneficiam indiretamente da política de combate à pobreza. Isto porque os pobres recebem a ajuda financeira, compram no comércio e isso produz um ciclo virtuoso nas economias locais.

Já no Sul, o estudo aponta uma insatisfação do grande empresário exportador, que vê com maus olhos a valorização do real frente ao dólar, causadora de alegados prejuízos às exportações.

E tudo, como sempre foi na história da humanidade, se explica a partir de questões de ordem econômica.






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia