WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
festival chocolate


alba










julho 2019
D S T Q Q S S
« jun    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

editorias






:: ‘Domingos Leonelli’

O PAPEL DA ESQUERDA PÓS-ELEIÇÕES DE 2018

Domingos Leonelli

 

 

Se o marketing político e a propaganda de modo geral já possuíam muito dessa unilateralidade, pois trabalharam com informações sem contraposição no momento em que são veiculadas, o novo webmarketing é ainda mais unilateral.

 

A sociedade moderna já revolucionou a militância política em termos de comunicação digital. Além das discussões políticas pelo Facebook, das mobilizações convocadas pelo zap, proliferaram-se também os sites e blogs políticos de variadas tendências políticas que em grande medida superam jornais, revistas e até canais de rádio e TV. Informações e opiniões são atualizadas por minuto e, quem acompanha pelo celular ou pelo computador os blogs e sites de notícias, praticamente não vê nada de novo nas notícias noturnas de TV e rádio, ou jornais da manhã.

Para o bem ou para o mal, milhões de pessoas são emissores e receptores de informação e opinião políticas.
Assim, é que no terreno instrumental a política já esta inteiramente “up to date”. Mesmo os acertos, as fofocas e os conchavos são, em grande parte, revelados por sites especializados.

E ainda tem as fake news que, de certa forma, são também reveladoras das intenções dos seus emissores.

Velhos axiomas da política, como um que o ex-deputado Jutahy Magalhães Jr, me citou anos atrás, continuam válidos numa sociedade digital: “quando mentem para mim, eu levo a sério e fico agradecido, pois a mentira traz sempre uma informação e revela no que meu interlocutor quer que eu acredite”.

A vitória da ultra-direita nas eleições presidenciais de 2018 que dizimou o centro e a direita tradicional e derrotou o centro-esquerda no segundo turno, além do uso científico e em grande escala da parafernália da internet, largamente manipulada e fortemente financiada (robots, fake news etc.), contou também com um dado absolutamente relevante: o conteúdo.

Bolsonaro revelou-se o personagem certo, no lugar certo, na hora certa para a veiculação de um conteúdo radical e “revolucionário” na forma, contra-revolucionário na essência. Tudo traduzido na linguagem simples, rápida e rasteira dos celulares e notebooks. Mensagem rápidas e fáceis que traduziam os conteúdos mais longos e didáticos das aulas on-line de Olavo de Carvalho e os textos do seus seguidores, como o diplomata Ernesto Araújo (hoje Ministro), da pastora Damares Alves na área de costumes, do “príncipe” Philippe de Orleans e Bragança e até de uma certa contra-cultura de direita de um tipo como Alexandre Frota.

Na área econômica trouxe ao debate as propostas radicais do neo-liberalismo de Paulo Guedes e seus “Chicago boys”. Apropriou-se também da onda anticorrupção provocada pela Lava Jato, concluindo a operação de marketing com o convite a Sérgio Mouro para o Ministério.

E a cobertura desse bolo de conteúdos mais ideológicos foi a mensagem geral de “acabar com tudo que está aí”. Nesse tudo, inclui-se o toma-lá-dá-cá da política tradicional, a corrupção, os acordos políticos, a mídia (parte dela) que ficou contra. E também o desemprego, a “ideologia de gênero”, os direitos trabalhistas excessivos que tornaram “difícil ser patrão neste país”, os direitos dos índios a terras tão grandes, a política externa de apoio a Cuba e Venezuela.

A verdade é que desde a redemocratização não se assiste a uma campanha eleitoral tão rica de propostas e conceitos, tão claramente expostas. Tudo, é verdade, apresentado unilateralmente sem debates nem uso dos canais abertos de TV e rádio, já que Bolsonaro possuía apenas 8 segundos de tempo de TV.

Se o marketing político e a propaganda de modo geral já possuíam muito dessa unilateralidade, pois trabalharam com informações sem contraposição no momento em que são veiculadas, o novo webmarketing é ainda mais unilateral. E tem a vantagem de serem mensagens dirigidas a públicos escolhidos por sua maior receptividade e capazes, portanto, de reproduzirem os conteúdos indefinidamente.

A campanha de Bolsonaro, baseada na de Obama e Trump, dirigiu-se a um público previamente conhecido, uma minoria de direita, basicamente de classe média, potencializando e transformando a insatisfação em ódio. O ódio contra a “esquerda corrupta”. Ódio contra a defesa dos “direitos humanos de bandidos que geram a violência das ruas”, ódio contra homossexuais e professores que querem “ensinar nossas crianças a serem gays”.

Se isso ocorreu com a classe média de direita, o povão que na sua maioria aderiu, foi fisgado pela insatisfação com o desemprego e a violência urbana.

Mas o que eu quero resumindo o que já se sabe sobre a campanha de Bolsonaro? Demonstrar o quão importante é o conteúdo ideológico apresentado de forma simples, direta e antenada com as principais insatisfações populares.

E enquanto a esquerda fala de democracia, elites (sem dizer quais) desenvolvimento, reparação social, conciliação de capital e trabalho e o empoderamento feminino, a direita foi direto ao ponto com os inimigos implacavelmente definidos e, muitas vezes, personificados em Lula e Dilma.

E também a luta ideológica, contra o comunismo dissoluto, o socialismo da Venezuela, o esquerdismo dos direitos humanos dos bandidos.

Esqueceram Eduardo Cunha e concentraram em Lula, preso por corrupção. Desprezaram o eleitorado do centro e de esquerda e concentraram-se em juntar o ódio pré-existente da classe média à insatisfação popular com três fatores básicos: o desemprego, a violência e a corrupção. Deixaram a agenda dos costumes com os evangélicos e seu imenso potencial de militância.

Ganharam as eleições e agora estão no Governo. Conquistaram o governo nas urnas e estão tratando de consolidar a conquista do Poder com alianças com o DEM dos banqueiros e das telecomunicações, o PP das empreiteiras, o PR dos negócios novos, com a parte do PSDB da burguesia paulista, e com a parte do PMDB fisiológico. E, é claro, articulações com o judiciário de Curitiba ao STF. Essa recomposição com a direita tradicional já obteve duas grandes vitórias: as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, com dois quadros jovens do DEM. Com os governadores dos maiores estados da federação completa-se a obra de reaglutinação da direita e parte do centro com a ultra-direita.

A aliança com o DEM e parte do PSDB (João Dória, especialmente) vai possibilitar ao núcleo duro neoliberal radicalizar ainda mais seu programa econômico anti-nacional, rentista e restritivo aos direitos dos trabalhadores.
Enquanto isso a forte presença militar no governo de Bolsonaro ainda é uma certa incógnita. Pode ser um “poder moderador”, porque ao menos os generais têm curso de Estado Maior, noções constitucionais e, presume-se, um resíduo nacionalista.

Nessa área as notícias são contraditórias: Mourão se colocando como bastião do bom senso, contra a intervenção na Venezuela e se posicionando contra o decreto liberando a posse de armas assinado por Bolsonaro e Sérgio Moro. Mas em compensação este mesmo Mourão assinou decreto que mudou a regra de transparência sobre decretos oficiais. E o general Augusto Heleno manda espionar a Igreja Católica.

Como se sabe o governo de Bolsonaro é um arquipélago de grupos familiares, militares, economistas neo-liberais e de costumes. Mas rapidamente pode se reorganizar, juntando a extrema-direita, a direita tradicional e parte do centro fisiológico.

E a oposição?

E a esquerda?

Haverá uma oposição democrática agregando parte da direita tradicional, o centro e a esquerda? Esse parece ser o desejo da maioria das direções dos partidos de esquerda e de centro-esquerda. A formação de uma frente ampla em defesa da democracia. Pode ser que dê certo.

Interesso-me mais, no entanto, nos limites deste texto, a tratar da posição das esquerdas.

Além de cumprir o seu papel fazendo uma oposição aguerrida e, principalmente, inteligente, sabendo se utilizar das contradições no seio do governo, não temendo fortalecer os segmentos menos entreguistas e menos fascistas, valendo-se das modernas tecnologias, políticas e sociais de manejo de dados, a esquerda precisará também de novos métodos e novos conteúdos econômicos, culturais e sociais. Confira a íntegra do artigo clicando no “leia mais”, ao lado. :: LEIA MAIS »

CODEBA: DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS COMEÇA EM JANEIRO

Porto de Ilhéus terá obra de dragagem em janeiro, segundo Codeba (Foto Carlos Castilho).

Porto de Ilhéus terá obra de dragagem em janeiro, segundo Codeba (Foto Carlos Castilho).

As obras de dragagem do Porto de Ilhéus devem começar no próximo mês, segundo assegurou o diretor comercial da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Antonio Carlos Tramm, ao secretário Estadual de Turismo, Domingos Leonelli. A dragagem vai aumentar o calado (profundidade) e voltar a permitir a atracação de navios de cruzeiro no terminal portuário ilheense em qualquer período.

A novidade foi comunicada nesta segunda (16) por Leonelli ao presidente da Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), Marco Lessa, com quem se reuniu para tratar do tema. O secretário Estadual de Turismo falou da importância dos navios de cruzeiro para o turismo na Costa do Cacau e disse que o governo baiano está atento e trabalhando para garantir a atracação dos navios programados para este verão, além de novos para as próximas temporadas.

A dragagem está orçada em R$ 4,9 milhões e pode ser concluída em menos de 30 dias. Com pouco mais de 9 metros, o calado poderá chegar a 10,2 metros, após a dragagem.

SALVADOR É ELEITO 3º MELHOR DESTINO DO PAÍS

Site destaca atrativos da capital baiana.

Site destaca atrativos da capital baiana.

Salvador saltou da quinta para a terceira posição do ranking de melhores destinos brasileiros do site de viagens TripAdvisor. A capital baiana somente foi superada por Rio de Janeiro e São Paulo. O destino foi apontado como o oitavo melhor na América Latina.

O site destaca o que, na opinião dos internautas, há de melhor para fazer em Salvador. O TripAdvisor destaca programas que envolvem a história, a cultura e os atrativos naturais e 127 pontos turísticos da cidade.

A edição deste ano não traz nenhuma praia baiana nem hotel na lista dos preferidos dos turistas. A colocação de Salvador como terceiro melhor destino foi festejada pelo secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, que enfatizou os encantos naturais e culturais da capital.

ILHÉUS AINDA NÃO SABE SE TERÁ CARNAVAL

Alcides: mágica para o carnaval.

Alcides: mágica para o carnaval.

O terceiro principal destino turístico da Bahia pode ficar sem carnaval nesta ano. O governo baiano ofereceu apenas dois trios elétricos e quatro bandas de “médio porte” para a festa do município, revela o Jornal Bahia Online. Na outra ponta, o prefeito Jabes Ribeiro resiste à ideia de injetar dinheiro do município na festa e restaria pouco tempo para obter patrocínios privados.

O assunto será novamente discutido entre município e Estado nesta quinta, 10, quando o secretário Estadual de Turismo, Domingos Leonelli, visitará a Terra de Gabriela para participar da posse da nova diretoria da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil).

Ao JBO, o secretário municipal de Turismo, Alcides Kruschewsky, confirmou a “oferta” do Estado e anunciou que, provavelmente, a festa se restrinja aos bairros, mas sem um tostão do município. Leia mais

POSSE NA ATIL

Lessa presidirá entidade.

Lessa presidirá entidade.

Os novos dirigentes da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil) tomam posse na próxima quinta, 10, às 19 horas, no Iate Clube Ilhéus. A solenidade terá presença do secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli.

Eleito por aclamação, o publicitário Marco Lessa tocará os destinos da entidade de turismo que busca recuperar o protagonismo perdido nos últimos anos.

AGRESSÃO A JORNALISTA

Denúncia de suposta agressão do secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, à jornalista Bruna Santana, da Bahiatursa, agita a política em Salvador. De acordo com o deputado Carlos Geilson, o episódio ocorreu durante a Feira de Turismo das Américas, no final da semana passada.

Leonelli teria gritado e agarrado a funcionária da Bahiatursa pelos braços, sacudindo-a, por que a mesma não o atendeu “imediatamente”. Até agora, há silêncio de ambas as partes – do suposto agressor e da suposta agredida. Geilson, no entanto, cobra posicionamento público do governo, notadamente, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA).

LEONELLI DIZ QUE REFORMA DE CENTRO DE CONVENÇÕES SÓ DEPENDE DA SUCAB

Leonelli: depende da Sucab.

O secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, reconheceu os problemas na estrutura física do Centro de Convenções de Ilhéus. Conforme revelou o PIMENTA, parte do teto do hall de exposições já desabou e outra encontra-se em ruínas, levando à interdição do espaço (relembre aqui).

Leonelli disse a este blog que o centro é de responsabilidade da Bahiatursa, mas as obras nos prédios públicos são executadas apenas pela Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab). “A Bahiatursa está há mais de seis meses com recurso disponível para a realização dos reparos que, como empresa, no entanto, não pode executar diretamente”, assinalou o secretário estadual.

O secretário disse que fará novo apelo à Sucab para que os reparos sejam efetuados logo. “O registro sobre o Centro de Convenções de Ilhéus está, portanto, correto e estamos nos dirigindo mais uma vez à Sucab para a realização dos reparos”.

Parte do teto do hall do centro de convenções desabou.

LEONELLI NEGA RETALIAÇÃO A NEWTON

Leonelli afirma que recurso para o Carnaval de Ilhéus está condicionado à adimplência do governo municipal

Em nota enviada ao PIMENTA, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, nega que o governo ilheense esteja sendo vítima de retaliação.

Apesar de não ter recebido pessoalmente o prefeito Newton Lima nos últimos meses, o secretário afirma que o gestor do município teve audiência no dia 20 de dezembro passado com o chefe de gabinete da Setur, João Carlos Oliveira. A nota observa que o prefeito foi recebido “mesmo sem ter agendado horário”.

Sobre o Carnaval de 2012, a Setur informa que o pedido de apoio foi protocolado no dia 9, “um dia antes do final do prazo”. Segundo a nota, a proposta está sendo analisada e a resposta “dependerá também de que a  Prefeitura esteja adimplente para firma convênio com o Governo do Estado”.

 

DEMOROU, LEONELLI

Leonelli rebate críticas de Paulus.

O secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, demorou uma semana para responder às críticas do presidente da CVC, Guilherme Paulus. Durante um painel do Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), em São Paulo, no dia 9, Paulus disse que a Bahia e Salvador estavam fora do cenário turístico nacional e internacional (confira aqui).

Leonelli discordou de Paulus e lembrou que a própria CVC tem sido parceira de ações do governo baiano. O presidente do conselho administrativo da operadora citou a FIT, na Argentina, como um dos grandes eventos em que o estado esteve fora. Leonelli rebate:

– Só não viu a Bahia na FIT, em Buenos Aires, quem não foi ao pavilhão do Brasil. Os operadores argentinos também destacaram o estande baiano, que atraiu dez mil pessoas em sua última edição.

Paulus, na semana passada, fazia críticas à promoção do turismo baiano (Reprodução Pimenta).

Quanto às críticas à velha distribuição de fitinhas do Senhor do Bomfim, o secretário, em tom irônico, diz que esta ação de sucesso foi implementada na época do ex-secretário de Turismo da Bahia, Paulo Gaudenzi, hoje na CVC:

– Além das fitinhas, sempre há distribuição de mais de 10 mil folhetos promocionais a cada feira, cocadas típicas e milhares de acarajés, que provocam filas e ciúmes intermináveis.

Já Fernando Ferrero, da Bahiatursa, lembra que a CVC conseguiu praticamente triplicar a vendagem de pacotes de viagem juninos para a Bahia, saindo de 12 mil, em 2006, para 35 mil neste ano.

PIMENTA DO DIA

Leonelli vai enviar a “banda” O Troco, para tocar em Ilhéus!

Comentário – sarcástico – do leitor Márcio sobre o apoio pífio da Secretaria de Turismo da Bahia ao carnaval de Ilhéus. A secretaria é comandada por Domingos Leonelli (foto), que obteve só 1.299 votos a deputado federal em 2010 no município, apesar do apoio do prefeito Newton Lima e do secretário Alcides Kruschewsky (Governo).

O INTRIGANTE ASSALTO NA CAMPANHA DE 2002

Marival Guedes | marivalguedes@yahoo.com.br

Os brutos também choram. Leonelli, apesar de toda a brutalidade política, não conteve as lágrimas ao ouvir de um correligionário que aquilo era “armação”.

Começo pelo cenário político baiano na época: em abril o vice-governador Otto Alencar tomou posse substituindo César Borges, que renunciou para candidatar-se ao senado. Antônio Carlos Magalhães estava desempregado.  Renunciou ao mandato por causa da sua estripulia no Senado, a fraude no painel de votação. Candidatou-se novamente.

O PSB lançou Itaberaba Lyra ao governo, Ruy Corrêa (Senado), Domingos Leonelli (deputado federal) e Lídice da Mata à reeleição na Assembléia Legislativa. Anthony Garotinho (PSB) era candidato à presidência da República e precisava de um palanque na Bahia, por isso entrou em contato com o presidente da legenda Domingos Leonelli.

O ASSALTO

Depois de combinar por telefone com Garotinho, Leonelli voou ao Rio para buscar a primeira parcela do dinheiro da campanha. No retorno, pegou seu carro, foi à casa de uma amiga com a pasta com o dinheiro debaixo do banco e, em seguida, para sua residência no Rio Vermelho. Lá estavam, dentre outras pessoas, a deputada Lídice da Mata e  Geovan, do PSB de Vitória da Conquista. Quando acabou de entrar , um grupo invadiu a casa e anunciou o assalto, levando toda a grana.

Os brutos também choram. Leonelli, apesar de toda a brutalidade política, não conteve as lágrimas ao ouvir de um correligionário que aquilo era “armação”.  A hipótese foi rechaçada pela direção do partido. Ele concedeu entrevistas e o fato foi noticiado pelos principais veículos de comunicação.

RESULTADO DAS ELEIÇÕES

Lula foi eleito presidente, Paulo Souto derrotou Jaques Wagner, Antônio Carlos e César Borges se elegeram, Lídice da Mata se reelegeu e Leonelli não conquistou a cadeira na Câmara. O advogado itabunense Ruy Corrêa obteve 85 mil votos, ficando em quinto lugar entre os nove candidatos ao senado.

QUESTÕES INTRIGANTES

Os ladrões nunca foram descobertos e alguns fatos chamaram a atenção. Por exemplo, eles entraram perguntando onde estava a pasta com o dinheiro. Logo após o assalto, Leonelli declarou nas entrevistas que a pasta tinha dez mil reais. Os jornais A Tarde e Tribuna da Bahia e outros veículos publicaram esta versão. Mas o Correio da Bahia publicou 190 mil. Chegou bem próximo. Na verdade havia 210 mil reais.

2002 foi um ano “quente” na política baiana. De março a setembro, houve um festival de grampos telefônicos clandestinos. O esquema era operado por pessoas da Secretaria de Segurança Pública. Foram grampeados 190 números de telefones dos desafetos de Antônio Carlos Magalhães.

Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA às sextas.

NEWTON ESCAPA DE “DEGOLA” NO PSB BAIANO

Enquanto dois prefeitos sul-baianos foram julgados infiéis  e perderão o direito de permanecer no PSB, o prefeito de Ilhéus, Newton Lima, escapou da “Degola das Pombinhas” em reunião realizada no Hotel Bahia Sol, em Salvador. A reunião da estadual contou com a participação de representantes do PSB do sul da Bahia.

Os prefeitos sul-baianos punidos são Dernival Dias Ferreira, de Itapitanga, e Gilberto Abade, de Porto Seguro. Dernival é prefeito reeleito. Abade poderia disputar reeleição pela legenda, mas terá que procurar abrigo em outro partido caso queira ser reconduzido ao cargo. Eles apoiaram candidatos de outras legendas, e sem o aval do PSB.

Newton Lima escapou, apesar de apoiar a reeleição da deputada estadual Ângela Sousa (PSC), que se aliou ao ex-candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB). Internamente se diz que Newton se safou porque ficou com Domingos Leonelli na tentativa de retorno à Câmara Federal. Leonelli é intimamente ligado à xerifona do PSB, Lídice da Mata.

CADÊ NEWTON?

O secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, deu um pulinho no carnaval de Ilhéus e não gostou do que (não) viu por lá: o prefeito Newton Lima (PSB).

Na falta do anfitrião, Leonelli foi recepcionado pela secretária de Turismo de Ilhéus, Ana Matilde, na segunda de carnaval.

Nos bastidores, circulava que o prefeito teria ido curtir o carnaval de Salvador. E Newton não nega que é… chicleteiro. Junte as peças e…

Leonelli ao lado de Matilde: cadê Newton?








WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia