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:: ‘ecologia’

UESC TEM QUATRO PROGRAMAS DE PÓS COM NOTA 5 NA AVALIAÇÃO DA CAPES/MEC

Uesc tem boa avaliação em cursos de pós-graduação

Uesc tem boa avaliação em cursos de pós-graduação|| Foto Jonildo Glória

Quatro programas de Pós-graduação da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) mantiveram ou aumentaram seus conceitos, atingindo 5 na avaliação feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação, referente ao período 2013 a 2016. Trata-se dos Programas de Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Ecologia, Conservação da Biodiversidade, Zoologia e Genética e Biologia.

A avaliação do Sistema Nacional de pós-graduação é realizada periodicamente pela Capes, com a participação da comunidade acadêmico-científica, por meio de consultores num processo que assegura a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado no país.

A avaliação quadrienal da qualidade acadêmica da pós-graduação, além de ser fundamental à manutenção do funcionamento dos programas, é um indicador de qualidade, embasando as políticas governamentais e institucionais para o crescimento qualitativo e quantitativo dos cursos.

Os cursos de pós-graduação da UESC obtiveram avanços nesta primeira etapa da avaliação, como por exemplo, os programas de Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Ecologia e Conservação da Biodiversidade e Zoologia, que saíram do conceito 4 para o conceito 5. Outros cursos mantiveram o mesmo patamar de avaliação em relação à avaliação anterior, como o curso de Genética e Biologia Molecular, nível de mestrado e doutorado, que possui conceito 5.

Um dos diferenciais desta avaliação da Capes foi a reserva de um período para análise exclusiva dos mestrados profissionais. O Mestrado Profissional em Formação de Professores da Educação Básica foi avaliado com conceito 4 e os demais mestrados profissionais, vinculados à Universidade, obtiveram avaliações semelhantes aos períodos anteriores.

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ARTIGO DE PROFESSORES DA UESC É CAPA DA REVISTA “ECOLOGY”

Deborah e José Carlos desenvolveram estudo sobre mata atlântica (Fotomontagem Pimenta).

Deborah e José Carlos desenvolveram estudo sobre mata atlântica (Fotomontagem Pimenta).

Um estudo desenvolvido pelos professores José Carlos Morante Filho e Deborah Faria, ambos doutores e membros do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), foi capa da Ecology, edição de dezembro. A publicação é das revistas mais prestigiadas na área de ecologia em todo o mundo. José Carlos e Deborah são pesquisadores do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (LEAC) da universidade pública sul-baiana.

O trabalho dos pesquisadores mostra, através da construção e teste de um complexo modelo de interações ecológicas, que o desmatamento da Mata Atlântica leva a um aumento no dano foliar causado por insetos”, opina a professora Fernanda Gaiotto. De acordo com os autores do estudo, esse efeito ocorre porque, quando uma determinada região é desmatada, a floresta que resta sofre profundas modificações em consequência da perda de árvores grandes e altas.

Os professores José Carlos Morante Filho e Deborah Faria assinalam que “em particular, a floresta se torna mais fina, mais baixa e mais rala, e este novo ambiente favorece a proliferação de populações de insetos herbívoros que consequentemente aumentam o consumo de plantas”. O trabalho mostra, com clareza, a maneira pela qual o desmatamento modifica determinados processos ecológicos que são importantes para o funcionamento das florestas tropicais.

Neste estudo, o aumento do dano foliar causado pelos insetos herbívoros pode ainda influenciar a regeneração das populações de plantas e de toda a floresta, uma vez que, para crescerem e reporem os adultos, estas plantas terão que vencer a pressão de consumo imposta pelos insetos.

Esta pesquisa foi desenvolvida dentro da Sisbiota, uma rede de pesquisa financiada pelo CNPq e coordenada pela doutora Deborah Faria, e contou com a colaboração de pesquisadores de universidades do México, Holanda e Alemanha.

São coautores do trabalho, publicado no volume 97 da revista Ecology , de 12 de Dezembro de 2016, nas páginas 3315 a 3325, os doutores Víctor Arroyo-Rodríguez, do Instituto de Investigaciones en Ecosistemas y Sustentabilidad, Universidad Nacional Autónoma de México, Morelia, Michoacán, México; Madelon Lohbeck, do Floresta Ecologia e Grupo de Gestão Florestal, Universidade de Wageningen, Países Baixos e Teja Tscharntke, do Agroecologia, Georg-August-Universidade de Göttingen, Alemanha.

UFSB E CNPC DISCUTEM CONSERVAÇÃO PRODUTIVA

Representantes da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e da Central Nacional dos Produtores de Cacau (CNPC) se reúnem nesta segunda-feira (16) para discutir a proposta da Conservação Produtiva como alternativa de desenvolvimento regional.  O encontro, marcado para as 14 horas, na sede do Sindicato Rural de Itabuna, terá a participação de dirigentes da Ceplac, Ifba, Sindicato Rural e Prefeitura de Itabuna, entre outras instituições.

De acordo com o coordenador do CNPC, Wallace Setenta, a discussão foi sugerida pelo reitor da UFSB, Naomar Almeida, que pretende aprofundar o conhecimento da Conservação Produtiva, com a perspectiva de inseri-la como objeto de pesquisas da universidade. Pensamento semelhante tem a direção do Instituto Federal da Bahia, campus de Ilhéus, que pretende criar um curso com foco no tema.

A Conservação Produtiva é uma proposta de ação que prevê, como o nome sugere, a conservação de recursos naturais abrigados nas plantações de cacau, sob árvores nativas da mata atlântica. Ao mesmo tempo, permite o aumento da produtividade, ao estabelecer parâmetros mínimos para a incidência de luz sobre as plantas.

O modelo prevê ainda a comercialização de ativos ambientais capazes de servir como garantia em operações de crédito junto a instituições financeiras, “o que pode ser a solução para o endividamento dos produtores de cacau”, aposta Setenta.

SOLUÇÃO AMBIENTAL GERA EMPREGO E RENDA EM ITAGIBÁ

Alunos de projeto do Instituto Sofrê aprendem a fabricar vassouras.

Alunos de projeto do Instituto Sofrê aprendem a fabricar vassouras de material reciclado.

A pequena Itagibá, no sul da Bahia, encontrou solução para um problema sério ao meio ambiente. Prefeitura, mineradora Mirabela e o Instituto Sofrê capacitaram pessoas para transformar garrafas PET em vassouras em uma minifábrica experimental.

Selecionados em comunidades carentes, os alunos vão produzir vassouras ecológicas. Parte da produção será adquirida pelo próprio município. O projeto, segundo os coordenadores, é embrionário de uma cooperativa.

O município, segundo o prefeito Marcos Barreto (Marquinhos), quer implantar a coleta seletiva e avançar no processo de reciclagem, com o Programa Municipal de Coleta Seletiva e Reciclagem de Resíduos Sólidos.

Cosme Nunes, que responde pela Pasta do Meio Ambiente, diz que estas pessoas serão envolvidas em programas municipais de inclusão sócio-produtiva.

O projeto também mostra como a interação entre poder público, iniciativa privada e terceiro setor podem se juntar em busca de soluções.

SIMPÓSIO GERA PROPOSTAS PARA A RIO+20

O potencial de desenvolvimento agrícola sustentável com foco em sugestões de linhas de pesquisa para os cinco ecossistemas da Bahia será debatido hoje, 6, e amanhã, em Salvador. As discussões ocorrem durante o Simpósio Potencial de Desenvolvimento Agrícola Sustentável e Sugestões de Linhas de Pesquisa”.

O evento é promovido pela Academia de Ciências da Bahia (ACB) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). A solenidade de abertura acontece, às 18h, no Marazul Hotel, com a palestra do agrônomo, economista e professor da USP, José Eli da Veiga, com o tema Desenvolvimento Agrícola Sustentável, uma Possibilidade Contemporânea.

O evento também vai gerar propostas que interessem ao Plano de Desenvolvimento Sustentável para a Bahia e também ao Estado e à sociedade civil, como contribuição aos debates no evento internacional Rio + 20.

Nesta segunda-feira, 7, o simpósio terá em cinco sessões sobre os ecossistemas do território baiano: Semiárido, com Manoel Abílio Queiroz (Uneb); Altitudes, com Abel Rebouças (Uesb); Recôncavo, com Carlos Alfredo Lopes (UFRB); Litoral, Mata Atlântica e Cacaueira, com Rui Barbosa da Rocha (Uesc); e Cerrado, com Fábio Gelape Faleiro (UnB).

ESTUDO DIZ QUE MATA ATLÂNTICA EMITIU MAIS GASES QUE AMAZÔNIA

Mata Atlântica emitiria mais gases que floresta amazônica, segundo estudo.

Reportagem publicada neste domingo, 6, vai servir para aquecer ainda os debates da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, que se realiza em junho, na capital fluminense. O Estadão revela estudo sobre a emissão de gases por conversão de vegetação em área agrícola em que é mostrado que a origem da maior parte do problema é a Mata Atlântica, e não a Amazônia.

Entre 1940 e 1995, a conversão de áreas de vegetação nativa para agricultura e pecuária liberou 17,2 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera. O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). E demorou sete anos para ser concluído e mescla imagens recentes de satélite com informações históricas dos censos agropecuários do IBGE.

Os pesquisadores Marcos Costa, do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Christiane Leite, também da UFV, Britaldo Soares Filho e Letícia Hissa, do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fizeram a publicação do trabalho na revista Global Biogeochemical Cycles.

O estudo calculou, pela primeira vez, as emissões históricas por mudança no uso da terra – conversão de áreas de vegetação nativa para agricultura e pecuária – no Brasil.

CORRIDA ECOLÓGICA EM ILHÉUS

Atletas vão atravessar a Serra do Conduru

A belíssima Serra do Conduru, entre Ilhéus e Uruçuca, é o cenário da Corrida Ecológica que terá sua segunda edição no próximo dia  23, um domingo. Atletas de várias idades participam da prova, cuja largada ocorre às 8h30min da manhã, em Serra Grande, com percurso atravessando o Parque Nacional do Conduru até a Vila do Retiro.

No total, a corrida tem 20 quilômetros, distância a ser percorrida pelos atletas das categorias Juvenil (15 a 19 anos) e Adulto (a partir de 19). Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos irão correr quatro quilômetros. Todos os participantes que completarem a prova receberão medalhas e os três primeiros de cada categoria serão premiados com troféus.

As inscrições para a 2ª Corrida Ecológica podem ser feitas na banca de revistas da praça em frente ao Teatro Municipal de Ilhéus. O valor é R$ 10,00, que dá direito a camisa, almoço e sorteio de uma bicicleta.

BAMIN PROMOVE SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Trabalho de arte-educação, com o grupo Teka Teatro, fez parte da programação nas comunidades (foto Taironny Maia)

A empresa Bahia Mineração realiza diversas atividades em Ilhéus e Caetité, com o objetivo de marcar a Semana do Meio Ambiente.

Em Ilhéus, a programação incluiu uma mobilização no último fim de semana, nas comunidades de Aritaguá, Lagoa Encantada e Sambaituba, e prossegue até o próximo dia 10, com ações em um estande montado na Praça J.J. Seabra.

Apresentação teatral, troca de mudas por material reciclável, palestra e exposição dos grupos produtivos do Projeto Transformar fazem parte da programação, que tem apoio do Sesi e da Faculdade de Ilhéus.

DEPUTADO QUER ASFALTO ECOLÓGICO NAS RODOVIAS ESTADUAIS

40 milhões de pneus são descartados todo ano no Brasil

Um projeto de lei de autoria do deputado estadual Eures Ribeiro (PV) pode tornar obrigatória a utilização, nas obras de recapeamento realizadas nas rodovias estaduais baianas, de uma composição asfáltica feita com pneus descartados.

Segundo o deputado, o asfalto ecológico tem cerca de 20% de pó de borracha, originário da reciclagem de pneus usados. O aproveitamento desse material nas rodovias, de acordo com Ribeiro, dará uma utilidade a “resíduos sólidos que poluem o meio ambiente”.

Além de determinar a utilização, o projeto também dispõe sobre a instalação de pontos de coleta e armazenamento dos pneus, o que seria viabilizado pelo Estado, em convênio com os municípios e entidades filantrópicas.

POR UM PALÁCIO VERDE

A seta aponta a árvore que cresce em cima da cabeça do prefeito (Foto Melck Rabelo).

O Palácio Paranaguá, sede da prefeitura de Ilhéus, é um dos vários e belos patrimônios arquitetônicos do município sul-baiano. E, nestes últimos tempos, vem chamando a atenção de nativos e de turistas por um detalhe que impressiona: uma árvore de espécie desconhecida cresce, frondosa, no teto da construção centenária.

Não se trata de nenhum experimento científico. É desleixo mesmo. Newton Lima até pensou em acionar o seu fiel escudeiro Carlos Freitas, secretário de Serviços Urbanos, para ordenar a derrubada da plantação. Desistiu ao imaginar Carlinhos trepado na árvore e a forte reação dos ambientalistas Ruy Rocha, do Floresta Viva, e Socorro Mendonça, do Ação Ilhéus. A foto é de Melck “Sadan” Rabelo.






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