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:: ‘economia’

DIEESE: PAGAMENTO DO 13º SALÁRIO DEVE INJETAR R$ 200 BILHÕES NA ECONOMIA

O pagamento do décimo terceiro salário deve injetar cerca de R$ 200,5 bilhões na economia brasileira este ano, um crescimento de 4,7% na comparação ao ano passado. O valor previsto corresponde a cerca de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e foi divulgado hoje (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento não considera trabalhadores autônomos e assalariados sem carteira que devem receber algum tipo de abono de fim de ano.

Cerca de 83,3 milhões de brasileiros devem receber o décimo terceiro salário, benefício que é pago aos trabalhadores com carteira assinada, beneficiários da Previdência Social e aposentados e pensionistas da União, dos estados e dos municípios. Em média, cada trabalhador receberá cerca de R$ 2,25 mil.

Do total a ser pago, R$ 132,7 bilhões (66,2%) são destinados a trabalhadores formais. O restante, cerca de R$ 67,7 bilhões (33,8%), será pago a aposentados e pensionistas.

Praticamente a metade do montante (49,4% do total) será destinada a trabalhadores nos estados da Região Sudeste, seguido pela Região Sul (16,2%), Nordeste (15,9%), Centro-Oeste (9%) e Norte (4,7%). Os beneficiários do regime próprio da União vão receber 4,9% da quantia.

O maior benefício médio deverá ser pago no Distrito Federal, onde os trabalhadores ou aposentados receberão cerca R$ 4,2 mil. O menor valor deverá ser pago no Maranhão e no Piauí, onde a média é de cerca de R$ 1,5 mil. Os valores médios desconsideram os aposentados por regime próprio dos estados e dos municípios.

No estado de São Paulo, cerca de R$ 58,2 bilhões deverão ser injetados até o final deste ano com o décimo-terceiro salário, o que corresponde a 29% do total. Da Agência Brasil.

ITABUNA PARA NA SEGUNDA COM O FERIADO DO DIA DOS COMERCIÁRIOS

Com antecipação do Dia dos Comerciários, Itabuna terá feriado na próxima segunda

Com antecipação do Dia dos Comerciários, Itabuna terá feriado na próxima segunda


Decreto estabelece dia 23 de outubro deste ano como feriado municipal (Clique para ampliar)

Decreto estabelece dia 23 de outubro deste ano como feriado municipal (Clique para ampliar)

Segunda-feira (23) será feriado em Itabuna com a antecipação, por meio de decreto municipal, do Dia dos Comerciários. Por causa da homenagem, até mesmo supermercados e o Shopping Jequitibá também não abrirão. A antecipação do feriado é resultado de acordo celebrado entre Sindicato dos Comerciários, Sindicom e CDL com a Prefeitura de Itabuna.

O Dia dos Comerciários é celebrado dia 30 de outubro, porém foi antecipado para dia 23 pelo prefeito Fernando Gomes, com o Decreto 12.684, de 20 de setembro último. “As empresas que desrespeitarem a determinação estarão sujeitas às sanções previstas nas Convenções Coletivas de Trabalho dos setores varejista e supermercadista”, alerta a direção do Sindicato dos Comerciários por meio de nota.

FESTA

Os comerciários vão participar de festa no dia 23. De acordo com o sindicato da categoria, haverá torneio de futebol (Torneio Caixeiral) e show com Aline Kaliu, no Recanto dos Comerciários, no Bairro Conceição.

CEPLAC BUSCA NOVAS FONTES PARA FOMENTAR CACAU

Ceplac busca recursos externos e recuperar autonomia || Foto Divulgação

Ceplac busca recursos externos e recuperar autonomia || Foto Divulgação

Do Valor

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que atualmente responde à secretaria-executiva do Ministério da Agricultura, está dando os primeiros passos para recuperar sua autonomia de gestão e de financiamento. O objetivo da Ceplac é acessar recursos externos ao orçamento federal, como de fundos internacionais de fomento.

Em pouco mais de um mês, uma consultoria será contratada por licitação para definir o novo modelo jurídico da Ceplac para permitir que ela receba esse tipo de recursos. A expectativa dentro do órgão é que a consultoria elabore esse modelo até fevereiro ou março.

Ainda não estão definidas quais fontes de financiamento a comissão poderá acessar, mas já foi sinalizada a possibilidade de buscar doações internacionais através dos projetos Fundo Verde para o Clima – submetido às Nações Unidas – e World Cocoa Foundation (WCF) – financiado pelas maiores companhias que atuam na produção de chocolate, tais como a suíça Nestlé e a americana Mars. Os detalhes constam de um relatório produzido por um grupo de trabalho do Ministério da Agricultura e que foi obtido pelo Valor.

A autonomia administrativa e financeira já foi uma realidade para a Ceplac, mas em setembro de 2016 ela foi subordinada ao Ministério da Agricultura, e desde então passou a ser financiada diretamente pelo orçamento da Pasta.

Juvenal Maynart, diretor geral da Ceplac

Juvenal Maynart, diretor geral da Ceplac

A restrição orçamentária da Ceplac, porém, data de mais tempo. Há quase 30 anos, o órgão não realiza concurso público para contratar novos funcionários. Nesse meio tempo, a comissão enfrentou a pior crise do setor cacauicultor, provocada pela vassoura-de-bruxa no sul da Bahia.

A Ceplac já chegou a ter 4,2 mil funcionários, mas hoje o quadro tem 1,7 mil, sendo que 1,2 mil já têm idade e tempo de serviço suficientes para se aposentar. A falta de novos concursos também impediu a entrada das novas gerações, mais familiarizadas com ferramentas digitais.

O enxugamento do orçamento aprofundou-se nos últimos anos. Em 2012, foi fixado um orçamento de R$ 25,2 milhões para a comissão, mas a execução ficou em R$ 22,2 milhões. No ano passado, o valor orçado foi de R$ 22,7 milhões, mas somente R$ 17,3 milhões foi empenhado. Para este ano, o orçamento caiu para R$ 17,1 milhões.

Uma fonte externa de financiamento é vista dentro do órgão como uma saída para garantir o apoio da Ceplac para o fomento do cultivo de cacau pelo sistema agroflorestal. Nesse sistema, os cacaueiros são plantados junto à floresta nativa, um modelo que já é adotado no Pará. :: LEIA MAIS »

É TEMPO DE COLHER

rosivaldo-pinheiroRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

Entramos no ano 2000 com a energia da luta, buscamos diversificar a produção agrícola, implantar serviços de educação, melhorar a prestação dos serviços de saúde, começamos a investir em indústrias de pequeno porte e outras iniciativas.

 

Vivemos numa região que possui um dos biomas mais importantes do Brasil, a mata atlântica – muito rica em fauna e flora. Essa conservação só foi possível devido ao sistema de produção cabruca, que consiste em consorciar exploração econômica e conservação ambiental.

A produção do cacau permitiu reconhecimento social e poder político-econômico para os produtores do fruto. Se cacau era sinônimo de dinheiro, proprietário rural nessa região ganhava destaque social em qualquer lugar do país e até internacionalmente. As obras de Jorge Amado trazem esse retrato histórico.

A quebra da bolsa de Nova Iorque, em 1929, afetou o comércio mundial e estabeleceu dificuldades na nossa economia até o final da década de 1950. Nesse período, após uma intensa luta junto aos poderes da República, a região viu nascer a Ceplac, em 1957, e recebeu uma atenção diferenciada a partir de 1961, quando foi implantada a taxa de retenção de exportação do cacau que formou o orçamento da Ceplac, o que permitiu que a instituição implantasse a extensão rural e investisse no escoamento da produção. A taxa era de 15% sobre a amêndoa e 5% sobre os derivados de cacau.

Em 1970, o cacau representou 60% da arrecadação estadual. Financiou, inclusive, a folha de pagamento do estado da Bahia e fomentou a construção do Centro Industrial de Aratu e do Polo Petroquímico de Camaçari. A partir de 1972, a taxa de retenção foi unificada em 10% – tanto amêndoas como derivados. Em 1980, uma série de fatores influenciaram negativamente na cadeia produtiva do cacau: perdemos importância na pauta de arrecadação do estado frente aos produtos de alta tecnologia produzidos no Polo Petroquímico de Camaçari, o fortalecimento da concorrência dos países africanos e nosso peso na pauta de exportação brasileira foi reduzido.

Todos esses acontecimentos propiciaram ao governo brasileiro cortar a taxa de retenção. Além disso, tivemos uma superprodução de cacau na safra 1984/1985, forçando ainda mais a queda dos preços e empurrando os produtores de cacau para a crise. Como se não bastasse tudo isso, em 1989 surgia em Uruçuca um fungo capaz de dizimar a lavoura, a vassoura-de-bruxa. Diante daquelas circunstâncias, e após muitas cobranças e críticas por parte da comunidade da região sul, o governo estadual, em resposta, criou o Instituto Biofábrica de Cacau em 1997. O IBC nasceu com o objetivo de produzir mudas melhoradas geneticamente e servir de estrutura de apoio permanente à lavoura.

Chegamos a 1990, década em que a região cacaueira conheceu a sua maior queda econômica: mergulhamos num estado de penúria, o que gerou o quase abandono das propriedades por parte dos fazendeiros e demissão em massa dos trabalhadores rurais. Estima-se que mais de 250 mil trabalhadores trocaram o campo pelas cidades. Um grande contingente de homens, mulheres e crianças chegaram sem perspectivas às cidades, buscando sobreviver àquele estado de caos social. As cidades não estavam preparadas, principalmente Itabuna, Ilhéus e Porto Seguro: saúde, educação, segurança, mobilidade e urbanização foram afetados.

Não existia capacidade de atendimento do fluxo, nem capacidade financeira para prover ações de acolhimento para essas pessoas. Esse contingente humano ficou à margem e teve que se estabelecer nas periferias das cidades. Entramos no ano 2000 com a energia da luta, buscamos diversificar a produção agrícola, implantar serviços de educação, melhorar a prestação dos serviços de saúde, começamos a investir em indústrias de pequeno porte e outras iniciativas.

Nos últimos anos, uma articulação dos governos estadual e federal trouxe a esperança de entrarmos num novo ciclo econômico. A construção da barragem do Rio Colônia, um novo hospital regional, prestes a ser inaugurado, a Ferrovia Oeste-Leste, que está parada com quase 70% concluída, o Porto Sul – ainda travado por questões burocráticas, um novo aeroporto, que está para ter obras iniciadas, uma universidade federal já em funcionamento e a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, cuja ordem de serviço será assinada na próxima segunda-feira pelo governador Rui Costa, um sonho que a região espera há quase 50 anos. O governo Rui vem se esforçando e realizando as obras que estavam na expectativa da região.

Como tudo na vida, a crise, apesar de negativa, também deixou legados importantes: uma região mais forte para enfrentar as turbulências, a estadualização da UESC – sem a crise econômica o estado não absorveria a instituição no seu orçamento, e o acesso à terra, algo antes difícil e que trouxe à tona o movimento da agricultura familiar nessa região. A produção de chocolate surge como um novo pensar, fruto da chegada de novos agricultores para a cadeia do cacau, o incremento de novos modos de produção e beneficiamento do cacau, e o uso de tecnologias através do melhoramento genético fazem parte dessa mudança.

Precisamos estruturar novas lutas: ampliar e melhorar a nossa representação política em nível estadual e federal, fortalecer a Ceplac, fazer o governo do estado dotar a Biofábrica de condições financeiras para a manutenção do seu quadro técnico e do cumprimento do seu papel de fortalecimento da agropecuária do Sul e Extremo Sul da Bahia. Um novo ciclo está por vir, dele, depende a nossa energia e luta. Nossa região irá se superar e os seus filhos vencerão o dilema identificado pelo saudoso professor Selem Rachid: “a pobre região rica”. Avante!

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades pela Uesc.

BAHIA SUPERA MARCA DE 50 MIL RESIDÊNCIAS COM GÁS NATURAL

Gavazza preside a Bahiagás

Gavazza preside a Bahiagás

A Bahiagás acaba de anunciar que superou a marca de 50 mil residências abastecidas com gás natural. Eram pouco mais de 1,1 mil em 2006, antes da política de expansão da empresa. Atualmente, fornece o combustível para 21 municípios, nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo e termelétrico. Indústria e setor residencial são onde estão os principais clientes da empresa.

Segundo a companhia, os resultados colocam a Bahia como o maior consumidor do energético no setor residencial fora do eixo Rio de Janeiro/São Paulo, estados com tradição centenária na distribuição de gás natural.

Somente em 2016, foram ligados 6.661 novos domicílios, nos três municípios onde a Bahiagás atende residências (Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas). gerando um faturamento bruto de mais de R$ 13 milhões no ano. A Companhia possui mais de 370 km de rede de dutos implantados em áreas urbanas.

Na indústria não é muito diferente, o setor é responsável pelo maior consumo da Companhia, utilizando 92% do gás natural distribuído no estado. A Bahia figura em primeiro lugar no Brasil em participação do gás natural na matriz energética industrial. 30% de toda energia consumida na indústria baiana é provida pela Bahiagás.

PLANEJAMENTO

Segundo o presidente da companhia, a receita para alcançar estes resultados “é aliar a expansão de mercado ao programa estratégico de crescimento e fortalecimento”. O planejamento da Bahiagás, afirma Gavazza, está baseado no tripé interiorização das atividades, massificação e diversificação do uso do gás natural.

BAHIAGÁS É A ESTATAL DE GÁS NATURAL DE MAIOR RECEITA DO PAÍS, SEGUNDO A EXAME

Bahiagás tem maior receita entre estatais de gás do país

Bahiagás tem maior receita entre estatais de gás do país

A Bahiagás é a empresa com maior receita no setor de gás natural no país entre as estatais do segmento, conforme números da edição Exame – Melhores e Maiores 2017. Quanto consideradas as estatais e privadas, a empresa aparece em quarto lugar nesse quesito e terceira colocada em lucro líquido.

A companhia baiana foi considerada pela publicação como a segunda melhor empresa do setor de energia do país na categoria Liquidez Corrente, inserindo-a no topo do ranking nacional de empresas com maior capacidade de pagamento.

Há vários anos, conforme critérios da publicação, a Bahiagás se mantém entre as dez maiores empresas do Brasil e entre as 15 com menor endividamento no país. É, também, a 12ª empresa que mais vende entre todas do estado da Bahia, nos diferentes segmentos.

EXPANSÃO

A empresa ganhou 6.724 novos clientes em 2016, com R$ 56 milhões em investimentos na expansão da rede e melhoria de serviços. No ano passado, concluiu a rede de distribuição em Feira de Santana, com 16 quilômetros de extensão.

A empresa está investindo R$ 505 milhões na construção do Duto de Distribuição do Sudoeste (Gás Sudoeste). O duto terá 306 quilômetros de extensão e atenderá 12 municípios da região de Vitória da Conquista.

PORTO DE ILHÉUS BATE RECORDE EM EXPORTAÇÃO DE ÓXIDO DE MAGNÉSIO

Exportação de óxido de magnésio pelo terminal ilheense bate recorde || Divulgação

Exportação de óxido de magnésio pelo terminal ilheense bate recorde || Divulgação

O Porto de Ilhéus fará a terceira exportação de carga de óxido de magnésio neste ano, numa operação controlada pela Intermarítima. Serão 8 mil toneladas do produto exportadas para os Estados Unidos. Segundo a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), 23 mil toneladas de óxido de magnésio já foram exportadas pelo terminal ilheense em 2017.

O último embarque ocorreu na terça (29). O volume deste tipo de carga movimentado em 2017 supera em muito o de 2016, quando foram embarcadas apenas 7 mil toneladas. “A operação do óxido excede a média anual, que é de um a dois embarques. Temos muito a comemorar, sobretudo porque já está confirmada para mais uma operação do produto. Nossa previsão é chegar a 30 mil toneladas em 2017”, comenta a gerente do Porto de Ilhéus, Bárbara Láudano.

O óxido tem origem na fábrica da IBAR Nordeste, em Brumado, empresa responsável pela extração, beneficiamento e calcinação controlada da magnesita, que dá origem ao composto. A participação do óxido na cadeia produtora inclui as atividades de Indústrias Química e Siderúrgica, além de agricultura, nutrição animal, construção civil, dentre outras.

ITABUNA E ILHÉUS FORA DO RANKING DOS 30 MELHORES ÍNDICES SOCIOECONÔMICOS

Itabuna e Ilhéus

Itabuna e Ilhéus ficam atrás de Itagibá no ranking socioeconômico|| Foto José Nazal

Itabuna e Ilhéus ficaram atrás de municípios como Itagibá, Mucuri, Eunápolis, Porto Seguro e Jequié e não estão entre os 30 primeiros colocados no ranking socioeconômico atualizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30).

A SEI traz o resultado do Índice de Performance Socioeconômica dos Municípios Baianos (IPESE) referente a 2014. O levantamento aponta Mata de São João com melhor resultado, com indicador de 0,844 décimos, numa escala de zero a um ponto. O município registrou desempenho “muito alto” (1,000 ponto) na dimensão economia e finanças, “alto” (0,861) na Educação e desempenho “médio” (0,672 décimos) na Saúde.

No extremo sul, Eunápolis foi o município com melhor desempenho, na 13ª colocação, com indicador IPESE de 0,765 décimos. Em seguida aparece Porto Seguro, na 14º posição, com 0,763 décimos.  Outro município daquela região bem avaliado é Mucuri, que ficou na 22ª colocação, com indicador de 0,731 décimos.

SUL DA BAHIA

Itagibá ficou entre os 30 municípios com melhores indicadores econômicos

Itagibá ficou entre os 30 municípios com melhores indicadores econômicos em 2014

O único município do sul da Bahia no ranking é Itagibá, na 24ª posição, com indicador de 0,726 décimos. O município registrou o 7ª melhor resultado na dimensão finanças e economia, com 0,910 décimos. No sudoeste baiano, Jequié foi o município com melhor desempenho, na 28ª colocação, com indicador IPESE de 0,721 décimos.

Os dados mostram que Ilhéus teve o seu melhor resultado na dimensão economia e finanças, com 0,864 décimos. O município ficou na 13ª colocação quando considerado somente esse indicador.  Itabuna aparece bem atrás de Ilhéus, na 27º posição na dimensão economia e finanças, com  0,791 décimos.

Quando são excluídos os municípios com menos de 100 mil habitantes, Itabuna e Ilhéus aparecem na 7ª e 9ª posições no indicador IPESE. O levantamento mostra também que a performance socioeconômica de Itabuna melhorou entre 2010 e 2014, passando de 0,676 para 0,717 décimos. Houve evolução também em Ilhéus, com o indicador subindo de 0,631 para 0,703 no período de quatro anos.

De acordo com a SEI, o indicador foi elaborado com a finalidade de ser um instrumento de monitoramento e avaliação de políticas públicas, medindo a oferta e a qualidade com que um município oferece certos serviços básicos a população.

RENNER ATINGE 10,7% DE LUCRO LÍQUIDO NO 2° TRIMESTRE

Renner teve lucro de mais de 10% no último trimestre.

Renner teve lucro de mais de 10% no último trimestre.

A Renner atingiu lucro líquido de R$ 193,6 milhões no segundo trimestre deste ano. O resultado é 10,7% superior ao registrado em igual período do ano passado, informou o Valor. Para a companhia, o bom ritmo é de vendas ocorreu devido à alocação adequada de produtos nas lojas e boa execução das operações.

Ainda segundo a rede varejista, a receita líquida consolidada avançou 11,1% no trimestre, para R$ 1,83 bilhão. A receita líquida da venda de mercadorias cresceu 11,3%, para 1,63 bilhão. As vendas no conceito “mesmas lojas” (unidades abertas há mais de 12 meses) subiram 6,4%. O lucro bruto de vendas apresentou alta de 10,2%, para R$ 923,7 milhões.

A margem bruta de lucro das operações de varejo encolheu 0,5 ponto percentual entre abril e junho, para 56,7%. A queda foi associada a gastos mais elevados com a abertura de lojas. No segundo trimestre, a companhia inaugurou 22 lojas, sendo 7 da Renner (uma delas no Shopping Jequitibá, em Itabuna), 6 da Youcom e 9 da Camicado. Confira mais clicando aqui.

PÃO DE AÇÚCAR CONFIRMA ASSAÍ ATACADISTA EM ILHÉUS

Assaí Atacadista terá loja na Zona Sul de Ilhéus | Foto Divulgação

Assaí Atacadista terá loja na Zona Sul de Ilhéus | Foto Divulgação

– PREVISÃO É DE QUE GRUPO GERE ATÉ 300 EMPREGOS

O Grupo Pão de Açúcar confirmou uma loja do Assaí Atacadista em Ilhéus. O empreendimento será construído na zona sul do município e não mais na região limite dos municípios de Ilhéus e Itabuna, onde já estão instalados Atacadão, Makro e Maxxi. O anúncio oficial ocorrerá em solenidade marcada para a próxima quarta (28), às 17h, no Teatro Municipal de Ilhéus.

A loja funcionará numa área do Condomínio Cidadelle Praia, na Rodovia Ilhéus-Olivença (BA-001), conforme detalhes fornecidos pelo prefeito Mário Alexandre (Marão), após encontro com o presidente do grupo, Belmiro de Figueiredo Gomes e os diretores Armando Tadeu Boudoux (Expansão) e Karen Casalano (Projetos), na sede em Tatuapé, interior de São Paulo. O investimento anunciado é de R$ 40 milhões.

Segundo Mário Alexandre o investimento prevê a geração de 280 a 300 empregos diretos já na primeira etapa, dos quais apenas duas vagas serão ocupadas por colaboradores de fora da cidade. “Vamos priorizar a mão-de-obra local”, assegura Mário Alexandre.

A Rede Assaí possui 107 lojas espalhadas pelo Brasil, está presente em 16 estados e anualmente atende a 120 milhões de clientes, de acordo com o Grupo Pão de Açúcar. O Assaí possui 20 mil colaboradores.

Marão, ao centro, com diretores da Rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar | Foto Divulgação

Marão, ao centro, com diretores da Rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar | Foto Divulgação

ITABUNA E ILHÉUS CORTAM MAIS DE 500 POSTOS DE TRABALHO EM 2017

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos | Foto Cidadesnet

Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos || Foto Cidadesnet

As duas principais economias do sul da Bahia fecharam o acumulado de janeiro a maio deste ano com saldo negativo de empregos. Itabuna cortou 59 postos de trabalho. Ilhéus, outros 482, , aponta o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os dados do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, revelam que o setor de serviços em Itabuna abriu 197 novas vagas no período de janeiro a maio, mas outros tradicionais geradores de emprego foram em sentido contrário, a exemplo da indústria, do comércio e da construção civil.

A indústria de transformação encerrou o período com saldo negativo ao cortar 158 postos de trabalho (316 admissões ante 474 desligamentos). Foi seguido, a distância, pelo setor do comércio (corte de 42 postos) e pela construção civil (-35).

Quando considerado apenas maio, o município fica no zero a zero. Gerou 725 empregos, porém registrou 725 desligamentos. Serviços e administração pública geraram, respectivamente, 27 e 4 novos empregos. Apresentaram saldo negativo, dentre os principais setores, indústria (-21), construção civil (-7) e comércio (-2).

O PIMENTA fez cruzamento de dados dos últimos 12 meses. O acumulado de um ano revela saldo positivo neste período em Itabuna: 779 novas vagas. Fica no azul ao ser puxado pelo setor de serviços, que gerou 1.252 novos empregos, tendo como principal responsável a área de telemarketing.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

ILHÉUS

Ilhéus fechou o período de janeiro a maio em situação ainda pior. Os principais cortes de postos de trabalho ocorreram na área de serviços (-176), construção civil (-151) e comércio (-148).

O setor agropecuário também apresentou saldo negativo, limando 79 postos de trabalho.

Apenas o setor de serviços de indústria de utilidade pública fechou bem: criou 94 novos postos de trabalho. O setor inclui serviços como transporte coletivo, água e luz, por exemplo.

Dos mais de 480 postos de trabalho cortados nos primeiros cinco meses do ano, 106 deles se deram em maio. Comércio e construção civil puxaram as demissões. Corte de 46 postos de trabalho cada um. O de serviços cortou 14. Já nos últimos 12 meses, o município ilheense fecha com saldo ainda mais negativo: -707 postos.

BAHIA E BRASIL

Os números de maio no país foram positivos, com a criação de 34.253. Na Bahia, também. O estado criou 2.966 novos empregos. Nos cinco primeiros meses do ano, geração de 6.203 novos postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é negativo: -42.937, de acordo com o MTE.

RENNER INVESTE R$ 7 MILHÕES NA ABERTURA DE PRIMEIRA LOJA NO SUL DA BAHIA

Lojas Renner inaugura primeira unidade no sul da Bahia na sexta.

Lojas Renner inaugura primeira unidade no sul da Bahia na sexta.

Com investimento de R$ 7 milhões, a Renner inaugura a primeira loja da marca em Itabuna, nesta sexta (16), às 10h, no Shopping Jequitibá. Será a 308ª unidade da maior varejista de moda do país e a 11ª na Bahia.

“É com muito orgulho que inauguramos nossa primeira loja na cidade de Itabuna”, afirma o diretor de operações da Lojas Renner, Haroldo Rodrigues. De acordo com a empresa, a unidade itabunense foi projetada para usar 90% de iluminação em LED e utilização de matérias-primas com menor impacto ambiental.

Ainda de acordo com a empresa, a loja, assim como as demais previstas para inauguração em 2017, segue proposta de aprimoramento das práticas de gestão ambiental. Outra inovação é a ferramenta Encantômetro, implementada pela Renner para mensurar a experiência dos consumidores.

Dos números revelados pela ferramenta, sabe-se que 97% deles se disseram encantados. Foram mais de 18 milhões de opiniões no ano passado, segundo a companhia. A Renner possui, ainda, duas outras marcas: a Camicado, empresa no segmento de casa e decoração; e a Youcom, novo modelo de negócio para o público jovem.

Leia também

NETO: “A RENNER AJUDA A POSICIONAR O JEQUITIBÁ COMO ÍCONE DE MODA NO SUL DA BAHIA”

JUSTIÇA SUSPENDE 24 ALVARÁS DE TÁXI EM ILHÉUS

Alex Venícius suspendeu alvarás concedidos por Jabes em dezembro.

Alex Venícius suspendeu alvarás concedidos por Jabes em dezembro.

A 1ª Vara da Fazenda Pública determinou a suspensão de 24 alvarás de táxi concedidos a poucos dias do final do último governo de Jabes Ribeiro. A liminar em favor do Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Ilhéus foi deferida pelo juiz Alex Venicius de Miranda e barra os alvarás concedidos por meio do Decreto Municipal 75/2016, de 16 de dezembro passado, assinado pelo ex-prefeito.

O magistrado, na liminar, alega não ter havido estudo de viabilidade técnica e econômica que justificasse a concessão de novos alvarás, conforme exige a Lei 63/2010.

A ex-gestão também criou novos pontos e em outros já existentes como a praça do aeroporto Jorge Amado, houve a inclusão de novos veículos, medida contestada judicialmente pelo sindicato que representa os taxistas.

Dias atrás, ao conceder audiência aos representantes sindicais da categoria, o prefeito Mário Alexandre informou que, apesar do decreto encontrado, não autorizou a liberação dos alvarás devido à falta dos procedimentos questionados em juízo.

CONTA DE LUZ TERÁ BANDEIRA VERDE EM JUNHO

contaenergiaA bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

DOIS MESES NO VERMELHO

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era de que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro. (Agência Brasil)

ITABUNA E ILHÉUS GERAM 381 NOVOS EMPREGOS EM ABRIL

Comércio fechou abril no azul, gerando novos empregos (Foto Arquivo).

Comércio fechou abril no azul, gerando novos empregos (Foto Arquivo).

Itabuna gerou 245 novos empregos em abril, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O município registrou 852 contratações ante 607 desligamentos no período.

O resultado positivo em abril é atribuído ao setor de serviços, puxado principalmente pela área de telemarketing, que abriu 136 vagas no período. O comércio abriu 54 novas vagas.

Já no acumulado do primeiro quadrimestre, o município sul-baiano fechou 77 postos de trabalho.

ILHÉUS

Ilhéus também encerrou abril no azul em relação a novos empregos: saldo positivo de 103 vagas. Porém, o município fechou 389 postos de trabalho, quando considerados os quatro primeiros meses de 2017.

PROPOSTA PERMITE QUE CONSUMIDOR USE SALDO DE INTERNET MÓVEL QUANDO QUISER

Consumidor poderá usar saldo de internet quando quiser, de acordo com proposta.

Consumidor usa saldo de internet quando quiser, de acordo com proposta.

Quem utiliza o celular para acessar a internet já pode ter se deparado com a seguinte situação: o pacote de dados acaba antes do prazo e o acesso à rede é cortado pela operadora, mas, se a franquia que foi contratada não é totalmente utilizada em um mês, esse saldo não retorna para o consumidor.

Um projeto de lei que tramita no Senado pretende mudar essa realidade. A ideia do Projeto de Lei do Senado (PLS) 110/2017 é permitir que os dados que não forem utilizados em um mês possam ser reaproveitados no mês seguinte ou quando o cliente desejar.

“Se você economiza e não utiliza todo o pacote contratado, as operadoras não permitem utilizar esse saldo que sobra no mês seguintes. Acho que isso não é justo, não é certo. Por isso que apresentei esse projeto de lei para que o consumidor possa usar o saldo que ele contratou e pagou quando desejar”, explica o autor da proposta, senador Dário Berger (PMDB-SC).

O senador diz que considera viável tecnicamente a implantação dessa mudança pelas operadoras de telefonia. O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) disse que não vai comentar projeto de lei ainda em tramitação.

No portal e-Cidadania do Senado, que possibilita a participação do cidadão nas atividades parlamentares, mais de 1,9 mil pessoas já se manifestaram favoráveis ao projeto e 22 contrárias. A proposta tramita em caráter terminativo na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado e, se aprovada, segue para análise na Câmara dos Deputados.

A prática de cortar a internet quando o pacote de dados dos consumidores acaba começou a ser adotada pelas operadoras de telefonia em 2014. Na época, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as regras do setor permitem às empresas adotar várias modalidades de franquias e de cobranças, inclusive o bloqueio do acesso à internet.

MEIRELLES: BRASIL VOLTA A GERAR EMPREGO NO SEGUNDO SEMESTRE

Meirelles: geração de empregos no segundo semestre (foto Marcello Casal Jr./AB)

Meirelles: geração de empregos no segundo semestre (foto Marcello Casal Jr./AB)

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (11) que o país vai voltar a gerar emprego, a partir do segundo semestre deste ano. Meirelles participa nesta manhã do programa Agora Brasil, no canal oficial NBR. Meirelles fala sobre a economia e as propostas de reforma previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso Nacional.

O ministro afirmou que nos últimos anos o governo gastou excessivamente e a dívida pública subiu “de forma descontrolada”. “É preciso esclarecer o fato de que nós herdamos a maior recessão da história do Brasil”, declarou. O ministro disse que o país ainda está “pagando o preço” dessa recessão econômica. “Os investimentos caíram e as empresas começaram a demitir e as pessoas pararam de consumir com medo de serem demitidas”, disse.

Mas, para o ministro, agora país já saiu do “fundo do poço”. “Já estamos crescendo porque o governo cortou as despesas, estamos fazendo as reformas necessárias”, acrescentou.

O ministro disse ainda que a confiança de empresários e consumidores melhorou, levando a maior produção e consumo. Com isso, Meirelles afirma que o emprego vai reagir no segundo semestre.

Quanto à Previdência, o ministro respondeu a questionamento sobre as dívidas das empresas. Segundo ele, a maior parte da dívida é de empresas insolventes ou falidas, o que torna difícil a recuperação. Ele acrescentou que o valor que pode efetivamente ser recuperado chega a R$ 150 bilhões. “Não cobre nem um ano de déficit da Previdência”, disse.

TREBLINKA AO CÉU AZUL

helenilsonHelenilson Chaves 

 

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

 

 

Treblinka, o terrível campo de concentração na gelada  Polônia em que milhares e milhares de judeus foram brutalmente assassinados pelo terror nazista durante a 2ª. Guerra Mundial, é um dos símbolos trágicos da história recente da humanidade.

Guardadas as devidas proporções e com o necessário respeito à memória dos que pereceram e de seus familiares que sobreviveram com as marcas da dor irreparável, temos no sul da Bahia uma espécie de Treblinka ao céu azul, em que milhares de pessoas foram condenadas, senão à morte brutal, a um definhamento lento e progressivo, que se arrasta há quase três décadas.

Não é propriamente um campo de concentração, longe disso, mas criou-se uma espécie de gueto formado por mais de 100 cidades e com uma população superior a um milhão de pessoas, vítimas de uma  insensibilidade que supera todos os limites do tolerável.

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

Uma região que gerava 1 bilhão e 600 milhões de dólares, viu esse valor minguar para 240 milhões de dólares em duas décadas e a produção de cacau, seu principal produto, cair em 80%. O impacto dessa catástrofe atingiu a todos, ricos e pobres, gerou desemprego em massa, fechamento de empresas e uma crise social que pode ser sentida nas pequenas, médias e grandes cidades.

Quando precisou agir, o governo agiu mal e errado. Um plano de recuperação da lavoura completamente equivocado, que fez a produção cair em vez de aumentar, e elevou as dívidas dos produtores à estratosfera. O remédio que era para salvar levou a região à UTI, onde ela definha até hoje, porque em outro gesto de insensibilidade, o governo passou a cobrar por dívidas impagáveis, através dos bancos oficiais, pelas quais os produtores não eram responsáveis.

A falta de lideranças políticas com poder de reivindicação e capacidade de mobilização só fez agravar esse quadro. Governo após governo, a região continuou relegada ao abandono, apesar de em épocas passadas ter contribuído de forma substancial com a economia baiana e brasileiro.

Planos efetivos de renegociação das dívidas dos produtores em condições reais de quitação dos débitos (mesmo quando o caso é de perdão das dívidas) e da liberação de recursos para a retomada da produção de cacau, que a despeito da necessidade de diversificação continua e continuará sendo nosso principal produto, nunca saíram do campo da promessa.

Não é possível esperar mais. É preciso que as autoridades adotem medidas efetivas para a recuperação da lavoura cacaueira e a consequente retomada do desenvolvimento regional.

Caso isso não ocorra – e ocorra já – nossa região estará condenada ao extermínio econômico, com todas as consequências nefastas que isso representa para toda a sua gente.

Helenílson Chaves é diretor do Grupo Chaves.

PEQUENOS NEGÓCIOS FECHAM TRIMESTRE COM SALDO POSITIVO DE EMPREGO

Afif destaca geração de empregos dos pequenos negócios (Foto Luiz Prado/Agência Luz).

Afif destaca geração de empregos dos pequenos negócios (Foto Luiz Prado/Agência Luz).


As micro e pequenas empresas apresentaram um saldo positivo de geração de empregos de 60,7 mil vagas no primeiro trimestre deste ano. Já as médias e grandes empresas, fecharam 138,8 mil postos de trabalho no mesmo período.

Os dados foram apurados pelo Sebrae com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). “Apesar dos pequenos negócios terem apresentado um saldo negativo em março, o bom desempenho do começo do ano compensou essas demissões”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. :: LEIA MAIS »

OFICINAS GRATUITAS ORIENTAM DONOS DE PEQUENOS NEGÓCIOS SOBRE CRÉDITO

dinheiro4O Sebrae abriu inscrições gratuitas para as Oficinas de Crédito no dia 18, das 18h às 22h, no Ponto de Atendimento em Itabuna, voltada aos empresários de Micro e Pequenas Empresas (MPE), e na sede da instituição em Ilhéus, para os Microempreendedores Individuais (MEI). O objetivo é orientá-los sobre como preparar o negócio para buscar crédito e os cuidados no acesso a financiamentos.

No evento, empresários de MPE poderão se atualizar sobre as linhas de crédito oferecidas pelos bancos oficiais. Através da articulação do Sebrae, representantes do Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Desenbahia vão expor aos empresários as suas linhas de crédito voltadas para o segmento.

Já os MEI conhecerão as linhas disponíveis pelas instituições de microcrédito, como Caixa Crescer; Credamigo, do Banco do Nordeste, além de Credbahia e Ceade. A proposta visa ainda orientá-los sobre como negociar com os gerentes e o uso consciente do crédito.

As inscrições podem ser feitas pelos telefones (73) 3613-9734 ou (73) 99974-2262, para Itabuna, com atendimento na Rua Paulino Vieira, 175, Centro. Já em Ilhéus é possível se inscrever pelo telefone (73) 3634-4068, com localização do ponto na praça José Marcelino, 100, térreo, Centro.

De acordo com o gerente adjunto do Sebrae na região, Michel Lima, nas duas Oficinas “serão apresentados quais os cuidados que os empresários devem ter na hora de solicitar o crédito, além de dicas para avaliarem a necessidade ou não desse recurso”, explicou.

alba



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