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:: ‘economia’

TECNOLOGIA E CIÊNCIA: O NOVO PENSAR DA REGIÃO CACAUEIRA

rpmRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

Temos respirado o ar da esperança na última década, fase posterior à queda da nossa principal cultura econômica, duramente atingida pela crise imposta pela vassoura-de-bruxa.

 

O sul da Bahia há muito alega que ao longo das últimas décadas não recebeu a atenção devida do Estado. A região cacaueira apresenta argumentos consistentes: custeou por extenso período a folha de pagamento estadual e ajudou a financiar a estruturação do Centro Industrial de Aratu e do Polo Petroquímico de Camaçari, mas não recebeu em contrapartida tratamento à altura dessa contribuição. O modelo econômico adotado pelo governo estadual sempre privilegiou Salvador e seu entorno.

Para uma corrente que reclama da desatenção dos governos estadual e federal, a raiz do problema está na falta de representatividade política.  O fato de elegermos baixo número de candidatos locais fragiliza a representação e dificulta as nossas reivindicações junto aos governos; perdemos na correlação de forças e, consequentemente, somos superados por regiões com maior representatividade política.

Outra corrente fundamenta que a não organização da cadeia produtiva acaba colaborando para a não implantação de mudanças estruturais necessárias diante dos poderes centrais, estado e União. A verdade é que as argumentações se fundem e, de fato, constatamos que a nossa região não recebeu, ao longo da sua existência, investimento proporcional ao grau de colaboração disponibilizado para o estado e para o país. A Ceplac é a clara materialização desse processo: nasceu a partir da articulação do capital produtivo lastreado na cacaicultura e sofre gradativo sucateamento em função da falta de força política necessária para o embate.

Temos respirado o ar da esperança na última década, fase posterior à queda da nossa principal cultura econômica, duramente atingida pela crise imposta pela vassoura-de-bruxa. O cacau, que já foi o principal gerador de renda do estado, responsável por quase 60% de toda a sua arrecadação, hoje dá sinais de recuperação, face à obstinação da classe produtora e ao implemento de ciência e tecnologia baseadas na pesquisa do cacau e na política de fabricação de clones com alto padrão genético pelo Instituto Biofábrica.

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SEMINÁRIO DISCUTE PARTICIPAÇÃO DAS MICROEMPRESAS NAS COMPRAS PÚBLICAS

compras publicasUm seminário promovido pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), em parceria com o Sebrae e a União dos Municípios da Bahia (UPB), irá destacar a participação das micro e pequenas empresas nas compras realizadas pelo setor público. O evento acontece no dia 20, das 8 às 17 horas, na Faculdade de Ilhéus.

Segundo o gerente adjunto do Sebrae, Michel Lima, o objetivo é apresentar a importância para a economia regional das ações que fortalecem os pequenos negócios, com foco na legislação vigente, na transparência e no controle social”. A discussão gira em torno da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que favorece este segmento nos contratos públicos.

Os interessados em participar do seminário podem se inscrever gratuitamente, no site do TCM ou pelo telefone (71) 3115-4581

Entre os palestrantes, estarão o diretor adjunto da Escola de Contas do TCM, Adelmo Guimarães; o auditor e conselheiro substituto Ronaldo Sant’Anna; o diretor da 1ª Diretoria de Controle Externo, Josival Santos; o diretor adjunto da Diretoria de Administração Municipal, Antônio Dourado; o assessor jurídico Alessandro Macedo e o ouvidor Emmanoel Reis.

 

TEMER: META É COLOCAR BRASIL NOS TRILHOS

Temer em evento do agronegócio, na capital paulista (Foto Beto Barata).

Temer em evento do agronegócio, na capital paulista (Foto Beto Barata).

O presidente interino Michel Temer disse hoje (4) que não teme propor medidas impopulares, se forem para melhorar o país. “O meu objetivo não é eleitoral. Se eu ficar mais dois anos e meio e conseguir colocar o Brasil nos trilhos, para mim basta. Não quero mais nada da vida pública”, declarou.

Temer participou nesta segunda-feira da Global Agrobusiness Fórum, na capital paulista. Ao discursar, ele disse que, em pouco tempo de governo, já conseguiu estabelecer uma conexão entre o Executivo e o Legislativo. “Num estado democrático, você depende do apoio do Congresso Nacional. Num estado autoritário, você o ignora”, disse.

Ele citou exemplos como desvinculação das receitas orçamentárias, a modificação da meta fiscal, a proposta limitadora de gastos (que terá também os estados incluídos) e a renegociação das dívidas dos governos estaduais.

Michel Temer defendeu, ainda, o aumento salarial do funcionalismo, que, segundo ele, foi prefixado, abaixo da inflação. “Se não fizéssemos aquele acordo em níveis abaixo da inflação, corríamos o risco de ter greve nos setores essenciais, uma coisa politicamente muito desastrosa para o país”, disse. Temer garantiu que o governo está empenhado na contenção de gastos. Da Agência Brasil.

FEIJÃO DEIXA CESTA BÁSICA MAIS CARA NA REGIÃO

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Do A Região Online

A disparada do preço do feijão ajudou no aumento da cesta básica nos municípios do sul da Bahia em relação a maio. Em Ilhéus, a cesta passou de R$ 339,00 para R$ 355,00 no mês passado.

Além de aumento de 66% no preço do feijão, o levantamento mensal do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) apontou reajuste de 11,93% no valor da farinha de mandioca.

Já o tomate foi o produto que apresentou a maior redução de preço em junho em relação ao maio, com queda de 14%. O levantamento indica ainda que no primeiro semestre a cesta básica em Ilhéus registrou alta de 15%.

Em Itabuna, a cesta básica passou de R$ 323,00 em maio para R$ 329,00 em junho. Em apenas 30 dias, o quilo de feijão carioca aumentou 46,65%. O preço do produto está variando entre R$ 10 e R$ 14, a depender da marca e do estabelecimento.

COMÉRCIO DE ITABUNA FECHA 508 VAGAS DE EMPREGO NO ANO

Comércio de Itabuna corta mais de 500 vagas em cinco meses (Foto Arquivo).

Comércio de Itabuna corta mais de 500 vagas em cinco meses (Foto Arquivo).

Números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam fechamento de 158 postos de trabalho no mês passado em Itabuna. Comércio e serviços, cada um, cortaram 114 vagas de emprego com carteira assinada em maio.

A indústria de transformação e a construção civil caminharam em sentido oposto com a abertura de 50 e 35 novas vagas, respectivamente, de acordo com os dados do MTE.

Nos cinco primeiros meses deste ano, o saldo é negativo. Corte de 775 postos de trabalho. Os maiores responsáveis por este resultado ruim foram dois dos mais importantes setores da economia itabunense. O comércio cortou 508 postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o comércio havia eliminado praticamente a metade (255 vagas), conforme apurado pelo PIMENTA.

O setor de serviços eliminou outros 271.

A indústria foi o único dos setores mais representativos que apresenta bom resultado para o período de crise na economia local e nacional ao abrir 150 novos empregos. Em 2015, a economia grapiúna havia cortado 73 empregos, número bem menor do que o registrado agora (775).

ILHÉUS FECHA 924 VAGAS EM 2016

A situação do desemprego é ainda pior em Ilhéus. De janeiro a maio, a economia ilheense registrou corte de 924 postos de trabalho.

O setor onde ocorreu maior corte foi o de serviços – 310 no período, seguido pela construção civil (200) e comércio (178). A agropecuária também foi decisiva. Corte de 126 postos de trabalho.

O único setor com saldo positivo de empregos em maio, em Ilhéus, foi serviços, com abertura de 25 novas vagas. Construção civil e comércio, juntos, eliminaram 147 empregos.

SECA ARRASA A CACAUICULTURA E FAZ INDÚSTRIA AUMENTAR IMPORTAÇÃO

Produção cai e indústria recorre ao cacau da África

Produção cai e indústria recorre ao cacau da África

A terrível estiagem que maltrata a região sul da Bahia há quase um ano tem afetado duramente a cacauicultura. Matéria publicada hoje (20) pelo jornal Valor Econômico registra que a colheita do cacau temporão ficará em torno de 42 mil toneladas, com uma queda de 56% em comparação com a última safra temporã, que atingiu 96 mil toneladas.

Além de ter reduzido a produção, a seca também está matando as plantações e fazendo com que a indústria volte a aumentar a importação de cacau, principalmente de Gana. Segundo a matéria do Valor, até maio as processadoras receberam 37 mil toneladas de cacau de fora do país. Esse número é 3,5 vezes maior que o volume importado no mesmo período de 2015.

Outro fator que estimula a importação é o prazo para a entrega do produto, pois a safra temporã, que deveria ter começado a ser colhida em maio, só deve chegar às indústrias entre julho e agosto. O consultor Thomas Hartmann, ouvido pela reportagem, diz que a estiagem também comprometeu a qualidade do cacau. “O tamanho das amêndoas diminui na seca porque os frutos não se desenvolvem sem a umidade suficiente”, afirma.

Esse problema atinge a região justamente num momento em que a indústria aposta no aumento da demanda no mercado externo. “Este ano tende a crescer a fatia do mercado externo pela demanda em volume e pelo preço [dos derivados de cacau] em dólar, que está muito bom”, explica o diretor da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Eduardo Bastos.

PROJEÇÃO DA INFLAÇÃO SOBE PELA 5ª VEZ SEGUIDA

inflacaoA projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu pela quinta vez seguida, ao passar de 7,19% para 7,25%. Para 2017, a estimativa é mantida em 5,50% há cinco semanas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo Banco Central (BC) e divulgada às segundas-feiras.

As estimativas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6% em 2017. É função do Banco Central fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Da Agência Brasil

BAHIA: PROJETO CRIA CONDIÇÕES PARA LIBERAR INCENTIVOS FISCAIS A EMPRESAS

Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, discutiu assunto com empresários

Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, discutiu assunto com empresários

Empresários baianos estão preocupados com as consequências do Projeto de Lei 21.914/16, de autoria do Executivo. A proposta cria novas condições para que as empresas do Estado possam obter incentivos fiscais relacionados ao ICMS.

Entre as novas exigências, está a necessidade de comprovação do depósito, em favor do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, de valor correspondente a 10% do benefício obtido.

Os empresários alegam que, em cenário de crise econômica, fica difícil suportar novos encargos. Mas eles também não cogitam abrir mão dos incentivos fiscais concedidos pelo Estado.

O assunto foi discutido ontem (08), na Assembleia Legislativa, com a participação de deputados e representantes da Federação das Indústrias do Estado (Fieb) e da Associação Comercial da Bahia. O governo foi representado pelo secretário da Fazenda, Manoel Vitório.

CONGRESSO APROVA ALTERAÇÃO DA META FISCAL

Sessão que discutiu a matéria durou 16 horas (foto Fábio R. Pozzebom / Agência Brasil)

Sessão que discutiu a matéria durou 16 horas (foto Fábio R. Pozzebom / Agência Brasil)

Em uma sessão que durou mais de 16 horas, o Congresso Nacional aprovou hoje (25) de madrugada, em votação simbólica, o projeto com a revisão da meta fiscal para 2016. O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit primário de até R$ 170,5 bilhões nas contas públicas.

“A aprovação da meta resulta em ajuste de receitas de forma real porque a receita que previa superávit de R$ 30 bilhões, que era o texto do governo anterior, era algo extremamente irreal. Estamos ajustando as receitas, ajustando as despesas e estamos retomando investimentos estratégicos para o país”, disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que reassumiu o mandato após ser exonerado do cargo de ministro do Planejamento ao ser flagrado em diálogos tramando ações para barrar a Operação Lava Jato.

Os parlamentares aprovaram o relatório do deputado Dagoberto (PDT-MS), que invocou o “momento excepcional” ao pedir a aprovação do texto. “Não podemos ignorar as dificuldades financeiras que o país vem enfrentando. O momento politico requer grande esforço de todos em prol da retomada do crescimento”, disse.

A meta fiscal, economia que o governo promete fazer para pagar a dívida pública, gira em torno da expectativa da receita arrecadada e também dos gastos. A nova meta com o déficit foi anunciada na sexta-feira (20) pelo então ministro do Planejamento, Romero Jucá, e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Com informações da Agência Brasil

EVENTO DISCUTE PROJETOS DE ARTE, CULTURA E CHOCOLATE

chocolateRenata Smith | Agência Sebrae

“Deguste!… Arte, Cultura e Chocolate”. Com este tema, o convite para mais uma ação do projeto de Economia Criativa e Chocolate do Sebrae, reuniu empresários e visitantes para um momento de lazer, troca de experiências e oportunidade de bons negócios. O evento foi realizado nesta segunda-feira, 16, das 16h às 19h, no Hotel Jardim Atlântico, no litoral sul de Ilhéus.

Empresários com experiências vitoriosas, nos segmentos de artesanato, chocolates finos e derivados de cacau, montaram estandes e expuseram seus produtos. “Queremos apresentar um ao outro, integrá-los, criar uma rede de negócios que permita o fortalecimento das ideias individuais, mas em um universo coletivo”, explicou a gestora do projeto do Sebrae Economia Criativa e Chocolates, Fabíola Paes Leme.

Entre os participantes estava o produtor de cacau, Lucas Kruschewsky, que pretende colocar definitivamente a localidade de Rio do Braço no calendário junino da região. O São João, previsto para a segunda semana de junho, resgata um dos cenários históricos mais importantes da cidade. Em seu apogeu foi construída a primeira estação ferroviária do sul da Bahia, em 1911, época de produtivas fazendas, antes das sucessivas crises do cacau.

“Quando cheguei e vi destruído aquele cenário próspero da minha infância, entrei na velha estação e prometi que não desistiria do lugar”, revelou Kruschewsky. Ele passou a morar na localidade, recuperou a estação férrea e transformou o espaço em um restaurante de comidas típicas. Na fazenda Estrela da Manhã, oferece passeios, banho de rio e pesca do Tucunaré. “Estamos renascendo e cheios de ideias”, completou o empresário.

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OS NÚMEROS DO AEROPORTO DE ILHÉUS

Weliton-NascimentoWeliton Nascimento | weliton@arezza.com.br

 

Seria importante os apaixonados pela cidade, pelo turismo, abrir mais espaços para comentários e cutucar os administradores. Uma cidade com cidades vizinhas importantes, turismo em várias delas, muitos hotéis, bastava uma boa associação e teríamos ao menos 2 voos fretados todos os finais de semana.

 

Circulou num importante jornal da região uma matéria muito importante fazendo críticas sobre a gestão, operação e voos no aeroporto de Ilhéus.

De fato, todos sabem, a cidade não tem gestor interessado em buscar voos em horários alternativos, fretamentos, voos internacionais, ainda que fretados, etc. Cidades já conhecidas como Foz do Iguaçu, Caldas Novas, Porto Seguro e tantas outras semanalmente recebem dezenas de voos extras. Mas isso é outra história. Administradores amadores, sem paixão, não vão fazer isso mesmo.

Fora tudo que a matéria fala, que é verdade, é bom explicar o outro lado. Eu adoro aviação e vivo acompanhando as estatísticas. O Aeroporto de Ilhéus, por ser minha cidade, me atrai ainda mais. Todos sabemos a crise que a aviação vive. Já é uma vitória poder manter diversos voos em nossa cidade. Essa é a pura verdade. Diferentemente do que fala a reportagem, a cidade tem diariamente, entre pousos e decolagens, em torno de 20 movimentos diários. Aos sábados, esse numero aumenta por causa do voo para Recife.

Verdade também que os voos acabam se concentrando todos das 11 horas da manhã até às 17hs. Isso tem uma explicação. As conexões no Sul e Sudeste. As companhias aéreas montam as rotas pensando nisso.

O cenário dos aeroportos de capitais e cidades importantes é desolador. Os voos e números de passageiros chegou a cair mais de 50% em alguns aeroportos. Gol e Tam cancelaram rotas e fecharam bases. Porto Seguro e Vitória da Conquista tiveram muitos voos cancelados. Basta fazer uma busca e ver as notícias de suspensão e cancelamento de rotas.

Porto Seguro tem uma diferença de ser mais explorada pelo turismo e possuir uma agenda turística mais interessante que nossa cidade, infelizmente. Aos finais de semana, a cidade recebe dezenas de voos e tem até um voo novo para Buenos Aires. Muito legal. De dar inveja.

O aeroporto de Salvador comparando o mês de abril de 2015 a mês de abril de 2016 transportou 496.158 contra 755.656 no anterior, uma queda brutal de 52%. Ou seja, por essa estatística da própria Infraero, o número de passageiros caiu pela metade. Ilhéus teve uma queda de 26%. Abril de 2015 transportou 47.574, contra 37.861 em abril de 2016.

Concluímos que temos até sorte de manter nossos voos e nossos horários. Apesar das restrições do aeroporto de Ilhéus, diferentemente do que fala a reportagem, todos os aviões da Gol, Tam e Avianca têm capacidade para transportar quase 150 passageiros. Apenas os aviões da Azul transportam perto de 120 pessoas.

O aeroporto bateu recordes de passageiros em 2015, transportando quase 630.000 passageiros. Essas informações estão disponíveis no portal da Infraero. Seria importante os apaixonados pela cidade, pelo turismo, abrir mais espaços para comentários e cutucar os administradores. Uma cidade com cidades vizinhas importantes, turismo em várias delas, muitos hotéis, bastava uma boa associação e teríamos ao menos 2 voos fretados todos os finais de semana.

Mas é bom deixar algumas perguntas: por que o Módulo Operacional do Aeroporto não está funcionando? Por que a pista não foi liberada ainda para pouso de aviões maiores? Por que os instrumentos não foram religados depois de mais de 7 anos? O prefeito e políticos não estão interessados nisso? Por que os blogs tão bacanas que temos e jornais não falam mais nesse assunto? Encerro meus comentários e informações. Que tenha contribuído com os amigos de Ilhéus e região.

Weliton Nascimento é empresário.

MEIRELLES: PRIORIDADE É CONTER AUMENTO DE GASTOS

Henrique Meirelles assumiu o Ministério da Fazenda (foto Marcello Casal Jr./AB)

Henrique Meirelles assumiu o Ministério da Fazenda (foto Marcello Casal Jr./AB)

O novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (13) que a medida mais importante a ser tomada será conter o aumento das despesas públicas. Segundo ele, o governo tem que controlar as despesas para evitar o crescimento real dos gastos públicos.

“Estamos trabalhando em um sistema de metas de despesas, onde não haja crescimento real de despesas”, afirmou. Destacou, ainda, que o governo irá estabelecer o “nominalismo para que as contas sejam mantidas em termos nominais.”

O novo ministro da Fazenda destacou que, anunciadas e implementadas as medidas, elas serão mantidas. “Não podemos tomar uma decisão hoje, outra amanhã, anunciando uma terceira na semana seguinte”, enfatizou.

Ele disse, ainda, que é preciso adotar as mudanças com calma para que sejam eficazes e possam produzir o efeito desejado, que é a retomada do crescimento econômico.

Meirelles disse, também, que o mais importante neste momento para o Brasil é “dizer a verdade e ser claro nas contas públicas.”

SEFAZ: BAHIA PERDE R$ 1 BILHÃO COM A CRISE

Manoel Vitório, da Sefaz, aponta perdas com a crise nacional (Foto Camila Souza).

Manoel Vitório, da Sefaz, aponta perdas com a crise nacional (Foto Camila Souza).

A Bahia perdeu cerca de R$ 1 bilhão em receitas com a crise econômica brasileira somente em 2015. É, de acordo com cálculo do governo do estado, o que a União repassaria aos cofres baianos no ano passado, caso o Fundo de Participação dos Estados (FPE) tivesse mantido o crescimento equivalente ao da receita tributária desde 2012.

Segundo dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), as transferências correntes têm crescido sempre menos que a arrecadação tributária do Estado, como é o caso do FPE. Com as perdas acumuladas, a Bahia ultrapassou o limite prudencial para gastos com o funcionalismo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que toma por base justamente a receita corrente, o que impôs ao Estado uma série de restrições nos gastos com pessoal.

SALÁRIOS EM DIA

Apesar do baque nos cofres estaduais, a Bahia, ao menos por enquanto, está livre de um mal que afeta uma boa parte dos estados, o atraso de salário do funcionalismo. De acordo com levantamento d´O Estado de São Paulo, o governo baiano está cumprindo calendário de pagamento dos servidores.

De acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, “a Bahia vem priorizando o controle dos gastos e a recuperação da capacidade do fisco, e tem conseguido assim equilibrar as contas, mesmo com uma queda acentuada nos repasses da União”.

No primeiro trimestre, o crescimento nominal foi de 6,2%, ainda abaixo da inflação mas em bases similares às de 2015, quando a arrecadação de ICMS na Bahia cresceu o dobro da média nacional. Em paralelo, o controle dos gastos vem registrando conquistas como os R$ 256 milhões de redução de custeio no ano passado, feito inédito no serviço público baiano nos últimos dez anos.

Crise nos estados
Abaixo, a situação atual nos estados que estão com problemas de atrasos nos salários dos servidores, de acordo com o Estado de S. Paulo.

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DECISÃO DO STF SOBRE JUROS PODE REFLETIR NOS CONSUMIDORES

stfO Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar hoje o mérito de liminares concedidas a unidades da Federação permitindo o pagamento da dívida com a União por juros não capitalizados.  Na avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil, caso haja decisão definitiva pelos juros simples, os consumidores terão um estímulo para entrar na Justiça e contestar o modelo vigente de cobrança.

O economista Miguel de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), explica que a diferença entre os juros simples e os compostos, ou capitalizados, é que os primeiros são sempre aplicados sobre o valor original da dívida. Os juros capitalizados, por sua vez, são aplicados sobre o montante corrigido. “Em uma dívida de R$ 1 mil com juro de 1% ao mês,  o juro, que corresponde a R$ 10, vai ser sempre calculado sobre R$ 1 mil. Já o juro composto vai ser calculado sobre a dívida devidamente corrigida – por exemplo, sobre R$ 1.010, passado o primeiro mês. Por isso, se diz que é juro sobre juro”.

Oliveira lembra que os juros capitalizados estão amplamente difundidos na economia doméstica e na de outros países. “Vale para geladeira, casa própria, financiamento de veículo. Tudo é com juros compostos. No mundo inteiro é assim que se pratica mas, lá fora, as taxas são mais baixas”, comenta. Na visão dele, justamente por abrir um precedente, o Supremo não permitirá o cálculo da dívida dos estados baseado nos juros não capitalizados. Da Agência Brasil

ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA TEM ALTA DE 2,7 PONTOS

industrias_wd2212_2O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve uma alta de 2,7 pontos na prévia de abril, em relação ao resultado consolidado de março. O indicador passou de 75,1 para 77,8 pontos, o maior patamar desde março de 2015. O ICI é medido em uma escala de zero a 200 pontos.

A alta do índice na prévia de abril foi provocada principalmente pelo otimismo dos empresários da indústria em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas avançou 3,5 pontos, chegando a 75,5 pontos.

A confiança dos empresários em relação ao momento presente também aumentou, embora em ritmo menor do que o Índice de Expectativas. O Índice da Situação Atual avançou 1,9 ponto e chegou a 80,5 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada atingiu 74,3% na prévia de abril, 0,6 ponto percentual acima do resultado de março. Da Agência Brasil

MERCADO VOLTA A PREVER QUEDA DA INFLAÇÃO

dinheiro4Para este ano, as instituições financeiras reduziram a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 7,28% para 7,14%, pela quinta vez seguida. Para 2017, estimativa caiu de 6% para 5,95%, voltando a ficar abaixo do teto da meta.

O limite superior da meta é 6,5%, este ano, e 6% em 2017. Mas as projeções para este ano e 2017 ultrapassam o centro da meta de 4,5%. As estimativas fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano foi alterada pela décima segunda vez consecutiva, ao passar de 3,73% para 3,77%. Para 2017, a expectativa de crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB) foi mantida em 0,30%. Da Agência Brasil



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