MEIs têm até sábado (31) para entregar Declaração Anual obrigatória || Foto Zé Drone
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Itabuna é o sexto município baiano em número de microempreendedores individuais, com 15.621 CNPJs desse tipo. A vizinha Ilhéus, que tem 13.599 MEIs, ocupa a oitava posição. A sétima é de Porto Seguro, com 14.142. São mais de 810 mil em todo o estado.

O ranking estadual tem Salvador no topo (252.923), seguido de longe por Feira de Santana (48.355), Vitória da Conquista (30.092), Camaçari (22.663) e Lauro de Freitas (22.284). O top 10 termina com Teixeira de Freitas (12.135) e Juazeiro (11.189).

Top 10 em nº de MEIs na Bahia || Fonte Sebrae

Dessa lista, apenas Teixeira de Freitas e Porto Seguro, no extremo-sul baiano, não estão entre as dez cidades mais populosas do estado.

PRAZO DE DECLARAÇÃO TERMINA NESTE SÁBADO (31)

Termina neste sábado (31) o prazo de entrega da Declaração Anual (DASN-Simei) dos mais de 15 milhões microempreendedores individuais do país. Os MEIs que perderem o prazo estão sujeitos a multa de, no mínimo, R$ 50 ou de 2% do total de faturamento por mês atrasado, limitado a 20% da receita anual.

Além da multa, os MEIs que não apresentarem o documento no prazo estão sujeitos a outras penalidades, que podem chegar até o cancelamento do CNPJ.

O preenchimento exige apenas informações como o faturamento anual e dados sobre a contratação de empregados. O documento tem o objetivo de prestar contas à Receita Federal de que a empresa opera sob as regras e limites de faturamento, que é de R$ 81 mil por ano. Mesmo quem não teve movimentação financeira em 2024 deve preencher a declaração.

PASSO A PASSO

Para apoiar os MEIs, o Sebrae preparou um vídeo com dicas de como calcular e preencher a DASN-MEI pelo celular. Assista.


É também possível acessar uma página do Sebrae que trata exclusivamente sobre como preencher a declaração.

ILTM Latin America reuniu expositores de 56 países em São Paulo || Foto Setur-BA
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O turismo de luxo entrou em franca expansão após o período pandêmico. Segundo dados do mercado, divulgados hoje (12) pela Secretaria de Turismo da Bahia, no acumulado até 2024, as vendas do segmento cresceram 239% em relação ao período pré-pandemia. No Brasil, os viajantes que se encaixam nesse perfil têm renda mensal média entre R$ 30 mil e R$ 50 mil e costumam fazer até cinco viagens nacionais e três internacionais por ano.

Para ampliar a participação do estado no mercado de luxo, a Secretaria de Turismo da Bahia atuou na ILTM Latin America, a maior feira do segmento da região. O evento ocorreu na semana passada, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, com a presença de 470 expositores de 56 países, e 24 mil reuniões de negócios pré-agendadas.

A Setur-BA apresentou a profissionais do turismo o potencial da Bahia para receber os visitantes que buscam experiências luxuosas, com destaque para a rede hoteleira que reúne grandes bandeiras internacionais, como Fasano, Iberostar, Vila Galé, Grand Palladium e Accor, e cruzeiros marítimos que oferecem sofisticação.

As premiações de equipamentos baianos dos segmentos gastronômico e de hospedagem também integraram a ação promocional, além de receptivo qualificado e conectividade aérea com todas as regiões do Brasil, Europa (Lisboa, Madri e Paris) e América do Sul (Buenos Aires, Montevidéu e Santiago).

“A Bahia não poderia ficar de fora desse momento em que o turismo de luxo está em expansão, o que significa a injeção de mais recursos nos destinos, refletindo na abertura de novos postos de trabalho. Zonas turísticas baianas oferecem serviços e experiências que despertaram o interesse na feira. Dando continuidade ao trabalho, em junho, o estado vai receber operadores e agentes de viagens franceses, especializados nesse mercado tão cobiçado”, relatou o diretor de Promoção da Setur-BA, Pedro Gramacho.

Chocolate produzido no Brasil deverá ter mais cacau || Foto Agência Brasil
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O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (30), o projeto que estabelece percentuais mínimos de cacau em chocolates e derivados (PL 1.769/2019). O texto trata de parâmetros a serem observados na produção de chocolate e seus derivados e define conceitos e regras para as embalagens dos produtos. A proposta original é de autoria da ex-senadora baiana Lídice da Mata (PSB), hoje deputada federal.

Zequinha Marinho (Podemos-PA) apresentou o projeto no Senado e agora a proposta será analisada pela Câmara dos Deputados. O senador destaca que o Brasil é o sexto maior produtor de cacau do mundo, tendo os estados do Pará e da Bahia como os responsáveis por cerca de 90% da produção nacional.

Lídice apresentou a proposta quando era senadora || Foto Divulgação

A matéria foi relatada na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) pelo ex-senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL). Na comissão, a matéria foi aprovada em julho do de 2024 na forma de uma emenda substitutiva (proposta de texto que substitui o original) apresentada pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA).

PARÂMETROS

O projeto estabelece parâmetros a serem observados na produção de chocolate e seus derivados. Exige, por exemplo, um percentual mínimo maior de cacau no chocolate amargo ou meio-amargo, correspondente a 35% de sólidos totais de cacau, em comparação à exigência de 25% do atual regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A matéria também trata de conceitos, possibilidade de sanções e regras para os rótulos que identificam o percentual de cacau nas embalagens dos produtos. Segundo o texto aprovado, os rótulos, as embalagens e as peças publicitárias escritas dos produtos à base de cacau deverão conter informação do percentual de sólidos de cacau presentes na fórmula.

Algumas das classificações do projeto são:

  • nibs de cacau: cotilédones limpos da amêndoa de cacau;
  • massa, pasta ou liquor de cacau: produto obtido pela transformação das amêndoas de cacau limpas e descascadas;
  • manteiga de cacau: fração lipídica extraída da massa de cacau;
  • cacau em pó: produto obtido pela pulverização da massa sólida resultante da prensagem da massa de cacau, que contém, no mínimo 10% de manteiga de cacau e, no máximo, 9% de umidade;
  • cacau solúvel: produto obtido do cacau em pó adicionado de ingredientes que promovam a solubilidade em líquidos;
  • chocolate em pó: produto obtido pela mistura de açúcar ou edulcorante ou outros ingredientes com cacau em pó, contendo o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
  • chocolate ao leite: produto composto por sólidos de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 25% de sólidos totais de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite ou seus derivados;
  • chocolate branco: produto isento de matérias corantes, composto por manteiga de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 20% de manteiga de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite;
  • bombom de chocolate ou chocolate recheado: produto composto por recheio de substâncias comestíveis e cobertura de chocolate.
Cruzeiro da MSC atracado no porto internacional do Malhado, em Ilhéus || Foto Arquivo
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A temporada de cruzeiros na Bahia foi encerrada, na quarta-feira (23), com a chegada do navio italiano Costa Diadema ao porto de Salvador, trazendo a bordo mais de quatro mil passageiros. De outubro de 2024 a abril de 2025, aproximadamente 300 mil cruzeiristas passaram pelo estado.

Foram 82 atracações nos portos da capital e de Ilhéus, além de operações marítimas em Morro de São Paulo, Itacaré, Porto Seguro e Abrolhos. O segmento turístico movimentou cerca de R$ 150 milhões na economia baiana.

Na despedida da temporada, os cruzeiristas do Costa Diadema, entre brasileiros e estrangeiros, tiverem receptivo especial da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), no desembarque em Salvador. Baianas típicas, roda de capoeira e a percussão do bloco afro Muzenza deram as boas-vindas, em clima de festa.

Os cruzeiros deram contribuição significativa para a Bahia ter uma movimentação recorde de turistas na alta temporada, com a posição de Salvador também como porto de embarque, o que aumentou o tempo de permanência do visitante na cidade, analisa o secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar.

Alimentos e despesas com saúde puxam alta da inflação, aponta IBGE || Foto Valter Campanato/AB
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A prévia da inflação oficial registrou 0,43% em abril, pressionada pelos preços dos alimentos e itens de saúde. O resultado, apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), representa desaceleração em relação a março, quando ficou em 0,64%.

Em 12 meses, o índice soma 5,49%. Em abril do ano passado, o IPCA-15 marcou 0,21%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, oito apresentam alta, com destaque para o de alimentação e bebidas, que acelerou de 1,09% para 1,14% na passagem de março para abril, respondendo por 0,25 ponto percentual do IPCA-15 deste mês.

O grupo saúde e cuidados pessoais passou de inflação de 0,35% para 0,96% no mesmo período. Os dois grupamentos juntos representam 88% da prévia de inflação do mês.

Confira, abaixo, a variação e os impactos dos grupos na prévia da inflação de abril.

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Sávia Gazza é a primeira mulher a presidir o Conselho de Administração do Banco do Nordeste
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Pela primeira vez uma mulher irá presidir o Conselho de Administração do Banco do Nordeste. A eleita foi Sádia Gavazza dos Santos, assessora do Plano de Transformação Ecológica na Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda. A executiva substituirá Marcello Froldi Negro.

Sávia é pós-doutora pela Universidade de Cornell (EUA) e possui doutorado em Engenharia Civil na área de Hidráulica e Saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos (USP), além de ser professora titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e professora associada da Universidade de Toronto, no Canadá (status only).

A nova presidente do Conselho de Administração do Banco do Nordeste foi eleita nesta quinta-feira (3). No currículo de Sávia ainda consta a ocupação do cargo de vice-diretora do Instituto de Pesquisa em Petróleo e Energia e Coordenadora de Parcerias da UFPE. Foi membro titular da Câmara de Assessoramento em Engenharias da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) e também coordenou os Programas de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFPE (campus Recife e Caruaru).

MARCO HISTÓRICO

– É com grande honra e responsabilidade que assumo a presidência do Conselho de Administração desta instituição tão importante para o desenvolvimento da Região Nordeste, parte de Minas Gerais e Espírito Santo. Este momento é particularmente significativo, pois marca a primeira vez que uma mulher assume a presidência. Este é um marco histórico que reflete o compromisso da instituição com a diversidade e a inclusão, valores que são fundamentais para o nosso crescimento e sucesso – disse Sávia, também agradecendo a todos os membros do Conselho.

Ainda na posse, Sávia assumiu compromisso de trabalhar “com dedicação e empenho para fortalecer o Banco do Nordeste, promovendo o desenvolvimento sustentável e a prosperidade da nossa região. Conto com o apoio de todos para que possamos, juntos, enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que se apresentam”.

A nova diretoria do Conselho de Administração terá, além de Sávia na presidência, Adauto Modesto Júnior, Lindemberg de Lima Bezerra, Luiz Alberto da Silva Júnior, Olavo Rebelo de Carvalho Filho, Paulo Henrique Saraiva Câmara e Romildo Carneiro Rolim como conselheiros.

Jardel Couto (ao centro) e a dupla Matheus e Kauan durante evento da VCA || Foto Redes Sociais
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Do PIMENTA

Cofundador e CEO da VCA Construtora e Incorporadora, o publicitário Jardel Couto, de 43 anos, avalia que parte do mercado imobiliário nacional recebeu com surpresa os últimos movimentos de expansão da empresa. Criada em 2017, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, a construtora acabou de lançar dez empreendimentos, de forma simultânea, com volume geral de vendas (VGV) superior a R$ 1 bilhão.

“O feedback do mercado ao que nós fizemos no Dia Único é de surpresa. As pessoas não esperam que você consiga ter esse volume inteiro. Mas, acredito que é uma boa desconfiança, porque isso acontecia também quando o porte da VCA era menor”, disse o executivo ao PIMENTA.

Já o cliente em potencial da VCA, segundo Jardel, tem recepcionado os lançamentos da marca com entusiasmo e curiosidade. “Todas as vezes que a gente fala de expansão, o público final recepciona muito bem e com expectativa elevada, porque ele quer entender qual é o produto, se cabe no orçamento dele, se a parcela vai ficar legal”.

Representantes do mercado financeiro também marcaram presença no Dia Único, que ocorreu na última sexta-feira (28), no Centro de Convenções Divaldo Franco, em Vitória da Conquista. Estavam lá executivos de fundos de investimentos e de bancos, a exemplo da Caixa Econômica Federal, Bradesco e Santander.

Para Jardel Couto, a resposta do setor também foi positiva. “As instituições financeiras, principalmente, estão muito confiantes, pelo que a VCA apresenta de números, já que elas têm acesso ao balanço e aos recebíveis da empresa”. Até o final deste ano, a VCA pretende atingir a marca de R$ 3 bilhões em volume geral de vendas, posicionando-se entre as maiores do mercado nacional.

Dia Único da VCA reúne mais de mil pessoas em Vitória da Conquista || Foto PIMENTA

CORRETORES PREMIADOS

A convenção reuniu mais de mil convidados no sudoeste baiano, com a maior parte do público formada por corretores que trabalham com a VCA em 15 cidades de quatro estados, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Também participaram profissionais interessados em iniciar parceria com a empresa. “Para o corretor, é uma oportunidade única de ter contato com a construtora, de bater papo, de fazer com que a profissão dele seja valorizada. Não é à toa que a VCA criou muito essa expectativa voltada para ele”, explica Jardel.

Para fechar a programação da manhã de sexta-feira, houve sorteio de prêmios para corretores, que receberam cupons em quantidade correspondente ao número de unidades residenciais vendidas por meio da VCA. Gestor de imobiliária com atuação em Ilhéus, Rafael Lago, de 32 anos, vendeu 28 apartamentos no Kahakai, segundo empreendimento da construtora na Terra da Gabriela.

“A gente ficou com o primeiro lugar em vendas, mais de R$ 8 milhões, que foi a soma de todas as vendas em dois meses e meio. Tenho que agradecer a Deus, em primeiro lugar, mas também à VCA, pelo produto que ela proporcionou, e aos meus clientes, pela confiança que depositaram em mim”, disse Rafael Lago ao PIMENTA. Além de faturar uma moto por ser o campeão de vendas do Kahakai Ilhéus, ele ganhou outra no sorteio.

No total, a VCA sorteou R$ 1 milhão em prêmios, com direito a dois apartamentos, um no Kahakai Ilhéus e outro no Kahakai Porto Seguro. Para fechar as atividades do Dia Único, a VCA Construtora ofereceu show da dupla sertaneja Matheus e Kauan, que levou mais de 15 mil convidados à Arena Miraflores.

SUL DA BAHIA

A empresa está em franca expansão no sul da Bahia, com dois empreendimentos já vendidos (Kahakai e Castélyah) e outros dois engatilhados, o MaunaKai, na Praia dos Milionários, no litoral sul de Ilhéus, e o UNI Residencial, na saída de Itabuna para Ilhéus, na Rodovia Ilhéus-Itabuna. Apresentados no pacote do Dia Único, ambos terão as datas de lançamento regional anunciadas em breve.

Enquanto o UNI é a linha de entrada da empresa, integrado ao programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, o MaunaKai apostará no público com maior poder aquisitivo. “É um vertical, frente-mar, na Praia dos Milionários, com um padrão bem mais elevado”, antecipou Jardel Couto.

Renda média do trabalhador registra nova subida || Foto Marcello Casal Jr/ABr
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O rendimento médio do trabalhador brasileiro chegou a R$ 3.378, o valor mais alto já registrado desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28), e mostram que, em um ano, a alta na renda dos trabalhadores foi de 3,6%. O recorde anterior era do trimestre encerrado em janeiro de 2025, com R$ 3.365.

Os valores são deflacionados, ou seja, levam em conta a inflação acumulada no período, fazendo com que a comparação reflita o real poder de compra do trabalhador.

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. O levantamento apontou que, no trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego foi de 6,8%.

FORMALIDADE AUMENTA RENDA 

A coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, frisa que parte do recorde do rendimento médio pode ser explicada pela redução da informalidade no mercado de trabalho.

A taxa de informalidade ─ trabalhadores que não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e 13º salário ─ teve “ligeira redução”, caindo a 38,1% da população ocupada. No trimestre terminado em novembro de 2024, estava em 38,7%.

“Se hoje, na minha população ocupada, eu tenho uma maior proporção de trabalhadores formais do que havia anteriormente, é esperado que essa média [de rendimento] aumente, dado que, de modo geral, os trabalhadores formais têm um rendimento maior que os não formais”, explica.

A pesquisadora contextualiza ainda que o número total de ocupados ficou em 102,7 milhões de pessoas, 1,2% menor que o do período terminado em novembro, sendo que o grupamento administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais foi responsável pela subtração de 468 mil ocupações.

Beringuy ressalta que esse número representa um comportamento sazonal da administração pública, que dispensa funcionários temporários no começo de ano. “Foi o segmento do setor público com os menores rendimentos, que são aqueles dos contratos temporários”, afirmou ela, se referindo a trabalhadores da área da educação fundamental. Dessa forma, com o corte de pessoas com menores salários, o rendimento médio tende a aumentar.

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518, no começo do ano, foi outro fator que contribuiu, em menor escala, para o recorde no rendimento do trabalhador.

Segundo Beringuy, o reajuste serve como referência de rendimento mesmo para quem não tem carteira assinada. “O salário mínimo é um balizador importante no mercado de trabalho, principalmente entre os trabalhadores informais”.

MASSA DE SALÁRIOS

Outro dado recorde apontado pelo IBGE é a massa salarial, que alcançou R$ 342 bilhões. O montante consiste na soma de todos os valores que os trabalhadores recebem e funciona como um motor da economia. Em um ano, esse total teve crescimento de 6,2% (mais R$ 20 bilhões).

CONTRIBUIÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA

De acordo com o IBGE, o trimestre encerrado em fevereiro de 2025 teve 67,6 milhões de trabalhadores que contribuíam para a previdência social. Esse numero não inclui apenas trabalhador com carteira assinada. “Pode ter um trabalhador por conta própria que contribui para o instituto de previdência”, exemplifica Beringuy.

Esse contingente representa que 65,9% dos ocupados contribuíam para institutos de previdência, maior percentual desde o trimestre encerrado em julho de 2020 (66,1%).

“O recuo da informalidade e, consequentemente, o aumento da proporção do trabalho formal contribuiu para essa expansão de cobertura previdenciária”, explica a coordenadora do IBGE.

O ponto mais alto de contribuição para a previdência foi em junho de 2020 (66,5%). Informações d´Agência Brasil.

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O aumento do consumo e, por conseguinte, dos preços, elegeu o cacau como a commodity queridinha da vez, derrubando mitos, e a cacauicultura passou a ser implantada em todo o Brasil, inclusive a pleno sol, pelos grandes representantes do agronegócio do oeste baiano.

 

Walmir Rosário

Não existe qualquer ser vivente que registre hoje um só político visitando a Ceplac e as fazendas de cacau do Sul da Bahia. Faz muito tempo que a cacauicultura baiana começou a ser desprezada por alguns setores da sociedade. E quem inaugurou essa virada foi o segmento bancário, fechando as torneiras para os financiamentos de custeio e investimento.

E esse caso de desamor data do final da década de 1980, com a infestação dos pés de cacau com a vassoura de bruxa, doença que dizimou os cacaueiros e quase mata sem dó nem piedade a principal matriz econômica do Sul da Bahia. Sem recursos para honrar seus compromissos com os trabalhadores, o manejo das roças e, sequer, comprar alimentos para a sua sobrevivência, o cacauicultor foi banido do mundo produtivo, comercial.

Nesta data era comum o desembarque de um monte de políticos no Sul da Bahia, para cumprir um extenso roteiro, a começar pelas instalações da Ceplac, fazendas (principalmente as mais infestadas) e redações de jornais, rádios e TVs. Com o cenho franzido, analisavam a situação de penúria do setor cacaueiro e prometiam reverter a terrível situação junto ao governo federal.

Os políticos de situação semeavam esperança ao garantir as ações salvadoras e os oposicionistas culpavam o governo pela imobilidade que resultou no maior crime de lesa pátria contra a região cacaueira. Como sempre, se autointitulavam representantes da lavoura e cobravam uma votação expressiva para eles (claro), pois assim teriam força para eliminar a crise.

E os deputados cobravam a presença dos presidentes da República, que teriam que examinar – in loco – a debacle da antes rica região cacaueira da Bahia. À custa de muita lábia, finalmente apareceu um deles, que por desconhecimento total do assunto parecia perdido nas areias do deserto do Saara. Mesmo assim, experimentou o cacau in natura, na forma de chocolate e o famoso mel afrodisíaco. E fez mais promessas.

Na realidade, mais promessas não cumpridas, ou solucionadas em parte, sempre com notícias alvissareiras. Fora da mídia, os ministérios ou instituições que deveriam alocar os recursos sussurravam que não seria legítimo colocar dinheiro bom no cacau, um negócio ruim. Apesar da situação de miséria, os cientistas da Ceplac começaram dar a volta por cima e apresentaram novos materiais genéticos de qualidade.

Com os novos clones disponíveis – alguns deles prospectados nas fazendas da região –, o entrave continuava pela atávica falta de recursos disponíveis para a implantação dos novos materiais. Os cacauicultores que possuíam negócios diversificados conseguiam renovar as plantações com os clones tolerantes à vassoura de bruxa e de alta produtividade.

Aos poucos as fazendas de cacau foram mudando de donos; os pequenos produtores também passaram a renovar suas plantações. Na mesma proporção em que a cacauicultura ressurgia, a Ceplac era desmontada e o silêncio dos políticos ensurdecia. Enfrentando as adversidades, o cacauicultor conseguiu dar a volta por cima e hoje não ouve mais o lero-lero enganador.

Se no Brasil a cacauicultura conseguiu ser renovada, o mesmo não aconteceu na Ásia e África, acometida por uma série de doenças e adversidades climáticas, o que elevou o preço do cacau no mercado internacional. E esses compradores passaram a enxergar o produto brasileiro com bons olhos, devido à qualidade superior entregue pelos novos cacauicultores brasileiros.

O aumento do consumo e, por conseguinte, dos preços, elegeu o cacau como a commodity queridinha da vez, derrubando mitos, e a cacauicultura passou a ser implantada em todo o Brasil, inclusive a pleno sol, pelos grandes representantes do agronegócio do oeste baiano. E como um negócio democrático os cacaueiros têm se adaptado à caatinga com plantações, inclusive, em diversas regiões de Sergipe.

O silêncio dos políticos na cacauicultura deve ter sido benéfico para o produtor rural, que se ateve mais às questões científicas, em detrimento das promessas não cumpridas de Brasília. A análise não se prende apenas a essas questões e são por demais complexas. Mais uma coisa é certa, os políticos já resolveram problemas da cacauicultura, isso na segunda metade da década de 1950.

Nessa época, o governo federal criou a Ceplac, de início a do financiamento da cacauicultura. Com o visionário José Haroldo, vieram novas fases da Ceplac: a da extensão rural, da pesquisa, ensino e do desenvolvimento. Com isso, atualmente, o sergipano não precisará deixar sua terra natal para trabalhar com o cacau nas inóspitas terras grapiúna de antigamente, pois agora o cacau chegou a ele.

Walmir Rosário é  radialista, jornalista e advogado, além de autor de livros como Os grandes craques que vi jogar: Nos estádios e campos de Itabuna e Canavieiras, disponível na Amazon.

Assim como no país, beber café ficou mais caro em Itabuna e Ilhéus || Foto Marcelo Camargo/ABr
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Café, banana e carne foram os itens que mais puxaram, para cima, o custo da cesta básica nos dois mais populosos municípios do sul da Bahia em fevereiro, aponta levantamento mensal do curso de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). A alta foi maior em Ilhéus, segundo o estudo. Atingiu 2,12% em fevereiro no comparativo com janeiro. Em Itabuna, a alta chegou a 0,48%.

A cesta com os 12 itens saltou de R$ 595,14 para R$ 607,77 em Ilhéus no comparativo entre janeiro e fevereiro. Já em Itabuna, saiu de R$ 596,36 para R$ 599,24, ficando ligeiramente mais barato que no município vizinho.

O acompanhamento mensal revela aumento de 30,73% no preço do café em fevereiro em Ilhéus e de 14,79% da banana. A carne também registrou alta, ficando 5,8% mais cara, conforme o levantamento. Na contramão, ficaram mais baratos o arroz (-8,3%), a farinha (-8,16%) e tomate (-7,69).

Os dados apurados em Itabuna revelaram o café 21,09% mais caro, assim como a banana (4,32) e a carne (3,07%). Dos 12 itens da cesta básica, 7 ficaram mais baratos no município. As maiores reduções de preço foram as do açúcar (-12,05%), farinha (-7,46) e feijão (5,45%) no comparativo entre janeiro e fevereiro.

O projeto de Acompanhamento do Custo da Cesta Básica (ACCB) nos dois municípios é coordenado pela professora Mônica de Moura Pires

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O mercado de franquias no Nordeste continua em expansão e registrou um faturamento superior a R$ 39 bilhões em 2024, representando um crescimento expressivo de 13,3% em relação ao ano anterior. Apesar de uma leve retração de 0,6% no número de unidades, a região mantém 28.479 operações, evidenciando a maturidade do mercado e sua capacidade de inovação, avalia a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Entre os estados nordestinos, Bahia, Pernambuco e Ceará lideraram o faturamento do setor, mostrando a força do franchising nesses mercados. A Bahia registrou o maior volume de negócios, com R$ 9,9 bilhões, com um crescimento de 13,2%. Pernambuco aparece logo em seguida com um acréscimo de 13% e atingindo a marca de R$ 7,7 bilhões. O Ceará alcançou R$ 5,8 bilhões, representando 14,1% do faturamento nordestino, reforçando seu potencial como um dos polos mais promissores para expansão de franquias. Apesar do faturamento baixo em relação aos demais estados, Sergipe teve a maior variação positiva de faturamento, com 15,1%, com R$1,7 bilhão.

No quesito crescimento de unidades, o Rio Grande do Norte foi o grande destaque, registrando um aumento de 4,8% e totalizando 1.879 operações. O estado potiguar também teve um desempenho expressivo na geração de empregos, com um crescimento de 4,3%, elevando para 15.713 o número de postos diretos. Esses números evidenciam como o setor tem impulsionado a economia local, gerando oportunidades e fortalecendo o ambiente de negócios.

Para Fernando Ribeiro, diretor regional da ABF no Nordeste, o desempenho positivo das franquias no Nordeste reflete um mercado cada vez mais estruturado e inovador. “O crescimento do faturamento na região mostra que os franqueados estão investindo em eficiência operacional, tecnologia e experiência do cliente. Além disso, o Nordeste atrai cada vez mais marcas nacionais e internacionais, consolidando-se como um polo estratégico para expansão do franchising no Brasil”, destaca.

Em toda a região, os segmentos que mais impulsionaram esse crescimento foram Saúde, Beleza e Bem-estar; Alimentação – Food Service; e Serviços e Outros Negócios. A demanda crescente por qualidade de vida e bem-estar, impulsionada pelo comportamento do consumidor pós-pandemia, tem favorecido redes de clínicas estéticas, academias e farmácias de manipulação. No setor de alimentação, a busca por conveniência e novas experiências gastronômicas estimula o crescimento de redes especializadas em delivery e fast casual. Já o segmento de serviços se fortalece com franquias voltadas para soluções tecnológicas, consultorias e serviços financeiros.

Preço da tonelada do cacau tem queda de mais de 30% em 4 meses || Foto Site Cacau, Chocolate e Turismo
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Depois de atingir cotação recorde de 12.646,00 dólares a tonelada em dezembro do ano passado, o preço do cacau sofreu uma queda de 35% agora em março. Hoje, Quarta-feira de Cinzas (5), o produto fechou a 8.218,00 dólares a tonelada, na Bolsa de Nova York.

A queda ocorre em momento em que especialistas apostavam em alta, principalmente devido a problemas na Costa do Marfim e Gana, como informa o site Cacau Chocolate & Turismo.

Provocada por mudanças climáticas e doenças como a swollen shoot, a produção na África desabou, provocando escassez num mercado em expansão, beneficiando diretamente os agricultores brasileiros, que, durante anos, sofreram com preços que mal cobriam os custos e desestimulavam investimentos na lavoura.

Em março de 2024, a arroba de cacau estava na casa dos R$ 300,00. Já em novembro, cruzou a barreira dos R$ 1.000,00. Nesta Quarta-Feira de Cinzas estava sendo comercializado a R$ 750,00 o certificado tipo 1.

“Especialistas do mercado do cacau entendem que essa queda de preços não irá se sustentar em 2025 e apontam especulação por parte das grandes multinacionais processados, forçando artificialmente a cotação para baixo”, anota o site Cacau e Chocolate.

ECONOMIA

Para a presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC), Vanuza Barroso, o Brasil tem condições de assumir o protagonismo na produção de cacau. “Para isso, o apoio do governo é fundamental, seja através de programas de financiamento a juros compatíveis, seja no controle de cacau importado da África, que traz grandes riscos de doenças que não estamos preparados para combater”, afirma Vanuza ao Cacau Chocolate & Turismo.

Especialista em mercado de cacau, Adilson Reis diz que o cacau no sul da Bahia gerou receita de R$ 1,88 bilhão em 2023 com a arroba do produto a R$ 266,24. No ano passado, a receita subiu para R$ 5,5 bilhões. Essa receita pode escalar para R$ 17 bilhões, segundo Adilson, caso a produção alcance 50 arrobas por hectare. Há esforço nesse sentido, como o projeto Cacau 500@ + Sustentável, cita.

Conta de luz segue sem cobrança adicional em março || Foto Divulgação
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Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária verde em março, o que significa que não haverá cobrança adicional nas contas de energia. Segundo a agência, a medida reflete as condições favoráveis de geração de energia no país.

A bandeira tarifária permanece verde desde dezembro de 2024. “Com o período chuvoso, os níveis dos reservatórios melhoraram, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário”, explica a Aneel.

BANDEIRA TARIFÁRIAS

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Pix por aproximação começa a valer nesta sexta-feira (28) || Foto Bruno Peres/ABr
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A partir desta sexta-feira (28), as instituições financeiras serão obrigadas a oferecer mais uma modalidade de transferência via Pix que dispensa a necessidade de digitar a senha bancária. A oferta do Pix por aproximação passa a ser obrigatória, neste momento apenas para celulares Android.

Com a funcionalidade, basta o cliente encostar o celular na maquininha de cartão e fazer o Pix por meio da tecnologia Near Field Communication (NFC). Nas compras pela internet, o Pix será concluído com apenas um clique, sem a necessidade de captar o Código QR ou usar a função Copia e Cola do Pix. O processo será executado dentro do site da empresa vendedora.

O valor máximo por transação será R$ 500. O cliente poderá diminuir o limite por operação e criar um valor máximo por dia para essa modalidade do Pix.

O procedimento é semelhante ao utilizado com cartões de crédito e de débito, cujos pagamentos por aproximação têm se expandido no país. Em setembro do ano passado, 65% dos pagamentos presenciais foram feitos por aproximação, por cartões ou outros dispositivos, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Até agora, o Pix por aproximação estava em fase de testes. Entre os bancos e instituições de pagamento que testavam a tecnologia estão Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, C6, Itaú, PicPay e Santander. Um total de 12 marcas de maquininhas firmaram parceria com o Google para estender o pagamento por aproximação ao Pix: Azulzinha, Bin, Cielo, Fiserv, Getnet, Mercado Pago, Pagbank, Rede (que pertence ao Itaú), Safra Pay, Sicredi, Stone e Sumup.

Com a obrigatoriedade da oferta, todas as instituições financeiras associadas ao open finance, que envolve o compartilhamento de dados entre elas, terão de estar no Google Pay (carteira digital do Google) e ofertar o Pix por aproximação. Isso ocorre porque, até o momento, apenas o Google Pay está cadastrado no Banco Central (BC) como iniciadora de pagamento.

Como a Apple Pay e a Samsung Pay não estão registradas no BC, o Pix por aproximação estará disponível apenas para os dispositivos móveis do sistema Android, que usam o Google Pay. Pelo menos dois bancos, Bradesco e Banco do Brasil, oferecem a tecnologia dentro de seus aplicativos. A expectativa é que outros bancos passem a oferecer a funcionalidade em seus aplicativos a partir desta sexta.

 

COMO HABILITAR O CELULAR E O GOOGLE PAY

•    Habilitar a tecnologia NFC no celular, na abas “Configurações” e, em seguida, “Conexões” ou “Dispositivos conectados;

•    Abrir o aplicativo Carteira do Google;

•    Clicar em “Adicionar à carteira”, na parte inferior do aplicativo;

•    Clicar em “Cartão de pagamento”;

•    Clicar em “Novo cartão de débito ou de crédito”;

•    Seguir as demais instruções.

 

COMO USAR O PIX POR APROXIMAÇÃO COM CARTEIRA DIGITAL

•    Com a conta bancária associada ao Google Pay, pedir o pagamento via Pix ao estabelecimento com maquinhas que ofereçam a tecnologia;

•    Aproximar o celular desbloqueado do Código QR exibido na maquininha;

•    Confirmar a transação na tela do celular;

•    Confirmar a proteção cadastrada no celular – impressão digital, reconhecimento facial, senha do celular ou chave de segurança;

•    Transação concluída.

 

COMO USAR O PIX POR APROXIMAÇÃO NO APLICATIVO DO BANCO

•    Abrir o aplicativo do banco e escolher a opção “Pix por aproximação”;

•    Aproximar o celular do Código QR exibido na maquininha;

•    Seguir as demais instruções do aplicativo;

•    Procedimento pode variar conforme a instituição financeira. No Banco do Brasil, o aplicativo pedirá a senha bancária para transações acima de R$ 200.

Da Redação com Agência Brasil.

Economart Atacadista terá loja na Nova Itabuna || Fotos Economart e Zé Drone / Fotomontagem PIMENTA
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Itabuna será a porta de entrada do grupo mineiro Economart no sul da Bahia. De acordo com informações de mercado, o atacadista deverá investir cerca de R$ 90 milhões na unidade, que tem previsão de inauguração no segundo semestre deste ano, provavelmente em outubro.

A loja no município sul-baiano funcionará próximo ao entroncamento das BRs 101 e 415, na Avenida Ibicaraí, Nova Itabuna, ao lado da Faculdade Afya. As obras de terraplenagem já começaram. A expectativa é de geração de, pelo menos, 250 empregos quando estiver em operação.

EXPANSÃO NA BAHIA

O Economart possui lojas em Minas Gerais, onde funciona a sede do grupo, e já está presente na Bahia em cinco municípios, dentre eles Feira de Santana, Jequié e Paulo Afonso. O plano de expansão do Economart em solo baiano prevê lojas também em Porto Seguro e Barreiras ainda em 2025.

“O complexo contará com amplos corredores, estacionamento para centenas de veículos e uma disposição inteligente de setores, como hortifruti, bebidas, alimentos, limpeza e muito mais”, informou o blog do Zé Drone ao noticiar a chegada do empreendimento.

As lojas do grupo apresentam mix com cerca de 11 mil itens e tem foco tanto do atacado como do varejo. A unidade de Itabuna vai operar no modelo cash & carry (atacarejo), tornando-se opção para moradores das regiões da Nova Itabuna e Ferradas e com olhar voltado ainda para o fluxo de clientes de municípios interligados pelas BRs 101 e 415 no sul da Bahia. Abaixo, confira vídeo do Zé Drone.