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:: ‘economia’

OPERADOR AGIRIA CONTRA O G. BARBOSA EM ILHÉUS

Um secretário municipal estaria operando contra a instalação do supermercado G Barbosa em Ilhéus, segundo denuncia o blog Agravo. A movimentação do secretário foi detectada pelo governo e esta autoridade estaria agindo em defesa de uma grande rede de supermercado com presença no município, de acordo com a publicação.

O G Barbosa já pediu liberação de alvará para construir a unidade em Ilhéus, de acordo com o secretário de Planejamento, Alisson Mendonça.

UM CHOQUE DE AUTO-ESTIMA

Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

Quem visita Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas e Santo Antônio de Jesus, encontra cidades que tem problemas sim, mas respiram desenvolvimento.

Durante décadas, Itabuna foi uma das cidades mais importantes da Bahia e chegou a ocupar o posto de terceira maior economia do Estado, superada apenas por Feira de Santana e por Salvador, a capital.

Sem ser necessariamente uma grande produtora de cacau, por conta de sua modesta extensão territorial, Itabuna converteu-se no pólo de comércio e prestação serviços de uma região com cerca de 100 municípios, impulsionados, todos eles, por um único (e, à época, altamente rentável) produto.

A cidade, vigorosa em sua economia, atraiu uma leva de empreendimentos que a modernizaram e lhe deram ares de metrópole.

Era a Capital do Cacau, como diziam seus moradores, rumo a seu futuro dourado.

A vassoura-de-bruxa, em duas décadas, interrompeu a marcha e reduziu o crescimento da cidade. Ainda assim, fruto do espírito empreendedor de sua gente, uma característica marcante, Itabuna ampliou o setor de serviços e viu nascer pólos de ensino superior e de saúde privada.

A crise, entretanto, revelou aquilo que os momentos de fartura mascaravam: os imensos problemas estruturais de uma cidade sem planejamento, que cresceu de forma desordenada e que não consegue atender demandas básicas de seus moradores, como saúde pública, educação, saneamento e inclusão social.

O preço de ser a “Capital do Cacau” (agora, entre aspas) foi altíssimo: milhares de pessoas, despejadas das propriedades rurais por conta da crise do cacau, migraram para Itabuna, formando grandes bolsões de miséria na periferia, gente quase sempre sem qualificação profissional e, por conta dessa mesma crise, sem mercado de trabalho.

Itabuna ainda é uma grande cidade, mas estagnou-se. Foi superada, com folga, por Vitória da Conquista e, se não houver mudanças drásticas, corre o risco de, em menos de uma década, ser ultrapassada por Barreiras, Santo Antônio de Jesus, Eunápolis e Teixeira de Freitas, que vêm ostentado saltos significativos em suas economias.

Quem visita Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas e Santo Antonio de Jesus, encontra cidades que tem problemas sim, mas respiram desenvolvimento.

Parece simplório, mas o itabunense ao entrar nessas cidades, com acessos bem cuidados, ruas e avenidas limpas e prédios comerciais bem conservados, não consegue deixar de traçar um paralelo com Itabuna e seus acessos, seja os da BR 101, seja os da BR 415 tomados pelo mato e pela sujeira, com as ruas esburacadas logo nas entradas da cidade.

Para quem aprendeu a amar essa cidade, caso deste escriba, é de se lamentar ver Itabuna ficando para trás, como se alguma bruxa amarrasse os ponteiros do relógio do tempo e do progresso.

Lamentações? Bruxarias?

Nada disso! O que Itabuna precisa mesmo é de um choque de auto-estima, daqueles que envolvem o poder público e a sociedade organizada.

Que os governantes efetivamente governem, que nossas entidades representativas deixem de ser apenas bajuladoras do governante de plantão e que os itabunenses rompam esse comodismo que está fazendo a cidade perder espaço para outros municípios.

Sejamos condutores do destino da nossa cidade e não apenas passageiros de um bonde sem freio e, nessa longa estrada da vida, sem motorista.

Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor de Vassoura.

FAMÍLIAS GASTAM MAIS DO QUE RECEBEM

A pesquisa Tendências do Consumidor, divulgada hoje pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), mostra que 53% das famílias brasileiras tiveram em 2010 um gasto mensal acima da renda média do mesmo período. As empresas Nielsen e Kantar WorldPanel fizeram o levantamento em 8.200 lares de todas as classes sociais, em cidades com população acima de 10 mil habitantes.

Pela primeira vez na série histórica iniciada em 2006, o gasto médio superou a renda, com um endividamento médio de 1%. Segundo o estudo, a renda mensal média nacional em 2010 foi de R$ 2.146, enquanto o gasto foi de R$ 2.171. A pesquisa mostra que, em relação ao ano anterior, os gastos mensais apresentaram alta de 16%, enquanto a renda média subiu 13%. O levantamento foi feito por meio de questionário aplicado em julho de 2010. Do G1

BAIANO ESTÁ BEBENDO MAIS VINHO

O consumidor baiano tem bebido cada vez mais vinho, seja tinto, branco, rosé ou espumante. A constatação é das vinícolas nacionais ouvidas pela reportagem de A Tarde no Rio Grande do Sul (RS), de onde saem quase 100% dos vinhos nacionais que chegam às prateleiras de mercados, restaurantes e lojas especializadas no Estado. Num cálculo simples dos índices de crescimento dessas vinícolas no Estado, na média, baianos bebedores de vinho têm consumido 40% a mais por ano.

As explicações apontadas pelos produtores são, basicamente, o maior poder aquisitivo da classe C, foco em eventos e festas, mais informação entre a população sobre os vinhos (o consumidor de cerveja migrando para o vinho), a cultura de que o vinho é bebida que empresta status a quem o degusta.

Eventos de turismo e de carnaval permitem também a penetração dos vinhos. Por esse motivo, os produtores do Rio Grande do Sul, maior polo de vinhos do País, apostam no mercado da Bahia, que começa a aparecer timidamente mas de forma progressiva nas estatísticas. Somente em 2010, movimentou no País cerca de R$ 2 bilhões, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Informações do jornal A Tarde.

BOLHA IMOBILIÁRIA: HÁ RISCO OU NÃO?

Carlos Calazans | [email protected]

O mais prudente é refletir muito na hora de comprar um imóvel, seja ele para morar ou para investir

A pergunta mais freqüente no mundo dos negócios é se estamos vivendo uma bolha imobiliária. O fato pode ser constatado numa simples busca na internet, onde se vê vários comentários.

“A estabilidade macroeconômica, nos últimos anos, possibilitou que muitos brasileiros não apenas melhorassem seus padrões de consumo, mas também começassem a investir seu capital em ativos reais e financeiros. Por esse motivo, muitos mercados se expandiram e, em especial, o setor imobiliário atraiu grande volume de investimentos.

Uma conseqüência desse maior fluxo de capitais foi o expressivo aquecimento do mercado imobiliário brasileiro. Prova desse fato é que, entre janeiro de 2008 e fevereiro de 2011, o preço dos imóveis elevou-se 82,8% de acordo com o Índice FIPE-ZAP, representando um ganho real de 55,8% ante o IPCA, que variou 17,3% no mesmo período”.

Prontamente, alguém menos informado poderia dizer que investir no mercado imobiliário é um grande negócio. Essa conclusão não é totalmente verdadeira.

Ao se comprar um imóvel como investimento deve-se pensar em sua taxa de retorno, que pode ser expressa como o valor do aluguel sobre o preço do imóvel. Por exemplo, se o imóvel tem o valor de R$ 200 mil e o aluguel tem o valor de R$ 800,00 a taxa de retorno é 800/200 mil = 0,40%.

Na atualidade esta é uma taxa muito baixa em relação à poupança. Em Itabuna, ao contatar alguns corretores de imóveis, percebe-se que essa taxa de retorno alcança, para imóveis novos, valores próximos de 0,35% em bairros nobres.

Se um cidadão com renda familiar de R$ 6.000,00 quiser comprar a tão sonhada casa própria por meio de um financiamento pela Carta de Crédito SBPE, com taxa pós-fixada com o sistema de amortização SAC da CEF, no valor de R$ 200 mil, em um prazo de 360 meses, com taxa nominal de 10% a.a. mais TR, e com cota máxima de financiamento de 90%, terá que dar uma entrada de R$ 46.865,55 e pagar uma prestação de R$ 1.796,89. Se considerarmos que na cidade de Itabuna o aluguel de um imóvel deste porte varia na faixa de R$ 800,00, podemos dizer que é mais vantajoso morar de aluguel.

A conclusão a que chegamos: se a taxa de aluguel é consideravelmente menor que a taxa da poupança, este ativo deve estar sobrevalorizado. Contudo, a lógica da bolha é que, apesar do ativo não valer o que estão pedindo, o agente econômico compra com a expectativa de que o ativo irá valer mais no futuro, pois ele acredita que amanhã aparecerá uma pessoa interessada que pagará um preço ainda mais irreal do que aquele que ele pagou.

A nosso ver, o mercado imobiliário passa por um momento delicado e novos questionamentos devem ser feitos: os preços continuarão aumentando? Por quanto tempo mais este processo continuará e por quê? Quais fatores impactam a demanda e a oferta desses produtos? Portanto, o mais prudente é refletir muito na hora de comprar um imóvel, seja ele para morar ou para investir.

Carlos Calazans é economista.

MINERAÇÃO E TURISMO

João Carlos Cavalcanti, ao lado da deputada Ângela Sousa

O bilionário João Cavalcanti está plenamente convencido de que é possível aliar o Complexo Logístico Porto Sul ao desenvolvimento turístico de Ilhéus. Ele manifestou essa opinião durante encontro com deputados estaduais na Assembleia Legislativa, mas também está disposto a comprovar a tese na prática. Aos parlamentares, o ricaço que fez fortuna com a mineração, anunciou que vai investir em empreendimentos de turismo na Terra da Gabriela.

A convite da deputada Ângela Sousa, JCC estará em breve em Ilhéus (a data ainda será anunciada), proferindo palestra sobre mineração, turismo e desenvolvimento econômico.

Vale lembrar que foi João Carlos Cavalcanti que descobriu a mina que será explorada pela empresa Bahia Mineração em Caetité.

ILHÉUS: MOVIMENTAÇÃO NO PORTO AUMENTA 95%

O Porto de Ilhéus registrou um aumento no volume de carga embarcado de 95% na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2010.  O volume chegou a 30.900 toneladas de janeiro a março e o incremento se deve ao início das operações de embarque do níquel extraído pela empresa Mirabela, em Itagibá.

Além do níquel, o terminal atualmente é utilizado para a exportação de soja e óxido de magnésio, e também vem se destacando no segmento do turismo, com o recebimento de dezenas de navios de cruzeiro durante todo o verão.

MAXXI A CAMINHO…

A rede varejista americana Walmart investirá R$ 1,2 bilhão na abertura de novas lojas, reforma de hipermercados e melhoria em logística no Brasil, de acordo com o Valor Econômico. A promessa é gerar 7 mil empregos com as ações em 2011. A prioridade será dada a lojas com foco nas classes C, D e E, atendidas pelas bandeiras Todo Dia e Maxxi (loja que atua no atacarejo).

Com o anúncio da expansão, fica praticamente garantida a loja Maxxi em Itabuna. A dúvida agora é se encontrará terreno com boa localização, já que o que estava na mira da varejista, situado na rodovia Ilhéus-Itabuna, ficou supervalorizado pelas disputas envolvendo uma outra empresa do varejo e uma gigante da rede hoteleira.

Também nos últimos dias, circulou informação no sul da Bahia dando conta da abertura de um hipermercado do Bompreço em Ilhéus. A bandeira também pertence ao Walmart.

SOMOS O QUE SOMOS!

Zelão

Vivemos em uma terra onde “Cultura é frescura” e a história, “apenas um retrato empoeirado pendurado na parede”.

“Trinta moedas é o nosso preço vil”. Seu Pimenta, não vale a pena lutar por algo que só uma pequena minoria julga importante e de valor para a nossa sociedade. São lutas inglórias por um povo, que, na sua maioria, vive o presente sem esperanças a caminho de um futuro incerto.

Mal educados, aculturados, desunidos, despreparados e invejosos. Somos itabunenses. Fazemos parte da mesma alcateia que devora tudo em benefício próprio. Relegamos todos os valores morais próprios dos homens civilizados e batemos palmas para a ignomínia exercitada pelos espertos.

A prova maior de tudo isso são os que elegemos para nos governar e representar. Eles são a prova mais latente do que somos como sociedade – cada povo tem o governo que merece.

Somos o mais fiel retrato da “cultura do cacau”, que formou a personalidade do nosso povo. Valemos individualmente mais pelo “que temos ou aparentamos ter” e muito menos pelo que “somos verdadeiramente”. Vivemos em uma terra onde “cultura é frescura” e a história, “apenas um retrato empoeirado pendurado na parede”.

Zelão é articulista, marqueteiro e ex-aluno do Colégio Divina Providência.

JÚNIOR NEGA MUDANÇA DE CONTROLE DO HOTEL JARDIM ATLÂNTICO

Arrendatário diz que hotel não mudará de mãos.

O empresário Raimundo Machado Júnior afirmou ao PIMENTA que o Hotel Jardim Atlântico não vai mudar de mãos.  A informação de que o empreendimento seria arrendado pelo biolionário João Carlos Cavalcanti, segundo Machado Júnior, “não tem procedência”.

Ele disse que o hotel recebeu autorização do município para ampliar as suas instalações. Assinado pela arquiteta Lolô Mendonça, as obras vão resultar na construção de 45 novos apartamentos. “Estamos tocando projetos de longo prazo”, destacou.

Perguntado se o investimento é feito em associação com alguma empresa ou grupo, ele foi enfático: “não há nenhuma associação”. Machado Júnior atribuiu a informação de arrendamento por parte do bilionário João Carlos Cavalcanti a uma suposta tentativa da concorrência de atrapalhar os negócios do hotel.

Júnior fala em ampliação.

Júnior ainda disse desconfiar das especulações justamente na semana em que lançava o projeto de clube de férias que já vendeu 22 títulos. O clube de férias dá ao dono do título o direito a se hospedar no Jardim Atlântico por até 10 semanas por ano, além de “milhagens” para viajar para qualquer país.

Embora Machado Júnior seja enfático na negativa quanto ao interesse do bilionário João Carlos Cavalcanti, fontes do PIMENTA ligadas aos dois empresários confirmam que houve conversa entre ambos sobre investimentos no Jardim Atlântico.

O hotel é um dos mais procurados por artistas de renome e também pela presidência da República. Localizado na zona sul de Ilhéus, o hotel hospedou o ex-presidente Lula, nas últimas visitas do petista ao sul da Bahia quando ainda no cargo, ano passado.

LUCROS DO MAKRO E DO ATACADÃO CAEM

Loja do Makro em Ilhéus (Foto Pimenta).

Os resultados da rede de comércio atacadista Makro no Brasil pioraram no ano passado por causa de uma mudança na forma como as verbas de bonificação (desconto que o comerciante obtém em compras da indústria) são contabilizadas. A modificação, classificada como “saudável” pelo presidente da empresa no país, Roger Laughlin, contribuiu para a retração da margem bruta de 13,9% para 12,9%.

Em 2010, o Makro encerrou o exercício com lucro de R$ 38 milhões, 64% inferior ao resultado do ano anterior. Caso semelhante aconteceu em 2010 com o Carrefour, que teve perdas de € 550 milhões no balanço por causa da operação brasileira. Informações do Valor.

FALTA MÃO DE OBRA PARA SUPERMERCADOS

O setor de supermercados tem entre 100 mil e 150 mil vagas abertas, sem conseguir preencher por causa do apagão da mão de obra. Isso significa 20% do segmento. Segundo o presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi, esse tem sido um dos grandes gargalos do segmento.

Além dessas vagas, o volume de investimentos previsto para o ano deve intensificar o problema. “Mas não é só contratação. Há dificuldades para retenção e treinamento de pessoal.”

Ele destaca que a carência de mão de obra está espalhada por todo o País. “O déficit do mercado é geral e em todas as atividades. Antes o problema era mais no Nordeste por causa da forte expansão.”

Galassi afirma que os cartazes com “procura-se” não estão surtindo mais efeito. “Quase todos os nossos contratados estão sendo treinados por nós. Nosso maior desafio é criar uma alavanca que prepare os jovens para o setor”. Informações do Estadão.

ILHÉUS E ITABUNA TÊM SALDO NEGATIVO DE EMPREGO EM 2011

Enquanto as lideranças dos dois principais municípios do sul da Bahia se digladiam por pedaços de terra, a velha Batalha de Quericós, Itabuna e Ilhéus registram um início de ano ruim quando o assunto é geração de empregos com carteira assinada.

Números “fresquinhos” do Ministério do Trabalho e Emprego revelam que Itabuna cortou 140 vagas nos três primeiros meses deste ano. Ilhéus também caminhou em igual sentido e “tesourou” 124.

Se a indústria itabunense registrou recuperação no trimestre, o mesmo não se pode dizer de setores essenciais à economia local: comércio, construção civil e serviços.

A indústria abriu 181 novos postos de trabalho no período, mas a área de serviço cortou 111 vagas, a construção civil cortou 94 e o comércio 93. Estes números são exatamente o resultado do número de contratações x desligamentos.

Ilhéus sofreu com o final da alta estação. O comércio demitiu forte no trimestre ao cortar 208 vagas com carteira assinada (548 contratações ante 756 demissões). Apenas os setores de serviços e de construção civil registram números positivos ao criar, juntos, 146 novas vagas.

Registre-se que a economia baiana também não fechou o mês de março neste quesito. Criaram-se apenas 2.758 novos empregos no período, embora todos os outros estados nordestinos tenham, ao contrário, cortado postos de trabalho.

“PEGADINHA” EM CARNÊ DO IPTU EM ITABUNA

Emerson reconhece atraso na confecção dos carnês e "aperto" em cima do contribuinte.

O contribuinte itabunense deve ficar atento para a “pegadinha” do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deste ano. Como houve atraso na confecção e na entrega dos carnês, a prefeitura resolveu descontar no bolso do contribuinte que optar pelo pagamento parcelado. Isso, porque a primeira parcela vence na próxima quarta, 20, e a segunda, dia 29.

A chiadeira de contribuintes é grande, pois a diferença de dias entre uma parcela e outra é de apenas nove dias. “Duas parcelas vencendo no mesmo mês. Isto é constitucional?”, questiona o professor e comentarista Sérgio Oliveira.

O PIMENTA conversou com o diretor de Tributos da Prefeitura de Itabuna, Emerson Carvalho, sobre essa jogada do município. O diretor esclareceu que o planejamento inicial previa a entrega dos carnês no mês passado e o vencimento da primeira parcela no dia 30 de março. A entrega, porém, está sendo feita nesta semana, pelos Correios.

Uma empresa paranaense contratada para a emissão dos boletos teria atrasado a confecção dos carnês. Perguntado sobre qual o nome da empresa, Emerson disse que não sabia e esta foi contratada pelo Banco do Brasil. Ele também justifica o atraso: “Na última hora, [a empresa] disse que precisava de mais prazo”.

Segundo Emerson, foi devido à essa situação que as duas primeiras parcelas ficaram tão próximas (20 e 29 de abril). As datas foram estabelecidas em decreto, assinado pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM).

Apesar da derrapada da prefeitura, o contribuinte que pagar depois da data terá que pagar juros e multas, conforme o diretor. O secretário da Fazenda, Geraldo Pedrassoli, está viajando. Os juros e multas também valem para aquele que optar por pagar à vista (cota única) depois do dia 20.

AEROPORTO DE SALVADOR NÃO FICA PRONTO A TEMPO DA COPA 2014

Dos 13 aeroportos que estão em obras, nove não devem estar prontos para receber a Copa do Mundo de 2014, de acordo com estudo do Ipea. Segundo o documento, a situação é preocupante, já que os prazos estimados pela Infraero dificilmente serão cumpridos.

De acordo com o Ipea, os terminais de Manaus, Fortaleza, Brasília, Guarulhos e Campinas, em São Paulo, Salvador, Cuiabá, Confins, em Minas Gerais, e Porto Alegre poderão registrar atrasos.

Ouça a reportagem da CNB






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