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:: ‘Eduardo Galvão’

MORRE EX-SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ITABUNA

O médico Eduardo Galvão com a esposa, Maria Fernanda (Foto Arquivo pessoal).

O médico Eduardo Galvão com a esposa, Maria Fernanda (Foto Arquivo pessoal).

O corpo do médico Carlos Eduardo Andrade Galvão será sepultado na manhã de sexta-feira (26), no Cemitério Campo Santo, em Itabuna. O clínico geral e angiologista faleceu nesta quarta de São João (24) em São Paulo.

O médico estava internado há mais de duas semanas no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Eduardo Galvão lutava contra câncer há cerca de oito anos.

A previsão é de que o corpo do ex-secretário de Saúde de Itabuna chegue ao município no início da tarde de amanhã. O voo que trará o corpo tem previsão de pouso em Ilhéus às 13h04min desta quinta. O velório será no SAF, ao lado do Grapiúna Tênis Clube.

O médio Eduardo Galvão foi diretor do Hospital de Base de Itabuna e comandou a Secretaria de Saúde de Itabuna na terceira gestão do ex-prefeito Fernando Gomes (1997-2000). Ele tinha 65 anos e deixa esposa, Maria Fernanda Galvão, e dois filhos, Maria Eduarda Galvão e Carlos Galvão Neto.

MÁFIA DO MEDICAMENTO: FERNANDO, ASSESSORES E FORNECEDORES SÃO CONDENADOS PELO TCU

Fernando: multa de R$ 60 mil.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes Oliveira, e os ex-secretários de Saúde, Carlos Eduardo Galvão e Isaac Ribeiro, foram multados em R$ 119 mil por irregularidades na aplicação de recursos da saúde, a famigerada “Máfia do Medicamento”. As multas foram aplicadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

O tribunal julgou a má-aplicação de recursos do Piso de Atenção Básica (PAB/SUS) envolvendo os anos de 1999 e 2000. O dinheiro era oriundo do Fundo Nacional de Saúde. O montante das multas aplicadas pelo TCU atinge R$ 288 mil.

Além dos ex-gestores, as multas e ressarcimentos ao erário também envolvem funcionários e ex-funcionários da Secretaria de Saúde de Itabuna.

Os fornecedores BAH – Distribuidora de Equipamentos e Produtos Farmacêuticos; Center Med, Med House, Comercial Plus, Distribuidora de Medicamentos Penta Brasil Ltda., Comercial Malta e Itamed Comércio e Representações também foram multados.

Todos terão prazo de 15 dias para recolher os valores exigidos e as multas. Segundo o acórdão do TCU, todos ficam proibidos de assumir cargos e funções públicas no âmbito da administração pública federal, independente das ações a serem ajuizadas pela Procuradoria da República na Bahia. O acórdão mandou ajuizar a cobrança de todas as dívidas imputadas.

VALORES DAS MULTAS

Fernando Gomes Oliveira – R$ 60.000,00
Carlos Eduardo Andrade Galvão – R$ 50.000,00
Isaac Romeu Moreira Ribeiro – R$ 9.000,00
Luzia Bomfim Lopes – R$ 13.000,00
Alberto Rodrigues Nunes – R$ 13.000,00
Katia Rejane de Assis Lins – R$ 3.000,00
Maria Anália de Santana Santos – R$ 19.000,00
Suzinete Cézar Valadares – R$ 4.000,00
Fabrício Moreira Valadares – R$ 4.000,00
Paulo Eudóxio Queiroz de Araújo – R$ 23.000,00
Márcia Ribeiro dos Santos Guerra – R$ 10.000,00
Oséas Jesus Santos – R$ 10.000,00
Alex Malta Santos – R$ 23.000,00
Itamed Comércio e Representações Ltda. – R$ 15.000,00
Nelson Ferreira Alves – R$ 10.000,00
Margarida Barros Setenta – R$ 10.000,00
Alexandre Assis Carvalho – R$ 6.000,00
Florisvaldo Ferreira Júnior – R$ 6.000,00

A DIFERENÇA QUE UM BOM MÉDICO FAZ

O paciente sofre uma crise respiratória daquelas e recorre ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna. Encaminhado ao pronto-socorro, alegra-se quando percebe um médico a distância. E ficou por aí. A uma distância considerável do paciente, o homem de branco pergunta o que a “vítima” sente. E sem aferir pressão ou auscultar o paciente, por exemplo, o médico receitou duas injeções e soro. E nada de estancar a crise. “Só senti mais dores por causa das injeções”, relata.

Para sorte da vítima, a sogra ainda lhe queria vivo. E foi ao encontro do genro, imediatamente, no Hblem. Tirou o enfermo das garras do “profissional” – “um carequinha, baixinho, insensível e ex-secretário” – e o encaminhou ao São Lucas.

Já no outro hospital, o paciente teve atendimento considerado digno. O médico Alexandre Hughes conversou olho no olho com o paciente, diagnosticou um quadro preocupante, mas receitou medicação que trouxe alívio ao enfermo. “Pude me sentir gente ali”, afirma.

Após tomar a medicação receitada e tomar nebulização, o paciente foi reavaliado e liberado para casa. “Posso dizer que ser atendido por um profissional negligente pode ser a diferença entre a vida e a morte. Mas consegui atendimento muito bom e adequado no São Lucas”, diz, ressaltando a atenção profissional do médico Alexandre Hughes. “Nem parecia que eu era paciente do SUS”, relata o paciente, que é servidor público.






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