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:: ‘Eduardo Salles’

IDENTIDADE TERRITORIAL, CAMINHO PARA O FORTALECIMENTO REGIONAL

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

 

 

Vencido o desafio da construção da agenda do cacau, devemos cobrar dos deputados votados em nossa região o compromisso de defender nossas bandeiras, contando, especialmente, com a participação dos mandatos de Josias Gomes, Rosemberg Pinto e Eduardo Salles, por terem maior vínculo com o nosso território.

Há muito a região cacaueira discute e, ao mesmo tempo, reclama da necessidade de se fortalecer politicamente para o enfrentamento dos nossos principais fatores limitadores do desenvolvimento. A cada eleição, essa mesma fala se repete e, por mais que elejamos figuras locais, esse vazio continua a ser registrado. Uma espécie de círculo vicioso de transferência de responsabilidade.

Faz-se necessária a compreensão de que essa situação precisa ser vencida para superarmos as nossas fragilidades socioeconômicas. Transferir única e exclusivamente para os ombros dos eleitos aos parlamentos estadual e federal não responde de forma correta a percepção das lacunas existentes entre discurso regional e a realidade concreta, uma vez que falta à nossa região cacaueira uma consciência de unidade de propósito com vistas a explorar as potencialidades e construir uma agenda capaz de alavancar um novo ciclo.

Ainda nos guiamos sobre a lógica das cidades-polo, não compreendendo os territórios de identidade como diretrizes para firmarmos um novo olhar. Algumas lideranças insistem em alimentar o bairrismo entre as duas maiores cidades da região, Itabuna e Ilhéus.

Chegamos ao século XXI e ainda não compreendemos o entrelaçamento das fronteiras dessas duas cidades – o fenômeno da conurbação. Por aqui, ainda brigamos por palmos de terras, sem a percepção necessária de que somos economias complementares e que precisamos unir força política e, juntos, puxarmos a discussão em favor de uma ampla e coletiva agenda regional – uma espécie de levante.

Itabuna e Ilhéus precisam compreender que se a região for bem serão elas quem mais se beneficiarão em função da estrutura de serviços, comércio, comunicação, educação, indústria, saúde, turismo de lazer e negócios. Enfim, em todas as áreas possíveis.

O início da construção de nossa agenda regional inevitavelmente acontecerá por força dos consórcios de saúde e dos consórcios territoriais. As células de conhecimento e com força propositiva terão que ajudar nessa sistematização: Uesc, UFSB, Ceplac, IFBA, Amurc, IBC e faculdades privadas, dentre outros. O desafio está sendo lançado e a nova safra de prefeitos e prefeitas exercerá papel fundamental nessa dinâmica, forçando as cidades-pólo a se reinventarem para não serem atropeladas como líderes desse processo.

Esse indicativo pode ser visto nas pesquisas de apoio popular, nas quais os gestores melhores avaliados estão nas cidades de menor porte, numa clara mensagem de necessidade de releitura e mudança de atitude de governança por parte dos gestores de Itabuna e Ilhéus. Devendo, inclusive, ter a percepção de que a união territorial é uma clara sinalização do nascimento de uma região metropolitana. Não dá mais para compreendermos o espaço das nossas cidades de forma isolada. O tempo atual não nos permite ser ilhas.

Vencido o desafio da construção da agenda do cacau, devemos cobrar dos deputados votados em nossa região o compromisso de defender nossas bandeiras, contando, especialmente, com a participação dos mandatos de Josias Gomes, Rosemberg Pinto e Eduardo Salles, por terem maior vínculo com o nosso território. A esses, pela identidade, representatividade e desempenho eleitoral, nossa confiança para juntos alcançarmos a materialização desses anseios.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades.

ROSEMBERG APONTA SUCESSO DA SSP-BA EM DESOCUPAÇÃO DE FAZENDAS NO MÉDIO SUDOESTE

Rosemberg (à direita) aponta sucesso em operação da SSP no médio sudoeste da Bahia

Rosemberg (à direita) aponta sucesso em operação da SSP no médio sudoeste da Bahia

A operação da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) para desocupação de mais de dez fazendas invadidas, no último domingo (1º), no médio sudoeste baiano, sem registro de violência, foi elogiada pelo deputado estadual Rosemberg Pinto (PT). Invasões ocorreram em propriedades localizadas nos municípios de Itapetinga, Itororó e Itaju do Colônia.

Rosemberg manteve audiência com o titular da SSP-BA, Maurício Barbosa, nesta quarta (4), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). “Quero agradecer e parabenizar o secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, pela presteza nas ações de pacificação na região, sem nenhum registro de violência, o que é mais importante”, disse o deputado.

A desocupação das propriedades foi executada por força-tarefa da SSP-BA, com efetivo das polícias Militar e Civil. Também participaram da audiência, hoje, os parlamentares Luiz Augusto (PP), Eduardo Salles (PP) e Pedro Tavares (PMDB).

Policiais civis e militares negociaram saída de invasores

Policiais civis e militares negociaram saída de invasores

SALLES DIZ QUE ACEITA DOBRADINHA COM CACÁ, MAS DISPUTARÁ REELEIÇÃO

Cacá (à esq.) e Salles com a placa de honraria ilheense | Foto Alfredo Filho

Cacá (à esq.) e Salles (c): dobradinha | Foto Alfredo Filho

O deputado estadual Eduardo Salles afirmou ser uma honra fazer dobradinha com Cacá Colchões em 2018, mas descartou disputar vaga à Câmara Federal. Deverá disputar a reeleição. “Não há a menor possibilidade que eu dispute o cargo de deputado federal em 2018. Nenhuma possibilidade. Estou realizado como deputado estadual”, afirma.

Mais cedo, este blog publicou nota sobre as pretensões políticas de Cacá Colchões, ex-vice-prefeito de Ilhéus e empresário. “Aceito, com muita honra, fazer a dobradinha com Cacá Colchões: ele para deputado federal e eu para deputado estadual. Apenas nesta condição. Tenho convicção que desta forma poderíamos ajudar muito Ilhéus”, disse.

Salles disse reconhecer a importância dos parlamentares federais, mas diz que seu perfil político e profissional “serve melhor à Bahia como deputado estadual”. E explica: “Gosto de prestar serviços e estar presente na vida dos municípios, algo mais difícil no exercício da atividade do deputado federal”. O parlamentar ainda fez menção ao que o grupo do ex-prefeito Jabes Ribeiro “fez e faz” em Ilhéus.

CACÁ COLCHÕES DE OLHO EM 2018

Cacá de olho em vaga na Assembleia Legislativa || Foto Divulgação

Cacá está de olho em 2018 || Foto Divulgação

Ex-vice-prefeito de Ilhéus, o empresário Cacá Colchões abriu sua primeira loja em Itabuna. O empreendimento está localizado num dos pontos mais vistosos e movimentados da cidade, o cruzamento da Avenida Amélia Amado com as avenidas Juracy Magalhães e Cinquentenário.

O material publicitário do empreendimento dá toda pinta de que Cacá não abandonará a política tão cedo. Vai na linha do gerando empregos e sonhos.

Cacá tentou a prefeitura de Ilhéus em 2016. Perdeu. Agora, já ensaia pré-candidatura a deputado estadual numa dobradinha com Eduardo Salles. Ambos são do PP. Salles será candidato a deputado federal em 2018.

NESTLÉ FECHARÁ UNIDADE EM ITABUNA, DIZ SALLES

Unidade da Nestlé em Itabuna pode fechar unidade de secagem.

Unidade da Nestlé em Itabuna pode fechar unidade de secagem.

Salles teme fechamento de unidade (Foto Divulgação).

Salles teme fechamento de unidade (Foto Divulgação).

Da Coluna Tempo Presente, d´A Tarde

A Nestlé anunciou, segundo o deputado Eduardo Salles (PP), que vai desativar no fim do mês a fábrica de secagem em Itabuna.

Mesmo tendo incentivos fiscais do governo, a indústria deve ir para outro estado. Se for confirmado o fechamento, a Bahia perderá a última fábrica de leite em pó.

A Vale Dourado tinha uma em Itapetinga, mas está em recuperação judicial, e a CCLB já fechou em Feira de Santana.

Afronta — Eduardo Salles quer convocar a direção da Nestlé para explicar as razões da indústria para fechar a unidade. Diz que a decisão é uma afronta à população baiana, que através do governo incentivou o desenvolvimento da fábrica no estado.

– A Bahia ficará sem produção de leite em pó, algo fundamental para nossa pecuária após anos de seca e em período de recuperação.

JOSIAS NO GOVERNO BAIANO

O artigo do deputado federal Josias Gomes, publicado aqui no blog, foi visto como sinal de que ele deverá ocupar a Pasta da Agricultura no governo de Rui Costa. O texto do parlamentar petista defende a escolha de Dilma Rousseff para a mesma área no governo federal. A presidente quer a senadora peemedebista Kátia Abreu no Ministério da Agricultura.

O artigo pode permitir esta leitura, mas Josias pode ocupar uma outra pasta na gestão do companheiro Rui, a de Indústria, Comércio e Mineração. A Seagri é comandada hoje pelo PP, partido do vice-governador eleito, João Leão. O PP quer manter o controle da Agricultura, mas com “porteira fechada” e o retorno de Eduardo Salles ao cargo. O ex-secretário foi eleito deputado estadual.

O governador eleito promete divulgar o secretariado ainda na primeira quinzena de dezembro, mas só após o dia 10. Na segunda (1º), Rui anuncia como ficará a estrutura administrativa do Estado. Secretarias serão extintas, assim como órgãos e empresas.

CARNEIRO ASSUME AGRICULTURA

Carneiro assume a Seagri na próxima segunda, 20.

Carneiro assume a Seagri na próxima segunda, 20.

O ex-deputado federal Jairo Carneiro assumirá a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) na próxima segunda (20), às 15h30min, em solenidade no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Até então chefe de gabinete da Seagri, Carneiro substituirá o agrônomo Eduardo Salles. A chefia de gabinete será ocupada pelo atual superintendente de Atração de Negócios, Jairo Vaz.

Eduardo Salles deixa a secretaria porque vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa baiana. Além dele, outros quatro secretários do Governo Wagner que disputarão eleições em outubro devem deixar o governo até o final deste mês.

Apenas os secretários Rui Costa (Casa Civil), Otto Alencar (Infraestrutura) e Robinson Almeida (Comunicação) vão permanecer no cargo até o limite do prazo final de desincompatibilização (5 de abril) para secretários que vão disputar cargos eletivos.

 

PRESENTE PARA MANTEGA

Salles e as encomendas para o ministro Mantega (Foto Pimenta).

Salles e as encomendas para Mantega (Foto Pimenta).

O secretário de Agricultura, Eduardo Salles, circulavam ontem na área de exposição do Festival do Chocolate, em Ilhéus, com algumas lembrancinhas para uma alta autoridade brasileira. No pacote, chocolates da Sagarana e Bahia Cacau.

Ao blog, ele revelou quem seria presenteado com a “carga” de chocolates finos:

– Wagner mandou reservar pro [ministro Guido] Mantega – esclareceu com um largo sorriso.

Não por acaso, está previsto para hoje anúncio da política de garantia de preço mínimo para o cacau e o sisal, bandeiras defendidas por agricultores baianos. E, claro, Salles e o governador apresentariam a Dilma e Mantega alguns pedidos…

UM OUTRO FOCO – PACTO PELA AGROPECUÁRIA

eduardo salles2Eduardo Salles | eduardosalles.seagri@gmail.com

A Bahia e o Brasil são grandes celeiros de produção de alimentos e precisam de um pacto pela agropecuária, para que tanto o campo como as cidades vivam em paz.

O que tem acontecido nos últimos dias representa a maturidade democrática do País. Importante, autêntica e apartidária, a mobilização nacional que tem levado centenas de milhares de jovens às ruas das principais cidades brasileiras clamando contra a corrupção, exigindo saúde, educação de qualidade, melhoria nas questões de mobilidade urbana, segurança pública e, enfim, condições dignas e qualidade de vida, demonstra que a população está atenta e quer os impostos pagos retornando ao povo na forma de serviços públicos de qualidade.

Nos últimos anos, em função das facilidades para viajar para o exterior, a classe média brasileira, formadora de opinião e uma das bases dessa mobilização, tem podido observar que em diversos países os impostos pagos retornam eficientemente à sociedade. E questionam: por que no Brasil é diferente?

Somado a isto, através das redes sociais, meus filhos, assim como milhares de jovens, falam com “amigos” de toda parte do mundo, e se sintonizam com o que está acontecendo, emitem opiniões, recebem respostas e se mobilizam para questionar as ações dos legisladores e governantes. Em minha opinião, tudo isso foi o estopim do movimento.

As questões levantadas pelo movimento são relevantes, mas quero chamar a atenção para o fato de que elas são os sintomas de uma grave doença que assola o País há muitas décadas.

Este movimento tem uma característica clara e marcante: é urbano, com base nas grandes cidades. Daí, como tenho uma vida inteira dedicada ao setor agropecuário, neste momento tento colocar na mesa o que considero uma das origens desta doença.

As famílias que migram do interior para as cidades grandes, por não ter condições de permanecer no campo, por falta de oportunidades ou devido a intempéries climáticas como a seca que assola o Nordeste brasileiro nestes últimos anos, ou ainda pela ilusão de que encontrará melhores condições de vida para seus filhos, quando chegam aos centros urbanos geralmente vão morar na periferia, e passam por um período inicial de desemprego e adaptação à nova vida.

Essas famílias sofrem então fortes impactos sociais. Seus filhos, que tinham liberdade na zona rural, acabam entrando em contato com pessoas envolvidas com a marginalidade, o que pode levá-los a caminhos tortuosos como o das drogas, da prostituição infantil e da delinquência.

Este processo migratório incha as grandes cidades, aumenta a demanda por serviços públicos e gera a favelização. Por isso considero que esta é uma das origens desta doença. A questão não é nova. Não é culpa dos atuais governos municipais, estaduais e federal. São problemas crônicos, que tem atravessado décadas.

Se as pessoas que migram fossem atendidas no interior por serviços básicos eficientes; se déssemos o apoio devido ao homem do campo, valorizando-o como responsável pela produção do alimento que chega às nossas mesas, e se as questões de convivência com a seca fossem efetivas e definitivas, será que o inchaço urbano aconteceria?

As pautas colocadas pelo movimento são importantes, mas um pacto pela agropecuária também é, porque iria trabalhar a origem do que está ocorrendo hoje, fruto de algo que há décadas acontece no campo: o êxodo rural.

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PRAGA ATACA PLANTAÇÃO DE SOJA NA BAHIA E AUTORIDADES DESCONFIAM DE BIOTERRORISMO

Helicoverpa causa prejuízos de aproximadamente R$ 1 bilhão no oeste baiano.

Helicoverpa causa prejuízos de aproximadamente R$ 1 bilhão no oeste baiano.

Uma espécie de lagarta está destruindo plantações de soja e algodão no oeste baiano e em quatro estados brasileiros. O ataque da lagarta Helicoverpa armigera, segundo o secretário estadual de Agricultura (Seagri), Eduardo Salles, é suspeito. A desconfiança das autoridades é de que a praga que já resulta em prejuízos de R$ 1 bilhão tenha sido introduzida nas lavouras baianas numa ação bioterrorista.

Por meio de sua assessoria, Salles disse que a suspeita de ação criminosa está sendo investigada pela Polícia Federal e pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O caso foi discutido por autoridades, em Barreiras, neste fim de semana.

Além do municípios de Barreiras, São Desidério, Luís EduardoMagalhães, Baianópolis, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves, Correntina, Jaborandi e Cocos, na Bahia, a praga já se dissemina por plantações de soja e algodão nos estados de Goiás, Mato Grosso, Paraná e Piauí.

Na reunião deste final de semana, produtores e autoridades sanitárias trataram de definir ações e regras para aplicar um produto, o Benzoato de Amamectina, inicialmente, em 10 propriedades atingidas na região.

ESTADO PEDE REDUÇÃO DO VOLUME DE IMPORTAÇÃO DE CACAU NA BAHIA

Salles fala das dificuldades dos produtores baianos.

Salles fala das dificuldades dos produtores baianos.


Apesar da previsão de que a safra baiana será a maior dos últimos anos, próxima de 179 mil toneladas, a importação de cacau por indústrias instaladas na Bahia continua. Neste início de semana, outra carga de cacau africano está sendo desembarcada no Porto Internacional do Malhado, em Ilhéus.

A situação levou o secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, a solicitar que as indústrias desviem, pelo menos, parte das próximas cargas para outros estados.

A solicitação foi feita à Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) durante reunião em seu gabinete. Dela, participaram o presidente da AIPC e diretor da Cargill, Miguel Sieh, o secretário executivo da associação, Walter Tegani, e o consultor da AIPC, Marcelo Grimaldi.

A importação de cacau, diz Salles, acaba prejudicando os produtores locais em um período de maior oferta interna do produto. Segundo o secretário, os representantes das indústrias prometeram estudar a proposta. Porém, adiantaram que a crise na Europa dificultaria a operação.

OS JETONS NO GOVERNO WAGNER

dinheiroMatéria publicada hoje n´A Tarde revela que o secretariado de Jaques Wagner consumiu aproximadamente R$ 1 milhão em jetons no ano passado ante R$ 878 mil em 2011. Jetons são “extras” pagos a quem participa de reuniões dos conselhos administrativos de empresas e autarquias públicas.

Nesse item, os campeões, pelo levantamento do jornal no site Transparência Bahia são o secretário de Desenvolvimento Urbano, Cícero Monteiro, e da Agricultura, Eduardo Salles. Cícero recebeu, em 2012, R$ 146,3 mil para participar de conselhos da Ebal e Embasa. Salles teve extra de R$ 143,5 mil por integrar conselhos da Bahia Pesca e Bahiagás.

O FUTURO DA CEPLAC

Sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna.

O secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, provocou maior rebu quando propôs a transformação da Ceplac em Instituto Embrapa Cacau. O PIMENTA fez enquete para saber como a comunidade regional recebia a proposta do secretário. Eis os resultados:

33% concordam com a ideia diante do alto número de ceplaqueanos já aposentados ou próximo de pendurar a chuteira;

32% dos votos foram pelo fechamento do órgão federal e instalação da universidade federal na sede regional (BR-415);

26% discordam desta ou daquela proposta e afirmam que a Ceplac é importante para a região; e

9% defenderam que Salles pense na extinção da secretaria pilotada por ele, a Seagri.

“CACETINHO BAIANO” PROVOCA GUERRA ENTRE SECRETÁRIO E SINDICATO

O projeto de lei do deputado estadual Negromonte Júnior que prevê a adição de 10% de fécula de mandioca na produção de pão na Bahia abriu guerra de declarações entre o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, e o presidente do Sindicato de Panificação e Confeitaria de Salvador, (Sindipan), Mário Pithon.

O assunto foi debatido em audiência pública convocada pelo deputado na Assembleia Legislativa. De acordo com o parlamentar, o projeto, que já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e agora tramita na Comissão da Agricultura, vai à votação em breve.

O secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, saiu em defesa do projeto. “Quem se coloca contra uma proposta de lei como a do pãozinho baiano, que atende milhares de pobres do nosso Estado e que podem agora ter acesso ao pão mais barato e com qualidade, tem que ser muito egoísta. É muita insensibilidade”, reagiu.

Para o Sindipan a introdução de fécula de mandioca na produção do pãozinho oneraria bastante os custos de produção. “A visão do presidente do sindicato é muito curta, principalmente num momento como esse, em que o Estado sofre com a seca”, afirmou Salles.

PREOCUPAÇÃO COM A MONILÍASE

Salles (dir.) conversou sobre o assunto com o diretor-geral da Ceplac, Jay Wallace (foto Heckel Júnior)

A monilíase, praga considerada pior que a vassoura-de-bruxa, e que já atinge plantações de cacau em países que fazem fronteira com a Amazônia brasileira, constitui-se em ameaça para a cacauicultura nacional.

O secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, tratou recentemente do assunto com o diretor-geral da Ceplac, Jay Wallace, e pretende discuti-lo no próximo dia 28, em Rondônia, durante encontro de secretários estaduais de agricultura.

Salles diz ter consciência de que é praticamente impossível evitar a entrada da moníliase no país, mas observa a necessidade de adotar medidas para que isso não ocorra tão cedo. “Queremos atrasar esse processo ao máximo, até que a pesquisa agropecuária possa encontrar meios para desenvolver a tecnologia de combate”, afirma.

O secretário também defende a realização de convênios com países fronteiriços para intensificar o controle da praga. Essa proposta foi levada ao Departamento de Sanidade Mental do Ministério da Agricultura.

SALLES PROMETE TERMINAIS PESQUEIROS PARA ESTE ANO

Segundo o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, os terminais pesqueiros de Ilhéus e Salvador, que se encontram em construção, serão concluídos ainda este ano. O compromisso foi assumido durante a abertura do 2º Seminário Nacional de Pesca Artesanal, na última segunda-feira, em Salvador.

O secretário contabiliza um crescimento de 150% no setor pesqueiro da Bahia nos últimos anos e diz que há potencial para maior incremento nessa área. “Com seus 1.200 quilômetros de costa, (o Estado) tem potencial para avançar ainda mais no segmento da pesca”, declarou.

A implantação dos terminais, que deverão beneficiar 30 mil pescadores, e a construção de quatro embarcações para pesca oceânica são apontados pelo titular da Seagri como fatores que irão contribuir para o fortalecimento do setor.

SALLES DISCUTIRÁ PAUTA DO MST COM CÉSAR LISBOA

Eduardo Salles conversa com líder do MST

O secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, retornou neste fim de semana da viagem à China, na qual acompanhou o governador Jaques Wagner, e se reuniu neste domingo, 17, com integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) que estão acampados ao redor do prédio da Seagri em Salvador.

Acompanhado pelo superintendente de Agricultura Familiar Wilson Dias, o secretário conversou com o diretor estadual do MST, Márcio Matos, sobre a pauta de reivindicações do movimento.

Nesta segunda-feira, Salles terá um encontro com o secretário das Relações Institucionais da Bahia, César Lisboa, também com a participação dos representantes do MST. A expectativa é concluir o processo de negociação dos itens que são da competência do governo estadual.

Durante o período em que se encontram acampados nos arredores da Secretaria, os sem-terra vêm recebendo atenção especial do governo. Cerca de 600 quilos de carne são fornecidos ao grupo a cada dia e também foram instalados 30 sanitários químicos para dar mais conforto aos membros do movimento. O apoio está sendo questionado pelo Ministério Público.

PRODUTOS BAIANOS NO MERCADO CHINÊS

Sales fecha negócio com importadores chineses

A Bahia iniciará a exportação de produtos da agricultura familiar para a China. Nesta quarta-feira, 26, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, encontrou-se em Pequim com empresários chineses  para acertar os detalhes da relação comercial.

Entre os itens que serão vendidos para a China, estão os chocolates finos produzidos na recém-inaugurada fábrica de Ibicaraí e da fábrica Amma, de Salvador. A pauta inclui ainda a cachaça de Abaíra, geleias e frutas conservadas dos municípios de Canudos, Uauá e Curaçá, e polpas de frutas produzidas em Feira de Santana pela Brasfrut.

Segundo Sales, esta encomenda inicial terá um volume reduzido e é uma espécie de projeto-piloto. “O interesse pelos produtos da nossa agricultura familiar é crescente e, em breve, pedidos maiores serão feitos”, aposta.

Para incentivar as exportações, a Bahia estará presente este ano em feiras de negócio na China. Em abril, acontece a Semana Gastronômica da Bahia em Pequim, evento para o qual será convidada a presidenta Dilma Rousseff.

COORDENADOR DA COOTEBA

O ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itabuna, Aldenes Meira, líder do MLT (Movimento de Luta pela Terra), foi eleito como novo coordenador-geral da Cooteba (Cooperativa de Trabalho do Estado da Bahia) para o período de 2011 a 2015. A eleição aconteceu nesta sexta-feira, 7, em Salvador, num evento que contou com as presenças do ministro do Desenvolvimeento Agrário, Afonso Florence, e do secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles.

Aldenes, que já foi candidato a vereador em Itabuna pelo PCdoB, tem excelente relacionamento com Florence e pediu votos para ele na última eleição para a Câmara dos Deputados. Eleito, o atual ministro é extremamente grato ao comunista.








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