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:: ‘Edvan Ribeiro’

ADIADO JULGAMENTO DE EMPRESÁRIO ACUSADO DE TRAMAR A MORTE DA ESPOSA

 

Edvan é acusado de mandar contratar pistoleiros para a execução de Kátia

Edvan é acusado de mandar contratar pistoleiros para executar Kátia

O julgamento do empresário Edvan Ribeiro foi transferido de hoje (6) para o próximo dia 20. A decisão foi tomada pelo juiz da Comarca de Camacan, Felipe Remonato, que alegou questões administrativas. Edivan seria julgado hoje pelo assassinato da esposa, Kátia Cristina Lima.

O crime ocorreu em 27 de dezembro de 2010, quando a empresária deixava uma igreja com dois filhos e a mãe (relembre aqui), em Camacan, no sul da Bahia. A execução da empresária comoveu a cidade.

Edvan Ribeiro é acusado de ser o autor intelectual do crime. Será levado a júri popular. Ele teria contratado pistoleiros para executar a própria esposa, que, conforme relatos, planejava a separação ao descobrir que estava sendo traída.

Os dois pistoleiros que participaram da execução da vítima foram julgados e condenados em 2014. Ovídio Santos Sampaio, apontado como responsável por contratar o pistoleiro Reginaldo Amaral, o Regi, foi condenado a 30 anos de prisão em regime fechado. “Regi” pegou 28 anos de prisão, também em regime fechado.

CIDADE MOBILIZADA

O adiamento foi lamentado pelos parentes da vítima. “A cidade está mobilizada para acompanhar o julgamento e cobrar justiça no caso”, disse um dos parentes de Kátia Cristina ao PIMENTA.

CAMACAN: EMPRESÁRIO É LEVADO A JÚRI PELO ASSASSINATO DA ESPOSA

Edvan será julgado pela execução de Kátia Cristina.

Edvan será julgado pela execução de Kátia Cristina.

O empresário Edvan Ribeiro será julgado no próximo dia 6 de julho, no Fórum de Camacan, no sul da Bahia, pela morte da esposa e empresária Kátia Cristina Lima. O júri popular está marcado para começar às 8h30min. Kátia Cristina foi assassinada em 27 de dezembro de 2010, quando saía de uma igreja com os filhos e a mãe, Arlete Almeida.

De acordo com as investigações, Edvan teria mandado matar a esposa, porque ela descobriu suposta traição. O casamento durou 15 anos. À época do crime, os filhos tinham cinco, dez e 13 anos. O empresário ordenou o crime para não dividir patrimônio, segundo a investigação.

Ainda de acordo com as investigações, o pistoleiro Ovídio Santos Sampaio contratou o também pistoleiro Reginaldo Amaral, o Regi, para que ele executasse o crime. A vítima sofreu três tiros. O assassinato foi cometido na presença das crianças e da  mãe de Kátia.

Ovídio foi julgado e condenado a 30 anos de prisão em julho de 2014. No mesmo júri, “Regi” pegou 28 anos de cadeia em regime fechado. À época, a defesa entrou com pedido de julgamento de Edvan fora de Camacan. Ele será levado a júri como autor intelectual do crime.

Familiares de Kátia Cristina esperam que justiça seja feita. “Esperamos que esse senhor seja condenado como merece. Ele cometeu um crime hediondo por motivo torpe e que pague. Ainda acredito no trabalho do MP e do Judiciário”, disse um dos familiares ao PIMENTA.

ACUSADO DE MANDAR MATAR A ESPOSA ESTÁ LIVRE

Edvan: liberdade.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis Júnior, concedeu habeas corpus ao empresário Edvan Ribeiro Santana.

O empresário é acusado de ser o mandante do assassinato da empresária Kátia Lima dos Santos, morta em Camacan com dois tiros em dezembro de 2010, mas foi preso em maio deste ano na Operação Esfinge, por outro suposto crime.

O habeas corpus foi impetrado pela advogada Lissa Moreira Marques e outros advogados de São Paulo. Na quarta-feira o Tribunal de Justiça da Bahia tinha negado um Habeas Corpus impetrado pelo advogado Cosme Araújo.

Edvan foi o último dos 17 presos na Operação Esfinge a ganhar liberdade. A operação levou para cadeia 11 policiais militares e civis que atuavam em Camacan, dente eles um major e um delegado. Eles foram soltos depois de observadas inconsistências na investigação do Ministério Público estadual. Os últimos policiais foram liberados há 10 dias.

Edvan ainda não gozará da liberdade, pois está internado há vários dias no Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, após ter contraído uma infecção no presídio. A prisão de Edvan não se deu pelas suspeitas de mando da morte da esposa,  Com informações do Políticos do Sul da Bahia.

 

PRORROGADO INQUÉRITO QUE APURA EXECUÇÃO DE EMPRESÁRIA EM CAMACAN

Kátia foi executada ao sair de igreja em Camacan.

A polícia ainda não conseguiu prender o mandante e o assassino da empresária Kátia Cristina Lima, passados trinta dias do crime ocorrido no centro de Camacan, no sul da Bahia. Kátia era esposa do empresário Edvan Ribeiro, dono de supermercados na região de Camacan. A polícia trabalha com, pelo menos, três hipóteses para o caso: crime de mando, passional ou de ocultação de informação. O inquérito foi prorrogado.

A delegada Divanice Dias pediu a prorrogação do inquérito para aprofundar as investigações. O juiz da Vara Crime, Sérgio  Heathrow, afirmou ao PIMENTA que concederá mais prazo, pois ainda “não há suspeito definitivamente identificado” e existem “várias possibilidades de razões para a prática do homicídio”.

Sérgio Heathrow: celeridade (Foto-Agnaldo Santos).

Kátia Cristina foi assassinada na noite de 27 de dezembro do ano passado ao sair de um culto na Igreja Assembleia de Deus, em Camacan. Um homem alto e magro deflagrou dois tiros na cabeça de Kátia, quando a empresária já se encontrava dentro do veículo e acompanhada de dois dos três filhos e da mãe dela.

O juiz Sérgio Heathrow lembrou que o caso teve repercussão nacional e o trabalho da polícia tem sido meticuloso. O magistrado crê no julgamento do executor – e de um possível mandante – até o final deste ano. Ele observa ainda que o caso teve ampla repercussão.

EXECUÇÃO DE TAXISTA

O juiz informou também que espera levar a júri, em três meses, os bandidos que executaram o taxista Egmar Pereira da Silva, o Grande, 46, em junho do ano passado, no distrito de Jacareci. Na terça, os acusados Leonardo de Jesus Almeida e Josemar Rodrigues foram ouvidos em audiência.

De acordo com Sérgio Heathrow, após a audiência, o Ministério Público estadual e a defesa dos acusados terão prazo para as alegações finais e a Justiça determinará pela pronúncia ou não dos envolvidos no crime. Além da dupla, o crime teve a participação de outras três pessoas. Uma era uma adolescente de 17 anos, grávida, que foi liberada. Já os irmãos Elizenilton Pimentel e Marcelo Rodrigues Pimentel morreram em confronto com a polícia (relembre o caso aqui).

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