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:: ‘eleições 2010’

DE OLHO EM 2014

Ao que tudo indica, os democratas José Ronaldo e José Carlos Aleluia têm plena consciência de que não disputam o Senado em 2010, mas sim a indicação do DEM para concorrer ao Governo da Bahia em 2014. E o clima entre os dois correligionários já começa a se encrispar.

O ex-prefeito de Feira deixou claro seu descontentamento com uma inserção no programa eleitoral, em que Fernando Gabeira pede votos para Aleluia e Edson Duarte (PV). Em pleno horário do DEM.

Isso é só o começo de uma rusga que promete ser de longo prazo.

DE CAMARADA PARA CAMARADA

Houve quem reclamasse da falta de propósito “republicano” na visita do ministro dos Esportes a Itabuna, no último sábado, 11. E de fato os supostos ganhos indiretos que a cidade sul-baiana poderá auferir com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 não foram tão bem evidenciados por Orlando Silva.

Ministro "jogou confete" no camarada Wenceslau e também na camarada Alice Portugal

Ficou evidente, porém, a intenção óbvia da visita: jogar confetes no correligionário Wenceslau Júnior, candidato a deputado estadual pelo PCdoB, mesmo partido do ministro.

Na década de 90, Wenceslau presidiu o Diretório Central dos Esudantes da Uesc ao mesmo tempo em que Orlando Silva comandava o DCE da Universidade Católica de Salvador. Foi um período em que fizeram muitas mobilizações em conjunto, passeata, cara-pintada e por aí vai.

“Nós éramos parceiros de luta e ele foi um dos principais personagens no processo de reafirmação do movimento estudantil  nos anos 90”, afirmou o ministro, enaltecendo o camarada.

OAB DE ITABUNA DENUNCIA CANDIDATOS

A Procuradoria Regional Eleitoral acolheu representação feita pela subseção itabunense da Ordem dos Advogados do Brasil e entrou com ação contra diversos candidatos que fizeram propaganda antecipada nestas eleições.

Bem antes das convenções partidárias e do início oficial da campanha, autorizado pelo TSE, a OAB de Itabuna fez documentação fotográfica de farta propaganda irregular. Com base nesse material, solicitou que a Procuradoria entrasse com ação contra dezenas de candidatos.

A lista começa com Dilma Rousseff, passa pelos três principais candidatos ao governo da Bahia e chega até postulantes à Assembleia Legislativa. De acordo com o presidente da OAB local, Andirlei Nascimento, os candidatos deverão ser intimados a prestar esclarecimentos.

ESQUERDA DEMOCRÁTICA EMPOLGA RENATO

Evento de Renato (de costas) reúne 400 pessoas em Salvador.

O médico Renato Costa empolgou-se com a força demonstrada pela antiga Esquerda Democrática, dissidência do PSB hoje abrigada no PMDB que lhe garantiu apoio na corrida à Assembleia Legislativa. No sábado, Renato participou de evento no Hotel Porto Belo e, claro, retribuiu:

– Esse apoio representa muito em qualidade e também na quantidade de votos que eles vão aportar ao meu nome, é um apoio importante do ponto de vista político e eleitoral.

O evento reuniu o candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB) e cerca de 400 lideranças das regiões Metropolitana e do Recôncavo baiano, além de outras cidades do interior. Costa, aliás, saiu emocionado do encontro ao constatar o empenho da Esquerda Democrática em relação à sua candidatura.

NO 2º TURNO, VANTAGEM DE WAGNER AUMENTA

Souto desidrata e perde para Wagner: 28% a 62%.

A pesquisa Datafolha aplicada nos dias 8 e 9 de setembro revela que o governador Jaques Wagner (PT) ampliou vantagem sobre o ex-governador Paulo Souto (DEM). No final de agosto, Wagner aparecia com 58% das intenções de voto e Souto, 29%. Agora, Wagner salta para 62% num eventual segundo turno. Souto oscila para 28%.

O levantamento apurou que existem 5% de eleitores pensando votar em branco ou nulo e 6% ainda indecisos. A pesquisa ouviu 1.114 eleitores em 43 municípios baianos e tem margem de erro de 3 pontos percentuais.

No primeiro turno, o Datafolha apurou 48% para Wagner, 18% para Souto e 14% para Geddel (PMDB), além de 1% para Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL), cada. Por estes números, Wagner seria reeleito com 58% dos votos válidos. Souto teria 22% e Geddel, 17%.

DIFERENÇA ENTRE DILMA E SERRA VOLTA A AUMENTAR

É o que diz o tracking Vox Populi/Band/IG desta segunda-feira, 13. A ex-ministra Dilma Rousseff (PT) subiu mais um ponto e voltou e crava 54% das intenções de voto, enquanto José Serra (PSDB) perdeu um e aparece novamente com 22%. A diferença entre ambos é de 32 pontos percentuais. Marina Silva (PV) tem 8%.

O percentual de indecisos é de 11% e o daqueles eleitores que votariam em branco ou nulo atinge 4%. O tracking Vox Populi ouve 2 mil pessoas em todo o país, sendo 500 por dia. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o nº 27.428/10.

ENTRE OS MAIS ASSÍDUOS

Veloso: entre os mais assíduos.

Uma lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) aponta os deputados Jutahy Jr (PSDB), Sérgio Carneiro (PT), Pelegrino (PT) e Veloso (PMDB) como os federais baianos mais assíduos no Congresso Nacional. Com base no sul da Bahia, Veloso comparece a 96,5% das sessões até aqui, quando apresentou 38 projetos e relatou outros 11, conforme levantamento do Diap.

O levantamento deixou o deputado ilheense empolgado. Veloso destaca que a sua atuação não tem se prendido à simples presença em plenário. Entre as ações atribuídas ao seu mandato, ele elenca liberação de verbas para revitalização da avenida do Cinquentenário (R$ 1,5 milhão) e mobilização para atrair R$ 12,8 milhões da obra do canal da avenida Amélia Amado. Em Ilhéus, ele aponta o Fórum da Justiça Eleitoral e o Instituto Federal de Educação Tecnológica (Ifet).

A ESTRATÉGIA DE GS

Da Coluna Raio Laser, da Tribuna da Bahia

Depois de ter impugnado a candidatura do deputado federal Geraldo Simões (PT) à reeleição, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve analisar sua situação até a próxima quarta-feira sob nova ótica, uma vez que ficou comprovado que não houve dolo nas contas que ele teve rejeitadas pelo TCU, motivo que tem levado à impugnação.

A avaliação sobre o provável novo comportamento do TRE a respeito de Geraldo Simões leva em conta, inclusive, o posicionamento adotado pela Corte eleitoral baiana frente a casos muito parecidos de ex-prefeitos e ex-presidentes de Câmaras, a exemplo de Virgínia Hage e Saulo Pedrosa, apenas para ficar em alguns exemplos.

OS AVISOS DAS PESQUISAS NA BAHIA

Do Tempo Presente, d´A Tarde

Pesquisas em série, como as que estão sendo feitas agora por Ibope, Datafolha e Vox Populi, são indicativos razoavelmente seguros das tendências dos humores do eleitorado.

Em 2006, por exemplo. De início, Paulo Souto tinha 62% caindo aos pouquinhos, mas sempre caindo. Wagner, ao inverso, sempre subindo. O resultado final foi imprevisto, mas a tendência estava explícita.

Em 2008 idem, idem com João Henrique.

Tinha uma rejeição de 64% e aceitação de 11%.

Confira as pesquisas: rejeição sempre baixando e a intenção subindo devargazinho, dentro da margem de erro, mas para cima.

E o que as de 2010 estão dizendo? Para o governo: Jaques saiu de 38% e estabilizou se em 49% na ponta de cima, e Geddel de 9 para 14, também cresce lentamente, enquanto Paulo Souto está descendo a ladeira devagar e sempre.

Senado: César Borges, que era absoluto nos seus 35% a 38%, está caindo (29% no Ibope de sexta) e embolou na disputa com a dupla Lídice e Pinheiro. Note-se que Zé Ronaldo, antes na faixa de 9%, subiu a 14% no Ibope, e Aleluia subiu de 7% para 11 no Datafolha.

A tendência pró-governistas é nítida. Dizem os oposicionistas que a circunstância é ditada pelo efeito Lula, mas o governo já botou todo o gás, e a ‘tempestade’ tende a amainar. Dizem os governistas que eles estão ganhando um jogo que ainda está sendo jogado e o placar pode aumentar.

GEDDEL, PMDB E SUCESSÃO

Marco Wense

A eleição de Jaques Wagner para o Palácio de Ondina, derrotando o governador Paulo Souto, candidato à reeleição pelo então Partido da Frente Liberal, o “saudoso” PFL, provocou uma reviravolta no cenário político.

Muitos prefeitos, carlistas de carteirinha, viraram Wagner desde criancinha. Alguns, no maior cinismo do mundo, disseram até que votaram no petista, que terminou liquidando a fatura logo no primeiro turno.

Com a vitória de Wagner, o PT pós-eleição só não ficou abarrotado de chefes de Executivo porque é o PT. Se abrisse a porta para qualquer um, o petismo estaria inchado, desfigurado e deformado.

Com receio de passar por um inevitável constrangimento, recebendo um “não” avermelhado como resposta para um pedido de filiação, os alcaides, de olho na sobrevivência política, procuraram o PMDB de Geddel Vieira Lima.

No PMDB, os gestores públicos estariam bem próximos do candidato eleito, já que a legenda, além de ter um peemedebista como vice-governador, seria contemplada com importantes cargos no primeiro escalão.

O PFL, atrás de uma nova roupagem, se transformou no DEM. Hoje, os democratas dão graças a Deus que ainda controlam 44 prefeituras. O PMDB, por sua vez, diz que comanda 116 Centros Administrativos.

Ao romper com o governador Wagner, o ex-ministro Geddel começa a sentir na própria pele o pragmatismo inerente ao peemedebismo. A debandada de prefeitos do PMDB para a campanha do candidato do PT é cada vez mais intensa e escancarada.

O ex-conselheiro do TCM, Otto Alencar, candidato a vice-governador na chapa da reeleição, com o intuito de jogar mais lenha na fogueira da infidelidade partidária, acredita ter arregimentado 100 prefeitos para Wagner.

É evidente que a debandada para o lado de Wagner não é porque sua barba é branquinha como a de Papai Noel. Toda essa corrida em direção ao petista é fruto da possibilidade de uma vitória no primeiro round.

Uma coisa é certa: o pragmatismo do PMDB continua fazendo bons alunos. O feitiço vira contra o feiticeiro. A criatura contra o criador. Ninguém quer ficar de fora das benesses do poder.

PÉSSIMO EXEMPLO

George Gurgel apoia a decisão do Partido Popular Socialista de Ilhéus (PPS) de colocar a legenda a serviço de Augusto Castro, candidato do PSDB a deputado estadual.

Se Gurgel fosse um simples filiado do PPS, tudo passaria despercebido. Ninguém, muito menos a imprensa, especificamente os analistas políticos, estaria comentando sobre um tal de Gurgel e sua preferência política.

O Gurgel, no entanto, não é, digamos, um Gurgel qualquer. Um simples filiado do PPS. O Gurgel é o presidente estadual da legenda. É a maior autoridade do PPS na Bahia.

Mas o Gurgel, dando uma explícita demonstração de que outros interesses estão acima do PPS, resolveu ficar do lado do diretório municipal em detrimento do ex-vereador César Brandão, candidato do partido ao parlamento.

Um presidente que detona uma candidatura do próprio partido e empurra a legenda para apoiar um candidato de outra agremiação partidária é “persona non grata”. Não tem mais condições de presidir o PPS.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NA CADEIRINHA

Charge do Aroeira:

HEMORRAGIA MINEIRA

Coluna Painel (Folha de S. Paulo):

Das sete capitais pesquisadas pelo Datafolha, foi em Belo Horizonte que José Serra (PSDB) registrou sua maior queda: sete pontos. Recuou cinco em Curitiba, reduto tucano, e dois em São Paulo, da qual foi prefeito entre 2005 e 2006. No que diz respeito aos Estados, a sangria em Minas, de cinco pontos, ficou atrás apenas da registrada no Distrito Federal.

Desde a semana passada, as campanhas de Aécio Neves ao Senado e de Antonio Anastasia ao governo mineiro têm em mãos uma fita com depoimento de Serra, que reivindica aparecer no horário de propaganda dos correligionários. Segundo Aécio, o material será usado “no decorrer da próxima semana”.

WAGNER VAI A 48% E SOUTO CAI PARA 18% NO DATAFOLHA

Geddel cresce 3 pontos e vai a 14%

Pesquisa Datafolha divulgada na edição da Folha deste sábado mostra que aumentou para 30 pontos a vantagem do governador Jaques Wagner (PT) sobre o segundo colocado, o ex-governador Paulo Souto (DEM). O petista tem 48% das intenções de voto e o democrata, 18%. Geddel Vieira Lima (PMDB) aparece agora com 14%.

Neste cenário, Wagner estaria reeleito no primeiro turno. Geddel e Souto estão empatados, tecnicamente. Em relação à última pesquisa, Wagner oscilou de 47% para 48% e Souto perdeu cinco pontos (tinha 23%), enquanto Geddel saiu de 11% para 14%.

Tanto o ponto ganho pelo governador como o crescimento do ex-ministro peemedebista estão dentro da margem de erro da pesquisa (três pontos percentuais).

A pesquisa aferiu que 13% estão indecisos e 5% dos consultados pretendem votar em branco ou nulo soma. Na espontânea (quando o eleitor diz em quem pretende votar sem que lhe apresentem cartela com os nomes dos candidatos), Wagner tem 31%, Souto 8% e Geddel, 7%.

No queisto rejeição, 32% dos eleitores consultados disseram que não votariam em Paulo Souto. 21% rejeitam a ideia de votar em Geddel. A rejeição de Wagner é de 15%.

EMPATE NA DISPUTA AO SENADO

A pesquisa Datafolha aferiu situação de empate técnico na disputa ao Senado Federal. César Borges (PR) aparece com 31%, mas é perseguido por Lídice da Mata (PSB), que cresceu seis pontos e aparece com 28%, e Walter Pinheiro (PT), com 26%.

Em relação à última pequisa Datafolha, Pinheiro cresceu cinco pontos percentuais. Assim como na disputa ao governo do estado, a margem de erro no levantamento ao Senado é de três pontos.

Confira também os resultados da pesquisa Ibope/Rede Bahia
IBOPE NA BAHIA: A NOVIDADE É A QUEDA DE PAULO SOUTO
EMBOLA DISPUTA AO SENADO NA BA, DIZ IBOPE

FÉLIX JR. DIZ QUE ALELUIA “PERDEU A COMPOSTURA”

O empresário e candidato a deputado federal Félix Júnior (PDT) disse que José Carlos Aleluia (DEM), concorrente a uma vaga ao Senado, parece ter perdido a compostura ao acusá-lo de compra de votos. “[Ele] deveria respeitar a população de Itajuípe que rechaça a afirmação de aceitar se vender, como este senhor insinua”.

Félix Júnior disse ter amigos em Itajuípe. ” Agradeço ao meu mais novo “fiscal de foto”, o deputado Aleluia, a informação sobre minha aceitação na cidade”, ironiza. O candidato a deputado lamenta que o algoz abuse do verbo comprar. E sapeca: “Se [Aleluia] fosse sapateiro, falaria de sapatos. Quer dizer que os outros possuem o costume dele [de comprar votos]“.

Por fim, o candidato aconselha Aleluia a abandonar a metralhadora giratória e discuta projetos, “como a Universidade Federal do Sul da Bahia, do PAC Social para o cacau, de impostos setoriais únicos, de cursos técnicos, novas indústrias para o município, de incentivar pessoas de bem a entrar na política”.

A vereadora Andrea Mendonça (DEM) reagiu, via twitter, à acusação contra o irmão. “Ele [Aleluia] enlouqueceu… devem ser os choques da Coelba”. Engenheiro eletricista, Aleluia presidiu a companhia antes de ser privatizada na década de 90. Vem daí a estocada de Andrea.

VANTAGEM DE DILMA SOBRE SERRA VAI A 23 PONTOS

Com 50% das intenções de voto, a candidata petista Dilma Rousseff manteve o percentual registrado na pesquisa Datafolha anterior, realizada há cinco dias. Seu principal adversário, o tucano José Serra, oscilou negativamente um ponto percentual e registrou agora 27% das menções do eleitorado. Marina Silva (PV) foi de 10% para 11%.

Os outros candidatos não alcançaram 1%, enquanto 6% dos entrevistados se dizem indecisos, e outros 4% declaram que irão votar em branco ou anular o voto. Foram ouvidos 11.660 eleitores em 414 municípios brasileiros. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 28809/2010. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A preferência por Dilma entre os pernambucanos é de 67% contra 18% que mencionam o nome do tucano (há cinco dias o levantamento registrou 62% a 21%), enquanto entre os baianos chega a 64% contra 18% que dizem votar em Serra (era de 60% a 22%).

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IBOPE NA BAHIA: A NOVIDADE É A QUEDA DE PAULO SOUTO

– Wagner mantém 49% de intenções de voto
– Souto cai e empata com Geddel: 15% a 12%

Na terceira pesquisa Ibope/Rede Bahia divulgada há pouco, o governador Jaques Wagner (PT) aparece com os mesmos 49% do levantamento anterior, do dia 27 de agosto.  Paulo Souto (DEM) caiu de 18% para 15% e ficou em situação de empate técnico com Geddel Vieira Lima (PMDB), com 12%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

O levantamento traz ainda Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL) com 1%, cada. Os demais candidatos não pontuaram. O Ibope ouviu 1.512 eleitores, de 7 a 9 de setembro na Bahia. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 36.975/2010. É de 7% o percentual de eleitores que pensam em votar branco ou nulo. 16% se dizem indecisos.

REJEIÇÃO

O levantamento do Ibope apurou ainda que o governador Jaques Wagner é dono da menor rejeição. Apenas 13% dos baianos não votariam no petista. O ex-governador Paulo Souto tem 25% de rejeição.

Bassuma é rejeitado por 23% dos eleitores, seguido de Carlos Nascimento (PSTU) – 17%. O peemedebista Geddel Vieira Lima é reprovado por 16% dos eleitores, assim como Sandro Santa Bárbara (PCB). 15% não votariam em Marcos Mendes (PSOL). 15% não rejeitam nenhum candidato e 19% não sabem.

GERALDO SE DIZ SURPRESO COM DECISÃO DO TRE

O deputado federal e candidato à reeleição Geraldo Simões, do PT, distribuiu nota à imprensa e se diz surpreso com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A corte negou o registro de candidatura do parlamentar por 4 votos a 3, nesta sexta (relembre aqui). Ele anunciou que recorrerá da decisão no próprio TRE.

O registro lhe foi negado devido a rejeição de suas contas, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), do período em que foi prefeito de Itabuna pela primeira vez, na década de 90. Geraldo espera reversão de quadro:

– Nós apresentamos toda a documentação necessária ao TRE e esperamos que eles revejam a decisão, mas, se necessário, recorreremos ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal, pois estamos com a consciência tranqüila.

Conforme a assessoria, Geraldo recebeu diversas manifestações de apoio de prefeitos e lideranças estaduais nesta tarde e informou que sua campanha seguirá firme. “Esperamos obter uma grande votação, além de ajudar na eleição de  Dilma [Roussef], [Jaques] Wagner e dos nossos senadores [Walter] Pinheiro e Lídice [da Mata]”, afirma.

Lembrando de outras campanhas, o deputado citou que esta não é a primeira vez que enfrenta dificuldades às vésperas das urnas. “Confio na Justiça e vamos superar tudo isso”.

SERRA, O ESPIÃO

Um dia, até a Veja denunciou as arapongagens e bisbilhotices do tucano de José Serra. Foi precisamente há oito anos, em meio – como de praxe – a um disputa sucessória presidencial.

Para a revista, cada época (naturalmente, sem trocadilho) tem sua verdade.

TRE INDEFERE REGISTRO DE GERALDO POR 4 A 3

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) indeferiu, por 4 votos a 3, o pedido de registro de candidatura à reeleição do deputado federal Geraldo Simões. A sessão do tribunal foi encerrada há pouco. O presidente do TRE, Mário Alberto Hirs, deu o voto decisivo, após a votação abrir em 3 a 1 pró-Geraldo e empatar em 3 a 3.

O pedido de indeferimento do registro foi formulado ao TRE pela Procuradoria Regional Eleitoral, alegando que Geraldo possuía contas rejeitadas pelos tribunais de contas dos Municípios (TCM) e da União (TCU), nos períodos em que foi prefeito de Itabuna (1993-1996 e 2001-2004). O deputado pode recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A assessoria do parlamentar disse que Geraldo vai pedir a revisão da decisão ainda no próprio Tribunal Regional Eleitoral, em Salvador. O deputado ficou de se pronunciar até as 16 horas.

Atualizado às 14h29min

TRACKING VOX POPULI: DILMA OSCILA E CAI PARA 54%; SERRA ESTABILIZA EM 21%

Dilma cai, Serra estabiliza e Marina cresce.

Do Portal IG

Pela primeira vez desde o início do mês, a candidata Dilma Rousseff (PT) oscilou para baixo em uma medição diária do tracking Vox/Band/IG para a eleição presidencial. A petista, que em uma semana subiu de 51% para 56% das intenções de voto, aparece agora com 54%.

O principal concorrente, José Serra (PSDB), permanece com 21% das preferências apuradas no dia anterior – ele tinha 25% no dia 1º de setembro, quando o instituto começou a fazer a medição. Com esse resultado, Dilma venceria a eleição logo no primeiro turno.

Marina Silva, do PV, oscilou um ponto percentual para cima e aparece com 9% na medição feita no último dia 7 pelo Vox Populi. O índice dos que não sabem ou não responderam em quem pretende votar em 3 de outubro passou de 10% para 11%, enquanto o total das intenções de voto para outros candidatos soma 2% (era 1% desde o começo da medição). Brancos e nulos permanecem 4%.

Embora dentro da margem de erro (2,2 pontos percentuais), a oscilação nas intenções de voto em Dilma Rousseff acontece no momento em que a coordenação de campanha da petista é acusada, pelos adversários, de participação em atos ilegais de quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao presidenciável José Serra. Uma mudança de tendência, no entanto, só é consolidada após três dias de medição, segundo o diretor-presidente do Vox Populi, João Francisco Meira.

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