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:: ‘eleições 2010’

NETO DIZ QUE NÃO PREJUDICOU DEMOCRATAS

Por meio de sua assessoria, o deputado federal ACM Neto (DEM) nega que suas alianças eleitorais tenham prejudicado correligionários que não conseguiram se reeleger na Assembleia Legislativa. Esta queixa vem sendo feita há algum tempo por vários políticos do DEM, a exemplo dos deputados estaduais Carlos Gaban e Clóvis Ferraz. Estes, inclusive, estariam preparando as malas para deixar o partido.

Em sua defesa, Neto declara que desconhece qualquer político que, nas eleições deste ano, tenha feito alianças somente no âmbito do próprio partido e cita dobradinhas que realizou com correligionários eleitos para a Assembleia: Rogério Andrade, Paulo Azi e Herbert Barbosa.

O deputado federal, que foi o mais votado da Bahia, com 328 mil votos, justifica as alianças que fez com a vereadora Leo Kret (PR), em retribuição ao apoio que esta lhe deu na eleição para a Prefeitura de Salvador em 2008; e com Bruno Reis (PRP), que é seu assessor.

A polêmica em torno das alianças do deputado ACM Neto já rendeu muita confusão no DEM e, no mês passado, o deputado chegou a chamar os democratas indignados de “derrotados por antecipação”.

SÓ UM EXEMPLO… OU ATO FALHO?

Um trecho do debate da Band em que o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, fala sobre o combate à criminalidade, é apontado por adversários do tucano como revelador do preconceito de Serra contra os nordestinos.

No trecho, Serra fala sobre a criação de um cadastro único de criminosos de todo o País e menciona, a título de exemplo, que “hoje, um criminoso da Bahia que está andando em uma rua do Rio de Janeiro, se pedir o documento não acontece nada”.

Uma edição feita com este pedaço do debate pergunta: “Pra falar de criminoso precisa se referir justamente a um baiano? Tem que ser um nordestino?”

Confira:

DILMA SOBE E SERRA CAI NO VOX POPULI: 51% a 39%

Nos votos válidos, petista tem 57%
e tucano cai para 43% no Vox Populi

Dilma Rousseff (PT) conseguiu ampliar para 12 pontos a vantagem sobre o José Serra (PSDB), conforme a mais nova pesquisa Vox Populi/IG. Ela pulou de 48% para 51%, enquanto o tucano oscilou negativamente de 40% para 39%.

A pesquisa foi feita nos dias 15 a 17 e ouviu 3 mil eleitores e tem margem de erro de 1,8 ponto percentual. Votos brancos e nulos são 6% e o percentual de indecisos caiu de 6% para 4%.

Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma tem 57% e Serra pontua com 43%. Nesse caso, a vantagem da petista subiu de 8 para 14 pontos percentuais.

A petista obtém sua maior vantagem no Nordeste, onde atinge 65% ante 28% do tucano. Serra consegue ter vantagem no Sul (50% a 41%). No Sudeste, Dilma lidera: 47% a 40%.

RELIGIÃO

Ainda conforme a pesquisa Vox Populi/IG, Serra pontua com 44% e Dilma atinge 42% entre os evangélicos. A petista é melhor entre os católicos (54% a 37%) e ateus (49% a 36%). Conforme o levantamento, ela vai a 55% e o tucano a 37% no universo dos “católicos não praticantes”.

Um outro dado positivo para Dilma nesta aferição é que o voto dela é o mais consolidado. 11% dos serristas dizem que podem mudar o voto. Entre os que declararam intenção de votar na petista, o percentual daqueles que podem pular para o galho tucano é de 7%.

Confira a pesquisa completa

GUERRA NADA SANTA: CAIO FÁBIO DETONA SILAS MALAFAIA, QUE RESPONDE

O reverendo Caio Fábio diz que o pastor Silas Malafaia é “venal”, “comedor de dinheiro, interesseiro e safado”. A carga de adjetivos é pesadíssima. Assista ao vídeo.

E SILAS MALAFAIA CONTRA-ATACA

DRAGON – IDEIA ABORTADA

EFEITO LEO KRET: POLÍTICOS QUEREM ABANDONAR O DEM

A edição desta segunda-feira do jornal Tribuna da Bahia destaca a complicada situação do partido Democratas, que está para perder alguns membros de peso. Integram a lista tanto deputados estaduais que não se reelegeram como outro que obteve êxito nas urnas, mas estaria igualmente ressabiado com a falta de apoio nas últimas eleições.

Os que estão para “picar a mula” são Carlos Gaban e Clóvis Ferraz, que não renovarão seus mandatos, além de Gildásio Penedo, que foi reeleito e estaria em conversações com o PP. Um democrata que saiu derrotado e também cogita abandonar a legenda é Júnior Magalhães.

Durante a campanha, os deputados estaduais do DEM queixaram-se da falta de apoio do partido e das alianças “extraconjugais” firmadas pelo deputado federal ACM Neto. Este deu preferência a nomes como Leo Kret (PR), Maria Luiza (PSC) e Bruno Reis (PRP), em detrimento dos confrades. E Neto ainda chegou a chamar os ciumentos de “derrotados por antecipação”!

O CASO VIEIRA

Marco Wense

Acusações em uma campanha eleitoral, principalmente quando se disputa o Palácio do Planalto, são como balas trocadas. O tiroteio entre os candidatos é tão intenso que termina empurrando o eleitor para o voto nulo (ou branco).

Fulano (a) é isso, é aquilo, é tudo que não presta. Fez isso, fez aquilo. A conclusão, se o eleitor acreditar no disse-me-disse, nos boatos e nas mentiras, é que os candidatos são verdadeiros diabinhos.

Sinceramente – ou francamente, como diria o saudoso Leonel de Moura Brizola –, não acredito no envolvimento da petista Dilma Roussef no “Caso Erenice” e nem do tucano José Serra no “Caso Vieira”.

O “Caso Vieira”, no entanto, deixa o eleitor com a pulga atrás da orelha. Conforme reportagem da revista Isto é, o engenheiro Paulo Vieira teria sumido com o dinheiro arrecadado na campanha de Serra, cerca de R$ 4 milhões.

O presidenciável do PSDB jurou que não conhecia Paulo Vieira: “Eu não sei quem é o Paulo Vieira. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês da imprensa fiquem perguntando”.

Assim que o “desconhecido” de Serra soube do desdém do tucano, foi logo dizendo: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada”. E, em tom ameaçador, finalizou: “Não cometam esse erro”.

No outro dia, sem pestanejar, sob a ameaça do próprio acusado do desvio de R$ 4 milhões, José Serra foi logo dizendo que “o Paulo é muito competente”.  Pois é. De totalmente desconhecido, o Paulo passou a ser elogiado.

José Serra ficou com medo. Esse medo é a prova inconteste de que Vieira sabe de detalhes que podem comprometer o tucano, provocando na reta final da campanha um estrago de difícil conserto.

GEDDEL E O PMDB

(Foto José Nazal)

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato derrotado na eleição para o governo da Bahia, sabe que terá dificuldades para manter sua base de apoio, principalmente em relação aos prefeitos do PMDB.

Muitos chefes de Executivo já pensam em mudar para uma agremiação partidária aliada do governador eleito Jaques Wagner (PT). Só esperam o resultado do segundo turno da eleição presidencial.

Alguns alcaides são da opinião de que a debandada é irreversível com a vitória de Dilma Rousseff. Outros, que são eleitores de José Serra, apostam na eleição do tucano, com Geddel assumindo um cargo importante no governo do PSDB.

Uma coisa é certa: ganhando Dilma ou Serra, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, com o seu conhecido e histórico pragmatismo, vai reivindicar preciosos espaços em troca do apoio parlamentar no Congresso Nacional. É o toma-lá-dá-cá.

ABORTO

A cúpula do tucanato, tendo a frente o senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, preocupadíssima com a repercussão do aborto praticado por Mônica Serra, esposa do candidato José Serra.

Ex-alunas da então professora Mônica Serra confirmaram a interrupção da gravidez no quarto mês de concepção. É bom lembrar que a tucana, em ato político na Baixada Fluminense, disse que “ela (Dilma) é a favor de matar criancinhas”.

Quem tem telhado de vidro…

“NOVOS ARES”

Conhecido por seu estilo fanfarrão, o presidente estadual do PT, Jonas Paulo, deu o braço a torcer em relação às últimas pesquisas eleitorais que indicam proximidade e até empate técnico entre Dilma Rousseff e o tucano José Serra.

Via Twitter, ele comentava: “Estamos tranquilos, serenos e focados no nosso objetivo. Entendemos que o segundo turno é um processo eleitoral bastante disputado”.

Quem te viu…

LULA E DILMA NA BAHIA

Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

O comando da campanha de Dilma na Bahia traçou as estratégias para tentar esfoguear a militância e aliados no segundo turno.

Ficou acertado que, até o dia 29, Dilma e o presidente Lula virão à Bahia.

As datas não estão definidas. Mas já está certo que os dois não virão juntos, e sim em dias distintos para locais diferentes.

Uma ala defende que Dilma vá a Vitória da Conquista, onde Serra venceu no primeiro turno e abriu a campanha do segundo.

A ordem é vestir a camisa e arregaçar as mangas (o que os tucanos já estão fazendo).

RELIGIOSOS DIVULGAM MANIFESTO EM APOIO A DILMA

Encabeçado por sete bispos, entre eles dom Thomas Balduíno, bispo emérito de Goiás Velho (GO) e presidente honorário da Comissão Pastoral da Terra (CPT), e d. Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Felix do Araguaia (MT), foi divulgado hoje um manifesto de “cristãos e cristãs evangélicos e católicos em favor da vida e da vida em abundância”, que contava no início da tarde com mais de 300 adesões de religiosos e fiéis.

O texto será entregue a Dilma Rousseff (PT) na segunda-feira, no Rio, na mesma cerimônia em que a candidata à Presidência receberá apoio de intelectuais e artistas.

Os adeptos rechaçam que “se use da fé para condenar alguma candidatura” e dizem que fazem a declaração de voto “como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais”.

No manifesto, eles deixam claro que “para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra (José Serra, presidenciável pelo PSDB)”.

O documento recebeu o apoio dos bispos Demétrio Valentini (Jales, SP); Luiz Eccel (Caçador, SC); Antônio Possamai, bispo emérito de Rondônia; Xavier Gilles e Sebastião Lima Duarte, bispo emérito e bispo diocesano de Viana (MA). Também apoiam Dilma dezenas de padres e religiosos católicos como Frei Betto, pastores evangélicos, o monge da Comunidade Zen Budista (SP) Joshin, o teólogo Leonardo Boff, o antropólogo Otávio Velho e a professora da Universidade de São Paulo (USP) Maria Victoria Benevides.

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“DILMISTAS” VÃO ÀS RUAS EM ITABUNA

O PT e partidos aliados definiram uma estratégia para conquistar indecisos e reforçar o apoio à presidenciável Dilma Rousseff. Nesta quinta-feira, 14, os “dilmistas” fazem corpo-a-corpo no bairro Santo Antônio, com concentração na praça Alice Monteiro.

Amanhã, no mesmo horário, a ação será na Mangabinha e saída do Bar do Butão. No sábado, às 9 h, os petistas e coligados farão bandeiraço na avenida do Cinquentenário e na praça Adami. As atividades de rua foram definidas em encontro realizado no comitê da campanha, ontem.

OFENSIVA TUCANA

Os tucanos pretendem fazer um esforço concentrado na região Nordeste para reduzir a diferença que a petista Dilma Rousseff impôs a José Serra no primeiro turno. Somente na Bahia, Serra virá ainda duas vezes até a eleição, visitando as cidades de Salvador e Feira de Santana.

Em outros grandes centros nos quais o candidato não poderá estar, por conta do pouco tempo de campanha, a ordem é marcar presença com outras lideranças do PSDB e do DEM. Itabuna e Ilhéus, por exemplo, serão invadidas pelos serristas no próximo dia 21 de outubro, num verdadeiro “arrastão”.

Quem coordena o movimento é o deputado estadual eleito Augusto Castro.

PSC APOIA DILMA ROUSSEFF

Partido com forte influência do segmento evangélico, o PSC – que tem entre seus membros a deputada estadual reeleita Ângela Sousa – orientou seus filiados a fortalecer a campanha de Dilma Rousseff nos estados e contrapor a onda de boatos que vem comprometendo o desempenho da petista neste segundo turno.

Dada a sua presença nas igrejas cristãs, onde a boataria anti-PT se disseminou com grande eficiência, o PSC é visto como uma peça estratégica no contra-ataque aos tucanos.

Na Bahia, além de Ângela Sousa, o partido elegeu mais quatro deputados estaduais e conta com outros dois federais representando o Estado. “Todos nós estamos engajados na campanha de Dilma Rousseff e vamos mobilizar nossas bases para garantir essa vitória”, declara a deputada ilheense.

Ângela frisa que já havia pedido votos para a petista no primeiro turno, “por acreditar que a sequência ao projeto político do governo Lula é melhor para o Brasil e a Bahia”.

CNT/SENSUS: DIFAMAÇÕES CONTRA DILMA FAZEM AUMENTAR REJEIÇÃO A PETISTA

Do Estadão

Guedes: difamações contra Dilma aumentaram rejeição (Foto Marcelo Casal Jr./Agência Brasil).

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, e o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, atribuíram a um “processo de difamação” contra a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, o aumento da rejeição à candidata, indicado na pesquisa do Instituto Sensus divulgada esta manhã. Por causa desse “fenômeno sociológico”, o instituto decidiu não fazer um prognóstico sobre o resultado final da eleição.

A pesquisa CNT/Sensus mostrou que 35,4% dos eleitores não votariam em Dilma Rousseff. No levantamento anterior, esse índice era de 32,6%. Já a rejeição ao candidato do PSDB, José Serra, que era de 40,2% caiu para 37,5%.

No primeiro turno, a seis dias da votação, o Instituto Sensus divulgou um levantamento apontando a vitória de Dilma sobre Serra, com uma vantagem de oito milhões de votos. Para o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, o erro de avaliação decorreu do processo de difamação que “teve peso muito forte na reta de chegada ao primeiro turno”.

Segundo Guedes, seria preciso trabalhar com uma margem muito superior de diferença entre os candidatos para arriscar um prognóstico no segundo turno.

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SERRA E DILMA EMPATADOS NA CNT/SENSUS

Pesquisa encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) ao instituto Sensus registra empate técnico entre o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff na briga pela sucessão presidencial. A consulta foi realizada entre os dias 11 e 13 de outubro e ouviu 2 mil eleitores em 24 estados, tendo margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

De acordo com a aferição, Dilma está com 46,8% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 42,7%. Considerando apenas os votos válidos, Dilma tem 52,3% e Serra, 47,7%.

A candidata petista, porém, ainda aparece com grande expectativa de vitória. 59,6% dos entrevistados disseram acreditar que Dilma vencerá a eleição contra 29% que apostam no candidato José Serra.

ÍNDIO AFIRMA QUE GOVERNO TUCANO NÃO DISCRIMINARÁ PARTIDOS

O Pimenta conversou há pouco com o deputado federal Índio da Costa (DEM), candidato a vice-presidente do Brasil na chapa de José Serra (PSDB). No diálogo por telefone, o político do Democratas procurou enfatizar que um eventual governo tucano não teria preconceitos de ordem partidária.

“Não vamos considerar questões partidárias para cuidar de nenhuma cidade ou estado”, prometeu o deputado, fazendo questão de frisar que, na Bahia, o governo Serra trabalharia “de braços dados com o governador Jaques Wagner (PT)”. Índio ainda arrematou, com açúcar e com afeto, que “todos (os governadores) terão o mesmo carinho e atenção”.

A promessa é uma estratégia tucano-democrata para conquistar votos nos estados que elegeram governadores ligados ao governo Lula e tem sido feita pelos emissários dos PSDB e do DEM nas mais diversas partes do País.

Pouco antes de falar com o Pimenta, Índio da Costa expressou o mesmo compromisso em um encontro com lideranças políticas em Salvador. Ao blog, ele frisou que falava em seu nome e em nome do candidato José Serra.

Índio da Costa aproveitou para fazer críticas ao governo Lula, atacando os índices de execução do PAC e do Programa Minha Casa, Minha Vida. E, numa demonstração de que vice também promete, o candidato abriu sua caixinha de bondades e assegurou que a dupla Serra/Índio resolverá a questão do aeroporto Jorge Amado, de Ilhéus, e realizará a duplicação do trecho Ilhéus-Itabuna da rodovia BR-415.

Enquanto conversava com o Pimenta, o vice de Serra estava em companhia do presidente estadual do PSDB e deputado federal eleito Antônio Imbassahy, e do deputado estadual eleito Augusto Castro, também tucano.

VOX POPULI APONTA DILMA COM 48% E SERRA, 40%

A segunda pesquisa pós 3 de outubro mostra a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com 48% das intenções de votos e José Serra (PSDB) com 40%. O levantamento foi feito pelo Vox Populi, encomendado pelo Portal IG.

Quando computados apenas os votos válidos, Dilma aparece com 54,5% das intenções de voto e Serra atinge 45,5%. Nesta conta, são excluídas as intenções de votar em branco ou nulo e o percentual de indecisos.

A pesquisa ouviu 3 mil brasileiros no domingo e na segunda, dias 10 e 11, em 214 municípios do país. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.

O Vox Populi também avaliou o governo. Para 78% dos entrevistados, o Governo Lula é ótimo ou bom. 17% consideram regular e 4% avaliam como ruim ou péssimo. 1% não souberam ou não quiseram responder à este quesito.

CONFIRA OS PROGRAMAS DE SERRA E DILMA, HOJE

Serra destaca suas viagens neste segundo turno e, também, o confronto de projetos:

Dilma Rousseff (PT) privilegia sua participação no debate de ontem à noite, na Band, e reforça supostas diferenças entre ela e o seu adversário José Serra. Confira, abaixo:

BALA NA AGULHA

Gilberto Santana (PTN) é dono de maior patrimônio dentre os 63 parlamentares eleitos em 3 de outubro para a Assembleia Legislativa baiana, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O deputado estadual eleito acumula fortuna de R$ 7 milhões (exatos R$ 7.000.424,26).

Quem chega perto disso é o reeleito Reinaldo Braga (PR), com R$ 4,3 milhões.

Assim como Santana, outro que tem o sul da Bahia como base eleitoral e possui grande patrimônio é Augusto Castro (PSDB). O tucano declarou R$ 4.176.298,44 em bens ao TSE.

DIFERENÇA ENTRE PRESIDENCIÁVEIS É MENOR DO QUE PARECE

José Roberto Toledo

A diferença de 8 pontos porcentuais entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) captada pela primeira pesquisa do segundo turno parece maior do que é de fato. Com apenas dois candidatos na disputa, o que sai de um vai para o outro. Os vira-casaca contam dobrado.

Ou seja: se 4% dos votos válidos trocassem de lado, Serra empataria com Dilma, ou a petista dobraria sua vantagem – dependendo de para onde o vento sopre. Como se vê, é uma margem apertada.

Além disso, o Datafolha encontrou 7% de eleitores indecisos. Um cenário possível é que eles venham a se distribuir da mesma maneira que os eleitores de Marina Silva (PV) e dos nanicos já se distribuíram até agora, isto é, na proporção de dois para um em favor de Serra.

Se isso acontecer, o tucano passaria de 41% para entre 45% e 46% do total de votos, enquanto Dilma iria de 48% para entre 50% e 51%. Nesse caso, a diferença entre eles poderia cair de 7 pontos para, no limite mínimo, 4 pontos.

Em 2006, o porcentual de votos brancos e nulos caiu do primeiro para o segundo turno da eleição presidencial (porque eram menos cargos e a votação ficou mais fácil), mas a abstenção aumentou. A quantidade de votos válidos foi praticamente igual nos dois turnos.

Mantido esse cenário em 2010, Dilma e Serra estariam disputando 101,6 milhões de votos (os válidos do primeiro turno). Aplicados os porcentuais de intenção de voto do Datafolha, a petista teria hoje 50,8 milhões de votos, e o tucano, 43,4 milhões.

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