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:: ‘eleições 2010’

HOMENAGEM E PRÉ-CANDIDATURA

Ubaldo: de olho em 2010 e nas pesquisas.

Ubaldo: de olho nas pesquisas.

O ex-prefeito Ubaldo Dantas será homenageado no dia 18, em Brasília, com a medalha de mérito Oswaldo Cruz. A homenagem acontece num momento em que o ex-prefeito e ex-secretário estuda se aceita convite da cúpula baiana do PMDB e se lança candidato a deputado federal.

E estudar, aí, é no sentido literal da coisa. Afonso Dantas auxilia o pai na empreitada. A resposta ao convite deverá ocorrer até o início do ano que vem.

Afonso afirma que Ubaldo só entra se enxergar chances reais de vitória. Até lembrou que, em 2002, o pai saiu sem estrutura e conseguiu somar mais de 20 mil votos apenas em Itabuna. Antes da resposta, pesquisas. E não só em Itabuna, mas em cidades sul-baianas.

O cuidado e o planejamento lembram muito a eleição de 12 anos atrás. Em 1998, Ubaldo ouvia apelos de todos os lados – e de Jutahy Magalhães, principalmente – para que saísse candidato a deputado federal. Ao observar o cenário e concluir que não teria lá tanta chance, preferia abrir mão da disputa.

Assim, garantiu a Itabuna um deputado federal naquele pleito, Geraldo Simões. Dois anos depois, os dois se juntavam pra vencer a eleição municipal. A união não resistiu a um ano de governo. Em 2002, Ubaldo saiu a deputado federal sem o apoio de GS.

GEDDEL DIZ QUE NÃO (E ‘ESCONDE’ O ÓBVIO)

O blog Política e Cidadania, do respeitado Paixão Barbosa, repercutiu nota aqui do Pimenta sobre o acordo eleitoral entre o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM).

Azevedo, por este acordo, apoiará o peemedebista na corrida pelo Palácio de Ondina em 2010. Mas Geddel negou que haja noivado com o democrata. “Infelizmente, o prefeito não fechou compromisso conosco”, disse o pré-candidato ao Política e Cidadania, de Paixão Barbosa. Tenta esconder o jogo. Mas deixa o rabo de fora.

Uma fonte até brinca com a situação: “Azevedo só não vai de Geddel se este continuar a ‘minguar’ eleitoralmente”.

Há quem não negue o óbvio. O secretário de Administração, Gilson Nascimento, é um deles. Em entrevista ao Pimenta, Gilson disse que existe “um namoro, de ambas as partes, com Geddel trazendo uma obra de 18 milhões para Itabuna”.

Aí vem o ministro e diz ao blog P&C que não condiciona os seus apoios à liberação de verbas. Bom, o recurso para a avenida é um dos sinais, mas existe outra parte do rabo, assim, de fora: dois partidos-satélites que fecharam eleitoralmente com Geddel hoje são da base de apoio ao prefeito Azevedo.

As legendas são PTB e PSL, que não apenas estão na base de Azevedo como são comandadas com mãos de ferro por dois dos secretários municipais. O PTB é presidido pelo secretário de Assistência Social, José Formigli Rebouças. E o PSL é dirigido (olha o trocadilho) pelo secretário de Transporte e Trânsito, Wesley Melo.

É necessário frisar que o controle dos dois partidos apenas mudou após o encontro do PMDB em Itabuna, realizado em agosto passado. Azevedo não se limitou a participar do encontro de outro partido como, logo depois, teve conversa reservadíssima com o ministro, em Ilhéus.

Se o DEM acredita que tudo bem e vai levar Azevedo na conversa, é bom ficar atento. Do contrário, pode acabar ouvindo Reginaldo Rossi, Waldick Soriano e Lupicínio Rodrigues.

ACM NETO REBATE CRÍTICA DE RICARDO BOECHAT

Mais cedo, o jornalista Ricardo Boechat desceu o sarrafo em ACM Neto (aquele do “Nunca é demais bater em Wagner”). O deputado não gostou do comentário de Boechat, principalmente quando o apresentador diz que deseja a morte do clã Magalhães.

Através de sua assessoria, o deputado baiano entrou em contato com o Pimenta e disse que encaminhou carta ao jornalista e ao diretor-geral da Band News, André Luiz Costa, cobrando “responsabilidade por parte do comunicador”.

Contumaz na prática de ofender (e ameaçar) os adversários, ACM Neto leva a acreditar que o jornalista conseguiu superá-lo nos golpes baixos:

– O senhor Ricardo Boechat ultrapassou os limites do bom senso e da civilidade. Nem os meus mais ferrenhos inimigos nunca desejaram a minha morte ou a de meus familiares.

Pois é, Boechat. Nos dias de hoje, pode-se ameaçar dar surra em presidente da República (reveja o caso), mas deve-se pegar leve nessas coisas de desejar a morte de outrem…

Clique na seta play e ouça o que deixou o deputado baiano revoltado:

CANDIDATURA GEDDEL É ‘CANOA FURADA’, DIZ WALDENOR

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Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado Waldenor Pereira voltou a cutucar o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima. Segundo ele, o PMDB só cresceu na Bahia por conta (e culpa?) do apoio do governador Jaques Wagner.

Na opinião de Waldenor, a candidatura de Geddel já se mostrou frágil e o ministro não rompe a barreira dos 10%, 12% de intenções de voto. Ao Blog do Anderson, de Conquista, Waldenor disse que o PT está “trabalhando no convencimento de lideranças históricas do PMDB”, aconselhando a não embarcar “na canoa furada que é a candidatura do ministro”.

O líder do governo disse ainda que as pesquisas mostram uma forte tendência de polarização entre as pré-candidaturas do governador Jaques Wagner (PT) e do ex-governador Paulo Souto (DEM). E voltou a provocar o ex-aliado peemedebista: “A campanha de Geddel não decolou, e não vai decolar”. Ouça a entrevista.

PV BAIANO DISCUTE SUCESSÃO ESTADUAL

Ainda no dilema se fica ou não com Jaques Wagner em 2010, o PV abre em Vitória da Conquista, dia 14, a série de cinco encontros regionais preparatórios para o congresso estadual da legenda. No sul da Bahia, o encontro acontecerá no dia 28 de novembro, em Itabuna.

Os demais estão previstos para Feira de Santana (21), Souto Soares (22) e Juazeiro (dia 5 de dezembro). Os eventos regionais visam debater o projeto da presidenciável Marina Silva e, também, a situação estadual.

E depois do PMDB de Geddel Vieira Lima, Wagner pode sofrer a perda de mais um partido do arco de alianças que garantiu a sua eleição em 2006.

AZEVEDO BATE O MARTELO E VAI DE GEDDEL

Geddel ou Paulo Souto, do DEM? Acabaram as dúvidas.

Nesta semana, o prefeito Capitão Azevedo selou acordo com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e lhe garantiu apoio eleitoral na disputa pelo Palácio de Ondina em 2010.

O acordo foi, digamos, necessário para apressar a liberação de R$ 12 milhões para a obra de urbanização e requalificação da Avenida Amélia Amado, um dos principais corredores urbanos de Itabuna.

Uma fonte peemedebista de pés fincados no sul da Bahia está mais do que feliz. Irradiante. Acredita que a obra, de grande vulto para os dois primeiros anos de Azevedo, fortalecerá o prefeito de Itabuna e, claro, fará dele o grande cabo eleitoral do município nas eleições de 2010.

De lambuja, Geddel ainda sai por cima por assegurar “a obra” pra Itabuna.

4 VERSUS 16

Marco Wense

Os argumentos do governador Jaques Wagner são mais consistentes do que os de Paulo Souto. O petista, via reeleição, quer permanecer no cargo. O democrata quer retornar ao Palácio de Ondina.

São 16 anos de governo carlista contra 4 de Wagner. Muita gente começa a perceber que o segundo mandato do petista é importante para a Bahia. Esse seria um dos motivos da acentuada melhora do governador nas pesquisas de intenção de votos.

Mais quatro anos com Wagner significa a metade do tempo que os adversários governaram o Estado. Seria mais justo assim, mesmo sendo 50%. Ou seja, 8 anos versus 16.

O inadmissível é exigir que o governador Jaques Wagner faça em quatro anos o que não fizeram em 16. O pré-candidato do DEM, Paulo Souto, já teve a sua oportunidade. Governou a Bahia por duas vezes.

E o ministro Geddel, pré-candidato do PMDB? Pode esperar um pouco. A eleição de 2014 não está tão longe assim. É vapt-vupt.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FATURA NO PRIMEIRO TURNO

Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno. Informações do Radar Online.

SEM TOM

Nome cotado para disputar uma vaga à Assembleia Legislativa, o apresentador Tom Ribeiro, da TV Cabrália, não figura mais nos planos do PRB para as eleições de 2010. Pelo menos, por enquanto.

O diretório estadual do partido quer prepará-lo para 2012. Nos bastidores, o partido planeja até fazê-lo cabeça de chapa majoritária nas eleições municipais – ou vice ou mesmo candidato a prefeito, dependendo da conjuntura política.

AZEVEDO E OS CANDIDATOS

Marco Wense

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Se Garrincha fosse vivo, mesmo na melhor fase de sua carreira, estaria com inveja dos dribles do prefeito de Itabuna, o capitão José Nilton Azevedo, eleito pelo Partido do Democratas (DEM).

O prefeito faz que vai e não vai. A torcida pensa que o drible é para a direita, mas termina sendo pela esquerda. Todos esperam um passe do prefeito, mas o chefe do Executivo não solta a bola.

Fulanos, cicranos e beltranos, pré-candidatos a deputado federal e estadual, se deslocam e pedem a bola. O prefeito continua com ela no pé. Todos dizem que é o candidato da preferência do democrata.

“O prefeito só vai passar a bola

no segundo tempo da prorrogação”.

__________

O ministro Geddel Vieira Lima, por exemplo, é peremptório quando afirma que o prefeito Azevedo vai apoiar sua candidatura ao governo do Estado da Bahia. Ledo engano.

Entre os fulanos, cicranos e beltranos que disputam o cobiçado apoio do prefeito Azevedo, estão o coronel Santana (PTN), Fábio Lima (PT do B), Luiz Argôlo (PP), Roberto Brito (PP), ACM Neto (DEM) e vários outros sem nenhuma chance.

O prefeito só vai passar a bola no segundo tempo da prorrogação. Um inesperado apoio ao governador Jaques Wagner (reeleição) não está descartado.

CALMARIA SUSPEITA

Do Radar Online

A guerra entre Geddel Vieira Lima e Jaques Wagner se tornou tão sangrenta que, agora, até a trégua levanta suspeitas. Há pouco, perguntado sobre o clima no estado esta semana, um parlamentar baiano deu o tom:

– Olha, essa semana ficou até mais calmo. Tão calmo que eu tenho até medo de ser atropelado por essa calmaria.

PAULO SOUTO: “POLARIZAÇÃO É ENTRE DEM E PT”

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O ex-governador Paulo Souto ‘escanteou’ o PMDB da disputa nas eleições de 2010. Literalmente. Falando ao Pimenta, após a palestra que proferiu na noite de ontem, no auditório da Faculdade de Ilhéus, o pré-candidato a governador pelo DEM deixou claro que a disputa se dará entre o seu partido e o PT. “Não quero deixar ninguém molestado. Mas a polarização, se existe, é entre as coligações DEM/PSDB e o PT”.

Outro petardo contra o PMDB: Souto reivindicou para o DEM o papel de oposição legítima ao governo, porque, segundo ele, desde o primeiro momento após as eleições de 2006, o povo escolheu seu partido para essa missão.

Quando gira a metralhadora para o Palácio de Ondina, Paulo Souto apenas confirma as expectativas e elege a segurança pública como o alvo preferido. “O governo não investe. Este ano estão previstos R$ 140 milhões para a segurança, e até agora ele gastou R$ 13 milhões”.

O senhor acaba de fazer uma palestra em que discorreu sobre o comportamento do PIB na Bahia entre 1975 e 2005. Mas o que podemos esperar para a Bahia nos próximos anos?

A Bahia está passando um momento difícil, porque não conseguimos, nesses últimos três anos, atrair novos investimentos. Mas o efeito disso não é imediato, vamos sentir daqui a dois, três anos. Então, os próximos anos vão exigir, de quem vier a governar a Bahia, um esforço muito maior para recuperar esse tempo perdido.

O que falta, então?

Ninguém é capaz de apontar, nesses três anos, um grande investimento estruturante, do ponto de vista industrial, que tenha vindo para a Bahia. Claro, também vamos precisar muito do governo federal, para qualificar melhor a infraestrutura, embora eu não acredite que a falta de infraestrutura tenha colaborado para que não viessem os investimentos necessários.

O senhor falou também da preparação que o estado teve, no período delimitado de sua palestra, para o crescimento econômico apontado. Mas o governador Jaques Wagner fala justamente o contrário, que encontrou um estado sucateado, o que prejudicou, em muito, seu governo até aqui. É a chamada herança maldita.

Eu acho que a única herança maldita de que ele se queixa é a sua própria herança. Já tem três anos no governo, é responsável pela maior crise na segurança pública que o estado já sofreu. O estado está sendo atacado pelo crime organizado, e isso é um novo patamar na violência. Ele assistiu a isso passivamente nos últimos três anos, não entendeu o problema, não reagiu. Os únicos investimentos importantes em segurança pública que estão sendo feitos agora foram contratados pelo meu governo. De modo que nem ele, Wagner, acredita em herança maldita.

A segurança é o maior problema que o senhor vê nesse governo?

Imagine que Salvador passou de uma taxa de homicídios de cerca de 30 por cada 100 mil habitantes para mais de 60 homicídios por cada 100 mil habitantes. A violência teve um crescimento acumulado de 80% em 2008. E o governo não investe. Este ano estão previstos R$ 140 milhões para a segurança, e até agora ele gastou R$ 13 milhões.

Sobre os investimentos, quais as áreas que o senhor identifica como problemáticas?

É incrível, mas se você chegar nessa região [Sul da Bahia], não vai encontrar uma escola que tenha sido iniciada e concluída nesse governo. Hoje mesmo, acabei de mostrar, o governo usou dados que não são verdadeiros, em um artigo que escreveu, sobre a queda do analfabetismo na Bahia. Então, o que vemos é que ele ficou esse tempo tentando desculpar o fracasso de sua administração com essa história da herança maldita. O povo espera que ele comece a trabalhar.

Recentemente o deputado federal Félix Mendonça (DEM), declarou voto em Wagner, e ainda acusou vários seguidores do carlismo de não serem carlistas, o senhor incluído. Como o senhor vê essa disputa pelo espólio político do ex-senador ACM?

Quem nos faz oposição adota uma tática interessante. Diz o tempo todo que o carlismo acabou e fala a toda hora em anticarlismo, como uma tentativa de iludir o povo. A verdade é que o momento é diferente, são três forças políticas que vão disputar as eleições no próximo ano. O que está parecendo até agora? Um sentimento de desaprovação do povo da Bahia ao governo.

E isso favorece a oposição.

Favorece a oposição. E, no campo da oposição, acho que nós temos mais legitimidade, porque desde o primeiro momento, com coerência, com identidade, nos mantivemos na oposição. Não uma oposição sistemática, mas responsável, que em nenhum momento tenta prejudicar o estado.

Essa semana apareceu uma pesquisa, divulgada pelo deputado ACM Neto, em que o senhor aparece muito bem posicionado. O senhor tem conhecimento dela?

Eu não tive acesso a essa pesquisa. Mas o dado importante é que todas as pesquisas mostram um baixo índice de aprovação do governo e um baixo índice de intenção de voto no governo. Essa será uma eleição com tendência para a oposição.

O senhor acha que seria então uma disputa, ao final, entre PMDB e DEM?

Não, não. Eu não quero deixar ninguém molestado com o que vou dizer, mas se existe uma polarização, ela se dá entre a coligação DEM/PSDB e o PT.

PAULO SOUTO NÃO VIU PESQUISA DE ACM NETO

Souto: pesquisa não é do DEM.

Souto: pesquisa não é do DEM.

O ex-governador Paulo Souto disse ontem à noite ao Pimenta que não tem conhecimento da pesquisa que o deputado federal ACM Neto divulgou esta semana. Segundo ele, nem mesmo a informação do instituto ao qual foi atribuída a autoria da consulta está correta (leia aqui).

“Aquilo foi um levantamento feito por um grupo independente, de São Paulo, que sai pelos estados fazendo esse tipo de consulta. [ACM] Neto teve acesso aos números, em São Paulo, e divulgou em seu twitter. Como o PMDB sabe que o Instituto Dataquali trabalha com o DEM, logo o presidente Lúcio Vieira fez a associação. Mas não é nossa”.

Perguntado, Souto também disse não ter conhecimento dos detalhes da tal pesquisa, e nem mostrou muita confiança nos números divulgados. Mas nem por isso deixou de dar uma pancadinha no governador e pré-candidato à reeleição, Jaques Wagner. “O dado é que todas as pesquisas mostram uma baixa intenção de votos no governo”.

DATA… O QUÊ?

O deputado federal ACM Neto divulgou uma pesquisa (capenga) de intenção de votos para o governo da Bahia em seu twitter. Os números teriam sido apurados pelo instituto Dataquali, e mostram Paulo Souto com 35% das intenções de voto, contra 31% do governador Jaques Wagner (PT) e 12% do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.

Não foi informado nenhum outro detalhe sobre a tal consulta, como número de entrevistados, período em que os questionários foram aplicados ou mesmo as localidades em que foram feitas as entrevistas. Como era de se prever, a reação do PMDB foi imediata.

Segundo o site Política Livre, o presidente do partido na Bahia, Lúcio Vieira Lima, foi direto ao ponto: “esse foi o mesmo instituto que garantiu a vitória de ACM Neto na eleição para prefeito de Salvador, em 2008”. Neto, como se sabe, sequer foi para o segundo turno. A provocação não ficou só nisso. “Tenho certeza que o DEM vai nos apoiar no segundo turno, como aconteceu em 2008”.

PMDB DIVIDIDO ENTRE CANDIDATO PRÓPRIO E DILMA

Os peemedebistas que votaram numa enquete do partido sobre a disputa presidencial em 2010 preferem uma candidatura própria a apoiar a petista Dilma Roussef: 41,16% ante 39,9%, segundo a consulta no site.

Neste cenário, 13,29% preferem que o PMDB vá de José Serra (PSDB) e outros 5,65% optaram por liberdade às bases para apoiar quem bem entender. A enquete registrou 4.551 votos.

AGULHÃO CONFESSA QUE NÃO ENTENDE MAIS NADA

O trovador Agulhão Filho, por assim dizer, jogou a toalha. E roga aos leitores que o ajudem a entender a conjuntura política baiana, mesmo acreditando que o público esteja igualmente confuso. “Nem Octávio Mangabeira, especialista em baianidades, seria capaz de explicar tamanha barafunda”, diz o trovador, com pessimismo:

O que mostra a propaganda
é de nos causar terror:
do jeito que a coisa anda,
é Waldir pra senador,
Jaques Wagner em derrapagem,
Geddel fazendo chantagem,
e Souto… governador!
.
Então me diga você:
a Bahia está doente?
Félix agora é PT (!!!),
Pedro Egídio não dá dente…
A Bahia envelheceu?
Mudou ela ou mudei eu,
que fiquei muito exigente?

WAGNER DEFENDE ALIANÇA COM ‘CARLISTAS’

Na visita a Coaraci, no sul da Bahia, o governador Jaques Wagner adotou tom messiânico e defendeu a sua política de alianças que tem atraído ex-carlistas para o governo e, provavelmente, o palanque eleitoral em 2010.

Os críticos internos, diz Wagner, têm de entender que não há outro caminho para vencer o pleito de outubro do próximo ano se não for através da construção de alianças. “Sigo o exemplo do presidente Lula”, observou.

No palanque oficial deste sábado, em Coaraci, estava um dos críticos ferozes desta aliança, o deputado federal Geraldo Simões – que estava bem tranquilo e conversou naturalmente com o governador.

Dentre os “ex-carlistas” no governo de Wagner estão os secretários estaduais Roberto Muniz (agricultura) e João Leão (infraestrutura). Também neste sábado, uma das surpresas políticas foi a declaração pública de voto do deputado federal Félix Mendonça (DEM), que anunciou ir de Wagner em 2010.

Wagner esteve em Coaraci para inaugurar uma unidade ‘compacta’ do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), a biblioteca pública Antônio Ribeiro Santiago, a reforma da praça Pedro Procópio e a passarela Alcebíades Sales. Além disso, também foram entregues títulos de terra e anunciada a reforma do Hospital Geral de Coaraci, que passa a ser administrado pelo município.

FÉLIX MENDONÇA, DO DEM, VOTARÁ EM WAGNER

Carlista roxo votará em Wagner, do PT.

Carlista roxo votará em Wagner, do PT.

Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB) seriam as opções naturais, mas o deputado federal Félix Mendonça disse que votará pela reeleição do governador Jaques Wagner (PT). A declaração de voto ocorreu durante participação do deputado do DEM no programa Resenha da Cidade, apresentado pelo vereador e radialista Roberto de Souza.

Ele falou sobre política e também da sua origem, o carlismo. Nem Paulo Souto nem Antônio Imbassahy podem se dizer carlistas ou assumir o legado da corrente política, na opinião de Félix. Para ele, só o deputado federal e colega de bancada ACM Neto pode se arvorar, digamos, carlista de boa cepa.

Félix Mendonça surgiu na política na década de 60 e teve sua história sempre ligada ao senador ACM, falecido em 2007. Agora, ele muda de lado e declara seu voto no PT. Ex-prefeito de Itabuna e deputado federal por vários mandatos, Félix deixará a política. 

O carlista de quatro costados passará o bastão para o filho Félix Júnior, que sairá candidato a deputado federal pelo PDT, partido que, não por acaso, integra a base de apoio ao governador Jaques Wagner.

PV DE OLHO NA CADEIRA DE WAGNER

Do Bahia Notícias

A Executiva Nacional do PV decidirá se o partido concorrerá com chapa própria nas eleições para governador da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo neste sábado (31). O encontro acontece no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), em Belo Horizonte, e contará com a presença do presidente regional, Ivanilson Gomes, além do deputado federal Luiz Bassuma, cuja legenda já declarou que ele vai concorrer na disputa pelo Palácio de Ondina em 2010.

O prefeito de Licínio de Almeida, Alan Lacerda, e o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Juliano Matos, também participam do evento.

ZEZÉU SENTE (NOVO) CHEIRO DE TRAIÇÃO AO ‘GALEGO’

Zezéu: críticas a Wagner e neoaliados.

Zezéu: críticas a Wagner e neoaliados.

O deputado federal e coordenador da bancada nordestina na Câmara, Zezéu Ribeiro, considera que o governador Jaques Wagner tem se arriscado muito em suas alianças partidárias – e pode sofrer nova traição política. O parlamentar concedeu entrevista ao Jornal Bahia Online e soltou o verbo, mirando o PP baiano:

– O governo tem se submetido à chantagem de uma direita retrógrada que não vai ficar com a gente e que tem estado pela vantagem pessoal, pelo cargo, pela obra, pela facilidade de sobrevida da política passada.

Segundo Zezéu, esta observação foi feita, pessoalmente, ao governador, que acredita que não será traído por duas vezes (a primeira foi com o PMDB, que abandonou a base em agosto deste ano e fazia campanha dentro do governo).

A entrevista está imperdível e pode ser conferida em www.jornalbahiaonline.com.br






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