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:: ‘eleições 2018’

BOLSONARO LEMBRA COLLOR

marco wense1Marco Wense

 

Collor era o “caçador de marajás”. Bolsonaro é o “caçador de bandidos”. O eleitor de Collor dizia que ele iria acabar com os marajás. O de Bolsonaro diz que ele vai acabar com os bandidos.

 

Recebi uma avalanche de críticas sobre um comentário que fiz nas redes sociais em relação à semelhança entre a campanha de Bolsonaro com a do então presidenciável Fernando Collor.

Muitos também elogiaram. Mas os que não gostaram superaram os que ficaram do meu lado. Fui “derrotado” na proporção de 3 para 1.

Não fiz uma comparação pessoal entre Bolsonaro e Collor e nem citei nenhum item fora do campo político, onde a disputa pelo poder é assentada no vale tudo.

Emitir uma opinião no que diz respeito ao marketing de cada um. Os bolsonaristas, no entanto, acharam que eu estava dizendo que eram bandas da mesma laranja ou farinhas do mesmo saco.

“É incrível como a campanha de Bolsonaro lembra a de Collor. Era modismo votar em Collor. Agora é Bolsonaro. Depois vão chorar o leite derramado”, diz o comentário.

Collor era o “caçador de marajás”. Bolsonaro é o “caçador de bandidos”. O eleitor de Collor dizia que ele iria acabar com os marajás. O de Bolsonaro diz que ele vai acabar com os bandidos.

Mas o que me chamou mais atenção, foi um internauta, até esclarecido, dizer que ia votar em Bolsonaro porque queria andar armado, com o revólver na cintura.

Bolsonaro, que é o segundo colocado nas pesquisas de intenção de votos, atrás do ex-presidente Lula, é um ardoroso defensor da liberação das armas e do “bandido bom é bandido morto”.

O messianismo político-demagógico, tão comum em época de eleição, não é o caminho para que o eleitor tome uma decisão em relação ao seu candidato à presidência da República.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

RUI, NETO E O ENLAMEADO PMDB

marco wense1Marco Wense

 

Quando questionados sobre o PMDB, tanto Rui Costa como ACM Neto dão respostas evasivas ou fogem das perguntas como o diabo da cruz.

 

O que ainda faz o PMDB ser procurado é o invejável tempo que o partido dispõe no horário eleitoral, salvo engano quase cinco preciosos minutos.

E aí me lembro da campanha do médico Antonio Mangabeira na sucessão do prefeito Claudevane Leite. O pedetista, obviamente do PDT, tinha 22 segundos na telinha.

Foi um Deus nos acuda. Não deu nem para o vice falar alguma coisa. A turma do marketing, mesmo com esses segundinhos, deu um show de competência.

Mangabeira foi o segundo mais votado com 18.813 votos, seguido de Augusto Castro (PSDB), Capitão Azevedo (PTB), Geraldo Simões (PT) e Davidson Magalhães (PCdoB).

Fernando Gomes, então candidato do DEM, com o apoio do PT, foi eleito. É bom lembrar que Mangabeira teve mais votos do que Simões e Magalhães juntos.

Os motivos que levam o governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto a evitar comentários sobre o enlameado PMDB são um pouco diferentes.

O alcaide soteropolitano pensa no PMDB na sucessão estadual. Já o petista não quer atrapalhar as articulações do petismo com o peemedebismo na eleição presidencial.

Lula anda de namoro com várias lideranças do PMDB, inclusive com o senador Renan Calheiros, um dos responsáveis pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

Com essa aproximação, os petistas jogam na lata do lixo o discurso do “golpe” e irrita os segmentos do PT que ainda se mantém com credibilidade.

Quando questionados sobre o PMDB, tanto Rui Costa como ACM Neto dão respostas evasivas ou fogem das perguntas como o diabo da cruz.

Ao ser indagado sobre sua opinião em relação a uma eventual prisão dos irmãos Vieira Lima, Rui saiu pela tangente: “Não gosto de absolver nem condenar ninguém”.

“Não tenho bola de cristal”, diz Neto sobre o futuro do PMDB, que já foi o MDB de Ulysses Guimarães e de tantos outros políticos de respeito.

Rui Costa e ACM Neto, quando o assunto é o PMDB, agem da mesma maneira. Ambos são escorregadios.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

PROPAGANDA DE ACM NETO NAS RUAS DE ILHÉUS

IMG-20171011-WA0020Carro que circulava por Ilhéus nesta véspera de Feriado de Aparecida exibia propaganda de pré-candidato ao Palácio de Ondina ACM Neto, prefeito de Salvador. O veículo, flagrado no Malhado, ressurge depois de o governador Rui Costa ocupar bom espaço na mídia regional – menos em uma certa emissora de TV – com a assinatura do contrato para duplicar a Rodovia Ilhéus-Itabuna. O ressurge é porque o carro já havia causado frisson, no início deste ano, nas ruas da Terra de Gabriela.

SENADO APROVA CLÁUSULA DE BARREIRA E FIM DE COLIGAÇÕES; VEJA PRAZOS

Senado aprova cláusula de desempenho e fim de coligações | Foto Wilson Dias/AB

Senado aprova cláusula de desempenho e fim de coligações | Foto Wilson Dias/AB

Da Agência Brasil

O plenário do Senado aprovou hoje (3), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a coligação de partidos para eleições proporcionais e estabelece a cláusula de desempenho, que gradativamente impede a propaganda de rádio e TV e o repasse de dinheiro do fundo partidário a partidos pequenos.

Aprovada na semana passada pela Câmara, a emenda constitucional será promulgada pelo Congresso Nacional nos próximos dias para que possa valer nas eleições de 2018. No caso das coligações partidárias, a proibição valerá a partir de 2020.

Com aprovação unânime, as discussões entre os senadores foram rápidas, já que o projeto é originário do próprio Senado. Na Câmara, após várias semanas de debates, os deputados aprovaram a PEC 282/2016 (convertida no Senado em PEC 33/2017) mas, como a proposta foi alterada, precisou ser votada novamente no Senado. Até o momento, esta é a única proposição sobre a reforma política que valerá para o próximo pleito.

DESEMPENHO 

A emenda cria uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

A partir de 2030, somente os partidos que obtiverem no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos estados, terão direito aos recursos do Fundo Partidário. Para ter acesso ao benefício, os partidos também deverão ter elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos um terço dos estados. :: LEIA MAIS »

PDT, MANGABEIRA E A SUCESSÃO ESTADUAL

marco wense1Marco Wense

 

A executiva do PDT de Itabuna, os membros do diretório, sua militância e os simpatizantes da legenda vão caminhar do lado do médico Antonio Mangabeira França.

 

De início é bom dizer que foi a cúpula do PT, com o aval do governador Rui Costa, que traiu a base aliada no último processo sucessório de Itabuna.

Digo a cúpula, porque a traição não teve o apoio do diretório municipal e da sua militância, que continuaram firmes com a candidatura de Geraldo Simões.

Geraldo, vítima de cruel perseguição do secretário Josias Gomes (Relações Institucionais), chegou a definir a união entre Rui Costa e Fernando Gomes como “casamento de cobra com jacaré”.

Quando o PT sentiu que o então candidato do DEM iria ganhar, passou a paparicá-lo, como se Fernando Gomes fosse um velho companheiro. De repente, uns e outros viraram fernandistas desde criancinhas.

O estranho e inusitado apoio a Fernando não ficou restrito ao campo político, acabou se estendendo para garantir sua elegibilidade e torná-lo ficha limpa perante a Justiça.

O deputado Félix Júnior, presidente estadual do PDT, até que tentou dissuadir o comando petista a não apoiar o demista, levando Mangabeira a ter uma conversa com o governador.

O chefe do Executivo, no entanto, se deixou levar pelo disse-me-disse da articulação política do governo, com o fajuto e simplório argumento de que Mangabeira teria participado do movimento “Fora Dilma”.

Pois é. O “Fora Dilma” terminou influenciando o governador a não apoiar o candidato bem-intencionado, que poderia fazer um bom governo, combatendo implacavelmente a corrupção.

O engraçado é que Fernando Gomes, além de participar do “Fora Dilma”, passou a vida toda dizendo coisas impublicáveis em relação ao PT e aos petistas.

Recentemente, o alcaide disse que não tem nenhum acordo com o PT e, muito menos, com a eleição de Jaques Wagner para o Senado, que seu único compromisso é com Rui Costa.

Pessoas bem próximas do governador, em conversa com este modesto comentarista, afirmam que a cúpula do PT estaria arrependida de ter apoiado Fernando.

Arrependida ou não, o leite já foi derramado. A Inês é morta. Agora fica torcendo para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não decida por uma nova eleição em Itabuna.

Ora, ora, quem pariu “Mateus” que balance. Mangabeira, depois de tudo, de toda essa inominável traição, apoiar à reeleição de Rui? Tenha santa paciência.

O engraçado é que os petistas, com algumas pouquíssimas exceções, fecharam os olhos para as mãos dadas do governador com o prefeito Fernando Gomes. O silêncio foi ensurdecedor.

Quer dizer que as parcerias do PT são intocáveis, não podem ser contestadas, estão protegidas pelo manto da sobrevivência política e do pragmatismo.

Quando é outro partido que se mexe no tabuleiro da sucessão estadual, aí é incoerência, insensatez, contrassenso e seus sinônimos.

Não existe nada mais absurdo do que, por exemplo, essa aliança de Lula com o senador Renan Calheiros (PMDB), que foi o responsável maior pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Tenho dito que a reaproximação com Calheiros e, por tabela, com o PMDB – dos nove Estados do Nordeste, o PT pretende se aliançar com o PMDB em cinco –, é uma falta de respeito a Dilma.

E mais: essa reconciliação com o PMDB joga o discurso do golpe na lata do lixo. Ou seja, de “golpistas”, os peemedebistas passam a ser aliados de primeira hora.

“Pô, eu me aliei ao PMDB e o PMDB fez essa lambança”, diz o petista Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e substituto de Lula se o ex-presidente ficar inelegível.

O problema é que a ala saudosista do PT acha que o PMDB não fez “lambança” nenhuma, que tudo que estão dizendo dos caciques da legenda é pura invencionice da imprensa.

“Esquecem”, com um cinismo impressionante, que o PMDB é o partido do “quadrilhão” da Câmara dos Deputados, o abrigo de Moreira Franco, Eliseu Padilha, Geddel e companhia Ltda.

O PT não está mais em condições de ficar patrulhando outras legendas, já perdeu a luminosidade da sua estrela. É melhor ficar cuidando do seu próprio quintal, que anda precisando de uma limpeza.

Portanto, Mangabeira toma a decisão certa em não apoiar o segundo mandato de Rui Costa e buscar outras forças e lideranças políticas, como ACM Neto, pré-candidato na sucessão do Palácio de Ondina.

A executiva do PDT de Itabuna, os membros do diretório, sua militância e os simpatizantes da legenda vão caminhar do lado do médico Antonio Mangabeira França.

É o PT que deve uma explicação, até mesmo um pedido de desculpa. O honroso PDT de Itabuna, que tive a honra de presidir por duas vezes, vai continuar fazendo política com P maiúsculo.

Marco Wense é articulista político e editor d´O Busílis.

E AS RUAS, KATAGUIRI?

marco wense1Marco Wense

 

Para Kataguiri, acabou a roubalheira nos cofres públicos. O MBL foi um instrumento para alavancar suas conveniências e pretensões políticas.

 

Kim Kataguiri, um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL), se diz pré-candidato a deputado federal pelo PSL, mesmo tendo resistências ao seu nome entre as lideranças da legenda.

Com Michel Temer na Presidência, Kim se afastou das ruas, como se a corrupção fosse uma exclusividade dos governos de Lula e Dilma, ambos do PT.

O MBL sumiu. Escafedeu-se. Sem dúvida, a prova inconteste de que todo aquele oba-oba não tinha nada a ver com o combate à corrupção, com o “Fora Dilma”.

Para Kataguiri, acabou a roubalheira nos cofres públicos. O MBL foi um instrumento para alavancar suas conveniências e pretensões políticas.

E as ruas, Kataguiri? Que rua nada! Kim agora só quer saber dos bastidores, do tititi da política e das conversas reservadas. O povo que se dane.

Marco Wense é articulista político e editor d´O Busílis.

MANGABEIRA FECHA COM ACM NETO E JUSTIFICA: “RUI PREFERIU O FICHA SUJA”

Mangabeira fecha apoio a ACM Neto em 2018

Mangabeira fecha apoio a ACM Neto em 2018

O médico Antônio Mangabeira (PDT) confirmou que apoiará o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), na disputa ao Palácio de Ondina em 2018. O argumento para não marchar com Rui Costa é visceral: quando concorreu à Prefeitura de Itabuna, ano passado, Mangabeira acabou preterido.

O governo estadual foi para a disputa dividido entre Fernando Gomes (DEM) e Capitão Azevedo (PTB). A 30 dias do pleito, fechou de vez com Fernando. E selou no momento em que o pedetista mais crescia. Magoado, Mangabeira assim justificou a sua decisão ao jornalista Luan Santos, da Coluna Satélite, do Correio24h.

– Rui preferiu o ficha suja e sua imensa rejeição – disse, sem citar o nome de Fernando, que vem recebendo todos os paparicos e atenção do governador Rui Costa – o petista estará em Itabuna logo mais, a convite do prefeito, para participar da Expoita 2017.

Quando esteve em Itabuna e Buerarema, há dez dias, ACM Neto reservou espaço na agenda para conversar, pessoalmente, com o preterido. Acompanhado do empresário Samuca Franco e do vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis, ACM Neto foi à casa do médico.

Do encontro, o pré-candidato do DEM saiu com a quase garantia de apoio de Mangabeira. E a garantia veio depois de reuniões ao longo dos últimos dias, sendo selada na sexta (22). “Neto, inclusive, me ofereceu o comando do DEM de Itabuna”.

Mangabeira deverá ser candidato a deputado federal em 2018. Pode levar, consigo, outros apoios, como o do ex-vereador e candidato à Prefeitura de Ilhéus Cosme Araújo, também pedetista. O ex-candidato a prefeito quer se consolidar como principal nome de oposição a Fernando no município.

ACM NETO PARA FERNANDO: “O TEMPO NÃO É BOM PARA QUEM NÃO SABE ESPERAR”

Neto alfineta Fernando e nega que esteja em campanha pelo interior

Neto alfineta Fernando e nega que esteja em campanha pelo interior

ACM Neto almoçou com aliados em Itabuna e participou da festa de aniversário de Buerarema neste domingo (17). Aproveitou o intervalo entre um compromisso e outro para dar estocadas em um ex-aliado e, agora, inimigo político.

“O tempo só não é bom para quem não sabe esperar”, filosofou o neto do falecido ACM em entrevista exclusiva ao repórter Wadson Santos. Era, claro, uma referência ao ex-aliado Fernando Gomes, prefeito de Itabuna e ex-DEM. “Na minha vida, aprendi a reconhecer o tempo das coisas”, completou.

Neto e Fernando romperam relações políticas – e pessoais – em 2016, quando o líder do DEM quis impor a Fernando a candidatura do deputado estadual Augusto Castro (PSDB) na disputa pelo gabinete mais vistoso do Centro Administrativo Firmino Alves. O episódio azedou a relação do agora prefeito com o deputado.

Ainda na entrevista, Neto enfatizou sua relação “histórica” com Itabuna e disse que preferia não comentar sobre o rompimento. “Eu prefiro, neste momento, não fazer comentários sobre questões locais. Tudo na hora certa, no momento adequado”.

PRÉ-CAMPANHA

O prefeito de Salvador veio ao sul da Bahia acompanhado de deputados, dentre eles os tucanos Jutahy Jr. e Augusto Castro, e o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM). Em Buerarema, reuniu-se com políticos e lideranças regionais em um evento no Rotary Club.

Neto tentou tirar a conotação eleitoral de sua visita. “Campanha só ano que vem”, observou, afirmando ter agido com cautela. “Sequer temos feito pré-campanha. Não adianta querer antecipar o processo eleitoral. Temos que avaliar as coisas, a vontade dos baianos”. Redação Pimenta.

DISPUTANDO O APOIO DO FERNANDISMO

marco wense1Marco Wense

 

O ponto em comum de Sérgio e Moreira, pelo menos aqui em Itabuna, é que vão fazer suas campanhas sem pedir votos para a reeleição do governador Rui Costa (PT).

 

A disputa entre Sérgio Gomes e Rafael Moreira, ambos pré-candidatos a deputado estadual, tende a ficar mais intensa com a proximidade da eleição.

Moreira, toda vez que é questionado sobre sua legítima pretensão, sempre deixa nas entrelinhas que o prefeito Fernando Gomes vai apoiá-lo em detrimento de Sérgio Gomes.

Essa insinuação – ou impressão, se o leitor preferir – faz Sérgio ficar irritado a cada entrevista de Rafael, que precisa entender que seu concorrente é filho do alcaide.

É natural que Rafael procure mais espaços no governo e a simpatia do pessoal do primeiro e segundo escalões. Mas soa como provocação o desafio em relação ao apoio de Fernando Gomes.

Fica parecendo que Moreira sabe de alguma coisa, que Sérgio não vai ser candidato em virtude de um acerto que tem com o chefe do Executivo.

Moreira pretende se filar a um partido da base aliada do petismo, mas descartou qualquer possibilidade de ir para o PT e o PCdoB. Seu candidato a deputado federal é Josias Gomes, secretário estadual de Relações Institucionais.

O ponto em comum de Sérgio e Moreira, pelo menos aqui em Itabuna, é que vão fazer suas campanhas sem pedir votos para a reeleição do governador Rui Costa (PT).

Muitos eleitores de Rafael e Sérgio vão votar em ACM Neto (DEM) na sucessão ao Palácio de Ondina. Tem gente graúda na prefeitura condicionando o apoio a uma neutralidade diante do segundo mandato do governador.

Tem também os antipetistas radicais, que andam dizendo que não vão votar em Rafael Moreira em decorrência dessa sua dobradinha com Josias Gomes.

O que se espera é que Rafael Moreira e Sérgio Gomes percorram o caminho da paz e da civilidade. O sol nasceu para todos.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

ANUNCIAÇÃO E O “VOLTA, WAGNER”

marco wense1Marco Wense

 

O PT sabe com quem mexe. E logo quem, o Coronel, que pode a qualquer provocação chutar o pau da barraca.

 

Jaqueses Wagner, de maneira incisiva, descartou qualquer possibilidade de sair candidato ao Palácio de Ondina na eleição de 2018.

“Chance zero”, disse o ex-governador e atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, se mostrando surpreso com o assunto e até irritado.

“Não existe nenhum movimento neste sentido na base aliada. Isso deve ter partido do lado de lá”, desabafou o não menos chateado Everaldo Anunciação, presidente do PT da Bahia.

Até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que só tem uma hipótese que poderia levar Wagner para a disputa: uma acentuada impopularidade do governo Rui Costa.

O risco de uma não reeleição levaria o petismo a convencer Wagner a sair candidato. A última pesquisa aponta um empate técnico entre Rui e ACM Neto, com o prefeito de Salvador na frente.

Acontece que o “Volta Wagner” não foi parido na oposição, como insinua Anunciação. Surgiu pela voz do inquieto Ângelo Coronel, filiado ao PSD do senador Otto Alencar.

Como o Coronel é o presidente da Assembleia Legislativa, e desses que não tem papas na língua, o PT preferiu atribuir a origem do “Volta Wagner” ao oposicionismo.

O PT sabe com quem mexe. E logo quem, o Coronel, que pode a qualquer provocação chutar o pau da barraca.

Marco Wense é editor d’O Busílis.

E AGORA, PT?

marco wense1Marco Wense

 

O PT vai ser solidário com Wagner ou ficar do lado de Fernando Gomes, que não quer saber de PT, PT, PT de jeito nenhum?

 

Esse Fernando Gomes não é fácil. Esperou o resultado final do julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para dizer que não tem compromisso nenhum com o PT.

Cozinhou o PT em banho-maria. Usou, usou e agora descartou. E para mostrar sua independência, ainda disse, com todas as letras maiúsculas, que não vai votar em Jaques Wagner para o Senado.

“Eu apoio Rui Costa, não tenho compromisso com Wagner e nem com o PT”, verberou o prefeito de Itabuna, deixando claro que o ex-governador é adversário político.

E mais: em conversas reservadas, no chamado núcleo duro do fernandismo, já há uma decisão de não apoiar uma eventual candidatura de Lula – ou de qualquer outro petista – na eleição presidencial de 2018.

E agora? Como é que o comando estadual do PT, sob a batuta de Everaldo Anunciação, vai se comportar diante da “rebeldia” do alcaide?

O PT vai ser solidário com Wagner ou ficar do lado de Fernando Gomes, que não quer saber de PT, PT, PT de jeito nenhum?

Fernando Gomes pode até usar a expressão da ex-presidente Dilma Rousseff: Nem que a vaca tussa eu apoio Lula, Wagner e nem deputado do PT.

Que coisa, hein! Coisas da política. Do movediço e traiçoeiro mundo político.

Marco Wense é o editor d´O Busílis.

COMISSÃO DA CÂMARA APROVA “DISTRITÃO” PARA ELEIÇÕES DE 2018 E 2020

Comissão aprova "distritão" em reforma política || Foto Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Comissão aprova “distritão” em reforma política || Foto Fábio Pozzebom/Agência Brasil

A comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou na madrugada de hoje (10) um destaque que modificou o texto-base aprovado na noite de ontem (9) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03 e alterou o sistema eleitoral para as eleições de 2018 e 2020, que passará a ser feita pelo chamado distritão. Por esse sistema, serão eleitos os candidatos mais votados para o Legislativo, sem levar em conta os votos recebidos pelo conjunto dos candidatos do partido, como é o sistema proporcional adotado atualmente.

O texto apresentado originalmente pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), mantinha o sistema eleitoral atual para 2018 e 2020 e estabelecia que o sistema de voto distrital misto, que combina voto majoritário e em lista preordenada, deve ser regulamentado pelo Congresso em 2019 e, se regulamentado, passa a valer para as eleições de 2022.

A mudança foi aprovada por 17 votos a 15, em destaque do PMDB, com apoio das bancadas do DEM, do PSDB, do PSD e do PP e o distritão seria um modelo de transição ao distrital misto, que valeria a partir de 2022, mantendo a necessidade de regulamentação pelo Congresso.

“Nós precisamos de um tempo para montar a distribuição dos distritos no Brasil. E o ‘distritão’ caminha para esse novo sistema, quebrando com o sistema proporcional que gerou um desgaste enorme até hoje”, disse o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ).

O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) considera a mudança de modelo na votação para o Legislativo essencial. “O modelo atual está esgotado. Não dá para fingir que está tudo bem e continuar com o sistema atual, vamos de ‘distritão’ na transição para um sistema misto mais elaborado e transparente a partir de 2022”, disse.

OPOSIÇÃO

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) considerou o distritão “um modelo elitista, no qual prepondera a presença individual, quando o Parlamento é, por natureza, coletivo na sua atribuição”.

O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), argumentou que nada impede que a transição seja o modelo proporcional. “Não é verdade que adotar o distritão seja uma transição, o maior risco é que se torne permanente com a eleição de um Congresso em 2018 completamente diferente do atual e que dificilmente vai regulamentar o distrital misto”, disse.

O presidente da comissão que analisa a proposta, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), adiou a votação dos destaques de bancada que ainda não foram analisados para as 10 h desta quinta-feira. Com informações das agências Brasil e Câmara.

PR, PSD, PP E A SUCESSÃO ESTADUAL

marco wense1Marco Wense || O Busílis

 

A desculpa para um eventual apoio ao prefeito soteropolitano serve para o PR, o PP e o PSD. Suas lideranças vão dizer que seguem uma decisão do comando nacional.

 

A ordem no PR é não fechar a porta para ACM Neto, já que a chance de integrar a chapa majoritária governista é cada vez mais remota.

A vice deve continuar com João Leão, do PP. Uma vaga para o senado é de Jaques Wagner (PT). A outra é do PSD do senador Otto Alencar.

O ponto comum entre o PP, PR e o PSD é que fazem parte do chamado “centrão”, grupo que apoia o governo Temer na base do toma-lá-dá-cá.

Outro detalhe é que as cúpulas desses partidos, alojadas lá em Brasília, são contrárias a essa aliança com o governador Rui Costa, preferem apoiar ACM Neto na disputa pelo Palácio de Ondina.

Quando o assunto é o centrão do Jaburu, os petistas da Bahia falam cobras e lagartos. Mas quando é o daqui, ficam silenciosos. O da Bahia é legítimo, o de lá é do Paraguai.

PR, PP o PSD se assemelham nas ameaças de rompimento com o governador. O trio costuma mandar recados nas entrelinhas.

Com efeito, quando questionado se o apoio à reeleição de Rui Costa é favas contadas, o senador Otto sempre deixa uma expectativa no ar: “… a não ser que haja acidente de percurso”.

Esse “acidente de percurso” é o mesmo do deputado José Carlos Araújo, presidente estadual do PR, e do PP do vice Leão. Ou seja, apoiar ACM Neto se ficar fora da majoritária.

A desculpa para um eventual apoio ao prefeito soteropolitano serve para o PR, o PP e o PSD. Suas lideranças vão dizer que seguem uma decisão do comando nacional.

E o que pode amenizar essa disputa para compor a majoritária governista? Sem dúvida, os resultados de pesquisas de intenções de voto colocando ACM Neto na frente.

Neste caso, a briga passa a ser com o PMDB dos irmãos Vieira Lima, o PSDB de João Gualberto e o DEM de Aleluia.

Marco Wense é articulista d’O Busílis.

BEBETO NEGA “RACHA” NO PSB E DEFENDE VAGA PARA LÍDICE NA CHAPA DE RUI

Bebeto e Lídice negam racha no PSB.

Bebeto e Lídice negam racha no PSB.

Líderes do PSB baiano, o deputado federal Bebeto Galvão e a senadora Lídice da Mata concederam entrevista para abordar o momento nacional e as movimentações do partido no Estado. O deputado federal defendeu pesquisas de opinião para a formação da chapa majoritária de Rui Costa na tentativa de reeleição em 2018.

– Estamos trabalhando e iremos trabalhar pela sua manutenção [do nome de Lídice na chapa majoritária]. Se isso acontecer, ele vai ter que enfrentar a Bahia e suas pesquisas, que desejam que a senadora Lídice esteja compondo com o governador Rui. A nossa posição é de manter a senadora em uma futura chapa do governador Rui Costa – disse o parlamentar.

A posição de Bebeto também serviu como tentativa de dissipar boatos de ruptura entre ele e a senadora baiana. Lídice também afastou essa suposta dissidência ao afirmar estar do mesmo lado que Bebeto, embora tenha assumido que o partido tem quatro correntes políticas. “Eu e Bebeto estamos do mesmo lado”, pontuou. Ventilado como um nome do Solidariedade em 2018, Bebeto reforçou a fala da senadora. “Não há possibilidade de qualquer cisão na nossa relação”.

NILO OU O CORONEL?

marco wense1Marco Wense

 

O governador Rui Costa, assim como fez sua opção por Fernando Gomes, em detrimento do médico Antônio Mangabeira, vai ter que decidir entre Nilo e o Coronel.

 

O governador Rui Costa (PT), mais cedo ou mais tarde, vai ter que decidir se prefere o apoio de Marcelo Nilo (PSL) ou de Ângelo Coronel (PSD).

O ideal seria se o chefe do Executivo ficasse com os dois deputados do seu lado, unidos em torno do legítimo direito de disputar o segundo mandato.

O problema é que Nilo e o Coronel se tornam cada vez mais distantes e imprevisíveis quando o assunto é a eleição de 2018.

Nilo não quer o Coronel no mesmo palanque e vice-versa. Ambos estão dando declarações que soam como uma espécie de ultimato ao governador: ou eu ou ele.

Quando questionado sobre seu apoio, se fica com Rui Costa ou ACM Neto, Nilo diz que a resposta “só depois do carnaval”.

O Coronel, atual presidente da Assembleia Legislativa, não perde a oportunidade de dizer que “o PSD tem que ter candidatura própria ao Palácio de Ondina”.

A candidatura a qual se refere o comandante do Parlamento é a do senador Otto Alencar, que é do mesmo partido do Coronel, o PSD.

O coronel, que tem um estilo muito parecido com o de Nilo, vai mais longe: “Não tendo candidato, quero ir para o Senado”.

O imbróglio é que uma das vagas para o Senado da República – a outra é de Jaques Wagner – está sendo disputada por quatro pretendentes.

O governador Rui Costa, assim como fez sua opção por Fernando Gomes, em detrimento do médico Antônio Mangabeira, vai ter que decidir entre Nilo e o Coronel.

O prefeito soteropolitano, ACM Neto, sem dúvida o único oposicionista com condições de derrotar Rui, fica esperando o desenrolar do Nilo versus Coronel.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia e editor d´O Busílis.

RUI, O CAPOEIRISTA

Cada vez mais à vontade no sul da Bahia, Rui ensaia passos de capoeira em Canavieiras || Foto Manu Dias

Cada vez mais à vontade no sul da Bahia, Rui ensaia passos de capoeira || Foto Manu Dias

Rui Costa está cada vez mais à vontade em suas andanças pelo sul da Bahia. Além de participar das festividades em homenagem ao padroeiro de Canavieiras, São Boaventura, Rui Costa ainda ensaiou uns passos de capoeira, ontem (9), já treinando para… 2018.

“Estou muito feliz por entregar e anunciar obras importantes para a população desta região do estado. Também me comprometi com o prefeito de Canavieiras em dar apoio na área da saúde. Vamos trazer para cá o mutirão de cirurgias e o programa de rastreamento do câncer de mama. Outro apoio que foi solicitado ao Estado foi na construção de alguns postos de saúde, para dar mais dignidade a quem precisa de atendimento”, disse ele.

O governador foi ao município entregar obras de reforma do Aeroporto Sócrates Resende, no valor de R$ 1.080.292,41, entregou barracas para produtores rurais e entregou equipamentos de pesca para marisqueiras e pescadores do município. Também reinaugurou um posto da Polícia Rodoviária Estadual.

RETORNO AO SUL DA BAHIA

Na próxima quinta (13), Rui retorna ao sul da Bahia para visita ao município de Santa Luzia. Na sexta (14), deverá integrar uma comitiva que recepciona grupo de empresários chineses em Ilhéus. Os orientais planejam investir em projetos como Porto Sul e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) ilheense, projeto de mais de duas décadas e que ainda resiste a sair do papel.

PREFEITO TUCANO DEFENDE REELEIÇÃO DE RUI COSTA

Lula Brandão (camisa escura) é observado por Rui durante visita em Ilhéus || Foto Pimenta

Lula Brandão (camisa escura) é observado por Rui durante visita em Ilhéus || Foto Pimenta

Ibicaraí poderá assistir a dois grupos antagônicos no mesmo palanque em 2018. Assim como o ex-gestor Lenildo Santana (PT), o prefeito Lula Brandão (PSDB) já decidiu com quem vai marchar para o governo estadual em 2018. Não seguirá o caminho natural, o de apoio a um nome do grupo do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Lula defende a reeleição do governador Rui Costa (PT).

Durante a passagem do gestor baiano pelo sul do Estado, na semana passada, Lula participou de quase todos os compromissos da agenda oficial de Rui Costa. Ao PIMENTA, o prefeito de Ibicaraí cita o tratamento recebido do governo estadual desde os primeiros momentos em que assumiu a gestão do município sul-baiano, além do ritmo de obras do petista na Bahia.

Questionando, Lula Brandão disse não temer contrariar a linha do seu partido, o PSDB. No primeiro semestre, o prefeito ibicaraiense participou de audiência em Salvador, após ser convidado por Rui. A vice-prefeita, Adriana Assis, também confirma a aliança com o governador. Lula e Adriana ainda definirão com quais parlamentares vão caminhar em 2018.

SALLES DIZ QUE ACEITA DOBRADINHA COM CACÁ, MAS DISPUTARÁ REELEIÇÃO

Cacá (à esq.) e Salles com a placa de honraria ilheense | Foto Alfredo Filho

Cacá (à esq.) e Salles (c): dobradinha | Foto Alfredo Filho

O deputado estadual Eduardo Salles afirmou ser uma honra fazer dobradinha com Cacá Colchões em 2018, mas descartou disputar vaga à Câmara Federal. Deverá disputar a reeleição. “Não há a menor possibilidade que eu dispute o cargo de deputado federal em 2018. Nenhuma possibilidade. Estou realizado como deputado estadual”, afirma.

Mais cedo, este blog publicou nota sobre as pretensões políticas de Cacá Colchões, ex-vice-prefeito de Ilhéus e empresário. “Aceito, com muita honra, fazer a dobradinha com Cacá Colchões: ele para deputado federal e eu para deputado estadual. Apenas nesta condição. Tenho convicção que desta forma poderíamos ajudar muito Ilhéus”, disse.

Salles disse reconhecer a importância dos parlamentares federais, mas diz que seu perfil político e profissional “serve melhor à Bahia como deputado estadual”. E explica: “Gosto de prestar serviços e estar presente na vida dos municípios, algo mais difícil no exercício da atividade do deputado federal”. O parlamentar ainda fez menção ao que o grupo do ex-prefeito Jabes Ribeiro “fez e faz” em Ilhéus.

CACÁ COLCHÕES DE OLHO EM 2018

Cacá de olho em vaga na Assembleia Legislativa || Foto Divulgação

Cacá está de olho em 2018 || Foto Divulgação

Ex-vice-prefeito de Ilhéus, o empresário Cacá Colchões abriu sua primeira loja em Itabuna. O empreendimento está localizado num dos pontos mais vistosos e movimentados da cidade, o cruzamento da Avenida Amélia Amado com as avenidas Juracy Magalhães e Cinquentenário.

O material publicitário do empreendimento dá toda pinta de que Cacá não abandonará a política tão cedo. Vai na linha do gerando empregos e sonhos.

Cacá tentou a prefeitura de Ilhéus em 2016. Perdeu. Agora, já ensaia pré-candidatura a deputado estadual numa dobradinha com Eduardo Salles. Ambos são do PP. Salles será candidato a deputado federal em 2018.

ACM NETO E O CENÁRIO DE 2018

ACM Neto durante encontro do DEM neste final de semana (Foto Divulgação).

ACM Neto durante encontro do DEM neste final de semana (Foto Divulgação).

Principal nome do campo de oposição ao governador Rui Costa (PT), o prefeito ACM Neto (DEM), de Salvador, ainda titubeia quando o assunto é candidatura em 2018.

– Se o povo da Bahia quiser, vamos estar na luta no ano que vem – disse ele durante encontro da juventude Democratas, no Hotel Golden Tulip, em Salvador.

Segundo o DEM, o encontro reuniu 400 jovens de 68 cidades baianas. Por enquanto, ACM Neto fala em “clamor de mudança e renovação”.

Do lado dos adversários, o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, acredita que Neto não deixará a prefeitura para enfrentar o petista Rui Costa na peleja de 2018. Cutuca o democrata munido de pesquisas – que apontariam Rui em ótima situação – e pílulas da Operação Lava Jato.

O prefeito de Salvador, conforme bastidores, trabalha pela implosão da base aliada do governador. Após consolidar o racha na base petista, Neto apoiaria o nome do senador Otto Alencar (PSD) para a disputa à sucessão baiana. Esta, na análise de hoje, seria a estratégia de maior potencial para a derrota do PT.

Pelo lado democrata, o discurso baterá na tecla do aumento da criminalidade e na perda de competitividade do setor industrial baiano. “Perdemos competitividade e capacidade de gerar emprego e renda no estado. Podíamos estar numa situação bem melhor”, assinala o prefeito.

alba



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