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ELEIÇÕES 2020: PESQUISA EM COARACI MOSTRA EMPATE TÉCNICO E PREFEITO REJEITADO

Panorâmica de Coaraci, no sul da Bahia, que tem vários pré-candidatos em 2020

Pesquisa Sócio Estatística feita neste domingo (1º) em Coaraci revela quadro eleitoral em aberto e gestão do prefeito Jadson Albano (PP) com grande desgaste, conforme o sociólogo Agenor Gasparetto, responsável pelo levantamento. O instituto ouviu 408 eleitores de Coaraci, no sul da Bahia, em pesquisa com margem de erro de 5 pontos percentuais.

Se a eleição ao governo municipal fosse hoje, o prefeito teria chance em um cenário com várias candidaturas, de acordo com a fotografia colhida na pesquisa. Já num cenário de polarização, perderia para a ex-prefeita Josefina Castro (PT), o ex-secretário Kadu Castro e Nino Torquato, conforme as simulações feitas.

Pesquisa estimulada (Coaraci)

Rodrigo do Portal – 0,98%
Jadson Albano – 12,75%
Josefina – 17,65%
Nino Torquato – 14,22%
Kadu Castro – 18,14%
Miltinho do Axé – 4,90%
Carlos Maia – 0,49%
Sinho Fernandes – 1,47%
Robson Reis – 0,25%
Janjão – 2,45%
Chico Bala – 1,72%
Outro – 0,25%
Não sabe – 18,63%
Nulo/branco – 6,13%

O prefeito perderia em eleição polarizada, conforme o instituto, se a eleição fosse hoje:

Jadson x Josefina
Jadson Albano – 16,91%
Josefina – 44,61%
Nulo/branco – 18,87%
Não sabe – 19,61%

Jadson X Kadu
Jadson Albano – 16,67%
Kadu Castro – 45,34%
Nulo/branco – 18,87%
Não sabe – 19,12%

Nino Torquato x Kadu Castro
Nino Torquato – 28,68%
Kadu Castro – 35,29%
Nulo/branco – 16,18%
Não sabe – 19,85%

PREFEITO É O MAIS REJEITADO

Apesar de ainda estar no primeiro mandato, o prefeito Jadson Albano é o mais rejeitado dentre os pré-candidatos mais bem posicionados, conforme a Sócio Estatística. Na pesquisa feita ontem (1º), 63,48% dos eleitores consultados disseram que não votariam em Jadson de jeito nenhum, enquanto 33,82% votariam nele.

Prefeita por dois mandatos, a professora Josefina Castro tem rejeição de 36,76%. Já outros 59,80% dos eleitores disseram que não rejeitam a ex-prefeita. Kadu Castro tem percentual de rejeição semelhante ao da tia e ex-prefeita: 36,78% rejeitam e 61,52% não rejeitam. Já Nino Torquato tem 38,48% de rejeição. Outros 58,58% não rejeitam.

ROSEMBERG DIZ QUE PT PRECISA DEFINIR NOME PARA A DISPUTA À PREFEITURA DE SALVADOR

Líder do Governo na Assembleia, Rosemberg defende que o PT dispute prefeitura

O deputado Rosemberg Pinto (PT) defendeu, em entrevista à Rádio Metrópole, na noite desta quarta-feira (14), que o Partido dos Trabalhadores em Salvador defina um nome para entrar no leque de pré-candidaturas dos partidos da base do governador Rui Costa (PT) para disputar as eleições municipais de 2020 na capital baiana.

“O PT tem quatro nomes. Já disse que quem tem quatro não tem nenhum. Ou o PT afunila para um só ou assumirá publicamente que não tem candidato. Defendo que o PT apresente um nome, não precisa ser eterno, a não ser que consiga aglutinar os outros partidos [da base]”, afirmou.

O petista, que coordena a Bancada da Maioria na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), defende a aliança entres as legendas aliadas ao governo Rui para enfrentar o candidato que será escolhido pelo atual prefeito de Salvador.

“Se for [um candidato] do PT, ficaremos muito felizes. Mas, se não for do PT, mas de um partido da base, dentro do projeto que solidifica a gestão do governador Rui Costa e do Estado da Bahia, vamos apoiar e defender, sem nenhum problema”, disse.

Rosemberg acredita que, escolhido o melhor nome para representar o projeto coordenador pelo governador Rui, ao olhar do senador Jaques Wagner e do Partido dos Trabalhadores, a candidatura terá todas as oportunidades para vencer o pleito soteropolitano contra o candidato escolhido por ACM Neto (DEM).

“Bruno Reis é uma pessoa extremamente capaz, mas não conseguiu se viabilizar junto à sociedade soteropolitana. E seus colegas já perceberam. É por isso que há essa disputa interna. Seus colegas querem mostrar a Neto que tem mais capacidade de disputa do que ele”, cravou.

PARTIDOS, PESQUISAS E OS PREFEITURÁVEIS

Marco Wense

 

 

Usando uma tabela de 1 a 10, diria que a arrumação da sucessão municipal de 2020 está em 3. Muita água para passar sob as pontes do rio Cachoeira, limpa e suja.

 

 

Tudo dentro do esperado. Nada de anormal que possa causar espanto ou qualquer outra reação de sobressalto, de ficar atônito, estupefato diante dos fatos.

Não é essa eleição de 2020, para escolha de novos prefeitos ou a permanência de quem já é no cargo, via instituto da reeleição, que vai ser diferente. As estratégias não mudaram, seguem o mesmo bê-a-bá.

São vários pré-candidatos a prefeito. Itabuna, por exemplo, no sul da Bahia, já tem 15 postulantes ao cobiçado Centro Administrativo Firmino Alves. Até o atual alcaide, Fernando Gomes, um ex-demista a procura de uma legenda, com um índice de rejeição gigantesco, beirando os 75%, pretende disputar o pleito.

Partido que não tem prefeiturável fica fora da mídia, do oba-oba do processo sucessório, sequer é lembrado. É bom ter um nome, mesmo que seja de mentirinha. O “mentirinha” termina sendo uma “moeda de troca”, geralmente com o tempo que a legenda dispõe no horário eleitoral.

E se o pré-candidato não empolgar? Alguns são logo defenestrados, sem dó e piedade, pelo comando estadual do partido. Outros dão mais sortes, são oferecidos como vice na composição da chapa majoritária. Tem também os que procuram o caminho do Legislativo, buscando uma vaga na Câmara de Vereadores.

São as pesquisas de intenções de voto, não qualquer uma, mas de instituto de credibilidade, que vão definir as coligações e quem vai encabeçar a majoritária. Pré-candidato que não alcançar uma pontuação determinada pelo partido, é logo convidado pela cúpula partidária a desistir, sonhar com outra coisa.

Portanto, essa avalanche de prefeituráveis, esse disse-me-disse é passageiro. No frigir dos ovos, na hora da onça beber água, como diz a sabedoria popular, sobram poucos para colocar a foto nas urnas eletrônicas.

Usando uma tabela de 1 a 10, diria que a arrumação da sucessão municipal de 2020 está em 3. Muita água para passar sob as pontes do rio Cachoeira, limpa e suja.

Até o dia da eleição tem que ter “couro de crocodilo”, como dizia o saudoso, polêmico e inesquecível jornalista Eduardo Anunciação, hoje em um lugar chamado de eternidade.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NÃO É FÁCIL SER “NOVO”

Marco Wense

 

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

 

O partido Novo de Itabuna não conseguiu empolgar uma considerável fatia do eleitorado ávido por um caminho diferente na política.

A legenda, sob a tutela nacional de João Amoêdo, ex-postulante à presidência da República, esperava muito mais da coordenação do partido em Itabuna. A meta de 150 filiados, condição para a formação do diretório municipal, não foi atingida.

Amoêdo deve ter ficado insatisfeito com a coordenação do partido em Itabuna, que tem na linha de frente Harrison Nobre, ex-filiado do PDT. A exigência não foi cumprida. “Conseguimos pouco mais de 120 filiados ativos, mas vamos continuar firmes tentando fazer o partido crescer no município”, disse Harrison, coordenador geral do núcleo de Itabuna.

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

O partido não terá candidato a prefeito e nem a vereador, o que não deixa de ser um preocupante baque para a sigla. O apoio a um determinado prefeiturável não está descartado, desde que não seja nenhuma velha e empoeirada raposa que quer retornar ao centro administrativo Firmino Alves.

Muita gente séria, qualificada e honrada com respaldo para disputar a sucessão de 2020. Só tenho a lamentar o desfecho do Novo em Itabuna.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ALDENES QUER A CADEIRA DE FG

Aldenes Meira será lançado pré-candidato a prefeito de Itabuna

Ex-presidente da Câmara e vereador em segundo mandato consecutivo, Aldenes Meira definiu que não disputará vaga no legislativo itabunense. “Não mais disputarei reeleição a vereador”, disse ele ao PIMENTA, observando que parte do seu grupo político já tem nomes para concorrer a uma das cadeiras na Câmara.

Aldenes deverá migrar do PCdoB para uma legenda da base aliada para disputar a sucessão do prefeito Fernando Gomes em 2020. Após namoro com o Podemos, o destino deverá ser mesmo o PSB, legenda com a qual conversava desde o ano passado.

ITAJUÍPE: MARCONE DIZ QUE VAI ANUNCIAR SÓ EM ABRIL SE DISPUTARÁ REELEIÇÃO

Marcone Amaral, entre Rui Costa e secretário Vilas-Boas: anúncio só em abril

Marcone Amaral (PSD) disse que está reavaliando a decisão de não concorrer novamente ao cargo de prefeito de Itajuípe. O anúncio se disputará novo mandato será feito somente em abril próximo, segundo afirmou ao PIMENTA. “Tenho conversado muito com o pessoal. Estamos focados na gestão do município”, afirmou durante a solenidade de inauguração da Policlínica Regional de Saúde em Itabuna. “Eu falei que não iria [disputar a reeleição], mas a gente volta a falar sobre isso em 2020”.

Marcone disse que vai aproveitar o período para concluir a execução de emendas estaduais e federais. “Temos recebido muitas emendas dos nossos deputados Paulo Magalhães e Rosemberg Pinto. Então, tenho que focar na execução das emendas. Pensar em política só no ano que vem, a partir de abril. A gente ainda não tem um pensamento formado [quanto à reeleição ou até disputar a Prefeitura de Itabuna, como ventilado no PT]. Pensamento, agora, é fazer gestão”, afirmou.

Questionado sobre qual a tendência, ele evitou se aprofundar. “A gente tem que fazer as coisas acontecerem, saber se vai ter mais alguma coisa para frente. Temos muito que avaliar”. Para Marcone, a gestão deixa legados, como “obras de saneamento que eram esperadas há 50 anos pela população, reforma de escolas e unidades de saúde e a implementação de iluminação de LED em toda a cidade”. No núcleo mais próximo ao prefeito, a informação é de que ele deverá disputar novo mandato como prefeito de Itajuípe.

CAPITÃO AZEVEDO CONFIRMA FILIAÇÃO AO PL PARA DISPUTAR A PREFEITURA DE ITABUNA

Edmilson Silva, presidente do PL de Itabuna, Capitão Azevedo e Fernando Netto, vice-presidente do PL

O ex-prefeito Capitão Azevedo confirmou ao PIMENTA a sua filiação ao PL para disputar a Prefeitura de Itabuna em 2020. Agora, só faltaria o ato festivo para selar o embarque no partido comandado pelo deputado federal José Carlos Araújo. Azevedo está em situação de empate técnico com outros dois dos postulantes à principal cadeira do Centro Administrativo Firmino Alves.

A ida para o PL (antigo PR) levaria Azevedo para a base do governador Rui Costa, apontado em pesquisa como o mais forte cabo eleitoral da disputa em 2020 no município. Mas ele sabe que o apoio no pleito já são “outros quinhentos”, isso por causa da proximidade do petista com o prefeito Fernando Gomes. Fernando, sem partido desde a saída do DEM, espera melhorar a avaliação para concorrer à reeleição. Está namorado o PP.

Na pesquisa Sócio Estatística feita no período de 28 a 1º de setembro, Azevedo é quem mais ameaça Mangabeira na disputa em Itabuna, conforme o retrato do momento. No cenário restrito a 5 candidatos, Dr. Mangabeira (PDT) aparece com 20,8% das intenções de voto à Prefeitura de Itabuna, Azevedo pontua com 19,2%, enquanto Augusto Castro (PSD) atinge 12,9%, Geraldo Simões (PT) alcança 6,1% e Dr. Eric Júnior (PP) tem 2,7% (reveja aqui).

O LEGISLATIVO E O GOVERNO FERNANDO GOMES

Marco Wense

 

 

O edil do PDT desistiu de ser pré-candidato a prefeito. O do PCdoB não será candidato. Babá Cearense, do partido do presidente Bolsonaro, vai depender de uma melhora nas pesquisas de intenções de voto. Resta Charliane, cuja coragem de trocar o certo, sua reeleição, pelo duvidoso, sair vitoriosa em uma campanha para o Executivo, é elogiável.

 

Quatro vereadores são logo citados pelo eleitor quando o assunto diz respeito aos edis que fazem oposição ao governo Fernando Gomes, que pode ter como próximo abrigo partidário o PP do vice-governador João Leão.

Charliane Souza (PTB), Enderson Guinho (PDT), Jairo Araújo (PCdoB) e Babá Cearense (PSL) são os vereadores que representam o oposicionismo ao atual gestor do cobiçado centro administrativo Firmino Alves.

Quem mais se destacou, segundo pesquisa do Instituto Sócio Estatística, do sociólogo Agenor Gasparetto, foi Charliane Sousa, prestes a deixar o PTB para assumir a condição de prefeiturável por outra legenda. A edil vem namorando o MDB dos irmãos Vieira Lima, Geddel e Lúcio.

O que levou os quatro a serem os mais atuantes da Casa Legislativa foi mais o fato de ser oposição ao governo de plantão do que a própria atuação parlamentar seguindo as recomendações inerentes ao cargo.

No entanto, é o vereador comunista o mais contundente ao criticar o prefeito Fernando Gomes e sua administração. Jairo Araújo é mais incisivo e cruel.

Por que então não está na linha de frente do oposicionismo tupiniquim? O problema é que Jairo é do partido de Davidson Magalhães, que faz questão de ser fotografado ao lado de Fernando Gomes toda vez que tem um evento do governo do Estado em Itabuna.

Claro que Davidson, que é o presidente estadual do PCdoB, no exercício da sua função institucional, como secretário no governo Rui Costa, tem que marcar presença junto com o prefeito.

A grande maioria do eleitorado não entende assim. E tem suas razões. Jairo é do PCdoB, que é da base aliada do governador Rui Costa, que é aliado do prefeito Fernando Gomes.

Mas Enderson Guinho não é do PDT, legenda que também integra a base do governo Rui Costa? Acontece que o PDT de Itabuna é a única agremiação partidária da base aliada que faz oposição aberta ao governo Fernando Gomes, sem medo de retaliações por parte do comando estadual, que não anda muito satisfeito com o tratamento dado pelo chefe do Palácio de Ondina ao partido.

O edil do PDT desistiu de ser pré-candidato a prefeito. O do PCdoB não será candidato. Babá Cearense, do partido do presidente Bolsonaro, vai depender de uma melhora nas pesquisas de intenções de voto. Resta Charliane, cuja coragem de trocar o certo, sua reeleição, pelo duvidoso, sair vitoriosa em uma campanha para o Executivo, é elogiável.

No mais, esperar os acontecimentos para uma melhor análise. Mas especular é inerente ao jornalismo político, desde que dentro de uma lógica.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NO TABULEIRO DA SUCESSÃO EM ILHÉUS, ESQUENTAM AS ARTICULAÇÕES DE BASTIDORES

Jerberson Josué

 

 

 

 

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016.

 

No tabuleiro da sucessão municipal de Ilhéus, esquentam as articulações de bastidores.

Há um grande número de pré-candidatos já sinalizados por seus respectivos partidos e outros, nem tem filiações, ou definições partidárias. E existem aqueles que nem grupos, ou liderança possuem e são pretendentes de seus próprios interesses e devaneios.

Ainda assim todos possuem direito de concorrer e merecem respeito. Afinal, depois de Bolsonaro, qualquer cidadão, ou cidadã pode surpreender e se eleger, contrariando todos prognósticos e avaliações de pesquisas de opinião pública.

Basta saber fazer as coisas acontecer e aproveitar as oportunidades.

Voltando a Ilhéus e aos ilheenses, segundo sondagens recentes, mais de 70% dos eleitores, não tem ou não querem saber, nem pensam em candidatos.

Isso deixa o jogo aberto e com muitas possibilidades em aberto.

Os mais experientes não ousam arriscar prognósticos sobre o resultado do pleito. Alguns apontam que no frigir dos ovos, só o prefeito e um seu opositor, polarizarão a disputa. Mas não há no panorama atual, a definição de quem seria esse desafio.

O prefeito segue atuando e se empenhando para reduzir a rejeição a que está submetida sua gestão e talvez esteja aí, seu maior obstáculo eleitoral.

As oposições seguem sem emplacar uma alternativa convergente.

Cada movimento de bastidores e avançar dos dias, resultam em possibilidades que vislumbram esperanças, ou desmotivam candidaturas proporcionais e majoritárias.

Um ator importante nesse tabuleiro, é o governador Rui Costa. Mas não está claro até onde e por quem ele pretende participar na eleição ilheense.

A aprovação de 80% e ausência de oposição em Ilhéus, deixam o governador em situação confortável.

Outro ator importante no jogo local é o ex-prefeito Jabes Ribeiro. Silencioso e calculista, raros foram os momentos em que o professor foi traído pela sorte nos últimos 40 anos de política em Ilhéus.

Até pra quem perder, o professor costuma escolher.

O calouro do pleito é o jovem Júnior Reis, que segue tentando ser a terceira via. Já ouço seu nome nas classes predominantes. A dúvida é se isto será uma tendência ou apenas um “balão de ensaio”! Essa trinca dá o norte até essa hora.

A noiva predileta para esses três grupos acima citados é o PT, que segue com o empresário Nilton Cruz, lutando e se esforçando para viabilizar sua candidatura. Os adversários do PT, querem ele ao lado para herdar a força da máquina estadual e influência do governador mais bem avaliado do Brasil.

Ao PT, resta saber qual caminho melhor lhe convém. Seguir no projeto Nilton Cruz e fazer uma boa bancada para Câmara Municipal, ou aliar-se ao que melhor lhe convier.

Na avaliação de especialistas, o apoio do PT é promissor e preponderante para quem quiser se eleger, ou reeleger!
Eu, como militante e pré-candidato a vereador, torço pelo projeto Nilton Cruz.

O jogo só está no início, no primeiro chute. Todavia, dezenas de pré-candidatos estão rodando, andando, conversando e articulando.

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016. Porém, entretanto, todavia, vida que segue…

Eu sou Jerberson Josué, um aprendiz na escola da vida.

INOVAÇÕES PARA AS ELEIÇÕES DE 2020

Allah Góes || allah.goes@gmail.com

 

 

Nessas eleições, visando-se acabar com o “efeito Tiririca”, em que candidatos com poucos votos, por conta das maiores sobras impulsionadas por um “puxador de voto”, acabam sendo eleitos, em 2020, para tomar posse, o candidato tem que obter votos de, pelo menos, 10% do quociente eleitoral, o que em Itabuna deve ficar na casa dos 450/500 votos.

 

Mesmo que num clima meio morno de um ano pré-eleitoral, vinha sendo conduzida no Congresso Nacional, a pedido do TSE, discussão sobre proposta para mudar o sistema eleitoral já para a escolha, em 2020, dos vereadores nos municípios com mais de 200 mil habitantes.

Seria uma espécie de teste para a implantação definitiva do sistema distrital misto, semelhante ao que é adotado na Alemanha e em outros países, que teria o condão de tanto baratear a eleição como aproximar o eleitor do eleito, vez que seriam eleitos os candidatos com mais votos em cada Distrito Eleitoral.

A proposta que se discute no Brasil é uma combinação do voto proporcional e do voto majoritário, onde os eleitores teriam dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas (partidos).

Os votos em legenda (sistema proporcional) são computados em todo o município, conforme o quociente eleitoral (total de vagas colocadas em disputa divididas pelo total de votos válidos). Já os votos majoritários são destinados a candidatos do distrito, escolhidos pelos partidos políticos, vencendo o mais votado.

Assim, as cidades seriam divididas em distritos, cabendo esta divisão à Justiça Eleitoral, que deve usar como critério as seções eleitorais. O número de distritos será igual à metade do número de cadeiras.

Em Itabuna, que hoje tem 21 vereadores, teríamos 11 distritos. Em cada um deles, o candidato a vereador que receber mais votos será eleito. Restam então 10 vagas, que serão ocupadas de acordo com o desempenho dos partidos naquela eleição.

Os partidos deverão indicar apenas 01 nome para cada distrito, as demais vagas seriam apresentadas através de lista preordenada. No momento do voto, o eleitor fará duas escolhas: no candidato do seu distrito e no partido de sua preferência. Aí entra o quociente eleitoral: se um partido obtém votos para duas vagas, os dois primeiros da lista são eleitos, por exemplo.

Os defensores dessa ideia argumentam que o sistema Distrital Misto torna as campanhas mais baratas, já que o candidato não precisa percorrer mais toda uma cidade (e sim apenas o distrito), além de aproximar o eleitor do vereador (cuja atuação ficaria mais voltada ao distrito que o elegeu), e ao mesmo tempo, não tira a importância dos partidos, que precisam apresentar um programa único (já que o segundo voto tem de ser no partido).

Mas por conta da falta de tempo hábil, vez que toda esta mudança tem que estar aprovada até 01 ano antes da Eleição, o que de fato se terá como mudanças para o Pleito de 2020, será a Proibição das Coligações nas eleições proporcionais (vereador) e a manutenção do quociente eleitoral, onde os partidos para obter vagas e participar das rodadas referentes às maiores sobras têm que obrigatoriamente atingir este quociente.

Nessas eleições, visando-se acabar com o “efeito Tiririca”, em que candidatos com poucos votos, por conta das maiores sobras impulsionadas por um “puxador de voto”, acabam sendo eleitos, em 2020, para tomar posse, o candidato tem que obter votos de, pelo menos, 10% do quociente eleitoral, o que em Itabuna deve ficar na casa dos 450/500 votos.

Mas o interessante de tudo isto é que, mais uma vez, os vereadores é que servirão de “bucha de canhão”, tal qual ocorreu com a redução de seu número, pois serão as prováveis cobaias do novo sistema, que se não funcionar a contento, dificultará a eleição destes e será abandonado ao invés de ser aperfeiçoado para as eleições de 2022, pois o que de fato se espera com estas medidas é tão somente aplacar a indignação da sociedade quanto ao lodaçal que virou a nossa política.

Allah Góes é advogado municipalista, especialista em Direito Eleitoral e consultor de prefeituras e câmaras municipais.

AZEVEDO COMEMORA DESEMPENHO EM PESQUISA PARA PREFEITO DE ITABUNA

Capitão Azevedo aparece empatado, na liderança, com Mangabeira e Augusto Castro

O ex-prefeito de Itabuna José Nilton Azevedo, o Capitão Azevedo (PTB), comemorou o desempenho dele na pesquisa da Sócio Estatística. Os números foram divulgados, na quinta-feira (5), pelo PIMENTA, em parceria com a Rádio Difusora/Programa Bom dia Bahia, AM3-Assessoria & Consultoria em Comunicação, Diário Bahia e TV Itabuna.

O levantamento aponta empate técnico entre Dr. Mangabeira (PDT), Azevedo (PTB) e o ex-deputado estadual Augusto Castro (PSD), tanto na espontânea quanto na estimulada, em  três cenários diferentes. Eles aparecem com 20,6%, 17,2% e 12,4%, respectivamente, em um cenário com 11 candidatos, na estimulada (confira abaixo).

Questionado, na noite de quinta-feira (5), pelo PIMENTA sobre esses números, Azevedo foi direto: “estão muito bons e correspondem à nossa expectativa”. O ex-prefeito acredita que os números tendem a melhorar à medida em que a eleição municipal de 2020 for se aproximando.

“SEM APARECER NA MÍDIA”

Segundo ele, a tendência é de subida na tabela na corrida para voltar ao Centro Administrativo Firmino Alves. Na sua avaliação, isso ocorrerá “quando entrar em campo”. “Tenho esse desempenho sem aparecer na mídia, sem a campanha eleitoral ter começado. São números bons, mas acredito que podemos melhorar quando começarmos a trabalhar”, disse.

Além de números sobre a corrida eleitoral 2020, a pesquisa traz avaliações sobre os desempenhos dos gestões do prefeito de Fernando Gomes, do governador  da Bahia, Rui Costa, e do presidente da República, Jair Bolsonaro. O levantamento foi realizada no período de 28 de agosto a 1º de setembro com 804 eleitores em oito diferentes zonas de Itabuna.

MANGABEIRA TEM 20,6%, AZEVEDO, 17,2%; E AUGUSTO 12,4%, APONTA SÓCIO ESTATÍSTICA

LÚCIO VIEIRA ABRE O JOGO SOBRE ALIANÇA COM FERNANDO GOMES E CHARLIANE NO MDB

Charliane é oposição a Fernando e pode ir para o partido de Lúcio, o MDB, que apoia governo

  • MDB pode ter nome da oposição na disputa à Prefeitura

O ex-deputado Lúcio Vieira Lima disse que há “choro de muitos” com a aproximação entre o MDB e a vereadora Charliane Sousa (PTB), que faz oposição ao governo do prefeito Fernando Gomes. O dirigente do MDB baiano afirmou que esse burburinho desperta ainda mais o interesse na parlamentar para a disputa pela Prefeitura de Itabuna em 2020.

“Isso é devido ao choro de muitos, com a conversa dela com o MDB, só não entendo essa fixação para que ela vá para o DEM, usando inclusive o argumento que o MDB tem o vice-prefeito, esquecendo que foi o DEM, que abriu mão do Prefeito, por isso quero pedir paciência a todos, pois não estamos tratando de objetos, mas sim do futuro de Itabuna e sua população.” disse Lúcio.

Ele disse que as conversas com a vereadora seguirão “com calma e responsabilidade”. Segundo ele, se a parlamentar mudar agora de partido, perde o mandato. “Então, vamos acalmar o coração, agitado pela paixão política, e aguardar com tranquilidade, apesar dessa discussão estar valorizando mais ainda a vereadora e o MDB”, disse.

REVIRAVOLTA DO GOVERNO FG

Atualmente, o MDB apoia o governo municipal e ganhou mais espaço com a indicação da direção da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (Fasi), que administra o Hospital de Base. “Nós fizemos uma aliança e não uma fusão”, observou o ex-deputado.

Segundo ele, orientação do MDB nacional é de que o partido lance o maior número de candidaturas próprias às prefeituras. Continuar com Fernando, sinalizou, dependerá de reviravolta do governo. Clique e ouça trecho da entrevista a Andreyver Lima, no Programa Interativa News.

 

RUI COSTA NEGA QUE A ESPOSA VÁ DISPUTAR A PREFEITURA DE JEQUIÉ

Rui nega que esposa vá disputar prefeitura de Jequié || Foto TdaBahia

Durante o programa #PapoCorreria, o governador Rui Costa negou que a esposa, a primeira-dama Aline Peixoto, vá disputar a Prefeitura de Jequié em 2020. O governador disse que ela não vai e está impedida legalmente, já que ele é o governador da Bahia. A presença constante de Aline em eventos e na promoção de ações beneficentes no município do sudoeste do Estado deram “gás” às especulações.

Fala, governador:

– Fake News. É mentira. A primeira-dama não gosta de ficar aparecendo demasiadamente. Alguns dias chegam a ser centenas de notícias falsas. Tem gente que não sabe o que fazer, não entrega nada e fica falando e inventando coisas nas redes sociais. Nem se ela quisesse, ela poderia. Esposa, filho ou filha do governador não pode ser candidato, exceto se eu renunciasse [ao cargo de governador]. E eu vou logo adiantando: meus filhos também estão impedidos – disse o governador.

Confira a resposta de Rui em vídeo.

OTTO NEGA ESTREMECIMENTO COM RUI E DIZ QUE AUGUSTO SERÁ CANDIDATO A PREFEITO

Otto fala de relação com Rui e diz que Augusto será candidato a prefeito

O senador e presidente do PSD da Bahia, Otto Alencar, disse que o ex-deputado Augusto Castro será o candidato do partido à Prefeitura de Itabuna em 2020, independente do aval ou não do governador Rui Costa. “Ele será candidato pelo PSD e poderá ou não formar aliança com partidos [da base] do governo”, afirmou ao PIMENTA.

Otto Alencar ainda elogiou a postura política do de Augusto, recém-filiado ao PSD e novo aliado do governador Rui Costa. E reforçou que a audiência de Augusto com Rui Costa (entenda clicando aqui) depende apenas de um pedido do ex-deputado:

– Ele sempre está em contato comigo, mas nunca me falou para pedir audiência ao governador. Augusto tem muita personalidade, altivez, caráter. Veio para somar no PSD e sua candidatura [a prefeito de Itabuna] independe de aval ou apoio do governador – disse.

O senador baiano e presidente estadual do PSD diz, ainda, que, pela lógica político-partidária, o governador Rui Costa deverá adotar a neutralidade na eleição a prefeito de Itabuna em 2020. “Até porque, outros partidos aliados terão candidatos em Itabuna”, reforçou.

RELAÇÃO ESTREMECIDA COM RUI E O PT?

Otto também disse que a relação do PSD com o PT baiano e com o governador não foi abalada pelas críticas que ele fez à postura de PT, PCdoB e PSB na votação da reforma da Previdência em Brasília. “Nunca teve o menor estremecimento. Viajei com Rui duas vezes depois das minhas posições, que são sintonizadas com as dele”, disse ao ser questionado pelo PIMENTA. O PSD baiano na Câmara dos Deputados votou em bloco a favor da reforma, criticada pelo PT.

Ainda segundo Otto, a relação com Rui não poderia ser afetada por causa da reforma da Previdência. E explica: “Foi ele [Rui Costa] que nos colocou a pauta federativa. Por isso, defendemos junto ao Davi [Alcolumbre, presidente do Senado] e ao Rodrigo Maia [presidente da Câmara dos Deputados]”, completou.

A pauta federativa elenca sete propostas/condicionantes do PSD para apoiar a reforma, dentre as quais o fim da Lei Kandir, aprovação do Projeto de Lei 459/2017, que trata da securitização da dívida ativa de estados, Distrito Federal e municípios. “Essa pauta que ajuda a Bahia e os municípios baianos e brasileiros. O resto é intriga, lorota. Aliás, [é] o que faz o molho da política”.

SUCESSÃO DE ITABUNA

Marco Wense

 

O problema é juntar o, digamos, “hibridismo político” no mesmo palanque. Todos de mãos dadas: Geraldo Simões, Fernando Gomes, Augusto Castro, Davidson Magalhães, Claudevane Leite, os médicos Eric Ettinger Júnior e Renato Costa, Roberto Minas Aço e etc .

 

Os articuladores políticos do PT, quando a pauta é a sucessão do prefeito Fernando Gomes, são unânimes em afirmar que a união das legendas da base aliada do governo Rui Costa é imprescindível para derrotar os que eles acham que não farão campanha para o candidato do partido na eleição de 2022.

O comando estadual da legenda, ainda sem o aval do governador, já se posicionou, pelo menos informalmente, mas de maneira incisiva e intransigente, que o lançamento de candidatura própria para o cobiçado Palácio de Ondina é decisão irrevogável.

Os petistas, mais especificamente os mais vistosos, que exercem uma certa liderança sobre os demais, estão preocupados com o fato de que os três prefeituráveis que estão na frente nas pesquisas de intenções de voto não são politicamente confiáveis, não vão rezar pela cartilha dogmática do partido.

Mangabeira, do PDT, é quem mais causa arrepio no staff petista. Vale lembrar que o governador Rui Costa apoiou Fernando Gomes, então candidato do DEM, no pleito de 2016. O alcaide pretende disputar o sexto mandato tendo Rui novamente do seu lado.

O capitão Azevedo, do PTB, vem conversando com o prefeito ACM Neto sobre sua possível filiação ao DEM. O problema do ex-gestor é sua instabilidade política, o que termina colocando algumas pulgas atrás das orelhas do chefe do Palácio Thomé de Souza.

O outro é o ex-tucano e ex-deputado estadual Augusto Castro, hoje filiado ao PSD do senador Otto Alencar. Além de ser um histórico antipetista, que fazia oposição dura aos governos do PT, defende a candidatura de Otto na sucessão de Rui Costa. Como não bastasse, não quer nem ouvir falar do “Lula Livre”.

O problema é juntar o, digamos, “hibridismo político” no mesmo palanque. Todos de mãos dadas: Geraldo Simões, Fernando Gomes, Augusto Castro, Davidson Magalhães, Claudevane Leite, os médicos Eric Ettinger Júnior e Renato Costa, Roberto Minas Aço e etc .

Obviamente que o candidato de ACM Neto, também postulante a ser o morador mais ilustre do Palácio de Ondina, vai ser aquele com mais chances de derrotar a opção que surgirá dessa difícil missão de buscar um nome de consenso da base aliada do governador Rui Costa.

O ex-prefeito Geraldo Simões, hoje uma espécie de “patinho feio” na cúpula do PT, assim que soube da aliança de Rui Costa com Fernando Gomes, a definiu como “casamento de cobra com jacaré”.

Pelo andar da carruagem, parece que Geraldo se enganou. O governador e o prefeito estão tendo um bom relacionamento político. No staff fernandista, tem até quem aposte que o apoio de Rui ao sexto mandato de FG é favas contadas.

PS – Correligionários mais próximos de Fernando Gomes não descartam a possibilidade de ter Azevedo como vice. Esperam, ansiosamente, o resultado da conversa do capitão com ACM Neto.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A CANDIDATURA DE FERNANDO GOMES

Marco Wense

 

O morador mais ilustre do Palácio de Ondina apoiaria a ousada pretensão de Fernando Gomes, fazendo dele o candidato da base aliada? Como ficaria o PT de Geraldo Simões? Para pirraçar o geraldismo, alguns fernandistas ficam dizendo que Geraldo seria um bom vice.

 

A possibilidade do prefeito Fernando Gomes disputar o sexto mandato já é assunto do dia a dia no staff fernandista, que tem na linha de frente Maria Alice, secretaria de Governo e fiel escudeira do alcaide.

A opinião de que Fernando buscaria a reeleição era tratada com desdém pela maioria dos correligionários mais próximos do gestor. Agora, já divide o grupo. Tem gente até apostando que sua candidatura é favas contadas. Os mais otimistas falam até na quebra do tabu do segundo mandato consecutivo. Vale lembrar que o surpreendente eleitorado de Itabuna nunca reconduziu ao cargo um chefe do Executivo.

É evidente que a candidatura de Fernando provoca uma mudança radical no processo sucessório. Todas as análises políticas terão que ser revistas. O cenário muda completamente, da água para o vinho, como diz a sabedoria popular.

Quais seriam os três principais questionamentos em relação a esse novo ingrediente na sucessão do cobiçado centro administrativo Firmino Alves? O primeiro diz respeito ao governador Rui Costa. O segundo, ao médico Antônio Mangabeira. O terceiro, ao Capitão Azevedo.

O morador mais ilustre do Palácio de Ondina apoiaria a ousada pretensão de Fernando Gomes, fazendo dele o candidato da base aliada? Como ficaria o PT de Geraldo Simões? Para pirraçar o geraldismo, alguns fernandistas ficam dizendo que Geraldo seria um bom vice.

E Mangabeira, prefeiturável do PDT? Dentro da legenda, mais especificamente entre os integrantes do diretório, a opinião de que a candidatura de FG é bem vinda prevalece. A eleição ficaria polarizada entre o pedetista, que é quem representa verdadeiramente o antifernandismo, e o alcaide.

Ora, quando digo que Mangabeira é quem encarna o antifernandismo, é porque só o PDT faz oposição ao governo municipal. As outras legendas estão omissas, ou por serem aliadas do governador Rui Costa, hoje companheiro de Fernando, ou por interesses outros. Alguém já viu um posicionamento do PCdoB de Davidson Magalhães e do PSB de Renato Costa em relação a gestão Fernando Gomes?

Quanto a Azevedo, não se tem nenhuma dúvida de que seria o mais prejudicado. O eleitorado do militar é quase o mesmo de Fernando. O populismo ficaria rachado. Não há espaço para dois “fernandos”.

Outro detalhe é que a cada vez mais constante aproximação de Azevedo com Fernando vai minando sua candidatura pelo DEM de ACM Neto. O prefeito soteropolitano caminha a passos largos para apoiar Mangabeira. ACM Neto, presidente nacional do Democratas, não quer saber de Fernando Gomes e vice-versa.

O maior problema de Azevedo, que foi meu colega no curso de direito na então Fespi, hoje UESC, é sua instabilidade política. Tem que decidir se quer a liderança de Fernando ou Neto. Agradar aos dois simultaneamente é impossível. Termina desagradando e perdendo a confiança de ambos.

O “foram me chamar” será substituído pelo “já estou aqui”. Fernando Gomes, em que pese uma acentuada rejeição, é um candidato que preocupa. É quem mais sabe onde as cobras dormem.

O voto do antifernandismo pode ser um importante “cabo eleitoral” para Mangabeira, principalmente se no decorrer da campanha o cidadão-eleitor-contribuinte perceber que o postulante do PDT é a melhor opção para evitar a sexto mandato de Fernando Gomes.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.








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