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:: ‘Embrapa’

DEPUTADO QUE DEFENDE FUSÃO DA CEPLAC COM A EMBRAPA REBATE GERALDO

Felix defende fusão Ceplac-Embrapa.

Felix defende fusão Ceplac-Embrapa.

O deputado federal Félix Mendonça Jr (PDT) rebateu o colega Geraldo Simões (PT) e disse que a Embrapa trabalha com culturas como o café. Geraldo discorda da proposta de Félix de fundir a Ceplac com a Embrapa, criando a Embrapa-Cacau.

Hoje, o pedetista festejou resultados de pesquisa que com variedade de café mais resistente à seca. “A transformação da Ceplac em Embrapa Cacau é urgente”, disse Félix.

O parlamentar, que preside a Frente em Defesa da Lavoura Cacaueira, destacou notícia de que a Embrapa conseguiu aplicar o gene CAHB12, encontrado no café, em culturas como cana-de-açúcar, soja e algodão, fazendo-os resistir por até 45 dias sem água.

DE NOVO!…A CEPLAC – SE NÃO PUDER AJUDAR, POR FAVOR NÃO ATRAPALHE

Walmir Rosário | [email protected]

 

Existem diferenças abissais entre os modelos de financiamento das pesquisas realizadas pela Ceplac e pela Embrapa.

 

Reiteradas vezes, a Ceplac é alvo de franco-atiradores. A mais recente polêmica envolvendo o órgão responsável pela pesquisa e extensão do cacau – além de outros cultivos – foi criada por um questionamento do secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles. O assunto poderia ter passado despercebido, não fosse o autor engenheiro agrônomo e ocupante do cargo máximo da agricultura na Bahia.

O tema divulgado pelo secretário era carregado de incerteza sobre o futuro da instituição, o que é bastante plausível, haja vista a importância da Ceplac para a agricultura baiana e brasileira. Porém, as premissas questionadas não foram bastantes e suficientes para tratar com a relevância que merece, provocando um debate estéril e desnecessário, não acrescentando coisa alguma em torno da questão mais premente: a Ceplac tem o que contribuir para o desenvolvimento econômico ou não?

A questão do patrimônio material e imaterial da Ceplac ser transferido para a Embrapa, universidades (existentes ou a ser criadas) ou outros órgãos análogos não serve como ponto de partida para uma discursão. Ao contrário, inviabilizaria qualquer tentativa neste sentido, iniciando pelas questões intrínsecas do seu quadro de pessoal, a exemplo do modelo jurídico empregatício.

Como se isso por si só não bastasse, ainda existem outros entraves como os objetivos de cada uma dessas instituições – estrutura e missão – passando pelo know how existente nas atividades desempenhadas, somente para ficar nessas questões menores. Existem diferenças abissais entre os modelos de financiamento das pesquisas realizadas pela Ceplac – hoje um departamento do Ministério da Agricultura – e pela Embrapa.

Claro que como o papel aceita qualquer tipo de projeto, os técnicos em burocracia administrativa poderiam criar modelos dos mais diversos, híbridos ou não, para dar forma a um desses monstrengos governamentais quaisquer. Porém, não haverá como suprir o conhecimento científico adquirido ao longo do tempo sobre as áreas econômica, geológica, agronômica, social, dentre outras tão essenciais para o desenvolvimento das regiões cacaueiras da Bahia e do Brasil.

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