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:: ‘empresa’

LÍDER COACH

Jaciara Santos PrimoreJaciara Santos | [email protected]

 

Um verdadeiro líder inspira, motiva, ensina, respeita os seus liderados e utiliza ferramentas para o desenvolvimento da equipe. Um verdadeiro líder é um líder coach.

 

Liderar é o ato de conduzir uma pessoa ou equipe a um determinado ponto, estimulando-as em busca de um resultado. Porém, percebe-se um mercado em que os colaboradores estão cada vez mais desestimulados a seguir, a concluir suas metas.

O que está acontecendo, afinal? Avaliando de forma geral, percebo que esses funcionários precisam de direcionamento, de treinamento, de capacitação, necessitam que a empresa tenha um olhar diferenciado para ele.

Nota-se ainda que existem muitos líderes autocráticos, aqueles que lideram com a cultura do medo e da opressão, que, pelo fato de pagar o salário dos colaboradores, pensam que podem agir de forma grosseira e desrespeitosa com os indivíduos. E a empresa torna-se ambiente no qual ainda reina a cultura do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Isso desestimula, fazendo com que o colaborador não se sinta parte da instituição.

Estamos vivendo num momento em que o mercado está cada vez mais acirrado, a concorrência cresce e há cada vez menos espaço para esse tipo de profissional. O líder autocrático está fadado a ser extinto do mercado.

Mas, quando esse “chefe” é do dono da empresa, o que fazer? Realmente, essa cultura precisar mudar, conforme expõe Jack Welch quando diz que “no futuro, todos os líderes serão coaches. Quem não desenvolver essa habilidade, automaticamente será descartado pelo mercado”.

Então, se quer que sua empresa resista às mudanças, precisa desenvolver-se enquanto líder. Precisa buscar novos conhecimentos e desenvolver novo olhar para a sua liderança.

Um verdadeiro líder inspira, motiva, ensina, respeita os seus liderados e utiliza ferramentas para o desenvolvimento da equipe. Um verdadeiro líder é um líder coach.

E você, afinal, como anda sua liderança? Que tipo de líder é você?

Jaciara Santos é master coach.

EMPRESÁRIO ILHEENSE APOSTA NA FORMALIZAÇÃO

Alberto Albuquerque investe no turismo náutico (arquivo pessoal)

Alberto Albuquerque investe no turismo náutico (arquivo pessoal)

Depois de passar cerca de quatro anos na informalidade, Alberto de Carvalho Albuquerque Filho, 47 anos, conseguiu deslanchar o seu negócio ao se tornar um microempreendedor individual (MEI). Criador da empresa Wahoo, que organiza passeios de turismo náutico e pesca esportiva, em Ilhéus, Albertinho, como é mais conhecido pelos turistas, disse que a formalização, feita há pouco mais de dois anos, permitiu o crescimento do projeto. Desde março de 2013, ele ultrapassou o teto de R$ 60 mil de faturamento anual, permitido ao microempreendedor individual , e precisou migrar para o perfil de Micro e Pequeno Empresa (MPE).

“Eu precisava desse upgrade na empresa. Além de poder aumentar a minha possibilidade de investimentos, convidei um ex-cliente para ser meu sócio, e o negócio não para de crescer”, comemora. Hoje, a empresa tem em sua lista cerca de 50 clientes. “O interessante é que investimos em um negócio em Ilhéus, sendo que não contamos com nenhum cliente da cidade. São todos de fora”, relata Albertinho. Este ano, a expectativa é de que o faturamento da empresa chegue a R$ 120 mil.

Para atrair público dos mais variados segmentos, as lanchas da empresa são equipadas para a pesca oceânica com rádio comunicação VHF, sonda, GPS e demais materiais de salvatagem/segurança obrigatórios. A empresa inclui no pacote, material para pesca, como varas, carretilhas, molinetes, iscas artificiais e naturais, linhas de pesca multifilamentos, monofilamento, leaders em fluorocarbono, anzóis e chumbadas.  A base de operação fica no Iate Clube de Ilhéus.

Migração – Outros empreendedores podem seguir o mesmo caminho do empresário ilheense. Este ano, o prazo para migrar de categoria se encerra em 31 de março e quem não fizer a operação neste período só terá uma nova oportunidade no ano que vem”, explica o analista do Sebrae, Michel Lima. Ele alerta que a medida vale tanto para o microempreendedor individual que quer se tornar micro e pequeno empresa quanto o MPE que legalizou a sua empresa antes da Lei de 2008 e ainda não atingiu o patamar de R$ 60 mil de faturamento por ano. A migração é simples e pode ser feita pela Internet. No caso da mudança de MPE para MEI, Michel destaca como aspectos positivos a diminuição de custos, como impostos.

 






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