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:: ‘Europa’

AVATIM EXPANDE ATUAÇÃO COM LOJA CONCEITO EM SP E OPERAÇÕES NA ESPANHA

Loja-conceito da Avatim em um dos endereços mais famosos de São Paulo || Foto Garoa

A indústria de cosméticos e perfumaria Avatim, nascida em Ilhéus, no sul da Bahia, atingiu a marca de 120 lojas próprias e no sistema de franquias em todo o Brasil e, agora, iniciou operações fora do país.

A empresa escolheu a Espanha como porta de entrada na Europa, no sistema de venda direta. Segundo a sócia-fundadora, Mônica Burgos, a ideia é testar o modelo de vendas também em outros países europeus.

A Avatim projeta abrir mais 40 lojas no Brasil em 2018. Até a próxima semana, a empresa baiana inaugura uma loja conceito em um dos mais famosos endereços de Sampa, a Oscar Freire.

“Estar num dos endereços mais famosos do Brasil é uma oportunidade de mostrar ao público o nosso variado portfólio de produtos com fragrâncias exclusivas, além do nosso padrão de atendimento Avatim”, afirma Cesar Fávero, um dos sócios da empresa baiana.

A chegada à Oscar Freire também testa formato de loja com reaproveitamento de embalagens icônicas da marca. “Tampas do nosso difusor de essências clássico se transformaram num belíssimo lustre e também foram usadas como puxadores das gavetas”, afirma a sócia-fundadora Mônica Burgos.

CHILE, CHINA E EGITO RETOMAM IMPORTAÇÃO DE CARNE BRASILEIRA

Países retomam importação de carne brasileira (Foto Ueslei Marcelino/Reuters/Agência Brasil).

Países retomam importação de carne brasileira (Ueslei Marcelino/Reuters/Agência Brasil).

O Chile decidiu retirar a suspensão total à importação da carne brasileira, mas manteve a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A informação foi divulgada hoje (25) pelo Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile.

O país havia anunciado a suspensão temporária à importação de carne do Brasil até que fossem prestados esclarecimentos sobre o caso. A China e o Egito também anunciaram a reabertura para a importação de carne do Brasil.

 

Pelo menos 19 países e a União Europeia suspenderam total ou parcialmente as importações de carnes brasileiras após o anúncio da Operação Carne Fraca. Outros quatro países, entre eles os Estados Unidos, reforçaram o controle sanitário para entrada do produto brasileiro.

As investigações da PF apontam a existência de esquema criminoso que envolve empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo. Com informações da Agência Brasil.

CACAU EM PÓ SUBSTITUI COCAÍNA EM BOATES DA EUROPA

Chef belga Dominique Persoone inala o cacau em pó (Foto Reprodução Mail Online).

Chef belga Dominique Persoone inala o cacau em pó (Foto Reprodução Mail Online).

Algumas boates da Europa tem substituído a cocaína pelo cacau em pó, informa o site Mail Online. Em sua forma pura, o cacau é capaz de levar endorfina na corrente sanguínea, causando a mesma sensação da cocaína. O cacau, explica a matéria do site, contém altas doses de magnésio, que relaxa os músculos.

Porém, há algumas contestações. Para o médico Jordan Josephson, do Hospital Lenox Hill de Nova York, o cacau pode ser reconhecido como droga pelo nariz ao ser inalado.
Catherine Kwik-Uribe, da Mars Symbioscience, aponta que o cacau inalado é apenas um efeito placebo, já que não há estudo que comprove os seus efeitos.

PRINCIPAIS MERCADOS DO FUTEBOL IGNORAM TÉCNICOS BRASILEIROS

Scolari deixou o comando do Grêmio e vai comandar time chinês.

Scolari deixou o comando do Grêmio e vai comandar time chinês.

De uns anos pra cá, treinadores brasileiros não figuram dirigindo equipes em praças importantes no mundo do futebol. Os últimos profissionais que treinaram equipes importantes da Europa foram Felipão, de 2003 a 2008 na seleção de Portugal e de 2008 a 2009 no Chelsea, e Vanderlei Luxemburgo que comandou o Real Madrid no ano de 2005.

Mas por que os “professores” não vingam ou sequer despertam interesse, mesmo de equipes pequenas daquele continente? Um dos motivos é a metodologia utilizada pela grande maioria deles. O famoso “rachão”, abolido dos treinamentos no futebol europeu há anos, ainda é muito usado como preparação dos times. Na Europa, a prioridade são treinos táticos, muitas vezes por setores, defesa e ataque, e as atividades em campo reduzido para aperfeiçoar posicionamento e toque de bola. Por aqui, se o técnico não der o tal rachão é criticado por dirigentes e também por jogadores. Outra razão é a falta de inovação e de conceitos de jogo, a pobreza tática e a mesmice nos jogos são evidentes.

Ao contrário, os técnicos argentinos, chilenos, uruguaios e colombianos, vêm cada vez mais ganhando espaço nos principais mercados da bola, como Espanha, Itália, Inglaterra, França e agora no Brasil. Esses treinadores são considerados mais estudiosos e mais atualizados em relação aos brasileiros. Conseguem fazer times de pouca força financeira e de elencos limitados, equipes competitivas e fortes, é o que vemos por exemplo em muitos times na Libertadores da América, ao passo que os comandantes daqui não conseguem fazer tal proeza, existem as exceções, logicamente, porém, a grande parte chamam a atenção por não mostrarem nada de arrojado nas suas equipes.

O fato é que os sul-americanos agradam e são muito procurados pelos cartolas do outro lado do Atlântico. São treinadores que superam os brasileiros tanto na quantidade como na qualidade de seus trabalhos. Diego Simeone saiu da Argentina para o Catânia da Itália, por lá fez trabalho razoável e seguiu para o Atlético de Madrid, time em que atuou como jogador. Simeone faz esplêndido trabalho por lá, foi campeão espanhol, já faturou Copa do Rei e neste ano garantiu seu time em mais uma edição da Uefa Champions League.

Confira artigo completo no Futebol e Prancheta

 

ENTRE A LIBERDADE E A TOLERÂNCIA

Jackson LessaJackson Lessa | jacksonslessa@hotmail.com

A Europa está “grávida de acontecimentos”. Poderemos ter novos tiroteios, novas explosões, perseguições aos muçulmanos, intensificação da Islamofobia. Não será esse o desejo dos radicais? Provocar uma verdadeira guerra de civilizações?

O recente ataque à sede de uma revista francesa será mais um sintoma do chamado choque de Civilizações? Não podemos nos dar ao luxo de restringir a discussão em torno apenas da liberdade de expressão. Os meios de comunicação parecem se incomodar mais com o fato de ter sido um veículo de imprensa do que o fato de terem sido vidas humanas.

Na verdade, torna-se necessário compreender as possíveis causas desse ataque. Apesar de injustificável, ele é resultado de uma política de intolerância, que não se limita ao estilo jornalístico da revista e, sim, ao comportamento de grande parte da sociedade europeia, e até mesmo ocidental, em relação aos muçulmanos.

Vale lembrar que alguns fundamentalistas não representam a totalidade dos seguidores da religião. Esse evento francês envolve várias esferas, diferindo-se do 11 de setembro, nos EUA, principalmente por ter ocorrido na Europa, e em um momento em que o continente está em convulsão política e econômica.

Historicamente, a Europa ocidental sempre encarou outros continentes e outras religiões com preconceito. Em inúmeras ocasiões, os europeus olharam o diferente como divergente, e acharam essa diferença ameaçadora, quase uma maldição.

Após os ataques à Revista Charlie Hebdo a palavra mais utilizada foi DEMOCRACIA. Mas podemos falar realmente em democracia quando imigrantes são considerados invasores, além de difundir-se uma espécie de islamofobia?

Dois dias antes do referido crime, na Alemanha, várias pessoas foram às ruas protestar contra o que eles chamavam de islamização do país, dando sinais claros de preconceito religioso e xenofobia, fazendo com que a chanceler, Ângela Merkel, tivesse que se pronunciar oficialmente contra esse movimento.

Pesquisas apontam que 57% dos alemães consideram o islamismo uma ameaça, e 60% acham que a religião é incompatível com o Ocidente. A palavra-chave para esse lamentável acontecimento é TOLERÂNCIA. Entretanto, para quem faltou tolerância? Os fundamentalistas que não aceitaram críticas satirizadas ou os jornalistas que atingiram a imagem do islamismo?

A situação é complexa. Autoridades do mundo inteiro, entre eles Obama e Dilma, falaram que é inadmissível atingir valores democráticos como uma instituição da imprensa. Verdade, a imprensa deve ser a porta-voz da sociedade e por isso podemos, sim, considerar que a sociedade democrática foi atingida, de forma covarde, e isso precisa de punição. Porém, é admissível atingir valores sagrados da religião alheia?

Uma das grandes características da modernidade é a multiplicidade religiosa, o que exige de todos, independente do credo, a prática da tolerância, que seria a capacidade de aceitar o diferente, “o que não é espelho”. Relembrando Frei Betto: “das intolerâncias, a mais repugnante é a religiosa, pois divide o que Deus uniu, incentiva disputas e guerras, dissemina ódio em vez de amor”.

Não podemos ver apenas a árvore, precisamos perceber a floresta. Os próximos dias e meses poderão ser muito complicados. A Europa está “grávida de acontecimentos”. Poderemos ter novos tiroteios, novas explosões, perseguições aos muçulmanos, intensificação da Islamofobia. Não será esse o desejo dos radicais? Provocar uma verdadeira guerra de civilizações? E agora? Será que veremos liberdade e tolerância?

Jackson Lessa é professor de Geografia e Atualidades em escolas e cursos pré-vestibulares de Itabuna e região.

A RESPOSTA DE DANIEL ALVES AO RACISMO

O brasileiro Daniel Alves foi alvo de racismo da torcida espanhola neste final de semana. Uma banana foi atirada em sua direção. O jogador do Barcelona pegou a banana e deu um “créu” no racismo. Confira como no vídeo.

RICO É MENOS TAXADO NO BRASIL DO QUE NA MAIORIA DO G20

Da BBC Brasil

Levantamento da PricewaterhouseCoopers (PWC) feito com exclusividade para a BBC Brasil revela que o imposto de renda cobrado da classe média alta e dos ricos no Brasil é menor que o praticado na grande maioria dos países do G20 – grupo que reúne as 19 nações de maior economia do mundo mais a União Europeia.

A consultoria comparou três faixas de renda anual: 70 mil libras, 150 mil libras e 250 mil libras – renda média mensal de cerca de R$ 23 mil, R$ 50 mil e R$ 83 mil, respectivamente, valores que incorporam mensalmente o décimo terceiro salário, no caso dos que o recebem.

Nas três comparações, os brasileiros pagam menos imposto de renda do que a maioria dos contribuintes dos 19 países do G20.

Nas duas maiores faixas de renda analisadas, o Brasil é o terceiro país de menor alíquota. O contribuinte brasileiro que ganha mensalmente, por exemplo, cerca de R$ 50 mil fica com 74% desse valor após descontar o imposto. Na média dos 19 países, o que resta após o pagamento do imposto é 67,5%.

Já na menor faixa analisada, o Brasil é o quarto país que menos taxa a renda, embora nesse caso a distância em relação aos demais diminua. Quem ganha por ano o equivalente a 75 mil libras (cerca de R$ 23 mil por mês), tem renda líquida de 75,5% no Brasil e de 72% na média do G20.

Confira matéria na íntegra

PT CONTRA PT – É O QUE SE ANUNCIA PARA O MOMENTO

walmir rosárioWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Enquanto todos os brasileiros demonstraram entender o recado, o Governo Federal fez de conta que nada daquilo era com ele e que passaria incólume ao recado das ruas.

Uma guerra fratricida sem precedentes é o que se vislumbra nos altos escalões do Partido dos Trabalhadores (PT). É a famosa luta do PT contra o PT. Mas não a que estamos acostumados a assistir, e sim a hegemonia de uma de suas correntes. Como fogo de monturo, ela foi deflagrada desde a posse de Dilma Rousseff à Presidência, porém vem se acirrando a cada dia, a cada protesto, a cada pescoço degolado.

Ficou mais evidente agora, depois dos protestos que assolam as ruas do país. De um lado, o bloco petista dos descontentes, que ainda não se conforma com essa maneira petista de governar. Afinal, não foi para isso que lutaram contra a ditadura. Saíram os militares, entraram os burgueses, como sempre acontece, o que tem causado grande descontentamento, embora não reclamem de forma clara, agem à sorrelfa. Sem falar na luta intestina pelos corredores e salas do Palácio do Planalto.

Esta última é a mais acirrada, pois age nas sombras em busca de um espaço no sol do poder. É o PT contra o PT. Disto ninguém tem dúvida. Afinal são mais de uma dezena de correntes e tendências com pensamentos filosóficos dos mais díspares. Embora algumas poucas não causem preocupações, tendo em vista a pequena capacidade de mobilização interna e externa, outra cresce se agiganta como uma verdadeira Hidra de Lerna. E já amedronta.

A luta interna pelo poder está sendo desnudada para a sociedade a cada protesto, a cada reivindicação vinda das ruas. E não se limita a encontrar soluções para a redução dos R$ 0,20 da tarifa dos transportes urbanos, pois algumas medidas – falhas e inconsistentes – foram tomadas, a exemplo da desoneração de impostos. A verdadeira briga, a de cachorros grandes, como se diz na gíria, está nas ações políticas.

E nessa luta renhida travada entre o PT contra o PT é que estão sendo colocadas as “cascas de bananas” para a presidenta Dilma Rousseff pisar. E ela tem escorregado em todas. Qualquer aluno do terceiro semestre dos cursos de Direito ou Ciências Políticas teriam interpretado de forma diferente as ações anunciadas pela presidenta, todas em flagrante desrespeito à Constituição Federal. Um vexame.

Quem teria aconselhado a presidenta Dilma a dirigir à Nação tamanhos impropérios? Com certeza não foram os técnicos da Presidência da República – incluindo, aí seus ministérios e órgãos de assessoria –, pois possuem quadros de competência comprovada. E esses erros crassos foram sendo repetidos à exaustão, como se o Brasil não vivesse sob a égide do estado democrático de direito, obrigando ministros ir a públicos para os desconcertantes a desmentidos institucionais, do tipo: “não foi bem isso que queria dizer”.

Dilma e Lula. PT contra o PT. Com todos os desmentidos e dissimulações, fica cada vez mais evidenciado e provado os desencontros. No núcleo duro do Palácio do Planalto as discordâncias estão cada vez mais expostas. O grupo fiel a Lula acredita que ainda deve obediência ao ex-presidente e mostra o desconforto do relacionamento com a presidenta, que possui métodos bastante diferentes de governar, distribuindo broncas a torto e a direito, o que não deixa de ser uma falta de respeito com o subordinado.

Se é incompetente, o remédio mais adequado é a exoneração, o que nunca acontece. Esse comportamento evidencia que, apesar da caneta e do diário oficial à disposição, a presidenta não pode agir como queria, ou seja: com os colaboradores de sua estrita confiança. Se essas dificuldades permeiam a relação interpartidária, avaliem em relação aos partidos da base aliada, com desejos e pensamentos dos mais diversos.

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BRASIL QUER FACILITAR VISTO DE TRABALHO PARA EUROPEU

O Globo

O crescente interesse de estrangeiros em vir para o Brasil, aproveitando o bom momento econômico do país, levou o governo a encomendar um projeto para alterar a política de imigração: a meta é flexibilizar as regras de concessão de vistos de trabalho e facilitar a entrada de profissionais qualificados.

De janeiro a setembro de 2011, o governo concedeu 51 mil autorizações de trabalho para estrangeiros, 32% a mais do que em 2010. Só uma multinacional de recrutamento on-line tem cadastrados 400 mil currículos de pessoas interessadas em trabalhar no Brasil, dos quais 80 mil foram enviados ano passado.

Coordenador da equipe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) que elabora a nova política, Ricardo Paes de Barros diz que a ideia é estender tapete vermelho para os europeus desempregados pela crise e estabelecer limites para a entrada de imigrantes que fogem da pobreza – como vem acontecendo com os haitianos.

A REVOLUÇÃO DOS INDIGNADOS

Gerson Marques | gersonilheus@gmail.com

São milhares de jovens indignados, revoltados e sem esperanças, que já não veem mais saídas no atual sistema político.

Depois da primavera árabe, teremos o verão europeu. A juventude europeia está nas ruas, está nascendo uma nova revolução juvenil, o combustível é a indignação, a revolta é contra as fórmulas neoliberais, contra o estado mínimo preconizado pela ditadura do mercado disseminada pela Europa, que simplesmente se rendeu, copiando “ipsis litteris” o modelo selvagem americano.

A esquerda, por sua vez, perdeu o bonde da história, cedeu tanto aos encantos do mercado que já não representa mais as aspirações de renovação e justiça para a juventude desempregada e desamparada pelo estado.

Nas próximas semanas, assistiremos milhares de jovens tomando praças e ruas das grandes cidades do velho continente. Não existem lideranças explícitas nem mesmo organização partidária ou ideológica por trás. São milhares de jovens indignados, revoltados e sem esperanças, que já não veem mais saídas no atual sistema político.

Seria uma revolta contra o sistema ou um freio de arrumação? Somente o tempo e a continuidade das manifestações decidirão qual o caminho que a juventude europeia seguirá, o fato é que neste momento todas as estruturas do continente estão ruindo.

O capitalismo, tal como conhecemos com seu modelo econômico baseado no lucro a qualquer custo, nos valores supremos do mercado e na falta de respeito à cidadania, aos direitos sociais e ao meio ambiente, já não se sustenta. Talvez a democracia sobreviva, mas a Europa carcomida e esgotada não existirá mais como a vemos hoje.

Nada mais sadio para uma civilização que ver seus jovens nas ruas empunhando bandeiras de transformação, colocando o social no centro da questão, subvertendo valores, quebrando paradigmas e tecendo o amanhã.

É com esperança que vejo o nascimento desta nova revolução, a revolução dos valores. Está na hora da vida humana, da dignidade e da esperança valerem mais que o lucro das empresas e as razões de mercado.

Como já disse o poeta Vulto Madhiba: “A revolução começa onde termina o conformismo.”

Gerson Marques é diretor de Projetos da Prefeitura de Ilhéus.






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